IRB Brasil RE tem novo vice-presidente de resseguros

cardoso_vfFoi aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) na última semana o nome de José Carlos Cardoso para compor o quadro do primeiro escalão do IRB Brasil RE. O novo vice-presidente de Resseguros da empresa deixou a presidência da SCOR Brasil em setembro de 2014 para assumir o novo cargo, tendo sido responsável técnico e operacional pelas atividades de resseguro para toda a América Latina.

Com passagens pela Munchener do Brasil, Odebrecht Corretora de Seguros, Frank B. Hall Corretagem de Seguros/AON e Unibanco Seguradora, Cardoso é graduado em Engenharia Mecânica pela UMC e em Engenharia de Avaliações pela USP, tem pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Fundação Armando Álvares Penteado e Gestão de Riscos pela SCOR Université.

IRB Brasil RE conquista o primeiro lugar do Prêmio Aberje na categoria Comunicação de Marca

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Ao completar um ano do lançamento de sua nova logomarca, o IRB Brasil RE foi o vencedor regional do Prêmio Aberje 2014 na categoria Comunicação de Marca. Com a primeira colocação inédita em sua história, a empresa conquistou o direito de participar da terceira etapa da disputa em que concorrem nacionalmente os trabalhos vencedores de outras regiões do país. A final será realizada em São Paulo, no próximo dia 30, durante uma audiência pública em que os representantes das concorrentes terão que fazer, presencialmente, diante da Comissão Julgadora, a defesa de seus trabalhos.

A nova marca do IRB, criada pela Crama Design Estratégico, foi lançada no dia 18 de outubro do ano passado e teve como um dos objetivos de sua criação refletir a nova realidade da empresa a partir da desestatização, demonstrando maior dinamismo, agilidade e competitividade, qualidades imprescindíveis à renovação da sua identidade.

O trabalho de criação da nova marca foi potencializado por um conjunto de ações de sensibilização desenvolvidas internamente pelo IRB no sentido de apresentar a nova identidade visual aos públicos de relacionamento da empresa.

Ainda na etapa regional do Prêmio Aberje, o IRB empatou com a Petrobras na terceira colocação da categoria Comunicação Integrada, com a campanha publicitária dos seus 75 anos.

Criada pela equipe de marketing e comunicação do próprio IRB, a campanha dos 75 anos teve como principal desafio adequar o tamanho do orçamento aos seus diversos objetivos, como o de engajar os colaboradores e marcar para o público externo o novo posicionamento da empresa no mercado global, agora na condição de ressegurador privado. O destaque do trabalho foi o envolvimento dos próprios empregados como protagonistas da campanha, sob o conceito de “Foco no Futuro”, desdobrado em inúmeras variações de peças e ações de comunicação.

Há 40 anos o Prêmio Aberje tem reconhecido as melhores práticas da comunicação empresarial brasileira, marcando a trajetória de profissionais e suas organizações como protagonistas do contínuo aperfeiçoamento das narrativas empresariais. A cada edição, a Aberje atualiza seu CMR – Centro de Memória e Referência, com os cases vencedores.

Seguro aéreo deve ficar mais caro nas próximas renovações

aviao quebradoFonte: Reuters

Seguradoras em todo o mundo terão que pagar até o valor recorde de US$ 800 milhões para cobrir os danos causados por ataques a aviões em 2014, elevando os preços e também a competição no mercado. Essa conta supera em US$ 60 milhões a US$ 90 milhões o que as seguradoras ganharam em 2013 para cobrir os sinistros, como a derrubada do jato de passageiros Malaysia Airlines na Ucrânia, e poderia significar que algumas empresas terão que deixar o mercado se os aumentos de preços não forem suficientes para manter a rentabilidade.

Novas empresas ávidas por desfrutar dos preços mais elevados, mas sem a obrigação de pagar pelos sinistros passados, podem ser as grandes vencedoras nas próximas semanas, à medida que grandes companhias aéreas e seguradoras começam a renegociar os contratos anuais de seguro. “Dependendo do que acontecer nessas renovações, as pessoas poderiam reconsiderar a sua posição (no mercado)”, disse o presidente da Atrium Underwriting, Richard Harries, à Reuters. “Sabemos o preço que queremos. Se atingir esse preço, entramos, se não acontecer, ficamos fora”, disse, acrescentando que espera que a Atrium, que hoje é líder nos seguros para ataques a aviões, se mantenha neste mercado.

