HDI Seguros patrocina a 13ª Descida das Escadas de Santos

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Pela sexta vez consecutiva, a HDI Seguros dá apoio a maior prova de downhill urbano do mundo: a descida das escadas do Monte Serrat, em Santos, litoral de São Paulo. O evento, que está na 13ª edição, ocorrerá nos dias 21 e 22 de fevereiro.

Assim como nas outras edições, a Descida das Escadas de Santos contará com a participação de ciclistas de todo o mundo, que deverão descer os 650 metros de extensão pelos 417 degraus do Monte Serrat. O grande desafio é descer a escadaria no menor tempo possível, com técnica para enfrentar o longo trecho, que alterna curvas acentuadas, passagens estreitas e obstáculos.

Para o diretor de marketing da HDI Seguros, Paulo Moraes, o patrocínio reflete a afinidade da empresa com o público que gosta de esportes. “A modalidade de downhill urbano vem crescendo no Brasil e atraindo diversos seguidores. Para nós, apoiar este e outros esportes é uma forma de mostrar que compartilhamos desses valores com nosso público e gerar uma aproximação ainda maior”, comenta o executivo.

Inspirada em competição semelhante realizada nos Estados Unidos no final da década de 1980, em que os ciclistas desciam montanhas e enfrentavam obstáculos naturais, a prova foi promovida no Brasil pela primeira vez em 2003, na cidade de Santos. No ano seguinte, foi reconhecida pela União Ciclística Internacional, passando a contar pontos para o ranking mundial — o que aumentou ainda mais o interesse dos atletas e fãs do ciclismo.

Febraban anuncia vencedores e distribui R$ 52 mil aos ganhadores

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Sete pesquisas desenvolvidas sobre os temas crédito bancário, regulação do sistema financeiro e bancarização foram as grandes vencedoras do VI Prêmio INFI – FEBRABAN de Economia Bancária 2014. A premiação, que tem por objetivo estimular o debate sobre a economia bancária brasileira e questões relevantes do sistema financeiro nacional, distribuiu R$ 52 mil aos vencedores.

A premiação ocorrerá em 26 de fevereiro, às 11h, no Hotel Tivoli São Paulo- Mofarrej. Além dos vencedores, estarão presentes na cerimônia diretores da FEBRABAN, economistas chefes de bancos, representantes de associações do Sistema Financeiro Nacional, pesquisadores e acadêmicos especialistas em economia e integrantes de instituições de ensino parceiras na divulgação do prêmio.

Depois de cinco edições bem-sucedidas com mais de 520 trabalhos inscritos, o prêmio ganhou um novo formato e trouxe como novidade a parceria do Instituto FEBRABAN de Educação – INFI em sua organização e a criação da categoria especial educação financeira. Os participantes puderam inscrever suas pesquisas em três categorias dentro das temáticas de regulação do sistema financeiro, crédito bancário, rentabilidade bancária, taxa de juros e spreads, bancarização e educação financeira.

Rubens Sardenberg, diretor de Regulação e Economia da FEBRABAN, destaca que a criação do prêmio visa incentivar o debate e a pesquisa acadêmica sobre economia bancária. “Estudiosos e pesquisadores têm a oportunidade de expor suas ideias e opiniões para a comunidade financeira e para a sociedade em geral, contribuindo assim para a constante evolução do sistema bancário e financeiro do País”, afirma.

Segundo Fábio Moraes, diretor de educação financeira da FEBRABAN, a criação da categoria especial mostra a importância do tema para os bancos e o engajamento das instituições financeiras em promover pesquisas acadêmicas sobre o assunto. “Ao fomentar pesquisas sobre a atividade bancária, a FEBRABAN e o INFI estão cumprindo o seu papel, que é o de aproximar o setor com a sociedade por meio de investimentos em ensino e pesquisa. Educação é a mais efetiva forma de promover as transformações que nosso País necessita”, afirma.

