Generali completa 90 anos de Brasil

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A Generali, uma das 50 maiores empresas do mundo e o grupo líder em seguros na Comunidade Econômica Europeia, completa neste mês, 90 anos de presença no Brasil. Desde sua fundação em 1831 na cidade de Trieste – Itália até os dias atuais, a Generali marca presença em quatro continentes.

Desembarcou no Brasil em fevereiro de 1925, sendo a primeira seguradora estrangeira a chegar ao país, trazendo como alicerce a inovação e a solidez, proveniente de sua origem já na época dos navios mercantes. Desde sua chegada, o amplo conhecimento do negócio somado à experiência internacional e o profissionalismo do Grupo inovaram as operações no jovem mercado segurador brasileiro.

Na década de 30, a empresa inaugurou o Edifício Generali, na Avenida Rio Branco, um dos primeiros arranha-céus da cidade e que passou a ser a sede da companhia no país.

Vinte anos depois, a Generali ampliou seus serviços no mercado segurador brasileiro ao adquirir o controle acionário da Companhia de Seguros Mercúrio. Ainda na década de 50 a empresa inaugurou outro edifício, dessa vez no centro de São Paulo, o Edifício Assicurazioni Generali.

A história da Generali é o resultado da interação entre o valor da tradição e a inovação: nos anos 70, a Generali se consolidou ao oferecer diversas coberturas para pequenos e grandes clientes.

Atualmente a Generali está presente em todas as regiões do país, totalizando 38 pontos de atendimento, operando com excelência nos ramos patrimoniais de pessoas, massificados e linhas corporativas.

Com a mudança do escritório Regional da América Latina para a cidade de São Paulo, em 2013, a empresa consolidou seu projeto de fortalecimento no País pelos próximos anos.

“Temos orgulho em fazer parte de um Grupo forte e de prestígio, com relacionamentos duradouros em cada país que atua. Os nossos mercados são nossos lares onde celebramos a cada momento um contrato de longo prazo de confiança”, mencionou Hyung Mo Sung, CEO da Generali Brasil, que projeta fazer com que os negócios no país representem 40% de faturamento da região até 2020.

Desafios e soluções globais

xl McGavickPor Mike McGavick, CEO do XL Group e Chairman da The Geneva Association, em cujo boletim este artigo foi publicado originalmente em inglês.

Este é um momento extraordinário para nosso mercado, no qual enfrentamos uma série de desafios que estão colocando todo o setor sob pressão. Na minha visão, eles se encaixam em duas categorias distintas: a primeira, dos desafios que todos enfrentam em uma economia global; a segunda, daqueles específicos de nossa atividade. E, apesar de diferentes, eles podem ser resolvidos com algumas poucas soluções-chave.

Desafios globais

Em primeiro lugar, tecnologia. Com o avanço da tecnologia, os riscos mudam rapidamente. Aqui é onde reside o problema: quanto mais rápida a velocidade das mudanças, mais nosso modelo de negócio é desafiado. Estamos acostumados a longas séries de dados para nos sentirmos confortáveis com determinado risco, mas os novos riscos não contam com o mesmo volume de dados.

Em segundo lugar, mudanças climáticas. Muitas das reivindicações com as quais estamos envolvidos são sinistros decorrentes do mau tempo e de eventos climáticos. Com isto em mente, sabemos que há um fenômeno simples sobre os seres humanos: nós gostamos de viver em lugares onde a geologia é interessante – onde o oceano encontra a costa, onde o rio atravessa, onde estão as montanhas. Assim, vemos as mudanças climáticas e outras distorções como componentes do já fundamental problema que é o fato de que as pessoas gostam de viver onde a geologia é interessante porém inerentemente instável.

