Premiada na categoria Empresa de Destaque como a melhor corretora de seguros on-line, a Minuto Seguros foi reconhecida pela qualidade de seus serviços em cerimônia realizada na última quinta-feira, 25 de setembro.
A homenagem, que aconteceu em São Paulo, no Salão Nobre do Circolo Italiano, reuniu importantes executivos do setor e homenageou as empresas de seguros que foram destaque em 2014. “Estamos contentes pelo reconhecimento do mercado no segmento online. Entendemos que é uma resposta dos nossos clientes ao cuidado e excelência no atendimento, dado que todo o processo é feito através de consultores de seguros que cuidam da venda e do pós-venda, humanizando a relação”, enfatiza Marcelo Blay, sócio-diretor da Minuto Seguros.
O prêmio Corretora Premium Best 2014 tem como objetivo prestigiar as corretoras de seguros que se sobressaíram no ano de acordo com suas categorias como: Seguro Automóvel, Capitalização, Seguro Saúde/Odontológicos, Seguro de Vida/Previdência Privada. Promovido pela agência Seg News, o evento está em sua 6ª edição.
O quarto artigo da série “Como investir”, sobre os primeiros passos para quem deseja começar a aplicar seu dinheiro, é dedicado aos planos de previdência privada.
Diariamente, nas próximas três semanas, o leitor interessado a começar a guardar algum dinheiro para planejar o seu futuro terá informações sobre diferentes tipos de investimentos.
Os artigos foram preparados pelo consultor de finanças pessoais, colunista do Estado e da Rádio Estadão e professor de finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV), Fábio Gallo.
1º Passo: Saber o que é um plano ou fundo de previdência privada
A previdência privada engloba fundos e planos voltados para aqueles que pretendem investir com foco na aposentadoria. Esse tipo de investimento permite que sua renda não sofra grande queda e que seu padrão de vida seja mantido quando aposentado. São os planos conhecidos como Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) e dos fundos de pensão, como explicado a seguir.
Os planos de previdência privada são administrados por uma seguradora e, além da aposentadoria, também são uma forma de poupança. Por exemplo: um avô faz um plano para seu neto usar o dinheiro para cursar a faculdade no futuro.
As instituições financeiras que comercializam esses planos são fiscalizadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e pelo Banco Central.
O plano de previdência privada é constituído basicamente de duas fases:
1. Acumulação: fase na qual o investidor faz depósitos (chamados aportes) de acordo com o contrato. Esses depósitos podem ser feitos mensalmente, de uma só vez ou em grandes aportes periódicos. O dinheiro é aplicado em um fundo de previdência privada onde o cotista é a seguradora. Essa carteira pode conter títulos de renda fixa ou renda variável.
2. Benefício: fase em que o investidor pode usufruir o que acumulou ao longo do tempo, recebendo a soma do valor aplicado (aportes) mais o rendimento.
Tipos de planos ou fundos:
1. PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre)
O Plano Gerador de Benefício Livre é uma maneira de poupar em longo prazo. Ele permite a interrupção temporária das contribuições e tem portabilidade (possibilidade de migração dos recursos de um plano para outro da mesma ou de outra seguradora). O valor de contribuição pode ser alterado ao longo da aplicação e o investidor obtém o rendimento sem cobrança de impostos ao longo do período de contribuição. Haverá incidência de Imposto de Renda sobre todo o valor do montante resgatado. O saldo é atualizado diariamente e não existe rendimento mínimo, ou seja, o fundo repassa todo o ganho financeiro líquido da taxa de administração.
2. VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre)
O Vida Gerador de Benefício Livre também é uma forma de poupar a longo prazo. O cliente pode resgatar o total acumulado ou transformar o valor em uma renda de aposentadoria. No geral, as características do VGBL são muito parecidas com as do PGBL, a diferença básica entre os dois está na tributação. No VGBL, o Imposto de Renda é cobrado somente sobre o rendimento (ganho de capital) relativo à aplicação.
3. Outros tipos de planos de previdência das famílias PGBL e VGBL
a) VRGP (Vida com Remuneração Garantida) e PRGP (Plano com Remuneração Garantida e Performance)
Os planos VRGP e PRGP garantirão, durante o período de diferimento, remuneração por taxa de juros efetiva anual e atualização monetária por um índice estabelecido em contrato, os quais deverão estar previstos em seu regulamento.
b) VAGP (Vida com Atualização Garantida e Performance) e PAGP (Plano com Atualização Garantida e Performance)
Os planos VAGP e PAGP, garantirão, durante o período de diferimento, atualização monetária por um índice estabelecido em contrato, os quais deverão estar previstos em seu regulamento.
c) VRSA (Vida com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização) e PRSA (Plano com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização)
Os planos VRSA e PRSA, garantirão, durante o período de diferimento, remuneração somente por taxa de juros efetiva anual, o qual estará previsto em regulamento.
