Moody´s ratifica grau máximo local à Chubb do Brasil

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Pelo sétimo ano consecutivo, a agência de classificação de risco Moody’s Investors mantém o rating da Chubb do Brasil em Aaa.br na escala local, o mais alto grau de investimento. De acordo com a agência, a classificação reflete a diversificação favorável de produtos da empresa, a sólida capitalização e sua eficiência de distribuição através de múltiplos canais. A Chubb tem sido historicamente capaz de identificar rapidamente o cenário e tendências de mercado, interrompendo a oferta de seguros não rentáveis, quando necessário. Outro indicador avaliado pela Moody´s é o fato de a capacidade operacional da companhia ser sustentada por uma infraestrutura local bem estabelecida e pela troca de experiência e conhecimentos com sua matriz e filiais nas principais áreas operacionais – como a subscrição, finanças, atuarial e sinistros.

Itaú cria seguradora para atuar em seguros de danos

A Susep divulgou nesta sexta-feira normativo com aprovações das decisões tomadas em assembleia geral extraordinária realizada em 20 de junho de 2014 pelo Itaú. Entre elas mudança da denominação social UBB Participações para Itaú Seguros Soluções Corporativas, com capital de R$ 15 milhões e autorização para a seguradora operar com seguro de danos em todo o território nacional. A abertura da empresa se dá como forma de transferir para a Ace a carteira de grandes riscos, negociada por R$ 1,5 bilhão, em acordo divulgado no mês de junho.

Ressegurador vê melhora no risco de aeroportos brasileiros

Fonte: Cnseg

AGCS Daniela_Murias_106x70Como o mercado ressegurador avalia os aeroportos brasileiros? Essa e outras perguntas sobre o segmento de aviação são o tema da entrevista com Daniela Murias, diretora de Aviação da Allianz Global Coporate & Specialty (AGCS), ligada ao grupo Allianz, concedida com exclusividade para o portal da CNseg.

Como está o mercado aeronáutico com tantos acidentes, continua soft com a concorrência ou entrou numa fase mais hard?

É importante pontuar que para uma análise adequada de tendência de aumento ou redução de acidentes teríamos que comparar não somente o número absoluto de ocorrências, mas também outros fatores como o número de acidentes em proporção à frota de aeronaves no Brasil, número de fatalidades, acidentes envolvendo perdas totais ou parciais de aeronave, entre outros. Segundo registros da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), os números absolutos de acidentes na aviação civil no Brasil foram de 159 em 2013, 176 em 2012, 151 em 2011 e 98 em 2010. Já o número de aeronaves pertencentes à essa mesma categoria foi de 13.284, 14.236, 15.019 e 15.704 nos mesmos anos. Fazendo um quadro comparativo fica mais fácil perceber que o número de acidentes em proporção à frota é estável e, na verdade, apresentou uma redução em sua última medição em 2013, com 20.662 e 159 acidentes, o que resulta em uma taxa de 0,770%. Em 2012, eram 19.769 com 176 acidentes (0.890%); em 2011 a proporção ficou em 0,807%, com 18.710 aeronaves para 151 acidentes.

Mesmo assim, as taxas no Brasil estão num bom momento para o segurado?

Independente dos números de acidentes, é notável que a concorrência no mercado de seguros e resseguros no Brasil tem se intensificado nos últimos anos e definitivamente a redução significativa nas taxas de seguro/resseguro tem sido bem superior à redução no número de acidentes aeronáuticos. Novas seguradoras e resseguradoras começaram a atuar no ramo nos últimos anos e a tendência natural de redução, seguindo ainda os reflexos de abertura do mercado de resseguros no Brasil, se intensificou. O grande desafio das empresas do setor é selecionar seus riscos ainda com mais critério e assim tentar manter bons resultados apesar das reduções de prêmio/taxas.

Como o grupo avalia o risco no Brasil, com aeroportos em obras?

A carteira de aeronáuticos cobre especificamente as operações dos aeroportos e não propriamente as obras, que são absorvidas pelas carteira de Engenharia e Responsabilidade Civil Geral. Os investimentos feitos nos principais aeroportos do país são vistos como uma perspectiva de melhora e profissionalização. É esperado que a médio e longo prazo nossos aeroportos tenham a mesma eficiência de grandes aeroportos referenciais nos EUA e Europa, até mesmo porque muitas concessionárias vencedoras das licitações no Brasil têm experiência em aeroportos de grande movimento em outros países. Além disso, as concessionárias estão cientes de que somente com a ampliação e melhoria desses serviços poderão atender à demanda crescente no país para eventualmente recuperar seus investimentos e lucrar. É claro que por outro lado, a “exposição” das seguradoras / resseguradoras aumenta (com o aumento do número de voos, novas pistas e terminais etc) e a precificação do risco seguirá também esses fatores, mas a expectativa geral dos analistas de risco é positiva.