Em terceiro lugar, longevidade. É óbvio que a economia básica de como os sistemas de pensões são financiados não acompanhou nosso grande sucesso nas ciências e a forma como prolongamos a longevidade. As configurações das população do mundo desenvolvido estão criando pressões quase intransponíveis e já estamos começando a ver sinais desses mesmos padrões nos países em desenvolvimento. Fizemos um grande progresso ao longo de décadas para que os idosos tivessem uma vida melhor e agora estamos sob uma pressão econômica que sugere que isso não acontecerá no futuro.

Desafios do setor

Em primeiro lugar, globalização. Qualquer empresa pode operar globalmente com a Internet, mas os mecanismos de seguro são estabelecidos em caráter nacional, tornando-se cada vez mais difícil criar soluções eficientes para clientes globais. Esta é uma tensão que existe para toda seguradora e o custo de ser global pesa sobre todo o sistema.

Em segundo lugar, o capital alternativo. O desafio com o capital alternativo é que ele está inclinado a cavar uma linha específica: O Seguro de Catástrofes Naturais dos EUA. O resultado disso é que as pessoas agora estão procurando como usar o capital alternativo em outros produtos e situações, bem como buscando novos campos rentáveis na esperança de que o capital alternativo não irá persegui-las. Há tantos desafios sem seguro – espero que possamos flexionar esse capital para chegar a novas soluções.

Em terceiro lugar, consolidação da comunidade de corretores. Para as seguradoras, o controle da comunidade de corretores é um grande desafio. Embora as seguradoras atendam os clientes e desenvolvam os produtos, o controle é mais ponderado em um cenário de maior consolidação da comunidade corretora.

Em quarto lugar, análise de dados. Apesar de ser uma atividade baseada em dados, a maioria das companhias de seguros têm sistemas de dados deficientes – isso é algo que precisa mudar, e rápido. Precisamos valorizar o que esta tendência pode fazer pelos clientes, ou outros, com dados mais modernos, nos suplantarão.

Em quinto lugar, regulamentação. Até agora, a abordagem adotada não tem sido adequado para a nossa indústria – para os bancos, talvez, mas não para seguros. Com isso em mente, haverá uma série de mudanças em breve, resultando em um desenlace bom e em outro que ainda está no ar.

O bom resultado é que os reguladores estão tentando criar uma maior colaboração global, o que ajudaria com o desafio da globalização, citado anteriormente. Além disso, as promessas de Solvência II, que haveria deferência regulamentar para os reguladores de grupo, poderiam ser muito positivas para o setor.

O resultado mais incerto envolve reguladores que exigem que o capital seja mantido a muito custo. Cada uma das tendências que revisamos demanda mais inovação, o que não é possível se o preço do capital for muito alto. Quanto mais o capital for determinadamente regulado e ineficientemente usado, mais encorajamos a consolidação ao invés da inovação.

Soluções

Agora, depois de mostrar como este é um mundo muito desafiador, gostaria de mudar o enfoque para mostrar como avançar com algumas soluções-chave.

Primeiro, a inovação tem de estar no centro de nossa indústria. Temos a tendência de desenvolver produtos lentamente, replicá-los rapidamente e os lucros vão corroendo por décadas. Esse padrão não pode ser mantido. Então, como podemos elevar nossa taxa de inovação?

Número um: precisamos designar nossos melhores talentos para o espaço de inovação, e não apenas para nossas áreas de negócio mais lucrativas.

Dois: temos de aproveitar os dados externos de uma forma útil, porque os conjuntos de dados internos não estarão à altura do desafio. Isso significa uma mentalidade de subscrição unida a atuários para encontrar recursos e bases de dados públicos para escrever e remodelar produtos.

Três: assumir riscos que envolvem adjacência. Se estivermos dispostos a investir parte dos nossos recursos em algo não-tradicional, então poderemos realmente fazer algum trabalho inovador.

Quatro: temos que motivar pessoas inovadoras a vir para nossa indústria. Precisamos das pessoas que são especialistas em campos complexos para aplicar suas habilidades em nosso mundo; sua visão é um fator importante para futuras inovações.

