Estudo da AGCS mostra como proteger os negócios contra a volatilidade climática

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A Allianz Global Corporate & Specialty Re Brasil (AGCS Re Brasil), braço de resseguro do Grupo Allianz, divulga estudo “Os negócios relacionados ao clima” sobre soluções de gestão de risco climático. Em determinados setores, alterações na temperatura, precipitações pluviométricas, luz solar, neve e vento podem impactar e atrapalhar a lucratividade das empresas. No Brasil, as geadas ocasionadas no inverno de 2013 trouxeram prejuízo de cerca de 65 milhões de toneladas ou 18% da safra de cana de açúcar que não pôde ser colhida. Como consequência, o Brasil sofreu uma expressiva redução na exportação de açúcar e poderia ainda ter perdas significativas às safras de trigo da estação atual e à safra de café do próximo ano.

Para evitar esse tipo de problema, as companhias precisam se preparar para o mau tempo e buscar seguros que garantam a continuidade de suas operações. Ano a ano as mudanças climáticas vêm sendo percebidas significativamente. Os prejuízos ocasionados por catástrofes naturais estão sendo contabilizados pelas seguradoras. Entre 2010 e 2013, foram pagos 70 bilhões de dólares para cobrir tais sinistros.

O clima impacta em todas as atividades comerciais e cerca de 70% das empresas estão expostas a “graves riscos climáticos”. O custo dos atrasos relacionados ao clima em empresas de transporte rodoviário americano, por exemplo, varia entre 2,2 bilhões e 3,5 bilhões de dólares ao ano. O impacto climático total possui um custo nacional estimado de 3 bilhões de dólares por danos e ferimentos em acidentes, atrasos e custos operacionais.

Estimativas indicam que mais de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) americano é diretamente ou indiretamente afetado pelo clima, o equivalente a 5,7 trilhões de dólares. Setores da indústria de energia, varejo, alimentação, vestuário, turismo, distribuição, transporte e construção são tão sensíveis a pequenas mudanças no clima quanto à movimentação de juros e taxas de câmbio estrangeiras em termos do impacto que isto possa ter sobre os lucros. Soluções de gestão de risco climático tem cada vez mais um crescente papel importante a cumprir, permitindo empresas a se proteger de forma eficiente contra tais riscos.

A demanda por soluções de seguradoras que considerem a variação do clima em sua valoração aumentará de forma significativa no futuro, guiada pela atividade climática mais instável e pela crescente consciência dos executivos de seus benefícios.

Veja mais no link 2801 Allianz Weather Risk Port 1b

Comissão de Responsabilidade Civil da FenSeg debate Riscos Ambientais

foto-2Fonte: Portal CNseg (www.cnseg.org.br)

Riscos ambientais é um tema que tem se tornado cada dia mais relevante em todo o planeta. E não poderia ser diferente no mercado segurador brasileiro. Para aprofundar as discussões em torno de tema tão complexo, a Comissão de Responsabilidade Civil da FenSeg realizou uma reunião nesta quinta-feira, 24, em São Paulo, com a presença de executivos dos diversos segmentos do setor. “A cobertura de responsabilidade civil está em boa parte dos seguros ofertados à sociedade. E quando não está, deveria, uma vez que a tendência no Brasil é seguir o caminho dos países lideres. Dentro desse tema, os riscos ambientais estão cada dia mais presentes e precisam ser considerados dentro das coberturas de responsabilidade civil”, destacou Paulo Marraccini, presidente da FenSeg.

Estados Unidos e países da Europa, bem como Japão e Austrália, estão entre os citados pelos participantes como referências em oferta de seguros de Responsabilidade Civil, cuja cobertura chega, em muitos casos, a superar a proteção contratada para danos ao patrimônio. E uma boa parte do percentual de crescimento do volume das indenizações pagas nessa carteira vem de danos causados ao meio ambiente, o que tira o tema da esfera de “desenhar” produtos para a alçada de “governança corporativa”, sob a tutela dos principais executivos de uma companhia, inclusive do Conselho de Administração.

