Allianz anuncia novo naming rights

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A Allianz anunciou a assinatura de um novo contrato de naming rights. O mais novo membro da Família de Estádios da Allianz está localizado em Viena, na Áustria, e depois de reconstruído será a casa do clube de futebol SK Rapid. O espaço se chamará “Allianz Stadion” e a previsão é de que seja finalizado em 2016. O Allianz Stadion é o sexto estádio batizado pelo grupo Allianz no mundo. Em uma primeira fase, o contrato terá a duração de dez anos. O novo anúncio aconteceu na mesma semana em que o Allianz Parque, o irmão brasileiro da Família composta ainda pelo famoso Allianz Arena, em Munique, o Allianz Riviera, em Nice, o Allianz Stadium, em Sydney, o Allianz Park, em Londres, entra em sua fase final de construção. A previsão é que a nova arena da companhia no Brasil seja inaugurada no segundo semestre de 2014.

No Allianz Stadion, aspectos ecológicos foram considerados como, por exemplo, o uso de refletores de LED, cuja economia de energia será vital na manutenção do espaço. Na irmã brasileira, a arena Allianz Parque, além da redução no consumo de energia, a reforma obedece a rígidos requisitos ambientais e de sustentabilidade para a obtenção da certificação verde, com destaque para a racionalização da água e o gerenciamento de resíduos sólidos. “Há um aspecto emocional forte em ser o parceiro de um estádio de esportes. Rapidamente o nome Allianz se torna a ‘casa da marca’, que é um lugar de orgulho corporativo para nossos colaboradores e parceiros. Além de aumentar o reconhecimento da marca, os naming rights também se ligam muito bem aos compromissos corporativos e de responsabilidade social da Allianz”, diz Christian Deuringer, chefe global de Gestão de Marca do Grupo Allianz.

Seca no Brasil figura entre as principais catástrofes globais do primeiro semestre, segundo estudo da Aon

secaAs perdas econômicas causadas por desastres naturais globais no primeiro semestre do ano totalizaram US$ 54 bilhões, valor 49% inferior as perdas de US$ 95 bilhões registradas em 2013 e também a média de US$ 106 bilhões dos últimos dez anos (2004-2013), segundo estudo divulgado hoje pela Aon.

Desse valor, as perdas seguradas totalizaram US$ 22 bilhões, 19% abaixo dos US$ 27 bilhões do mesmo período de 2013, com cerca de 55% das indenizações pagas a segurados com perdas nos Estados Unidos, 23% na Europa e 19% na Ásia.

“Apesar de alguns eventos de desastres naturais durante o primeiro semestre de 2014, os nossos dados mostram que as perdas, tanto de uma perspectiva econômica como segurada estão abaixo das médias de anos recentes. No entanto, um semestre mais tranquilo não significa uma tendência semelhante para o resto do ano”, comentou em nota enviada ao Blog Sonho Seguro Steve Bowen, diretor associado e meteorologista da equipe de Previsão de Impacto da Aon Benfield.

Cerca de 39% das perdas econômicas globais sofridas durante o primeiro semestre de 2014 foi indenizada por programas de seguro privadas ou patrocinados pelo governo, acima da média de 30% dos últimos 10 anos, destacando-se que uma maior proporção de perdas de desastres ocorreu em regiões com maior penetração dos seguros.

O evento tempestade severa foi o tipo mais caro de desastre, respondendo por 32% da perda econômica e 46% da perda segurado durante o período, e que compreende, principalmente, granizo e vento nos EUA e na Europa. Em ordem de importância, os cinco maiores eventos de perdas econômicas no primeiro semestre de 2014 foram as perdas causadas pelo rigoroso inverno no Japão em fevereiro (US$ 6,25 bilhões); inundações em maio na Europeu (US$ 4,5 bilhões); e seca no Brasil de janeiro a junho (US$ 4,3 bilhões); seca nos EUA de janeiro a junho (US$ 4 bilhões); e mau tempo na Europa em junho (US$ 3,5 bilhões).

As perspectivas para o segundo semestre de 2014 são preocupantes. “O terceiro trimestre é historicamente o mais caro para as catástrofes naturais e é impulsionada principalmente pelo pico da temporada de furacões no Atlântico”, disse.

Para acessar mais destalhes do estudo acesse o link www.aonbenfield.com / catastropheinsight

AIG Brasil reforça seu time com a chegada de Renato Zanella

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Dando continuidade ao plano de expansão, a AIG, líder mundial em seguros gerais, patrimoniais e de responsabilidade civil, anuncia mais um reforço para a equipe brasileira com a chegada de Renato Zanella, novo Gerente de Property da AIG Brasil.

