Europa detém 35% do mercado mundial de seguros

Francisco Galiza destaca lguns dados interessantes do mercado de seguros da Europa, com base nos balanços divulgados em 2013.

O faturamento de seguros naqueles países representou, em média, 35% do mercado mundial. Ao todo, são 1,1 trilhões de euros, divididos em 60% em produtos de vida, 30% em seguros de Ramos Elementares e 10% na área de Saúde.

O setor de seguros é o maior investidor institucional da União Européia, com 8,5 trilhões de euros em ativos, o que representa 60% do PIB daquele continente.

Existem 5,1 mil seguradoras na Europa, gerando quase 1 milhão de empregos diretos.

http://www.insuranceeurope.eu/uploads/Modules/Publications/european-insurance—key-facts-2014.pdf

Venda no varejo é um dos pilares do crescimento estimado em 11% do mercado segurador para 2014

rossi_sem_vendasO mercado segurador, incluindo seguros gerais, capitalização, vida e previdência bem como saúde suplementar, deverá crescer 11% em 2014. Em 2013, o setor registrou receita de vendas próxima de R$ 300 bilhões. A previsão é de Marco Antonio Rossi, presidente da Cnseg. O executivo, que preside a Bradesco Seguros, justifica o crescimento de dois dígitos do setor — mesmo diante da queda de expectativa do PIB brasileiro de 3,5% no início do ano para uma previsão de 0,5% nas últimas pesquisas realizadas com profissionais do mercado financeiro — pela baixa penetração de seguros na sociedade brasileira e consequente aumento das vendas pelo varejo, pela recuperação do ritmo de arrecadação nos planos de previdência aberta e pela indústria já ter absorvido os impactos das novas regulamentações implementadas no início do ano. Apesar de manter os dois dígitos, o percentual é inferior aos 15,6% estimados para 2014 no início do ano.

As reservas do setor superaram R$ 500 bilhões no primeiro semestre deste ano, avanço de 13,9% em comparação ao mesmo período anterior, informa Rossi. O setor arrecadou R$ 89 bilhões no primeiro semestre deste ano, alta de 5%, sem considerar saúde suplementar. “A penetração destes produtos ainda é muito baixa nas classes C e D, por exemplo”, apontou o presidente da Cnseg. “São consumidores em potencial, que podem alavancar a expansão do setor”. De acordo com os números da entidade, atualmente no País existem 140 milhões de pessoas sem seguro de vida ou plano de saúde, 35 milhões de carros sem seguros, 170 milhões de pessoas sem seguro dental, 50 milhões de residências sem seguro contra roubo ou incêndio e 3 milhões de empresas sem seguro empresarial. “Há dez anos estávamos na 21ª posição no ranking de prêmios gerais do setor. Atualmente estamos na 12ª e podemos avançar muito considerando que estamos entre as cinco maiores economias do mundo, afirmou.

A mudança no cenário das eleições para presidente da República, com o crescimento de Marina Silva diante de Dilma Rousseff nas últimas pesquisas divulgadas, não altera a estratégia da CNseg, que congrega as mais de 100 seguradoras do Brasil. “Todos os candidatos demonstram valorização do setor. Isso já é um ganho das iniciativas e investimentos que fizemos na comunicação com toda a sociedade. Já está claro para todos que a indústria de seguros gera poupança de longo prazo e oferece proteções importantes para riscos imprevistos e isso já passou a fazer parte na rotina da visão das pessoas que estão envolvidas em política no Pais”, afirma o presidente da Cnseg durante encontro com jornalistas, realizado hoje em São Paulo.