4. Fapi (Fundo de Aposentadoria Programada Individual)
O Fapi é um tipo de Fundo de Investimento Financeiro (FIF) que tem como objetivo a poupança de longo prazo, mas sem garantia de rendimento mínimo. Embora não seja nitidamente um fundo dedicado à previdência privada, permite a formação de poupança dedicada ao período de aposentadoria. Suas características são próximas aos planos de poupança convencionais – têm benefícios fiscais, mas não há incidência da taxa de carregamento.
No Fapi não há carência, assim, o resgate do dinheiro aplicado é permitido a qualquer momento. Ao contrário do que acontece nos planos de previdência, o Fapi cuida apenas do rendimento na fase de acumulação. Ao final do período, o poupador retira todo o capital de uma só vez. Por exemplo: pode usar o dinheiro para comprar a tão sonhada chácara, uma casa ou mesmo comprar à vista um plano de previdência que garanta benefícios mensais como complemento à aposentadoria.
O Fapi não exige que a contribuição seja mensal. É possível fazer depósitos esporádicos. No entanto, lembre-se de que, quanto antes você começar a poupar e quanto mais depositar, maior será a sua tranquilidade durante a aposentadoria.
5. Fundos de pensão
São entidades fechadas de previdência privada e complementar. É tipo de fundo de investimento dedicado à complementação de aposentadoria exclusiva para funcionários de determinada empresa. Os fundos de pensão (ou Entidades Fechadas de Previdência Complementar) são entidades privadas, organizadas sob a forma de fundação ou sociedade civil, sem fins lucrativos, independentemente se a empresa patrocinadora for pública ou privada.
Os fundos de pensão são custeados parte pela empresa empregadora e parte pelos próprios funcionários. Os valores de contribuição dos planos oferecidos variam de acordo com a empresa. Os fundos de pensão têm sido usados como um instrumento de política de recursos humanos, fazendo parte do pacote de benefícios oferecidos pelas empresas. Este tipo de instrumento faz com que os funcionários decidam-se mais facilmente pela aposentadoria quando atingem a idade possível para isto.
2º Passo: Entender as diferenças entre os planos de Previdência e o Fapi
Diferenças entre PGBL e VGBL
Embora os dois tipos tenham incidência de Imposto de Renda somente quando houver resgate ou pagamento de renda, a diferença entre os dois tipos de planos é que no PGBL o valor das contribuições pode ser deduzido da sua base de cálculo do Imposto de Renda, com o limite de 12% da sua renda bruta anual. O benefício fiscal é concedido apenas para aqueles que fazem a declaração completa e também contribuem para a Previdência Oficial.
No VGBL as contribuições não são deduzidas do Imposto de Renda anual. A incidência de imposto, em caso de resgate ou pagamento de renda, ocorrerá apenas sobre o ganho de capital (rendimento das aplicações). Por isso, é um plano recomendado para profissionais autônomos, empresários ou aqueles que não pagam Imposto de Renda ou que já alcançaram os 12% permitidos para dedução em contribuições em PGBL na declaração completa.
Diferenças entre PGBL e Fapi
Os dois tipos de planos são bem parecidos com relação a tributação e operação, mas o PGBL é administrado por uma seguradora, que calcula o benefício de aposentadoria com base em cálculos atuariais. No caso do Fapi, é um banco que administra a aplicação, como outra qualquer. Quando chega o momento da aposentadoria, o investidor deve procurar uma seguradora para comprar um tipo de renda.
3º Passo: Conhecer as formas de recebimento
Os planos PGBL e VGBL oferecem aos clientes diversas maneiras de receber os benefícios na aposentadoria. É muito importante no momento de opção por um plano escolher o que mais se adapta às suas necessidades:
1. Renda mensal vitalícia
Recebimento de renda a partir da idade escolhida e pelo restante da vida. Consiste em uma renda mensal a ser paga vitalícia e exclusivamente ao participante. A renda cessa com seu falecimento, sem que seja devida qualquer devolução.
2. Renda mensal temporária
Recebimento da aposentadoria até uma idade determinada ou até o falecimento do beneficiário. Renda mensal a ser paga temporária e exclusivamente ao participante. A renda cessa com seu falecimento ou término da temporariedade estabelecida na proposta de inscrição – o que ocorrer primeiro, sem que seja devida qualquer devolução.
