Mitsui Sumitomo Seguros faz cobertura da 23ª Bienal do Livro de São Paulo

celular rouboUma quadrilha fez um arrastão na Bienal do Livro, em São Paulo, no último domingo (31). Com a prisão dos ladrões, a polícia descobriu que eles vendiam os celulares para serem desmanchados e suas peças, vendidas. Além da prisão de membros da quadrilha e da tecnologia para recuperar os celulares, o evento tinha seguro, porém não foi contratada a cobertura para tumultos e roubos de bens dos visitantes.

A Mitsui Sumitomo Seguros foi a empresa responsável pela apólice de Seguro de Responsabilidade Civil, Serviço Social do Comercio de São Paulo (SESC), instituição responsável pela programação cultural da 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que aconteceu entre os dias 22 e 31 de agosto. A cobertura de danos materiais e corporais causados a terceiros durante a feira foi da ordem de R$ 11 MM e de R$ 7,8 MM para os stands.

A carteira de Responsabilidade Civil é parte integrante da Superintendência de Riscos Corporativos da Mitsui Sumitomo Seguros, área que também engloba os portfolios de Property, Riscos Diversos e Riscos de Engenharia e vem se reestruturado de forma importante nos últimos dois anos para se posicionar como um grande player do segmento de Grandes Riscos.

BB Mapfre e Funenseg retomam ciclo de palestras sobre

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Dirigido a corretores de seguros e produtores do setor de agronegócio, o evento já esteve em Sinop (MT) e Rio Verde (GO) no primeiro semestre deste ano.

Organizado pela Diretoria Geral de Seguros Rurais e a Superintendência Executiva de Sustentabilidade do GRUPO BB E MAPFRE, o workshop conta com a apresentação de diferentes soluções de seguro existentes para o segmento de agronegócio.

As palestras abordarão temas como o potencial do agronegócio brasileiro, os riscos inerentes à atividade, as vantagens do seguro rural e as oportunidades associadas à subvenção ao prêmio fornecida pelo governo brasileiro.

Com inscrição gratuita por meio do site da Funenseg, as próximas quatro edições do seminário já estão agendadas para 03/09/2014 em Maringá (PR), 23/10/2014 em Varginha (MG), 28/10/2014 em Passo Fundo (RS) e 05/11/2014 em Luís Eduardo Magalhães (BA).

“A sofisticação das formas produtivas visando, basicamente, a redução dos custos de produção tem demandado também uma diversificação das soluções em seguros. Por este motivo, é de suma importância a promoção de eventos que aprofundem os conhecimentos técnicos dos corretores para que, desta forma, estes profissionais possam explorar este terreno fértil que é o seguro rural no Brasil e, ainda, atender às demandas cada vez mais específicas dos agricultores”, afirma Wady Cury, diretor geral de Seguros Rurais do GRUPO BB E MAPFRE.

O seminário contará com a participação de especialistas do mercado de agronegócios, da Funenseg e de executivos da companhia. Os participantes terão ainda a oportunidade de interagir com especialistas de sustentabilidade, que promoverão um painel específico sobre como incorporar o tema à gestão do agronegócio.

“O Seminário é uma oportunidade para os produtores, corretores e executivos do mercado de seguro rural debaterem maneiras de obter sinergia entre processos produtivos e práticas sustentáveis hoje disponíveis”, afirma Fátima Lima, executiva de sustentabilidade do GRUPO BB E MAPFRE.

As inscrições para o evento na cidade de Maringá (PR) podem ser efetuadas no site da Funenseg (www.funenseg.org.br) ou por meio do link:

http://www.funenseg.org.br/eventos/evento.php?idrc=1279

Brasildental, da BB Seguridade e Odontoprev, começa a operar hoje

Fato Relevante da BB Seguridade Participações S.A.

