Capitalização da Bradesco Seguros distribui cerca de R$ 5,4 milhões em setembro

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O segmento de Capitalização da Bradesco Seguros distribuiu cerca de R$ 5,4 milhões (valor bruto) em prêmios de sorteio no mês de setembro. Foram 136 títulos contemplados, sendo 57 em São Paulo; 16 na Bahia; 11 em Minas Gerais; 10 em Pernambuco e no Rio de Janeiro; 7 no Paraná; 4 no Ceará e em Santa Catarina; 3 no Rio Grande do Sul; 2 no Amazonas e no Pará; e 1 nos estados de Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba e Rio Grande do Norte, além do Distrito Federal.

O site bradescocapitalizacao.com.br disponibiliza os resultados dos sorteios dos títulos de capitalização. Para fazer a consulta dos números sorteados, basta acessar o site, clicar em “Resultados dos Sorteios”, em “Confira Agora” e selecionar um ou mais produtos. O site disponibiliza, para conferência, os resultados do mês corrente e anteriores. Além disso, o cliente que possui acesso ao Bradesco Internet Banking tem a facilidade de consultar o seu saldo, combinações para sorteio e o informe de rendimentos dos seus títulos de capitalização.

Susep aprova integração e Yasuda Marítima “nasce”com faturamento superior a R$ 3 bilhões

Francisco Vidigal Filhorelease

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) concedeu aprovação definitiva para o processo de incorporação da Yasuda Seguros pela Marítima Seguros, ambas subsidiárias do Grupo Sompo Japan Nipponkoa. Com a medida publicada hoje no Diário Oficial da União (Portaria nº 6.045, Seção 1, pág. 41), a companhia passa a atuar como uma empresa única, com expectativa de faturamento acima de R$ 3 bilhões em 2014 (incluindo a subsidiária Marítima Saúde), o que representa um valor 15% superior à soma do que foi obtido pelo Grupo Marítima (Marítima Seguros e Marítima Saúde) e Yasuda Seguros. Além disso, a companhia conta hoje com cerca de 1 milhão de segurados e registra aproximadamente R$ 1,2 bilhão em ativos totais, Patrimônio Líquido de R$ 990 milhões e 42 filiais em todo o território nacional.

A partir desta aprovação, Mikio Okumura passa a ser membro do conselho de administração do Grupo no Brasil e Francisco Caiuby Vidigal Filho será o presidente da Yasuda Marítima. Como um grupo único, que contempla a Yasuda Marítima Seguros e a subsidiária Marítima Saúde Seguros, a companhia está entre os dez maiores grupos seguradores do Brasil e atua com uma ampla gama de produtos, desde os seguros pessoais (Automóvel, Residência, Acidentes Pessoais etc) e Corporativos (Auto Frotas, Transportes, Pessoas, Empresarial, Equipamentos, Responsabilidade Civil, entre outros), além das modalidades de Seguro Saúde que integram a carteira da Marítima Saúde Seguros.

A companhia trabalha agora no processo de integração de sistemas e produtos com o objetivo de obter mais eficiência e gerar mais benefícios aos segurados e corretores de seguros. Inicialmente devem ser incrementados produtos na área Corporativa, tais como Auto Frota, Transportes, Riscos Nomeados, Riscos Operacionais, Lucros Cessantes e Roubo.

Em 2009, a Marítima Seguros, uma companhia fundada em Santos (SP) há 71 anos, vendeu 50% de sua participação acionária à Yasuda Seguros, que atua no Brasil desde 1959 e é subsidiária do Grupo Sompo Japan (hoje, Grupo Sompo Japan Nipponkoa). No início de 2013, o Grupo Sompo Japan Nipponkoa, por intermédio da Yasuda Seguros S.A., aumentou sua participação, assumindo o controle acionário da Marítima Seguros S.A. Já em abril de 2014, a companhia obteve a aprovação prévia da SUSEP – Superintendência de Seguros Privados, para se chamar Yasuda Marítima Seguros. A aprovação final do órgão regulador foi concedida e publicada no dia 7 de outubro de 2014.

Francisco Caiuby Vidigal Filho, presidente da Yasuda Marítima Seguros: “Vimos conduzindo o processo de integração com muita tranquilidade. Afinal, essa é uma parceria que começou há cinco anos e nada mais natural que evoluísse. A companhia já investiu na implementação em tecnologia de ponta e em melhorias de processos, o que vai trazer um incremento ainda mais significativo na eficiência e qualidade dos serviços prestados aos segurados e parceiros corretores de seguros”.

