Diante do desempenho favorável do setor de seguros na Região Sul, AIG inaugura escritório em Curitiba

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A Região Sul apresenta o segundo maior mercado de seguro do Brasil, tendo em 2013 movimentado um valor de prêmio de R$ 12,5 Bilhões. Seguindo a estratégia de expansão geográfica da AIG no Brasil e por conta de seu bom desempenho, a empresa inaugura seu quarto escritório, localizado na cidade de Curitiba, no Paraná.

A filial será gerenciada por Wilson Bessa, executivo com quase 30 anos de experiência no setor de seguros, e será a primeira unidade física da AIG fora da região Sudeste que, até então, operava com um escritório virtual da seguradora na cidade. Com mais de 200 m² e área reservada para reuniões com os clientes, o escritório, com localização privilegiada no Bairro Água Verde, conta com tecnologia de ponta e espaço para treinamento aos colaboradores e corretores. “Por causa desse forte investimento em Curitiba, amparado pelo alto volume de negócios foco da Companhia na Região, esperamos criar novas oportunidades, conquistar mais clientes e usufruir de recursos de ponta, além do potencial e inovação da AIG no Brasil”, ressalta Bessa.

De acordo com o executivo, as carteiras da AIG com maior destaque na região continuarão sendo Property, Responsabilidade Civil, Linhas Financeiras e Transportes – carteira que apresenta grande expectativa de crescimento uma vez que o escritório contará com subscrição local. “Estes produtos já são carro-chefe na região, mas sabemos que a AIG tem ainda muito potencial a ser explorado, pois se trata de uma empresa que lança novos produtos continuamente”, reforça.

A região Sul é muito importante para a economia brasileira e a AIG está ciente desta relevância. “Com este novo escritório, esperamos criar novas oportunidades e conquistar ainda mais clientes, apresentando todo o potencial e inovação da Companhia”, afirma Jaime Calvo, CEO da AIG Brasil.

Recentemente, a AIG lançou o seguro para Fusões & Aquisições (M&A) e também conta com coberturas inovadoras como a de Responsabilidade Cibernética (CyberEdge®) e de Riscos Ambientais. “A Filial não poupará esforços para difundir estes produtos, que são pouco explorados na região e no mercado atual”, conclui Calvo.

Seguro de pessoas movimenta R$ 2,2 bilhões em maio deste ano

Fonte: CNseg

O mercado de seguros de pessoas, que engloba seguro de vida, de acidentes pessoais, auxílio funeral, seguro viagem, proteção financeira (prestamista), seguro educacional, entre outros, movimentou R$ 2,2 bilhões em maio deste ano, expansão de 7,52% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Neste período, o valor de indenizações pagas aos segurados também cresceu de R$ 536,7 milhões para R$ 608,3 milhões.

Na análise por modalidade de produto, o seguro viagem obteve o maior crescimento relativo em maio e contabilizou R$ 9,3 milhões, um crescimento de 50,72% em relação aos R$ 6,2 milhões registrados em maio de 2013. “O benefício dessa modalidade de proteção que tem interessado mais às pessoas é a cobertura para acidentes em deslocamentos no Brasil ou no exterior, podendo, também, cobrir o extravio ou perda de bagagens e despesas hospitalares e médicas de viajantes”, explica Osvaldo do Nascimento, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade representante de 75 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência complementar aberta.

Outro seguro com crescimento expressivo em maio é o auxílio funeral. O produto, que prevê cobertura das despesas incorridas com o sepultamento, em caso de falecimento do segurado, movimentou R$ 25,6 milhões, expansão de 47% na comparação com o mesmo período do ano anterior. “O auxílio-funeral é um tipo de seguro que cobre despesas relativas ao sepultamento no caso de falecimento do segurado, e está muito ligado ao conforto dos familiares nestas situações, já que o seguro cuida de toda a burocracia”, afirma.

