SulAmérica cria cinco novos seguros empresariais voltados para pequenas e médias empresas

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A SulAmérica acaba de ampliar o portfólio de seguros empresariais. Com foco em pequenas e médias empresas, foram lançados cinco novos produtos para atender os segmentos de farmácias e drogarias, estabelecimentos de ensino, lojas de roupa, pet shops e salões de beleza. Os novos segmentos estão disponíveis na ferramenta de cotação online, que oferta mais opções de contratação de coberturas e serviços ao segurado, possibilitando mais flexibilidade ao corretor.

“As pequenas e médias empresas estão presentes no foco estratégico da SulAmérica. Diante desse cenário, a criação de ofertas diferenciadas proporciona o aumento da competitividade do nosso produto empresarial e, consequentemente, eleva a preferência dos corretores. Tendo em vista que agora nossos parceiros comerciais terão mais condições para adequar suas propostas às necessidades de cada cliente”, afirma o vice-presidente de Auto, Massificados e Ramos Elementares da SulAmérica, Carlos Alberto Trindade Filho.

Com este acréscimo, a companhia aumenta para 11 o número de segmentos do seguro, além de já dispor de produtos específicos para os setores de bares e restaurantes; consultórios; escritórios; shopping centers; hotéis e pousadas e padarias.

Além da cobertura básica, que protege contra danos causados por incêndio, queda de raios, explosão e implosão de qualquer natureza, o seguro empresarial da SulAmérica conta com mais de 30 coberturas opcionais disponíveis para contratação. Alinhados com as particularidades de cada segmento, os novos produtos cobrem necessidades específicas das atividades, permitindo que o corretor personalize a oferta a fim de atender as expectativas do cliente.

Para os proprietários de farmácias e drogarias, por exemplo, é possível obter uma cobertura especial de Responsabilidade Civil Profissional para os erros que o farmacêutico possa cometer. Já os estabelecimentos de ensino, por sua vez, têm direito a cobertura em decorrência de roubo de aparelhos portáteis. As lojas de roupas contam com proteção no caso de furto de valores de clientes no interior do imóvel. Pet shops se beneficiam da cobertura de deterioração de vacinas quando armazenadas em ambiente frigorificado e salões de beleza da proteção específica no caso danos causados a bens de clientes armazenados em guarda volumes.

A SulAmérica realizou um estudo com os corretores de todo o País, com o objetivo de identificar oportunidades e cenários ainda não explorados. Os resultados da pesquisa foram essenciais para criar estes novos segmentos empresariais especialmente para os clientes.

“Envelhecimento e Gênero” é o tema do II Fórum Internacional da Longevidade

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Um espaço para aprofundamento e troca de experiências. Assim o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade (ILC-Brasil) e consultor do Grupo Bradesco Seguros para assuntos relacionados a longevidade, definiu o II Fórum Internacional da Longevidade, que teve início na manhã de hoje, 16 de outubro, nas dependências do Grupo Segurador, no Rio. O evento dá prosseguimento aos debates iniciados ontem no IX Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, realizado em São Paulo.

Marcio Coriolano, presidente da Bradesco Saúde e da Mediservice, e também da FenaSaúde, ressaltou na abertura a importância de o Rio sediar o encontro.

Promovido pelo ILC-Brasil, com apoio do Grupo Bradesco Seguros e do Fórum Mundial de Demografia e Envelhecimento (WDA Forum), o evento tem como tema este ano “Envelhecimento e Gênero” e reúne especialistas dos cinco continentes.

Na primeira palestra do dia, “Uma perspectiva acadêmica sobre gênero e envelhecimento”, a pesquisadora Sara Arber, da Universidade de Surrey (Reino Unido), destacou os três tipos de recursos mais importantes para a qualidade de vida dos idosos: materiais (renda e bens), de saúde e assistenciais. Seu foco principal foram os assistenciais, em relação aos quais destacou quatros aspectos que impactam diretamente a atenção aos idosos.

O primeiro é o demográfico, uma vez que a população mundial vem envelhecendo rapidamente, sobretudo nas chamadas economias emergentes. O segundo são as mudanças familiares, já que cresce o número de famílias nucleares (formadas só de casais ou viúvas) e com poucas crianças, ocasionando pouca disponibilidade de cuidadores no interior das próprias famílias. O terceiro fator é o maior emprego de mão de obra feminina, que gera maior pagamento de aposentadorias. O quarto são as migrações, que implicam a escassez de adultos para cuidar dos idosos nas regiões e países de origem. “Todos esses fatores afetam a disponibilidade de recursos para a atenção aos idosos, principalmente nas classes mais baixas”, afirmou Sara Arber.