Qualquer que seja o novo presidente do País, Rossi afirma que a CNseg manterá seu papel de promover as posições do setor por meio de sólido conhecimento e do debate técnico; de estimular o desenvolvimento do mercado de seguros, a promoção dos interesses dos consumidores e implementar ações para ampliar o acesso da população ao produto seguro. Em transparência, Rossi destaca que a Confederação está investindo fortemente na divulgação e aprimoramento da imagem do setor por meio da manutenção e ampliação dos canais de diálogo com os públicos prioritários, como governo, judiciário e imprensa. O terceiro setor também está nas prioridades da CNseg, com o incentivo as boas práticas entre todas as associadas.

cnseg lucieneEducação financeira – Para que esse crescimento seja sustentável, as seguradoras têm um papel primordial na educação financeira para que a venda de seguros no varejo possa atingir seu potencial, afirma Luciene Magalhães, sócia da KPMG especializada em seguros. “Apesar de ter ganho relevância no PIB, a participação de seguros ainda é pouco representativa comparado a economias mais maduras”, destaca ela em sua palestra no encontro com jornalistas promovido pela CNseg sobre “Vendas de Seguros no Varejo”.

Entre as principais redes de varejo no foco das companhias de seguros estão supermercados, lojas de departamento, materiais de construção entre outros. Os principais produtos comercializados são o de garantia estendida e de proteção financeira. Entretanto, diz ela, os produtos estão em redes ligadas a eletroeletrônico e móveis, cujo faturamento supera R$ 120 bilhões. Ou seja, há um grande potencial para aumentar o mix de produtos nessas redes e implementar o processo de vendas em redes pequenas e médias de todo o Brasil. Segundo dados da KPMG, o maior número de redes de varejo está nas regiões Sudeste e Sul, responsáveis por cerca de 80% das vendas.

cnseg bentoBento Zanzini, representante da CNseg e vice-presidente da BB e Mapfre, comenta que 2013 e 2014 foram anos de grandes discussões sobre como aprimorar a venda de seguro no varejo. A Susep publicou basicamente cinco medidas, sendo quatro resoluções (294, 295, 296 e 297), e a circular 480, que define como deve a comercialização do seguro pelas redes varejistas. Em abril de 2014 veio uma nova resolução para deixar claro o conceito de organização varejista. “Praticamente todo tipo de organização está dentro deste normativo”, diz, inclusive concessionárias de veículos.

Desta forma, as redes varejistas passam a ser enquadradas como representantes de seguros, assumindo as responsabilidades com a seguradora nos contratos de seguros. O seguro de garantia estendida, principal alvo das normas, só pode ser vendido por meio de apólice individual ou de bilhete de seguro, ficando vedada a contratação por meio de apólice coletiva. É obrigatório que a venda seja feita por um profissional treinado e a rede tem de fornecer informações claras aos consumidores, inclusive com fixação de cartazes nos locais de venda. Ficou proibida a venda ou o desconto de bens à contratação de seguros, conhecido como venda casada, e o consumidor tem o direito de arrependimento, sendo permitida a desistência da contratação em até sete dias corridos.

Vários tipos de seguros foram citados pelos normativos, como seguro para animais, microsseguros de pessoas, de danos e de previdência, como também funeral, viagem entre outros. “A abrangência é muito positiva por permitir que as companhias possam traçar suas estratégias de negócios na ampliação deste importante canal de distribuição”, afirma. Em uma amostra, 49% comercializavam seguros e 51%, com quase 200 estabelecimentos ouvidos na pesquisa, sendo os supermercados com 41% da amostra, 23% das lojas de departamento, 23% redes de material de construção.

A pesquisa permitirá o desenho de produtos mais adequados a este canal de vendas, afirma Bento Zanzini. Entre os produtos mais comercializados estão acidentes pessoais com diárias de internação hospitalar com indenizações de até R$ 10 mil, com custo anual de R$ 72. Já o seguro de proteção financeira, que cobre o saldo devedor limitado a R$ 1 mil, bem como a perda de renda por desemprego ou incapacidade, tem custo anual de R$ 50. O terceiro produto citado pelo representante da CNseg é de acidentes pessoais com assistência odontológica e com sorteio, como cobertura para morte acidental em até R$ 20 mil, com custo anual de R$ 140. “Ou seja, seguros com preços entre R$ 6 e R$ 8 por mês cabem no bolso das famílias”, destaca. Por isso, é preciso encontrar um canal de conveniência, pois para o corretor de seguros a receita é bem inferior do que outros programas de seguros, como automóvel, residência, saúde, vida, previdência entre outros. “Isso sem deixar o corretor apartado disso, pois todas as operações sempre tem um corretor que funciona como intermediário. Mas é um canal para corretores especializados na venda de varejo”, explica.