SulAmérica vai vender carteira de grandes riscos

agencia estadoFonte: Agência Estado

A seguradora Sul América decidiu vender sua carteira de seguros de grandes riscos a exemplo do que fez o Itaú Unibanco, segundo fontes ouvidas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Com R$ 350 milhões em prêmios anuais, o ativo, além de pequeno comparado a outros segmentos, não está no foco de sua atuação,preferencialmente no mercado de saúde corporativa e, por isso, o interesse em se desfazer do negócio.

Para intermediar a venda da sua carteira de grandes riscos, conforme executivos do mercado, a Sul América contratou o Itaú BBA. As conversas com possíveis interessados, porém, ainda não começaram. Mas,seguradoras estrangeiras, que além de crescente interesse no País têm capital para investir, estão entre as companhias que devem avaliar o ativo. Na disputa pela carteira de grandes riscos do Itaú,players como a alemã HDI, a francesa Axa e a japonesa Tokio Marine ficaram bem perto de levar o ativo adquirido pela americana Ace. Além disso, em negócios como esse, alguns grupos são atraídos só pelo acesso ao banco de dados disponível.

No entanto, o fato de o segmento de grandes riscos exigir especialização e grande escala tem feito com que algumas companhias de seguros saiam ou minimizem atuação nesta área, deixando o caminho aberto para players mais focados. Isso porque embora os contratos sejam grandes e,em alguns casos, bilionários, os sinistros, quando ocorrem, são vultosos.

A Sul América, por exemplo, reduziu seu apetite em grandes riscos após duas apólices bilionárias, uma da hidrelétrica de Jirau e outra de um terminal portuário da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), terem resultado em brigas judiciais. No entanto, ainda não fez um comunicado oficial sobre sua decisão.

Rogério Araújo, diretor da TGL Consultoria, responde dúvidas sobre previdência

rogerio araujoSonho Seguro – Vale a pena se aposentar por tempo de contribuição neste cenário de possível fim do fator previdenciário, sendo que os dois candidatos a presidência da República, Dilma Rousseff e Aécio Neves, afirmam que vão propor mudanças.

Rogério Araújo – Não enxergo o fim do fator, sem alguma compensação, como algo possível, provável.
Temos hoje o melhor e mais generoso sistema de previdência social do mundo, é tão vantajoso, tão bom, que tornou-se inviável. Se fizermos somente a conta matemática, financeira, do valor de contribuição, formando a reserva futura, essa reserva, em nenhuma tábua atuarial, de nenhuma de nossas entidades de previdência privada, proporcionariam a renda vitalícia que o INSS proporciona, e ainda temos que levar em consideração os riscos, pensão, invalidez, além de várias assistências, como Maternidade, Afastamento Temporário, por exemplo.

SS – Acredita que o novo presidente vai acabar como fator previdenciário?

RA – Se acabarem com o fator irão substitui-lo por outra regra. Uma das hipóteses em que acredito é que mude a idade mínima para aposentadoria, aumente o período de contribuição ou algo semelhante, como o projeto 85/95, com mulheres com soma da idade mais contribuição = 85 anos e homens com soma da idade + tempo de contribuição = 95 anos.

SS – Então quem já completou o período de contribuição (30 anos para mulheres e 35 para homens) deve se aposentar, mesmo com o desconto do fator previdenciário?

RA – Na minha visão quem tem tempo de contribuição para se aposentar, deve se aposentar, pode fazer contas, mas acredito que receber um benefício certo, reaplica-lo por mais 10, 12, 15 anos e formar uma reserva para complementação, é melhor e mais seguro do que esperar “um milagre” que nunca irá acontecer, que seria melhorar o benefício futuro na aposentadoria social. Veja, por exemplo, os índices de reajustes dos aposentados. Sempre inferior aos índices de reajustes do salário mínimo. Com a mudança de nossa pirâmide demográfica para um “jarro demográfico”, aumento da expectativa de vida, menor taxa de natalidade, crescimento da economia informal, é muito provável caminharmos para um Brasil em que receberemos, jovens hoje na faixa de 30 a 35 anos, um salário mínimo de benefício na aposentadoria.

Sem recursos, seguro rural pode entrar ‘em colapso’

Fonte: Portal do Agronegócio

A escassez de recursos no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) pode fazer com que ao menos 50 mil famílias de produtores de grãos e de frutas de todo o País, sendo pelo menos 6,5 mil paranaenses, fiquem sem o seguro.