Categoria A: Dissertações, teses e artigos acadêmicos

A grande vencedora da categoria A foi Karen Dias Mendes com o trabalho “Consumer Credit Expansion in Open Economies”, sua dissertação de mestrado realizada na PUC-Rio e escrita em inglês. A pesquisa aborda a expansão do crédito consignado nos anos 2000 com o objetivo de entender os efeitos da liberalização financeira e os canais pelos quais ela promove o crescimento econômico.

De acordo com a autora, os resultados encontrados mostram que uma reforma desta natureza é capaz de estimular outros serviços bancários, além de proporcionar um aumento substancial nos salários e nos lucros das empresas, e a redução do setor informal. “A análise sugere que esses impactos sejam mais intensos em economias mais abertas, mais ricas, menos agrícolas e mais financeiramente desenvolvidas.”

Karen também destacou a importância de iniciativas como o prêmio INFI-FEBRABAN. “Premiações como esta têm um papel importante no sentido de comunicar o conteúdo dos trabalhos científicos para fora da academia.”

Em 2º lugar na categoria A ficaram Claudio Moraes, José Américo Antunes e Gabriel Montes com o trabalho “Risk-Taking Channel and Banking Solvency”. Lilian Pacheco de Medeiros Ferro ficou com a terceira colocação nesta categoria com a pesquisa “Crédito e Formação de Domicílios no Brasil”.

Categoria B: Monografias de Graduação

Dois trabalhos foram premiados na categoria B. A pesquisa “Revisão crítica dos acordos da Basileia”, de Paula Souza, ficou na primeira colocação. Segundo a autora, o estudo revela que os acordos têm evoluído ao longo de suas reformulações incorporando novos fatores na tentativa de estender seu alcance e precisão. “Também chamou atenção a necessidade de criação de uma instituição dotada de dispositivos legais que permitam supervisionar efetivamente o que está ocorrendo no âmbito da regulação bancária mundial”, disse.

Segundo Paula, “ter recebido o prêmio INFI-FEBRABAN representa que os esforços voltados para a realização deste trabalho foram reconhecidos, e que, de fato, o tema abordado foi relevante”.

O trabalho “Território, Finanças e Topologias Bancárias: a Capilaridade da Caixa Econômica Federal a partir dos Correspondentes em Alagoas”, de Fábio Brito dos Santos, ficou em segundo lugar.

Categoria C: Educação financeira

A primeira colocação na categoria C foi concedida para André Taue Saito, que apresentou o trabalho “Desenvolvimento Financeiro e Implicações para Educação Financeira: um Estudo com Dados em Painel”. O autor organizou os países em três grupos e, segundo ele, os resultados indicam que, para a melhoria das condições do crédito local e bem-estar dos indivíduos, o processo de educação financeira precisa considerar as características locais. “Nos Brics (Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), os indivíduos necessitam estar aptos a compreender a importância da valorização dos ativos e sua relação com os ciclos e choques econômicos”, afirma.

O segundo trabalho premiado nesta categoria foi “Educação Financeira e Finanças Pessoais: um Estudo com Jovens do Ensino Médio das Escolas Públicas de Blumenau”, de Vilmar Siewert Junior.

Neste novo formato, a premiação em dinheiro distribuiu R$ 52 mil aos ganhadores. Na categoria A, o primeiro lugar foi premiado com R$ 15.000,00; o segundo colocado, com R$ 10.000,00; e o terceiro, R$ 5.000,00. Na categoria B, o primeiro lugar ganhou R$ 5.000,00, e o segundo, R$ 2.000,00. Na categoria especial, o primeiro colocado ganhou R$ 10.000,00 e o segundo, R$ 5.000,00. Os vencedores de todas as categorias também terão direito a uma inscrição em um Summit INFI-FEBRABAN.

Fairfax compra Brit por US$ 1,8 bilhão

parceria2Fonte: Reuters

A Fairfax Financial Holdings, seguradora canadense de propriedades e fatalidades administrada pelo investidor Prem Watsa, anunciou que comprará a Brit por cerca de US$ 1,88 bilhão para se tornar uma das cinco maiores subscritoras do Lloyds no mercado londrino.

Watsa, devoto do estilo de investimento de valor defendido por Warren Buffett, fez bilhões para a Fairfax por se antecipar corretamente à crise financeira de 2008.