cnseg regina simoesSusep – Regina Simões, responsável pela coordenação geral de produtos da autarquia responsável pela fiscalização e regulação do mercado segurador, avisa que muito já se avançou mais ainda há novas normas para serem editadas, como pequenos detalhes, como o segmento de pneus e rodas. Também são avaliados pela Susep argumentos do mercado, como a oferta de seguro pelo caixa do estabelecimento. A nova norma estabelece uma exceção a essa regra, quando houver um treinamento adequado do profissional. “Nossa função é zelar pelo equilíbrio do mercado e proteção do consumidor”, ressalta. Segundo ela, as normas foram elaboradas com todas as partes envolvidas e de desenvolveu num processo longo. “As discussões geraram muitos aprendizados para todos. Tudo começou com o seguro garantia, mas percebemos que o foco era o canal de distribuição de varejo e que o varejo é um grande instrumento de inclusão financeira e que merecia um cunho de educação financeira mais adequado”.

Segundo Regina, a inclusão na norma da possibilidade do consumidor poder se arrepender em sete dias úteis e ter o dinheiro pago pelo seguro garantia de volta é um dos grandes aliados para inibir a venda casada. Outra ressalva da técnica da Susep é quanto a evolução do próprio consumidor. “A partir do momento em que é obrigatório que a varejista e seguradora entreguem ao consumidor uma série de documentos e também é obrigatório a assinatura dele no bilhete de seguro, consequentemente a educação financeira do consumidor é lapidada” .”Esperamos que o conjunto de normas editadas auxiliem no equilíbrio do mercado e, principalmente, na formação de um consumidor mais informado e consciente”, diz. Segundo ela, há uma grande vontade de todos as partes de acertar na regulamentação.

Anfavea divulga resultados da indústria automobilística em agosto

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A produção da indústria automobilística em agosto cresceu pelo segundo mês consecutivo, de acordo com dados divulgados na quinta-feira, 4, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea.

Os 265,9 mil autoveículos fabricados em agosto apontam alta de 5,3% sobre as 252,6 mil de julho deste ano. No comparativo com o mesmo período do ano passado, quando foram fabricados 342,8 mil produtos, a indústria automobilística apresentou queda de 22,4%. No acumulado do ano a retração foi de 18%: 2,08 milhões em 2014 contra 2,54 milhões em 2013.

Na soma dos oito meses já transcorridos neste ano, o licenciamento mostrou decréscimo de 9,7% quando confrontadas as 2,23 milhões de unidades deste ano com as 2,47 milhões de 2013. As vendas em agosto deste ano, com 272,5 mil unidades, recuaram 7,6% quando comparadas com julho, que registrou 294,8 mil unidades. Já na análise com agosto de 2013 o emplacamento encolheu 17,2% – foram 329,1 mil naquele período.

Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, o resultado de agosto foi menor que a expectativa, pois o mercado reagiu mais em razão de questões políticas do que com a atividade econômica:

“Os recentes acontecimentos e discussões no âmbito político geraram um ambiente conturbado, com impactos na confiança dos empresários e dos consumidores e, consequentemente, na redução do fluxo nas concessionárias. Além disso, as medidas de aumento da liquidez no mercado começaram a surtir efeito apenas na última semana”.

As exportações de autoveículos fecharam agosto com 31,7 mil unidades, baixa de 7,5% frente as 34,2 mil de julho e de 50,6% em relação a agosto do ano passado. No acumulado do ano, 235,4 mil produtos saíram do País, o que significa retração de 38,1% contra as 380,5 mil de 2013.

Caminhões e ônibus
O licenciamento de caminhões em agosto ficou 12,8% inferior no comparativo com julho – 10,8 mil unidades e 12,4 mil, respectivamente – e 18,3% menor do que agosto do ano passado, quando foram comercializados 13,2 mil produtos. O acumulado do ano aponta recuo de 14,2%: foram 87,8 mil este ano e 102,4 mil em 2013.

