Fabio Luchetti, presidente da Porto Seguro, foi o Executivo de Valor do mercado segurador entre os 23 presidentes de empresas dos vários setores econômicos escolhidos por headhunters e pelo Valor, premiados ontem na 14ª edição do “Executivos de Valor”, durante evento em São Paulo. O homem que preside a maior seguradora de carro do Brasil sugeriu que o Brasil precisa trabalhar em projetos consistentes, de longo prazo e sintonizados com todos os partidos. “Isso exigirá uma liderança forte e bem articulada. O Brasil deveria ter um propósito, assim como as empresas possuem visão de futuro, com alvos, metas e sonhos”.
No balanço entre os depoimentos colhidos durante o evento, fica claro que o presidente a ser eleito em outubro terá de enfrentar, de uma vez por todas, os impasses estruturais do país, fazer as reformas política e tributária, dar prioridade ao investimento em infraestrutura e educação, promover a retomada do crescimento da indústria, incentivar a inovação, controlar a inflação e, para tudo isso, buscar um consenso político. Em resumo, essa é a receita que os melhores executivos do país prescrevem para o próximo mandato presidencial, qualquer que seja o eleito.
Mais detalhes na edição do Valor desta terça-feira, que traz a revista anual Executivo de Valor e a cobertura da festa realizada ontem.
Nesta segunda-feira (5), durante a abertura da Semana Nacional de Educação Financeira, no Rio de Janeiro, foi lançada a Plataforma Aberta de acesso aos livros do Programa de Educação Financeira nas Escolas, que poderá ser acessada por professores, escolas e sociedade civil ligada à educação. A Plataforma é um dos projetos coordenados pela Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil) – entidade responsável por executar as ações da Estratégia Nacional de Educação Financeiras (ENEF) – e conta com apoio do Itaú Unibanco, da Fundação Itaú Social e dos Institutos Unibanco e Credit Suisse Hedging-Griffo. “A Plataforma é muito simples de ser usada. Tem uma linguagem objetiva e é de fácil acesso. Ela possibilitará disseminar conceitos de educação financeira para uma ampla base de pessoas”, afirma Leonardo Pereira, presidente do Comitê Nacional de Educação Financeira – Conef.
De acordo com Silvia Morais, superintendente da AEF-Brasil, um universo de pessoas ligadas à área da educação terá acesso a livros e situações didáticas que permitem desenvolver a capacidade do aluno de analisar criticamente o seu contexto financeiro e do mundo para que tome decisões de forma consciente.
Na quinta-feira (8), haverá um evento específico de lançamento da Plataforma para educadores, em São Paulo. O conteúdo dos 9 livros (professores, alunos e atividades) do programa está disponível nesta plataforma: ao todo são 72 situações didáticas que orientam os professores a aplicar os conceitos financeiros interligados aos conteúdos sociais. Esses conceitos são apresentados de forma didática e lúdica, a partir de situações do cotidiano, com o objetivo de desenvolver o pensamento financeiro consciente. “Não são livros de receitas de sucesso e sim um aprendizado de como planejar a vida, de optar pelas melhores escolhas para si”, afirma Yael Sandberg, gestora de projetos da AEF-Brasil.
A Plataforma também contém informações para os professores implementarem a educação financeira de forma integrada à sua disciplina. Qualquer matéria pode ser enriquecida com conteúdo dos livros, que sugere atividades e ajuda o professor a reconhecer competências que podem ser trabalhadas. Essa abordagem reflete o objetivo da ENEF de informar, orientar e formar os alunos.
Não há restrição de acesso à Plataforma Aberta de acesso aos livros do Programa de Educação Financeira nas Escolas. Todos os professores das mais de 27 mil escolas públicas e privadas do ensino médio do Brasil poderão entrar no site www.edufinanceiranaescola.org.br, preencher o cadastro e fazer o download do conteúdo. Além disso, educadores da sociedade civil organizada também podem dispor das informações para subsidiar iniciativas na área de educação financeira.
Evento exclusivo para educadores – Além do lançamento na abertura da Semana ENEF, haverá um evento dirigido a educadores para apresentação detalhada da Plataforma e para mostrar porque Educação Financeira tem tudo a ver com as escolas. Este evento será realizado na próxima quinta-feira (8), em São Paulo, no Hotel Tivoli Mofarrej (Al. Santos, 1.437 – Cerqueira César).
