A Icatu Seguros vai ajudar os brasileiros a darem o pontapé inicial no planejamento do futuro dos seus filhos. Os bebês que nascerem no Brasil, de parto normal, entre 0h e 2h do dia 01 de janeiro de 2015 vão receber, gratuitamente, um plano de previdência com R$ 2.015,00 investidos. Sem sorteios e sem a necessidade de cadastro prévio, para participar basta apenas a família entrar em contato com a Icatu Seguros, solicitar o plano e apresentar a documentação pedida.
A ação “Os bebês da virada” – www.bebesdavirada.com.br, foi pensada com o intuito de unir dois momentos que remetem ao futuro: o réveillon, quando as pessoas repensam o ano que passou e fazem planos para o próximo que está chegando; e o nascimento, quando as pessoas também colocam uma série de expectativas para o futuro daquela vida que acabou de chegar. O projeto nasceu com o objetivo de aproveitar esses dois momentos e mostrar a todos, principalmente aos pais, que a realização dos sonhos dos filhos no futuro deve ser planejado hoje, tendo o tempo a seu favor.
“Somos uma empresa especialista em pessoas e engajada com ações que ajudem a sociedade a despertar para a importância de planejar e proteger o futuro. E essa ação traz três agentes para a construção do futuro dos pequenos: a Icatu Seguros, com o incentivo inicial; a família, com a contribuição mensal; e o tempo, que é um importante aliado nos investimentos, pois quanto mais cedo começar, mais recursos você terá no final” – afirma Aura Rebelo, Diretora de Marketing e Canais da Icatu Seguros.
O segmento de Capitalização da Bradesco Seguros distribui mais de R$ 7,2 milhões (valor bruto) em prêmios de sorteio distribuídos no mês de novembro. Foram 198 títulos contemplados, sendo 70 em São Paulo; 21 no Rio de Janeiro; 15 em Minas Gerais; 13 na Bahia; 12 no Rio Grande do Sul; 10 no Paraná; 9 em Pernambuco e em Santa Catarina; 6 no Ceará; 5 no Pará; 4 no Amazonas, em Goi&aac ute;s e em Mato Grosso; 3 no Espírito Santo e no Piauí; 2 no Maranhão e em Rondônia; e 1 no Amapá, no Mato Grosso do Sul, no Rio Grande do Norte, em Sergipe e no Tocantins, além do Distrito Federal.
A Caixa Seguros comemora sua participação na Black Friday. A empresa preparou promoções de seguros, previdência, capitalização e consórcio para participar do evento e aumentou as vendas pela internet de todos os produtos no último dia 28 de novembro.
A companhia faturou o dobro da sexta-feira anterior com as vendas dos planos de previdência participantes da promoção. No seguro auto e na capitalização, as vendas triplicaram com parcelamento em 10 vezes sem juros no seguro e desconto de 50% na primeira parcela do CAP Torcedor. No consórcio, que não cobrou a taxa de administração antecipada, as vendas cresceram 112%.
Durante o dia das promoções, 30 mil pessoas do Brasil inteiro visitaram o hotsite que a empresa criou para participar do evento. Nas redes sociais, a participação do público foi ainda maior. As ações relacionadas à participação na Black Friday alcançaram 3 milhões de usuários.
Associada à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, a CAIXA Seguros recebeu o selo Black Friday Legal, entregue às empresas que se comprometeram a oferecer descontos de verdade durante o evento.
2015, ano em que a SulAmérica completará 120 anos, será intenso. Assim como têm sido todos os anteriores, brinca Gabriel Portella, CEO do grupo, em almoço realizado com jornalistas nesta quinta-feira, 11. “Toda crise traz oportunidades”, ressalta o executivo.
A SulAmérica, listada na BM&FBOVESPA no nível 2 de Governança Corporativa, encerra 2014 comemorando os resultados. Segundo o blog Sonho Seguro, Portella diz que 2014, com incerteza das eleições e realização da Copa do Mundo, foi um ano que trouxe desafios novos para o setor, além dos tradicionais, como a concorrência do seguro de automóvel. “Nem todo ano tem Copa do Mundo, eleições e tantas reversões de expectativas. Manter a trajetória de crescimento nessa turbulência foi algo que motivou toda a equipe”.