Márcio Guerrero, presidente da Comissão de RC e superintendente de Responsabilidade Civil da HDI Gerling, afirmou que o tema Risco Ambiental e Responsabilidade Civil são interligados e complexos e, por isso, demandam a formação de uma equipe multidisciplinar para os desafios e oportunidades que representam para a indústria de seguros. “Temos visto situações no Brasil e no mundo que nos assustam em termos de regulamentação e de solidariedade de culpa. Acreditamos que precisamos nos unir para fortalecer e alertar nossas empresas sobre a importância que esse assunto tem para a atual sociedade”, afirmou.

Pery Saraiva Neto, advogado nas áreas do Direito do Seguro e Ambiental e membro da Associação Internacional de Direitos de Seguros (AIDA), lembrou aos presentes que a responsabilidade das seguradoras foi ampliada, ainda mais, com a adesão do setor aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, sigla em inglês). Segundo ele, é preciso que todos discutam quais os riscos, dentro das seguradoras, que envolvem dano ambiental e quais são as ações que precisam ser tomadas para levar informação e conhecimento a todos os stakeholders que compõem a cadeia de valor, bem como para proteger o patrimônio das companhias de riscos que possam estar intrínsecos nos contratos e sem contabilização de prêmios ou quantificação exata dos danos que possam ser imputados aos segurados.

Pedro Pinheiro, representando a Comissão de Sustentabilidade da CNseg, contou aos presentes que o tema é visto como prioritário para as empresas. “Riscos ambientais vai aparecer na matriz de materialidade, que estamos estudando dentro da Comissão de Sustentabilidade. Estamos trabalhando na criação de um mapa de riscos climáticos, em parceria com o Governo e com o Centro de Estudo da Universidade de São Paulo (USP). O projeto foi submetido à Central de Serviços da CNseg, que desenvolve tecnologia para que todas as associadas possam utilizar o banco de dados em suas operações”, afirmou Pinheiro, citando também um terceiro projeto. “Boa parte dos membros da Comissão se dedica a um estudo sobre o impacto de descarte de resíduos sólidos, com regulamentação já aprovada. Estamos analisando a legislação para identificar riscos e oportunidades para as seguradoras.”

Adhemar Fuji, consultor da FenSeg, fez uma apresentação ponderada sobre desafios e oportunidades, sem deixar de alertar os presentes de que “o setor de seguros pode estar sentado em cima de uma bomba”, diante das novas regulamentações que visam proteger o meio ambiente. “Vi oficinas mecânicas sendo obrigadas a fechar as portas por não terem dinheiro para pagar as multas recebidas da Cetesb”, disse ele, citando algumas das exigências de tratamento de resíduos como tinta que precisam ser observados pelas oficinas. “Não pode vazar tinta para o solo e nem para o ar”, ressaltou o consultor sobre a importância de apenas uma das exigências das normas de resíduos sólidos que envolve o descarte e manuseio de peças de veículos, principal segmento de seguro da FenSeg, considerando-se a participação de 50% das vendas de seguro automóvel dentro de Seguros Gerais.

Allianz Seguros lança relatório de sustentabilidade e “Jornada Sustentável de A a Z”

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A Allianz Seguros lança em formato 100% digital, o Relatório de Sustentabilidade 2013, disponível no endereço http://www.relatorioallianz.com.br. Neste ano, a companhia adotou o Global Reporting Initiative (GRI) – metodologia mais difundida atualmente para a elaboração de Relatórios de Sustentabilidade em todo o mundo – e também desenvolveu sua matriz de materialidade, que é a representação gráfica dos temas prioritários que se referem à sustentabilidade, apontados como relevantes pelo público com os quais a empresa se relaciona, e a importância em si destes temas para a companhia.

