Tokio Marine reforça o papel social de uma seguradora

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A filosofia Good Company, adotada pelo Grupo Tokio Marine, funciona com base em três pilares: olhar além do lucro, capacitar os Colaboradores e cumprir os compromissos. No Brasil, a Tokio Marine Seguradora segue rigorosamente essa postura, especialmente quanto ao pagamento de sinistros.

Até julho de 2014, a Companhia retornou para a sociedade R$ 782 milhões em pagamentos de sinistros. No ano passado, esta soma chegou a R$ 1 bilhão. São valores que ajudaram Clientes Pessoas Física e Jurídica a retomarem suas vidas e atividades econômicas com mais tranquilidade.

“Temos absoluta consciência de que em uma tragédia não temos como compensar o dano emocional, mas é fundamental ajudar as pessoas a recuperar o respeito e a dignidade, permitir a reconstrução e viabilizar o restabelecimento da atividade econômica”, afirma o Diretor-Executivo Comercial, Valmir Rodrigues.

Ele cita como exemplo desse compromisso social as ações empreendidas pela Tokio Marine no Japão, logo após o terremoto seguido de tsunami que causou mais de 15 mil mortes e destruiu a Costa Nordeste do País em 11 de março de 2011. Menos de uma hora após o abalo inicial, uma Força Tarefa Especial foi criada para atender as áreas afetadas com suprimentos e fornecer assistência aos Parceiros de Negócios e Segurados. A Companhia adotou, também, uma série de medidas para agilizar os processos de sinistros, como o pagamento imediato de indenizações após a identificação dos danos por satélites. “Temos orgulho em fazer parte de um grupo com esta postura”, comenta Rodrigues.

Assistência em momentos delicados

O Diretor de Sinistros, Alexandre Vieira, destaca que é preciso ter sensibilidade para lidar com determinadas situações. Ele relata: “Tivemos um caso noticiado em todo o País em 2013, quando um prédio em construção desabou na Zona Leste de São Paulo e infelizmente vitimou dez operários. A construtora era nossa Cliente da carteira de Vida. Promovemos reuniões com a empresa, os advogados e o Corretor para discutir a estratégia que ajudaria as famílias e os operários acidentados a receberem suas indenizações o quanto antes. Apoiamos o RH e familiares quanto às providências necessárias para liquidação do sinistro. Muitos são moradores da região Nordeste e a distância era uma barreira natural para dar andamento ao processo. Mais uma vez, auxiliamos a empresa a buscar informações e concluir o processo. Cerca de 80% dos Segurados receberam as indenizações em menos de um mês. Foi muito gratificante empreender todos os esforços para cumprirmos o nosso papel o mais rápido possível”.

Outro bom exemplo é a atuação proativa da Tokio Marine em caso de vendavais, granizo e outros eventos decorrentes da força da natureza. A Diretoria de Sinistros monitora as notícias e aciona a Sucursal na região atingida, colocando à disposição os reguladores e prestadores de assistência 24h em estado de alerta.

“Desta forma, nos antecipamos e lembramos aos Clientes os serviços fundamentais que contrataram e que, muitas vezes, desconhecem, como limpeza da residência, cobertura de telhado para proteção do imóvel e seu conteúdo em caso de destelhamento e hospedagem caso a residência se torne inabitável, entre muitos outros. É nosso papel fornecer suporte em horas como estas. É aí que uma Seguradora se faz presente na vida do segurado”, finaliza Alexandre Vieira.

Pagamento de Sinistros e Assistências da Tokio Marine:

Total de Indenizações pagas

– 2013: R$ 1 bilhão

– 2014 (até julho): R$ 782 milhões

Assistência Seguro Auto 24h

– 2013: 213 mil atendimentos

– 2014 (1º sem): cerca de 150 mil atendimentos (média de 25 mil/mês)

Assistência Seguro Residencial e Condomínio

– 2013: 11.552 atendimentos

– 2014 (até julho): 7.788 atendimentos

Assistência Seguro de Vida

– 2013: 7.054 atendimentos

– 2014 (1º sem): 3.619 atendimentos

Fonte: Diretoria de Sinistros da Tokio Marine

As nove companhias mais preparadas para enfrentar mudanças climáticas

viewer-2Swiss Re, Munich Re, Ace, Allianz, Prudential, Hartford, Zurich, XL Group e Sompo Japan são os nove grupos da indústria de seguros mais preparados para gerenciar riscos com perdas causadas por mudanças climáticas, segundo pesquisa do Ceres, uma organização sem fins lucrativos que defende a sustentabilidade, divulgada ontem, com 330 seguradoras entrevistadas.