Em 2015, os desafios continuam “grandes”, tanto em termos de macroeconomia como também na indústria de seguros. Segundo Portella, o crescimento vai depender do ritmo da intensidade dos ajustes do governo na condução dos indicadores como inflação e juros, que definirão investimentos e empregos. “Em seguros, nosso empenho permanece em aumentar a venda cruzada entre os 7 milhões de clientes que já temos em carteira. Para isso, o treinamento dos corretores, o desenvolvimento de produtos e serviços diferenciados, com preços acessíveis, estão na agenda dos executivos do grupo que tem como acionistas a família Larragoiti, o IFC (braço financeiro do Banco Mundial), Swiss Re entre outros.
Nos primeiros nove meses de 2014, a companhia registrou receitas totais de R$ 12,6 bilhões e lucro líquido de R$ 254,1 milhões. Em todo o ano de 2013, as receitas atingiram R$ 14,7 bilhões e lucro líquido recorrente foi de R$ 480,4 milhões. É a terceira maior em saúde, quarta em seguro de automóvel e quarta em capitalização.
A expectativa, não revelada por ter ações em bolsa, indica que o grupo tem como meta encerrar 2014 em linha com o crescimento do mercado, estimado em 11% em 2014 e 12,2% em 2015. “Em geral, temos em mente manter o crescimento na casa dos dois dígitos”, disse. Esse crescimento pode incluir aquisições, possivelmente no ramo odontológico. Quanto a venda da carteira de seguros para grandes riscos, Portella informa que aguarda o posicionamento do banco de investimento contratado para intermediar o negócio. “Sem prazos definidos”, afirma.
O grupo aposta no crescimento da indústria de seguros diante da oportunidade de negócios que o Brasil apresenta. O objeto de desejo está em conquistar uma parte dos 76% brasileiros que ainda não tem plano de saúde, 89% daqueles que não possuem plano odontológico, 78% sem seguro de carro e 86% dos brasileiros que não tem seguro residencial. Atualmente, em todo o Brasil, o setor conta com 50,7 milhões de segurados em saúde, 21 milhões em odontológico, 16,8 milhões carros protegidos e 7 milhões de residências contam com a proteção de seguro, segundo dados divulgados pela CNseg.
A SulAmérica se manteve pelo sexto ano como integrante da carteira anual do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBOVESPA para o período que tem início em janeiro de 2015. Segundo os executivos, o processo de participação no ISE contribuiu para a identificação de oportunidades de melhorias em políticas corporativas e processos operacionais.
A Fitch Rating divulgou relatório com perspectivas estáveis para a indústria brasileira de seguros. A agência espera que o setor mantenha o ritmo de crescimento em 2015, em linha mesmo a previsão de um PIB fraco. No entanto, o crescimento dos prêmios deverá se manter num ritmo mais lento do que a média observada desde 2007.
O crescimento de prêmios estimado pela Fitch está entre 7% e 12% em 2015, (excluindo o segmento de seguro saúde), em linha com o divulgado pela CNseg na última terça-feira. “Houve uma recuperação moderada no segundo trimestre de 2014 e no terceiro trimestre de 2014, mas o crescimento a partir de setembro de 2014 situou-se em 9,1%, a menor taxa dos últimos 10 anos, uma queda de 13,5% em relação ao mesmo período de 2013”, informa o relatório.
Segundo a análise obtida pelo blog Sonho Seguro, os fundamentos do setor de seguros no Brasil são favoráveis para o crescimento sólido no longo prazo. A penetração no mercado brasileiro de seguros, de 4,2% a partir de junho de 2014, em comparação com 3,3% no final do ano de 2010, é o mais alto da região, mas inferior à média de 8% e 10% dos países desenvolvidos. A mobilidade social ascendente da classe média e esforço na bancarização deve impulsionar o crescimento do setor de seguros, dado o domínio do modelo bancassurance. No entanto, o recente crescimento da penetração dos seguros é pouco provável que se mantenham nos mesmo patamares.
A Fitch espera que a rentabilidade do setor de seguros permaneça sólida e apoiada por altas taxas de juros e renda financeira, bem como com índices de ganhos operacionais adequados em 2015. Esses fatores devem compensar a pressão de preços em queda causada pela competição.