A produção neste segmento retraiu 22,7% no acumulado do ano, com 100,3 mil unidades em 2014 ante 129,7 mil do ano anterior. Apenas em agosto quase 12 mil unidades deixaram as linhas de montagem, queda de 2,9% frente as 12,3 mil de julho e de 35% com relação as 18,4 mil de agosto de 2013.

Já as exportações em agosto, com 1,5 mil caminhões, aumentou 19,6% frente as 1,2 mil de julho e baixa de 49,6% contra as 3 mil do oitavo mês de 2013. De janeiro a agosto as exportações estão 26,3% inferiores: foram 12,1 mil em 2014 e 16,4 mil em 2013.

O segmento de ônibus apresentou estabilidade no licenciamento ao se comparar agosto contra julho, ambos com 2,2 mil unidades. Na análise com agosto de 2013 as vendas diminuíram 24,3%, quando foram negociados 2,9 mil ônibus. O volume licenciado nos oito meses de 2014, de 17,8 mil unidades, mostrou baixa de 16,5% em relação as 21,3 mil do ano passado.

A fabricação de chassis de ônibus cresceu 44,7% no comparativo de agosto com julho deste ano – 4,1 mil unidades e 2,8 mil. Na análise com agosto do ano passado, quando 3,3 mil unidades foram fabricadas, a alta é de 25,4%. No acumulado do ano, o setor produziu 26,2 mil ônibus, 8,4% abaixo das 28,6 mil do ano passado.

Até agosto a indústria de autoveículos exportou 4,5 mil ônibus, o que significa redução de 23,8% em comparação com as 5,9 mil do ano passado.

Máquinas agrícolas e rodoviárias
As 1,3 mil máquinas autopropulsadas exportadas em agosto representam estabilidade com relação ao mês anterior. Ao defrontar com as 1,5 mil de agosto do ano passado, a baixa foi de 13,4% e, no acumulado, a queda foi de 7%: 9,2 mil este ano e 9,9 mil no ano passado.

Assim como as exportações, as vendas internas de máquinas agrícolas ficaram no mesmo nível no comparativo de agosto contra julho, com 6,5 mil, mas apresentou queda de 17,1% na análise com o mesmo período do ano passado, quando foram vendidas 7,8 mil máquinas. O volume de produtos comercializados até agosto deste ano atingiu 45,8 mil unidades, redução de 18,9% frente as 56,5 mil de 2013.

A produção no segmento ficou 8,4% abaixo em agosto contra julho: foram 8,1 mil e 8,8 mil unidades. Decréscimo de 11,8% foi apresentado nos resultados da indústria neste mês no comparativo com agosto de 2013, quando foram produzidas 9,1 mil máquinas. Nos oito primeiros meses de 2014 a baixa foi de 14,6% – 57,3 mil este ano e 67 mil em 2013.

CNseg promove workshop com jornalistas para debater venda de seguros no varejo

Acontece hoje em São Paulo o Workshop com Jornalistas, com o tema “Venda de seguros no varejo”. O evento, promovido pela CNseg, tem como objetivo esclarecer e informar a imprensa sobre os desafios, oportunidades e novas regras da venda de seguros no varejo.

Local: Hotel Tivoli Mofarrej (Alameda Santos, 1437 – Cerqueira César)
São Paulo – SP

Programação

9h – Credenciamento/ Wellcome Coffee

9h30 – Marco Antonio Rossi – presidente da CNseg

9h40 – Luciene Magalhães – diretora da área de seguros da consultoria KPMG

10h10 – Bento Aparício Zanzini – representante da CNseg

10h40 – Regina Simões – Coordenação Geral de Produtos da Susep

11h – Debate com os jornalistas

12h – Almoço

14h – Encerramento

Resseguradora local Terra Brasis expande operações para Colômbia e Peru

paulo bottiDepois de se consolidar no Brasil como resseguradora local, a Terra Brasis pretende expandir suas operações para Colômbia e para o Peru, segundo noticiou a LatAm Insurance Review. Segundo informou Paulo Botti, presidente da Terra Brasis, “o Brasil é um grande mercado, mas uma empresa que deseja ser um ator regional e um exportador de resseguro precisa de um entendimento regional. A experiência de cada um destes mercados vai trazer um entendimento importante para nós”.