Ele vem lentamente ampliando a presença da Fairfax na Europa e recentemente anunciou acordos para adquirir muito da base de ativos da QBE Insurance Group no Leste Europeu.

A Fairfax disse que o crescente alcance global da Brit irá complementar suas operações existentes e permitir que a companhia diversifique seu portfólio de risco.

A Brit subscreve uma série de apólices especializadas desde setores de energia e marítimo até seguros para cavalos e o lançamento de naves espaciais.

Hackers roubaram cerca de US$ 1 bilhão de cem bancos por todo o mundo

No Brasil, apenas a XL vende o seguro para riscos cibernéticos. A AIG, pioneira na venda de proteção para ataques de harckers, teve de fazer algumas adequações regulatórias à pedido da Susep e assim que autorizada voltará a vender. No mundo, poucas companhias atuam nesse segmento, que ainda gera muitas discussões sobre coberturas.

Fonte: EFE

Um grupo de hackers roubou cerca de US$ 1 bilhão de cem bancos por todo o mundo, denunciou a companhia russa de segurança na internet Kaspersky em comunicado divulgado em seu site.

Segundo a empresa, que junto com Interpol e Europol se encarregou de investigar o que considerou uma “operação sem precedentes”, os hackers russos, ucranianos, chineses e de vários países europeus já tinham operado há dois anos sem causar suspeitas.

Ao contrário de outros hackers, o grupo, chamado “Carbanak”, não roubava as contas dos clientes dos bancos, e sim as das próprias instituições financeiras, fingindo que eram procedimentos feitos pelos funcionários.

Segundo os especialistas da Kaspersky, os criminosos demoravam entre dois e quatro meses para obter todos os dados necessários de um banco para fazer transações fraudulentas, com as quais levavam até US$ 10 milhões de uma entidade.

Esse era o tempo necessário desde que o primeiro computador na rede interna do banco era infectado através da técnica “phishing”, que emula um software legal de uma entidade para pedir senhas do usuário, até a coleta do dinheiro de caixas automáticos.

Após acessar a rede, Carbanak localizava os computadores que administravam os sistemas de videovigilância, através dos quais aprendeu a imitar as atividades virtuais dos empregados do banco.

“Os hackers nem sequer tiveram que entrar nos servidores bancários. Só invadiam a rede e se dedicavam a aprender suas atividades comuns. Trata-se de um roubo verdadeiramente profissional”, afirmou Sergei Golovanov, especialista da Kaspersky.

53% da população acessou a web ao menos uma vez por mês nos últimos três meses

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No Brasil, mulheres superam os homens na internet. De acordo com uma pesquisa do IBOPE Inteligência, 53% dos usuários de internet no país são mulheres e 47% são homens. No total, 53% da população acessou a web ao menos uma vez por mês nos últimos três meses.

Por classe, de acordo com a atualização do Critério de Classificação Econômica Brasil, modelo que classifica economicamente a população brasileira, em vigor desde 1º de janeiro deste ano, a classe A, que representa apenas 2% da população, possui 4% dos usuários de internet do país, enquanto a maioria se concentra nas classes B (34%) e C (52%). Por outro lado, as classes D/E representam 21% da população, mas reúnem apenas 10% dos internautas. Ainda assim, significa que uma em cada cinco pessoas das classes D/E acessa a internet.

Segundo a pesquisa, os brasileiros com idade entre 35 e 54 anos são os que mais acessam a internet. Eles representam 34% dos acessos totais no país, seguidos pelos jovens de 25 a 34 anos (32%) e de 16 a 24 anos (28%). Por outro lado, a população acima de 55 anos ainda não caiu na rede, pois representa apenas 7% dos internautas brasileiros.

A região mais conectada do país é o Sudeste, que concentra 49% dos que acessam a internet. O Nordeste possui 22% dos internautas do Brasil, seguido das regiões Sul (14%), Centro-Oeste (8%) e Norte (7%).

