Mais de 200 mil pessoas prestigiam a inauguração da Árvore de Natal da Bradesco Seguros

julianacoutinho_mg_1435_baixaLuiz Carlos Trabuco, presidente do Banco Bradesco, Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, e vários executivos do grupo receberam mais de uma centena de convidados no camarote VIP montando na Lagoa Rodrigo de Freitas para a inauguração da 19. edição da Árvore de Natal da Bradesco Seguros. Entre eles, Braguinha, João Havelange, Luiz Fernando Pezão, governador do Rio, Paulo Roberto Ribeiro Pinto, presidente da Light (preocupadíssimo com a falta de água e com a crise que afeta o setor elétrico no País).

Havia muita gente (que é e que também já foi) da indústria de seguros, como Roberto Westernberg, titular da Susep, Henrique Brandão, presidente do Sincor-RJ (que pretende levar a discussão sobre “agente” para o Congresso), o especialista em longevidade Alexandre Kalache (que já se dedica ao Fórum de Longevidade a ser realizado no final de 2015), os corretores Marcelo Blay, da Minuto Seguros, e Hélio Novaes, da MDS, entre tantas outras personalidades da sociedade brasileira. Sim. tinha gente de todos os cantos do país nesta festa, que contou com mais de 200 mil pessoas ao redor da Lagoa para assistir ao show de inauguração.

Roberto Westenberger, titular da Susep, está otimista em ser mantido no cargo de xerife do mercado segurador. A indicação do cargo geralmente é feita pelo ministro da Fazenda para o presidente da República. Neste caso, Joaquim Levy fará a indicação de um nome para a Susep para Dilma Rousseff. “Há muito trabalho na Susep e a vida segue a rotina de um regulador focado na solvência das empresas e na proteção do consumidor”, disse, deixando claro o seu desejo de permanecer no cargo.

Tarcysio Godoy, diretor da Bradesco Seguros, desconversa quando questionado sobre deixar o seu cargo na Bradesco para fazer parte da equipe do ministério da Fazenda, conforme rumores nos bastidores de Brasília. Godoy disse desconhecer tais suposições. Na edição desta segunda-feira (1 de dezembro), o jornal Valor Econômico cita: “Para assumir a Secretaria do Tesouro Nacional, ganhou força, nos últimos dias, o nome do ex-secretário Tarcísio Godoy, diretor da Bradesco Seguros e Previdência”.

Lucio Flavio de Oliveira, presidente da Bradesco Vida e Previdência, está confiante no crescimento de dois dígitos do segmento de previdência em 2015. “O setor já mostrou sinais claros de recuperação neste segundo semestre e essa é uma tendência que se manterá no próximo ano porque as pessoas estão conscientes da necessidade de poupar no longo prazo”, disse. Segundo ele, a perspectiva de aprovação do VGBL Saúde em 2015 também ajudará a incrementar a arrecadação de recursos nos planos de previdência privada aberta.

Eugênio Velasques, diretor da Bradesco Seguros, afirmou que o setor tem grandes desafios pela frente para levar o produto certo ao consumidor no ponto de venda que ele quer ser atendido. “Estou confiante que a indústria de seguros manterá o crescimento de dois dígitos em 2015”, afirmou.

“Chegar à 19a edição consecutiva da Árvore de Natal da Bradesco Seguros é motivo de orgulho para todos nós. A Árvore é um símbolo incorporado ao Natal dos brasileiros que encanta o mundo todo e que já faz parte da nossa história, transmitindo uma mensagem de paz e fraternidade. Além disso, a Árvore sempre motiva a reflexão das pessoas sobre os momentos vividos no ano que está terminando e também quanto às expectativas para o ano que se aproxima”, afirmou Alexandre Nogueira, diretor da Bradesco Seguros.”

A Árvore de Natal da Bradesco Seguros criou fortes raízes com a população carioca, foi incorporada ao Natal dos brasileiros e se transformou em referência internacional, contribuindo para projetar ainda mais a imagem do Rio de Janeiro no Exterior. Segundo os organizadores do evento, 90 mil pessoas estavam conectadas no link de transmissão online do evento, disponível em diversas línguas.