Vocês foram a resseguradora das obras de aeroportos no Brasil? Quais?

A área de Aviação da AGCS faz o resseguro da operação nos aeroportos e tem como clientes Guarulhos e Confins, além de apólice que cobre todos os aeroportos que não foram privatizados. Já a área de Engenharia está com as obras do Galeão.

Recentemente foi publicado um estudo dizendo que o Brasil está entre os piores aeroportos do mundo. Como o mercado de resseguros avalia a infraestrutura de aeroportos brasileira?

É indiscutível que os aeroportos brasileiros, especialmente os mais movimentados como Guarulhos, precisam aprimorar os seus serviços e estrutura e esse foi um dos motivos para que o governo federal cedesse a administração dos principais aeroportos brasileiros para a iniciativa privada, que por sua vez estava disposta a investir para ampliar e melhorar os serviços nestes aeroportos, aumentando a eficiência e, consequentemente, obtendo lucratividade. É claro que esses projetos são a médio e longo prazo, mas é evidente a melhora por exemplo em Guarulhos, que teve, por exemplo, um aumento expressivo no número de vagas de estacionamento, abertura de um novo terminal e a melhoria dos acessos.

Existe uma perspectiva real de melhora no setor de infraestrutura aérea no Brasil?

Isso é claro, como também é evidente não se tratar unicamente de um pico de operação por eventos esportivos, já que o movimento regular e expectativa de crescimento já justifica por si só necessidades massivas de investimentos. Ainda sobre esse estudo, não podemos esquecer que ele também menciona grandes aeroportos americanos e europeus como o de Chicago, Nova Iorque, Paris e Londres na mesma lista dos “10 piores”. Alguns critérios da pesquisa são discutíveis, pois, por exemplo, não é por acaso que os aeroportos mais utilizados são os mais lembrados pelos usuários. Acredito que no caso de Guarulhos a principal reclamação dos usuários seja o atraso nas esteiras de bagagem e filas na imigração em horários de pico de voos oriundos dos EUA e Europa, que são que realmente necessitam de atenção imediata.

Essas medidas são necessárias?

Do ponto de vista do seguro/resseguros são extremamente necessárias e espera-se que tais investimentos reduzam o número de ocorrências de sinistros nessa área, desde o que chamamos de ocorrências pequenas e frequentes – extravio de bagagem e incidentes com usuários por condições inadequadas de estrutura no aeroporto – até exposições mais severas como ocorrências relacionadas à segurança nos aeroportos.

Quais são os riscos que mais assustam os executivos de seguros envolvidos nos contratos brasileiros?

Os contratos brasileiros cobrem tipicamente os riscos que chamamos de aviação geral (aeronaves civis, de uso executivo/privado ou comercial). A alta concorrência entre as seguradoras tem feito com que os prêmios de seguro, especialmente nesse segmento, despencassem nos últimos anos, tornando ainda mais desafiador manter uma carteira sólida e rentável a longo prazo. Além disso, a exposição de responsabilidade civil no Brasil tem notavelmente crescido nos últimos anos, comparando-se em muitos casos aos limites de indenização que vemos nos EUA e Europa. Apesar disso, os resseguradores tem mantido grande interesse nos negócios brasileiros, até porque a aviação brasileira, diferente de outras regiões no mundo, ainda apresenta potencial sólido de crescimento.

Qual a expectativa da AGCS com a carteira de seguro aeronáutico?

A carteira de seguros aeronáuticos é um dos pilares da carteira de grandes riscos para a AGCS no mundo, incluindo a região da América Latina. É uma carteira diferenciada, que exige profissionais capacitados e experientes. Esse tem sido um dos diferenciais que a AGCS tem mostrado ao mercado, sendo amplamente reconhecida por seu expertise e capacidade de liderança, desde pequenas aeronaves até linhas aéreas. A expectativa é de crescimento sustentável, com competitividade especialmente em riscos dentro do foco de subscrição, sendo atualmente a única resseguradora internacional com presença local,com underwriters e escritório locais.