“A publicação anual do nosso relatório é uma demonstração do nosso forte compromisso com o desenvolvimento sustentável. Nossa companhia tem investido e evoluído de forma sólida no tema e esse documento é uma forma de prestar contas para a sociedade de nossas ações com esse foco”, declara Ingo Dietz, Diretor Executivo de Relações Institucionais. Outro ponto de destaque é a publicação em formato digital, sem impressões. O Grupo Allianz assumiu o compromisso voluntário de reduzir em 35% suas emissões de CO₂ até 2015. Em 2013, atingiu a marca de 37,2% de redução.

Jornada Sustentável

Junto do relatório, a Allianz Seguros também lança a “Jornada Sustentável de A a Z”, com ferramentas didáticas e interativas para divulgar as ações de sustentabilidade desenvolvidas no Grupo Allianz. No link www.allianz.com.br/jornada é possível acessar o material que traz uma apresentação explicativa – que vai de A a Z -, com um tópico de sustentabilidade para cada letra do alfabeto, onde o visitante navega por tópicos de sustentabilidade e conhece como a companhia desenvolve ações para cada um deles. No fim desta jornada, há ainda um vídeo, que explica como e por que a sustentabilidade é levada a sério na Allianz.

Educação Financeira

Uma das ações de responsabilidade social de destaque em 2013 e presente no relatório foi o lançamento do programa de voluntariado corporativo,My Finance Coach, que promove a educação financeira entre jovens estudantes de escolas públicas e privadas. Colaboradores da Allianz visitam salas de aula para ensinar gerenciamento de finanças, formas inteligentes de poupar e evitar o endividamento. A iniciativa foi criada pelo Grupo Allianz na Alemanha e já está presente além do Brasil em países como a Argentina, Indonésia, Malásia, Tailândia, entre outros.

O programa, lançado no segundo semestre de 2013, conta com um corpo de colaboradores voluntários da Allianz e já alcançou expressivos resultados, tendo beneficiado mais de três mil crianças e adolescentes. Em 2012, o MFC foi premiado pela Unesco – agência da ONU voltada para Educação, Ciência e Cultura – como Projeto da Década dedicado ao tema “Educação para o Desenvolvimento Sustentável”.

Resseguradoras mostram sinais de recuperação de ganho mesmo com competição acirrada, revela estudo da Terra Brasis

estavelO volume do mercado brasileiro de resseguro (bruto de comissão) continua a crescer em ritmo acelerado. Para os 12 meses findos em abril, o volume ficou em R$ 8,53 bilhões frente a R$ 6,80 bilhões do mesmo período do ano anterior, um crescimento de 25,4%, informa o mais recente estudo da Terra Brasis. Para os 12 meses findos em abril de 2014, o volume de resseguro (bruto de comissão) emitido por Resseguradoras Locais foi de R$ 5,74 bilhões, aumento de 30,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O IRB Brasil Re detém uma participação de mercado de 32% e as demais Resseguradoras Locais 36%, ficando as Resseguradoras Estrangeiras com uma fatia de 32%. “Esta é a primeira vez, desde a abertura do mercado à competição privada, que a participação das novas resseguradoras locais é maior que a do IRB e das resseguradoras estrangeiras”, comenta Rodrigo Botti, diretor da Terra Brasis e um dos idealizadores do estudo.

Em termos de resultado, o ano de 2013 terminou de maneira negative. O lucro líquido do mercado ressegurador local, que em 2012 foi de R$ 504 milhões, caiu para R$ 271 milhões no ano de 2013, com lucro de R$ 349 milhões para o IRB e prejuízo de R$ 78 milhões para as demais Resseguradoras Locais. O estudo, disponível no portal da resseguradora, revela que os dados de abril de 2014 mostraram um princípio de recuperação nos resultados das Resseguradoras Locais, porém consideramos cedo para quaisquer conclusões. No acumulado de 12 meses findos em abril, a sinistralidade caiu para 77% e Combined Ratio para 100%.

