Seguradoras e corretores debatem empreendedorismo

1662680_10204611089658372_9087075563124386173_nFonte: Amanda Cruz – Revista Apólice

O empreendedorismo é a pauta de destaque do XVI Conec. Por isso, dois painéis que aconteceram na manhã do segundo dia de evento contaram com personalidades do mercado falando diretamente com o corretor sobre oportunidades, desafios e metas para o mercado de seguros no novo cenário econômico e tecnológico.

O primeiro painel do dia no auditório Desenvolver contou com a presença de Marco Antônio Rossi, da Bradesco Seguros, Roberto Westemberger, superintendente da Susep, deputado Armando Vergílio e Antônio Penteado Mendonça, advogado.

Durante sua exposição, Rossi destacou a cadeia produtiva do mercado pela visão das seguradoras, lembrando que a atuação dentro da indústria de seguros é complexa e intensa. “São poucas as pessoas que entendem e valorizam o setor”, pontuou Rossi. Que lembrou ainda que, para as futuras gerações é preciso preparar, treinar e educar os players do mercado e seus consumidores. Para ele, isso fará com que o conhecimento sobre a atividade venha à tona.
Rossi ressaltou o bom desempenho da atividade de seguros nos últimos 20 anos e credita isso, em parte, a capacidade de entender o cliente e oferecer proteções que antes não existiam no País. Para ele, todos os players colaboram para essa mudança, tornando a perspectiva de futuro muito positiva.

Robert Bittar, representando a Fenacor, destacou o quão importante é que o corretor entenda o momento em que vive, para que possa aproveitar as oportunidades que ainda estão escondidas, mas que, quando vierem à tona, poderão ser aproveitadas por outros canais caso o corretor não se engaje de maneira suficiente para aproveitá-las. “Se o corretor se omitir, esses outros personagens aparecerão de qualquer maneira. Assim como a internet é uma ferramenta que se não for aproveitada pelo corretor será aproveitadas por outros atores do setor”, destacou.

Westemberger também fez um discurso otimista em relação a crescimento, apostando em 10% em 2014. Um dos dados ressaltados na apresentação do superintendente é o fato da Previdência Privada ter se mantido sem grandes alterações de crescimento entre 2001 e 2014 o que indica que a demanda deverá crescer nos próximos anos. Westemberger também destaca que “se esse espaço não for preenchido pelo corretor, alguém o fará”.

Armando Vergílio, que foi o representante do mercado de seguros nos últimos anos na Câmara dos deputados, se despede dessa função deixando boas marcas. Como a luta para aprovar a Lei de desmontes e a aprovação da inclusão do corretor de seguros no Simples Nacional.
Já Antônio Mendonça deixou um conselho importante à categoria de corretores: “É importante saber qual consumidor ele quer, qual ramo, para então desenhar o público. Não há mais como atingir a todos. Ter foco é o grande desafio. Não existem produtos melhores ou piores para serem vendidos, mas eles precisam ser melhor preparados”, afirmou.

Panorama empreendedor

Para crescer e buscar melhores resultados o corretor precisará de apoio. Nessa questão entram as seguradoras, que apresentaram durante a segunda palestra do auditório Empreender, suas dicas, visões e posicionamentos sobre o setor e sobre suas ações para estreitar esse relacionamento e fazer com que o crescimento de dois dígitos continue presente no mercado.
Lúcio Flávio, da Bradesco Seguros, lembrou que os produtos de longo prazo, como Vida, são difíceis para se relacionar com o cliente, pois o benefício desse serviço demora muito tempo para ser necessário e reconhecido.

O crescimento da demanda de classe média por seguros e a longevidade dos segurados.
Flávio destaca a função social do corretor: “levar seus clientes à segurança”, afirma. ” Hoje tudo está no nosso expediente móvel. Com apoio das seguradoras e bom relacionamento com os clientes certamente termos um futuro mais feliz para corretores e para todo o mercado, finalizou.

Fábio Luchetti também falou aos presentes, exibindo as diretrizes da Porto Seguro, partindo da tecnologia como uma necessidade para o mercado. ” O nosso desafio é atender pessoas tomando decisões em pequenas telas”, afirmou. Luchetti também acredita que a internet certamente poderá ajudar o corretor a mostrar os seus serviços e não deve ser, de forma alguma, ignorada. “A internet precisa ser complementar, não substituta”, frisou o executivo.
A mudanças que podem parecer riscos também podem se tornar grandes oportunidades de empreender. Esse é um caso que se aplica ao duelo entre corretores de seguros e vendas pela internet. Gabriel Portella, presidente da SulAmérica, acredita que “ou o corretor entre no processo online ou corre o risco de perder o cliente”.