A segunda solução é repensar a nossa relação com a sociedade, particularmente com governos. Temos de discutir com eles quais resultados sociais queremos e como nossos produtos podem levar a esse bem social. Embora possamos não ser aproveitados para tanto, esta é uma abordagem vital.

Há uma série de grandes desafios, tanto do mundo exterior como dentro do nosso próprio setor; no entanto penso que esses imperativos são os corretos para nos levar adiante em uma nova era de prosperidade. Temos que mudar nossa abordagem em relação à inovação e à medida em que fizermos isso, devemos nos envolver em parcerias mais profundas com os governos para criar soluções grandes o suficiente para os desafios que enfrentamos.

Mapfre Assistência reforça benefícios para concessionárias

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Grupos concessionários de todo o Brasil já podem contratar o Programa de Fidelização Multiassistência da Mapfre Warranty, linha de negócios de riscos especiais do Grupo MAPFRE. Trata-se de uma solução que contribui para a retenção e a satisfação de clientes por meio da oferta de um serviço diferenciado na venda de novos e seminovos e no pós-vendas.

O Programa oferece opções de planos de seis ou 12 meses e inclui assistências 24 horas para o carro e a casa, garantindo tranquilidade do consumidor em casos de imprevistos. Além disso, conta com o serviço exclusivo de ‘Leva e Traz’, que oferece um táxi ao cliente na entrega e na retirada do veículo para realizar serviços de revisão na concessionária que ofereceu o benefício.

“De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), aproximadamente 30% dos proprietários de veículos contratam algum tipo de seguro. Pensando nisso, esse serviço se torna um diferencial atraente tanto para os concessionários, quanto para os consumidores na hora de fechar o negócio. O Programa Multiassistência ainda pode representar um aumento na rentabilidade de nosso parceiro, pois o cliente retorna à loja para fazer a revisão ou manutenção do carro”, afirma Sandro Barbosa, superintendente Comercial de Distribuição da MAPFRE Warranty.

Com um investimento baixo para o concessionário, o produto foi desenvolvido para ser oferecido a clientes como benefício dentro de um pacote de revisão e como argumento de vendas de veículos novos e seminovos, agregando valor à prestação do serviço.

O programa está disponível para grupos que fecham acima de 500 contratos por mês (venda de 0km e seminovo ou serviços de revisão), para automóveis de passeio com até dez anos de sua fabricação.

Maioria das colisões acontece nas quintas-feiras, aponta levantamento da BB e Mapfre

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É durante o horário comercial e nas quintas-feiras que os motoristas de Brasília mais se envolvem em acidentes. Esses são alguns dos apontamentos do levantamento do grupo BB e Mapfre sobre o comportamento dos segurados de Brasília (DF), realizado entre janeiro e agosto de 2014.

No período, foram 8 mil colisões registradas e atendidas pelo P.A.R.E. (Posto de Atendimento Rápido Especializado), espaço destinado a atender os clientes de seguro automóvel do GRUPO.

O estudo mostra que a quinta-feira registra o maior número de acidentes em relação aos outros dias da semana. Foram 1.760 batidas, 22% dos casos. O sábado está em segundo lugar com 18% dos registros, 1.440 colisões, seguido pela quarta-feira com 17% do total, 1.360 ocorrências. A segunda, terça e sexta-feira apresentam o mesmo volume de 1.040 colisões, representando 13% dos registros cada um. O domingo é o dia com menos acidentes, registrando 320 colisões – 4%.

Com fluxo intenso de automóveis nas ruas, o horário comercial concentra a faixa com maior índice de acidentes de trânsito. Das 8 mil ocorrências registradas, 5.440, sendo 68% dos casos, aconteceram entre 7h e 18h. Em segundo lugar está o período da noite, com 2.080 batidas (26%), seguido pela madrugada, que detém o menor número. Foram 480 acidentes, sendo 6% do total.