A BB Seguridade Participações S.A. (“BB Seguridade”), nos termos do §4º do artigo 157, da Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e da Instrução CVM n.º 358, de 03 de janeiro de 2002, e em complemento ao Fato Relevante publicado pelo Banco do Brasil S.A. (“BB”) em 19 de agosto de 2010, aos Fatos Relevantes que publicou em 11 de junho de 2013 e em 05 de agosto de 2013 e ao seu Comunicado ao Mercado divulgado em 12 de março de 2014, vem informar ao mercado, ao seus acionistas e ao público em geral que:

1-Foram cumpridas todas as condições precedentes constantes no Acordo de Associação e Outras Avenças (“Acordo de Associação”) celebrado entre as suas subsidiárias integrais BB Seguros Participações S.A. (“BB Seguros”) e BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens S.A. (“BB Corretora”), o BB, a Odontoprev S.A. e a Odontoprev Serviços Ltda. e, por conseguinte, as Partes ora mencionadas assinaram em 22 de agosto de 2014 os documentos conclusivos necessários à consumação da Associação;

2-Neste âmbito, a Brasildental Operadora de Planos Odontológicos S.A. (“Brasildental”) aderiu ao Acordo de Associação, passando a ser considerada uma de suas Partes, e a BB Seguros celebrou, com a Odontoprev S.A., o Acordo de Acionistas da Brasildental.

As Partes esclarecem que iniciarão as operações comerciais decorrentes do Acordo de Associação nesta data. Brasília (DF), 25 de agosto de 2014.

WERNER ROMERA SÜFFERT

Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com Investidores

Carteira de investimentos bate a marca de R$ 401 bilhões, alta de 12,14% frente a junho de 2013

Osvaldo do Nascimento 2Release

O mercado de planos de previdência complementar aberta fechou o mês de junho com R$ 7,4 bilhões em novos depósitos registrando alta de 42,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando ingressaram R$ 5,2 bilhões no sistema. No acumulado do semestre, o desempenho andou no sentido contrário e o crescimento foi menor que o verificado em 2013. De janeiro a junho deste ano, ingressaram no sistema R$ 37,5 bilhões em novos depósitos, valor 2,88% inferior aos R$ 38,7 bilhões registrados em igual período do ano anterior, segundo dados da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 75 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

“O resultado do mês mostra que superamos a contração experimentada em junho do ano passado no auge da volatilidade do mercado, ocasionada por mudanças nas regras de alocação de recursos das carteiras, que desagradaram e assustaram os investidores”, diz Osvaldo Nascimento, presidente da FenaPrevi. “No mês a mês já notamos recuperação e a pior fase já passou”, avalia o executivo. Nascimento, entretanto, diz que ainda não é hora de comemorar. Segundo o executivo, o menor crescimento no agregado do semestre ainda inspira cautela e mostra que o baixo crescimento da economia este ano afetará o desempenho do setor.

“O setor vem retomando seu desempenho, entretanto para que possa voltar aos patamares históricos há relação direta com o desempenho da economia brasileira, em especial no que se refere a crescimento do Produto Interno Bruto e estabilidade no nível de emprego”, diz Nascimento.

Especificamente com relação a previsibilidade de regras, o presidente da FenaPrevi ressalta que “o foco do setor tem sido sempre voltado à educação financeira, na linha de permitir que o consumidor cada vez mais identifique melhor o tipo de produto adequado as suas necessidades”.

Desempenho junho

Dos R$ 7,4 bilhões arrecadados no mês de junho pela previdência complementar aberta, os planos individuais responderam pela maior fatia, totalizando R$ 6,4 bilhões em novos ingressos, alta de 41,12% frente a junho de 2013. Os planos empresariais, por sua vez, registraram R$ 869,2 milhões em novos depósitos, crescimento de 55,45% frente ao mesmo mês do ano anterior. Já o volume de novos aportes nos planos para menores obteve alta de 17,52% e resultou em R$ 152 milhões arrecadados.

Com o desempenho dos planos de caráter previdenciário em junho, a carteira de investimento fechou junho com R$ 401 bilhões, expansão de 12,14%. A captação líquida (diferença entre arrecadação e resgates) também fechou o mês com saldo positivo de R$ 4,5 bilhões.

Na análise por tipo de produto, a carteira de investimentos do VGBL passou de R$ 226,6 bilhões em junho de 2013 para R$ 266 bilhões em junho de 2014 (alta de 17,41%). Já a carteira do PGBL cresceu de R$ 76 bilhões para R$ 83,4 bilhões (alta de 9,8%), no mesmo período. A carteira dos planos tradicionais, por sua vez, registrou R$ 50,8 bilhões em junho, enquanto que no mesmo mês do ano anterior R$ 51 bilhões (-0,44%).

As informações da FenaPrevi mostram, ainda, que o sistema possuía, em junho, 2.812.752 adesões a planos empresariais (estoque e não novos entrantes) e 10.081.808 planos individuais contratados, estes últimos, por 8.383.602 pessoas (quantidade de cpf’s). Em junho, 101.963 pessoas usufruíram benefícios (aposentadorias complementares, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez).