Portella ressaltou também que não acredita quando decretam o fim da atividade de corretores ou decadência do mercado de seguros, mas ressalta que é dever importante do profissional buscar maneiras de desenvolver novos mercados e poder continuar vendendo e interagindo com as gerações futuras.

Falando em nome da Tokio Marine, o presidente José Adalberto Ferrara fez um painel otimista e mostrou as perspectivas da seguradora para a parceria com o corretor. A operação da Tokio no Brasil é a 3ª maior da companhia em todo o mundo e Ferrara acredita que ainda há muito espaço para crescer especialmente por causa de sua crença de que o Seguro Auto Popular deverá começar a ser comercializado em até 6 meses.

Finalizando o painel, João Francisco, da HDI, apresentou diferentes perfis de consumidores identificados no ramo de Automóveis da companhia. Aqueles que Francisco categorizou como “entusiasmados” seriam clientes que são menos suscetíveis a preços e sentem-se como se fizessem parte de um clube de vantagens e são mais fiéis às companhias.

O consumidor “estrategista” seria aquele que pesquisa, busca e tenta entender cada passo do seguro. Esses procuram custo-benefício e não temem em mudar de seguradora ou corretora, desde que a proposta seja a quem mais se enquadra em seu perfil. Os “influenciáveis” seriam, portanto, aqueles que escolhem por indicação, sem pesquisas mais aprofundadas e o “desencanado”, que representa 20% dos consumidores, são aqueles que não participam do processo de compra e não possuem autonomia na hora de resolver problema de sinistros. Esse cliente pensa apenas no preço.

Empreendorismo gera confiança

O corretor de seguros tem um novo desafio pela frente: empreender. Após o ganho de consciência sobre a necessidade de ser empreendedor, agora é preciso ampliar as áreas de atuação com cuidado para continuar satisfazendo os clientes já fidelizados e servir bem aos novos.

Esse foi o tema da última palestra desta sexta-feira,10, no auditório Conhecer do XVI Conec. Ministrada por Renato Andrade, do Sebrae-SP, a apresentação teve como objetivo falar de liderança, ação e gestão de uma corretora de seguras para que ela cresça com diferenciais. Como fazer para que isso ocorra?

Andrade afirmou que o valor do seguro é percebido por meio do que o corretor leva ao cliente. A percepção de proteção e zelo começa desse contato e, por isso, cada cliente, já fidelizado ou em potencial, é uma oportunidade empreender. “A diferença está na forma de conversar, na forma de fazer o atendimento”. E esse atendimento não é importante apenas no momento do sinistro, a pró atividade faz toda diferença ao longo de todo o ano, para que a confiança seja estabelecida.

As redes sociais também pode ser grandes aliadas, não devem ser descartadas da possibilidade de gerar conteúdo útil para os clientes. Se eles souberem que seu corretor se informa e está por dentro das mudanças de mercado darão crédito também na hora de procurar alguém de confiança para uma renovação ou a contratação de um outro seguro. Blogs, redes sociais e aplicativos de conversa. Nada deve ser descartado. Afinal, se os clientes usam esses meios de comunicação, por que o corretor deveria ficar longe deles?

Ramo automóvel tem grande potencial

Já conhecido como o carro-chefe do mercado de seguros, o ramo de automóvel ainda guarda possibilidades de crescimento. Mas como o corretor pode aumentar suas vendas em uma carteira tão difundida e que já conta com tanta concorrência? Esse foi o tema da palestra “Vender mais vs. obstáculos operacionais”, que ocorreu na tarde de hoje no XVI Conec.

Marco Cheganças, da Potência Corretora de Seguros, iniciou a palestra contando como o ramo de automóveis funcionava entre os anos 80 e 90 e das grandes mudanças que vieram, principalmente, nos anos 2000, quando os produtos deixaram de ser só relacionado a automóveis e passaram também a contemplar assistências. Hoje o mercado conta com produtos cada vez mais específicos, que seguem os perfis de seus clientes.

Mas essa quantidade de produtos e coberturas, apesar de ser um bom adicional, também pode acabar por prejudicar o corretor, pois ele precisa ficar atento e aliar as necessidades de seu cliente ao que há disponível no mercado. A dica de Cheganças para minimizar esses fatores é a integração de sistemas entre seguradoras e corretores, um diálogo aberto para que, na ânsia de vender, não sejam deixadas para trás boas comissões que prejudicarão os ganhos na corretagem e diminuirão o potencial de investimento. “Se damos descontos, mesmo sem o cliente ter pedido, estamos queimando receita e isso prejudica nossa capacidade”, afirmou.

Para os palestrantes o desenvolvimento de novas ferramentas facilitam a comunicação. Por isso, as ferramentas como o multicálculo são importantes não apenas para saber qual é o menor preço, mas para valorizar a figura do corretor e dar a ele alternativas mais acertadas para que sejam passadas aos clientes.