Todos estavam reunidos para assistir o show, que contou com a participação do Coral da Fundação Bradesco, dos atores Cláudio Lins e Laila Garin, da cantora Simone, Família Lima e a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Simone, presente em boa parte das festas de inauguração da árvore, cantou “Aquarela do Brasil” e “Ave Maria” ao lado dos mascotes das Olimíadas e Parolimpíadas, que depois circularam no camarote VIP para tirar fotos com os convidados.

Depois do réveillon e carnaval, a inauguração da Árvore de Natal da Lagoa é considerada o terceiro maior evento do Rio. A festa teve transmissão on-line e tradução em mais de 30 idiomas. Com o tema Natal de Luz, a árvore tem 85 metros (o equivalente a um edifício de 28 andares), 3,1 milhões de lâmpadas e 120 quilômetros de mangueiras luminosas, que ficarão baseados em 11 flutuadores. Ao todo, ela pesa 542 toneladas. A árvore ficará montada até o dia 6 de janeiro e a expectativa diária de visitação é de 80 mil pessoas por dia. A produção para o espetáculo de inauguração começou em setembro. A árvore também já faz parte do Guiness Book.

Eu e minha família fazemos parte daqueles que amam a Árvore. Prestigiamos esse evento há 13 anos!!! Com ou sem convite estamos lá ano a ano. Seja no Camarote VIP ou na grama da Lagoa. O que importa é estar lá para a abertura da temporada de Natal, um natal de Luz, um natal de família, um natal que renova a alma. Até 2015!

SulAmérica concluirá negociação da carteira de riscos

Fonte: Estado de São Paulo

A SulAmérica deve concluir a negociação da sua carteira de grandes riscos somente em 2015, de acordo com o presidente da seguradora, Gabriel Portella. As conversas com possíveis interessados, segundo ele, ainda não começaram, pois ainda estão sendo analisadas as alternativas possíveis junto ao banco contratado para assessorar a companhia, o Itaú BBA, para o ativo.

“As alternativas clássicas são parceria, venda, investimento e deixar as apólices vencerem. Ainda estamos avaliando”, disse Portella, em entrevista exclusiva ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

A decisão de dar um novo destino para a carteira de seguros de grandes riscos não vem de hoje, segundo o executivo. Ele explica que a participação de mercado da SulAmérica neste segmento não estava de acordo com o objetivo da companhia e que, para crescer, teria de investir em detrimento de outros segmentos, nos quais a seguradora tem mais expertise e presença.

Ao vender a carteira de grandes riscos, caso seja essa opção escolhida pela SulAmérica, a seguradora vai em linha com o movimento do Itaú Unibanco, que vendeu seu ativo para a Ace, e de outras companhias que estão tirando o pé deste segmento. Carlos Alberto Trindade Filho, vice-presidente da SulAmérica, disse que esse negócio tende a ficar nas mãos de grupos especializados e resseguradoras (que dividem o risco de grandes apólices com seguradoras).

“A carteira de grandes riscos não tem problema, mas um resultado mais volátil. Quando se tem um sinistro, há uma perda maior de capital”, destacou Trindade Filho, durante palestra em evento para analistas e investidores.

Segundo ele, a SulAmérica tem um foco bem definido no médio risco, uma vez que não quer estar exposta a grandes fábricas, siderúrgicas, grandes usinas. No passado, duas apólices bilionárias da companhia, uma da hidrelétrica de Jirau e outra de um terminal portuário da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), resultaram em brigas judiciais.

Aquisições

Sobre possíveis áreas que receberiam mais atenção da SulAmérica, Portella diz que como uma seguradora multilinha, vai investir nas principais áreas de atuação que incluem saúde, automóvel, capitalização. Há apetite, segundo o presidente da seguradora, para aquisições no segmento odontológico, no qual a companhia está sempre avaliando oportunidades.

Portella destacou, porém, que a estratégica não-orgânica da SulAmérica é seletiva e prioriza a rentabilidade. Em odonto, por exemplo, os ativos estão “caros”, o que faz com que a companhia continue apenas no campo da análise. Diferente de quando comprou a Dental Plan, em 2010, quando precisava criar expertise neste segmento, agora, a aquisição precisa gerar valor adicional ao crescimento orgânico.