Em seguida, o holandês Willem Adema, economista-sênior da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), falou sobre “Gênero e envelhecimento – perspectivas econômicas e oportunidades”. Afirmou que o Brasil apresenta um gasto adequado com pensões e aposentadorias como proporção do PIB, mas que os chamados cuidados de longa duração ainda são praticamente nulos. De acordo com o economista, as mulheres ainda recebem menos que os homens em termos de pensões no mundo. Porém, nos países da OCDE, graças ao seu crescente nível de instrução, elas têm grande chance de ganhar cada vez mais, o que as ajudaria a contribuir mais nos lares. Segundo Adema, cresce o número de países onde é possível para um casal escolher qual dos dois vai deixar de trabalhar para cuidar dos filhos, mas isso ainda não acontece quando o que está em jogo é cuidar dos parentes idosos.

O envelhecimento no mundo

Ter um projeto de vida, fazer pequenas e grandes escolhas (em que ser útil e ter um trabalho prazeroso é essencial), ser alguém melhor e fazer uma ‘faxina’ material e existencial. Esses são alguns dos pontos levantados pela pesquisadora e escritora Mirian Goldenberg para se viver o que ela define como “A bela velhice”.

Mirian abordou o tema “Homens e mulheres envelhecendo no Brasil”. Ela destacou que, além das questões que ajudam a envelhecer melhor, como saúde, a situação financeira e amigos, um dos segredos é “dar risadas e aprender a dizer não”.

O painel “Envelhecimento e Gênero – perspectivas regionais” deu um panorama geral do envelhecimento na América Latina, Europa, América do Norte e Oceania. A conversa foi mediada pelo diretor no Brasil para o Fundo de População das Nações Unidas, Harold Robinson (UNFPA).

Participaram Guita Debert, Universidade de Campinas (UNICAMP), Toni Antonucci, da Sociedade Americana de Gerontologia, Vitalija Gaucaite Wittich, da Comissão Econômica das Nações (Europa) e Gabrielle Kelly, do Instituto de Pesquisas Médicas e de Saúde do Sul da Austrália, com condução do presidente do ILC-Brasil, Alexandre Kalache.

Entre os pontos de trabalho comuns, identificados pelos palestrantes, e de fundamental importância em várias partes do mundo, mesmo com as diversidades sócioeconômicas e culturais, estão: a grande diferença entre os ganhos salariais de homens e mulheres ainda existente em vários países; a necessidade de se reforçar a educação como caminho para uma melhora da sociedade como um todo; a importância dos relacionamentos intergeracionais (e como as novas relações familiares afetam diretamente o modo de envelhecimento); e a criação de incentivos para novas políticas públicas, em especial, habitacionais, que garantam ao idoso um envelhecimento digno.

A programação do II Fórum Internacional da Longevidade continua nessa sexta-feira, quando serão discutidas questões como Direito do Idoso, Gênero e Trabalho e Desenvolvimento de Politicas Públicas, entre outros temas. O escritor e jornalista Zuenir Ventura é o convidado da sessão de encerramento, para falar sobre os aprendizados da vida.

Seguro de inundação: uso de novas ferramentas e maior diálogo com o governo são condições para criar mercado eficiente, indica pesquisa da Swiss Re

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Enquete com mais de 100 profissionais de diversas seguradoras apurou que o setor está disposto a adotar soluções para reduzir os impactos das catástrofes naturais, desde que tenha ferramentas adequadas, participação do Estado e conscientização da população.

Diante da tendência de aumento da frequência e severidade das inundações e alagamentos, o mercado de seguros tem grandes desafios pela frente. O principal é encontrar soluções para levar a cobertura para toda a população, inclusive a mais vulnerável. Mas, será que o setor está preparado para enfrentar esse desafio? Esta e outras questões foram apresentadas a um grupo representativo do mercado de seguros brasileiro, composto por mais de 100 profissionais de diversas seguradoras, presentes no seminário “Respondendo ao desafio das catástrofes naturais no Brasil”, promovido pela Swiss Re no dia 10 de setembro, em São Paulo.