Brasilprev atinge a marca de 2 milhões de planos

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A Brasilprev, uma das maiores empresas de previdência privada do país, atingiu em fevereiro deste ano mais uma marca histórica: 2 milhões de planos, um crescimento de 5,2% em comparação ao mesmo período de 2013. Este indicador afirma o aumento da adesão dos brasileiros à previdência privada. A partir da análise das vendas novas da Brasilprev entre janeiro e março de 2014, a companhia constatou que mais de 111 mil planos foram somados à sua base ativa, nesses três meses, o que representa um crescimento de 69% em comparação ao mesmo período de 2013, quando a companhia registrou aumento de mais de 65 mil planos.

Senado mantém corretores de seguros no Supersimples

Mais uma etapa da luta dos corretores de seguros vencida. Mas ainda falta vencer uma barreira: a sanção presidencial. O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (16) por unanimidade (56 votos favoráveis) projeto de lei que prevê a “universalização” do Supersimples (regime de pagamento simplificado de tributos para micro e pequenas empresas). Aprovado pela Câmara dos Deputados em maio, o texto seguirá para sanção ou veto presidencial. Os deputados também contemplaram corretores de imóveis, além dos de seguros, advogados e fisioterapeutas, categorias que atualmente integram uma tabela intermediária do Supersimples e não recebem corte de tributos, apenas facilidade no pagamento. O benefício foi mantido pelos senadores.

Segue release da Fenacor

Senado aprova projeto do Simples, incluindo emenda de Armando Vergilio

O Senado aprovou, nesta quarta-feira (16), por unanimidade, projeto de lei que universaliza o acesso do setor de serviços ao Simples Nacional (Supersimples), regime de tributação simplificado para micro e pequenas empresas (PLC 60/2014). A proposta vai à sanção presidencial. O texto aprovado estabelece que o enquadramento de empresas no Supersimples não será mais por categoria, mas sim pelo faturamento.

O Plenário manteve ainda mudança feita na Câmara em relação ao enquadramento de algumas atividades de serviços, como a corretagem de seguros, que passa da tabela de maior valor (tabela seis), criada pelo projeto, para a tabela três, de menor valor dentre as do setor de serviço. Essa emenda foi apresentada pelo deputado Armando Vergilio (SDD-GO), presidente licenciado da Fenacor, a quem coube também presidir a comissão que analisou a matéria, na Câmara. A nova tabela criada pelo projeto entrará em vigor em 1º de janeiro do ano seguinte ao da publicação da futura lei.

CORRETORES. Lideranças dos corretores de seguros de todo o Brasil já se movimentam para convocar toda a categoria visando ao acompanhamento do processo de sanção pela presidente Dilma Rousseff, o que deve ser feito em 15 dias. Essas lideranças lembram que esta é a 4ª vez que a atividade “Corretagem de Seguros” foi incluída pelo Congresso Nacional no Simples, após amplo acordo entre todas os partidos. Nas vezes anteriores, contudo, o Palácio do Planalto vetou essa possibilidade, pressionado por burocratas da Receita Federal.
Com isso, os corretores de seguros continuaram a sofrer grande injustiça, em um bullying fiscal e tributário injustificável, que pode ter um fim agora, desde que a presidente Dilma Rousseff faça justiça, não vetando esse antigo pleito da categoria e, dessa forma, corrigindo antiga distorção.

Generali contrata Fernando Cheade, ex-Bradesco Seguros

foto Fernando_CheadeA Generali reforça a área de grandes riscos. Acaba de contratar Fernando Cheade como diretor de riscos patrimoniais massificados. Segundo nota, o executivo tem mais de 25 anos de carreira no mercado segurador. A seguradora italiana afirma que achegada do executivo faz parte do plano de reestruturação que já soma quatro contratações, entre eles Jorge Luiz do Amparo Santos como superintendente de atendimento de sinistros. Cheade tem formação em engenharia civil e possui MBA em gestão de negócios pelo Ibmec e em gestão empresarial pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Ele substitui Fabiano Rossetto, da área comercial, que ocupava a posição interinamente.

Icatu Seguros e seus parceiros doam R$ 1,7 milhão para ajudar crianças com câncer em todo Brasil

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A Icatu Seguros repassou cerca de R$ 1,7 milhão em 2013 para o Instituto Ronald McDonald, beneficiando mais de 30 mil crianças e adolescentes com câncer em todo o Brasil. Os recursos são oriundos dos títulos de capitalização Doação e Troco Premiado, que são comercializados em redes de varejo e distribuidoras de energia, parceiras da Icatu Seguros. O produto já é uma das principais fontes de recursos do Instituto Ronald McDonald.