Icatu Seguros lança seguro para profissionais liberais

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Com objetivo de atingir um mercado representativo e em expansão, a Icatu Seguros lança um seguro de vida focado nos profissionais que trabalham por conta própria. O novo produto, chamado Profissional Liberal, foi desenvolvido especialmente para esse público e conta com diferentes combinações de coberturas e franquias para a Diária por Incapacidade Temporária (DIT), possibilitando uma solução adequada ao cliente

“Sabemos como a renda do profissional liberal é impactada quando ele fica impossibilitado de trabalhar devido à doença ou a um acidente. Por isso que desenvolvemos um seguro especialmente para quem exerce sua atividade de forma autônoma” – afirma Bernardo Dieckmann, diretor de Produtos de Vida da Icatu Seguros. O executivo comenta que o produto possui um diferencial para contratação por médicos ou dentistas, que é a escolha de uma indenização majorada, ou seja, com pagamento integral, para a cobertura de Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA). Bernardo ainda cita dois destaques do produto: a opção de incluir as doenças ocupacionais de L.E.R , D.O.R.T e L.T.C. na cobertura do D.I.T., além da possibilidade de escolha da franquia de 15 dias ou reduzida de 7 dias, para eventos decorrentes de doença.

Sobre o Produto Profissional Liberal

O produto, que pode ser contratado por pessoas entre 18 e 64 anos, engloba as seguintes coberturas:

– Diária por Incapacidade Temporária (DIT): o segurado recebe o pagamento de diárias para proteger sua renda mensal caso comprove sua total, contínua, porém temporária, impossibilidade de exercer sua atividade remunerada durante o período do tratamento médico, em consequência de doença ou acidente pessoal coberto. E ainda pode escolher se deseja contratar franquia reduzida de 7 ou normal de 15 dias para eventos decorrentes de doença. Não há franquia para acidente. Além disso, o cliente pode optar por contratar cobertura para eventos decorrentes de L.E.R, D.O.R.T e L.T.C. (Lesões por Esforço Repetitivo, Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho e Lesão por Trauma Continuado);

– Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA): o segurado recebe uma indenização, proporcional ao grau de invalidez, em caso de perda, redução ou impotência funcional definitiva – total ou parcial – de um membro ou órgão, decorrente de acidente pessoal coberto. O público de médicos e dentistas pode optar por contratar a majoração da cobertura de IPA, garantindo o pagamento integral da indenização de 6 membros ou órgãos;

– Indenização Especial de Morte por Acidente (IEA): o beneficiário do segurado recebe uma indenização caso o segurado venha a falecer por motivo de acidente pessoal coberto;

– Serviço de Assistência Funeral (SAF) , podendo o segurado escolher se deseja contratar cobertura Individual ou Familiar.

Além dessas coberturas, que são obrigatórias, o cliente pode também contratar a cobertura opcional de Indenização por Morte. O produto oferece ainda benefícios como as assistências Qualidade de Vida e Viagem Familiar 24 horas além de um sorteio mensal de R$ 100 mil.

Benefícios para o corretor

O corretor tem a liberdade para definir a comissão mais adequada, com autonomia para fechar suas vendas. São três opções de carregamento comercial para sua livre escolha. Além disso, foi elaborada uma ferramenta de cotação off line, que auxiliará o corretor no fechamento de seus negócios, permitindo diversas simulações.

Allianz revela plano de exposição da marca no Allianz Parque

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Quarta-feira, 08 de outubro de 2014 – Batizar o Allianz Parque com seu nome tem se mostrado um investimento com retorno melhor que o esperado, afirmou nesta terça-feira, 7, o diretor de Gestão de Mercado e Estratégia da seguradora. O executivo explicou que os benefícios em termos de marketing começaram desde o anúncio da parceria, com a exposição espontânea da marca na imprensa.

Como exemplo das exposições da marca Allianz na arena, ele contou que a maior parte das aplicações será nas fachadas internas e externas do espaço. Os visitantes puderam conferir várias delas, que já integram o interior do estádio. “O Allianz Parque tem o maior letreiro entre as arenas do grupo no mundo. Até mesmo que o do Allianz Arena, de Munique, que é o maior da Europa”, explicou o executivo.

Gomes destaca ainda que a decisão de conceder a marca à arena ocorreu baseada em três pilares: exposição de marca, plataforma de relacionamento e geração de negócios. Pesquisa realizada pela empresa americana Performance Research, mostrou que 90% dos entrevistados recordavam sem pestanejar qual era a empresa patrocinadora das arenas esportivas da sua cidade, sendo que 61% sentiam que o naming rights valorizou as respectivas comunidades.