3. Renda mensal vitalícia com prazo mínimo garantido
Recebimento da aposentadoria de forma vitalícia e em caso de falecimento, os beneficiários receberão o benefício durante um prazo determinado. Consiste em uma renda mensal a ser paga de maneira vitalícia ao participante, durante um prazo mínimo garantido. Se, durante o período de pagamento da renda mensal, ocorrer o falecimento do participante, a renda será paga ao beneficiário (ou beneficiários), na proporção de rateio estabelecida pelo período restante do prazo mínimo garantido. No caso de falecimento do participante, após o prazo mínimo garantido, a renda ficará automaticamente cancelada sem que seja devida qualquer devolução, indenização ou compensação de qualquer espécie ou natureza ao beneficiário (ou beneficiários).
4. Renda mensal vitalícia reversível a beneficiário indicado
No caso do falecimento do beneficiário principal, o beneficiário indicado também receberá a aposentadoria pelo restante da vida. Consiste em uma renda mensal a ser paga de maneira vitalícia ao participante e, no caso de seu falecimento, ao beneficiário indicado, no porcentual estabelecido, até a sua morte.
5. Renda mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores
Consiste em uma renda mensal a ser paga de forma vitalícia ao participante, reversível ao cônjuge ou companheiro após o seu falecimento e, na falta deste, reversível temporariamente ao menor (ou menores) até que completem a idade de maioridade definida no plano, conforme o porcentual de reversão estabelecido.
6. Renda mensal por prazo certo
Consiste em uma renda mensal a ser paga por um prazo preestabelecido ao participante. Se, durante o período de pagamento da renda, ocorrer o falecimento do participante antes de ser completado o prazo indicado, a renda será paga ao beneficiário (ou beneficiários), na proporção de rateio estabelecida, pelo período restante do prazo determinado.
4º Passo: Entender o risco e retorno dos planos de previdência
1. Rentabilidade
A remuneração dos planos PGBL e VGBL é dada com base no desempenho da carteira do fundo, resultado da composição entre renda fixa ou composto, podendo ser de até 49% de renda variável.
2. Risco
A responsabilidade pelo plano é da seguradora que o administra. Por isso, busque informações sobre ela.
3. Precauções
O investimento nesses planos exige atenção para alguns aspectos:
a) Retorno: acompanhe constantemente a evolução de cotas e a rentabilidade trazida pelo seu plano.
b) Aplicação: peça muitos esclarecimentos e faça muitos cálculos até ter certeza de que a renda mensal a ser obtida na sua aposentadoria valerá à pena.
c) Rendimento mínimo: não é assegurado rendimento mínimo, nem mesmo com relação à inflação.
d) Morte: em caso de morte do participante durante o período de acumulação, o montante acumulado será distribuído aos beneficiários de acordo com o porcentual de rateio definido no momento da contratação do plano. Caso não exista a indicação de beneficiários, o montante acumulado será pago aos herdeiros legais, conforme legislação vigente.
4. Sucessão familiar
No PGBL e no VGBL, em caso de morte do participante durante o período de acumulação, a reserva acumulada vai diretamente para os beneficiários, sem entrar no inventário. Assim como a renda no período de concessão do benefício, de acordo com o tipo de renda escolhido pelo cliente. No Fapi, o valor acumulado entra no inventário.
Podem ser apontadas algumas vantagens neste caso:
a) Flexibilidade para escolher os beneficiários
Na contratação do plano a indicação dos beneficiários pode ser feita livremente.
b) Liquidez facilitada
O recebimento do benefício é feito em torno de 15 dias após entregue toda a documentação de resgate.
c) Isenção de tributos e redução de custos
Há isenção do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD). Para o recebimento de benefícios nestes planos não há envolvimento de custos advocatícios ou outras despesas judiciais como certidões e gastos com cartórios.
d) Privacidade absoluta
Os valores acumulados não entram em inventário, proporcionando uma sensível diminuição da espera e todo o desgaste com a burocracia e até mesmo evitando algumas brigas familiares.
5º Passo: Compreender os custos e tributos
1. Taxas
Nos planos PGBL e VGBL há dois tipos de taxas, a taxa de administração e a taxa de Carregamento.
a) Taxa de administração
É a taxa cobrada pela administradora do plano pelos serviços de gestão dos recursos. Esta taxa varia de acordo com a seguradora e com a modalidade escolhida. Os planos de previdência têm taxas de administração altas, se comparados a outros tipos de fundos. Essas taxas variam dentro do mercado. É muito importante o investidor pesquisar as taxas cobradas pelos planos de previdência antes de investir.
b) Taxa de carregamento
É uma taxa que incide sobre cada depósito que é feito no plano. Ela serve para cobrir despesas de corretagem e administração. Na maioria dos casos, a cobrança dessa taxa não ultrapassa 5% sobre o valor de cada contribuição. No mercado há três formas de taxa de carregamento, dependendo do plano contratado. São elas:
– Taxa de carregamento sobre prêmios: é a taxa cobrada de todos o valores aplicados mensal ou esporadicamente.