Os clientes que realizam pagamentos nas redes parceiras podem optar por doar seu troco, de R$ 0,01 até R$ 10,00, adquirindo um título de capitalização. De cada título adquirido, uma parte é repassada ao Instituto Ronald McDonald, que por sua vez investe em projetos de combate ao câncer infantojuvenil em todo o país. Além de contribuir com uma importante causa, o cliente concorre a um sorteio mensal com base na extração da Loteria Federal. Desde o inicio da parceria em 2006, o produto arrecadou mais de R$ 5 milhões que contribuíram para que o Instituto Ronald McDonald beneficiasse cerca de 240 mil crianças, adolescentes e seus familiares.

15 anos do Instituto Ronald McDonald

O Instituto Ronald McDonald é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover a saúde e a qualidade de vida de adolescentes e crianças com câncer. Com 15 anos de atuação, a organização desenvolve e coordena Programas – Diagnóstico Precoce, Atenção Integral, Espaço da Família Ronald McDonald e Casa Ronald McDonald – que possibilitam o diagnóstico precoce, encaminhamento adequado e atendimento integral e de qualidade para os jovens pacientes e seus familiares. Desde 1999, R$100 milhões foram arrecadados através de campanhas e eventos como o McDia Feliz, os Cofrinhos, o Troco Premiado, o Invitational Golf Cup e o Jantar de Gala, e foram destinados para 116 instituições em todo o Brasil, entre hospitais, casas e grupos de apoio que lutam pela cura do câncer infantojuvenil. Cerca de 2,8 milhões de crianças e adolescentes foram beneficiados nestes 15 anos de trabalho do Instituto Ronald McDonald.

SindSeg BA/SE/TO apadrinha jovens do Programa Amigo do Seguro em Salvador

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O Programa Amigo do Seguro, desenvolvido pela Escola Nacional de Seguros em parceria com instituições e empresas do mercado de seguros, iniciou mais uma turma hoje (16/07), em Salvador/BA. A ação, que tem como objetivo qualificar jovens da escola pública, conta com o apoio do SindSeg BA/SE/TO que apadrinha cinco alunos nesta edição.

“Um projeto desta relevância merece o apoio e atenção do SindSeg. Dando esta oportunidade de capacitação certamente, teremos de volta jovens comprometidos e futuros profissionais para ingressar no setor de seguros”, afirma o presidente do SindSeg BA/SE/TO, João Giuseppe Esmeraldo.

Segundo a coordenadora da Unidade Regional Bahia da ENS, Danubia Macedo, o programa acontece de dois em dois anos e formou a primeira turma de Salvador em 2012. “Além de disseminar a cultura do seguro, o maior objetivo é vê-los inseridos no mercado de trabalho. E para que isso aconteça é de extrema importância a participação das entidades, seguradoras e corretoras de seguros”.

Conheça o Programa

O Programa Amigo do Seguro foi lançado pela Escola em 2002, em Recife/PE, com o objetivo de capacitar alunos entre 16 e 20 anos da rede pública de ensino, para estágio em empresas de seguros. Junto com as parceiras, a ENS faz o recrutamento e seleção dos estudantes e ministra o curso de iniciação ao Trabalho. Após a conclusão, a ESN realiza o encaminhamento e acompanhamento dos jovens no mercado de trabalho.

Desde então, mais de 2.500 jovens já passaram pelo Programa, em diversas cidades. No entanto, para que a iniciativa tenha continuidade é imprescindível a participação das empresas do mercado de seguros. As chamadas “Amigas do Seguro”, podem contribuir na promoção dos cursos ou oferecendo oportunidade de estágio aos jovens estudantes.

Sincor-SP divulga o ranking das Seguradoras de 2013

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O Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) acaba de disponibilizar o ranking das seguradoras de 2013. O tradicional levantamento feito pelo Sindicato, que tem como base os dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), comprova mais uma vez a força do setor de seguros no Brasil. Excluindo os produtos VGBL e PGBL, e incluído o Seguro Saúde e o DPVAT, o setor encerrou o exercício de 2013 com um faturamento R$ 110,7 bilhões — o que representa um crescimento de 19% sobre 2012. A exemplo dos anos anteriores, esses números superam as taxas de inflação do período.

“Essa performance confirma a importância do corretor de seguros no contexto das operações das seguradoras. Mais de 80% da produção total do setor é resultante do trabalho direto da categoria”, afirma Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP.