“Somos especialistas em criar identificação com o público de um jeito não tradicional, mas muito eficiente”, declarou o executivo se referindo a expertise da seguradora em naming rights, já que além do membro brasileiro, possui ainda a Allianz Arena, em Munique, o Allianz Riviera, em Nice, o Allianz Stadium, em Sydney, o Allianz Park, em Londres, e o mais novo integrante da Família de Arenas, o Allianz Stadion, em Viena.

Segundo Gomes, o mercado está descobrindo agora o potencial do naming rights adotado pela Allianz há quase dez anos. Para ele, o tamanho de investimento necessário para se conquistar o mesmo grau de exposição conseguido através do modelo, nas mídias tradicionais, justifica seu sucesso. Citando pesquisa do Sports Business Daily, o valor pode chegar a 10 vezes mais, ou seja, quase inviável. A AT&T, que batiza o AT&T Park, nos EUA, deixou de gastar US$ 4,1 bilhões em dois anos para investir US$ 43 milhões e ter o mesmo números de menções na televisão, no mesmo período. Além do que, perto da relação física que o consumidor estabelece com a marca, a propaganda passiva se mostra limitada.

No caso do Allianz Parque, o espaço será usado como a principal plataforma de relacionamento da seguradora para firmar a marca perante seus públicos-alvo: clientes, consumidores em geral, e especialmente o corretor. “Temos o direito de promover eventos internos na arena, no Centro de Convenções, uso dos camarotes, cadeiras VIP para jogos, concertos, eventos, etc, e o principal beneficiário desse pacote de serviços é o corretor”, disse Gomes.

Além dos benefícios tradicionais, a Allianz tem, por contrato, a preferência de escolha nos seguros ligados aos eventos realizados no espaço, e as obras realizadas pela construtora WTorre, pelos próximos anos. “É um modelo de negócios único no país”, resumiu o diretor.

AGCS realiza pela primeira vez fórum sobre tendências no mercado de resseguros

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A Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) realizará pela primeira vez no Brasil o AGCS Academy, fórum sobre as principais tendências do setor de resseguros, no dia 13 de outubro, em São Paulo. Voltado exclusivamente para clientes da empresa e corretores, o evento apresentará três visões sobre o mercado de seguros brasileiro: o das resseguradoras, o panorama econômico e a perspectiva do cliente.

Para tratar dos temas, a AGCS convidou o economista Alexandre Schwartsman e Pedro Janot, presidente do conselho da Azul Linhas Aéreas, que vão mostrar um panorama sobre a economia brasileira e ainda sobre a gestão de riscos corporativos na visão do cliente, respectivamente.

O Membro do Conselho Global da AGCS, Harmut Mai, fará uma apresentação sobre o papel das resseguradoras na inovação em produtos e soluções que atendam atuais demandas do mercado. “O AGCS Academy tem como objetivo promover um debate atualizado sobre tendências no mercado. Esse evento faz parte de uma iniciativa global da AGCS , que tem o compromisso de transferir conhecimento e inovar nos mercados onde atua”, diz Angelo Colombo, CEO Regional da América do Sul.

Além dos executivos citados, o AGCS Academy contará com apresentação da diretora de Responsabilidade Civil da AGCS, Juliana Alves, e da diretora de Linhas Financeiras da AGCS, Fabiana Campos, que vão falar sobre estruturação de soluções internacionais de resseguros para clientes brasileiros com unidades em diferentes países. Durante o evento, o diretor de Riscos Patrimoniais da AGCS, Wilson Saliba, introduzirá um conceito de vanguarda para os seguros de interrupção de negócios.

Porto Seguro está entre as ações recomendadas para evitar a volatilidade do período eleitoral

Fonte: Infomoney

O cenário eleitoral tem trazido altas emoções para a bolsa brasileira nas últimas semanas. Primeiro houve uma disparada com as chances da candidata Marina Silva (PSB) ser eleita presidente. Depois, com a queda de Marina nas pesquisas, houve a ressaca e o Ibovespa recuou 11,7% no mês de setembro. No entanto, como se proteger de tamanha volatilidade na bolsa? O analista Flávio Conde, da Gradual Investimentos lista quatro ações para quem está preocupado com esse cenário: Porto Seguro, Eternit, Telefonica e AES Tietê.

Segundo o texto, a seguradora é a quarta maior do Brasil e líder nos segmentos de automóveis e residência. Conde afirma que os resultados da empresa têm sido crescentes com retornos sobre patrimônio líquido acima de 25%. “A Porto Seguro tende a passar mais tranquila que a média do mercado porque vende produtos pouco afetados pela eleição e pode aumentar seus resultados caso os juros subam. Ademais, o investidor deve receber 6,1% em dividendos ao longo dos próximos doze meses bem acima dos 2,7% da média das ações brasileiras”, relata o especialista.