A pesquisa revela ainda que metade dos usuários de internet do país completou o ensino médio, índice acima da média da população brasileira, que é de 37%. Os internautas que possuem curso superior também aparecem em proporção maior do que a da população: 29% dos internautas concluíram o ensino superior ao passo que na população total do país esse índice é de 17%. Por outro lado, os usuários de internet que estudaram até o ensino fundamental são minoria na rede (20%), mas maioria no país (45%).

Quando levada em conta a penetração da internet, 90% daqueles que concluíram o curso superior têm acesso à internet, percentual que recua para 71% entre os que têm ensino médio e 24% para aqueles que têm apenas o ensino fundamental.

A pesquisa foi realizada entre julho e dezembro de 2014 com a população acima de 16 anos.

Brasil enfrenta desafio de seca e escassez de água no Carnaval

Artigo escrito por Karsten Loeffler, CEO da Allianz Climate Solutions, e Karsten Berlage, CEO da Allianz Risk Transfer

A escassez de água afeta o Brasil mais do que a maioria dos países. Depois da China, o Brasil é o maior produtor mundial de energia hidrelétrica. Três quartos da energia do País são produzidas em usinas hidrelétricas. E o consumo está crescendo – no ano 2050, o Brasil precisará de três vezes mais eletricidade do que hoje.

A seca atual está ameaçando especialmente as regiões e as cidades densamente povoadas no sudeste do Brasil: Rio e São Paulo. O sistema Cantareira está com apenas 5% da sua capacidade. Por todo o país, 17 das 18 usinas hidrelétricas mais importantes estão registrando níveis de água mais baixos do que em 2001, o ano da última crise de energia, ou melhor, da crise hídrica.

A mudança climática significa que o Brasil está ameaçado por períodos de seca ainda mais frequentes. Catorze dos 15 anos mais quentes ocorreram desde o ano 2000. Segundo dados da Organização Mundial da Meteorologia (OMM), 2014 foi o ano mais quente desde que os registros climáticos começaram a ser feitos. À medida que o ar aquece, as temperaturas oceânicas também sobem, e isso pode ter um impacto considerável sobre o clima local e mais ainda sobre a precipitação de chuva. Algumas regiões tiveram chuvas torrenciais e inundações, enquanto outras regiões tiveram seca.

Em 2009, a Allianz e o WWF[1] já haviam alertado sobre o ressecamento da floresta tropical amazônica no relatório sobre o clima intitulado “Pontos de Virada”. A expectativa do relatório é de que, no futuro, as secas regionais poderão ser dez vezes mais frequentes e também mais prolongadas, e isso se tornará a norma no ano 2050. A ocorrência de tais “pontos de virada” pode levar a mudanças irreversíveis com consequências dramáticas dentro de um curto período. As florestas atraem umidade, refrescam o ar e promovem precipitação de chuva. A imensa floresta tropical amazônica é considerada o ‘pulmão verde’ do planeta. No final deste século, períodos mais prolongados de seca poderão ameaçar até 70% da bacia amazônica. O desmatamento e os métodos de derrubada como as queimadas aumentam ainda mais esse risco.

Não só o Brasil, mas também outras regiões do mundo estão sendo seriamente ameaçadas pela seca. Nos Estados Unidos, o sul da Califórnia, em particular, está em situação de risco. Nos últimos três anos, essa região recebeu um volume de chuvas anormalmente reduzido. Incêndios florestais devastadores se espalharam com velocidade apavorante no terreno extremamente seco.

Diferentemente do caso brasileiro, no entanto, lá as autoridades investiram desde o início em outras formas de geração energética além da hidrelétrica, de modo que o abastecimento de energia ao menos não foi diretamente afetado pela estiagem.

A mudança climática é agora a maior ameaça de longo prazo para empresas. A maioria delas já admitiu seu risco. Atualmente, o barômetro de risco da Allianz mostra que a mudança climática é, claramente, o risco empresarial de longo prazo nº 1 para clientes da indústria. Os principais problemas de curto prazo são interrupções nas vendas e desastres naturais, sendo que nenhum deles pode ser nitidamente separado do outro ou dos eventos induzidos pela mudança climática.