O levantamento da FenaPrevi mostra também que o seguro de acidentes pessoais obteve um bom desempenho em maio de 2014. Contabilizou R$ 446,2 milhões em prêmios, alta de 19,60% em relação aos R$ 373 milhões alcançados em maio de 2013. O seguro de acidentes pessoais é aquele que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento. O seguro de vida, também segundo a FenaPrevi, obteve crescimento no volume de prêmios e movimentou R$ 875,8 milhões em maio. No mesmo mês do ano passado, a modalidade de seguro contabilizou R$ 843 milhões em prêmios.

Porto Seguro lança seguro para escolas

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A Porto Seguro lança o Porto Seguro Escolas, um seguro específico para instituições de ensino. A apólice reúne coberturas básicas, adicionais e serviços que atendem às diversas necessidades das escolas, com garantias para os prejuízos causados às instalações e equipamentos e que também protegem as pessoas que fazem parte do dia a dia da comunidade escolar, como alunos, professores e funcionários.

O seguro pode ser contratado por estabelecimentos de educação básica e superior, além de escolas de idiomas, autoescolas, cursos profissionalizantes, técnicos e de informática. O mercado em potencial é expressivo. De acordo com o MEC, o Brasil possui mais de 28 mil estabelecimentos privados de educação infantil e mais de 21 mil de ensino fundamental. No ensino médio, são cerca de 7 mil instituições e outras 2 mil no ensino técnico e profissional. Já no ensino superior, os estabelecimentos privados representam 88% do total, com mais de 2 mil instituições.

Edson Frizzarim, diretor de Ramos Elementares da Porto Seguro, explica que o seguro também reúne serviços emergenciais, que ajudam em caso de imprevistos no dia a dia. E aponta ainda que a área educacional possui grande demanda por esse tipo de produto. “O seguro foi criado devido à importância de se pensar na proteção desses estabelecimentos, principalmente por lidarem com muitas pessoas”, afirma.

Mais sobre o seguro

O Porto Seguro Escolas possui coberturas básicas contra prejuízos causados por incêndio, explosão e fumaça. Também conta com coberturas opcionais, contratadas conforme a necessidade do cliente e que incluem: danos elétricos; vendaval/impacto de veículos; despesas fixas; perda ou pagamento de aluguel do imóvel; painéis, anúncios luminosos e letreiros; quebra de vidros; tumultos; lucros cessantes (caso a instituição precise suspender as aulas); recomposição de registros e documentos; responsabilidade civil pela guarda de veículos de terceiros (com coberturas simples ou ampla) e sprinklers (“chuveiros” automáticos).

Outra importante cobertura opcional do produto é a de Responsabilidade Civil Ensino. Ela é exclusiva para escolas e garante os prejuízos causados a alunos, professores e funcionários, desde que fique comprovado que o dano – material ou corporal – é de responsabilidade da instituição segurada. A cobertura garante também o dano moral decorrente desses riscos. Entre outras situações, esta garantia pode ser utilizada em caso de danos sofridos pelos participantes de atividades externas, como passeios e excursões; e em problemas com alimentos e bebidas. Por exemplo: se um aluno sofrer uma intoxicação depois de ter consumido alimento fornecido pela escola.

Entre as coberturas especiais, estão as que garantem a reposição de bens ou valores de alunos que forem vítimas de arrastão na escola segurada. O seguro cobre ainda danos causados aos equipamentos portáteis do estabelecimento de ensino, como notebooks, tablets, câmeras digitais e retroprojetores, inclusive quando portados por professores e funcionários fora da escola. Além disso, cobre danos materiais e corporais ocorridos em eventos realizados fora da instituição segurada.

Ao contratar o seguro, o cliente conta gratuitamente com serviços que podem ser solicitados em caso de sinistro. São eles o de cobertura provisória de telhados, portas, janelas, divisórias e vitrines, além de segurança, vigilância e limpeza. O segurado também pode optar pelos planos Bronze, Prata e Ouro, que oferecem serviços que vão desde chaveiro comum e reparos elétricos e hidráulicos a instalação e desinstalação de ventiladores de teto, reparo em bebedouro, reparo em ar condicionado, troca de segredo de fechaduras, porteiro substituto, entre outros.

O seguro oferece outros benefícios e vantagens, como a possibilidade de pagamento em até 12 parcelas; desconto para estabelecimentos com sistema de alarme monitorado e possibilidade de contratação de vários locais em uma única apólice. Há ainda descontos por agrupamento de coberturas (quantidade de coberturas contratadas) e na aquisição de equipamentos e serviço monitoramento.