Eduardo Dal Ri, da Sulamérica, apresentou números que exemplificam como a guerra de preços que acontece no ramo Auto pode ser nociva. Por exemplo, corretores que desprezaram os primeiros preços da busca no multicáculo, ou seja, o preço mais baixo, conseguiram fechar as apólices sem utilizar esse preço em 82% dos casos, gerando um aumento de 9% na sua receita. Assim como quando utilizada a cotação mais barata com aumento de comissão gera uma receita 3% maior.

Murilo Riedel, da HDI, afirmou que o setor automobilístico do Brasil está aquecido e não deve cair. “Não há ambiente para pensar em queda na indústria automobilística, especialmente por causa dos investimentos que ela vem recebendo”, constatou. Em um cenário simulado, mesmo que a venda de automóveis caísse 3% ao ano, só pela renovação de frota segurável o aumento ainda seria de 30%.

Os cenários são otimistas para os corretores, mas se quiserem manter a carteira de automóvel como as mais rentáveis de sua atuação, é preciso que fiquem atentos ao mercado e percebam as oportunidades que vão além do preço baixo para alcançar a frota que ainda não é segurada no Brasil.

O XVI Conec ainda contará com muitas palestras. Até o momento foram registrados cerca de 4 mil participantes no evento.

Bradesco Seguros promove neste domingo, Dia da Criança, distribuição de brindes na CicloFaixa

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Neste domingo 12 de outubro, pedalar em família pelo trecho da Avenida Paulista da CicloFaixa de Lazer de São Paulo – iniciativa que conta com o patrocínio da Bradesco Seguros, por meio do Movimento Conviva -, será um programa completo para o Dia da Criança: além da prática saudável do ciclismo, pais e filhos ganharão diversos brindes, distribuídos pela Turminha do Prev Jovem Bradesco (foto).

Pioneiro no segmento de previdência complementar, o Prev Jovem Bradesco é um plano destinado a pessoas com filhos ou dependentes menores de 21 anos. Com contribuições mensais a partir de R$ 50, pode ser utilizado como uma poupança previdenciária, com o intuito de custear os estudos dos filhos, o intercâmbio ou aplicar tais recursos financeiros para o início de um negócio.

SOS Bike

No trecho da Avenida Paulista, na Praça do Ciclista, as famílias também poderão utilizar o serviço SOS Bike. São 50 mecânicos disponíveis para realizar pequenos reparos gratuitos nas bicicletas, como regulagem de correia, ajuste de freio, acerto na altura do banco e remendo e calibragem de pneu: dez mecânicos ficam nas tendas do SOS Bike. Além disso, 180 bicicletas estão disponíveis para empréstimo na Praça do Ciclista e no Parque das Bicicletas.

Importante espaço de lazer

A Bradesco Seguros patrocina a CicloFaixa de Lazer de São Paulo desde a sua inauguração, em 2009. A iniciativa faz parte das ações promovidas pela seguradora que visam a proporcionar a conquista da longevidade com qualidade de vida, saúde e bem-estar. Entre essas iniciativas destaca-se o movimento “Conviva”, que estimula a prática do ciclismo como opção de lazer, atividade física e a convivência harmoniosa entre ciclistas, motoristas e pedestres.

Febraban dá dicas de educação financeira no dia das crianças

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O dia das crianças está chegando! Quem deixou para comprar o presente em cima da hora deve prestar atenção para não cair nas armadilhas do consumo exagerado. A Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN lembra que com organização financeira é possível agradar os pequenos sem estourar o orçamento da família. A Federação oferece à população mais dicas de educação financeira no site www.meubolsoemdia.com.br

A primeira coisa a fazer é definir o valor que será gasto com o presente, ele deve caber no orçamento da família. “A dica é simples, pense antes de comprar. Será que o seu filho precisa de um vídeo game de última geração? Ou daquele celular supermoderno? É importante refletir sobre a condição financeira da família e também sobre a rotina da criança”, diz Fábio Moraes, diretor de educação financeira da FEBRABAN.

1) Estou sem dinheiro, posso usar o crédito?

Se a opção for um presente mais caro e o saldo líquido dos recursos familiares (despesas versus receitas) não permitir uma compra à vista, “não há nada de errado em parcelar a compra, desde que as prestações caibam no orçamento”, avalia Moraes.

– Se for usar o crediário da loja preste atenção nos juros, se essa opção oferecer juro embutido na parcela tente usar outros meios de parcelamento.

– Você pode parcelar no cartão de crédito, mas cuidado para não exagerar e cair no rotativo. Atenção: o pagamento do mínimo só deve ser feito em casos extremos, lembrando que no mês seguinte o consumidor terá que pagar a fatura do mês acrescida da fatura anterior e dos juros.