A indústria do seguro é diretamente afetada pelas consequências das condições climáticas extremas, como secas e inundações, tempestades e ondas de calor. Desde os anos 1980, as indenizações de seguro relacionadas com a meteorologia aumentaram de uma média de $15 bilhões de dólares ao ano para mais de $70 bilhões ao ano atualmente.

As concessionárias de energia no Brasil estão lutando para lidar com as condições de seca. Elas precisam comprar eletricidade adicional nos mercados à vista para cumprir suas obrigações de entregar energia. Isso é muito caro, conforme a agência estatal de energia elétrica do Uruguai – a UTE[2] – aprendeu durante uma seca em 2012. A Allianz e duas outras seguradoras uniram suas forças ao Banco Mundial para desenvolver uma solução de seguro sob medida para a UTE. Para obter isso, os dados das precipitações de chuva de 39 estações meteorológicas são analisados diariamente. Assim que a precipitação de chuva cai abaixo de um limite predefinido, a UTE recebe pagamentos que podem chegar a $450 milhões de dólares, dependendo da gravidade da seca e do preço em vigor do barril de petróleo. Esses pagamentos dão segurança de planejamento para o orçamento nacional do governo e podem mitigar o aumento crescente nos custos da energia.

Na Europa, a meteorologia também está causando problemas para muitas empresas. Chuva, neve e quedas bruscas na temperatura criam condições caóticas e sérias repercussões financeiras, como, por exemplo, quando as operações no Aeroporto de Heathrow, em Londres, ficam restritas por vários dias a fio. A meteorologia também pode gerar consequências menos espetaculares, porém não menos sérias sob o ponto de vista econômico para os produtores de energia renovável, sempre que o vento deixa de soprar e as turbinas eólicas não geram eletricidade suficiente. Seguradoras como a Allianz estão subscrevendo esses novos riscos. Os dados referentes a rendimento, gastos e produção são confrontados com dados meteorológicos para calcular um índice meteorológico. Quando o tempo fica instável, a apólice de seguro paga indenizações, favorecendo agricultores na Alemanha, empresas construtoras na Holanda e fornecedores de eletricidade na Grã-Bretanha.

As consequências da mudança climática irão catapultar muitos riscos hoje conhecidos para uma nova dimensão. Portanto, está se tornando mais importante para as empresas contratar seguro contra quedas no fornecimento de energia em regiões remotas e, sobretudo, vulneráveis, ao mesmo tempo em que elas também diversificam suas cadeias de suprimento em nível mais amplo. Por exemplo, quando a produção de minério de ferro declina no Brasil, que é o segundo maior produtor mundial, a produção de aço poderia ficar paralisada em muitas partes do mundo, levando a graves consequências para a indústria automotiva, a construção civil e as empresas de transporte.

Esperar que os representantes do governo continuem avançando nas suas negociações climáticas internacionais está atrasando os investimentos necessários e tornando-os mais caros. Parcerias público-privadas podem ajudar, desenvolvendo abordagens inovadoras e mobilizando recursos financeiros. Por exemplo, o Brasil poderia gerar energia solar durante o dia e produzir energia hidrelétrica somente à noite. Por ser um país com o dobro de horas de luz solar do que a média na Alemanha em fevereiro, as luzes poderão permanecer acesas durante o carnaval. Contudo, o tempo está acabando, pois o problema provavelmente virá novamente à tona, no mais tardar, com as Olimpíadas de 2016 – a não ser que chova bastante no país nesse meio tempo.

Brasilcap registra crescimento de 7% em 2014

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A Brasilcap, empresa líder do mercado de capitalização há 19 anos, fechou o ano de 2014 com chave de ouro. ​ O faturamento no período foi de aproximadamente R$ 6,7 bilhões, incremento de 7% em relação ao ano anterior – volume que superou a evolução registrada pelo mercado de capitalização. O desempenho ao longo do ano contribuiu para o lucro líquido de R$ 324,3 milhões – aumento de 145% em relação a 2013. Ainda de acordo com o balanço, as reservas técnicas atingiram aproximadamente R$ 11,8 bilhões em 2014, crescimento de 24% em relação ao exercício anterior. O valor dos ativos totais chegou a R$ 13 bilhões, com incremento de 25% em relação ao último ano.