Planos de previdência aberta arrecadam R$ 8,5 bilhões em maio

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O mercado de previdência aberta fechou o mês de maio com R$ 8,5 bilhões em novos depósitos, registrando alta de 26,19% em relação ao mês de abril, quando ingressaram R$ 6,7 bilhões no sistema. O resultado em maio deste ano foi também 4,6% superior ao verificado em maio de 2013. “Depois de registrar queda em janeiro, o segmento retomou o crescimento” diz Osvaldo do Nascimento, presidente da FenaPrevi, entidade que representa 75 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

Os planos individuais foram destaque no mês de maio com expansão de 29,11% em novos depósitos frente a abril. Em relação a maio de 2013, a expansão foi de 3,2%. Já os planos empresariais cresceram 6,72% frente a abril. E em relação a maio de 2013 registraram forte expansão de 18,99%. Os planos para menores, por sua vez, cresceram 3,14% frente ao mês anterior. Em relação a maio do ano passado a arrecadação cresceu em 12,87%.

Com o desempenho do setor, a carteira de investimentos somou R$ 398,9 bilhões em maio. Em abril, a carteira havia acumulado R$ 390,2 bilhões. Na análise por tipo de produto, a carteira de investimentos do VGBL passou de R$ 254,4 bilhões em abril para R$ 261,6 bilhões em maio. Já a carteira do PGBL cresceu de R$ 82,8 bilhões para R$ 83,8 bilhões, no mesmo período. A carteira dos planos tradicionais, por sua vez, registrou R$ 52,9 bilhões no mês, enquanto que no mês anterior R$ 52,4 bilhões.

De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), em maio deste ano a captação líquida (diferença entre arrecadação e resgates) dos planos registrou saldo positivo de R$ 5,1 bilhões.

As informações da FenaPrevi mostram, ainda, que o sistema possuía, em maio, 1.882.036 adesões a planos empresariais e 8.171.009 planos individuais contratados, estes últimos, por 6.029.963 pessoas. Em maio, 83.079 pessoas usufruíram benefícios (aposentadorias complementares, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez).

Na análise por modalidade, os individuais foram o destaque em maio com arrecadação de R$ 7,6 bilhões, 29,11% superior ao mês anterior. Os planos empresariais, por sua vez, arrecadaram R$ 742 milhões e obtiveram crescimento de 6,72% em relação aos R$ 695,3 milhões registrados em abril. Já os planos para menores registraram aportes de R$ 161,3 milhões, alta de 3,14%.

As provisões – recursos acumulados pelos titulares apresentaram saldo de R$ 384,3 bilhões no mês de maio. As provisões do VGBL no período foram de R$ 262,2 bilhões no período. Os planos PGBL, por sua vez, registraram R$ 80,5 bilhões no mês. E os planos tradicionais, R$ 41 bilhões.

Com relação ao market share, os planos VGBL mantiveram a liderança nas provisões entre os planos, com 68,23% do total, seguidos pelos PGBL, com 20,95% do total de provisões. Os planos tradicionais contaram com 10,68% do total de provisões. Outros produtos – incluindo os FAPI – completam a equação, com 0,14%.

O tratamento fiscal

A opção por planos deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total dos aportes efetuados a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. “É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício”, diz Nascimento.

Para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em outras aplicações, à exceção da caderneta de poupança.

Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.

Emilio Botín: Santander destinará €700 milhões de euros para projetos universitários até 2018

emilio-botinEis uma boa oportunidade para quem quer estudar!

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Presidente do Universia falou no encerramento do III Encontro Internacional de Reitores da Universia, do qual participaram 1.103 reitores de 33 países

– A “Carta Universitária do Rio 2014” reúne o compromisso de todas as instituições presentes para melhorar, modernizar e internacionalizar o Educação Superior.

– Emilio Botín: “Foi um Encontro dinâmico, plural, aberto, participativo e inovador, que ficará para sempre na história da universidade ibero-americana”.