Perfil dos motoristas – Os dados dos atendimentos também revelam o perfil mais cauteloso das motoristas nas ruas. As mulheres se envolveram em 3.360 colisões, enquanto os homens participaram de 4.640 casos. A idade dos motoristas foi outro item avaliado pelo levantamento. Os jovens condutores, com menos de 26 anos, se envolveram em 10% das batidas, enquanto a faixa seguinte, entre 27 e 36 anos, responde pelo maior volume de ocorrências, com 35% do total, sendo 2.800 casos.

A partir dos 37 anos, o índice reduz conforme a faixa etária. Os condutores entre 37 e 46 anos compõem 20% dos registros, com 1.600 batidas, seguidos pelos motoristas de 47 a 56 anos que se envolveram em 1.520 colisões, 19% dos casos avaliados. O grupo entre 57 e 66 anos representa 9% do levantamento – 720 ocorrências –, e com mais de 67 anos 7% dos registros (560 acidentes). O levantamento foi elaborado com base nos atendimentos realizados pelo P.A.R.E. (Posto de Atendimento Rápido Especializado) Brasília.

Transações realizadas via celular crescem 111% entre os clientes da Brasilprev

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Após quatro anos do lançamento do aplicativo “Autoatendimento BB pelo celular”, a Brasilprev constatou um crescimento relevante das operações realizadas por seus 1,78 milhão de clientes. O número de transações registradas passou de 867 mil em 2013 para 1,83 milhão em 2014, um crescimento de 111%.

O aplicativo, disponível para tablets e smartphones, é um dos canais para atender as solicitações dos clientes e, por meio dele, é possível realizar transações, simulações, consultar extratos, acompanhar a rentabilidade dos fundos, solicitar a suspensão do envio de extratos em papel, entre outros serviços.

Apenas em 2014, os aportes extras realizados pelo serviço registraram R$ 21,70 milhões, um aumento de 114% em comparação com 2013. Além disso, o número de acesso aos extratos também cresceu 114%. Com este serviço na tela do celular, mais clientes optaram por inibir o uso do documento impresso: no último ano, o crescimento de clientes que fizeram esta opção foi de 160%. Outro item que obteve um aumento considerável foi a consulta da rentabilidade dos fundos, cujo número de visitas cresceu 102%.

O gerente de canais digitais da Brasilprev, Francisco José Molnar Casseb, fala do expressivo crescimento do serviço. “A Brasilprev acompanha a evolução dos meios para estar sempre próxima do cliente, proporcionando rápido acesso à informação e consultoria para a concretização de seu projeto de vida. Por meio do aplicativo é possível que as pessoas façam consultas e transações de onde elas estiverem, garantindo rapidez e facilidade”.

Chubb foi a responsável pelo seguro de vários blocos durante o Carnaval 2015

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A Chubb Seguros, subsidiária da tradicional companhia de seguros do continente americano, foi a seguradora dos principais blocos e camarotes das cidades de Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo neste Carnaval, totalizando mais de cinco milhões de pessoas protegidas.

Os segurados contaram com proteção da Chubb em Acidentes Pessoais, Responsabilidade Civil e Riscos Diversos. “Oferecemos uma solução completa aos nossos clientes, para que tenham tranquilidade para se preocupar com o que realmente importa, ou seja, o sucesso do evento”, disse Juliana Santos, gerente responsável pela carteira de entretenimento da companhia.

Corretor de Seguros Empreendedor: restam poucos ingressos

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Restam poucos ingressos para os corretores de seguros interessados em garantir sua participação no evento de lançamento do programa Corretor de Seguros Empreendedor, que acontece na quinta-feira (26/02), no Expo Barra Funda, em São Paulo.

Para participar do lançamento do programa e também conhecer o novo produto, um seguro saúde da Caixa Seguradora, os corretores de seguros interessados devem fazer sua inscrição no site do Sincor-SP, pelo link http://migre.me/oufov .