Participarão da solenidade Cristina Thomas de Ross, do MEC; Ana Legovini, diretora do Banco Mundial; Silvia Morais, superintendente da AEF-BRASIL; Denise Hills, superintendente de sustentabilidade do Itaú Unibanco entre outros participantes.
Sobre a AEF-Brasil – A AEF-BRASIL é uma associação sem fins lucrativos, criada por quatro entidades do mercado financeiro, a Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, a BM&FBOVESPA, a Confederação Nacional de Seguros Privados – CNSEG e a FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, com objetivo de auxiliar o governo na implantação da Estratégia Nacional de Educação Financeira – ENEF. Essas quatro entidades financiam todas as despesas administrativas da AEF-BRASIL, que tem convênio com o Comitê Nacional de Educação Financeira – CONEF para desenvolver os projetos e ações previamente aprovados pelo órgão.
Uma das primeiras atividades da AEF-BRASIL foi o 1º Mapa da Educação Financeira no Brasil, lançado em abril deste ano. O mapeamento mostrou um panorama das iniciativas de educação financeira disponíveis no Brasil, como projetos, ferramentas, blogs e aplicativos de entidades que atuam nessa área e até de pessoas físicas. Foram identificadas mais de 800 iniciativas. A ideia do Mapa é apresentar uma fotografia do cenário atual para aprimorar as ações que já existem, aumentar as sinergias e melhorar o entendimento sobre os resultados positivos.
Outra ação da AEF-Brasil foi desenvolvida para jovens de 14 a 21 anos do ensino médio, que receberam aulas de educação financeira conforme projeto piloto da ENEF, o qual foi conduzido em 448 escolas (Ceará, Tocantins, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal). O projeto-piloto envolveu 27 mil alunos e 1.500 professores. Foram produzidos três livros: um para o aluno, um para o professor e um livro com situações gerais. O projeto ofereceu treinamento de 16 horas a esses 1.500 professores. Depois da ação, o Banco Mundial realizou uma análise que comparou essas 448 escolas com outras 500 escolas onde nada foi feito em educação financeira, com o objetivo de identificar alguma diferença no comportamento dos jovens.
A análise constatou que os alunos das escolas onde houve intervenção mostraram um nível de letramento financeiro 7% superior ao das escolas onde nada foi feito e, as famílias desses alunos mostraram nível de poupança 1% maior do que quando comparado as famílias de alunos sem disciplina de educação financeira. Isso comprovou que o jovem funciona como um indutor de mudança de comportamento dentro da família.
Dois convidados especiais darão o tom dos debates que permearão os temas do Seminário Mercer de Previdência 2014, que acontecerá em São Paulo, dia 29 de maio, quinta-feira, das 8h às 17hs, no Espaço Rosa Rosarum ( Rua Francisco Leitão, 416, Pinheiros). São eles: o ex-jogador e planejador financeiro William Machado; a jornalista e economista Mara Luquet. Eles dividirão a Plenária 1 sobre o tema Segurança Financeira no Futuro: Uma jogada de craque.
Seguido pelos temas Adequação da renda: Ganhe o jogo sem apostar na prorrogação; Governança, a melhor tática para monitorar os planos de previdência; o Seminário propõe também um Bate-Bola sobre Previdência, com cinco especialistas em campo e fecha as atividades com dois painéis simultâneos – Indicadores de Gestão: A melhor defesa é o ataque; e Driblando as dúvidas e incertezas sobre investimentos- com encerramento previsto para às 17hs.
“Hoje, vivemos em um mundo em constante transformação e é preciso estar atento a fatores que têm grande impacto sobre os planos de previdência complementar. Este é um evento tradicional do mercado, pois dá a oportunidade de se debater sobre temas de importância estratégica para empresas e Fundos de Pensão, para os quais sempre são apresentadas soluções e alternativas adequadas ao momento atual”, explica Geraldo Magela, Líder da área de Previdência da Mercer e um dos coordenadores do evento. Ele contará com uma equipe de 15 especialistas que compartilharão, durante o dia todo, informações sobre as principais tendências do setor de Previdência no país.
A Mercer apresentará também, durante o evento, o resultado da primeira pesquisa sobre o Perfil dos Aposentados no Brasil que vai traçar o perfil de renda dos aposentados. A principal pergunta a ser respondida por esta pesquisa será: Quanto é preciso poupar para garantir uma aposentadoria adequada?
A Liberty Seguros, Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA 2014™, é pioneira no Brasil na aplicação da telessubscrição para venda de seguro de vida individual por meio do canal corretor. A implantação do serviço, no produto Liberty Vida Perfil, que consiste em entrevista por telefone, para coletar e analisar informações de saúde, fornecidas pelos clientes da seguradora é prático, agiliza o processo de oferta e fechamento da proposta do seguro.