– O próximo Encontro Internacional de Reitores será realizado na cidade espanhola de Salamanca, em 2018.

Río de Janeiro, 29 de julho de 2014.- Encerra-se, hoje, o III Encontro Internacional de Reitores da Universia 2014, depois de dois dias de intensos debates sobre 10 temas fundamentais para o mundo da Educação Superior na América Ibérica. 1103 universidades, de 33 países, participaram deste acontecimento, que se encerra com um compromisso institucional das Universidades presentes concretizado na Carta Universitária Rio 2014.

O presidente da Universia, Emilio Botín, agradeceu o esforço e colaboração de todos os que participaram da preparação, desenvolvimento e conclusões do III Encontro, que classificou como “histórico”.

Este acontecimento contou com a participação de 1.103 reitores, mais de 2.000 contribuições de especialistas acadêmicos através de redes sociais, uma grande variedade de temas tratados e palestrantes de diferentes países, mais de 100.000 universitários participantes na geração de conteúdos e um amplo emprego de tecnologia.

Por essas razões, Emilio Botín destacou seis temas surgidos nos debates e que são prioritários para o futuro da Universidade.

– A necessidade da liderança social da Universidade para “desempenhar um papel ativo e que contribua para o desenvolvimento social, institucional, cultural e econômico dos diferentes países”.

– A necessidade de renovar os modelos de formação e a oferta educacional com o apoio dos governos e do setor privado, para “abrir a Universidade e para responder às novas exigências e expectativas de seus alunos e da própria comunidade”.

– A internacionalização como fator imprescindível na relação entre universidades e sistemas universitários no mundo global.

– O investimento em I+D+I como investimento estratégico e profundamente social, “diretamente relacionado com a geração de emprego, competitividade, prosperidade econômica e o progresso social e cultural”.

– A colaboração universidade-empresa como algo essencial “para obter um aproveitamento estratégico do conhecimento em favor do desenvolvimento econômico e social e do empreendimento”.

– A dimensão digital da universidade, obtendo a plena integração das práticas digitais no nível institucional, como um “desafio de primeira ordem para as universidades”.

Um compromisso global

O Presidente da Universia destacou que a Carta do Rio “representa não apenas uma declaração de princípios, e sim um magnífico roteiro para que a Universidade Iberoamericana desempenhe um papel determinante nos próximos anos”.

Emilio Botín finalizou seu discurso estimulando as instituições regionais e mundiais, empresas e universidades a se envolver pessoalmente para “trabalhar fortemente na difusão das conclusões deste Encontro e em fazer com que a Carta do Rio seja conhecida e que sejam desenvolvidos planos concretos e cronogramas de implementação”.

Nesse sentido, Botín reiterou o apoio do Banco Santander e da Universia para atingir os objetivos estabelecidos e assumiu o compromisso de alocar 700 milhões de euros (945 milhões de dólares) a projetos universitários nos próximos quatro anos, dos quais 40% serão destinados a bolsas de acesso de mobilidade nacional e internacional de estudantes e professores; 30% a fomentar a pesquisa, inovação e o empreendedorismo universitário e os 30% restantes para apoiar projetos acadêmicos e iniciativas destinadas à modernização e incorporação das novas tecnologias na universidade.

O IV Encontro Internacional de Reitores Universia será realizado em Salamanca no ano de 2018.

Universia
A Universia é um projeto que nasceu há 14 anos na Internet, a serviço da comunidade universitária ibero-americana. Conta, hoje, com 1.290 universidades parceiras dos 23 países iberoamericanos, conectando 16,8 milhões de alunos e professores universitários para oferecer um espaço comum de troca de conhecimento e cooperação, impulsionando projetos com universidades, empresas e alunos e atendendo às necessidades de pré-universitários, universitários, alunos de pós-graduação e professores.

Divisão Global Santander Universidades
A Universia é um dos projetos emblemáticos da Divisão Global Santander Universidades do Banco Santander, que mantém acordos de colaboração com mais de 1.100 universidades e centros de pesquisa de todo o mundo (www.santander.com/universidades). Desde 1996, o Santander Universidades destinou mais de 1 bilhão de euros a projetos universitários e seu objetivo é continuar apoiando a Educação Superior nos países em que está presente.