Com mais de 15 anos de experiência no mercado de seguros, Zanella iniciou sua carreira em 1998 na Unibanco AIG, na área de Loss Prevention, migrando posteriormente para a subscrição de energy. Com passagem por grandes empresas como Willis e RSA, em 2007 assumiu a gerência de grandes riscos na Allianz. Em 2011, deixou a Allianz para montar a operação de property e energy na ARGO (startup no Brasil), ficando na empresa por 2 anos.

Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho (UNIP) e Administração de Empresas (CEAG – FGV), na AIG Brasil, o executivo gerenciará a carteira de property da Companhia, responsável pela subscrição de grandes riscos patrimoniais e de propriedade.

Livro mostra como gerenciar riscos em saúde para ser longevo

capa livro saudeSerá lançado no dia 28 no Rio de Janeiro e no dia 2 de agosto em São Paulo o livro Fatores de risco em saúde: o manual de gerenciamento, patrocinado pela Bradesco. Em linguagem simples e direta, em 238 páginas, as médicas inglesas Virginia Priest e Viv Speller dividem o conhecimento acumulado e testado em clínicas de Winchester e que pode ser espelhado em diferentes países e regiões, de forma a criar as bases para uma vida ativa e longeva. Sucesso em todo o mundo, a obra que, agora, chega ao Brasil em lançamento da Editora e-papers, é reconhecida como importante aliada na promoção da vida saudável e da saúde empresarial. A meta, explica o médico Manoel Peres, que teve a iniciativa de trazer a obra para o Brasil, não foi apenas a de reduzir custos, mas, sobretudo, criar ferramentas para sustentar a vida ativa e saudável por mais tempo, uma vez que são inequívocos os ganhos em longevidade por conta do desenvolvimento tecnológico e de conhecimento do homem e dos fatores que colocam a vida em risco.

SERVIÇO

RIO DE JANEIRO
Lançamento Dia 23/07/2014
A partir das 19 horas
Livraria da Travessa
Rua Visconde de Pirajá, 572/Ipanema

SÃO PAULO
Lançamento Dia 01/08/2014
A partir das 19 horas
Livraria da Vila
Alameda Lorena, 1.731/ Jardins

P.S.: O jornalista interessado em obter a versão digital do livro pode entrar em contato com editor@e-papers.com.br

Notícias sobre incêndio registram queda no semestre, revela estudo do ISB

Divulgação:

No primeiro semestre deste ano, o número de incêndios estruturais no Brasil foi cerca de 15% menor em comparação com o mesmo período de 2013. No total, foram contabilizadas 534 ocorrências na imprensa brasileira – média de 89 por mês, segundo dados do Instituto Sprinkler Brasil (ISB). Trata-se de uma pesquisa realizada pelo próprio Instituto desde 2012 para desenvolver uma estatística sobre ocorrências de incidentes causados por fogo no País. Os dados representam entre 2% e 3% dos incêndios que ocorrem de fato no Brasil devido à indisponibilidade de números divulgados oficialmente e com regularidade por diversos Corpos de Bombeiros, bem como pela inexistência de um órgão nacional que compile esses dados.

Para efeito de comparação, no mesmo período de 2013, foram encontradas 634 notícias sobre incidentes do gênero, o que representa uma média mensal de 105,6 matérias sobre o tema. Apesar de o número total ter sido menor, o levantamento apontou o crescimento da quantidade de notícias sobre incidentes em alguns meses, estados e ocupações específicos. Foi o caso das ocorrências em estabelecimentos de serviços de saúde (hospitais, clínicas, postos de saúde), abordadas em 27 reportagens no semestre passado contra 21 dos primeiros seis meses de 2013, e de serviços de hospedagens (hotéis, motéis, pousadas e pensionatos), com sete registros em 2014 e seis no último ano.

Os meses de maio e junho deste ano também tiveram um total de notícias sobre incêndios estruturais (102 e 101, respectivamente) maior do que seus correspondentes em 2013 (94 e 82). Finalmente, na comparação entre os períodos, foram encontradas mais matérias jornalísticas sobre incidentes com fogo nos estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Amazonas, Alagoas, Piauí e Sergipe em 2014 do que em 2013. a quantidade de ocorrências encontradas em São Paulo segue consideravelmente maior do que nas demais unidades federativas, assim como ocorreu nos anos anteriores.