Com a utilização de aparelhos (keypads) para votação, a plateia respondeu nove perguntas ao longo dos quatro painéis do evento, visualizando os resultados em tempo real. Para Florian Kummer, diretor de Subscrição de Resseguros de Ramos Elementares para a América Latina, a representatividade da pesquisa, que envolveu parte significativa das seguradoras que compõem o mercado, e a credibilidade das respostas, a maioria quase unânime em algumas questões, definem mais que o panorama atual. “Em minha interpretação, vejo grande interesse e disposição do mercado em oferecer soluções que beneficiem a sociedade”, disse.

Desafios

A pesquisa constatou que para as companhias a exposição ao risco de alagamento poderia causar o maior acumulo de perdas em um único evento. Este item recebeu 54% das indicações, seguido por desastres causados pelo homem (20%) e vendaval (20%).

Mas uma pergunta, em especial, expôs uma realidade desconcertante. Indagados se a indústria de seguros tem as ferramentas necessárias para avaliar e precificar adequadamente os riscos de catástrofes naturais, 90% responderam “atualmente, não”. Florian Kummer não se surpreendeu com o resultado. “Os alagamentos são notícia diária na mídia e o setor de seguros não está pronto para enfrentá-los”, disse.

De acordo com a pesquisa, três quartos dos profissionais entrevistados reconhecem que o monitoramento e o controle sobre o acúmulo de risco no mercado brasileiro está “fraco”. Para Charles Lutz, Subscritor Senior de Riscos Patrimoniais, depois de cinco anos de forte crescimento é chegada a hora de as companhias melhorarem o controle de suas exposições em catástrofes naturais.

“As novas regras de capital e a possibilidade de reduzir o custo de resseguro deverão incentivar os investimentos em novos sistemas de informações, ferramentas e modelos”, disse. No entanto, ele reconhece que o maior obstáculo para a criação de um mercado de seguro eficiente na cobertura de inundações é a anti-seleção inerente ao produto.

Soluções

Considerando que novos canais de distribuição podem ser usados para aumentar a penetração da cobertura de alagamento no seguro residencial e na pequena e média indústria, a pesquisa abordou essa questão. Indagados sobre quais os desafios para melhorar o uso de novos canais de distribuição, como meio de se criar mercado, 23% apontaram a “falta de conscientização do consumidor”; 5% escolheram “preço” e 2% “produtos complexos e poucos atrativos”. Porém, a quarta opção “todas as alternativas” obteve 70% das indicações.

Para a Swiss Re, a soma dos resultados da pesquisa reforça o consenso de que a indústria de seguros precisa melhorar a oferta de produtos. Também ficou evidente que a primeira solução passa pela determinação de um preço justo para a cobertura. Charles Lutz observa que somente o uso de cartas de risco e de ferramentas pode eliminar a anti-seleção. “Sem ferramenta para quantificar e precificar o risco, o preço será único para todos e apenas os mais expostos comprarão o produto. Diferenciar o preço com base em uma ferramenta é essencial para criar uma comunidade de risco e atingir uma massa critica necessária para a viabilidade econômica da cobertura”, disse.

Nesse aspecto, ele destacou a utilidade de uma ferramenta desenvolvida pela Swiss Re, a única disponível no país, que produziu novas cartas de riscos de inundação e alagamento por CEP. “Com esta ferramenta se pode criar um produto de seguro contra alagamento, que beneficiaria muito a sociedade brasileira”, disse.

Uma das condições para tornar o produto mais atrativo seria a criação de um novo quadro regulatório. A pesquisa mostrou que as seguradoras estariam dispostas a trabalhar com o governo nesse projeto. Perguntados sobre a melhor maneira de promover o diálogo entre o governo e o mercado, a maioria (78%) escolheu a opção “criar um grupo de trabalho formado por seguradoras e resseguradoras que dialogue diretamente com o regulador e as entidades de classe, a fim de que o regulador modifique as normas atuais”. A segunda alternativa, “atuar diretamente com o governo na tentativa de modificar marco regulatório atual”, recebeu 17% dos votos.

Na avaliação da Swiss Re, esse resultado é um sinal muito forte de que a indústria de seguros deseja atuar de maneira proativa e não mais esperar as tragédias acontecerem para agir. Tanto que os entrevistados também consideraram quais as opções mais adequadas ao mercado brasileiro a serem discutidas pelo grupo de trabalho que dialogará com o governo.