Nesta semana, a Presidência da República encaminhou ao Congresso Nacional o Diário Oficial da União com o texto do projeto de lei que abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), um crédito suplementar ao PSR no valor de R$ 30, milhões, fechando assim, os R$ 700 milhões prometidos no ano passado.

Em 2013, o governo federal apontou que em 2014 haveria R$ 700 milhões destinados ao programa. Em maio, a presidente Dilma Rousseff confirmou o valor, mas no orçamento só havia R$ 400 milhões. Desse montante, R$ 260 milhões foram usados na safra de inverno, sobrando apenas R$ 40 milhões para a atual safra de verão, liberados em agosto e setembro.

Desde o dia 25 de junho a maioria das seguradoras não trabalha com a subvenção porque o dinheiro está esgotado. O governo deveria ter colocado R$ 300 milhões no orçamento, mas não o fez. No dia 4 (de outubro), foi publicado no Diário Oficial a liberação do recurso, mas ainda há um longo caminho até que de fato isso aconteça: primeiro passar por um relator, depois a Comissão Mista de Orçamento, a Câmara dos Deputados e, por fim, o Senado. Se tudo correr muito bem, sem idas e vindas, só no início de dezembro esse projeto vai ser aprovado. O segundo passo então, seria liberar o dinheiro através do Tesouro Nacional, explica o economista do Departamento Técnico Econômico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Pedro Loyola.

De acordo com a diretoria da Faep, a proposta do governo é tardia, já que o plantio da safra foi iniciado em setembro, mas ainda é tempo de o Congresso Nacional aprovar esses recursos, em regime de urgência, e em tempo dos produtores contratarem o seguro. O seguro rural, segundo a federação, sempre foi muito caro porque possui custos administrativos altos, a possibilidade de catástrofes climáticas, sendo um produto mais complexo que os seguros comuns. Em 2003, o governo federal admitiu essa dificuldade e criou o PSR, que auxilia, em boa parte dos casos, entre 40% a 70% no pagamento da apólice, dependendo da cultura, região, entre outros fatores.

Até 2009, o programa funcionou muito bem, mas a partir de 2010 e nos anos seguintes houve contingenciamento ou falta de recursos. Muitos produtores contrataram o seguro nesta safra, na espera de sair o dinheiro. As seguradoras avisaram que estão sem subvenção, e dizem que só podem passar a subvenção no momento que o governo liberar o dinheiro. Esses produtores e as seguradoras estão acreditando no Plano Agrícola. Se isso não acontecer até dezembro, teremos um colapso, porque o produtor terá que pagar o valor cheio do recurso, que tem custos muito altos, complementa Loyola.

Em carta encaminhada à Presidência da República, a Faep enfatiza que numa eventual catástrofe climática, corre-se o risco de produtores, bancos, seguradoras, fornecedores de insumos, cooperativas e toda a sociedade arcarem com custos consideráveis pela falta de ação do governo federal.

ACE tem sinal verde para adquirir a carteira de grandes riscos do Itaú

fusaoA ACE Limited (NYSE:ACE) anunciou que recebeu todas as aprovações regulatórias necessárias para a aquisição da carteira de grandes riscos de propriedade e responsabilidade civil (P&C;) da Itaú Seguros, S.A. do Itaú Unibanco S.A., uma transação que tornará a ACE a principal companhia de seguros de P&C; no Brasil. A aquisição, anunciada em julho de 2014 e avaliada em aproximadamente R$1.515 milhões (US$ 630 milhões) a taxas cambiais correntes, deverá agora ser concluída em 31 de outubro de 2014, bem antes do prazo anunciado anteriormente. A transação deverá ser acrescida ao resultado imediatamente.

A Itaú Seguros é líder de mercado no Brasil no segmento de grandes riscos, que foca em uma ampla gama de coberturas patrimoniais e de transportes para as maiores e mais sofisticadas empresas do Brasil. Com uma presença nacional, relacionamento com mais de 600 corretores e 320 funcionários, o negócio teve aproximadamente US$ 950 milhões em prêmios brutos emitidos em 2013.

“O segmento de grandes riscos da Itaú Seguros complementa e aprofunda a longa presença da ACE no Brasil de forma significativa?, disse Evan G. Greenberg, Chairman e CEO, da ACE Limited. “O negócio tem alcance nacional, ampla distribuição, um portfólio diversificado e, muito importante, uma equipe de gestão experiente, profissional e talentosa com cultura de subscrição semelhante à nossa. A combinação das nossas habilidades, talentos e capacidades complementares vai se mostrar poderosa. Estamos ansiosos para receber nossos novos colegas no Brasil na família ACE.?