“Tínhamos 100 mil vidas e compramos uma empresa com mais 140 mil vidas. Hoje são 600 mil vidas em seguro odontológico. Não buscamos somente o crescimento”, destacou ele, que também participou do 4º AnalistDay da SulAmérica.

Alarys: gerenciamento de risco ainda não é prioridade para grande parte das empresas brasileiras

Pena que a Alarys, Fundación Latinoamericana de Administracion de Riesgos, dedicada a apoiar a difusão do gerenciamento de risco na região, não convidou a imprensa para cobrir o evento realizado a cada dois anos e que neste foi realizado no Brasil entre os dias 25 e 26 de novembro, no Rio de Janeiro. Jornalistas estrangeiros foram convidados. A instituição reclama que as corporações brasileiras não priorizam o gerenciamento de risco e ela mesma ignora um dos principais riscos: a gestão da comunicação. Além, é claro, de trazer jornalistas estrangeiros e ignorar a mídia local ser algo bem deselegante, sendo Jorge Luzzi praticamente um brasileiro de coração. Mora e trabalha no Brasil. Por muitos anos foi o responsável por gestão de risco na Pirelli, presidente da Associação Brasileira de Risco (ABGR) e hoje está na Herco Consultoria, uma empresa do grupo MDS. Mesmo tendo várias cidadanias, inclusive a suíça, ainda desdenha a imprensa brasileira.

A ABGR e Alarys alegam que muitas empresas não valorizam a contratação de seguros e por isso colocam o patrimônio do acionista em risco. Se isso acontece, boa parte vem da falha na comunicação. Eu sou testemunha que muitos executivos não valorizam a comunicação e por isso perdem oportunidades de difundir a cultura do seguro. Alguns alegam que a imprensa não se interessa por seguro. Eu afirmo que a imprensa tem grande interesse por boas notícias e muito pouco por looby ou discursos centrados no próprio umbigo.

Resumindo, está na hora de entender que a comunicação é um dos itens prioritários no gerenciamento de risco de qualquer governança corporativa. Desculpas não podem justificar a grandeza de superar desafios e transformar oportunidades em ações efetivas e com resultados positivos para todos os envolvidos. Sendo assim, vou apenas traduzir o que a Business Insurance publicou, com autoria do editor Paul Bomberger, sobre o evento realizado nesta semana no Rio de Janeiro. E só faço isso porque o tema é relevante para os leitores do blog Sonho Seguro.

Segue o texto com tradução livre:

business insuranceApesar de várias grandes catástrofes desde 2000, incluindo um acidente de avião em São Paulo em 2007 e um afundamento de uma plataforma de petróleo no mar, perto do Rio, em 2001, muitas empresas no Brasil ainda não estão praticando gestão de risco inteligente e não compram um seguro para cobrir a maior parte de seus riscos, disse a presidente da Associação Brasileira de Gestão de Risco (ABGR) disse à platéia dia de abertura quarta-feira no ALARYS 2014, a conferência Latino-americana de gestão de risco bienal. (o texto não menciona, mas a presidente é Cristiane Alves).

“Várias pessoas não entendem o que a gestão de risco é dentro das empresas. O que estamos falando é de gestão de risco de todo o empreendimento”, disse Marcelo D’Alessandro, diretor da ABGR, aos gestores de risco brasileiros.

Os principais players priorizam investimentos e continuam dispostos a implementar programas eficazes de gestão de risco corporativo para tentar mitigar riscos operacionais significativos”, disse D’Alessandro. Segundo ele, apesar de existir uma lei desde 1966 exigindo a contratação de seguros para perdas com riscos patrimoniais e de responsabilidade civil, muitas empresas da maior economia da América do Sul ignoram este decreto. “Os CEOs vão dizer que as seguradoras não fazem o seguro”, disse o gerente de risco que participou da comissão que garantiu o Rio como a cidade anfitriã dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016.

D’Alessandro citou vários exemplos convincentes de catástrofes graves em todo o Brasil que afetam os setores público e privado. Ele disse que depois de um desastre torna-se claro que não há cobertura de seguro no lugar e nenhuma previsão para tornar-se mais seguro. Além da queda do avião e afundamento da plataforma da Petrbras, ele mencionou um acidente de 2004 com um trem de passageiros em uma floresta e a seca, em 2007, que aleijou quase todos os sistemas primários de energia hidroelétrica do Brasil. “Há uma falta de preparo para seguros no Brasil”, disse ele. “Nós estamos sempre correndo atrás de problemas em vez de previno-los.