“Não há dúvida de que um esforço inicial para ajustar as políticas, prêmios e investimentos seguros vão resultar em impactos menos dramáticos, evitando e reduzindo as perdas que já podemos antecipar”, afirmou Mike Kreidler, comissário de seguros para o estado de Washington, em comunidado divulgado sobre o estudo disponível no portal do Ceres (http://www.ceres.org/resources/reports/insurer-climate-risk-disclosure-survey-report-scorecard-2014-findings-recommendations/view)

Os custos globais de catástrofes naturais somaram US$ 125 bilhões em 2013, incluindo US$ 31 bilhões em perdas seguradas, um número que deverá aumentar, de acordo com o relatório. Das 330, 200 preencheram o requisito mínimo de gestão de risco. O Ceres recomenda que as seguradoras incorporem as previsões de mudanças climáticas em modelos de catástrofe e avaliem como os investimentos poderiam ser afetadas por temperaturas mais quentes.

Allianz alerta para queda nos preços de resseguros

Fonte: Agências internacionais

A Allianz, maior seguradora da Europa, teme que uma queda nos preços de resseguros aumente o risco de algumas resseguradoras não ganharem o bastante para estar preparadas para pagar coberturas convincentes em caso de catástrofes. As empresas, que ajudam as seguradoras a pagar o custo de sinistros por danos causados por eventos como furacões e terremotos, cortaram os preços de cobertura de catástrofes naturais em um quarto nos últimos anos, em meio a um declínio geral dos preços no mercado de 5% a 10%.

A queda dos preços está tornando cada vez mais difícil para as resseguradoras gerarem bons retornos, minando sua força de capital e, potencialmente, sua capacidade de agir como escudo financeiro para as seguradoras arcarem com as contas dos clientes em casos de inundação ou tempestade. “Precisamos de um equilíbrio entre comprador e vendedor”, disse Amer Ahmed, presidente da Allianz Re.

Zurich reúne clientes e corretores para aprimorar serviços e debater tendências

zurich_Logo_4c [Konvertiert]Encantar os clientes. Essa é a proposta da divisão Corporate do grupo Zurich, uma das maiores seguradoras do mundo e a quinta maior do Brasil. Uma das estratégias para atingir o objetivo está em ouvir clientes e corretores de seguros, bem como contar a eles um pouco da estratégia para a operação local, diz o vice- presidente de Seguros Gerais da Zurich Seguros, Werner Stettler, durante coquetel de abertura da 5a. edição do Zurich Corporate Conference 2014, que acontece nesta quinta-feira, no Guarujá (SP).

O evento tem o objetivo de debater o cenário econômico brasileiro e global, centralizado nas tendências do universo corporativo. “Nos nove primeiros meses deste ano, a área corporate representou 50% das receitas da seguradora e o Brasil é um país prioritário para o grupo, que conta com 3,5 mil funcionários que cuidam de 25 mil clientes em 210 países e territórios”, afirmou ele aos 140 executivos presentes, divididos entre clientes, corretores e equipe interna.

Segundo Steller, neste ano o evento acontece em um momento importante para o país. “Em quarto dias teremos a eleição para presidente da República, com decisões importantes a serem tomadas”. Apesar da expectativa de baixo crescimento em 2013, 2014 e o previsto para 2015, o Brasil continua sendo um dos principais focos do grupo Zurich. “A matriz aposta no Brasil, tanto que acaba de fechar um importante negócio com a rede varejista Via Varejo para a venda de seguro de garantia estendida. Nosso olhar é de longo prazo. Em riscos corporativos, estimamos um crescimento maior do Brasil do que em economias maduras nos próximos anos. Estamos atentos às oportunidades e também aos desafios do crescimento do setor e da economia brasileira”, disse.