Feita a inscrição, a retirada do ingresso vai até o dia 24 de fevereiro, das 8h30 às 17h30, na sede do Sindicato (Rua Líbero Badaró, 293, 29º andar, Centro, São Paulo). É obrigatória a apresentação de um documento original de identidade. Depois disso, os ingressos serão distribuídos no dia e no local do evento, a partir das 11h.

Desenvolvido pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), o programa tem por objetivo estabelecer parcerias que visam ampliar as vendas dos corretores de seguros. A estreia do projeto acontece com produto inovador especialmente desenvolvido para alavancar os resultados da categoria.

Além de conhecer as características e diferenciais do produto, os participantes receberão uma cartilha com todas as explicações sobre o programa Corretor de Seguros Empreendedor. Após o evento de lançamento haverá um show da dupla Fernando e Sorocaba.

Lançamento do Programa Corretor de Seguros Empreendedor do Sincor-SP
Local: Expo Barra Funda
Endereço: Rua Tagipuru, s/nº – Barra Funda – São Paulo/SP
Data e horário: 26/2, a partir das 19h

Instituições lançam, no dia 25 de fevereiro, novas propostas e ações educativas para 2015

© Copyright 2010 CorbisCorporationFonte: CNseg

Disseminar a cultura do seguro e da previdência complementar em escolas de ensino fundamental e médio, contribuindo, dessa forma, para ajudar os estudantes a compreenderem como concretizar suas aspirações e se prepararem para as diversas fases da vida. Com esse olhar voltado para o futuro, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), em parceria com a Superintendência de Seguros Privados (Susep) – instituições que integram o Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) – desenvolveram uma ação que beneficiará alunos das praças do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Brasília, Palmas, Fortaleza e Salvador.

A peça teatral ‘Suse, Perez, a Atuária Natália e o Sonho de Prêmio’, produzida pela Cia. Teatral Ensino em Cena, com duração de 30 minutos, será apresentada em 15 escolas públicas de ensino fundamental e médio, durante a 2ª Semana de Educação Financeira (ENEF), que acontecerá nos dias 9 a 15 de março. A peça, que aborda a amizade entre quatro amigos, é dividida em esquetes e canções. Com narrativa leve e didática, mescla as situações cotidianas que abordam o mercado segurador. Durante a apresentação, os espectadores poderão conhecer a história da origem do seguro, como e onde se aplica, o que faz um profissional de ciência atuária e o que é planejamento financeiro.

O lançamento da peça acontecerá no dia 25 de fevereiro, durante cerimônia no auditório da Escola Nacional de Seguros, no Rio de Janeiro, e contará com a presença do superintendente da Susep e presidente do CONEF, Roberto Westenberger, do presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, e da diretora executiva da CNseg e membro do CONEF, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Para o presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi, é por meio da educação financeira que consumidores e investidores podem desenvolver habilidades e segurança para se tornarem mais preparados para verificar oportunidades de mercado. “Esta mudança de comportamento contribui, assim, para o consumo financeiro mais responsável da população, além de assegurar a conscientização dos riscos assumidos e reforçar a estabilidade e confiança no Sistema Financeiro Nacional”, ressalta Rossi.

Além da peça teatral a CNseg realizará outras importantes ações durante a 2ª Semana ENEF: o 3º Seminário de Direitos e Deveres do Consumidor de Seguros, marcado para 12 de março, em Porto Alegre, e um ciclo de palestras gratuitas sobre educação financeira aberto ao público.