“Ao tentar inferir conclusões sobre os dados coletados, notamos que a análise do mercado está se tornando mais complexa. Em nossas análises, temos por prática dividir as resseguradoras que operam no país entre: “Resseguradoras Estrangeiras” (que operam no país com licença de Resseguradora Eventual ou de Resseguradora Admitida), IRB e “outras Resseguradoras Locais”. Entretanto o grupo de “outras Resseguradoras Locais” apresenta cada vez menos homogeneidade.”, comenta Botti.

As “outras Resseguradoras Locais” mais antigas, com início de operação entre 2008 e 2011, parecem ter entrado em regime, com produção estável ou até mesmo em declínio. Paralelamente, novos entrantes, com início de operação entre 2012 e 2013, aportaram capital e apresentaram uma estratégia de crescimento de prêmio em escala bastante superior ao grupo mais antigo. “Se o aumento de diversidade é sinal de desenvolvimento, temos motivo para contentamento. De toda maneira, o mercado de resseguros continua longe de ser monótono”, afirma.

Em 2014, e principalmente em abril, os dados sinalizam recuperação. Considerando o acumulado de 12 meses, a sinistralidade do mercado ressegurador local caiu para 77% frente a 88% do final de 2013. O índice de retrocessão aumenta, retornando a patamares mais próximos de um comportamento normal de mercado. O Combined Ratio retornou para 100%, após trabalhar acima deste patamar pelos últimos dois anos. Entretanto, acreditamos ser cedo para quaisquer conclusões mais fortes. Mesmo porque, o cenário global para o mercado de resseguros permanece desafiador no curto prazo.

O estudo apresenta uma breve análise do desenvolvimento do mercado segurador brasileiro, apesar desse não ser o foco do Terra Report.

Bradesco lança quarta edição dos prêmios Longevidade

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Consolidados como uma das mais destacadas iniciativas voltadas à difusão e discussão do tema em âmbito nacional, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, promovidos pelo Grupo Bradesco Seguros, chegam à sua quarta edição em 2014, com uma importante novidade: além das tradicionais modalidades de Jornalismo e Histórias de Vida, está sendo lançado este ano o prêmio Pesquisa em Longevidade, voltado à comunidade acadêmica. As inscrições para todas as modalidades têm início hoje, 24/7, e podem ser feitas até 5/9/2014, pelo site premiosdalongevidade.com.br.

– A premiação tem como principal objetivo despertar a sociedade brasileira para a importância da longevidade em seu conceito mais amplo, valorizando ações que incentivem a conquista de envelhecimento ativo e saudável, a qualidade de vida e a preparação dos mais jovens para um futuro melhor”, destaca Alexandre Nogueira, diretor da Bradesco Seguros.

Desde a primeira edição, os Prêmios Longevidade Bradesco Seguros contam com a consultoria do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) e uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia.

– Em 2014, com o lançamento do Prêmio Pesquisa em Longevidade, está sendo dado um passo importante no sentido de incentivar a produção de conhecimento científico nessa área de crescente importância para nossa sociedade, em seus múltiplos aspectos”, ressalta Kalache.

Os três primeiros colocados nas modalidades de Jornalismo e Histórias de Vida e os dois primeiros de Pesquisa em Longevidade receberão prêmios, além de troféus e certificados. A cerimônia de entrega ocorrerá durante o IX Fórum da Longevidade, que reunirá especialistas e convidados nacionais e internacionais em outubro de 2014, na cidade de São Paulo.

Os Prêmios Longevidade fazem parte de um conjunto de ações mais abrangentes desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros desde 2006, com o intuito de difundir a importância de se conquistar um envelhecimento ativo e saudável, com bem-estar.

Além do Fórum da Longevidade, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 200 mil participantes, em corridas e caminhadas nas principais cidades do país; o Programa Porteiro Amigo do Idoso, lançado em 2010 para capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos, e que já treinou mais de 640 profissionais, nos bairros de Copacabana, no Rio de Janeiro, e Higienópolis, em São Paulo; e o movimento Conviva, que visa a incentivar a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres, englobando, entre outras ações, a CicloFaixa de Lazer São Paulo.