Nesse quesito, as opiniões foram diversificadas: 55% entendem que o governo deveria subsidiar parte do prêmio de seguro, cabendo ao setor privado trabalhar em novos produtos e desenvolver o mercado. Já para 37%, a cobertura para catástrofes naturais deveria ser obrigatória e as companhias de seguro deveriam se ajustar para trabalhar neste novo mercado. Somente 8% acreditam que não cabe ao governo promover nenhum tipo de cobertura para catástrofes naturais, pois, consideram que esta responsabilidade é exclusiva do setor privado.

Grande demanda

Para Florian Kummer existe uma grande demanda para o seguro de alagamento. O diálogo entre a indústria de seguros e o governo, combinado com novas ferramentas e canais de distribuição, permitiriam oferecer soluções atrativas ao mercado brasileiro. “O setor de seguros tem a responsabilidade de auxiliar o governo na gestão de desastres”, disse. Para ele, a criação de um mercado eficiente de seguro de inundação resolveria um problema social grave, que se resume em uma questão: “Hoje, na ausência de um mercado de seguros forte, quem paga a conta?”

Na avaliação da Swiss Re, o surgimento de um mercado eficiente permitirá melhorar a resiliência da sociedade brasileira a catástrofes naturais e, ainda, reduzir a carga sobre as famílias, empresas e governo. Para tanto, a Swiss Re, que é líder global em trabalhos com governos na mitigação de grandes riscos e na oferta de financiamento em caso de desastres, se coloca à disposição do mercado de seguros brasileiro e das autoridades públicas do país.

HDI Seguros disponibiliza unidade móvel para atendimento em Lages, município catarinense que sofre por chuva de granizo

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A partir desta quarta-feira (15/10), os segurados da HDI que estão na região de Santa Catarina atingida por forte chuva de gelo podem contar com o apoio de uma van Bate-pronto para registro de sinistros. A precipitação de granizo ocorreu na segunda-feira e prejudicou cerca de 60% dos bairros do município de Lages, localizado na serra catarinense. Devido aos estragos provocados, a prefeitura local decretou situação de calamidade pública.

Para auxiliar seus usuários durante esse período de emergência, a HDI Seguros posicionou um Bate-pronto móvel, van equipada para prestar o primeiro atendimento ao segurado e processar a abertura de sinistros, no pátio da empresa Lages Pneus (Av. Belisário Ramos, 4001, Centro – Lages). O veículo estará neste local, das 8h30 às 17h45, até o dia 24 de outubro.

“Nas centrais Bate-Pronto o segurado é atendido por um profissional da HDI e tem a abertura de sinistro liberada em cerca de 30 minutos. Essa agilidade que temos nas lojas físicas foi levada para as unidades móveis, que criamos justamente para ampliar nossa eficiência em casos como este, com demanda atípica. Esperamos, dessa forma, prestar um atendimento de excelência aos segurados no momento em que eles mais precisam”, explica o Paulo Luckmann, diretor Regional da HDI em Santa Catarina.

Tokio Marine registra alta de 140% na venda de seguro condomínio no primeiro semestre de 2014

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Expectativa da Companhia é fechar o ano com produção de R$ 35 milhões no segmento
A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros no mundo, comemora os expressivos resultados obtidos nos primeiros seis meses de 2014 na carteira de Seguro Condomínio. Como resultado dos investimentos e aprimoramento de seus produtos, além da qualidade de seus serviços, a empresa registrou crescimento de 147,2% em sua produção no segmento. O market share, por sua vez, saltou para 9,31%, quase o triplo da participação de 3,81% registrada no mesmo período do ano passado. A expectativa segue otimista, com previsão de fechar o ano com produção de R$ 35 milhões no segmento.

“Fomos a Seguradora que obteve a maior evolução no mercado de Condomínio em 2013, quando encerramos o ano com crescimento de 141%, enquanto a média do mercado foi de 16%”, afirma o Diretor-Executivo de Produtos Massificados da Tokio Marine, Marcelo Goldman.