– Taxa de carregamento sobre resgates e transferências: é a taxa cobrada sobre os valores resgatados ou transferidos para outra seguradora.
Exemplo de cobrança de taxas nos planos de previdência:
Taxa de carregamento de 5% quer dizer que em cada R$ 100 depositados, somente R$ 97 serão aplicados para rendimento.
A taxa de administração é cobrada anualmente sobre o valor total aplicado. Caso você tenha R$ 100.000 e taxa de administração de 2,5%, após a cobrança o seu saldo passa a R$ 97.500.
2. Tributação
Os planos de podem são tributados com base em duas tabelas. No momento de contratação do plano de previdência o investidor deve optar entre as duas tabelas possíveis.
a) Tabela progressiva
O cálculo do tributo segue a mesma regra do Imposto de Renda anual, com cinco faixas de renda e alíquotas crescentes conforme maior renda tributável.
b) Tabela regressiva
Apresenta seis faixas de alíquotas decrescentes conforme o prazo de acumulação de cada contribuição.
Começou a temporada de troca de executivos. Lá fora e aqui no Brasil. Geralmente é neste mês que os acionistas trocam aqueles que não atingiram as metas. Ou cortam agora, antes do dissídio em dezembro, para recontratar em janeiro, com um quadro político definido, o que ajudará a ter um mínimo de previsibilidade para investimentos. Hoje a principal notícia neste sentido veio da gigante alemã Allianz.
Fonte: Bloomberg/Valor
A seguradora Allianz nomeou Oliver Baete para substituir Michael Diekmann no cargo de executivo-chefe. A indicação ocorre menos de uma semana após a turbulência que atingiu sua controlada Pacific Investment Management (Pimco) com a saída do rei dos bônus, Bill Gross.
Baete – 49 anos, membro do conselho de administração responsável por seguros de bens e contra acidentes, e por seguros para o sul e a região ocidental da Europa – vai assumir o cargo em maio, disse a seguradora em comunicado divulgado ontem. Diekmann, de 59 anos, cujo contrato expira em dezembro, ocupou o cargo por 12 anos.
Os investidores retiraram bilhões de dólares dos fundos da Pimco desde 26 de setembro, quando a Allianz informou que Gross, seu diretor de investimentos, estava se retirando da empresa para ingressar na Janus Capital Group, com sede em Denver. Analistas do Deutsche Bank estavam entre os que previram mais de US$ 200 bilhões em resgates. As ações da Allianz, que controla o maior fundo mútuo do mundo desde 2000, tiveram sua maior queda de quase três anos no dia em que a saída de Gross foi anunciada, o que subtraiu € 3 bilhões de valor de mercado da empresa.
“O primeiro desafio do novo executivo-chefe será colocar a Pimco de novo nos eixos e conter as retiradas”, disse Werner Schirmer, analista do Landesbank Baden-Württemberg, que recomenda aos investidores a manutenção das ações da Allianz. “É uma tarefa difícil. Eles agiram com tanta independência por tanto tempo.”
As ações da Allianz recuavam 1,7%, para € 125,15 no fim da tarde de ontem em Frankfurt, ampliando suas perdas deste ano para 4% e atribuindo à empresa o valor de € 57,2 bilhões. O Índice Bloomberg 500 de Seguros Europeus recuou 1,5% ontem.
Baete ingressou na empresa em 2008, vindo da McKinsey, e foi também diretor operacional e diretor financeiro.
A direção da Allianz tenta tranquilizar os maiores investidores da empresa, como BlackRock e Deutsche Bank, de que é capaz de conter as perdas decorrentes da saída abrupta de Gross – um mito do setor que ajudou a consolidar a Pimco como uma das maiores gestoras de investimentos em renda fixa do mundo. A agência de classificação de risco Moody’s disse ontem que o aumento dos saques na Pimco implicará uma redução dos lucros da Allianz. A empresa, que administra quase US$ 2 trilhões em ativos de clientes, é responsável por 25% do lucro operacional da seguradora.