A primeira palestra do dia — “Cenário Macro Econômico, Social e Político no Brasil – será proferida pelo economista Paulo Rabello de Castro, que lançou neste mês o livro “O Mito do Governo Grátis”, no qual defende que o baixo crescimento da economia é fruto de um governo que promete vantagens para todos, aparentemente sem custo para ninguém.

Em seguida, Giancarlo Greco, ex-presidente da American Express (que está em período de quarentena, prometendo voltar em breve para o mercado de cartões), empresa de cartões de crédito reconhecida pelos serviços diferenciados prestados aos clientes e também professor do Insper abordará o tema “A Organização dirigida para o cliente”. Segundo ele, a produtividade, infraestrutura e educação são pontos fundamentais para melhorar o país e todos têm de colaborar para que o Brasil se desenvolva com pequenas atitudes individuais, capazes de mudar o ambiente empresarial e também familiar.

Marcelo Mansur, sócio do escritório de advocacia Mattos Filho, abordará o tema “Prestação de serviços na indústria de seguros, abrindo um debate com clientes e corretores sobre os aspectos jurídicos dos contratos. Um tema latente para o setor, que registra um grande número de discussões sem consenso entre as partes e levadas ao judiciário.

Na parte da tarde, os convidados participarão do Zurich Market Place, com palestras com explicações e debates de 30 minutos sobre temas previamente determinados, como serviços e suporte à subscrição, segmentação de clientes e modelos de relacionamento, sinistros – atendimento e protocol, e Engenharia de Risco.

Aon realiza Fórum de Transportes e Sinistros em SP

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Para auxiliar as companhias a enfrentarem os novos cenários e as mudanças no seguro de transporte nacional e internacional, a Aon – líder mundial em consultoria e corretagem de seguros promove no próximo dia 29 de outubro o Fórum de Transportes e Sinistros, no hotel Grand Hyatt, na Capital, restrito para convidados.

Com a participação confirmada de mais de 100 executivos das maiores empresas do país, o evento colocará em pauta o novo Código Comercial brasileiro, que deve acarretar em importantes alterações na dinâmica do transporte marítimo internacional de cargas. Outro tema destacado serão as profundas mudanças na rotina de embarcadores e transportadores com as recentes determinações legais em torno do tema “Dispensa de Direito de Regresso – DDR”.

Ricardo Guirao, diretor de transportes da Aon, afirma que a realização do Fórum será importante para apresentar aos profissionais que atuam na área as novas soluções e práticas seguras. “Estamos contentes em poder reunir clientes, seguradoras e prestadores de serviço em um mesmo evento para abordarmos temas que refletem o dia a dia de nossas operações”, complementa.

O Fórum de Transportes e Sinistros é promovido pela Aon com o patrocínio da RSA e a OpenTech, além de apoio da Ace, Allianz, AT&M, Brasil Risk, Chubb, Smera, Tokio Marine e Zurich.

Serviço:

Fórum Benefícios 2014
Onde: Grand Hyatt São Paulo – Avenida das Nações Unidas, 13.301 – Brooklin
Quando: 29/10
Horário: Das 9h às 12h00

Corretor de seguros é foco de campanhas que alcançam milhões de pessoas

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O Dia do Corretor de Seguros, comemorado em 12 de outubro, foi motivo de ações inovadoras, por parte do Sindicado dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) que promoveu campanhas em homenagem à categoria em diversas mídias.

Entre os dias 8 e 12 de outubro, um vídeo enaltecendo os corretores de seguros foi veiculado na “TV Minuto” nas linhas Verde, Amarela e Vermelha do Metrô e em mais 1,5 mil ônibus urbanos na cidade de São Paulo, além de 13 terminais rodoviários em todo o estado. O alcance total chegou a mais de 5 milhões de pessoas por dia.

A mensagem trazia um teste de múltipla escolha que lembrava que 12 de outubro, além de ser o Dia da Criança, é também o dia do Corretor de Seguros. Ao longo dos quatro dias, a mensagem teve 480 inserções no Metrô e outras 160 nos ônibus e estações rodoviárias.