A capitalização do setor de seguros brasileiro permanece adequada, apesar da tendência de aumento nos índices de alavancagem observados desde 2010 e a carga exercida sobre o patrimônio líquido pelas reservas de reavaliação mais baixos nos últimos dois anos.
A Fitch estima que o mercado de resseguros local permaneça sob pressão da concorrência em 2015, devido ao contínuo crescimento na capacidade de resseguro e crescimento mais lento do mercado de seguros primários. No entanto, as condições do mercado “soft” podem mudar para negociações mais técnicas, com preços e coberturas mais restritas, em comparação com os últimos três anos. A melhoria dos resultados técnicos do mercado local como as divulgadas em setembro 2014 sugere que alguns ajustes de taxa já ocorreram.
Mais sobre o estudo no link ‘www.fitchratings.com’ e ‘www.fitchratings.com.br.’
O Paraná Banco e a The Travelers Companies, através de sua holding de seguros JMalucelli Latam, adquiriram o controle acionário de uma empresa colombiana de Seguro Garantia, Cardinal Compañía de Seguros. “Há alguns anos nós temos acompanhado o mercado de Seguro Garantia da Colômbia. É um mercado bem desenvolvido com um potencial de crescimento atraente. Nós escolhemos a Cardinal, por ser uma empresa com valores parecidos com os nossos, que conta com gestores e acionistas com visão estratégica consistente com os nossos objetivos de expansão. Com essa nossa parceria, a empresa será capaz de oferecer uma proposta de valor ainda mais inovadora ao mercado colombiano”, afirmou Alexandre Malucelli, Diretor Executivo da JMalucelli Participações em Seguros e Resseguros S.A. e presidente do Conselho de Administração do Paraná Banco.
A forte demanda de Seguro Garantia na Colômbia é fruto, em parte, do crescimento da economia juntamente com os projetos públicos de infraestrutura que estão planejados. A expectativa de conclusão da operação é para o segundo semestre de 2015 e está sujeita à aprovação regulatória. A Cardinal possui amplo conhecimento do mercado de Seguro Garantia na Colômbia e, assim como o Grupo JMalucelli, tem uma cultura focada no cliente. A Cardinal manterá sua sede em Bogotá e passará a usar a marca JMalucelli Travelers.
A Travelers e o Paraná Banco iniciaram se tornaram parceiros em 2010 através da JMalucelli Participações em Seguros e Resseguros. Em 2012, a Travelers aumentou sua participação na sociedade para 49,5%.
Reportagem do Valor Econômico conta na edição desta quinta-feira, dia 11, que a Petrobras conseguiu renovar o seguro de responsabilidade de seus executivos com 40% de aumento e restrições de cobertura. O seguro tem cobertura de até US$ 250 milhões e custou aproximadamente US$ 1,5 milhão nesta última renovação, em setembro. Foi fechado pela Itaú Seguros ACE, tendo a Zurich como a principal resseguradora.
A nova apólice não vai cobrir os próximos desdobramentos da Operação Lava-Jato. De acordo com o texto, todo em OFF, os casos que podem exigir defesa de executivo avisados pela Petrobras à seguradora até aquela data estão cobertos. Tudo o que for reclamado depois, quando a apólice nova já estava em vigor, não terá direito à indenização.
A reportagem conta que a apólice que venceu já está cobrindo, por exemplo, os custos de defesa com o processo em curso que investiga a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras. A aquisição foi feita em 2006, mas a investigação sobre a transação começou este ano e, por isso, é a apólice vigente até setembro de 2014 que cobre os gastos com o caso. A maior parte da conta, porém, deverá ser paga pelas resseguradoras da apólice da Petrobras. Isso porque a Itaú Seguros reteve, no máximo, 2% do risco e repassou o restante. A Zurich tem a primeira faixa, de cerca de US$ 15 milhões.
A seguradora está exposta a muitos riscos, diante da atual situação da Petrobras, com diversos processos movidos nos EUA contra os diretores, além da avalanche de reclamações que deve sofrer também no Brasil, principalmente de trabalhadores que usaram o FGTS para comprar ações da estatal na esperança de poder comprar uma moradia.