No entanto, um par de gestores de risco de grandes empresas no Brasil explicou que a gestão está melhorando, mas ainda há muito trabalho a ser feito em função da maioria das empresas ter ainda uma equipe reduzida dedicada ao planejamento de riscos.

Andrea Almeida, diretora de gestão de risco da Vale no Rio, disse que durante os últimos dez anos, a empresa de mineração havia se tornado uma empresa mais consciente dos riscos, e que ajudou a empresa a alcançar seus objetivos estratégicos corporativos. “Conseguimos estabelecer objetivos de risco para os próximos cinco anos em todo a empresa”, disse Almeida. O nosso lema é que “o melhor gasto do dinheiro é para a redução do risco.”

O gerente de riscos no Grupo Endesa, Michelle Lyporage Miguel, disse que “o barômetro de risco está começando a chegar no Brasil”. Ele informou que a Endesa monitora ativamente os riscos em toda a empresa e tem programas de cobertura e de transferência de risco adequadas para proteger o patrimônio do acionista. Ela ressaltou que a Endesa é uma das empresas que tentam estimular outras empresas a abraçarem gestão de riscos. “A gestão de risco é a alma da empresa”, disse. “A gestão é que dá a continuidade para a nossa empresa”.

A agenda de dois dias de conferência ALARYS conta com painéis de discussões previstas para quinta-feira, com destaque para programas globais de seguro no Brasil e uma apresentação de empresas sediadas nas Bermudas, o país anfitrião para a conferência de 2016 ALARYS.

Porto Seguro Faz participa da Black Friday com descontos de 30% a 55%

Jose Luis PortoRelease

A Porto Seguro Faz, empresa de serviços de conveniência e de emergência do Grupo Porto Seguro, oferecerá 42 serviços para casa com descontos de 30% a 55%. Os serviços vão desde instalações de TV até limpeza e fixação de acessórios. Os preços especiais fazem parte de uma ação da empresa para a Black Friday e são válidos até 7 de dezembro.

A empresa elaborou um portfólio especial de serviços para o evento. “O aumento da procura por serviços para casa e a falta de tempo de quem vive nos grandes centros resulta em uma maior demanda por conveniência e agilidade. Por isso optamos por disponibilizar a venda de serviços online.”, afirma José Luís da Silva, diretor da Porto Seguro Faz.

Entre os serviços disponíveis, estão: instalação de TVs de 14” a 39” polegadas de R$229,00 por R$103,50; limpeza de estofado de 3 lugares, de R$229,00 por R$137,40; limpeza de caixa d’água (até 2000 ml), de R$215,00 por R$129,00 e instalações elétricas (chuveiro, lustres, aquecedor de torneiras, etc) de R$R$ 185,00 por R$129,50. As ofertas são válidas exclusivamente para a campanha de Black Friday e não são cumulativas com outras promoções e descontos.

Segundo a E-bit, a edição 2013 da Black Friday brasileira superou as expectativas do segmento de comércio eletrônico. O evento movimentou R$ 770 milhões, superando os recordes de faturamento em um único dia, e apontou um crescimento de 217%, na comparação com o ano de 2012.

FAMA reúne representantes do mercado segurador da América Latina no Rio

fama_intFonte: Portal da CNseg

Está sendo realizado hoje, dia 27, no Rio de Janeiro, o II Fórum Internacional de Alta Mediação de Seguros (FAMA), promovido pela Federação dos corretores (Fenacor) e o Grupo ADI (da Espanha), com o objetivo de discutir as tendências de crescimento do mercado de seguros da América Latina e fomentar os negócios em todo o contexto da região.

Ainda na parte da manhã, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, fez uma apresentação abordando a evolução do mercado segurador brasileiro, que nos últimos 15 anos passou de 1% no PIB nacional para uma representação de 6% e, entre 2004 e 2013, obteve um crescimento de 245,9%, passando do 21º para 12º lugar no ranking mundial.