Segundo o executivo, a Terra Brasis recebeu ofertas para parcerias em Londres. “Temos que começar mais perto de casa, que serve como uma escola, para depois seguir para um mercado londrino, que seria uma pós graduação”. A Terra Brasis é controlada pela Brasil Plural Financial Group, com participação minoritária do International Finance Corporation (IFC), braço de investimentos privados do The World Bank Group. A empresa está classificado B ++ (Global) por AMBest e brA + (local) pela S&P.

Veja abaixo a íntegra da notícia em inglês:

Brazil’s Terra Brasis initiates internationalisation, first move to Peru and Colombia
Roberto Barros
September 3rd, 2014

Brazilian reinsurer Terra Brasis is expanding outside Brazil for the first time, with regulatory licences being sought in Colombia and Peru,LatAm Insurance Review can exclusively reveal.

The company, which has approximately 2.5% of market share among the new local reinsurance companies in Brazil (not including IRB), has already received offers from carriers abroad, but will not be looking at establishing offices in any of the markets in the short term, instead offering reinsurance cover from São Paulo.

Terra Brasis’ international rating allows the company to accept risks from both Colombia and Peru without a local presence and, as such, the need for additional capital, is limited. In addition, the majority of treaties will be dealt with in dollars, reducing local currency exposure, Rodrigo Botti, chief financial and operational officer, told LatAm Insurance Review.

“The biggest investment Terra Brasis is making lies in fostering knowledge, not least given the catastrophic exposures of these countries, and in building relationships. Brazil sees natural perils, but it is very different to the tectonic risks, like earthquake and tsunami, seen in the Peruvian and Colombian markets,” he said.

“We firmly believe in the merits of long-term relationships between insurers and their reinsurers. We have had great success in building such relationships in Brazil and now aim at replicating the model abroad, expanding the lack of options for Peruvian and Colombian insurers.”

Given their natural catastrophe-prone environments, the size of each country’s reinsurance markets make up around 20-25% of Brazil’s, whereas their insurance markets make only about 10% of Brazil’s. Asked about what prompted the domestic reinsurer’s decision to expand internationally, Paulo Botti, CEO of Terra Brasis said:

“Brazil is a big market, but a company that wishes to be a regional player and an exporter of reinsurance needs a regional understanding. The experience of each of these markets will bring an important understanding to us.” Paulo Botti revealed that Terra Brasis has even received offers to establish even further afield, in London, but compared that particular market to a “Post-graduate degree” whereas Terra Brasis and the Brazilian market in general are still in “elementary school”.

“Evidently we are being very cautious,” Paulo Botti said. “We have to start closer to home.” Terra Brasis is majority owned by Brasil Plural Financial Group and the International Financial Corporation is a minority shareholder. The company is rated B++ (Global) by A.M. Best and brA+ (Local) by S&P.

Tokio Marine implementa cotação rápida do Seguro Auto Frota

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Para proporcionar maior agilidade ao trabalho de seus Corretores, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, implementa uma novidade: a Cotação Rápida Auto Frota. Agora, com esta opção, os parceiros de negócios podem cadastrar a relação dos veículos diretamente no sistema de cálculo da seguradora, de forma simples e rápida, diminuindo o tempo de resposta da cotação. Entre as principais funcionalidades da ferramenta automatizada estão “incluir”, “duplicar”, “excluir”, “replicar” e “coberturas em lote”, além de uma forma mais simples de selecionar os modelos de veículos, o que facilita o dia a dia do Corretor. O sistema desenvolvido pela Tokio Marine já é um sucesso entre os Corretores, com cerca de 50 frotas sendo cotadas diariamente de maneira muito rápida.