No entanto, deve-se destacar que essa diferença pode ser explicada pela forma como a imprensa de cada estado cobre especificamente este assunto. de maneira geral, os números de cada estado tiveram pequenas variações nos semestres comparados. No entanto, algumas mudanças podem ser consideradas significativas, com destaque para o Mato Grosso do Sul, que foi o que registrou maior aumento de notícias sobre incêndios estruturais e saltou da 15ª posição em 2013 para a 9ª neste ano, além de ter se tornado a unidade federativa com mais reportagens sobre o assunto na Região Centro-Oeste.

Para Marcelo Lima, Diretor-Geral do ISB, mesmo com a queda, o número de notícias sobre incêndios ainda é alto. “É fundamental reforçar, em primeiro lugar, que a queda do número de notícias sobre incêndios estruturais não significa necessariamente que o total de ocorrências do gênero também diminuiu. O levantamento que fazemos reflete como está a cobertura que a imprensa tem feito sobre incidentes com chamas. Essa redução pode ser explicada pelo fato de o primeiro semestre do ano passado ter sido atípico por causa do incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria. Devido às proporções que aquela tragédia alcançou, com centenas de mortos e feridos, foi dada mais atenção a esse assunto naquele momento. Aliás, isso mostra como o número de notícias sobre incêndios e, consequentemente, de ocorrências segue alto, pois no último semestre não houve um acidente como o da casa noturna gaúcha, mas as reportagens publicadas sobre o tema continuaram sendo frequentes”, explica ele.

Com relação à distribuição das notícias de incêndio por ocupação, a proporção ficou praticamente estável. Estabelecimentos comerciais, depósitos e indústrias seguem sendo, respectivamente, os três locais com maior número de incêndios noticiados e quantidade significativamente superior à de outras ocupações, que tem um total de registros mais aproximado e, portanto, apresentam menos discrepância em suas proporções. “As proporções serem mantidas se explica porque cada ocupação tem uma determinada carga de incêndio e elas diferem umas das outras. Isso significa que alguns lugares apresentam risco maior de passar por um incidente com chamas do que outros e é normal que isso aconteça em estabelecimentos comerciais, depósitos e indústrias, que muitas vezes podem trabalhar com grande quantidade de materiais combustíveis. Por eles apresentarem maiores riscos de passar por uma ocorrência assim, merecem ainda mais cuidado ao se planejar a sua proteção contra chamas e mesmo que os números de notícias tenham sido menores, ainda seguem sendo altos”, aponta o Diretor Geral do ISB. Uma última ressalva que deve ser feita é que para cada ocorrência de incêndio foi contabilizada apenas uma notícia, inclusive nos casos de incêndios de grandes proporções e impactos que tiveram ampla repercussão em vários veículos de comunicação.

Susep autoriza aumento de capital e instaura inquérito para apuração da liquidação da Edel

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou nesta terça-feira várias portarias. Boa parte deleas autoriza decisões tomadas em Assembleias de seguradoras. A Porto Seguro foi autorizada a elevar em R$ 280 milhões o capital da companhia, para R$ 1,1 bilhão. A Mapfre Vida teve aprovação da Susep para elevar o capital em R$ 60 milhões, para R$ 278 milhões. Já a Mapfre Seguros Gerais elevará o capital em R$ 33,6 milhões, para R$ 1,369 bilhão. A AIG aportará R$ 17,4 milhões, totalizando capital social de R$ 327,7 milhões. A Susep aprovou o aumento do capital da Merkel Resseguradora do Brasil em R$ 6 milhões, para R$ 86 milhões. A Susep aprovou medidas tomadas na Assembleia de 30 de março, como mudança no estatuto da Bradesco Vida e Previdência e da Atlântica Boavista, e eleição da diretoria.

O órgão regulador também designou três servidores para apurar as causas que levaram a Edel Seguradora a liquidação extrajudicial, assim como eventuais responsabilidades de seus administradores e membros do Conselho.

Reuters: Credit Suisse eleva preço-alvo de ações de BB Seguridade e Porto Seguro

Fonte: Reuters

Analistas do Credit Suisse liderados por Victor Schabbel elevaram o preço-alvo em 12 meses para as ações da BB Seguridade, grupo segurador do Banco do Brasil, diante da expectativa de fortes resultados para o segundo trimestre.