Resultado no primeiro semestre

No primeiro semestre o setor arrecadou R$ 37,5 bilhões, apresentando um leve recuo de 2,88% frente ao mesmo período em 2013, quando foram computados R$ 38,7 bilhões em novos depósitos. A captação líquida do período foi de R$ 17,1 bilhões, volume 12,93% menor que o registrado no mesmo período do ano anterior.

Na análise por modalidade de plano de caráter previdenciário, os planos empresariais foram o destaque no período, com arrecadação de R$ 3,9 bilhões, representando alta de 20,35% no primeiro semestre contra igual período do ano anterior. Os planos para menores, por sua vez, registaram expansão de 11,17% (R$ 934,6 milhões em novos depósitos). Já os planos individuais fecharam o semestre com R$ 32,6 bilhões de novos ingressos, volume 5,45% menor que os R$ 34,5 bilhões registrados entre janeiro e junho do ano passado.

O tratamento fiscal

A opção por planos de caráter previdenciário deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador.

No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições efetuadas a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. “É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício”, diz Nascimento.

Para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. “No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL”, afirma o presidente da entidade.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações.

Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, deste modo, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.

Brasil Insurance contrata Diretor de Recursos Humanos

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Mantendo a estratégia de integração e melhoria de processos da companhia, a Brasil Insurance, primeira holding de corretagem de seguros a abrir capital e uma das líderes no país, traz Jair Pianucci para exercer o cargo de Diretor de Recursos Humanos. O executivo é graduado em Administração pela Universidade Cruzeiro do Sul e com MBA Executivo Internacional pela USP.

Com mais de 40 anos de experiência na área de Recursos Humanos, Pianucci atuou em grandes empresas como HP Brasil e América Latina, Tesis Informática, ABC Xtal e EDISA. Também foi Diretor de RH na Metlife Brasil.

Na Brasil Insurance será responsável pela implantação e desenvolvimento dos processos de recursos humanos para conduzir a empresa aos patamares das grandes companhias brasileiras e multinacionais. Reportará diretamente à presidência.

Mapfre Assistance e Dufry firmam parceria

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A Mapfre Assistance , fechou uma parceria inédita com a DUFRY – maior rede de lojas duty free do Brasil, onde os clientes Seguriviaje que adquirirem os planos Euroschengen, Platinum, Business, Business Plus e os planos EsferaTur Europa, Esmeralda, Diamante e Business receberão um convite exclusivo para participar do Programa de Relacionamento Dufryred.

O Programa oferece diversos benefícios, entre eles: check-out preferencial nas lojas Duty Free Dufry no Brasil, 10% de desconto nas compras acima de U$ 300,00 nas lojas de embarque; 10% de desconto nas compras acima de U$ 400,00 nas lojas de desembarque.

Durante o mês de setembro, todos os clientes que comprarem os planos do SEGURVIAJE participantes do benefício, receberão um convite por email e os interessados preencherão um cadastro online e receberão em casa um kit do programa de relacionamento.

Os kits serão entregues em até 15 dias após o cadastro, e serão compostos por um cartão e tag personalizados com o nome do cliente e a revista trimestral da Dufry. “Queríamos uma promoção de impacto e exclusiva, que oferecesse benefício aos clientes e um diferencial para nossos parceiros comerciais. Estamos muito satisfeitos com essa parceria”, comenta Sandro Barbosa, superintendente de Distribuição Mapfre Assistance.

Parceria entre Icatu Seguros e Tricard supera expectativas

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Próxima de completar dois anos de operação, a parceria para a comercialização de títulos de capitalização entre a Icatu Seguros e a Tricard, administradora de Cartões de Crédito do Tribanco, pertencente ao Sistema Integrado Martins, superou as expectativas. No total, foram distribuídos aproximadamente 50 mil títulos com faturamento superior a R$ 7 milhões.

O título, que se chama TRICAP, prevê pagamento mensal e resgate de 110% do valor pago ao final do prazo. O Cliente ganha dois números da sorte para concorrer. As vendas, com suporte do Tribanco Corretora de Seguros, ocorrem via telemarketing ativo para a base de Clientes da Tricard que possui cartão de crédito private label ou cobranded junto aos Varejistas Clientes do Grupo.