– Evite fazer suas compras usando o cheque especial e lembre-se que ele não pode ser usado como extensão da sua renda, pois é uma linha de crédito emergencial, só pode ser usada quando o consumidor sabe que poderá cobrir o valor em poucos dias.

2) Não posso gastar, e agora?

Se a família já está endividada e não tem condições de comprar o presente desejado, o melhor é aproveitar a oportunidade para conversar com os filhos, “os pais devem explicar aos filhos a situação e sugerir alternativas de baixo custo para comemorarem o dia juntos”, conta Moraes.

– Faça atividades ao ar livre e de baixo custo, por exemplo, piquenique no parque, visitas a centros culturais, museus ou aproveite o dia para viver um pouco do universo da criança, participando das atividades que eles mais gostam de fazer.

– Como falar de dinheiro com o meu filho?

O especialista em educação financeira diz que muitos pais se sentem pressionados a comprar presentes, “muitos vezes os filhos choram, brigam e até imploram pelos objetos, mas é nessa hora que se deve manter o controle da situação. O ideal é sentar com os filhos e explicar como anda a situação financeira da família. Se a criança for muito pequena e não tiver nenhuma noção sobre dinheiro, os pais podem começar contando a história da moeda e utilizar imagens para que ela já comece a aprender noções básicas do dinheiro”, avalia Moraes.

Para Moraes, o processo de aprendizado sobre o dinheiro não é rápido. “Quando eles pedem algum presente de alto valor é interessante estimulá-los a poupar o valor da mesada para adquirir o objeto desejado, de repente um cofrinho pode ajudar neste processo de poupança, mas é aos poucos que as crianças começarão a entender o valor do dinheiro e os pais são grandes motivadores, pois servem de espelho para os seus filhos”, finaliza ele.

– A mesada é um instrumento de educação financeira e pode ajudar as crianças a entender o valor do dinheiro. Combine uma tarefa com o seu filho para o recebimento da quantia, assim você pode ensiná-lo a gerenciar o dinheiro no dia a dia ou a guardar, caso ele queira um item mais caro.

Sobre o Portal Meu Bolso em Dia

Lançado em março de 2010, o portal Meu Bolso em Dia oferece informações didáticas sobre finanças pessoais para que brasileiros possam tomar decisões conscientes, quando relacionadas ao uso do dinheiro, do crédito e de bens financiados. Em junho deste ano, o portal atingiu a marca dos 11 milhões de visitantes únicos. Nele, além de dicas sobre como economizar, os internautas podem baixar um software de gestão financeira JIMBO, que controla o orçamento pessoal e ainda planeja as despesas dos próximos meses. Até julho, o JIMBO foi baixado em mais de 121 mil computadores. O portal também disponibiliza outras ferramentas para facilitar a vida dos internautas, como o simulador dos sonhos, tabelas para controlar os gastos de acordo com o público (estudantes, donas de casa, famílias e aposentados), enquetes e muitas dicas sobre finanças pessoais.

Presidente da Tokio Marine projeta crescimento do mercado de seguros durante o XVI Conec

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A participação ainda modesta do mercado securitário brasileiro no Produto Interno Bruto (PIB), em comparação com outros países, está entre os principais indicadores de que o setor ainda tem um grande potencial de crescimento para os próximos anos. A afirmação foi feita por José Adalberto Ferrara, presidente da Tokio Marine Seguradora, durante a 16ª edição do Congresso dos Corretores de Seguros (Conec), um dos maiores eventos de corretores do País.
No Brasil, o volume movimentado pelos seguros não passa de 4% de toda a produção da economia, índice bem abaixo de países como os Estados Unidos (7,5%), Japão (11,1%) e Inglaterra (11,5%). “Se chegarmos a uma produção como à do mercado inglês, por exemplo, isso significará, em reais, quase o triplo do volume atual”, afirmou Ferrara ao participar do painel “Visão do mercado de seguros no novo cenário”.

Ao lado de executivos de outras grandes companhias, o presidente da Tokio Marine destacou também o potencial resultante da entrada de novos clientes. Segundo ele, para os próximos 10 anos está prevista a inserção de cerca de 100 milhões de consumidores no mercado brasileiro de microsseguros, o que poderá acrescentar mais R$ 3 bilhões à produção do segmento.
Outras áreas também apresentam boas perspectivas de crescimento, como as de auto, que pode agregar uma produção adicional de R$ 4,4 bilhões com a chegada do seguro Auto Popular, além de segmentos como Residencial e PMEs.