A tradicional “Declaração Pessoal de Saúde – DPS”, até então colhida pelo corretor, agora é realizada por uma equipe exclusiva de enfermeiros da Liberty Seguros. “O comportamento do brasileiro mudou. Ele é mais exigente, além de qualidade, busca praticidade no momento da compra de um produto ou serviço. Com o seguro de vida não é diferente”, diz Alexandre Vicente, diretor de Produtos Vida da Liberty Seguros.
O executivo explica que neste processo, o cliente passa por uma entrevista, em que os dados médicos são coletados e avaliados por profissionais da área de saúde contratados pela Liberty Seguros, garantindo assim, uma melhor análise do risco, com total privacidade das informações dos clientes.
Benefícios para o corretor
O corretor também busca praticidade e agilidade em sua rotina de trabalho. Após a efetivação da venda, por meio dos cotadores online, o corretor avisa o segurado, que será contatado por uma central composta por enfermeiros, que farão a coleta, análise das informações e o preenchimento do questionário de saúde. “É um serviço diferenciado. Simplifica todo o processo de captação e efetivação da proposta. Contribui também para uma melhor adequação do produto ao perfil do segurado, gerando um seguro único e de alta qualidade”, comenta o executivo.
Para o corretor Mauricio Brancalhão, da Dinâmica Administradora Corretoras de Seguros de Cascavel, Paraná, a telessubscrição da Liberty Seguros é um serviço personalizado e que torna o processo da oferta mais adequado. “Além de agilizar e simplificar a minha proposta, agora o meu foco é no entendimento da necessidade do cliente e na venda. É um serviço muito bom e o cliente passou a entender melhor a importância do seu seguro de vida”, afirma o corretor.
Diferenciais do Liberty Vida Perfil
Após a implantação da telessubscrição, a seguradora ampliou também o valor do capital segurado do Liberty Vida Perfil com opções de cobertura de até R$1 milhão. Além das coberturas básicas de um seguro de vida, como morte e invalidez permanente, total ou parcial por acidente, o seguro oferece também serviços diferenciados e complementares como assistência nutricional e personal fitness.
O personal fitness é um serviço gratuito e incluído automaticamente na contratação do seguro, visando orientar e tirar dúvidas do segurado referentes a programas de atividades físicas, bem como incentivar a prática consciente de exercícios e adequá-los à sua rotina. Já o serviço de assistência nutricional, por sua vez, visa fornecer ao segurado orientações de um especialista em nutrição, sugerindo, por meio de um laudo personalizado, a alimentação mais adequada ao momento de vida do segurado.
“O nosso cliente que pretende fazer exercícios pode ligar para central e pedir orientações. Com base na análise de seu perfil, uma equipe de profissionais de Educação Física sugere quais atividades ele pode praticar de acordo com suas condições físicas e de saúde”, complementa Alexandre Vicente.
O Índice de Confiança e Expectativas do Setor de Seguros (ICSS), calculado a partir de pesquisa realizada pela FENACOR, despencou para 82,1 no mês de abril, indicando forte tendência pessimista no mercado. Essa foi a terceira avaliação divulgada desde o lançamento do ICSS, em março. Na primeira pesquisa, o índice chegou a 97,7 e, no mês passado, ficou em 94,0. O ICSS é obtido a partir da combinação de três indicadores: o ICGC – Índice de Confiança das Grandes Corretoras; o ICES – Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras; e o ICER – Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras.
Em abril, o ICES atingiu o seu menor valor, desde que esse indicador foi criado (94,3). A trajetória também não é favorável no ICER (63,7) e no ICGC (92,1). Segundo o coordenador técnico do estudo, Francisco Galiza, esses percentuais sinalizam uma preocupação crescente das principais empresas do segmento de seguros com o futuro da economia brasileira e, naturalmente, com as possíveis consequências nos seus negócios.
Nesta terceira amostragem, os resseguradores demonstraram uma visão bastante pessimista. Para 60% dos executivos desse segmento, a rentabilidade do setor deverá piorar em 2014. Entre os dirigentes de corretoras de seguros que responderam à pesquisa quase a metade (46%) acredita que a rentabilidade será reduzida este ano. Em contrapartida, 63% dos seguradores apostam que a rentabilidade permanecerá no mesmo patamar.