As operações da ACE no Brasil atualmente incluem um negócio estabelecido de seguros de P&C; de linhas pessoais e comerciais, um negócio significativo de seguro de acidentes pessoais e de saúde complementar, bem como seguro de vida e resseguro.

O Grupo ACE é uma das maiores seguradoras multilinha de propriedade e responsabilidade civil do mundo. Com operações em 54 países, a ACE oferece seguro de propriedade e responsabilidade civil tanto comercial como pessoal, seguros de acidentes pessoais, saúde complementar, resseguro e seguro de vida para um grupo diversificado de clientes. A ACE Limited, empresa controladora do Grupo ACE, está listada na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE: ACE) e é parte do índice de S&P; 500.Para mais informações acesse:www.acegroup.com.

Diretora da Tokio Marine fala sobre a importância da solidez financeira de uma Seguradora

Artigo – Rosete Boukai Neta é Diretora Administrativa e Atuarial e Chief Risk Officer da Tokio Marine Seguradora

Um dos conceitos mais importantes do mercado de seguros é o de solvência, que é a capacidade da Seguradora honrar com suas obrigações, como o pagamento de despesas e sinistros presentes e futuros, mesmo em condições adversas. Nesse sentido, o órgão regulador tem por responsabilidade proteger os Segurados. Para isso, define regras de solvência e acompanha o desempenho das Seguradoras para intervir a tempo, sempre que detecta um sinal de alerta.

Atualmente, a Susep, órgão regulador do nosso mercado, está empenhada em fortalecer o sistema de solvência no Brasil e vem implementando, gradativamente, um modelo de supervisão baseado no conjunto de medidas regulatórias que está sendo adotada em Seguradoras e Resseguradoras da União Europeia, conhecido como Solvência II.

As novas regras de solvência têm por objetivo entender os riscos aos quais as companhias estão expostas (Subscrição, Crédito, Operacional, Mercado, entre outros). Esses riscos tornaram-se a base para o requerimento de capital das Seguradoras. Por meio de um programa de gerenciamento de riscos adequado é possível identificar, avaliar e medir tais riscos, permitindo que as Seguradoras executem sua missão e seus objetivos estratégicos, com requerimento de capital compatível ao seu ambiente de governança.

O Grupo Tokio Marine trata as questões que envolvem solvência de forma muito séria. Somos reconhecidos pela solidez financeira e pelo foco contínuo, investimento e monitoramento das questões relacionadas ao gerenciamento de riscos em todos os 38 países onde atuamos. Possuímos em nossa estrutura comitês e áreas especializadas que possibilitam o entendimento claro sobre os riscos em nossas operações, bem como a identificação de ameaças internas e externas ao nosso negócio.

Aqui no Brasil, a gestão dos riscos também faz parte do nosso dia a dia. A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, adota as melhores práticas internacionais e vem se antecipando às tendências de mercado. Já estamos preparados para os requerimentos de Solvência II e apresentamos suficiência de capital para nossas operações, o que garante a solvência da Companhia. Nosso portfólio e estratégias de negócios são definidos com base nas regras de solidez financeira.

Aliado às diretrizes da Matriz, desenvolvemos modelos de mensuração do capital que consideram as melhores técnicas estatísticas e atuariais, além de modelo de governança e estrutura de gestão de riscos eficiente, que provê à Companhia informações precisas para as tomadas de decisões. Dessa forma, asseguramos o cumprimento de nossos compromissos e a satisfação e credibilidade perante nossos Clientes.

Tokio Marine investe na área de sinistros para proporcionar maior agilidade na liberação das indenizações

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A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, tem investido continuamente em capacitação de pessoas, aperfeiçoamento e automação de processos para prestar o melhor serviço aos Corretores, Assessorias e Clientes no momento do sinistro. A área hoje conta com 225 colaboradores distribuídos em segmentos, como Automóvel, Grandes Riscos, Massificados, Vida e Afinidades. Por mês, a Companhia recebe cerca de 20 mil avisos de sinistros.

“O atendimento com qualidade e rapidez a partir da comunicação do sinistro é nossa prioridade. Somos uma seguradora que exerce com absoluta convicção a função de entregar tranquilidade quando os imprevistos ocorrem”, afirma o Diretor Alexandre Vieira, responsável pela área.

Com uma demanda de cerca de dez mil sinistros por mês, o ramo de Automóvel requer investimento contínuo em automação de processos. É o que tem feito a Tokio Marine nos últimos dois anos. Uma das iniciativas é o Gerenciador de Processos de Sinistros, que trata os documentos com a ordem de priorização adequada, o que permite o cumprimento dos prazos acordados.