“Esse é o primeiro passo do nosso projeto de modernização da cotação do seguro Auto Frota, que é um importante segmento dentro da estratégia de crescimento da Companhia. Mais novidades serão anunciadas ainda este ano”, informa o Diretor Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine, Marcelo Goldman. A Seguradora tem uma carteira de, aproximadamente, 100 mil itens de Frota.

O produto está disponível para empresas, seus proprietários e/ou sócios comprovados, bem como seus cônjuges e filhos. O atendimento é realizado em todo o território nacional, 24 horas por dia, e o pagamento pode ser facilitado em até sete vezes, sem juros, no boleto. Outras conveniências oferecidas aos clientes são: flexibilidade na escolha da quilometragem de guincho com opção de KM ilimitada, opção de Assistência 24 Horas VIP com serviços da Assistência Completa + Help Desk, Carro Reserva em caso de pane e serviço exclusivo de reparo de para-choque (quando contratado o serviço completo de vidros).

No Auto Frota da Tokio Marine há ainda diferenciais como a agilidade no pagamento da indenização integral (em até cinco dias após o recebimento da documentação), consultoria de prevenção de perdas para clientes com grande quantidade de veículos e contato com o cliente via telefone, e-mail, SMS e web, para acompanhamento do sinistro.

Bradesco Seguros alinha soluções integradas de seguros com corretores da região metropolitana de Campinas

bradescoRelease

O Grupo Bradesco Seguros promove, nos dias 3 e 4 de setembro, encontro com corretores e demais colaboradores que atuam na região metropolitana de Campinas (SP). O evento será o primeiro de uma série que o Grupo Segurador fará em localidades com alto potencial de crescimento para o mercado de seguros. Campinas foi escolhida por representar, no interior de São Paulo, grandes perspectivas de expansão para os diversos segmentos de atuação do Grupo, que vão desde planos de saúde e de previdência, seguro de vida, residencial, automóveis, dentre outros.

Campinas, além de figurar como uma das dez cidades mais prósperas do Brasil e de ser o segundo maior centro econômico do estado, sedia atualmente 50 filiais das 500 maiores empresas do mundo. Dentre as oportunidades mapeadas pela Bradesco Seguros na região, está o elevado número de domicílios particulares (388 mil) e de pequenas e médias empresas (mais de 60 mil).

Já o mercado de seguro de automóvel deverá crescer acima da média do estado. Em 2013, enquanto o crescimento da frota segurável de São Paulo foi de 2,7%, Campinas registrou dois pontos acima: 4,2%. Hoje, com um veículo para cada duas pessoas, a cidade apresenta 79% de potencial de expansão no segmento, acima dos 73,9% do estado. Os dados são do IBGE, Denatran, Susep e da própria prefeitura da cidade.

Aon e Willis são destaques no Prêmio de Seguros no Brasil

Release Aon

Consultoria e corretora de seguros líder mundial, a Aon reafirmou sua posição de destaque no mercado ao conquistar três troféus durante o Prêmio de Seguros no Brasil, organizado pela revista LatAm Insurance Review (LATAMIR), uma das mais importantes e influentes publicações do segmento de seguros da América Latina. O evento teve como objetivo reconhecer empresas, produtos, serviços e pessoas que tenham contribuído para o crescimento e o fortalecimento do mercado segurador nacional ao longo dos últimos doze meses.

Na ocasião, a Aon foi premiada nas categorias Corretora de Linhas Comerciais, pelo desempenho da equipe de colaboradores e entrega de resultados aos clientes, e em Inovação em Corretagem de Seguros, com o case de reformulação e automatização de processos realizados dentro da empresa, que gerou eficiência operacional e redução de riscos. Para a concretização desta iniciativa, a companhia implantou sistemas únicos no mercado segurador, que permitem a conexão entre clientes e seguradoras.

Marcelo Munerato de Almeida, CEO da Aon Brasil, também teve seu trabalho reconhecido na premiação com o título de CEO do Ano. Para o executivo, a conquista dos três troféus demonstra a enorme capacidade dos mais de 1.200 colaboradores da empresa em entregar propostas de valor relevantes aos clientes. “Todo esse reconhecimento da LatAm Insurance Review nos estimula ainda mais a continuar aprimorando nossos produtos e serviços, além de permanecer investindo para que nossos funcionários apresentem sempre soluções inovadoras aos clientes”, afirma.