O Allianz Parque inaugura uma nova fase do futebol brasileiro, afirma Felipe Gomes, diretor da Allianz

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7 perguntas para Felipe Gomes

O futebol brasileiro está se tornando um negócio grande e cada vez mais profissional, analisa o diretor de Gestão de Mercado e Estratégia da Allianz Seguros, Felipe Gomes. Para ele, a inauguração do Allianz Parque começa uma nova fase do esporte nacional. “Vamos trazer o torcedor de volta para o estádio e apresentar a ele também o melhor espaço para shows da cidade de São Paulo”. Confira a entrevista com o executivo.

1) Por que a Allianz investe em naming rights?

O esporte é uma língua internacional que desperta paixões. É por isso que a Allianz está fortemente envolvida no patrocínio esportivo ao redor do mundo e investe em arenas. Atualmente, o grupo possui seis delas com a sua marca: Allianz Arena, na Alemanha; a Allianz Stadium, na Austrália; Allianz Park, na Inglaterra, e Allianz Riviera, na França. Sendo que o quinto anúncio foi o do Allianz Parque, em São Paulo. O mais recente é o Allianz Stadion, em Viena, na Áustria. Dependendo do mercado e dos objetivos relacionados, naming rights pode cumprir diferentes papéis, ajudando a criar conscientização de marca e reconhecimento, por exemplo.

2) Quais benefícios a empresa tem ao aplicar este modelo no Brasil?

A Allianz só investe em naming rights em mercados estratégicos. O Allianz Parque é o maior investimento da seguradora no Brasil até o momento. Esse novo naming rights faz parte de uma série de outros investimentos que a Allianz Seguros está fazendo no país. Por contrato, a marca Allianz Parque permanecerá por 20 anos, pelo menos, com possibilidade de prorrogar por mais dez. Isso mostra que a companhia encara seus aportes no Brasil como um investimento de longo prazo.

3) Quais os benefícios que Allianz espera ter de aplicar este modelo em São Paulo?

O Brasil é um mercado importante e emergente para a Allianz e São Paulo é o centro econômico. Além disso, a região metropolitana abriga a maior população de corretores e grupos-alvo da Allianz. Portanto, o direito de nomear Allianz Parque não só apoia a construção da marca no Brasil e América do Sul, mas também oferece uma série de oportunidades para atividades de negócios com parceiros e com o público final. Com mais de 50 eventos que serão hospedados no estádio a cada ano, a nomeação dá direito também de criar uma forte ligação com o nosso negócio, nos firmando como líderes em seguro de entretenimento.

4) Por que o estádio do Palmeiras foi o escolhido?

A Allianz estudou várias arenas. O Allianz Parque é um novo modelo de negócios, versátil e imponente. É um projeto arquitetônico ousado e a localização geográfica privilegiada, dentro da cidade, dá excelente visibilidade à marca. O espaço é excelente não apenas para partidas de futebol, mas como também para shows nacionais e internacionais, eventos sociais, religiosos e corporativos. Além disso, o Allianz Parque foi a primeira arena de São Paulo construída dentro dos padrões estipulados pela FIFA 2014.

5) Os corretores serão beneficiados neste novo investimento?

O novo estádio será uma importante ferramenta de relacionamento com o corretor. Poderemos promover eventos internos da Allianz na arena. Vamos usar o centro de convenções e, por contrato, teremos o direito a camarotes e quota de convites para jogos, concertos e eventos. A arena propõe um novo modelo de negócios e o contrato prevê também a realização de eventos da Allianz no anfiteatro e o direito a eventos anuais da AEG fora do Brasil. A Allianz acredita que os eventos oferecidos aos corretores são uma oportunidade de conversar fora do ambiente de trabalho. Também vamos comercializar os seguros ligados a arena, e isso vai gerar uma série de oportunidades comerciais para os nossos parceiros.

6) A Allianz se preocupa com a adesão dos torcedores e dos canais de TV à marca?

A Allianz entende que o futebol brasileiro está quebrando vários paradigmas para se profissionalizar. Nossa marca é uma das pioneiras em nomear um estádio no país. Mas essa é uma tendência que veio para ficar. Não teríamos feito nosso maior investimento em marca no naming rights do estádio, adotando o critério mais democrático que existe que é o da votação, se não acreditássemos que o nome vai fazer parte do dia a dia do brasileiro. Conversas já estão acontecendo com as empresas jornalísticas e várias delas já decidiram apoiar as novas marcas dos estádios.