Em nota a clientes divulgada no fim da sexta-feira, Schabbel e sua equipe elevaram o preço-alvo para 38 reais, ante 32 reais, com recomendação “overweight” (acima da média do mercado). Os analistas também elevaram o preço-alvo da Porto Seguro, maior seguradora independente do Brasil, para 32 reais, ante 31 reais, com recomendação “neutra”.

“Embora mais resiliente que a maioria dos outros setores, o mercado de seguros não está totalmente protegido contra altos e baixos”, disse a nota. “Em um mundo totalmente diferente, temos a BB Seguridade. Beneficiando-se das oportunidades existentes de venda cruzada e de um cenário em geral melhor para suas principais linhas de negócios, a gigante deve superar mais uma vez as expectativas do mercado.”

No caso da SulAmérica, os analistas cortaram o preço-alvo para 15,80 reais, ante 18,50 reais, e mantiveram a recomendação “underweight” (abaixo da média do mercado) para o papel.

(Por Guillermo Parra-Bernal)

Preço ainda é o item mais importante na compra do seguro, com 49,5% das respostas de uma pesquisa

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Com objetivo de verificar o motivo determinante para a contratação do seguro automotivo, a corretora on-line EscolherSeguro preparou uma pesquisa inédita com a participação de 1.637 clientes que realizaram cotações durante o mês de maio. Entre os quesitos destacados no levantamento, o item custo benefício alcançou a preferência com 49,5%, seguido pela reputação da seguradora (22,6%), conjunção dos serviços prestados (15,4%), apólices com proteções mais adequadas (8,6%) e indicação de amigos e familiares (3,9%).

De acordo com Pieter Lekkerkerk, CEO da EscolherSeguro, o resultado evidencia que a maioria dos consumidores analisa as vertentes que envolvem a apólice de cada seguradora para definir a contratação mesmo sem possuírem conhecimento aprofundado do mercado. “Apesar dos clientes levarem em conta a reputação das seguradoras, esse não é o fator principal para tomada da decisão. Realmente já suspeitávamos que o custo benefício fosse mais importante para as pessoas”, afirma.

Apesar de acreditarem que a escolha do seguro envolve a opção pelo melhor custo benefício – não significando necessariamente que a apólice terá o menor preço – 52,7% dos consumidores afirmam ter conhecimentos básicos sobre o mercado de seguros. Já 24,5% se intitulam como intermediários e 9,3% conhecedores profundo do segmento. O dado mais preocupante ficou constatado pelo fato de 13,5% declararem não ter nenhum entendimento sobre o assunto. “A população em geral não tem informações sobre seguro, haja vista que a maioria das escolas no País não possui aulas de educação financeira. Com essa limitação, também prevíamos que a maioria saberia apenas o básico”, ressalta Lekkerkerk.

Além do fator primordial no que se refere aos valores, a pesquisa coletou a opinião dos consumidores sobre o serviço mais essencial prestado pelas seguradoras. Para 26,5% dos participantes o fundamental é a assistência 24 horas, seguido pelo atendimento após sinistro (21,2%), inclusão de seguro residencial e vida (3%) e lista de oficinas credenciadas (2,3%). No entanto, para 47% a união e a qualidade de todos os serviços são imprescindíveis. “O atendimento em geral da seguradora faz parte da avaliação de custo benefício. Faz sentido que o cliente dê prioridade a esse quesito para a compra”, argumenta o executivo.

O novo levantamento elaborado pela EscolherSeguro é uma continuidade do trabalho executado em pesquisas anteriores que mediram a avaliação dos clientes sobre o trabalho das seguradoras que atuam no País. Segundo Lekkerkerk, o objetivo é entender melhor o mercado de seguros brasileiro e analisar de forma mais esclarecedora o que o cliente anseia.

Moody’s: Aumento da concorrência afeta a margem de lucro das resseguradoras brasileiras

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O mercado de resseguros brasileiro continua a apresentar oportunidades de crescimento significativas para novos participantes de mercado, mas o ambiente competitivo tem levado a uma competição de preços elevada entre as resseguradoras e queda de suas margens de lucro, disse a Moody’s Investors Service em seu novo relatório: “Brazilian Reinsurance: Sector Profile” (Resseguro no Brasil: Perfil Setorial).

Desde a abertura do mercado de resseguros em 2008, após o final do monopólio exercido pelo IRB Brasil Resseguros (IRB), o mercado brasileiro cresceu a uma taxa real acumulada de 29%. A expansão foi sustentada pelo crescimento da economia brasileira, pelos projetos de desenvolvimento de infraestrutura, assim como pelo crescimento do mercado de seguros brasileiro e por restrições regulatórias que beneficiam as resseguradoras locais. Em 203 o total de prêmios emitidos pelo mercado de resseguros foi R$7,0 bilhões.