SEMANA ENEF

Diversas ações educacionais serão realizadas nesta segunda edição da Semana ENEF, que irá incluir iniciativas de toda a sociedade. Aqueles interessados em organizar alguma atividade na semana deverão observar as orientações e critérios contidos que podem ser acessados em:http://www.semanaenef.gov.br/como-participar/orientações

A 1ª Semana ENEF, realizada em maio de 2014, contou com uma programação intensa, tanto de iniciativas inscritas (mais de 170 ações, entre palestras, cursos, workshops, gincanas, concursos culturais etc.) como de participantes – mais de 13 mil interessados em aprender sobre finanças pessoais e investimentos. O evento aconteceu de segunda a sexta-feira em 20 cidades diferentes do País, além de participantes do “mundo virtual”.

Um diferencial nesta edição é que datas de realização da 2ª Semana ENEF coincidem com a Global Money Week, evento mundial de educação financeira voltado para crianças e adolescentes, e que, em 2014, alcançou mais de 3 milhões de crianças e jovens em 118 países.

ENEF

A Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) é uma política pública lançada em 2010, com a finalidade de promover a educação financeira e previdenciária da população, bem como contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores.

O Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) é formado pelos seguintes órgãos e entidades públicas: Ministério da Fazenda; Ministério da Educação; Ministério da Previdência Social; Ministério da Justiça; Banco Central do Brasil (BCB); Comissão de Valores Mobiliários (CVM); Superintendência de Previdência Complementar (Previc); Superintendência de Seguros Privados (Susep); Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima); BM&FBOVESPA S.A – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros; Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg); e Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).

O CONEF também mantém convênio com a Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF – Brasil) para a concepção, planejamento, estruturação, desenvolvimento e administração de iniciativas de educação financeira de caráter transversal que integram a ENEF.

Programação do dia 22 de fevereiro:

10h30 – Credenciamento

11h – Abertura – Presidente da CNseg, Marco Antonio Rossi

11h15 – Lançamento da iniciativa de educação financeira da Susep em parceria com a CNseg

Superintendência da Susep e Presidente do CONEF: Roberto Westenberger

Membro titular da CNseg no CONEF: Solange Beatriz Palheiros Mendes

12h – Apresentação da peça teatral “Suse, Perez, a Atuária Natália e o Sonho de Prêmio”

12h45 – Encerramento

Local: Auditório da Escola Nacional de Seguros (Rua Senador Dantas, 74, Centro)

Setor de capitalização distribuiu mais de R$ 1 bilhão em prêmios em 2014

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De acordo com o balanço das atividades do ano de 2014, divulgado pela FenaCap – Federação Nacional de Capitalização, o setor distribuiu em sorteios um total de R$ 1,149 bilhão, valor 12,5% superior ao que foi pago a portadores de títulos em 2013, o equivalente a R$ 4,5 milhões por dia útil do ano. Atualmente, existem 34 milhões de clientes de títulos de capitalização ativos no país. Segundo o presidente da FenaCap, Marco Barros, o crescimento continuado do setor se deve, principalmente, à grande variedade de ofertas disponíveis no mercado. “Há produtos que contribuem para desenvolver a disciplina para guardar dinheiro, outros que substituem a figura do fiador nas transações de aluguéis comerciais e residenciais, outros que funcionam como instrumento promocional, voltados para pessoas jurídicas. E todos contam com o aspecto lúdico dos sorteios, sem dúvida um dos grandes diferenciais da capitalização, que torna os produtos especialmente atraentes”, assinala o presidente da FenaCap. Segundo ele, as facilidades de contratação – preço médio de R$ 28 – e a ausência de burocracia na aquisição completam o leque de atrativos dos produtos, contribuindo para a sua grande aceitação no mercado.

Reflexo disso é o crescimento do volume das reservas técnicas, montante relativo aos depósitos efetuados por clientes de títulos de capitalização e que são devolvidos sob forma de resgates ao fim dos planos, que registrou um avanço de 11,9%, ultrapassando a marca de R$ 29,942 bilhões em 2014. “Esses são recursos que incrementam a poupança interna, contribuindo para o desenvolvimento do país”, destaca Marco Barros. Os valores devolvidos aos clientes no período foram igualmente expressivos, atingindo os R$ 15,182 bilhões, um aumento de 16,1%, em comparação 2013. “Esses recursos, por sua vez, voltam às mãos dos clientes e, além de permitirem a realização de sonhos e projetos pessoais, aquecem a economia”, observa.