Dois mil e quartorze marcou também a ampliação do portfólio da Brasilcap, com o lançamento do Ourocap Torcida Brasil no canal Banco do Brasil, além dos produtos Parcela Premiável, Boa Sorte e Reserva da Sorte, esses últimos três no Grupo Votorantim. Por sinal, os dois primeiros meses de venda no Grupo Votorantim superaram as expectativas, com 23 mil títulos vendidos nesse período. O Cap Fiador, por sua vez, continuou sua trajetória de crescimento. O título, que funciona como alternativa atraente de garantia locatícia, intensificou negócios para fora do canal Banco do Brasil.

A Companhia distribuiu, em todo o país, mais de R$ 212,3 milhões para 23,8 mil títulos premiados, o que representa um crescimento de 39% em comparação a 2013 e marca um novo recorde em distribuição de prêmios desde o primeiro ano de existência, em 1995. Vale destacar ainda que a Empresa devolveu à sociedade cerca de R$ 4 bilhões, contabilizados a partir de resgates finais e antecipados de clientes.

Além disso, a Brasilcap recebeu, pelo quarto ano consecutivo, o Certificado Empresa Cidadã, que é conferido pelo Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ). Outra conquista de 2014 foi o Prêmio Valores do Brasil pelo apoio ao projeto Som da Vila, que ensina música clássica a 400 jovens de São João de Meriti, Rio de Janeiro. ). A liderança no segmento nos rendeu o Prêmio Segurador Brasil 2014 (categoria “Líder de Mercado:Capitalização”), realizado pela editora Brasil Notícias. E o case Ourocap Tocida – que conta a história do produto desde a sua concepção no ano de 2012, passando pelo lançamento e participação no faturamento de 2013 – foi vencedor dos prêmios Marketing Contemporâneo (da Associação Brasileira de Marketing & Negócios) e Marketing Best (da Editora Referência em parceria com a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas – FGV-Eaesp – e a Madia Mundo Marketing).

No âmbito da Responsabilidade Socioambiental, a Companhia também fez sua parte ao destinar cerca de R$ 14 milhões para diversas ações solidárias, com destaque para parcerias realizadas com o Fundação Banco do Brasil (FBB) e com o Instituto da Criança.

Porto Seguro divulga lucro de R$ 883 milhões em 2014

A Porto Seguro divulgou lucro líquido (sem combinar as operações) de R$ 278 milhões no trimestre e de R$ 883 milhões no acumulado de 2014. Os valores correspondem a um aumento de 19% e 24% respectivamente. O faturamento em prêmios de seguros chegou a R$ 12,7 bilhões, 13% acima dos R$ 11,3 bilhões de 2013. Já a receita considerando todas as operações do grupo totalizou R$ 15,2 bilhões, alta de 16%.

Principais Destaques passados no comunicado distribuído à imprensa:

– Crescimento das receitas totais de 18% no 4T14 e de 16% no ano em comparação com o mesmo ano anterior
– Aumento de 14% nos prêmios auferidos de seguros no trimestre e de 13% no ano
– Lucro líquido¹ no 4T14 de R$ 278 milhões (+19%) e de R$ 883 milhões (+24%) em 2014 (sem business combination)
– ROAE¹ de 21,6% (+0,7 p.p.) no 4T14 e de 18,5% (+2,0 p.p.) no ano (sem business combination)
– Índice combinado de seguros¹ de 96,1% (-0,2 p.p.) no 4T14 e de 96,5% (+0,5 p.p.) em 2014 e índice combinado ampliado¹ de 88,9% (-3,8 p.p.) no trimestre e de 90,1% (-2,0 p.p.) no acumulado do ano
– Índice D.A. (despesas administrativas) de seguros de 17,3% (+0,8 p.p) no 4T14 e 15,8% (+0,1 p.p) em 2014
– Resultado financeiro¹ de R$ 258 milhões no 4T14 (+105% vs. 4T13) e de R$ 906 milhões no ano (+84% vs. 2013) – a rentabilidade total atingiu 2,55% (92% do CDI) no trimestre e 11,67% (108% do CDI) no acumulado do ano. A rentabilidade (ex. previdência) foi de 2,50% (91% do CDI) no 4T14 e 10,36% (96% do CDI) em 2014
– Ajustando (proforma) os resultados para uma performance financeira neutra (100% do CDI), o lucro líquido¹ alcançaria R$ 285 milhões (+18%) no trimestre e R$ 893 milhões (+18%) no ano e o ROAE¹ atingiria 22,2% (+0,5 p.p.) no 4T14 e 18,6% (+1,0 p.p.) em 2014.