Release Willis

Willis ganha Prêmio de Seguros do Brasil como Corretor de Linhas Corporativas e Especiais

Na última quarta-feira, 27, foram divulgados os ganhadores do Prêmio de Seguros do Brasil da LatAm Insurance Review, que reconheceu as empresas e indivíduos que tiveram um papel fundamental no desenvolvimento do setor na maior economia da América Latina.

A Willis foi eleita como Corretora de Linhas Corporativas e Especiais e reconhecida como Empresa Altamente Recomendada na categoria Inovação em Corretagem com o WillPLACE, ferramenta online de colocação de seguros. Além dessa premiação, a corretora foi finalista em outras duas categorias: Provedor de Benefícios a Empregados e Corretora de Resseguros. “Essa premiação reforça ainda mais o comprometimento da Willis com seus clientes, além de demonstrar que estamos no caminho certo em busca de novas soluções e produtos”, afirma Jose Otavio Sampaio, CEO Willis Brasil.

Liberty Seguros marca presença em eventos setoriais no mês de agosto

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Durante o mês de agosto, a Liberty Seguros esteve presente em três eventos importantes para o mercado segurador. Palestras, estandes, distribuição e sorteio de brindes foram as principais ações da companhia para estreitar relacionamento com os parceiros de negócios.

O 9º Encontro Feminino de Corretoras de Seguros em Porto Alegre foi realizado no dia 1º de agosto. Durante o workshop, a gerente comercial, Daniele Dummer, da filial Santa Cruz apresentou o Estudo de Mobilidade urbana, iniciativa da companhia que identificou as aspirações dos moradores de seis capitais brasileiras sobre a cidade ideal para se viver. Além da apresentação, foram sorteados para os corretores um iPad mini e uma -bola autografada pelo pentacampeão Cafu, estrela da campanha publicitária da Liberty Seguros,.

Já o 1º Conseg Natal, realizado entre os dias 14 e 15 de agosto, também contou com a participação da Liberty Seguros. No estande da companhia foram sorteados brindes e uma bicicleta elétrica aos corretores. O diretor de Produtos Vida, Alexandre Vicente, foi um dos palestrantes e falou aos participantes sobre o futuro do mercado segurador.

No 8º Congresso Estadual dos Corretores de Seguros de Minas Gerais, que aconteceu entre os dias 21 e 23 de agosto, o diretor Regional da Liberty Seguros, Alexandre Moreira, apresentou o Estudo de Mobilidade Urbana. No estande da seguradora também foram distribuídos brindes aos visitantes do evento.

Mitsui Sumitomo Seguros faz cobertura da 23ª Bienal do Livro de São Paulo

celular rouboUma quadrilha fez um arrastão na Bienal do Livro, em São Paulo, no último domingo (31). Com a prisão dos ladrões, a polícia descobriu que eles vendiam os celulares para serem desmanchados e suas peças, vendidas. Além da prisão de membros da quadrilha e da tecnologia para recuperar os celulares, o evento tinha seguro, porém não foi contratada a cobertura para tumultos e roubos de bens dos visitantes.

A Mitsui Sumitomo Seguros foi a empresa responsável pela apólice de Seguro de Responsabilidade Civil, Serviço Social do Comercio de São Paulo (SESC), instituição responsável pela programação cultural da 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que aconteceu entre os dias 22 e 31 de agosto. A cobertura de danos materiais e corporais causados a terceiros durante a feira foi da ordem de R$ 11 MM e de R$ 7,8 MM para os stands.

A carteira de Responsabilidade Civil é parte integrante da Superintendência de Riscos Corporativos da Mitsui Sumitomo Seguros, área que também engloba os portfolios de Property, Riscos Diversos e Riscos de Engenharia e vem se reestruturado de forma importante nos últimos dois anos para se posicionar como um grande player do segmento de Grandes Riscos.