CNseg lança campanha de esclarecimento sobre o seguro garantia estendida

cnsegA Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) lança, no dia 05 de agosto, às 11h, em Belo Horizonte, a campanha de esclarecimento à sociedade sobre o funcionamento do seguro garantia. O evento ocorre no Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais (SindSeg-MG), no Centro. Entre os presentes, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, e a diretora-executiva da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, além do presidente do SindSeg-MG, Augusto Frederico Costa Rosa de Matos.

Serviço|

Lançamento da campanha do seguro garantia estendida

Data: 05 de agosto de 2014 (terça-feira)

Horário: 11h

Local: Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais – Avenida Afonso Pena, 726 – 22º andar – Belo Horizonte, Minas Gerais

Relatório Reservado: China Re traz suas apólices para o Brasil

Fonte: Relatório Reservado

A maior resseguradora da Ásia está com um pé no Brasil. A China Re já fez chegar às autoridades brasileiras o interesse em abrir uma subsidiária no país. A companhia deverá atuar em conjunto com um pool de resseguradoras asiáticas, modelo similar ao que adota em outros mercados emergentes. A chegada ao Brasil faz parte de uma estratégia mais ampla: a China Re pretende utilizar a operação como trampolim para outros países na América do Sul. A companhia quer seguir o rastro dos grandes grupos chineses que estão desembarcando na região, notadamente nas áreas de energia, exploração de petróleo e gás, concessões públicas e construção pesada.

A China Re é controlada pela Central Huijin Investment Corporation, braço de investimentos financeiros do CIC, o fundo soberano chinês. Com cerca de US$ 25 bilhões em ativos, o grupo funciona como um conglomerado de seguradoras. Para onde vai, costuma chegar com um pacote de subsidiárias, notadamente a China Property & Casualty Reinsurance Company, de acidente e propriedade, a China Life Reinsurance Company, da área de vida, e a China Re Asset Management Company, gestora de fundos de seguros.

Tokio Marine completa 55 anos no Brasil com resultados positivos

Ferrara: investimos cerca de R$ 100 milhões em melhorias e sistemas

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A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, celebra neste mês 55 anos de atuação no Brasil com excelentes resultados e perspectivas. Nos últimos 12 meses, considerando o período entre julho de 2013 e junho de 2014, a companhia atingiu uma produção de R$ 2,9 bilhões. A expectativa é de encerrar o ano com uma produção total de R$ 3,1 bilhões, o que representará um crescimento de 20% em relação a 2013.

Além disso, a seguradora registra até o momento, considerando o período entre janeiro e junho, um Índice Combinado de 96,3%, enquanto que a meta para todo o ano era de 99,6%. O indicador, um dos mais importantes da indústria de seguros, mede a lucratividade das empresas e o ideal é que esteja abaixo de 100%.

“Temos muitos motivos para comemorar este aniversário. Nosso bom desempenho deve-se à busca incessante pela excelência operacional. A estratégia da Tokio Marine Seguradora é crescer organicamente, sustentada por três pilares: qualidade e compromisso do time de colaboradores; qualidade dos produtos e qualidade de entrega dos serviços aos nossos Clientes, Corretores e Assessorias”, celebra o Presidente José Adalberto Ferrara. No primeiro semestre do ano, os principais destaques da empresa foram o crescimento de 30% na carteira de Auto; 16% em Grandes Riscos e Empresarial; 40% em Ramos Elementares e 9% no segmento de Pessoas. No geral, o desempenho da seguradora foi 23,3% superior ao mesmo período de 2013.

Segundo o executivo, a Tokio Marine tem planos agressivos para aumentar sua participação no mercado brasileiro entre 2015 e 2017, com um crescimento entre 10% e 15% ao ano. “Estamos em processo de definição destes números, mas as nossas perspectivas são otimistas diante de alguns sinalizadores”, comenta o presidente.