Para se destacar no segmento, no ano passado a Seguradora lançou novas coberturas de Vida, Auxílio Funeral e Auxílio Alimentação e hoje oferece um dos produtos mais atrativos e competitivos do mercado. Também reformulou e adaptou seu produto para atender às necessidades das convenções coletivas de funcionários de condomínios de todo o Brasil. Com a mudança, o Corretor passou a oferecer três opções de planos que contemplam as novas coberturas em duas formas de contratação: Capital Global e Múltiplo Salarial.

Segundo Goldman, outro fator decisivo para o crescimento é o investimento que a Tokio Marine faz continuamente na qualidade de seus produtos, serviços e processos. No Seguro Condomínio, os principais diferenciais são os descontos para propriedades com menos de um ano ou sem elevador, o pagamento em até seis vezes sem juros no débito em conta e a prestação de serviços emergenciais, como chaveiro, hidráulica e eletricista.

Com as melhorias, os Corretores podem oferecer a seus clientes os planos de coberturas e a forma de contratação com a proteção mais adequada aos segurados. O plano de partida já oferece as condições mínimas exigidas pelas convenções. O produto disponibiliza coberturas para Morte, Indenização Especial por Morte Acidental, Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente e Invalidez Permanente Total por Doença Funcional, além de Diárias por Incapacidade Temporária por Acidente e/ou Doença, Auxílio Funeral e benefício de Auxílio Alimentação na contratação de qualquer uma das coberturas de Vida.

Seguro Residencial Itaú oferece Serviços Ambientais

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O Itaú Seguro Residencial tem um diferencial que colabora com a preservação do meio ambiente e gera economia nas despesas da casa. Tratam-se dos Serviços Ambientais, que oferecem orientação para o consumo consciente de água e energia elétrica e para o descarte adequado de móveis e eletrodomésticos. Além disso, oferecem consultoria no desenvolvimento e implementação de projetos ecoeficientes, como a instalação de sistema de captação de luz solar e de reaproveitamento de água da chuva. O cliente recebe um orçamento gratuito e, se optar por colocá-lo em prática, contará com descontos no gerenciamento desse projeto.

Segundo cálculos da Abrava (Associação Brasileira de Ar Condicionado, Refrigeração, Ventilação e Aquecimento), a instalação de um sistema de aquecimento solar em casa pode reduzir em até 30% ou mais o valor da conta de luz. Já uma pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes-SP) mostra que os mesmos 30% podem ser reduzidos da conta de água com o sistema de captação de água da chuva. Para Ney Dias, Diretor Geral da Itaú Seguros de Auto e Residência, “os serviços foram desenvolvidos para ajudar a incentivar os segurados a terem atitudes sustentáveis”.

Outro destaque dos Serviços Ambientais é o descarte inteligente de móveis e eletrodomésticos. Ney Dias fala sobre a importância dessa ação. “Pouca gente sabe, mas o descarte irregular de móveis e objetos é crime ambiental, sujeito a multa de R$ 14 mil, em caso de flagrante”. Além de poluir a paisagem, eles podem acumular sujeira, ratos, insetos e, ainda, causar outros transtornos, como entupir saídas de água em córregos urbanos. “A vantagem para quem é segurado é poder contar com a comodidade de solicitar que a Itaú providencie a retirada dos itens com a certeza de que o descarte será feito nos lugares apropriados”, completa o diretor.

“Fomento à proteção dos segurados e estabilidade financeira por meio de governança e gestão de risco” é o tema da conferência anual da IAIS

estavelA Conferência Anual da Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS) contará com a participação da Susep que será representada pelo superintendente, Roberto Westenberger, a secretária Geral, Natalie Hurtado, e o coordenador de Relações internacionais, William Chaves. O evento, que será realizado em Amsterdã, na Holanda, entre os dias 20 a 25 deste mês, terá como tema “Fomento à proteção dos segurados e estabilidade financeira por meio de governança e gestão de risco”.

A primeira parte do encontro de supervisores internacionais vai reunir diversos comitês da IAIS divididos por temas, entre os quais o de inclusão financeira, operação de supervisão e signatários do memorando de entendimento da IAIS, além dos trabalhos nos comitês Técnico e Executivo da entidade que são instâncias decisórias. O superintendente da Susep deverá participar desses dois últimos comitês como observador.

Entre os dias 22 e 24 será realizada efetivamente a Conferência da entidade quando serão proferidas palestras de representantes de órgãos de grande relevância internacional, entre eles o diretor da Autoridade Europeia de Seguros e Pensões Complementares (EIOPA), Gabriel Bernardino, e o presidente do Escritório Federal de Seguros dos Estados Unidos (Federal Insurance Office – FIO), Michael, Mcraith.