“Para alcançar um número ainda maior de pessoas, outro anúncio foi veiculado na edição de domingo do jornal Folha de S. Paulo”, conta o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

A homenagem do Sincor-SP também reforçou o posicionamento digital da entidade. A página do sindicato no Facebook reservou espaço para comemorar a data. Entre os dias 9 e 12 foram veiculados três anúncios: dois direcionados a corretores (homens e mulheres) e o último ao consumidor final. Somados, os anúncios tiveram 1.744 curtidas, 21 comentários e 204 compartilhamentos.

“Nossa gestão vem primando pela a valorização contínua do corretor de seguros. Por meio desse movimento, buscamos, além da justa homenagem, mostrar ao consumidor a importância de contar sempre com o suporte de um corretor de seguros na contratação de uma apólice”, afirma Camillo.

Esta não é a primeira vez que o Sincor-SP promove uma campanha de valorização do corretor de seguros. Durante a Copa Mundo, a página do Sincor-SP no Facebook exibiu mensagens que promoviam diálogo da categoria com os clientes. Com duas postagens semanais, os seguidores da página do Sindicato na rede social receberam no mural mensagens bem humoradas tendo o slogan “Conte com o Corretor de Seguros”.

Bradesco Capitalização oferece título para nipônicos

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A Bradesco Seguros, no segmento de capitalização, oferece o título Pé Quente Bradesco Nikkei. O produto, que faz parte da família “Pé Quente Bradesco”, foi formatado exclusivamente para a comunidade nipônica. Os nikkeis que moram no Brasil e no Japão podem adquirir o produto nas agências do Banco Bradesco ou pelo site www.bradesconikkei.com.br.

Com o título, os clientes concorrem a R$ 2 milhões (prêmios brutos sem descontos dos tributos incidentes) nos sorteios especiais realizados no mês de dezembro e R$ 100 mil* nos demais meses. São R$ 6,2 milhões* em prêmios durante a vigência de 24 meses. Tudo isso com um pagamento único de R$ 1 mil por boleto bancário ou debitado automaticamente na conta-corrente ou na conta-poupança.

Os produtos da Bradesco Capitalização não têm por objetivo ser um investimento financeiro, e sim uma forma de economia programada que proporciona chances de sorteio. Obtenha mais informações sobre o produto por meio do site bradescocapitalizacao.com.br

SulAmérica confirma que contratou assessoria para avaliar estratégia em grandes riscos

sulamericaComunicado ao Mercado

A Sul América S.A. (BM&FBovespa: SULA11) (“Companhia”) esclarece, em resposta ao Ofício 3.241/2014-SAE, da Superintendência de Acompanhamento de Empresas da BM&FBovespa S.A. Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, datado de 22/10/2014, que contratou assessoria para avaliar oportunidades estratégicas com relação à carteira de negócios de grandes riscos de subsidiária no segmento de seguros de ramos elementares. Os resultados da referida avaliação serão oportunamente apreciados pelos órgãos de governança da companhia, não havendo, no momento, quaisquer conclusões a serem divulgadas ao mercado acerca das oportunidades sendo avaliadas. A carteira de negócios de grandes riscos no segmento de seguros de ramos elementares da companhia registrou receita de prêmios de cerca de R$88 milhões nos primeiros seis meses de 2014, representando aproximadamente 1,4% da receita de prêmios de seguros consolidada da companhia. A seguradora manterá o mercado informado acerca de eventuais desdobramentos relevantes quanto ao objeto do presente comunicado.

10 Dicas para escrever e publicar um livro

© Copyright 2010 CorbisCorporationComo virou moda escrever livro, achei esse artigo bem pertinente para quem tem esse objetivo.

Boa leitura

Por Cássio Barbosa, consultor editorial e coordenador do projeto “Tire Seu Livro da Gaveta”, da Reino Editorial.

Escrever livros e ganhar dinheiro com eles é algo que talvez você nunca tenha parado para pensar, mas que é cada vez mais fácil de se conseguir. Isso porque há em vários segmentos uma demanda enorme por informações e conhecimentos, muitos dos quais você provavelmente já acumulou em sua vida. Ao organizar esse seu conhecimento em um livro, e torná-lo útil para outras pessoas, você também se tornará uma referência para essas pessoas, o que acabará fazendo de você uma notoriedade em sua área de atuação, incrementando sua carreira e seus negócios.