Mesmo antes da saída de Gross, a Pimco andava causando estranheza entre os investidores da Allianz. Seu carro-chefe, o Total Return Fund, sofreu resgates por 17 meses consecutivos até o fim de setembro, entre os fundos da Pimco que tiveram desempenho inferior à média dos congêneres. Em janeiro, a Pimco foi obrigada a reformular sua equipe de direção após a saída de seu ex-executivo-chefe Mohamed El-Erian.
“Baete é uma das principais pessoas que asseguraram à Allianz a superação das dificuldades da crise financeira e da crise da dívida dos governos europeus”, disse o analista Ben Cohen, da Canaccord Genuity, que recomenda aos investidores a compra das ações da seguradora. “A pergunta que muitas pessoas devem estar se fazendo agora é se ele vai levar uma prática de enfrentamento mais direto das questões na Pimco.”
A Pimco também está sendo acompanhada de perto pela SEC, o órgão regulador do mercado de capitais americano, sobre a maneira pela qual atribui preços aos ativos no Total Return Exchange-Traded Fund da Pimco, que gere fundos de índice negociados em bolsa.
Diekmann disse aos analistas no início da semana que a Allianz continua comprometida com a Pimco, adquirida em 2000. O diretor financeiro, Dieter Wemmer, disse que a previsão do lucro operacional da Allianz para este ano não mudou. Poucas horas após da saída de Gross, a Pimco anunciou que Daniel Ivascyn, um dos seis vice-diretores de investimentos nomeados após o afastamento de El-Erian, substituirá Gross como diretor de investimentos.
Além de estabilizar a Pimco, Baete enfrenta desafios como administrar a queda dos retornos decorrentes das baixas taxas de juros. A exemplo da maioria das seguradoras, a Allianz tem a maior parte de seus investimentos em renda fixa, como bônus governamentais e corporativos. E a empresa está reformulando o Fireman’s Fund, sua divisão americana de bens e acidentes, que enfrenta dificuldades para continuar lucrativa.
A Allianz também está sendo pressionada pelos investidores, entre os quais a Union Investment de Frankfurt, a distribuir uma parcela de seus lucros maior que os 40% habitualmente repartidos. sob a forma de dividendos. “Que Baete era um dos candidatos sabia-se há tempos”, disse o analista Thomas Seidl, da Sanford C Bernstein, de Londres. “A pergunta é: este é o momento certo?”
Baete nasceu em Bensberg, na Alemanha, e tem MBA da Faculdade Leonard Stern de Administração de Empresas, da Universidade de Nova York. Ele trabalhou como diretor operacional após entrar na empresa, em 2008, e se tornou diretor financeiro em 2009. Diekmann comanda a Allianz desde 2003, quando a seguradora teve seu primeiro prejuízo anual desde a Segunda Guerra Mundial, devido a baixas contábeis patrimoniais e ao acúmulo de créditos de liquidação duvidosa no Dresdner Bank, banco adquirido em 2001. Ele reconduziu a empresa à lucratividade e organizou a venda emergencial do Dresdner em agosto de 2008, poucas semanas antes do colapso do Lehman Brothers.
Líder mundial em consultoria e corretagem de seguros, a Aon anuncia um novo posicionamento em âmbito global. Com uma única marca e nova assinatura Empower Results®, a companhia vai potencializar a missão de gerar possibilidades econômicas e humanas para clientes, colaboradores e comunidades ao redor do mundo. As unidades de negócio Aon Risk Solutions, Aon Hewitt, Aon Benfield e Aon Affinity permanecem desempenhando normalmente suas atividades, mas agora com uma única identidade.
Luis Felipe Barranco, diretor de marketing da Aon Brasil, afirma que a decisão de ter todas as unidades sob uma marca tem como objetivo auxiliar na identificação dos serviços prestados pela empresa, além de mostrar ao mercado de uma forma mais direta a essência da organização, que consiste em fazer a diferença a cada momento, todos os dias e em qualquer lugar. Ainda segundo o executivo, com o reposicionamento, a Aon pretende ser reconhecida em premiações Top of Mind como uma das 1.000 maiores empresas do Brasil no prazo de sete anos.
Barranco esclarece também que a companhia irá desenvolver uma comunicação visual para capturar a atenção de seu público-alvo, fazer com que reflitam sobre a mensagem transmitida e, assim, criem em suas mentes a recorrência sobre a empresa. “Com uma linguagem extremamente humana e positiva, demonstraremos algumas situações cotidianas em que a Aon é capaz de oferecer as soluções mais criativas e inovadoras”, diz.