¹ No comparativo trimestral e anual não está sendo considerado o ganho da causa tributária COFINS em 2013 (apenas os resultados recorrentes).

Mercado segurador cresce 10% em vendas e lucro avança 11%, para R$ 15,6 bi, em 2014, segundo Siscorp

valor 1000 2014O lucro líquido da indústria de seguros chegou a R$ 15,6 bilhões em 2014, avanço de 11% sobre 2013, segundo dados consolidados do mercado segurador brasileiro divulgados pelo consultor Flávio Faggion, da Siscorp, que utiliza a base de dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e, portanto, exclui saúde, segmento regulado pela Agência Nacional de Saúde (ANS). O ranking de lucro com seguros (sem saúde e PGBL e planos antigos de previdência) é liderado pela Bradesco Seguros, com R$ 4,2 bilhões, seguido pelo Itaú, com R$ 3,7 bilhões e BB Mapfre com R$ 2,4 bilhões. O índice combinado em 2014 ficou em 88%, um ponto percentual acima do resultado de 2013.

O estudo revela que o faturamento do setor atingiu R$ 195,6 bilhões em 2014, alta de 10% sobre 2013. As indenizações pagas aos clientes e os resgates em previdência totalizaram R$ 54,9 bilhões no ano passado, informa o blog Sonho Seguro. Sem considerar dados de saúde, a BB Seguros passou a liderar o ranking de prêmios de seguros, com R$ 44 bilhões, seguida por Bradesco, com R$ 31 bilhões e Porto Seguro com R$ 20 bilhões. Em VGBL, BB lidera com R$ 28 bilhões, seguido por Bradesco com R$ 20 bilhões e Itaú com R$ 13 bilhões. Em automóveis, Porto se mantém isolada na liderança, com R$ 8,6 bilhões, seguida por BB Mapfre com R$ 4,6 bilhões e Bradesco com R$ 4,1 bilhões. Em riscos de pessoas, temos BB Mapfre com R$ 5,7 bilhões, Bradesco com R$ 4,8 bilhões e Itaú Unibanco com R$ 3,5 bilhões.

Mapfre obtém lucro 48% maior, de R$ 2,4 bilhões, no Brasil

Toneto: Acreditamos que as diversas medidas de revisão técnica adotadas em nossa carteira de Auto e a melhora do cenário macroeconômico devem gerar efeitos positivos em nossos resultados locais em 2018

wilsontonetomapfreTem um estrangeiro que está feliz da vida por ter investido no Brasil. O maior grupo segurador da Espanha. Antonio Huertas, CEO da Mapfre, mencionou o Brasil durante toda a apresentação dos resultados financeiros de 2014. Ele destacou a importância do Brasil na região e também para os resultados mundiais do grupo. Huertas classifica a parceria com o Banco do Brasil de “magnífica” e afirma que a parceria está acima do esperado.

O maior grupo segurador da Espanha divulgou hoje seus resultados de 2014 e novamente o Brasil é um dos grandes destaques. A Mapfre obteve no Brasil prêmios de R$ 16,8 bilhões em 2014, 15,6% acima do ano anterior, impulsionada principalmente pelo aumento do negócio de vida e automóveis. O lucro antes de impostos e participações avançou 48%, chegando a R$ 2,4 bilhões. Segundo dados divulgados pela subsidiária brasileira, o Brasil já aporta 23% dos prêmios e 36% do lucro antes de impostos e participações no mundo.