MODALIDADES E CATEGORIAS

Prêmio Longevidade de Jornalismo

Em reconhecimento à importância da imprensa como formadora de opinião e difusora de conhecimento, a premiação busca estimular a elaboração de trabalhos jornalísticos que tratem o tema da longevidade com criatividade, contemplando duas categorias: “Mídia Impressa” (jornais e revistas) e “Mídia Eletrônica” (tv, rádio e web). Estão habilitadas a concorrer matérias, artigos ou outros trabalhos de cunho jornalístico veiculados no período de 14/9/2013 a 5/9/2014. Os vencedores em primeiro, segundo e terceiro lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de sa que, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Longevidade Histórias de Vida

Aberto à participação de maiores de 18 anos de idade, tem como principal objetivo reconhecer e estimular a transmissão de conhecimento entre gerações, incentivando jovens a relatar histórias de idosos que, de alguma forma, os tenham inspirado pelo exemplo pessoal, e contribuam para disseminar o conceito de longevidade com qualidade de vida. O primeiro, segundo e terceiro colocados receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Prêmio Pesquisa em Longevidade

Direcionado à comunidade acadêmica, é composto pelas categorias “Geriatria” e “Gerontologia”. Somente estão habilitados a concorrer trabalhos publicados no período de 8/8/2013 a 5/9/2014, em revistas nacionais ou internacionais reconhecidas pelo meio acadêmico (peer-reviewed articles). Os vencedores em primeiro e segundo lugares de cada categoria receberão troféus, certificados e prêmios nos valores de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente (a serem pagos mediante carga inicial e única em cartão de débito nominal ao premiado, sem função de saque, para aquisição de produtos ou serviços).

Carlos Magnarelli assume como CEO do grupo Liberty a partir de 2015

Carlos MagnarelliA partir do dia 1º de janeiro de 2015, o executivo Carlos Magnarelli assume o posto de CEO (Chief Executive Officer) do Grupo Liberty Seguros no Brasil, sucedendo Pablo Barahona, que passa a ocupar, a partir da mesma data, a posição de COO (Chief Operating Oficcer) da companhia na América Latina e países Ibéricos. Carlos Magnarelli tem mais de 18 anos de experiência no mercado de seguros brasileiro e argentino, em empresas como Dignitas AFJP, La Caja e PwC. O executivo ingressou na Liberty Seguros Brasil em 2001 e atualmente ocupa a posição de CFO (Chief Financial Officer) no mercado local.

Capemisa estreia nova campanha publicitária

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A Capemisa estreia, no dia 28/07, uma nova campanha institucional. Com investimentos na ordem de R$ 3 milhões e criação da Kindle, as peças retratam o perfil supersticioso dos brasileiros e trazem o bordão “Isola! Essas coisas só acontecem com os outros”, acompanhado de um gestual das três batidinhas na madeira.

“Faz parte da cultura brasileira achar que imprevistos nunca vão acontecer e que acidentes só acontecem com o vizinho. Foi a partir do diagnóstico deste comportamento que criamos essa campanha. A ideia é mostrar que não adianta apenas bater na madeira três vezes e reforçar que a CAPEMISA tem mais de 50 anos de experiência em proporcionar proteção e segurança à família brasileira”, explica José Augusto Tatagiba, Diretor-Presidente da empresa. Serão dois comerciais de TV, spots de rádio, anúncios de revista, patrocínio em transmissões do futebol, merchandising em diversos programas e internet. “Tudo com uma pitada de bom humor. Afinal, as pessoas seguras são mais felizes”, completa Tatagiba.