No dia 25, última etapa do evento, será realizada a Assembleia Geral da IAIS, quando deverão ser votadas propostas discutidas nas reuniões dos comitês Técnico e Executivo. Entre os temas que serão apresentados, provavelmente estarão o requerimento básico de capital e o documento sobre a supervisão de conduta de mercado.

Roberto Westenberger deverá aproveitar ainda a viagem para encontros com representantes da EIOPA, para tratar da equivalência de normas e procedimentos com a Susep. Esses entendimentos deverão facilitar a atuação das empresas nos dois mercados e o desenvolvimento do setor de seguros, principalmente no Brasil. Westenberger encontra-se ainda com representantes da Agência de Serviços Financeiros, órgão regulador japonês, do Escritório Federal de Seguros dos Estados Unidos e do Lloyd’s, da Inglaterra.

Funenseg divulga estudo “Seguro de Vida Individual no Brasil: O que precisa ser feito para o seu desenvolvimento?”

O consultor Francisco Galiza chama a atenção dos leitores para o estudo “Seguro de Vida Individual no Brasil: O que precisa ser feito para o seu desenvolvimento?”, divulgado neste mês pela Funenseg

O estudo pode ser acessado no link:

http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/ESTUDOS_28_FUNENSEG_VIDA.pdf

Fórum da Longevidade Bradesco Seguros terá transmissão ao vivo a partir das 9h

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Quem quiser acompanhar o evento basta acessar http://espacovivamais.com.br/destaques/ix-forum-da-longevidade/transmissao-ao-vivo-ix-forum-da-longevidade-bradesco-seguros

As diferenças socioculturais no processo de envelhecimento entre homens e mulheres são o tema central do IX Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que será realizado no próximo dia 15 de outubro, a partir das 9h, no Hotel Unique, em São Paulo, reunindo especialistas nacionais e internacionais sobre o tema. Os números do envelhecimento no Brasil e no mundo, as diferenças entre os gêneros durante esse processo e seus impactos na sociedade estão entre os assuntos a serem abordados.

Participam do evento, entre outras personalidades, o jornalista e escritor Zuenir Ventura; a pesquisadora Mirian Goldenberg, autora de “Coroas: corpo, envelhecimento, casamento e infidelidade”; a professora de Saúde Pública e Envelhecimento da Universidade do Canadá, Maria Victoria Zunzunegui; a pesquisadora e historiadora Mary del Priore, autora de “História das Mulheres no Brasil”; a médica geriatra Cláudia Burlá; e o escritor John Gray, autor do best-seller “Homens são de Marte. Mulheres são de Vênus.”

Durante o Fórum, será realizada a entrega dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, que, este ano, além dos já tradicionais reconhecimentos aos trabalhos de Jornalismo e Histórias de Vida, lançam a modalidade Pesquisa em Longevidade, voltada à comunidade acadêmica.

Na sequência ao IX Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, acontecerá no Rio de Janeiro, nos dias 16 e 17 de outubro, o II Fórum Internacional da Longevidade, que dará continuidade às discussões sobre o mesmo tema, reunindo acadêmicos, pesquisadores e representantes de entidades de diversos países. Promovido pelo Centro Internacional de Longevidade Brasil, com apoio do Fórum Mundial de Demografia e Envelhecimento (WDA Forum), o evento será organizado, pelo segundo ano consecutivo, pelo Grupo Bradesco Seguros, em suas dependências no Rio.

Segundo o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, consultor e palestrante do Fórum da Longevidade, existem hoje 700 milhões de pessoas no mundo com mais de 60 anos, população que poderá chegar a dois bilhões nas próximas três décadas.

O Brasil é um dos primeiros no ranking dos países que mais envelhecem. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, divulgada pelo IBGE, mostra que as pessoas com 60 anos ou mais correspondem a 13% da população, o que equivale a 26,1 milhões de idosos no país. Em 2050, a projeção é que este grupo alcance 64 milhões, equiparando-se ao Japão em termos de envelhecimento.

A questão do gênero, que será abordada no Fórum, está diretamente relacionada ao papel social desempenhado por homens e mulheres. As mudanças no mercado de trabalho e na perspectiva de longevidade apontam também que as mulheres estão mais ativas economicamente e menos disponíveis para o papel de cuidadoras que exerciam anteriormente.