“Escolhemos a Icatu Seguros pela sua expertise no desenvolvimento de soluções em Capitalização e pela capacidade de customizar o melhor produto para nossa empresa. O TRICAP tem tido uma aceitação muito boa e de fato tem gerado valor para nossos Clientes, por contribuir com a educação financeira e ajudando-os a realizarem uma economia planejada. Além disso, temos a certeza de que os prêmios distribuídos através dos nossos sorteios tem feito grande diferença para os nossos Clientes” – afirma Álvaro Augusto Mendes Lopes, Diretor Tricard e Tribanco Seguros.

Caixa Seguros assume controle da Tempo Dental

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O Grupo Caixa Seguros assume hoje o controle da Tempo Dental, administradora da rede Odontoempresas. A operação de aquisição no valor de R$ 130 milhões foi fechada no fim do ano passado, mas ainda precisava da aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

A Tempo Dental, que pertencia à Tempo Participações, é uma das cinco maiores carteiras do País, com cerca de 600 mil beneficiários e um faturamento anual de R$ 100 milhões. Esta aquisição permitirá ao grupo CAIXA SEGUROS complementar sua atividade de seguros saúde e impulsionar ainda mais a venda de seguros massificados no Brasil.

“Mais de 20 milhões de brasileiros nunca tiveram a oportunidade de consultar um dentista. O potencial deste mercado é muito grande”, afirma o presidente do Grupo Caixa Seguros, Thierry Claudon. “Com a incorporação desta nova plataforma, pretendemos alcançar e suprir as necessidades de uma grande parcela da população, oferecendo atendimento de qualidade, a baixo custo, e uma ampla rede de profissionais em todo o país”, destaca.

A estratégia de expansão do Grupo Caixa Seguros reforça o objetivo de ampliar sua rede de distribuição e continuar atuando fortemente no segmento de seguros populares, tendo sido a primeira empresa brasileira a operar no ramo de microsseguros no Brasil.

AS MELHORES DA DINHEIRO – Bradesco Seguros vence ranking de seguros

Fonte: Revista IstoÉ
Luiz Gustavo PACETE

Acostumado a fazer seu negócio crescer, vendendo proteção às pessoas e empresas diante da adversidade, o setor de seguros gerais soube crescer exponencialmente em 2013, ano em que a economia brasileira teve uma expansão de apenas 2,3%. Segundo a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), no ano passado o mercado teve um crescimento de 18,9%, mais de oito vezes superior ao PIB. No total, foram emitidos R$ 57,1 bilhões em prêmios. Os bons números, segundo Neival Freitas, diretor-executivo da FenSeg, foram puxados pelos segmentos de automóveis, habitacional e massificados. “Tirando saúde e previdência, nosso setor contempla grande parte dos seguros e os números de 2013 mostram a pujança de um mercado que, mesmo em um momento turbulento da economia, está apresentando avanço considerável.”

Outras áreas menos representativas em volume, mas que se destacam em potencial de crescimento, também brilharam em 2013.0 seguro rural, por exemplo, é uma grande aposta do mercado para os próximos anos. “No ano passado, ele representou um crescimento de 57,6% e tem muito potencial”, diz Freitas. “Atualmente, somente 10% da área plantada tem cobertura de seguros e o governo vem subsidiando o seguro desses produtores.” Os seguros massificados também cresceram significativamente em 2013, com destaque para residencial e coberturas básicas. Para o segundo semestre de 2014, a expectativa é de crescimento, porém, moderado. “Vamos crescer na casa dos dois dígitos, mas haverá uma redução no ritmo de crescimento em função da realidade econômica”, diz Freitas.

O momento de desaceleração será uma oportunidade, na visão de Freitas, para que as companhias de seguros deixem suas operações eficientes e consigam focar novos produtos e serviços. “Temos aproveitado essa tendência de acomodação do setor de seguros para discutir as melhores práticas e ações para o setor”, afirma Freitas. Sem abrir mão do tradicional corretor, as seguradoras vêm investindo maciçamente na distribuição de seguros por meios digitais, de forma a reduzir os custos e a facilitar a massificação do mercado.