Os estudos apontam, por exemplo, para o crescimento do segmento de Afinidades, com a popularização dos produtos de Microsseguros. Outro nicho bastante promissor é o de Grandes Riscos, no qual a companhia continua se estruturando para crescer e aumentar o market share. Atualmente, a Seguradora detém 4,8% do mercado de Grandes Riscos e tem como meta dobrar essa participação nos próximos cinco anos, período em que estão previstos grandes investimentos em infraestrutura nas regiões Norte e Nordeste.

O otimismo baseia-se também no fato de que, nos últimos anos, mais de 125 milhões de pessoas entraram para as chamadas classes de consumo, elevando o número de pessoas que estão consumindo seguros no Brasil. “Vamos fechar o ano de 2014 com chave de ouro. Índice combinado de menos de 100% e crescimento de 20%, enquanto o mercado deve continuar avançando entre 8% e 10% ao ano”, afirma o presidente.

A Tokio Marine também comemora este mês o primeiro ano da gestão de seu atual presidente. Ferrara afirma que o balanço do período é bastante positivo. “Estamos muito satisfeitos com as conquistas da nossa equipe. Queremos continuar crescendo acima da média do mercado, sempre superando as expectativas dos Clientes, Corretores, Assessorias e Colaboradores”, diz. Para alcançar suas metas, a Tokio Marine conta com cerca de 1.600 funcionários e mais de 15 mil Corretores produtivos.

Estudo da AGCS mostra como proteger os negócios contra a volatilidade climática

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A Allianz Global Corporate & Specialty Re Brasil (AGCS Re Brasil), braço de resseguro do Grupo Allianz, divulga estudo “Os negócios relacionados ao clima” sobre soluções de gestão de risco climático. Em determinados setores, alterações na temperatura, precipitações pluviométricas, luz solar, neve e vento podem impactar e atrapalhar a lucratividade das empresas. No Brasil, as geadas ocasionadas no inverno de 2013 trouxeram prejuízo de cerca de 65 milhões de toneladas ou 18% da safra de cana de açúcar que não pôde ser colhida. Como consequência, o Brasil sofreu uma expressiva redução na exportação de açúcar e poderia ainda ter perdas significativas às safras de trigo da estação atual e à safra de café do próximo ano.

Para evitar esse tipo de problema, as companhias precisam se preparar para o mau tempo e buscar seguros que garantam a continuidade de suas operações. Ano a ano as mudanças climáticas vêm sendo percebidas significativamente. Os prejuízos ocasionados por catástrofes naturais estão sendo contabilizados pelas seguradoras. Entre 2010 e 2013, foram pagos 70 bilhões de dólares para cobrir tais sinistros.

O clima impacta em todas as atividades comerciais e cerca de 70% das empresas estão expostas a “graves riscos climáticos”. O custo dos atrasos relacionados ao clima em empresas de transporte rodoviário americano, por exemplo, varia entre 2,2 bilhões e 3,5 bilhões de dólares ao ano. O impacto climático total possui um custo nacional estimado de 3 bilhões de dólares por danos e ferimentos em acidentes, atrasos e custos operacionais.

Estimativas indicam que mais de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) americano é diretamente ou indiretamente afetado pelo clima, o equivalente a 5,7 trilhões de dólares. Setores da indústria de energia, varejo, alimentação, vestuário, turismo, distribuição, transporte e construção são tão sensíveis a pequenas mudanças no clima quanto à movimentação de juros e taxas de câmbio estrangeiras em termos do impacto que isto possa ter sobre os lucros. Soluções de gestão de risco climático tem cada vez mais um crescente papel importante a cumprir, permitindo empresas a se proteger de forma eficiente contra tais riscos.

A demanda por soluções de seguradoras que considerem a variação do clima em sua valoração aumentará de forma significativa no futuro, guiada pela atividade climática mais instável e pela crescente consciência dos executivos de seus benefícios.