Mapfre destaca Brasil com um dos principais ganhos no balanço global do primeiro semestre

Mapfre Antonio HuertasA seguradora espanhola Mapfre informou nesta quinta-feira que o lucro líquido do primeiro semestre de 2014 avançou 0,4% em relação há um ano, para € 458 milhões, impulsionado pelo crescimento em alguns de seus negócios internacionais, como Brasil e México. Segundo nota divulgada há pouco, o faturamento se manteve estável, em € 11,8 bilhões. No Brasil, as vendas cresceram 1,1% no período, para € 2,7 bilhões, um aumento de 19,1% em moeda local. O grupo, que é sócio do Banco do Brasil em seguros gerais, destacou as vendas de seguro automóvel em um ambiente altamente competitivo. Também no segundo trimestre deste ano é de aumento significativo nos negócios de Riscos Industriais e de seguros ligados a empréstimos.

Em 2013, a seguradora manteve a sexta posição, pelo quinto ano consecutivo, no ranking dos maiores grupos seguradores europeus de seguros gerais, ou Não Vida, apresentando um volume de prêmios de 16,278 bilhões de euros, crescimento de 5,2% face ao ano anterior, segundo estudo conduzido pela Fundação Mapfre. O volume de prêmios dos dez maiores grupos de seguradoras europeias Não Vida permaneceu estável em 2013, relativamente ao ano anterior, com uma ligeira subida de 0,4 %, atingindo os 209,929 bilhões de euros. A Mapfre registrou um dos maiores avanços no volume de prêmios, atingindo crescimento de 5,2%, sendo que seis dos grupos que lideram essa classificação sofreram quedas significativas.

Veja abaixo o release distribuído à imprensa

Brasil já representa 21,4% da operação global do Grupo

A Mapfre Brasil, um dos maiores conglomerados do setor de seguros, encerrou o primeiro semestre deste ano com receitas de prêmios e contribuições de R$ 8,2 bilhões, atingindo um crescimento de 19,1% (21,4% dos prêmios do Grupo no mundo), o que confirma a importância dos negócios no Brasil para o conglomerado. O resultado antes dos impostos e participações atingiu a expressiva cifra de R$ 1,05 bilhão, crescimento de 55,7% se comparado a igual período anterior. Já o lucro líquido do grupo foi de R$ 205 milhões, o que reflete uma expansão de 54,6%, quando relacionado de janeiro a junho do ano passado.

No segmento de Seguros de Riscos, onde a MAPFRE opera em parceria com o Banco do Brasil, o crescimento dos prêmios foi de 19,5%. Merecem destaques a expansão das linhas de Danos, Seguros de Pessoas e Automóveis, que cresceram, respectivamente, 41,4%, 12,8% e 9,7%. Segundo dados da SUSEP, que compreende o período de janeiro a maio, o crescimento do Grupo foi de 20,2%, o que demonstra um desempenho excepcional, já que o mercado não cresceu neste período.

De acordo com o presidente do Grupo MAPFRE no Brasil, Wilson Toneto, “o desempenho do semestre mostra que crescemos em todas as linhas de negócios em que atuamos e ganhamos participação de mercado. A evolução significativa dos resultados operacional e financeiro foi determinante para que atingíssemos R$ 1 bilhão de resultados antes de impostos e participações”.

O Grupo Mapfre, um dos maiores conglomerados do setor de seguros em todo o mundo, divulgou nesta manhã seus resultados consolidados. No primeiro semestre deste ano, a Mapfre alcançou um volume de prêmios de € 11,78 bilhões (R$ 36,9 bilhões). As receitas totais, por sua vez, posicionaram-se em € 13,72 bilhões (R$ 42,9 bilhões). Ambos os valores estão alinhados com as cifras do primeiro semestre de 2013. O lucro líquido atingiu € 457,7 milhões (R$ 1,4 bilhão), que representa um crescimento de 0,4% sob o período anterior. O primeiro semestre deste ano foi caracterizado pela robustez do euro com relação às principais moedas. Realizando a comparação em moeda constante, os prêmios cresceram 8% e o lucro 7%.