7) Do que depende o sucesso desta parceria?

Eu diria que esta parceria já é um sucesso pelo próprio potencial. O direito de exploração do nome de arenas esportivas é pouco utilizado no Brasil. A média atual de torcedores por partida de futebol no país é de 15 mil pessoas. Na Alemanha, a maior média de público do futebol europeu, é de 45 mil pessoas, por jogo. Mesmo assim, de acordo com dados da consultoria Crowe Horwarth RCS, a receita dos doze maiores clubes do Brasil teve uma evolução de 128%, em cinco anos. E especialistas apontam que a arrecadação dos clubes brasileiros tem muito ainda a crescer.

Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo divulga finalistas de 2014

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O 8º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo divulga seus 45 finalistas. Os trabalhos foram escolhidos entre mais de duas mil matérias participantes. O júri, responsável pela análise e escolha das reportagens, foi composto por 23 especialistas em sustentabilidade e seguros. Participam da 8ª edição reportagens do Brasil todo, veiculadas entre os meses de setembro de 2013 e agosto de 2014.

Felipe Gomes, diretor de Gestão de Mercado e Estratégia da Allianz Seguros, fala da importância do Prêmio para a seguradora: “Nós percebemos o concurso como uma oportunidade de estimular matérias que contribuam para o desenvolvimento da sociedade e do setor de seguros. Chegamos a nossa 8ª edição com 9.458 trabalhos inscritos em toda a história do concurso, o que reforça a amplitude nacional que o Prêmio ganhou, ano após ano”.

Nessa etapa, foram escolhidas cinco reportagens de cada uma das oito subcategorias dos temas Seguros e Sustentabilidade – Mudanças Ambientais, além das melhores da Categoria Especial Comunicação Corporativa.

Todas as matérias foram escolhidas após criteriosa análise, debate e votação do corpo de jurados do Comitê de Seleção e Julgamento, divididos por tema, categoria e subcategoria, de acordo com suas especialidades, sem qualquer interferência ou participação da Allianz Seguros.

No tema Seguros, os trabalhos foram avaliados e julgados por um júri independente composto por seis jornalistas com vasta experiência em Seguros, Economia e Finanças.

Em Sustentabilidade – Mudanças Ambientais, o Comitê foi formado por pesquisadores e professores de instituições como Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas em Agricultura (CEPAGRI) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Universidade Metodista de São Paulo, Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de jornalistas atuantes ou que já atuaram na grande imprensa e em organizações como o World Wide Fund for Nature (WWF) e SOS Mata Atlântica. Confira aqui o nome dos jurados e visualize os currículos completos.

Agora, está sendo formado um novo júri, que irá definir os vencedores da 8ª edição do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo. A divulgação dos ganhadores ocorrerá na segunda quinzena de outubro, durante cerimônia de premiação. Os vencedores de cada subcategoria irão receber R$ 15 mil, além de troféu e certificado. Para a Categoria Especial Comunicação Corporativa será concedida menção honrosa ao vencedor.

Criado em 2007, o Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo foi lançado para incentivar e valorizar o trabalho da imprensa na cobertura do setor de seguros. O tema Sustentabilidade – Mudanças Ambientais passou a integrar o concurso a partir de 2008, quando a unidade brasileira aderiu à marca mundial e seus compromissos. O Grupo Allianz comprometeu-se em reduzir suas emissões de CO2 – 35% até 2015 – e realizar demais ações socioambientais. Como reconhecimento desse esforço, a seguradora é uma das líderes do setor de seguros no Índice Dow Jones de Sustentabilidade.

Conheça os 45 finalistas do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo:

TEMA SEGUROS
Categoria Linguagem Escrita Impresso Nacional e Regional
O lado oculto das contas de hospital – Cristiane Segatto- Época

Seguro de celular avança, mas custo pode chegar a 50% do valor do aparelho
Fernando Scheller = Luísa Leite – O Estado de S.Paulo

Seguro cobrado por Correios é irregular
Mariana Sallowics/Marco Antônio Martins – Folha de S.Paulo

Sua lavoura não tem seguro. Por quê?
Raphael Salomão – Globo Rural

Lei que regulamenta desmanches abre espaço para ‘seguro popular’
Rodrigo Lares – Folha de S.Paulo

Impresso Especializado em Seguros

Mercado em chamas
Carol Rodrigues -nCobertura Mercado de Seguros

A saúde no banco dos réus
Elaine Lisbôa – Jornal dos Corretores de Seguros

Quem paga a conta?
Jamille Niero – Apólice

Veículos mais informatizados e os novos riscos
Karin Fuchs – Cobertura Mercado de Seguros