“As mudanças demográficas provocam impacto em todas as políticas governamentais, incluindo, além da saúde, as áreas da educação, da família, do trabalho, da previdência e da assistência”, ressalta Lúcio Flávio de Oliveira, presidente da Bradesco Vida e Previdência.

Ações por uma melhor qualidade de vida

Realizado desde 2006, o Fórum da Longevidade faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o intuito de difundir a importância de aliar proteção e planejamento financeiro a um futuro com qualidade de vida e bem-estar.

Além dos Prêmios Longevidade, as iniciativas também incluem o Circuito da Longevidade, que já reuniu, desde 2007, mais de 300 mil participantes, em corridas e caminhadas nas principais cidades brasileiras; e o programa Porteiro Amigo do Idoso, que visa a capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos e já treinou mais de 600 profissionais.

IX Fórum da Longevidade Bradesco Seguros

DATA: 15 de outubro de 2014 (quarta-feira)

HORÁRIO: das 8h às 16h10min

LOCAL: Hotel Unique – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4700 – Jardim Paulista / SP

Seguros no formato ‘gift cards’ criados pela BB e Mapfre estarão a venda a partir de janeiro

Marcos Ferreira_presidente BB MapfreDisposta a conquistar os consumidores de todos os níveis sociais do Brasil, o grupo BB e Mapfre investiu cerca de R$ 10 milhões no desenvolvimento do Projeto Milenium, que tem a pretensão de marcar o início de uma nova era para o mercado segurador. “Queremos conquistar as pessoas que nunca foram abordadas para ter um seguro”, diz Marcos Ferreira, presidente do grupo nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities. Para mostrar o grande potencial que há para ser explorado, ele cita pesquisa do Instituto de Pesquisa Datafolha, que revela dados surpreendentes: 95% das residências no Brasil não possuem seguro, 58% dos automóveis não têm proteção e 88% das pessoas não possuem seguro de vida.

Tais números, quando alinhados a realidade da sociedade, dão uma noção do fértil campo que há para ser explorado. “Cerca de 50 milhões de raios caem todos os anos no Brasil, e milhares de casas pegam fogo. Mais de 4 milhões de celulares foram roubados no país, só no ano passado. Diariamente pessoas são atacadas por cães. Todo mundo sabe que pode acontecer algo com o carro, mas não pensa em imprevistos com a casa”, acrescenta Paulo Rossi, superintendente de marketing do BB Mapfre.

Paulo Rossi_superintendente Marketing BB MapfreDiante de tamanho desafio e oportunidades de negócios, a equipe da BB e Mapfre se debruçou para entender por que tanta gente não contrata seguro. Foram mais de 2 anos de desenovlvimento do projeto, 90% das áreas foram envolvidas, mais de mil horas de reuniões e discusõess, cerca de 15 fornecedores participaram do projeto e mais de 20 pesquisas foram realizadas. Todo esse esforço culminou no projeto “Família Sempre Protegida”, que compõe uma linha de produtos de seguros que passará a ser ofertada em vending machines em pontos de vendas como estações de metro, aeroportos entre outros locais, como também nas gôndolas de lojas de varejo e supermercados. “É um novo modelo de negócios muito mais próximo do consumidor e com uma abordagem diferente de qualquer outro canal de vendas já existente”, afirma Rossi, que também comandou outro projeto vencedor, Traduzindo o segures. “Esse novo projeto só foi possível porque lá atrás fizemos a lição de casa simplificando produtos e serviços”.

O primeiro produto da linha é o seguro residencial, que oferece coberturas de incêndio, queda de raio, aeronave e explosão, por preços que o consumidor poderá escolher: R$ 60, R$ 75 e R$ 85, no pacote anual, para coberturas de R$ 40 mil, R$ 60 mil e R$ 80 mil, respectivamente. O princípio é o do auto-atendimento, como no caso dos gift cards. O consumidor compra uma embalagem e, ao adquiri-la, informa um código no sistema da seguradora, que valida o seguro. Neste mesmo momento, o corretor também é comunicado sobre a venda. O imóvel passa a ser protegido 24 horas após a ativação do seguro em sistema.