“Temos muito potencial para crescer, e os Corretores devem aproveitar as oportunidades, diversificar as carteiras e explorar novos mercados”, disse Ferrara, que aproveitou o evento para compartilhar as perspectivas da Tokio Marine para os próximos anos. “Nosso plano, enviado esta semana para a matriz no Japão, é crescer entre 10% e 15% ao ano entre 2015 e 2017”, informou.

A Seguradora passa por um excelente momento, tanto que, no primeiro semestre do ano, cresceu 30% na carteira de Auto, 16% em Grandes Riscos e Empresarial, 40% em Ramos Elementares e 9% no segmento de Pessoas. No geral, o desempenho da Tokio Marine foi 23,3% superior ao mesmo período de 2013.

Para Ferrara, o segredo do crescimento é continuar tomando atitudes empreendedoras e adicionar valor por meio da qualidade de produtos e serviços aos clientes. “Nós, Corretores, seguradores e órgãos reguladores, precisamos continuar empreendendo para incrementar a participação da nossa atividade na economia”, conclui.

Seguradora Assurant Solutions implanta plataforma de treinamento para equipes de vendas de varejo

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A seguradora Assurant Solutions implantou um dos maiores programas de treinamento a distância para as equipes de vendas dos parceiros varejistas. Com um pouco mais de três meses, 10 mil vendedores já fizeram o curso na plataforma de Educação a Distância (EAD) da Assurant Solutions. Todos fazem parte das equipes de vendas dos varejistas que comercializam garantia estendida, proteção financeira (prestamista), seguro de furto e roubo e assistências para os produtos adquiridos pelos clientes.

O treinamento EAD da Assurant Solutions é composto por dois módulos que todos os vendedores participam. Após estes, os vendedores das empresas parceiras da seguradora escolhem os demais módulos relacionados ao seu foco de suas vendas. Os conteúdos do curso são atualizados constantemente e após conclui-lo o vendedor recebe um certificado homologado pela Assurant Solutions.

Segundo a gerente de treinamento da Assurant Solutions, Daniele Monteiro, o diferencial do EAD da seguradora é o dinamismo do curso, oferecido em módulos curtos, com duração máxima de 15 minutos. “O curso possui também um vídeo que mostra uma situação positiva da venda do seguro e ajuda a fixar o conhecimento por meio da neurolinguagem”, explica. “Em meio a todo este processo, o gerente de loja recebe treinamento presencial e tem como missão incentivar a equipe de vendas a fazer o treinamento EAD e oferecer o apoio necessário no aprendizado”, complementa.

Segundo Geovania Carla de Moura, gerente de desenvolvimento de pessoas da Universidade Corporativa (Unizema) do Grupo Zema, a plataforma da seguradora mostra como a equipe de vendas deve encarar os desafios com muita vontade e amor pelo que faz”, afirma.

A plataforma de Educação a Distância (EAD) da Assurant Solutions além de ágil, tem maior abrangência territorial já que é possível acessá-la de qualquer lugar, inclusive pelo celular e tablet, nas plataformas Android e iOS. O case da plataforma de Educação a Distância (EAD) da Assurant Solutions foi um dos destaques do WebLessons Days, evento que reuniu em agosto deste ano várias iniciativas de sucesso em plataformas EAD para empresas.

Guia da Gestante esclarece dúvidas sobre planos de saúde

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A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) lança o Guia da Gestante, nesta sexta-feira (10/10), na conferência internacional sobre parto normal: Normal Labour and Birth – 9th International Research Conference. O evento acontece pela primeira vez na América Latina, na cidade de Búzios (RJ), promovido pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (ABENFO) e pelo Comitê Diretor formado na University of Central Lancashire, do Reino Unido.

O guia apresenta 46 respostas esclarecedoras sobre as coberturas dos planos e seguros de saúde no período da gestação ao nascimento do bebê, como tipos de parto, contratação e direitos da gestante e do recém-nascido. O conteúdo também é voltado às mães que vão adotar.

“Percebemos a necessidade de criar mais um material didático e abrangente, desmistificando as principais dúvidas sobre os planos de saúde. O Guia da Gestante utiliza linguagem o máximo possível simples. É muito útil para o planejamento do parto e dar mais segurança à gestante,” explica o presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Marcio Coriolano.

O Guia da Gestante faz parte da plataforma de comunicação Plano de Saúde – O Que Saber, desenvolvida pela FenaSaúde, que conta com hotsite www.planodesaudeoquesaber.com.br; página do Facebook; Guia do Consumidor e boletins trimestrais. O Guia da Gestante está disponível na página www.fenasaude.org.br/fenasaude/publicacoes/

Veja algumas dicas do Guia da Gestante:

Por qual tipo de parto a mulher deve optar?

A maioria das mulheres tem gravidez normal e pode ter seus bebês de parto normal ou natural. Estes tipos de parto são os mais recomendados pela Organização Mundial de Saúde por trazerem muitos benefícios e implicarem menos riscos para a mãe e o bebê.