Somente em 2013, lembrou Rossi, o setor pagou aos segurados, em indenizações, resgates, benefícios e sorteios, R$ 180, 4 bilhões, contribuindo para isso a busca por novos públicos e novas relações de consumo, com o desenvolvimento de novos produtos e atenção às novas tendências, inclusive em relação às formas de subscrição, geração e transferência de riscos.

Referindo-se à CNseg, seu presidente citou sua ativa colaboração para a inclusão do seguro na sociedade e economia brasileira, destacando algumas ações, como a participação na Estratégia Nacional de Educação Financeira, a aproximação com os órgãos reguladores e o Ministério da Fazenda, a colaboração para o aprimoramento do marco normativo do microsseguros, entre outras.

Como desafios futuros, estão a consolidação da inclusão no mercado de seguros da população das periferias, cuja renda avança mais rápido que a média nacional, e o avanço dos meios remotos como canais de distribuição.

Como conclusão, Rossi afirmou que a sociedade brasileira já compreende o seguro como uma necessidade e que o mercado segurador já tem uma base sólida o suficiente para superar todos os desafios e aproveitar todas as oportunidades que se apresentarem.

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O presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, fala aos presentes sobre a evolução do mercado segurador brasileiro

Está sendo realizado hoje, dia 27, no Rio de Janeiro, o II Fórum Internacional de Alta Mediação de Seguros (FAMA), promovido pela Federação dos corretores (Fenacor) e o Grupo ADI (da Espanha), com o objetivo de discutir as tendências de crescimento do mercado de seguros da América Latina e fomentar os negócios em todo o contexto da região.

Ainda na parte da manhã, o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, fez uma apresentação abordando a evolução do mercado segurador brasileiro, que nos últimos 15 anos passou de 1% no PIB nacional para uma representação de 6% e, entre 2004 e 2013, obteve um crescimento de 245,9%, passando do 21º para 12º lugar no ranking mundial.

Somente em 2013, lembrou Rossi, o setor pagou aos segurados, em indenizações, resgates, benefícios e sorteios, R$ 180, 4 bilhões, contribuindo para isso a busca por novos públicos e novas relações de consumo, com o desenvolvimento de novos produtos e atenção às novas tendências, inclusive em relação às formas de subscrição, geração e transferência de riscos.

Referindo-se à CNseg, seu presidente citou sua ativa colaboração para a inclusão do seguro na sociedade e economia brasileira, destacando algumas ações, como a participação na Estratégia Nacional de Educação Financeira, a aproximação com os órgãos reguladores e o Ministério da Fazenda, a colaboração para o aprimoramento do marco normativo do microsseguros, entre outras.

Como desafios futuros, estão a consolidação da inclusão no mercado de seguros da população das periferias, cuja renda avança mais rápido que a média nacional, e o avanço dos meios remotos como canais de distribuição.

Como conclusão, Rossi afirmou que a sociedade brasileira já compreende o seguro como uma necessidade e que o mercado segurador já tem uma base sólida o suficiente para superar todos os desafios e aproveitar todas as oportunidades que se apresentarem.

Mercado de Saúde Suplementar avança 4% e totaliza 71,9 milhões de beneficiários

marcio coriolanoRelease

Levantamento da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), com base em dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), aponta que, no acumulado de 12 meses seguidos e encerrados em setembro deste ano, a expansão do número de beneficiários de planos médicos foi de 2,8%, totalizando 50,6 milhões de milhões de vidas. Os planos exclusivamente odontológicos seguiram a tendência de crescimento com aumento de 7,0%, alcançando 21,3 milhões de beneficiários em todo o país.

De acordo com Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde, a expectativa é de que o setor de Saúde Suplementar encerre o ano de 2014 com alta de 3,5% no número de beneficiários. “Embora o ano tenha sido de baixo crescimento econômico, o mercado de Saúde Suplementar, influenciado pela estabilidade dos níveis de emprego e pelo aumento do rendimento real habitual, mantém a trajetória de crescimento no curto prazo,” afirma Coriolano.

O Centro-Oeste foi a região que apresentou maior crescimento no número de beneficiários de planos de assistência médica no período, registrando 8,2% de alta, com total de 2,8 milhões de beneficiários. O crescimento de beneficiários de planos exclusivamente odontológicos foi mais intenso na região Norte, com aumento de 16%, abrangendo um milhão vidas.