O faturamento do setor atingiu R$ 21,870 bilhões, o que representa avanço de 4,3% em relação ao ano anterior. “O crescimento do setor ficou dentro do esperado, em função do desempenho da economia e de fatores como a realização da Copa do Mundo, que reduziu o número de dias úteis de vendas”, analisa Marco Barros. “Com a diversificação dos canais de distribuição, por meio dos call centers e das vendas online, nossa expectativa é crescer 8% em 2015”, finaliza o presidente da entidade.

Willis Group anuncia receita de US$ 3,82 bilhões em 2014

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A Willis Group, consultoria de riscos e corretora global de seguros e resseguros, anuncia seus resultados mundiais referentes ao último trimestre e do ano fiscal de 2014. Segundo Dominic Casserley, CEO da Willis Group, o ano de 2015 começou com o Grupo bem posicionado. “Esperamos conduzir a performance de 2015 com crescimento médio de um dígito orgânico das receitas, apoiado, principalmente, por nossas recentes aquisições. Esperamos também entregar um EBITDA subjacente variando entre US$ 55 milhões e $ 65 milhões. Por fim, esperamos que nossas ações de gestão de custos orgânicos, combinado com o impacto do nosso Programa de melhoria operacional, nos permita entregar pelo menos 130 pontos base de spread positivo entre a receita orgânica e crescimento das despesas em 2015″, explica Casserley.

Já no quarto trimestre, a receita foi de US$ 958 milhões, superior aos US$ 919 milhões comparando o mesmo período de 2013. O Crescimento orgânico em comissões e fees alcançou 3,1% e a Margem operacional ajustada foi de 14,5%.

O ano de 2014 terminou com forte crescimento puxado por outro trimestre de crescimento orgânico médio de um dígito em comissões e taxas e também como resultado do impacto das aquisições mais recentes. “Continuamos a ter um bom resultado na gestão de custos e na implementação do nosso Programa de Aperfeiçoamento Operacional. Conseguimos esses resultados apesar de alguns mercados desafiadores em curso, o que demonstra a força do modelo de negócios diversificado da Willis e do foco intenso na execução de nossa estratégia. É importante ressaltar o importante crescimento nas métricas subjacentes, incluindo EPS, EBITDA e margem operacional. Continuamos a remodelar a Willis para melhorar os lucros, tanto organicamente quanto por meio de aquisições. Durante o trimestre, demos as boas vindas aos novos colegas Max Matthiessen, SurePoint Reinsurance, e IFG e, no início de 2015, fechamos um acordo para adquirir uma participação majoritária na Seguros Miller”, complementa Casserley.

A divisão Internacional, na qual o Brasil inclui-se, alcançou 15,9% de crescimento orgânico em comissões e taxas no quarto trimestre de 2014 em comparação ao mesmo período em 2013. Esse crescimento se deu, principalmente, de um ajuste de reconhecimento de receita na China, que impactou negativamente a receita no quarto trimestre de 2013. Excluindo o impacto desse ajuste, o crescimento orgânico do segmento Internacional seria de 11%.

O crescimento da Willis Internacional veio de todas as regiões. Apesar das condições econômicas desafiadoras, as operações na Europa Ocidental cresceram dois dígitos, com crescimento na maioria dos mercados da região. A Europa Oriental também cresceu dois dígitos, com crescimento significativo na Rússia. A América Latina cresceu um dígito alto, liderado por Brasil, Venezuela e Argentina. Já a região da Ásia cresceu dois dígitos, com crescimento na maior parte dos países da região.

O segmento Willis Internacional cresceu organicamente em comissões e fees 9%, durante todo o ano de 2014.