De acordo com Marcelo Munerato, CEO da Aon Brasil, o reposicionamento da marca pode ser considerado como uma filosofia tanto profissional como pessoal. “Para alcançar os objetivos almejados, investiremos nos colaboradores para que compreendam de forma minuciosa as ambições tanto dos atuais como futuros clientes, assim como das comunidades menos favorecidas que estão inseridas em nosso dia-a-dia”, revela.
Munerato informa que diferentes métodos serão adotados para auxiliar as lideranças da empresa a obterem a máxima inspiração, motivação e produtividade de suas equipes. “Além de oferecer melhores condições de trabalho e remuneração, aperfeiçoaremos nossas ferramentas, tecnologias, o conhecimento técnico e o relacionamento com o mercado segurador, para que o nosso time tenha toda a energia necessária a fim de entregar propostas de valor diferenciadas aos nossos clientes”, comenta.
Para fortalecer esse processo, Marcelo Munerato compreende que as ações realizadas pelo Instituto Aon continuarão tendo papel fundamental no cotidiano da companhia. A entidade sem fins lucrativos da empresa, que alcançou resultados expressivos ao longo dos últimos 2 anos de existência, vai apoiar cada vez mais organizações filantrópicas, além de promover e acompanhar de perto projetos de inclusão social. Um dos exemplos é o programa de capacitação Jovem Seguro, que conseguiu formar e inserir 15 jovens carentes para atuar no mercado segurador, sendo 11 deles na própria Aon. “Toda empresa consciente tem que ter envolvimento próximo com as comunidades e, portanto, as demonstrações de união, atitude e solidariedade serão cada vez mais estimuladas internamente”, finaliza.
A economista-chefe da Icatu Seguros, Vitória Werneck (foto), é direta e contundente. Para ela, seja quem for o ganhador das eleições presidenciais, vai encontrar o país em uma “encruzilhada”. “Minha projeção é de que teremos um crescimento de 0,27% nesse ano, o que reflete uma economia praticamente estagnada. Estamos crescendo muito pouco e com a inflação alta, e essa é uma situação bastante complicada para se resolver”, declarou em entrevista coletiva que antecedeu a sua palestra para associados da Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (1º).
A necessidade de realinhar os preços dos combustíveis, energia e transporte urbano, que foram congelados para que a inflação não ultrapassasse o teto da meta, é um dos fatores que mais preocupam a economista. “Os preços foram artificialmente represados pelo governo e talvez não seja possível ajustá-los ao mesmo tempo, para não aumentar muito a inflação, mas isso terá de ser feito o quanto antes”, avisou Vitória
A fórmula para que o país entre novamente nos trilhos, defende, é voltar à política macroeconômica dos governos Lula e FHC. “Eles passavam ao Banco Central o mandato para cumprir a meta de inflação estabelecida pelo próprio governo. E o BC cumpria. A política fiscal do Ministério da Fazenda gerava superávit primário, que funciona como a poupança do governo. Então, tendo esta poupança, não era necessária emissão de dívida pública para financiar gastos”, explicou.
Na visão da economista-chefe da Icatu Seguros, a explicação para o momento difícil da economia brasileira não passa mais pela crise externa, uma vez que os últimos registros sobre a economia americana são bastante positivos e até os países europeus, que enfrentaram recessão, já estão reagindo. “Vai ser duro o ano de 2015, mas se quem ganhar a eleição der um choque de credibilidade duro no começo, e mostrar que vai cumprir o estipulado caso faça chuva ou faça sol, já poderemos esperar novos investimentos. Esse choque vai fazer o investidor estrangeiro pensar no Brasil e o empresário brasileiro voltar a investir”, indicou a economista. E salientou: “Se for a Dilma quem for eleita, ela vai ter que se convencer de que é bom retomar o que o Lula fazia”.
O Produto Mapfre Educacional MUltiflex, da Mapfre Seguros, uma das marcas do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE, conquistou, pela terceira vez consecutiva, o Prêmio TOP Educação, na categoria Seguro Educacional. O TOP Educação é uma pesquisa quantitativa de participação espontânea que tem como objetivo apontar as marcas mais lembradas entre as empresas que atuam na área de educação.
As empresas interessadas inscrevem-se em até duas categorias, das 32 listadas, como sistema de ensino, escola de idiomas, editora de livros, instituição de ensino, e outras. Após a fase de inscrição, é aberta uma votação para ao público geral. Promovido pela revista Educação, da editora Segmento, desde 2006, o prêmio é concedido às marcas mais lembradas no setor de produtos e serviços ligados ao setor educacional.