O lucro antes dos impostos e sócios externos cresceu 8,7%, chegando a € 941,9 milhões (R$ 2,9 bilhões), o valor mais alto da história da MAPFRE neste período. Desde o começo da crise, em 2007, o lucro antes dos impostos e sócios externos aumentou mais de 45%. A robustez do negócio e a conservação dos índices combinados em níveis excelentes marcaram as atividades nos primeiros seis meses deste ano. Além disso, desde o começo do ano, o patrimônio líquido cresceu quase € 820 milhões (R$ 2,5 bilhões), chegando a € 10,71 bilhões (R$ 32,3 bilhões), graças à queda do prêmio de risco na Espanha, entre outros fatores. Do mesmo modo, os ganhos não realizados reconhecidos no patrimônio líquido subiram mais de € 1,55 bilhão (R$ 4,7 bilhões) desde o encerramento do exercício.

“Os resultados apontam o crescimento contínuo do negócio internacional e os sintomas de reativação econômica que começam a ser percebidos pela Mapfre na Espanha. Além disso, o excelente índice combinado, posicionado em 95,7%, é uma demonstração da excelente gestão operacional”, assinalou o Presidente da Mapfre, Antonio Huertas.

Mapfre divulga resultados nesta quinta-feira, em teleconferência global

© Copyright 2010 CorbisCorporationO maior grupo segurador da Espanha divulga nesta quinta-feira o balanço do primeiro semestre em uma teleconferência para jornalistas de várias partes do mundo, inclusive do Brasil, país que já representa um dos principais mercados fora da Espanha, a partir das 11h30.

Em 2013, a seguradora manteve a sexta posição, pelo quinto ano consecutivo, no ranking dos maiores grupos seguradores europeus de seguros gerais, ou Não Vida, apresentando um volume de prêmios de 16,278 bilhões de euros, crescimento de 5,2% face ao ano anterior, segundo estudo conduzido pela Fundação Mapfre. O volume de prêmios dos dez maiores grupos de seguradoras europeias Não Vida permaneceu estável em 2013, relativamente ao ano anterior, com uma ligeira subida de 0,4 %, atingindo os 209,929 bilhões de euros. A Mapfre registrou um dos maiores avanços no volume de prêmios, atingindo crescimento de 5,2%, sendo que seis dos grupos que lideram essa classificação sofreram quedas significativas.

Allianz anuncia novo naming rights

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A Allianz anunciou a assinatura de um novo contrato de naming rights. O mais novo membro da Família de Estádios da Allianz está localizado em Viena, na Áustria, e depois de reconstruído será a casa do clube de futebol SK Rapid. O espaço se chamará “Allianz Stadion” e a previsão é de que seja finalizado em 2016. O Allianz Stadion é o sexto estádio batizado pelo grupo Allianz no mundo. Em uma primeira fase, o contrato terá a duração de dez anos. O novo anúncio aconteceu na mesma semana em que o Allianz Parque, o irmão brasileiro da Família composta ainda pelo famoso Allianz Arena, em Munique, o Allianz Riviera, em Nice, o Allianz Stadium, em Sydney, o Allianz Park, em Londres, entra em sua fase final de construção. A previsão é que a nova arena da companhia no Brasil seja inaugurada no segundo semestre de 2014.

No Allianz Stadion, aspectos ecológicos foram considerados como, por exemplo, o uso de refletores de LED, cuja economia de energia será vital na manutenção do espaço. Na irmã brasileira, a arena Allianz Parque, além da redução no consumo de energia, a reforma obedece a rígidos requisitos ambientais e de sustentabilidade para a obtenção da certificação verde, com destaque para a racionalização da água e o gerenciamento de resíduos sólidos. “Há um aspecto emocional forte em ser o parceiro de um estádio de esportes. Rapidamente o nome Allianz se torna a ‘casa da marca’, que é um lugar de orgulho corporativo para nossos colaboradores e parceiros. Além de aumentar o reconhecimento da marca, os naming rights também se ligam muito bem aos compromissos corporativos e de responsabilidade social da Allianz”, diz Christian Deuringer, chefe global de Gestão de Marca do Grupo Allianz.