Seguros populares ajudam a democratizar o mercado
Kelly Lubiato – Apólice

Impresso Economia e Finanças

Custo de plano de saúde diminui com prevenção
Beth Koike – Valor Econômico

Porta de entrada para outros produtos
Guilherme Meirelles – Valor Financeiro

Especial – Um mundo mais arriscado
Janes Rocha – Época Negócios

Especial – Tudo sobre o seguro do seu carro
Sílvio Menezes/Edilson Vieira e Filipe Farias – Jornal do Commercio – PE

Seguradoras têm perdas com estádios da Copa
Thais Folego – Valor Econômico

On-line
Com forte concorrência no Brasil, resseguradoras locais miram América Latina
Aline Bronzati – Agência Estado

As novas regras da garantia estendida
Luisa Purchio – IstoÉ Online

Mercado de seguros aposta no futuro promissor dos canais digitais
Márcia Alves – CVG-SP

As 7 mentiras mais absurdas usadas para fraudar seguros
Priscila Yazbek – Exame.com

Seguro pirata deixa clientes na mão e multas dobram em um ano
Tais Laporta – iG

SUSTENTABILIDADE – MUDANÇAS AMBIENTAIS

Especial – A peleja da água
Cláudio Ribeiro/Ana Mary C. Cavalcante, Demitri Túlio, Émerson Maranhão e Fátima Sudário
O Povo

Série – Na pegada do carbono
Ed Wanderley/Anamaria Nascimento – Diario de Pernambuco

Especial – O mar avança
Fernando Maia – Diário do Nordeste

Série – Ameaçados ao nascer
Mateus Parreiras – Leandro Couri = Estado de Minas

Envenenados
Tiago Mali – Galileu

On-line

2000 e Água – Reportagem Hipermídia
Daniela Osvald Ramos – Carolina Santa Rosa, Frederico Gabre, Guilherme Speranzini, Luiza Guerra, Nicolas Gunkel e Otávio Lino

2000 e Água
Série – Piquiá de Baixo
Fabíola Ortiz – O Eco

Especial – Caatinga – os desafios do desenvolvimento sustentável
Felipe Lima – Tiago Leite – Tribuna do Ceará

Especial – Um problema estrutural
Fred Bottrel
Ana Letícia Leão, Fernando Braga, Jacqueline Saraiva, Luisa Ikemoto, Maria Julia Mendonça, Marianna Rios, Michelle Macedo e Mirelle Pinheiro
Correio Braziliense

Especial – Um mineroduto que passou em minha vida
Queila Ariadne /Ana Paula Pedrosa e Mariela Guimarães – O Tempo Online

LINGUAGEM AUDIOVISUAL

Radiojornalismo

Série – Indústrias extraem sustentabilidade das terras do Pará
Celso Freire
Cira Pinheiro
O Liberal CBN Rural CBN

Série – Ocupação irregular em áreas de mananciais
Joyce Ribeiro
CBN 1a Edição CBN

Sustentabilidade na construção civil
Minéia Gomes – Vanderley Santana – Foco Brasil Central

A busca por uma alimentação mais saudável provoca mudanças na produção de alimentos nas grandes cidades
Riva Kran – Marcus Leandro e Vânia Savioli – Foco Brasil Central

Série – E-lixo – A herança da era digital
Thalyta Almeida/Leandro Aislan, Luana Souza, Rodrigo Orengo e Weverton Borges
Gente Brasília Band News FM

Telejornalismo

Violência contra ativistas ambientais
André Trigueiro
Cássius Afonso, Cleber Santos, Jefson Dourado, Klara Duccini, Luiz Alberto, Renato Knopp, Rita Araújo, Roberto Wertman e Sâmia Roberta
Cidades e Soluções Globo News

Desperdício de alimentos, quem paga essa conta?
Conchita Rocha, com reportagem de Carina Dourado
Alexandre Souza, André Rodrigo, Carina Dourado, Davi Nascimento, Diego Ramos, Edivan Viana, Mariana Fabre, Mauro Zambrotti, Milene Nunes, Osvaldo dos Santos, Robson Moura, Thyago Castro e Wagner Junior
Caminhos da Reportagem TV Brasil

Série – A Grande Enchente
Fábio Menegatti
Eduardo Prestes Diefenbach, José Neder e Rosana Teixeira
Jornal da Record Record