O consultor econômico Francisco Galiza, responsável pelo levantamento, chama a atenção para o fato novo de os produtos de risco (automóveis, pessoas etc.) terem mantido um desempenho muito favorável, exibindo altas taxas de crescimento, enquanto que os produtos de acumulação (PGBL e VGBL) registraram desempenho muito baixo. O PGBL teve crescimento de 4,8% e o VGBL uma queda de 6,5%. “É um forte indício de que a população está poupando menos”, avalia Galiza.

O presidente do Sincor-SP acredita, no entanto, que o ambiente continua favorável. “Há, sem dúvida, grandes desafios, mas também excelentes oportunidades para que nós, empreendedores do seguro, possamos trilhar o caminho do desenvolvimento”.

Repetindo a performance dos anos anteriores, o grupo Bradesco manteve a liderança do mercado geral com participação de 21,5% (R$ 22,8 bilhões de faturamento), seguido do grupo Banco do Brasil/Mapfre com 13,2% de participação (R$ 14 bilhões), e da SulAmérica com 10,9% (R$ 11 bilhões).

No ramo de automóveis, o faturamento total (sem o DPVAT) foi de R$ 29,4 bilhões, com variação de 19% em relação ao mesmo período do ano anterior. A liderança nesse segmento continua com a Porto Seguro, que fechou o ano com participação de 26,2% (R$ 7,7 bilhões). O Banco do Brasil/Mapfre ocupa o segundo posto, com 14,9% do mercado (R$ 4,3 bilhões), seguido da Bradesco Seguros com 10,4% (R$ 3 bilhões).

O segmento de Pessoas registrou faturamento de R$ 29,3 bilhões (sem o VGBL), com variação positiva de 17% em relação ao ano anterior. A liderança coube ao grupo Bradesco, com mais de 20% de participação (R$ 6 bilhões), seguido pelo Banco do Brasil/Mapfre com 19,3% (R$ 5,6 bilhões) e o Itaú Seguros com 12,3% (R$ 3,6 bilhões).

Duas companhias seguem concentrando a maior parte da receita no segmento de Saúde: a Bradesco Seguros com 49% do mercado e faturamento de R$ 12,2 bilhões, e a SulAmérica com 32% de participação e faturamento de R$ 7,8 bilhões. A novidade foi a Unimed, que passou a ocupar o terceiro posto, uma participação de 4,5% e faturamento de R$ 1 bilhão (em 2012 essa posição havia ficado com a Porto Seguro). A receita total nesse segmento em 2013 foi de R$ 24,4 bilhões — crescimento de 22% em relação ao ano anterior.

O trabalho completo pode ser conferido no acervo digital do Sincor-SP, disponível no endereço: http://migre.me/krZhl.

Ifaseg reestrutura área comercial e contrata Amauri Santi

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A Administradora de Seguros Ifaseg está investindo para potencializar sua área comercial e, para liderar o setor, contratou Amauri Santi. O executivo vinha atuando há 11 anos como diretor comercial da ACE Brasil, onde comandou a abertura das filiais da companhia em todas as regiões do País.

“O Amauri possui excelente capacidade técnica, além de longa experiência em liderar e motivar equipes. São qualidades fundamentais para atender os objetivos da Ifaseg, que nos próximos três anos deverá dobrar o faturamento e consolidar a sua atual liderança em seus ramos de atuação”, diz Waldir de Menezes, diretor da Ifaseg.

Animado com o novo desafio, Amauri pretende fomentar novas oportunidades de negócios dentro dos padrões de especialização da empresa. “Eu confio muito no time da Ifaseg e em seu modelo diferenciado de negócio, que deverá atrair um número cada vez maior de novos clientes interessados em serviços e atendimento de melhor qualidade”, considera.

Formado em Administração de Empresas com ênfase em Marketing, Amauri Santi tem 25 anos de experiência com seguros e seu currículo também apresenta passagens por empresas como Yasuda Seguros, Willis Corretora e Generali do Brasil. Neste mercado, ele já atuou de forma especializada nas áreas de sinistros, resseguros, transportes e comercial.

Ifaseg

No mercado desde 1981, a Ifaseg desenvolve, implanta e administra programas de seguros. Nos ramos de turismo e de segurança eletrônica, a empresa gerencia riscos para organizações que movimentam mais de 50% destes dois setores. Em 2011 obteve o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, que foi concedido pela CNSeg, confederação que reúne as companhias de seguros do Brasil.