Foi essa receita que garantiu, novamente, à Bradesco Seguros a vitória do ranking setorial de AS MELHORES DA DINHEIRO. Segundo Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, a companhia conseguiu melhorar significativamente os resultados das apólices de automóveis, o que garantiu o diferencial neste ano. “A carteira de automóveis apresentou uma recuperação importante no segundo semestre do ano passado”, diz Rossi. “Aperfeiçoamos nossa maneira de estabelecer os preços das apólices, o que permitiu mais sofisticação na análise da carteira e dos novos clientes.” Essas alterações permitiram à Bradesco Seguros uma maior precisão na hora de calcular riscos e estabelecer preços, melhorando as margens do produto. “O ano passado foi um período de ajustes, e os frutos deverão ser colhidos em 2014 e em 2015”, afirma Rossi. Segundo o executivo, o novo cálculo não chegou a afetar a maneira de vender apólices a ponto de reduzir as perdas, o chamado índice de sinistralidade, que é a proporção entre apólices vendidas e veículos furtados ou acidentados. “No entanto, conseguimos saber quando cobrar mais pelos riscos ruins e quando ser mais competitivos nos melhores riscos”, diz ele. “Isso é fundamental em nossa estratégia de mercado, pois o seguro automotivo é a porta de entrada do cliente no mercado segurador.”

Outro pilar da estratégia da Bradesco Seguros são os ramos de seguro de vida e previdência privada. “Esses produtos são responsáveis por mais de 50% da nossa arrecadação e dos nossos resultados”, diz Rossi. Para o executivo, essa relevância vem permanecendo inalterada ao longo dos últimos dez anos, e não há sinais de mudança nesse quando. “Uma coisa não tem mudado, que é o grau de preocupação das pessoas com seu futuro, devido especialmente ao aumento da longevidade”, diz Rossi. Ele afirma estar menos animado com alguns produtos que vinham crescendo de forma dinâmica nos últimos anos, como os seguros de garantia estendida. “E um produto importante, que arrecada prêmios significativos, mas a continuidade do crescimento depende de conquistar novas redes varejistas, pois elas são as grandes responsáveis pela distribuição do produto”, diz ele.

Na distribuição, o foco da empresa é ampliar as vendas pela internet e smartphones. “As novas gerações têm uma relação muito próxima com a tecnologia e estão bastante acostumadas a comprar por internet, tablets e smartphones”, diz Rossi. “Nosso desafio é aproveitar todas as oportunidades que não param de surgir nessa área.” Um bom exemplo, na sua opinião, são os títulos de capitalização. Segundo Rossi, 12% essas apostas são fechadas pela internet.

Bradesco Saúde – Doses Maciças

Natália FLACH

Desde o fim do ano passado, um terço dos brasileiros possui carteirinhas de plano médico ou odontológico. Esse número revela que as operadoras alcançaram um grande feito: conseguiram que o número de clientes crescesse 5,6%, para 71 milhões de beneficiários, a despeito do avanço mais modesto, apenas de 2,5%, do Produto Interno Bruto. O resultado dessa conta é que a receita da indústria atingiu R$ 112,8 bilhões, uma alta de 16% em relação ao ano anterior. “Se o País cresce, as empresas contratam mais funcionários e tendem a oferecer esses benefícios na tentativa de reter a mão de obra”, afirma José Cechin, diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). “Como a atividade econômica tem caminhado para o interior, os planos de saúde têm crescido nessas regiões.” A expectativa é de que 2014 repita o desempenho do ano passado. Tanto é que, no primeiro trimestre, o mercado de planos médicos já cresceu 4,7%, enquanto o odontológico avançou 8,4%.

Não é de estranhar, portanto, que o carro-chefe do crescimento sejam os planos odontológicos. Enquanto, em 2001, havia um milhão de brasileiros que possuíam planos voltados para o cuidado da saúde bucal, hoje, já passam de 20 milhões. Segundo Cechin, a taxa de crescimento tem sido de dois dígitos,

com exceção dois últimos anos, em que rondou a casa dos 8%, mas a expansão deve continuar. Quando vemos o que aconteceu nos Estados Unidos, tudo leva a crer que o mercado tem espaço para ser ainda maior”, afirma.

Na opinião do executivo Márcio Coriolano, presidente da Bradesco Saúde, vencedora do ranking setorial de AS MELHORES DA DINHEIRO, a situação do setor de saúde suplementar destoa do ritmo da economia. “Os negócios vêm aumentando acima do crescimento populacional, em especial no setor empresarial”, diz Coriolano. Embora o foco preferencial da Bradesco Saúde sejam as grandes empresas com milhares de nomes na folha de pagamentos, o vetor mais importante do incremento nos últimos tempos têm sido as pequenas e médias, que passam por um processo crescente de formalização e de profissionalização. Mais e mais empresas estão oferecendo planos de saúde para seus funcionários, por um simples motivo: há escassez de mão de obra e oferecer um benefício como um plano de saúde ajuda na retenção dos talentos. “A primeira coisa que o funcionário quer saber na hora da contratação, antes mesmo de perguntar quanto vai ganhar de salário, é sobre a política de benefícios”, diz Coriolano.