Incêndios são apontados como a segunda maior causa de danos para as empresas, segundo estudo da AGCS

incendioA Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), do Grupo Allianz, lança mais uma edição do seu estudo anual Global Risk Dialogue. Neste relatório, as extremas condições climáticas aparecem como fator influenciador no balanço financeiro de empresas. Além disso, a nova pesquisa aponta que a segunda maior causa de perda para as companhias são os incêndios, com a interrupção posterior dos negócios impactando mais as empresas do que o próprio dano.

Nesta edição, o Global Risk Dialogue explora as diferentes abordagens de se administrar riscos levando em consideração os “quatro elementos”: terra, fogo, água e ar. Com o atual cenário sendo determinado por questões ambientais complexas, é preciso focar na mitigação de riscos pré e pós perda.

Artigos selecionados da última edição do Global Risk Dialogue:

Terra: Mudança climática – mitigando o crescente impacto originário de questões climáticas

Se a administração de riscos consequentes de catástrofes climáticas não forem regularmente revisadas, o impacto financeiro aumentará consideravelmente.
Fogo: Recuperação após o desastre

De acordo com análises feitas a partir de sinistros de assegurados pela AGCS, os incêndios foram apontados como a segunda maior causa de perdas pelas empresas.

Água: cabos submarinos

Cerca de 70% a 80% dos seguros pagos para parques eólicos dizem respeito a cabos danificados. E, à medida que a busca por maior capacidade de produção através dos ventos aumenta, a proporção para novos incidentes e danos também.

Ar: Segurança na aviação

O desaparecimento do voo Malaysia Airlines MH370 no começo deste ano trouxe um alerta à comunidade aeronáutica sobre o rastreamento de aviões fora dos limites padrões de aviação.

Impressão 3D

O número de possibilidades de soluções geradas a partir de uma impressão 3D será imenso, mas, além da inovação, tal tecnologia também trará um novo debate em torno dos riscos e confiabilidade.

Ataques cibernéticos

Os criminosos cibernéticos usam três diferentes abordagens para atingir seus objetivos. Eles fazem operações de vigilância para obtenção de informações de empresas, roubam dados de clientes e de cartões de crédito e chantageiam companhias, ameaçando interromper suas operações comerciais.

Segue abaixo o link para o estudo: http://www.agcs.allianz.com/assets/PDFs/GRD/GRD_02_2014_EN.pdf .

Tokio Marine lança Portal Concessionária

tokio marineRelease

Para facilitar o dia a dia de seus Parceiros de Negócios, que trabalham com revendedores de montadoras, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos do mercado de seguros do mundo, desenvolveu o exclusivo Portal Concessionária. Por meio dele, são oferecidos mais facilidades e controle na gestão de vendas para o Corretor, além de um ambiente estável, ágil e flexível. O layout da página traz funcionalidades para que os profissionais possam administrar seus negócios de forma mais estratégica.

A ferramenta permite o acesso às informações consolidadas ou analíticas dos Seguros com rapidez e segurança, permitindo interações entre os Portais de Vendas e de Oficina, o que proporciona mais agilidade no atendimento ao Cliente.

“O Portal Concessionária traz benefícios que impactam na produtividade, como a integração de dados para o aperfeiçoamento da gestão de vendas e oficinas”, afirma o Superintendente Executivo Comercial Auto Consumidor da Tokio Marine, Wander Viana.

O site traz, ainda, um novo formato da Conta Corrente com um controle hierárquico da verba entre Corretores e Concessionárias, conferindo mais organização e autonomia para ambos. O Corretor recebe a verba na conta e pode distribuir o crédito entre as Concessionárias da forma que julgar mais estratégica. “As Concessionárias são um importante canal de distribuição dos produtos da Seguradora e estamos muito felizes em disponibilizar mais essa facilidade aos nossos Parceiros”, informa Viana.

Pelo sexto ano consecutivo, SulAmérica integra o ISE da BM&FBOVESPA

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Pela sexta vez seguida em dez edições, a SulAmérica integrará a carteira anual do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBOVESPA para o período que tem início em janeiro de 2015. Criado em 2005, o ISE tem o objetivo de mensurar e avaliar, de maneira integrada, diversos aspectos relacionados à sustentabilidade das empresas, que incluem práticas de governança e aspectos de seus desempenhos ambiental, social e financeiro.