Sem poder revelar estimativas e projeções, Ferreira afirma que durante a construção do projeto ficou clara a demanda pelo produto. Um dos desafios a ser vencido a partir de agora é evitar a anti-seleção, ou seja, que apenas consumidores com grande chance de transformar o risco em acidente, como morar em uma área com forte histórico de alagamento, por exemplo, comprem o produto. “A massificação considera esse hipótese nos cálculos atuarias”, informou Ferreira. Quanto ao atendimento pós-venda, caso aconteça um pico de demanda, o executivo se diz tranqüilo. “Temos uma central de atendimento própria, com capacidade para atender milhões de pessoas, além dos nossos corretores e varejistas parceiros”.

10726236_10205349665686361_1293554766_n“Morar do século XXI”.

A divulgação do lançamento também contou com inovação. Em vez de uma coletiva básica, o grupo promoveu uma mesa redonda, com o arquiteto e urbanista Candido Malta, com a diretora de Negócios de Serviços do IBOPE, Silvia Cervellini, e com o psicólogo professor Armando Ribeiro. A jornalista Mônica Waldvogel fez a mediação do debate, abrindo as discussões com a seguinte pergunta: O que é morar no século XXI?

Diante do ponto de vista urbanistico, social e psicológico, ficou claro que a sociedade quer tranquilidade, mas pouco se preocupa em planejar o futuro, o que acaba causando o caos em que vivemos hoje nas grandes cidades. Excesso de carros, falta de segurança, sono prejudicado pelo estresse do dia a dia são alguns dos sintomas que tiram a tranquilidade das pessoas.

Um dos desafios para amenizar essa situação é mudar o padrão mental latino, de viver o hoje sem se preocupar com o amanhã. “Os católicos deixam na mão de Deus e os protestantes tem como base que cada um tem de fazer a sua parte para que momentos de sucesso possam se tornar realidade”, explica o psicólogo.

Ou seja, mudar a mentalidade dos brasileiros. Fazer com que a sociedade se sinta responsável pelo futuro, construindo dia a dia a vida que quer ter no futuro, sem depender de governo, empresas ou família. Cada indivíduo tem de ser conscientizado de que se fizer a sua parte, a chance de ter um futuro tranquilo é bem maior.

Dentro desse conceito, mesmo fazendo a sua parte, há riscos. Como uma doença inesperada, uma morte premature ou mesmo um incêndio. E para mitigar esses riscos existe uma infinidade de produtos e serviços disponibilizados pelas seguradoras.

A pesquisadora Silva deseja que vire moda se planejar. “O planejamento garante a tranquilidade e conforto para as conquistas e abre oportunidades para o futuro”, ressalta. Entre os perfis de consumidores detectados nas pesquisas feitas para o grupo BB e Mapfre, Silva cita que há os metódicos, que se planejam e compram seguros, os jovens com menos de 30 anos que afirmam ser muito jovens para pensar em seguro; os idosos, que olham o seguro como um produto para jovens e não para eles que já correm poucos riscos. E tem o grupo da “negação defensiva”. “São aqueles que acreditam que melhor não pensar em coisa ruim para não atrair, evitando assim um planejamento e se depara com o risco. Eis aqui o grande desafio das seguradoras: se aproximar de todos esses públicos”.

Para finalizar o debate, Ferreira comentou que o setor de seguros vem crescendo no Brasil a dois dígitos anuais desde, pelo menos, 2004, resultado, principalmente, da chamada ascensão da classe C, do consequente acesso a seguros e de uma nova consciência, entre essa população, de que “há o que proteger”. Ainda assim, os índices de penetração são pequenos. Um universo de milhões de clientes potenciais, de todas as faixas de renda, que hoje simplesmente desconhecem a importância dos seguros para proteger seu patrimônio.

O grande passo da BB e Mapfre está em divulgar a cultura do seguro, expondo os produtos para a população de forma simples, transparente e com preços acessíveis. “Aproximar o consumidor do mercado segurador, tornar tangíveis os seguros e desenvolver produtos com excelente relação custo-benefício foram algumas das conquistas do projeto, que ainda contribui para o desenvolvimento do mercado de seguros e atrai os milhões de não possuidores de seguros, independentemente de sua classe”, afirma Ferreira, acrescentando que a missão desse novo canal é fazer com que os seguros “toquem” essa população desprotegida, fomentando a “cultura do seguro”.