Os números da Bradesco Saúde impressionam. No primeiro semestre de 2014, a companhia contabilizou R$ 6,9 bilhões em prêmios retidos, um crescimento de 20,4% em relação aos seis primeiros meses de 2013. A carteira total, por seu turno, avançou para 4,36 milhões de segurados, alta de 6,8%, revelando um aumento do faturamento por segurado. No caso dos beneficiários vinculados a pequenas e médias empresas, porém, o avanço foi ainda mais acelerado. O faturamento dos seguros para grupos entre três e 199 vidas cresceu 37,4% nos 12 meses finalizados em junho, passando a atender 828 mil vidas. “Só essa carteira é maior do que quase todas as empresas de saúde do Brasil”, diz Coriolano. “Nossa meta é encerrar 2014 com um milhão de pessoas na carteira.”

O principal desafio do setor é enfrentar a aceleração dos custos da saúde. A chamada “inflação médica” vem superando em larga escala a variação dos índices de preços. Segundo Coriolano, o segredo para um bom desempenho é o ganho de escala combinado com o controle apurado dos custos. “No setor da saúde suplementar, fora do crescimento não há salvação”, diz ele. Impedida por lei de ter uma rede hospitalar própria, a Bradesco optou pelo que Coriolano define como uma “verticalização virtual”. A empresa usa todo o seu poder de fogo para negociar melhores condições com hospitais e laboratórios. Os que oferecem os melhores preços recebem mais clientes. “O tratamento das doenças mais frequentes vem sendo cada vez mais intensivo em capital”, diz ele. “Por isso as empresas que tiverem mais segurados terão mais poder de barganha com hospitais, clínicas e laboratórios”, diz ele.

Liberty Seguros é a primeira a implantar a assistência Descarte Responsável no segmento de seguro auto

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A Liberty Seguros sai na frente e traz uma grande inovação no segmento auto. A seguradora, que tem disseminado boas práticas mostrando em suas campanhas exemplos de atitudes responsáveis, implanta no próximo dia 15 de setembro, a assistência Descarte Responsável para os produtos auto. O serviço, realizado em parceria com a Ecoassist Serviços Sustentáveis, auxilia na destinação correta de móveis, eletroeletrônicos, eletrodomésticos e entulho de pequenas obras e reformas, e estará disponível para novos segurados e também para clientes que farão as renovações de produtos auto da companhia.

Além da assistência para o descarte sustentável, o cliente contará também com o apoio de consultores ambientais especializados, que irão orientar o segurado com dicas práticas que podem contribuir para o consumo consciente de água, energia elétrica, reciclagem de lixo, entre outras iniciativas. “A empresa é a primeira a oferecer a assistência no segmento de automóveis. A iniciativa mostra a nossa preocupação com a problemática dos resíduos sólidos urbanos e com o desenvolvimento mais equilibrado do planeta”, afirma Wagner Papp, superintendente de Seguro Auto da Liberty Seguros.

Para solicitar a retirada ou a consultoria ambiental, o cliente deve entrar em contato pelos telefones de assistência que constam no cartão do segurado. Ao utilizar o Descarte Responsável ele receberá um certificado de destinação, garantindo que os itens foram descartados de maneira ecologicamente correta, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

O Descarte Responsável foi lançado pela Liberty Seguros em 2013, inicialmente para clientes com seguro residencial e de empresas de pequeno e médio porte.

Sobre a Liberty Seguros – Seguradora Oficial da Copa do Mundo da FIFA2014™, a Liberty Seguros está no mercado brasileiro desde 1996, quando adquiriu a tradicional Companhia Paulista de Seguros, e está entre os nove maiores grupos seguradores do país. Com prêmios de R$ 2,4 bilhões e uma carteira com mais de 1,3 milhão de segurados, tem cerca de 1,5 mil funcionários, em 72 pontos de vendas em todo Brasil. Com mais de 13 mil corretores em todo o território nacional, a Liberty Seguros possui um portfólio com mais de 100 soluções de seguros para pessoas físicas, empresas e grandes riscos. É pioneira e especialista em seguros personalizados para funcionários de empresas, o seguro de afinidade (Affinity).