A nova carteira reúne 51 ações de 40 companhias. Elas representam 19 setores, um a mais do que em 2014, e somam cerca de R$ 1,2 trilhão em valor de mercado, o equivalente a quase 50% do valor de mercado de todas as companhias com ações negociadas na BM&FBOVESPA, com base no fechamento de 24 de novembro de 2014.

“Fazer parte pelo 6º ano consecutivo da carteira do ISE da BM&FBOVESPA é um reconhecimento do sucesso alcançado pela SulAmérica na implantação das melhores práticas de sustentabilidade em suas atividades, confirmando sua posição de liderança no tema no setor de seguros”, afirma a superintendente de Sustentabilidade Empresarial da companhia, Adriana Boscov.

Transparência

Assim como na edição passada, a SulAmérica também aparece entre as 34 empresas que autorizaram a divulgação das respostas de seus questionários, número que agora representa 85% das empresas participantes, contra 22 empresas no ano anterior.

“O compromisso com a transparência é um valor fundamental para a companhia. Por isso, tornar públicas as respostas dos questionários é uma demonstração de nosso empenho nesse sentido”, comenta o vice-presidente de Controle e de Relações com Investidores da SulAmérica, Arthur Farme d´Amoed Neto.

De acordo com o executivo, todo o processo de participação no ISE contribuiu para a identificação de oportunidades de melhorias em políticas corporativas e processos operacionais. Além disso, o fato da companhia integrar a carteira já há alguns anos ajudou na melhor qualificação da companhia junto ao mercado de capitais, tanto junto a investidores com estratégias de renda variável quanto em renda fixa, uma vez que aspectos de sustentabilidade têm se tornado cada vez mais relevantes nos processos de tomada de decisões de investimento.

Resultados

O evento de lançamento da 10ª carteira do ISE acontecerá nessa quinta-feira (27), na sede da BM&FBOVESPA, na capital paulista. Durante a apresentação, haverá também o toque simbólico da campainha, que marca a comemoração dos 10 anos do índice. A nova carteira do ISE terá vigência de 5 de janeiro de 2015 a 2 de janeiro do ano seguinte.

Lei dos Desmanches já ajuda a reduzir roubo de veículos, que registra queda de 11% em outubro

roubo e furto carroOs roubos de veículos voltaram a cair e foi registrada queda de 11,1% em outubro. A redução foi de 8.683 casos em outubro de 2013 para 7.719 no mesmo período deste ano. Esta foi a quinta queda consecutiva deste indicador. Os furtos de veículos tiveram redução de 1,2%, com 10.720 casos no mês passado ante 10.845 em outubro de 2013. Desde julho, foram fiscalizados 729 desmanches de veículos no Estado. Desses, 394 foram fechados por irregularidades. A Lei dos Desmanches foi criada para combater a venda irregular de veículos e peças usadas, e, consequentemente, diminuir o roubo e o furto de veículo. Os dados fazem parte das estatísticas de criminalidade divulgadas pela Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP), no site da Secretaria da Segurança Pública (SSP), ontem, dia 25.

Os homicídios dolosos caíram 1,8% em outubro no estado de São Paulo. A redução foi de 391 mortes intencionais no mesmo período do ano passado para 384 homicídios no mês passado. Desde janeiro deste ano, este índice acumula queda de 3,5% em 2014, com 130 homicídios a menos do que os 10 primeiros meses de 2013. Foram registradas 3.560 mortes intencionais neste ano, enquanto houve 3.690 homicídios de janeiro a outubro de 2013.

Com seis casos a mais no mês passado – 35 latrocínios – em comparação com outubro de 2013 – 29 roubos seguidos de morte -, os latrocínios tiveram alta de 20,7%. Contudo, os roubos seguidos de morte estão estagnados desde o início do ano, com 319 casos entre janeiro e outubro deste ano ante 319 no mesmo período de 2013. Os roubos cresceram 14% no mês passado, com 26.013 registros em outubro ante 22.818 casos no mesmo período de 2013.