A Moody’s observou que o crescimento do mercado de resseguros no Brasil nos últimos anos tem atraído resseguradoras ao redor do mundo. Mais de 00 resseguradoras obtiveram autorização da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) para operar no Brasil. No entanto, após uma expansão inicial no número de participantes no mercado, esse número começou a diminuir nos últimos dois anos, sugerindo que o mercado está começando a se consolidar.

Os novos participantes proporcionaram aumento substancial da capacidade do mercado de resseguros em dar suporte às seguradoras, mas também intensificaram a competição, uma vez que a capacidade atual excede as oportunidades de crescimento do mercado. O excesso de capacidade no mercado, combinado com estratégias agressivas de preços de alguns dos novos participantes, que tem como objetivo aumentar sua participação de mercado, pressionaram os preços — principalmente no segmento de garantia — resultando em uma tendência de queda na lucratividade das resseguradoras brasileiras locais, segundo o relatório da Moody’s. A agência de rating também destacou que a mudança de foco para resultados de subscrição, políticas e controles será essencial para uma melhora na lucratividade nos próximos períodos. Além disso, o retorno das taxas de juros (SELIC) para patamares de dois dígitos (,0%) vai melhorar os resultados de investimentos e impactar positivamente a lucratividade no futuro.

Finalmente, a Moody’s observa que — dada a dimensão de sua economia e do mercado de seguros — o Brazil está se tornando um hub regional para resseguros na América Latina. Algumas resseguradoras estabelecidas no Brasil começaram a expandir operações em outros países na América Latina, o que proporciona diversificação de riscos e de receitas. No entanto, operar em países na Costa do Pacífico, que tem grande exposição a atividades sísmicas e a tempestades, introduz riscos adicionais.

Os assinantes das pesquisas da Moody’s podem acessar este relatório no

https://www.moodys.com/researchdocumentcontentpage.aspx?docid=PBC_72975

Tokio Marine Seguradora lança página oficial no LinkedIn

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De acordo com relatório divulgado recentemente pela consultoria Comscore sobre o uso da internet no Brasil, o LinkedIn, rede social com foco profissional, passou o Twitter e se tornou a segunda rede social mais acessada a partir de desktops e notebooks. Segundo a consultoria, o LinkedIn atingiu a marca de 11,8 milhões de usuários ativos em fevereiro deste ano, contra 11,3 milhões do Twitter.

Atenta ao sucesso da rede e às ferramentas de contratação e busca de novos talentos, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, lança oficialmente sua página no LinkedIn. A Companhia divulgará conteúdos sobre seus diferenciais, serviços, produtos e políticas, mensagens motivacionais, dicas de gerenciamento de tempo, gestão de pessoas, incentivo à venda, informações e debates sobre a área de seguros, além de temas de interesse geral, como dicas de vagas, de segurança, carreira, entre outros.

“O uso da ferramenta pelas empresas é uma prática que está se iniciando no Brasil e, além de mostrar que estamos atentos às tendências da Internet e demais inovações tecnológicas, o lançamento de nossa página vai ao encontro da nossa estratégia de identificação e retenção de talentos. Com o site, poderemos demonstrar aos candidatos, Colaboradores, Corretores e o público em geral o quanto valorizamos nosso capital humano”, afirma o Diretor Executivo de Estratégia Corporativa, Masaaki Itakura.

O LinkedIn é voltado para contatos profissionais e informações institucionais de marcas e tem sido amplamente utilizado para anúncios de oportunidades de colocação profissional. “A página da Tokio Marine terá comunicação focada especialmente nos candidatos a vagas, mas também serão publicados conteúdos para Parceiros e Clientes”, explica Itakura.

A Tokio Marine está presente também no Facebook, líder na categoria redes sociais, com 65,9 milhões de usuários, conforme informa a pesquisa da ComScore. Desde o lançamento de sua página, em setembro do ano passado, a Seguradora passou de 3,4 mil para 48 mil seguidores em sua fanpage.

“Em 2013, a Tokio Marine também foi considerada uma das melhores empresas para se trabalhar pelo Great Place to Work®, sendo eleita na categoria ‘Grandes Multinacionais ou Nacionais’ da pesquisa. Neste ano, continuaremos investindo em nossas pessoas para mantermos a escolha como uma boa empresa para se trabalhar”, conclui Masaaki Itakura.