O caso da Petrobras complica as negociações de seguros financeiros em vários segmentos, como construtoras e empresas envolvidas em contratos de outros setores que passam a ser investigados, como aeroportos e concessões. Segundo fontes ouvidas pelo Sonho Seguro, o caos vivido pela Petrobras poderá causar outros prejuízos ao mercado de seguros, uma vez que vários contratos, como de construção de navios, que contavam com seguro garantia, estão parados. Além de muitos outros aspectos, como falta de manutenção que agrave riscos de acidentes, demissões que podem reduzir a fatura de seguro de vida e planos de saúde, entre outros.
Aprovado pela CAS, microsseguro poderá beneficiar população de baixa renda
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou, nesta quarta-feira (10), regras para a criação dos microsseguros, destinados especialmente à população de baixa renda. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 59/2013 agora segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
O microsseguro é uma apólice com cobertura feita sob medida para amparar as pessoas com menores rendas em situações que representem grandes choques econômicos no orçamento doméstico. Suas regras facilitadas e impostos reduzidos permitem a contratação, por preços mais acessíveis, de seguros de vida, indenizações por invalidez, reembolsos de despesa com funeral, doenças graves e até seguros educacionais, por exemplo.
A proposta, de autoria do deputado Adilson Soares (PR-RJ), pretende inserir pelo menos 100 milhões de pessoas que estão fora do mercado de seguro no Brasil. Ele esteve na reunião da CAS e comemorou a aprovação. O senador Vicentinho Alves (SD-TO) se comprometeu a trabalhar pela aprovação da proposta nas demais comissões da Casa. “O projeto é nobre e louvável”, disse.
Apólices
Pelo texto, poderá comprar a apólice de microsseguro qualquer pessoa física, profissional ou não, ou jurídica com fins lucrativos (sociedade ou empresa individual), desde que se enquadre no conceito de microempresa (faturamento anual de até R$ 360 mil).
O plano de microsseguro sofrerá limitações estipuladas pelo órgão regulador, como limite máximo de valor segurado, de vigência, de prazo para o pagamento da indenização e a possibilidade de contratação de maneira simplificada, por meio eletrônico. A fixação desses parâmetros estará a cargo da Superintendência de Seguros Privados (Susep).
O corretor de microsseguro é equiparado em direitos e obrigações aos corretores convencionais e estes, que atuam em outros mercados (seguros convencionais, previdência complementar aberta e capitalização) poderão ser autorizados a ofertar microsseguros.
Incentivos
Para estimular as empresas a ofertar microsseguros, a proposta cria uma tributação diferenciada, o Regime Especial de Tributação aplicável às operações de Microsseguro (RET-Ms). Com ele, a sociedade seguradora poderá unificar o pagamento de quatro tributos (IRPJ – 0,31%, PIS/Pasep – 0,09%, CSLL – 0,16% e Cofins – 0,44%) no total de 1% da receita mensal com as operações de microsseguros.
A empresa que financiar os microsseguros para seus empregados poderá deduzir a despesa da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Sobre o Lucro Líquido (CSLL). O benefício é válido até o exercício de 2017, para deduções de 2016.
A mesma regra vale para o patrão que pagar o microsseguro ao empregado doméstico, com dedução do valor no pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). Só poderá ser deduzido o valor do microsseguro de um empregado, até o máximo de 10% do salário mínimo. O gasto com o microsseguro custeado pelo empregador não comporá o rendimento bruto do empregado para fins de incidência do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF).
O projeto determina ainda que a alíquota máxima do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) nas operações de microsseguro será de 1%. Nas demais operações de seguro, essa alíquota pode variar de 0,38% a 7,38%.
Para o relator, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), a proposta é “meritória do ponto de vista do direito econômico, porque cria um mercado de bens e serviços hoje inexistente ou pouco expressivo em volume de faturamento”. Ele apresentou apenas emenda para corrigir a redação da proposta. A matéria foi relatada ad hoc pelo senador Paulo Davim (PV-RN).
A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) tem expectativa de que o setor encerre 2014 com crescimento de 3% no número de beneficiários de planos e seguros de saúde, atingindo perto de 72,2 milhões de vidas. A projeção – resultado de análise feita pela Federação sobre números da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – é inferior ao observado em 2013, quando o segmento registrou alta de 4,6%. No entanto, mesmo diante de cenário econômico adverso, com retração em diversos indicadores, a FenaSaúde considera que este mercado se comportou positivamente, mantendo tendência de expansão ano após ano.