“Os resultados de 2014 mostram todo o potencial do mercado brasileiro. Para a Mapfre, o Brasil é um dos principais países de sua operação, o que reforça cada vez mais a importância estratégica das ações desenvolvidas para a expansão do grupo. Prova disso é o crescimento alcançado no ano passado, número que mostra que temos trilhado o caminho correto, oferecendo soluções que se enquadram ao perfil dos brasileiros”, ressalta, em nota, o CEO Regional do Grupo Mapfre para o Brasil, Wilson Toneto.

Ele comenta na nota que em 2014 o grupo cresceu em praticamente todas as linhas de negócios em que atua, elevando a participação de mercado. “A evolução significativa da margem operacional e ganhos financeiros foram determinantes para que atingíssemos o resultado recorde. Mesmo em um cenário econômico de ajustes, nossas projeções para 2015 são desafiadoras, tanto no canal Bancário, onde operamos em parceria com o Banco do Brasil, como nos demais canais, nos quais. prevemos vendas acima da média do mercado em todas as linhas bem como resultados crescentes. Nossa equipe de colaboradores dedicados e competentes, aliada aos processos e produtos reformulados, seguramente farão a diferença”, comenta Toneto.

Na América Latina, a Mapfre obteve um volume de prêmios de 9,6 bilhões de euros em 2014, 3,8% a mais que no ano anterior, e aumentou em 80% o lucro atribuído na região, chegando a 970 milhões de euros. A América Latina já aporta 40% dos prêmios e quase 30% dos lucros da Mapfre no mundo.

A Regional Latam Sul (Argentina, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) responde por 12% dos prêmios, que alcançaram 2,8 bilhões de euros (-4,1%) no último ano. Os prêmios da Regional Latam Norte (Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá e República Dominicana), que representam 5,1% do total, atingiram 1,2 milhão de euros, o que significa um aumento de 11%.

Os crescimentos na América somente não foram maiores devido à forte depreciação da maior parte das moedas no período, quando comparadas ao euro. Em termos globais, em 2014, a Mapfre aumentou 6,9% o lucro atribuído, chegando a 845 milhões de euros, em virtude do crescimento do negócio na maioria dos países e melhora do resultado técnico. As receitas, por sua vez cresceram e chegaram a 26,3 bilhões de euros, 1,8% a mais que em 2013, e os prêmios cresceram 2,6%, somando quase 22,4 bilhões de euros. Em moeda constante, os prêmios cresceram 7,7% e o resultado atribuído 11,8%.

“Estes resultados mostram o sucesso do modelo de negócio global da Mapfre. Crescemos em todos os mercados estratégicos e reforçamos nossa liderança na Espanha, superando em dois pontos o comportamento do segmento”, salientou Antonio Huertas, presidente da Mapfre, em comunicado enviado ao blog Sonho Seguro.

No fechamento de 2014, o índice combinado ficou situado em 95,7%, o que supõe uma redução de 0,4 pontos percentuais, em razão da melhora significativa do índice de gastos no Brasil e América do Norte, e outros países, assim como no negócio de resseguros. Portanto, o objetivo estabelecido pelo Grupo para 2016, foi alcançado. O índice de gastos caiu 1,4 pontos percentuais, chegando a 27,7%, superando o objetivo trienal antes do previsto.

Passado um ano desde a implantação da nova estrutura organizacional da Mapfre, o Grupo adquiriu um nível de maturidade muito relevante que vem contribuindo significativamente para o crescimento do negócio e para o controle e redução dos gastos. Desde 1º de janeiro de 2014, a Mapfre está estruturada em nove áreas corporativas globais, quatro unidades de negócio, três áreas territoriais e sete áreas regionais.

Em 2014, a Mapfre pagou aos acionistas dividendos no valor de 431,1 milhões de euros, o que representa uma rentabilidade de 4,7%. O Conselho de Administração proporá à Assembleia Geral de Acionistas, um dividendo complementar de 0,08 euros brutos por ação, decorrente dos resultados do exercício 2014. Deste modo, o dividendo total do exercício aumentará para 0,14 euros por ação, 7,7% a mais do que foi pago sobre o resultado de 2013.