“Se tivermos, por exemplo, cinco processos na mesma situação, a prioridade é para o mais antigo”, explica Vieira. Também foi implementada a pré-análise automática de documentos, que libera o analista da verificação manual de 60% dos processos. Dessa forma, ele tem mais tempo para se dedicar aos casos mais complexos. “Intensificamos nossos critérios de análise aumentando a segurança e a proteção das regras da Companhia, porém elevando a produtividade”, argumenta.

Como resultado, hoje, 95% dos reparos são autorizados em até 5 dias após a realização da vistoria, sendo 80% concluído em até 2 dias. Em casos de Roubo e Furto, o segurado tem a indenização creditada em sua conta corrente em um prazo de 4 dias após a entrega da documentação necessária. “Para agilizar a análise, disponibilizamos recentemente o upload de documentos de sinistros em nosso portal. O analista confere os documentos via Internet, e quando os originais chegam, o processo já está em andamento. Quando a demanda não requer um documento original, é possível até liquidar o sinistro”, comenta o Diretor.

Portal de Oficinas – Mais um destaque da área de Sinistros é o Portal de Oficinas, que agiliza diversos processos, como liberações de reparos e envio de notas fiscais. “Somos uma das poucas Seguradoras a automatizar essa relação. Hoje, 70% das notas fiscais de serviços das oficinas são enviadas por meio do Portal e pagas em até três dias”, explica o diretor. “Temos recebido muitos elogios de Corretores. E segundo pesquisa recente feita pelo Sindicato das Reparadoras de Veículos, já somos reconhecidos pelas oficinas como uma das melhores empresas para se operar”, informa Alexandre Vieira.

Para otimizar ainda mais o atendimento, a Tokio Marine criou o Departamento de Monitoria Proativa de Qualidade, que tem como principal objetivo acompanhar os prazos e demandas, tanto de analistas quanto de outros envolvidos, como, por exemplo, as oficinas. “A equipe tem as funções de verificar erros e atrasos no processo e propor soluções para tornar os processos mais ágeis e de qualidade. Queremos atacar a causa raiz”, explica o Diretor. Outro projeto em andamento é a automatização do fluxo e venda de Salvados, com data de início prevista para março de 2015.

Equipes especializadas – Além de melhorias de processos, o Departamento de Sinistro investe na capacitação dos Colaboradores. “Nossa equipe recebe treinamento contínuo sobre os novos fluxos e alterações na legislação. A atualização de conhecimento e a renovação das ferramentas e soluções são cruciais para suportar o crescimento da Tokio Marine”, afirma Alexandre Vieira.

Os sinistros de Grandes Riscos, por exemplo, exigem análise mais complexa e a Companhia conta com profissionais especializados em sinistros de incêndio, embarcações, aeronaves, conglomerados e obras. “Temos o time de reguladores de sinistros mais respeitado do mercado”, conclui o Diretor.

Projeto submete reajustes de planos de saúde coletivos à ANS

Fonte: Agência Senado

Reajustes dos planos de saúde coletivos terão que ser submetidos à Agência Nacional de Saúde (ANS), se um projeto de lei do senador Kaká Andrade (PDT-SE), em tramitação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), for aprovado. O texto aguarda recebimento de emendas até quarta-feira (22).
O PLS 282/2014 acrescenta um artigo à Lei 9.656/1998 para que os reajustes dos planos coletivos de saúde sejam regulados e limitados pela ANS.

O autor explica que os planos coletivos são os que utilizam uma pessoa jurídica para fazer a intermediação entre o titular do plano e a operadora. Eles existem nas modalidades empresarial, geralmente contratado pela empresa empregadora, e por adesão, contratado por associações e sindicatos.

Segundo Kaká Andrade, esse tipo de plano é o dominante no mercado nacional, alcançando 79% dos 50 milhões de beneficiários brasileiros de planos de saúde, conforme dados da ANS. No entanto, como a legislação é mais branda em relação a esses planos, está havendo a indução dos consumidores a se filiarem a associações falsas para aderirem a planos coletivos ao invés de planos individuais ou familiares.

“Na prática, contudo, os planos coletivos apresentam alguns problemas para o beneficiário, sobretudo por não terem seus reajustes regulados, o que pode redundar em aumentos abusivos”, alertou o senador. Se for aprovado pela CAS, o projeto seguirá para a análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.