Quais são as coberturas do plano hospitalar com obstetrícia?

Além das coberturas do plano hospitalar sem obstetrícia, estão garantidos: pré-natal, atendimento pediátrico à gestante (a partir do 3º trimestre de gestação), parto e pós-parto, acompanhante durante o trabalho de parto, parto e pós-parto, atendimento integral ao recém-nascido (sala de parto, berçário e UTI), assistência ao recém-nascido durante os primeiros 30 dias após o parto e a inscrição do recém-nascido como dependente do plano sem o cumprimento de carência, em até 30 dias do nascimento ou adoção.

O pai do bebê tem plano com obstetrícia. Quais são os direitos do bebê?

Para o bebê, o importante é que você, o pai ou o responsável legal, tenha um plano com cobertura obstétrica e que a carência de 180 dias tenha sido cumprida. Nessas condições, os direitos do recém-nascido serão os mesmos: cobertura assistencial nos primeiros 30 dias após o nascimento, adoção, guarda ou tutela; inclusão no plano como dependente, sem carência ou alegação de doença ou lesão preexistente, desde que a inscrição seja feita até o 30º dia do nascimento ou adoção.

Queda de índice de roubo e furto de veículos poderá reduzir em até 10% preço do seguro em São Paulo

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A diminuição nos casos de roubo e furto de veículos no Brasil poderá reduzir em até 10% o preço do seguro de automóvel ainda este ano, afirma a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) com base nos dados do Denatran. Em agosto, o número de roubos e furtos caiu 7,83% no País, chegando a 38.628 veículos roubados/furtados contra 41.908 veículos roubados/furtados no mesmo mês do ano passado.

Segundo o diretor executivo da Federação, Neival Freitas, a manutenção desse cenário pode auxiliar na redução do valor da apólice de seguro. “Até dezembro, poderemos analisar se o cenário de queda será contínuo. Se a redução se mantiver, podemos ter uma retração de até 10% no valor da apólice do seguro, que pode variar conforme a região, o modelo de veículo e o perfil do segurado”, afirma.

Em agosto, no Estado de São Paulo, o recuo foi ainda maior – de 8,60%, totalizando 18.048 roubos e furtos contra 19.747 no mesmo mês em 2013. Desde junho, o Estado apresenta índices reduzidos desses crimes, com -6,25% em junho e -6,63% em julho.

Para o executivo da FenSeg, um dos fatores que colaborou para esse cenário em São Paulo foi a aprovação da lei estadual de desmontagem de veículos, que entrou em vigor em julho. “Existe uma lei federal que está em fase de regulamentação e que deverá dar continuidade a essa redução”, afirma, e completa: “Se esses índices se mantiverem em queda em 2015, as seguradoras deverão ajustar os preços ainda mais para baixo”, explica.

Sobre a Lei Estadual (SP):

O Projeto de Lei 23/2011 foi sancionado em 2 de janeiro de 2014 pelo governador Geraldo Alckmin e tornou necessário possuir cadastro no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SP) e na Secretaria da Fazenda para realizar o comércio de autopeças. O objetivo da lei é acabar com os desmanches irregulares de veículos no estado, principais destinos dos carros roubados. Os nomes das empresas cadastradas estarão disponíveis para o público no site da Secretaria de Segurança Pública, e será criado um sistema de rastreamento das etapas do processo de desmontagem, desde a origem das peças ou partes até o registro de sua saída. Haverá ainda um serviço de web denúncia, incentivando a ação dos cidadãos na identificação de depósitos irregulares de peças.

Sobre a Lei Federal:

A Lei Federal 12.977/14, que regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores terrestres no Brasil, foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no dia 20 de maio de 2014 (publicada no Diário Oficial). A Lei determina a criação de um banco de dados nacional de informações de veículos desmontados e das atividades exercidas pelos empresários, no qual as peças ou conjuntos de peças usadas serão registrados, destinados à reposição e as partes destinadas à sucata ou outra destinação final. Segundo a lei, as novas regras começam a vigorar em um ano.

Sobre a FenSeg:

Criada em 2007 para compor o novo modelo de representação institucional do mercado segurador brasileiro, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), uma das federações da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), está voltada para o desenvolvimento das atividades específicas dos ramos de seguros do segmento denominado “seguros de danos”. A Federação possui 68 associadas, que atuam em todas as carteiras do segmento. Os trabalhos da FenSeg concentram-se, principalmente, nas comissões técnicas que discutem melhorias para cada uma das carteiras do segmento. Atualmente, onze comissões estão ativas e são presididas por representantes das seguradoras associadas.