O Mapfre Educacional MUltiflex foi pelo terceiro ano consecutivo o produto mais lembrado. O produto é voltado ao setor privado (escolas) e tem como viés o caráter social de possibilitar ao estudante a continuidade dos estudos nas situações de morte natural do responsável financeiro, invalidez permanente total e parcial por acidente, incapacidade física total e temporária e desemprego involuntário sem justa causa. Para Bento Zanzini, diretor geral de Seguros de Pessoas do BB e Mapfre, o prêmio é um reconhecimento da importância do seguro para a Sociedade e da qualidade do Produto Mapfre Educacional.
“O seguro educacional é uma proteção financeira e tem por finalidade o pagamento de mensalidades escolares, pelo período contratado, nos casos de morte do responsável por aquele pagamento. Trata-se, portanto, de um importante mecanismo de proteção social, uma vez que contribui, direta ou indiretamente, para minimizar dificuldades que os titulares desses seguros e respectivos beneficiários possam vir a enfrentar caso ocorra algum infortúnio ao segurado. Além disso, protege também as escolas dos riscos de sua responsabilidade”, comenta.
Já está disponível no site da Previdência Social, o “Fator Acidentário de Prevenção” (“FAP”) de cada empresa, o que poderá trazer impacto no valor das contribuições previdenciárias (incidentes sobre a folha de salários) a serem pagas pelas empresas durante o ano de 2015.
O FAP é um multiplicador – variável de 0,5 a 2,0 – da alíquota do “Seguro de Acidente de Trabalho” (“SAT”) que é calculado pelo Ministério da Previdência Social com base nos índices de freqüência, gravidade e custo das doenças ocupacionais e acidentes de trabalho ocorridos nas empresas.
Dessa forma, para a obtenção da alíquota do SAT que será vigente durante o ano de 2015, os contribuintes deverão multiplicar suas alíquotas de SAT pelo índice do FAP disponibilizado.
Exemplo de Cálculo:
Alíquota de SAT da empresa = 3%
Índice FAP da empresa = 1,5
SAT de 2013 será: SAT x FAP = 3 x 1,5 = 4.5%
Dessa forma, as empresas que apresentam baixos índices de doenças e acidentes de trabalho (consequentemente, baixo FAP), poderão ter redução na alíquota do SAT (seja ela de 1%, 2% ou 3%) em até 50% (cinquenta por cento), de acordo com as medidas de segurança adotadas.
Por outro lado, as empresas que apresentam altos índices de doenças e acidentes de trabalho (consequentemente, alto FAP), poderão sofrer elevação de sua alíquota de SAT em até 100% (cem por cento).
Segundo especialistas do Trench, Rossi e Watanabe, um dos maiores escritórios da área de Direito Empresarial do País, é importante verificar o índice FAP aplicável para o ano de 2015, bem como atentar para a importância da análise dos números constantes do “rol de ocorrências” do período.
A verificação do índice do FAP aplicável ao ano de 2015 poderá ser feita no link: https://www2.dataprev.gov.br/FapWeb/pages/login.xhtml, mediante a digitação do CNPJ da empresa e senha de acesso (mesma senha utilizada para verificar o extrato de regularidade das contribuições previdenciárias no sítio da Receita Federal).
Em caso de discordância dos números apresentados pelo Ministério da Previdência Social ou das ocorrências consideradas no cálculo, os contribuintes poderão apresentar contestação, no período de 30 de outubro a 1º de dezembro de 2014, perante o Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional – DPSO, mediante preenchimento de formulário eletrônico disponibilizado no site.
Vale ressaltar que as empresas que estiverem impedidas de utilizar FAP inferior a 1,0 (em razão de casos de trava decorrentes de morte de funcionário, invalidez permanente ou alta taxa média de rotatividade) deverão preencher outros formulários eletrônicos para afastar tal impedimento no período de 1º a 31 de outubro de 2014. Além disso, o formulário deverá ser posteriormente homologado eletronicamente pelo Sindicato competente até 18 de novembro de 2014.
Outro fator relevante é que as empresas podem discutir judicialmente a aplicação do FAP, desde o ano de 2010, bem como a indevida majoração da alíquota básica do SAT desde 2009.
A Ikê Assistência 24 Horas é patrocinadora do VII Fórum Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, promovido pela FenaPrevi, que esse ano terá como tema “O que será o amanhã? O setor como agente de transformação”. Entre os debates, o fórum abordará as mudanças nas relações de consumo com palestra do publicitário Walter Longo sobre a “Gestão na Era Pós-digital”.
