O mercado segurador brasileiro encerrou 2014 com lucro líquido não consolidado de R$ 17,4 bilhões, 10,9% acima dos R$ 15,7 bilhões de 2013. Excluindo o resultado de coligadas e controladas, o lucro líquido passa para R$ 10,7 bilhões, 10,3% acima dos R$ 9,7 bilhões do ano passado, de acordo com estudo do consultor Roberto Castiglione, com base em dados da Susep divulgados nesta quarta-feira, dia 25, após alguns ajustes feitos pela autarquia em razão de correções solicitadas por seguradoras.
Castiglione destaca a taxa média de retorno do patrimônio líquido anualizada, que foi de 23,57%, dois pontos percentuais acima dos 21,31% de 2013. O volume total de prêmios (com VGBL) somou R$ 162,2 bilhões, 16,9% acima dos R$ 138,6 bilhões do ano passado, segundo estudo ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso. Excluindo o VGBL, a produção de seguros atingiu a cifra de R$ 90,8 bilhões, 9,4% acima dos R$ 82,9 bilhões de 2013.
O índice combinado representou 88,49% dos prêmios e contribuições ganhas contra 85,93% dos mesmos em 2013, um ligeiro acréscimo. “Esse desempenho adveio da manutenção da margem de contribuição com leves acréscimos nas Despesas Administrativas e com Impostos (PIS/COFINS)”, explica Castiglione.
Com o desempenho do resultado financeiro (aumento da taxa básica de juros) a rentabilidade da operação foi equivalente a 24,1% dos prêmios e contribuições ganhas contra 22,2% dos mesmos em 2013. “Ao que parece a busca pela eficiência operacional chegou no seu limite. A maior rentabilidade se deveu, em grande parte, ao aumento da taxa básica de juros”, destaca, em nota.”De certo será um ano de rentabilidades adequadas, com distribuição de dividendos e participações em lucros. Todavia, o ano de 2015 deverá ser espinhoso. Vendas com menor ritmo de crescimento, aumentos de custos e tributos e concorrência mais acirrada (predatória).”
A MetLife obteve lucro líquido de R$ 57,3 milhões na operação brasileira em 2014. O total de Prêmios de Seguros no ano foi de R$ 854,7 milhões, representando aumento de 7,6% em comparação a 2013.
Em 2014, a MetLife indenizou a seus segurados e beneficiários um total de R$ 303 milhões. Este valor corresponde a 24.899 sinistros pagos no ano. No mesmo período, o índice de sinistralidade foi de 36,2%, em 2013 o índice foi de 34,3%. As provisões técnicas totais atingiram o montante de R$ 2,16 bilhões. Já os ativos totais alcançaram R$ 2,8 bilhões no encerramento de 2014.
“O nível de crescimento está baseado no desenvolvimento de novos produtos, canais e parcerias de distribuição. Os resultados de 2014 nos deixam confiantes de que estamos construindo no Brasil uma operação sólida e de longo prazo”, afirma Omar Santana, Diretor Financeiro da MetLife no Brasil. A Companhia tem hoje aproximadamente 5 milhões de vidas seguradas. Atualmente, cerca de 6.000 corretores têm negócios com a MetLife em todo o Brasil.
O cenário econômico em 2014 foi marcado pelo aumento das pressões inflacionárias, o que levou o Banco Central a elevar a taxa Selic para 11,75% ao ano para conter as expectativas futuras em relação aos preços. As especulações sobre o PIB do Brasil também influenciaram o mercado. No âmbito internacional, o desempenho das economias da Europa e Ásia e a redução dos estímulos monetários nos Estados Unidos foram os principais fatores de impacto no mercado brasileiro.
“Mesmo com essas condições, a MetLife do Brasil obteve em 2014 resultado financeiro superior ao obtido no mesmo período em 2013, fruto da maior alocação em ativos atrelados à inflação,” completa Santana.
Em 2014, a MetLife no Brasil investiu maciçamente no desenvolvimento de novos canais de distribuição. Para isso, deu prioridade às competências de sistemas de gestão e produtos, bem como em capacitação de pessoal.
Dentro do plano de longo prazo, um dos pontos estratégicos para a MetLife é investir na melhoria contínua dos serviços para aprimorar o atendimento a clientes, corretores e parceiros, sustentado por grandes investimentos em tecnologia da informação.
A Companhia também realiza investimentos constantes em recursos humanos para a formação de lideranças e capacitação de equipes.
O ataque de hackers é o risco mais temido por governos e empresas mundiais, segundo diversas pesquisas divulgadas nos últimos meses. O medo de ter sistemas invadidos e informações roubadas seguem como “o” grande risco até 2020. Só a partir de 2025, as mudanças climáticas e as catástrofes passam a liderar o ranking de preocupações dos gestores.