ECONOMIA. A pesquisa apurou ainda que 70% dos resseguradores, 36% dos dirigentes de grandes corretoras de seguros e 53% dos seguradores avaliam que haverá uma piora do quadro na economia brasileira.
Nenhum corretor ou ressegurador respondeu que acredita em uma melhora na economia, perspectiva apontada por 3% dos seguradores entrevistados. Mais detalhes da pesquisa estão disponíveis no site da FENACOR, através do link: http://www.fenacor.com.br/download/ICSSabr2014.pdf
A Mapfre Assistance, unidade especializada nos produtos de assistência do Grupo MAPFRE no Brasil, fechou parcerias com a MSimão Corretora, Multiplus Corretora e Conarem (Conselho Nacional de Retífica de Motores) para expandir a comercialização de seu serviço de Assistência 24h para Caminhões. A partir deste mês, o serviço pode ser adquirido por motoristas membros de associações ligadas ao setor, ou então em retíficas de motores associadas ao Conarem.
As parcerias permitiram a elaboração de produtos personalizados para o segmento e economicamente interessantes. Os pacotes podem englobar serviços como reboque por pane, acidente, roubo e furto, serviços de resgate e chaveiro, hospedagem, transporte guarda do veículo, transporte alternativo e para recuperação do veículo assistido. Para ter acesso aos planos, os interessados devem ser proprietários de caminhões com até vinte anos e em boas condições de uso.
De acordo com Fábio Emerson, gerente nacional de Distribuição da MAPFRE Assistance, a vantagem da Assistência Caminhão é a alta qualidade do serviço e sua disponibilidade, podendo ser acionado 365 dias por ano, em todo o território nacional. “O preço também é bastante acessível para o motorista. Nossas parcerias com as associações e corretoras permitem que o cliente contrate diversas coberturas pelo preço de apenas um serviço adquirido de maneira particular”, explica.
O executivo reforça, ainda, que o produto pode ser combinado de acordo com a necessidade dos parceiros. “O objetivo é garantir a tranquilidade e a segurança dos motoristas em casos de imprevistos na estrada”, completa. Para adquirir os planos de Assistência 24 horas, os interessados podem se dirigir a retíficas associadas ao CONAREM ou a associações parceiras da MSimão Corretora.
A Mapfre divulgou nesta segunda-feira faturamento de € 6,9 bilhões no primeiro trimestre deste ano, avanço de 1% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Se considerado o valor constante das moedas, o aumento do faturamento teria sido de 10%, porém o início do ano foi marcado pela valorização do euro em relação às principais moedas O lucro líquido totalizou € 219 milhões, recuo de 17,1%. Excluindo o efeito de eventos extraordinários do ano anterior, o lucro fica estável nos períodos analisados.
O Brasil segue como um dos principais destaques do balanço financeiro do maior grupo segurador da Espanha, destaca o blog Sonho Seguro. Segundo nota divulgada, o segmento de seguros gerais registrou crescimento nos principais mercados e linhas de negócio , com destaque para o Brasil e Estados Unidos. “Na Espanha, observamos os primeiros sinais de recuperação econômica e no setor dos seguros, bem uma guinada nas vendas de seguros individuais”, salientou Antonio Huertas, presidente da Mapfre.
Espanha e Portugal respondem por 40,3%, dos prêmios e 43,1% do lucro, sendo o país sede do grupo responsável por prêmios de € 2,6 bilhões no primeiro trimestre de 2014, alta de 7,2% em relação ao mesmo período do ano passado. O Brasil registrou aumento de 17,6%, para € 1,17 bilhão, respondendo por 18% dos prêmios e 12,7% do ganho. Argentina , Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela totalizaram prêmios € 703 milhões, queda de 1,6%. O Peru se destacou na América Latina, com avanço de 18,9% em moeda local, informa o balanço, impulsionado pelo bom desempenho de seguro automóvel.
Em resseguros, a Mapfre Re registrou prêmios de € 885,8 milhões, aumento de 1,2% , destacando o forte desempenho em créditos. A unidade de resseguros representa 13,6% dos prêmios e 18,1% do ganho do grupo Mapfre.
As principais agências de rating têm melhorado a classificação da Mapfre e várias de suas subsidiárias. A Standard & Poors elevou o rating da Mapfre de BBB- para BBB, com perspectiva estável. A Mapfre Re e Mafpre Global Risks, Mapfre Assistance, Praico Mapfre , Mapfre EUA também obtiveram ratins melhores. Segundo Huertas, os resultados refletem a nova estrutura da Mapfre , que entrou em vigor em janeiro deste ano, com foco em adaptar a empresa a globalização de seus negócios.