Para Marusia Gomez, Diretora Geral da Ikê Assistência Brasil, o debate é extremamente oportuno. “O setor deve acompanhar a evolução da sociedade”, afirma a executiva destacando que, para atender às novas necessidades do consumidor, a Ikê renovou seu portifólio e desenvolveu novos produtos e serviços. Marusia destaca que serviços como Assistência Helpdesk & Tech, Escolar, Vitima de Crimes, Funeral, Inventário, Descarte Ecológico, bem como serviços de Concierge e gestão de Programas de Recompensas, entre outros que estão em linha com as expectativas deste novo consumidor.
O evento acontece no dia 28 e 29 de outubro das 8h às 19h, no Hotel Unique, em São Paulo, e as inscrições podem ser feitas pelo site http://www.forumvidaeprevidencia.com.br.
A SulAmérica apresenta o musical “Lampião e Lancelote” para o público de Recife nos dias 4 e 5 de outubro. O repente nordestino reconhecido pelo prêmio Bibi Ferreira é atração do Circuito SulAmérica de Música e Movimento. Funcionários, corretores e clientes da seguradora têm desconto de 30% na compra de até dois ingressos. É necessário apresentar documento que comprove a ligação com a companhia.
O espetáculo músico-teatral conta com a direção de Debora Dubois, que convidou o cantor e compositor Zeca Baleiro para assinar a trilha e a direção musical. A peça conta a história do cavaleiro Lancelote, o melhor da Távola Redonda do Rei Arthur, que desafia Lampião, o cangaceiro mais famoso do nordeste brasileiro, para saber quem faz o melhor repente.
Lampião e Lancelote é uma adaptação da obra homônima de Fernando Vilela, que ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura, o mais importante prêmio literário do Brasil. O espetáculo foi o vencedor do Prêmio Bibi Ferreira 2012/2013, a premiação mais importante do teatro brasileiro, em três categorias: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Ator Revelação e Melhor Figurino, e foi reconhecido no 57º Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como Melhor Espetáculo para Jovens.
O Circuito SulAmérica de Música e Movimento é uma iniciativa da seguradora que visa democratizar o acesso à cultura pelo País. Em 2014 o projeto completa sete anos de existência e já patrocinou espetáculos como Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Tim Maia – Vale Tudo, o musical, Alô Dolly e Cabaret.
Luciano Bezas deixou a área de afinidades da Tokio Marine em maio para assumir a diretora da serviços da Via Varejo. Um desafio e tanto para um profissional com grande experiência. E seis meses com Bezas na direção temos uma grande notícia. Ontem, Zurich e Via Varejo e Zurich anunciaram um acordo de R$ 850 milhões, que tira a Garantec, então dona desse negócio, da liderança. Fundada em agosto de 1998 por dois grandes grupos: o Unibanco e a Multibrás Eletrodomésticos, atualmente a Garantec faz parte da Itaú Seguros.
Segundo fontes do setor, o Itaú não vinha muito feliz com um produto que arranhava a imagem de sustentabilidade do banco. Segundo fato relevante, a partir de ontem (1 de outubro), a Garantec não é mais responsável pela venda deste produto na Via Varejo. O garantia estendida é o líder de reclamações de consumidores e por isso a Susep, órgão que fiscaliza e regulamenta o mercado segurador, baixou normativos entre 2013 e primeiro semestre de 2014, para tentar proteger o consumidor, principalmente da venda casada. A CNSeg tem apoiado iniciativas que visam a transparência e sustentabilidade do setor, uma vez que o produto tem relevância no canal de vendas varejo. Segundo dados do CEO da AL da Zurich, Antonio Cassio dos Santos, o grupo suíço passa a ser a maior do mercado nacional de garantias estendidas, com 45% do faturamento total do segmento e à frente da Cardif (16%) e do Bradesco (12%).
O acordo prevê a exclusividade do canal por oito anos. Através da transação, a seguradora espera gerar um volume de prêmios que exceda R$ 1,3 bilhão (em torno de US$ 530 milhões) no primeiro ano. “Nós estamos orgulhosos de sermos capazes de oferecer aos nossos clientes uma solução que é respaldada pelo Grupo Zurich e sua solidez financeira e experiência global de seguros. Não há dúvidas de que esse mercado continua a ter um grande potencial de crescimento rentável e sustentável nos próximos anos”, afirmou Santos ao jornal Estado de S.Paulo. O faturamento previsto foi calculado, segundo o executivo, a partir das 13 milhões de apólices (dados de 2013) já existentes das Casas Bahia e Pontofrio.
Em fato relevante, a Via Varejo acrescentou que pagará R$ 584,3 milhões pela rescisão antecipada de contratos com a Itaú Seguros, que há dez anos era a parceira da maior varejista de eletrodomésticos e móveis do país, informa o Valor. “A nova regulamentação nos deu segurança para investir nesta modalidade de seguro”, disse Santos.
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