Cade aprova que BTG e CaixaPar assumam controle direto da Pan Seguros e Pan Corretora sexta-feira

Fonte: Reuters

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, uma reorganização societária pela qual o BTG Pactual, diretamente e através da BTG Pactual Seguradora, e a Caixa Participações, braço de investimentos da Caixa Econômica Federal, passam a deter diretamente o controle que já possuíam de forma indireta sobre a Pan Seguros e a Pan Corretora.

O aval foi indicado em despacho publicado nesta sexta-feira no Diário Oficial da União. Caixa e BTG são co-controladores do Banco Pan, que, por sua vez, detém a Pan Seguros.

No fim de agosto, o Banco Pan havia anunciado a venda de sua participação na Pan Seguros para a BTGP Seguradora, e a participação na Pan Corretora para o BTG Pactual e para a Caixapar, pelo valor combinado de 580 milhões de reais.

Segundo documento apresentado pelas partes ao Cade, a operação também contempla, por meio da reorganização, o investimento pela CaixaPar nas atividades da BTGP Seguradora, que tem foco em seguros patrimoniais, de automóveis e riscos financeiros, após sua incorporação pela Pan Seguros.

“O BTG Pactual entende que a operação pretendida oferece ao grupo um melhor posicionamento em novos segmentos do ramo de seguros, com enfoque em clientes de varejo e pequenas e médias empresas”, diz trecho do documento.

As companhias complementaram que, para a CaixaPar, o negócio aprimora sua participação na Pan Seguros e na Pan Corretora, que se demonstram rentáveis, enquanto para o banco Pan, ele representa uma oportunidade de venda de suas fatias nas empresas mencionadas, “de modo a permitir seu enfoque na originação de crédito”.

(Por Marcela Ayres)

CCS-SP discute autorregulação e Simples Nacional em almoço de aniversário

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O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) promoveu um almoço especial na última terça-feira, 7 de outubro, no Terraço Itália, quando comemorou, juntamente com seus associados, 42 anos de existência. “O Clube possui uma trajetória de luta, com muita garra, e esta ocasião não poderia passar sem uma comemoração”, disse o mentor Adevaldo Calegari.

Para marcar a ocasião, o almoço de aniversário contou com a apresentação de dois temas: autorregulação e Simples Nacional. Paulo de Tarso Meinberg, membro da nova gestão do CCS-SP e diretor de Fiscalização da autorreguladora Ibracor, explicou os propósitos da entidade, que se prepara para entrar em operação. Segundo ele, o Ibracor surgiu como alternativa ao Conselho Federal dos Corretores de Seguros.

O ponto de partida foi a Lei Complementar 137/10, que criou as autorreguladoras. Embora o Ibracor seja a primeira autorreguladora de âmbito nacional, já em sua segunda gestão e presidida, atualmente, por Paulo dos Santos, ex-superintendente da Susep, não deverá ser a única no país. Meinberg informou que o Sincor-RJ, um dos três sindicatos que não aderiu ao Ibracor, pretende criar sua própria autorreguladora.

Mantido pelas contribuições dos sindicatos estaduais de corretores de seguros e pela Fenacor, o Ibracor também poderá constituir receita por meio da contribuição associativa de corretores, cuja adesão não é obrigatória, e também por convênios. No momento, a autorreguladora está negociando com a Susep a assinatura de um convênio para assumir a responsabilidade pela emissão da carteira de corretor.

Segundo Meinberg, ao contrário do que pensam alguns, o objetivo da autorreguladora não é partir para “caça às bruxas”, mas orientar a prática dos corretores e propor a elaboração e revisão de normas que venham a facilitar suas atividades. “O propósito da fiscalização não é penalizar, mas orientar”, disse. Outro aspecto que ressaltou é a condição de entidade técnica, sem orientação política.

O contabilista Wilson Francisco Bezutti trouxe inúmeros esclarecimentos aos corretores relacionados à opção ao Simples Nacional. A começar pelo enquadramento das microempresas (ME) com faturamento até R$ 360 mil e das empresas de pequeno porte (EPP) acima de desse patamar e até o limite de R$ 3,6 milhões. Para ambas, a opção pelo Simples Nacional não elimina o recolhimento de cinco tributos (IRPJ, CSLL, PIS, Cofins, ISS e INSS). Mas, traz a vantagem da utilização de uma única guia recolhimento, com percentuais crescentes de alíquotas proporcionais ao faturamento mensal, conforme a tabela III.

A maior vantagem destacada por Bezutte é o recolhimento do INSS apenas sobre a parte patronal, sem considerar a parte do empregado. “Na folha de pagamento, o INSS representa 26,2% de contribuição da parte da empresa e 22% do pró-labore do corretor. No Simples Nacional, a redução desse tributo foi a mais significativa para as pessoas jurídicas”, disse.