Apesar da grande oportunidade de vender seguro para clientes em risco, o mercado segurador mundial ainda precisa aprimorar o produto. Órgãos reguladores têm se reunido com frequência com as seguradoras, principalmente estabelecidas no Lloyd’s of London, para discutir qual o modelo mais apropriado de seguro, aliando benefícios aos clientes sem colocar em risco o patrimônio dos acionistas com pagamento de indenizações elevadas.
De acordo com dados do Center for Strategic and International Studies (CSIS), sediado em Washington (EUA), mais de 3 mil empresas sofreram ataques cibernéticos em 2013, causando perdas globais acima de US$ 400 bilhões ao ano. Os Estados Unidos são o maior mercado das seguradoras, que receberam em 2013 (os dados de 2014 ainda não foram divulgados) cerca de US$ 2,5 bilhões para assumir parte das perdas de seus clientes com vazamento de dados. As estatísticas informais das maiores corretoras do mundo, como Willis, Marsh e Aon, indicam que de cada quatro empresas nos EUA, apenas uma tem esse seguro.
Até agora, pouco mais de uma dúzia de seguradoras tem apetite para esse tipo de risco em todo o mundo. No Brasil. atualmente apenas o XL Group vende o seguro cyber. A AIG, pioneira no lançamento local, está com a venda do produto de riscos cibernéticos suspensa para adequações exigidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). “Temos visto movimentação em algumas seguradoras e acreditamos que até o fim do ano outras passem a vender o produto”, afirma o presidente da Comissão de Linhas Financeiras da FenSeg, Gustavo Galrão. Entre as mais adiantadas na criação do seguro cyber estão Allianz, Zurich e ACE.
O desafio do produto no mundo está em reduzir a lista de exclusões e aumentar o valor da importância segurada, estimada em US$ 50 milhões para pequenas e médias empresas. No Brasil, segundo Marcelo Pollak, gerente de linhas financeiras da corretora Willis, a procura tende a aumentar com a divulgação do produto e com a entrada de novas seguradoras no segmento. “As empresas brasileiras têm uma barreira cultural para comprar o seguro do dia para noite. Aos poucos, com um maior conhecimento sobre os serviços ofertados na apólice, as empresas percebem que o investimento agrega valor na cadeia de itens envolvidos na segurança de dados”.
Há dois tipos de seguros. Um deles tem como alvo ofertar cobertura de responsabilidade civil às empresas de tecnologia. O outro é o seguro de riscos cibernéticos para todos os tipos de empresas, inclusive instituições financeiras e governos, dois dos alvos mais visados pelas quadrilhas de hackers. Silvia Gadelha, subscritora sênior de linhas financeiras da XL no Brasil, afirma que o seguro de RC para empresas de TI é algo já maduro no mercado brasileiro. Já o seguro chamado de cyber risk ainda engatinha. Ela não informa quantas apólices a XL já vendeu. Mas considerando-se as vendas realizadas pela AIG e também pela XL, a aposta dos executivos a par do assunto é que não chegue a 100 apólices.
Silvia está confiante de que as vendas vão aumentar com a maior divulgação de que o produto traz benefícios tanto na segurança dos dados como na indenização de perdas, caso hackers consigam furar os bloqueios criados pela equipe interna de TI.
No Brasil, o produto da XL oferece cobertura de responsabilidade cibernética para funcionários e terceirizados, incluindo indenizações para perdas financeiras e danos morais, como estabelecido pelo marco civil da internet, associados a queixas apresentadas por clientes, reguladores ou representantes, incluindo o Ministério Público, como resultado de uma violação de dados.
A Axa, segunda maior companhia de seguros na Europa, registrou um resultado líquido de 5 bilhões de euros em 2014, montante 12% superior ao apurado no exercício anterior. A seguradora beneficiou-se da redução de custos (em cerca de 300 milhões de euros) e de 225 milhões de euros de efeitos extraordinários positivos correspondentes a uma reavaliação de ativos financeiros. No entanto, o lucro anunciado ainda foi ligeiramente inferior ao esperado por analistas. As receitas cresceram 1%, alcançando 91,9 bilhões de euros.
Conforme crescem os níveis de rendimento nos mercados emergentes, a população gasta mais com os serviços de saúde como um meio para melhorar a sua qualidade de vida. Segundo o mais recente estudo sigma da Swiss Re, “Keeping health in the emerging markets: insurance can help” (Mantendo a saúde nos mercados emergentes: o seguro pode ajudar), esses gastos estão impulsionando a demanda e as expectativas por melhores serviços de saúde nos mercados emergentes. O estudo mostra que a indústria de seguros está bem equipada para atender as crescentes necessidades de despesas com serviços de saúde dos indivíduos, e que ela também pode se tornar um pilar central de um sistema de entrega de saúde nacional sustentável.