O BTG Pactual e a Caixa Econômica Federal negociam uma parceria no negócio de seguros, duas fontes com conhecimento direto do assunto disseram nesta sexta-feira, movimento que visa a fortalecer a sociedade de negócios existente.
BTG e Caixa estão considerando comprar a unidade do Banco Pan no qual são sócios, disseram as fontes, que pediram anonimato porque o negócio está em andamento. A primeira fonte observou que o BTG planeja fundir seguradora do Pan em sua própria divisão.
A Caixa também está estudando uma parceria mais ampla com BTG Pactual no ramo de seguros, as fontes acrescentaram, embora até agora os termos não tenham sido decididos. O banco Pan poderia usar os recursos da venda de sua seguradora, algo em torno de 600 milhões de reais, para dar sustentação ao seu negócio.
O BTG Pactual iniciou suas operações de seguros no ano passado, com foco em produtos como garantias de cumprimento de projetos de engenharia e petróleo e responsabilidade civil de obras de construção. Para a Caixa, pode ser a oportunidade de o banco diminuir a diferença que tem em relação aos principais bancos comerciais do país no ramo de seguros.
BTG e Caixa também estão concluindo os termos de uma injeção de capital de 1,5 bilhão reais no Banco Pan, como parte dos esforços para ajudá-lo a retornar à lucratividade, as fontes disseram. Tanto os negócios em seguros como a capitalização do Pan “andam de mãos dadas”, e podem ser anunciados de forma conjunta, disse a primeira fonte. O Banco Pan é 34 por cento detido pelo BTG Pactual enquanto Caixa tem uma fatia de 37 por cento.
Consultados, BTG Pactual, Caixa Econômica Federal e Banco Pan disseram por meio de suas assessorias de imprensa que não comentariam o assunto. A possível venda da unidade de seguros PanAmericano ao BTG Pactual foi divulgada pelo jornal “O Estado de S.Paulo” nesta sexta-feira.
A BB Seguridade anunciou nesta sexta-feira que seu controlador Banco do Brasil, a BB Corretora de Seguros, a Icatu e a Brasilcap assinaram contrato de cessão de direitos para iniciar a venda de produtos de capitalização nas agências do Banco do Brasil originárias do Banco Nossa Caixa.
Segundo comunicado, o acordo prevê a cessão pela Icatu à Brasilcap de seus direitos e obrigações como parceira no acordo operacional para comercialização de títulos de capitalização com o Banco Nossa Caixa.
Também deve ocorrer a cessão pelo BB à BB Corretora dos direitos de venda de títulos de capitalização nas agências do BB oriundas do Nossa Caixa, o que permitirá à BB Corretora iniciar a venda de produtos de capitalização da Brasilcap Nas agências. Por fim, o acordo prevê também a obrigação da Brasilcap pagar à Icatu Cap R$ 61,6 milhões em quatro parcelas anuais, como preço da cessão.
Atenta à importância do tema, a companhia, que tem como propósito “ajudar as pessoas a assumirem a responsabilidade pelo seu futuro financeiro”, promoverá debates com seus colaboradores e corretores parceiros sobre o tema e divulgará vídeos de especialistas com dicas sobre educação financeira em seu canal doYouTube. No dia 07 de maio, quarta-feira, Helder Molina, presidente da companhia, falará sobre a educação financeira na cadeia de valor da empresa, no painel sobre “Iniciativas de educação financeira – o que é o seguro, para que serve, qual o valor para o segurado” durante a 4ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros. Helder apresentará como o seguro de vida e a previdência atuam como indutores diretos e indiretos de educação e planejamento financeiro junto aos principais públicos de relacionamento da empresa e sua cadeia de valor.
A empresa já desenvolve iniciativas como o portal Eu Planejo 360º, com dicas sobre planejamento e simuladores que permitem se programar para diversas fases da vida; orienta seus clientes a avaliarem seus perfis antes de iniciarem algum tipo de investimento; e promove o tema junto aos seus colaboradores e corretores parceiros.
Com a proposta de dar continuidade às ações realizadas durante esta semana, a empresa seguirá uma agenda de palestras e workshops para o público interno, ampliando o conhecimento dos funcionários sobre a importância da educação financeira e como é possível fazer este planejamento, e focando no Mongeral Aegon Fundo de Pensão, benefício exclusivo para funcionários.
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