Veja mais no link 2801 Allianz Weather Risk Port 1b

Comissão de Responsabilidade Civil da FenSeg debate Riscos Ambientais

foto-2Fonte: Portal CNseg (www.cnseg.org.br)

Riscos ambientais é um tema que tem se tornado cada dia mais relevante em todo o planeta. E não poderia ser diferente no mercado segurador brasileiro. Para aprofundar as discussões em torno de tema tão complexo, a Comissão de Responsabilidade Civil da FenSeg realizou uma reunião nesta quinta-feira, 24, em São Paulo, com a presença de executivos dos diversos segmentos do setor. “A cobertura de responsabilidade civil está em boa parte dos seguros ofertados à sociedade. E quando não está, deveria, uma vez que a tendência no Brasil é seguir o caminho dos países lideres. Dentro desse tema, os riscos ambientais estão cada dia mais presentes e precisam ser considerados dentro das coberturas de responsabilidade civil”, destacou Paulo Marraccini, presidente da FenSeg.

Estados Unidos e países da Europa, bem como Japão e Austrália, estão entre os citados pelos participantes como referências em oferta de seguros de Responsabilidade Civil, cuja cobertura chega, em muitos casos, a superar a proteção contratada para danos ao patrimônio. E uma boa parte do percentual de crescimento do volume das indenizações pagas nessa carteira vem de danos causados ao meio ambiente, o que tira o tema da esfera de “desenhar” produtos para a alçada de “governança corporativa”, sob a tutela dos principais executivos de uma companhia, inclusive do Conselho de Administração.

Márcio Guerrero, presidente da Comissão de RC e superintendente de Responsabilidade Civil da HDI Gerling, afirmou que o tema Risco Ambiental e Responsabilidade Civil são interligados e complexos e, por isso, demandam a formação de uma equipe multidisciplinar para os desafios e oportunidades que representam para a indústria de seguros. “Temos visto situações no Brasil e no mundo que nos assustam em termos de regulamentação e de solidariedade de culpa. Acreditamos que precisamos nos unir para fortalecer e alertar nossas empresas sobre a importância que esse assunto tem para a atual sociedade”, afirmou.

Pery Saraiva Neto, advogado nas áreas do Direito do Seguro e Ambiental e membro da Associação Internacional de Direitos de Seguros (AIDA), lembrou aos presentes que a responsabilidade das seguradoras foi ampliada, ainda mais, com a adesão do setor aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, sigla em inglês). Segundo ele, é preciso que todos discutam quais os riscos, dentro das seguradoras, que envolvem dano ambiental e quais são as ações que precisam ser tomadas para levar informação e conhecimento a todos os stakeholders que compõem a cadeia de valor, bem como para proteger o patrimônio das companhias de riscos que possam estar intrínsecos nos contratos e sem contabilização de prêmios ou quantificação exata dos danos que possam ser imputados aos segurados.

Pedro Pinheiro, representando a Comissão de Sustentabilidade da CNseg, contou aos presentes que o tema é visto como prioritário para as empresas. “Riscos ambientais vai aparecer na matriz de materialidade, que estamos estudando dentro da Comissão de Sustentabilidade. Estamos trabalhando na criação de um mapa de riscos climáticos, em parceria com o Governo e com o Centro de Estudo da Universidade de São Paulo (USP). O projeto foi submetido à Central de Serviços da CNseg, que desenvolve tecnologia para que todas as associadas possam utilizar o banco de dados em suas operações”, afirmou Pinheiro, citando também um terceiro projeto. “Boa parte dos membros da Comissão se dedica a um estudo sobre o impacto de descarte de resíduos sólidos, com regulamentação já aprovada. Estamos analisando a legislação para identificar riscos e oportunidades para as seguradoras.”

Adhemar Fuji, consultor da FenSeg, fez uma apresentação ponderada sobre desafios e oportunidades, sem deixar de alertar os presentes de que “o setor de seguros pode estar sentado em cima de uma bomba”, diante das novas regulamentações que visam proteger o meio ambiente. “Vi oficinas mecânicas sendo obrigadas a fechar as portas por não terem dinheiro para pagar as multas recebidas da Cetesb”, disse ele, citando algumas das exigências de tratamento de resíduos como tinta que precisam ser observados pelas oficinas. “Não pode vazar tinta para o solo e nem para o ar”, ressaltou o consultor sobre a importância de apenas uma das exigências das normas de resíduos sólidos que envolve o descarte e manuseio de peças de veículos, principal segmento de seguro da FenSeg, considerando-se a participação de 50% das vendas de seguro automóvel dentro de Seguros Gerais.