Bezutte apresentou uma lista extensa de situações que impedem a inclusão de corretores PJ ao Simples. Uma delas é o caso de PJ que participe de outra PJ ou do seu capital ou de sócio que participe com mais de 10% do capital. A restrição também se aplica ao sócio que seja administrador de outra PJ com fins lucrativos.

Empresas constituídas sob a forma de sociedade por ações não podem optar pelo Simples Nacional, bem como a PJ remanescente de cisão ou desmembramento de outra empresa nos cinco anos anteriores. Por fim, as empresas que tiverem débitos com a Receita, INSS ou Prefeituras Municipais estarão impedidas de aderir ao Simples.

As alíquotas de recolhimento de tributos no Simples Nacional começam em 6% para empresas com faturamento até R$ 180 mil por ano e vão até 17,42% para as que faturarem até R$ 3,6 milhões.

Para demonstrar a redução tributos no Simples Nacional, Bezutte expôs o exemplo de uma empresa com receita mensal de R$ 15 mil e faturamento anual de R$ 180 mil; folha de pagamento de R$ 2 mil e retirada de R$ 1,4 mil de pró-labore do corretor. Pelo regime de lucro presumido, esta empresa recolheria 19,9% sobre o seu faturamento mensal em tributos (4,8% de IR; 2,88 de CSSL; 4% Cofins, 0,65% do PIS, 2% ISS e 5,6% de INSS). Já no Simples Nacional, todos os recolhimentos somariam apenas 6%.

“O Simples é benéfico, mas não atenderá a todos”, alertou Bezutte. Algumas corretoras, segundo ele, podem fazer as contas e concluir que optar pelo lucro presumido ou real poderá ser mais vantajoso. O contabilista explicou que a opção ao Simples Nacional deve ser feita ainda neste mês de outubro, para produzir efeitos a partir de 1º de janeiro de 2015. Para tanto, o acesso ao site da Receita Federal deve ser feito com o uso de certificado digital.

Devido à falta de tempo para esclarecer todas as dúvidas, o mentor Calegari colocou o e-mail do CCS-SP (atendimento@ccssp.org.br) à disposição dos associados para o envio de perguntas a Bezutte. “Este encontro foi muito especial para o Clube dos Corretores e bastante proveitoso para os nossos associados”, concluiu.

Fundos de private equity aumentam a procura por seguro de fusões e aquisições

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Apesar da retração do PIB brasileiro nos últimos dois trimestres, alguns setores da economia conseguem manter-se em alta. Um desses exemplos é o mercado de fusões e aquisições, que permanece aquecido no País. Em 2013, foram registradas 812 transações envolvendo companhias dos mais variados perfis e a perspectiva para esse ano é de que o número fique estabilizado. A fim de minimizar o risco das operações, diversos fundos de private equity – maiores responsáveis pelas transações do mercado – estão adotando em suas práticas a contratação do seguro de M&A (fusões e aquisições).

Lançado neste ano pela AIG no Brasil, o produto tem como objetivo proteger os investidores contra eventuais prejuízos que não são descobertos durante o processo de Due Diligence ou após o fechamento do negócio. O seguro pode ser contratado por empresas em processo de fusão ou aquisição com transações entre US$ 20 milhões e US$ 1 bilhão. A estimativa do prêmio fica entre 3 e 6% da garantia prevista em contrato. O ponto de destaque do produto é a flexibilização, uma vez que o cliente pode escolher as declarações/garantias que integrarão a proteção da apólice. “Especificamente no país, estão entre as mais vulneráveis as garantias para processos trabalhistas, tributários e ambientais”, comenta Maurício Bandeira, gerente de linhas financeiras da Aon, líder mundial em consultoria e corretagem de seguros.

O executivo relata que o seguro de M&A atingiu volume de limites segurados superior a US$ 4 bilhões em todo o mundo no ano passado. Atualmente, EUA e União Europeia são os maiores responsáveis pela contratação da apólice. “Lá fora, o produto está mais difundido, pois já existe há 10 anos e atraiu empresas dos setores de tecnologia, mídia e telecomunicações, indústria farmacêutica, energia, óleo e gás, serviços financeiros, além de companhias ligadas ao mercado consumidor”, argumenta. No Brasil, segundo Bandeira, a Aon já foi procurada por diversos fundos de private equity e advogados especialistas em operações de M&A.

Ainda de acordo com o Maurício Bandeira, a busca pela apólice no país acontece no momento em que investidores estão cada vez mais cautelosos e, consequentemente, pesquisando diversas opções de garantia. “A grande vantagem do produto é que tanto o comprador como o vendedor pode acionar a seguradora, além de não ser necessário que uma das partes tenha que entrar primeiramente com ação na Justiça para registrar o sinistro”, ressalta.