Chico Mendes, sua luta e seu legado
Flávia Lima, com reportagem de Ana Graziela Aguiar
Ana Graziela
Aguiar, Hugo Carmelo, Jairon Rio Branco, Márcio Stuckert, Paulo Barbosa e Robson Moura
Caminhos da Reportagem TV Brasil

Série – O desafio da água
Rosana Teixeira
Ângela Canguçú, Catarina Hong, Cleisla Garcia, Jean Brandão e Luis Gustavo
Jornal da Record Record

CATEGORIA ESPECIAL COMUNICAÇÃO CORPORATIVA Linguagem Escrita e Audiovisual

Pneu não é lixo
Adriana Rosa Pascoal Ferreira
Ana Carolina Contri, Fernanda Mendonça, Maria Helena Bellini e Mirella Stivani
Ponto de Encontro Drogaria São Paulo

Case – Projeto de compostagem/ Telhado verde
Cristina Leite Fernandes
Shopping Eldorado

Campanha – Guardião das Águas
Karen Eloise de Oliveira Matos
Adriano Candido Stringhini, Andréa Costa, Carolina Sena, Carlos Eduardo Hashish, Carlos Eduardo Rodrigues, Henrique de Brito Garcia, Karla Ichiba, Luzia Helena Pereira Almeida, Marcello Mussa do Amaral, Marcus Vinicius Romanelli, Maria Del Carmen Vasquez, Vicentina Coelho e Viviane Mikie Ida
Sabesp

Eles não aguentam mais o trânsito
Larissa de Souza Garcia
Conexão Real Banco Central do Brasil
Programa Hobby

Ricardo Cazarino
Bruno Soares, Eny Elisa Caldo, Flávia Fonseca, Jéssica Barbosa, Jéssica Tabuti e Milene Pinheiro
TV Corporativa EDP


Liberty Seguros marca presença no XVI Conec em São Paulo

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A Liberty Seguros participa, entre os dias 9 e 11 de outubro, do XVI Conec, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo. O evento reunirá profissionais e especialistas do mercado. Em paralelo será realizada a Exposeg (Feira Internacional de Segurança) que apresentar as novas tecnologias para segurança, como equipamentos de monitoramento, segurança blindada e serviços de transporte de valores.

Durante o evento os corretores terão a oportunidade de interagir com os executivos da seguradora, entre eles o presidente Pablo Barahona; o vice-presidente Comercial, Marcos Machini; a diretora de Marketing, Patrícia Chacon; o diretor da Regional São Paulo – Capital, Francisco Alvarez; o diretor da Regional Sul, João Maranhão Neto; o diretor da Regional São Paulo – Interior, Sergio Gobis; o diretor Regional do Rio de Janeiro, Andre Lewkovitch; o diretor da Regional Minas Gerais e Centro Oeste, Alexandre Moreira; o diretor da Regional Norte e Nordeste, Emerson Passos e a diretora do Canal Affinity, Silvia Ramos.

Os participantes do XVI Conec encontrarão um clima de descontração no estande da Liberty Seguros, que distribuirá brindes com mensagens da campanha Esse é o #meuexemplo. Os corretores poderão participar de um game da seguradora formado por perguntas e respostas que estarão em um painel touchscreen de 42 polegadas. Os participantes terão que responder a cinco perguntas sobre os temas: futebol, segurança no trânsito e Liberty Seguros. No último dia de evento, o embaixador da seguradora, o capitão Cafu escolherá três corretores que irão participar de um evento do pentacampeão no dia 31 de outubro, em São Paulo.

VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada destaca a revolução do consumidor

Osvaldo_Nascimento cnsegFonte: Portal CNseg

O VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, que será promovido pela FenaPrevi, dias 28 e 29 de outubro, em São Paulo, reunirá mais de 500 executivos e especialistas do setor para debater tendências do mercado de previdência complementar aberta e de seguros de vida, que está em franco desenvolvimento no Brasil e no mundo. Nesta entrevista, o presidente da FenaPrevi, Osvaldo Nascimento, antecipa os principais temas que serão discutidos na sétima edição do Fórum.

Qual a importância da realização do VII Fórum de Vida e Previdência Privada?