Para que seu livro seja interessante e tenha bom potencial de venda, você precisa:

• Delimitar adequadamente o assunto a ser abordado;

• Organizar o conteúdo que deseja colocar no livro;

• Estipular o tamanho que a obra terá;

• Escrever em linguagem adequada ao público-alvo;

Assim que terminar de escrever, será necessário revisar o texto e checar as informações, principalmente datas, números e valores. Dados imprecisos ou análises contraditórias podem causar o efeito oposto, afugentando clientes de seu negócio, portanto esta etapa deve ser feita com muita atenção e cautela. Uma dica importante, neste momento, é deixar o texto “esfriar” uns dias. Isso porque seu cérebro não perceberá erros imediatamente após terminar de escrever. Passado algum tempo, você conseguirá fazer uma leitura mais produtiva, percebendo melhor o que está bom e o que está ruim. Outras dicas:

• Não tenha dó de cortar frases redundantes ou que não acrescentam;

• Verifique se o que é essencial está no livro;

• Dê corretamente o crédito a citações e ideias de outros autores;

Com o texto finalizado, você poderá entrar na reta final de seu projeto, definindo a edição e a comercialização de sua obra. É importante que você saiba as vantagens e desvantagens de sistemas diferentes como a autopublicação (quando o autor banca o livro, e fica com o lucro) e a publicação convencional (quando uma editora comercial banca o livro e paga a você um percentual do lucro). Além disso, conheça o prazo, que na autopublicação chega a algumas semanas, e no sistema convencional pode levar meses (ou anos) para seu livro ser publicado, caso seja aceito pela editora. Aqui vão mais dicas:

• Providencie o registro dos direitos autorais de sua obra;

• Submeta seus originais a editoras que atuam no segmento de seu livro;

• Treine sua mão para dar muitos autógrafos!

Cardif Capitalização entra na modalidade de títulos populares

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Embalada pelo resultado positivo obtido em suas operações de 2013, a Cardif Capitalização, empresa da BNP Paribas Cardif do Brasil, subsidiária do BNP Paribas Cardif, braço segurador do BNP Paribas, comercializa títulos na modalidade popular desde agosto.

De acordo com Maurício Guazelli, diretor Comercial da companhia, a entrada na categoria possibilita à Cardif ampliar sua participação em diversos setores, sobretudo varejo e financeiro. “Estamos prospectando novos parceiros entre as principais empresas destes segmentos. O mercado de Capitalização tem conquistado muito espaço no País, e a modalidade popular se adequa muito bem ao perfil do brasileiro.”

O preço médio do novo produto é R$ 5,00, e o cliente concorrerá a sorteios de até R$ 100 mil pela Loteria Federal. Além disso, 10% do seu valor total são direcionados à uma instituição de caridade. “Como se trata da modalidade popular, acreditamos que teremos alta venda de títulos e, consequentemente, um ótimo retorno às entidades. Os brasileiros são bastante solidários, e o fato de o produto beneficiar pessoas carentes é, sem dúvida, um incentivo à aquisição, afirma Guazelli.

A modalidade popular oferece títulos baratos, de pagamento único. É comumente utilizada quando o resgate ocorre em benefício de uma organização assistencialista. Assim que realiza a compra nos pontos de vendas de diversos segmentos, o consumidor garante sua participação em sorteios mensais.

Atualmente, 35% da receita da Cardif Capitalização estão atrelados às ações provenientes das parcerias, com as quais a seguradora trabalha a modalidade de incentivo. Nesta, os clientes participam de sorteios periódicos, apurados com base na extração da Loteria Federal, por meio de seguros premiados e promoções comerciais. A partir de agora, o consumidor poderá adquirir o título diretamente nos estabelecimentos de varejo parceiros.

Desempenho em alta

O faturamento da Cardif Capitalização atingiu R$ 60 milhões em 2013, alta de 20% sobre os R$ 50 milhões registrados no mesmo período de 2012. O incremento justifica-se pela quantidade de títulos emitidos, que no ano passado superou em 32,6% o volume do exercício anterior: foram 367 milhões contra 276,8 milhões, respectivamente.

“Permaneceremos intensificando e fortalecendo nossas parcerias com empresas de importantes setores da economia. A comercialização de títulos populares vai incrementar a estratégia, e nos garantirá mais artifícios para seguir avançando no setor”, destaca Guazelli.