A entidade também traçou as expectativas e os desafios do setor de Saúde Suplementar para 2015. Segundo a Federação, o rumo da política econômica do novo mandato de Dilma Rousseff pode fazer com que o mercado mantenha o ritmo de expansão apresentado em 2014, variando entre 2,7% a 3,3%. De acordo com Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde, é importante que o Executivo volte suas atenções para desafios que são de interesse de toda a sociedade. “Elencamos como prioridades: diálogo do Governo com o segmento de Saúde Suplementar; ações para conter a escalada de custos médicos à população; edição de medidas para transparência na comercialização de insumos e materiais de alto custo, inclusive OPME (Órteses, Próteses e Materiais Especiais); além da adoção de critérios técnicos de custo-efetividade, custo-utilidade e custo-benefício na avaliação da incorporação de novas tecnologias ao Rol da ANS”, afirma Coriolano.
O aumento dos custos assistenciais é preocupante. De 2007 a 2013, as receitas do setor cresceram 108,3%. Já as despesas assistenciais, no mesmo período, subiram 119,6%. Segundo análise da Federação, o aumento de beneficiários e o IPCA acumulados no período somaram 79,6%. A FenaSaúde também levantou a evolução do gasto médio per capita com consultas e internações. De 2008 a 2013, a variação do custo com pagamentos de consultas foi de 43,2%. Já com internações, a evolução registrou 95,8%. No período, o IPCA acumulado foi de 31,3%.
Um dado importante é a qualificação contínua do setor. Em novembro, a ANS divulgou o 11º Ciclo de Monitoramento da Garantia de Atendimento. O indicador mostrou redução de 40% no número de reclamações em comparação ao ciclo anterior, divulgado em agosto. No mesmo mês, a Agência apresentou o Índice de Desenvolvimento da Saúde Suplementar (IDSS), que registrou aumento de cinco pontos percentuais no total de operadoras médico-hospitalares classificadas como boas e muito boas em relação à avaliação anterior, representando 66,7%. A proporção de beneficiários cobertos por planos destes tipos de operadoras totalizou 82,5%, incremento de 19,6 pontos percentuais, diante do estudo divulgado em 2013.
“A Saúde Suplementar tem passado por um processo de melhora contínua. Prova disso são os indicadores divulgados pela ANS. Para as associadas à FenaSaúde, a regulação é importante para a organização do mercado, mantendo a operação das organizações que têm capacidade de prestar atendimento adequado e que primam pela qualidade”, ressalta Coriolano.
Segundo a Federação, o acesso à informação também é um importante aliado das operadoras e dos beneficiários de planos e seguros de saúde. Neste ano, a entidade lançou duas publicações gratuitas: o Guia do Consumidor e o Guia da Gestante. Os materiais trazem informações que esclarecem pontos importantes do atendimento privado. Por meio da plataforma online ‘Plano de Saúde – O que Saber’, que inclui hotsite e página no Facebook, a FenaSaúde divulga conteúdo sobre regulação, prevenção da saúde, além de orientar o consumidor e tirar dúvidas sobre planos de saúde. Basta acessar em: http://www.planodesaudeoquesaber.com.br/
Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) conclama os governos a agir decisivamente para prevenir a violência, apontando também que seus custos econômicos são elevados.
Segundo a OMS, 475 mil pessoas foram mortas em 2012 e o homicídio é a terceira principal causa de mortalidade, em nível mundial, para homens entre 15-44. A OMS cita estudo de 2004, indicando que os custos econômicos diretos e indiretos da violência equivaliam a 1,2% do PIB no Brasil, 4% do PIB na Jamaica e a 0,4% do PIB na Tailândia.
Apesar da queda de 16% na taxa de homicídios entre 2000 e 2012, a violência é algo disseminado, diz a OMS, afetando particularmente mulheres e crianças. O relatório indica que uma entre quatro crianças sofreram abusos físicos, e uma entre cinco garotas, abuso sexual. De acordo com o relatório da OMS, uma a cada três mulheres foi vítima de agressões físicas ou sexuais em algum ponto de sua vida.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.