O Fórum de Vida e Previdência Privada é realizado a cada dois anos, que é o período onde ocorrem mudanças significativas para o setor de seguros e previdência. Nesta sétima edição o tema central é a revolução do consumidor, que é quem determina de fato como a indústria de previdência complementar aberta e de seguros deve evoluir em termos de transparência e oferta de produtos. Esta revolução do consumidor está diretamente ligada à revolução tecnológica, que é o desafio estratégico desse século, principalmente por causa da proximidade das pessoas com os novos dispositivos móveis como tablets e smartphones, por exemplo. Por essa razão, a discussão do Fórum é centrada neste consumidor contextualizado em um ambiente de grande mudança tecnológica e a grande influência que ele tem sobre o desenvolvimento e distribuição dos produtos. Nesse cenário, o setor está se reinventando e projetando como será o amanhã. Para isso, traremos para o evento renomados especialistas internacionais em medicina de seguros, medicina regenerativa, em canais de distribuições e novas tecnologias. A importância do VII Fórum é justamente mostrar os impactos de tudo isso no setor e debater com profundidade essa questão.

Como o setor vem acompanhando essas mudanças?

Dentro da evolução tecnológica e de uma nova dinâmica do mercado, a previdência se antecipou, por exemplo, na questão da portabilidade. No setor, ela ocorre de forma muito flexível e sem ônus algum ao investidor. O consumidor pode trocar de seguradora e de produto com muita facilidade. Nesse sentido de flexibilização e modernização, a FenaPrevi trabalha juntamente com a Susep (Superintendência de Seguros Privados) para simplificar os processos para atender as novas demandas dos consumidores. Já temos 60% de capacidade de oferecer previdência complementar aberta e seguros com mais flexibilidade, mas precisamos avançar. Hoje, por exemplo, o consumidor ainda precisa se adaptar ao produto. O ideal é termos produtos que se adaptem às necessidades do consumidor.

Um dos temas discutidos no VII Fórum é o aumento da expectativa de vida. Qual o efeito dessa longevidade no mercado segurador?

As pessoas estão vivendo mais e realmente é preciso pensar de forma estratégica como vamos atender esse consumidor. No Brasil ainda não temos o mercado de rendas programadas. Esta é inclusive uma prioridade da Susep, que está trabalhando para desenvolver e viabilizar uma família de rendas programadas, que começam com rendas financeiras e chegam às rendas vitalícias, passando por diversas modalidades voltadas à atender às necessidades dos cidadãos. Esse certamente será o mercado que mais vai crescer na próxima década. A tendência mundial é ter renda com parte do seu valor fixa e outra variável. O mercado deve caminhar para um cenário em que o consumidor fique na renda financeira até certa idade, enquanto ele pode administrá-la, e depois opte pela renda vitalícia.

As ações de educação financeira vão de encontro com as inciativas de relacionamento com consumidor?

O atual consumidor hoje se educa mais pela Internet. Ele pesquisa mais e questiona mais. Por isso, a educação financeira e a transparência passam a ter um peso ainda maior na oferta de produtos e as empresas precisam investir mais em novas tecnologias. Quando o consumidor escolhe um produto, seja de seguro ou de previdência, ele já vem com uma bagagem de informação, vem muito mais informado que há alguns anos. Os jovens de hoje já nasceram na era da Internet e o setor precisa saber como lidar com esse novo consumidor, que tem muito mais acesso a informação, com agilidade. É preciso estar preparado para esse novo cenário e saber lidar com este consumidor muito bem informado. Atualmente, o consumidor acompanha o seu plano de previdência ou seguro no seu dia a dia ou semanalmente, por exemplo, porque é muito fácil fazer isso graças à tecnologia que ele tem acesso. Por isso, o Brasil tem muito a avançar na dimensão regulatória do setor.

Houve um recuo na arrecadação da previdência no início deste ano. Qual a expectativa do setor para este ano?

O mercado de previdência recuou no segundo trimestre do ano passado por causa da alta volatilidade dos juros. Muitas pessoas pararam de contribuir e outras resgataram seus planos de previdência preocupados com a volatilidade e a rentabilidade caindo. Depois de um longo trabalho de educação financeira realizado pela FenaPrevi juntamente com as seguradoras, as pessoas entenderam um pouco melhor a importância do pensamento de longo prazo, como funcionam investimentos de longo prazo e que eles podem estar sujeitos a estas variáveis como qualquer outra modalidade de investimento. Por causa desse período de dúvidas, houve uma queda na arrecadação. Em 2013, a previdência enfrentou sua maior crise em 20 anos, com os resgates superando as contribuições, em determinado período. O alongamento na aplicação de recursos torna os investimentos voláteis, porque o Brasil não tem estabilidade na curva de juros de longo prazo. Agora, depois que a situação foi contornada no curto prazo, a proposta agora é aprovar junto ao governo regras de alongamento e desindexação para aplicação de recursos em fundos de investimento e em modalidade de renda fixa.

O VII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada será realizado entre os dias 28 e 29 de outubro, das 8 às 19 horas, no Hotel Unique, localizdo na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 4700, Jardim Paulista.