A demanda e as expectativas por melhores serviços de saúde estão aumentando nos mercados emergentes
Os prêmios para produtos que oferecem reembolso devem dobrar até 2020
As seguradoras de saúde privadas possuem as ferramentas para atender a essa demanda
O seguro de saúde privado pode desempenhar um papel fundamental na construção de sistemas de saúde nacionais sustentáveis
O sucesso de soluções inovadoras em mercados avançados atrai o interesse em muitos países emergentes
Nos mercados emergentes, a verba para pagar os serviços de saúde vinha tradicionalmente do governo, através de receitas de impostos, e de pessoas físicas que muitas vezes fazem contribuições significativas a partir de suas economias domésticas.
No entanto, depender desses dois canais de financiamento dos serviços de saúde tem se tornado um desafio cada vez maior. Há uma pressão crescente sobre os cofres públicos, enquanto as mais avançadas tecnologias e medicamentos forçam o aumento do preço dos serviços de saúde.
O seguro de saúde privado oferece aos consumidores uma proteção financeira contra futuras despesas relacionadas com serviços de saúde, através do pagamento de um prêmio acessível, aliviando a carga de grandes despesas pontuais sustentadas pela poupança privada. “Os consumidores comprarão cada vez mais um seguro de saúde privado porque ele fornece um meio para pagar o nível de serviço de saúde que as pessoas precisam”, diz Kurt Karl, economista-chefe da Swiss Re. O seguro de saúde privado também oferece aos consumidores mais opções de tipo e nível de tratamento, além da escolha do estabelecimento. Em determinados produtos, o consumidor também tem a liberdade de escolher como usar os benefícios recebidos (por exemplo, cobrir custos de um tratamento ou substituir a renda perdida). Desta forma, o seguro de saúde privado pode suplementar e/ou complementar os serviços de saúde do setor público, ao ajudar os consumidores a pagar pelos tratamentos não cobertos ou indisponíveis pela estrutura patrocinada pelo estado.
Para os governos, o seguro de saúde privado tem potencial para ser o canal principal das despesas de saúde. No entanto, ele é subutilizado. Em 2012, o seguro de saúde privado cobriu menos de 10% do total de gastos com serviços de saúde nos principais mercados emergentes.
Do lado da oferta, o seguro de saúde privado pode trazer inovação em toda a cadeia de valor dos serviços de saúde, incluindo o desenvolvimento de produtos, vendas e distribuição, subscrição, sinistros, sistemas de pagamento e atendimento ao cliente, gerando melhores serviços a um custo menor. “As seguradoras foram capazes de alcançar novos clientes com o uso de novas tecnologias e a precificação de produtos em conformidade com a demanda e capacidade de pagamento”, diz Clarence Wong, co-autor do estudo.
Por exemplo, em 2014, foi lançado um programa de seguro de saúde móvel na Nigéria chamado Y’ello. Os inscritos pagam um prêmio acessível, usando seus telefones celulares, para cobrir cuidados básicos ambulatoriais e pequenas cirurgias. Espera-se que o programa estenda significativamente o alcance do seguro de saúde na Nigéria, particularmente nas zonas rurais e para os indivíduos anteriormente sub segurados ou sem seguro.
Existem dois tipos principais de produto de seguro de saúde privado. O primeiro é o tipo reembolso, com o qual o segurado recebe de volta as despesas incorridas com hospital e outros tratamentos. O segundo são os produtos de benefício fixo, pelo qual o segurado recebe um pagamento único no evento de condições específicas. Produtos de benefício único incluem cobertura para doenças graves, renda por invalidez e seguro de diária hospitalar.
Ambos os tipos de produto apresentam forte crescimento nos mercados emergentes. Os prêmios de produtos de reembolso apresentaram crescimento anual real de cerca de 11,2%, entre 2003 e 2013. Está previsto um aumento médio de 9,6% ao ano até 2020 para estes produtos, três vezes a taxa de crescimento global de prêmios neste segmento.
Os dados sobre prêmios de produtos de benefício fixo nos mercados emergentes são escassos, mas entrevistas realizadas com especialistas para o estudo sugerem que a demanda por produtos de seguro de saúde privado com benefício fixo também está crescendo rapidamente.
O setor de seguro de saúde privado encontra-se em vários estágios de desenvolvimento nas diferentes regiões emergentes devido, em grande parte, às diferentes estruturas dos sistemas nacionais de saúde e à infraestrutura de saúde. Na Ásia Emergente muitos governos têm considerado os produtos de reembolso como uma área em crescimento e os prêmios têm previsão de crescer15,4% ao ano entre 2013 e 2020 – o maior índice de todas as regiões emergentes. Os produtos de benefício fixo também são populares. Por exemplo, o seguro com cobertura para diagnóstico de câncer tem atraído grande interesse em muitos mercados na região, após o sucesso desse tipo de produto na Coreia do Sul e dos produtos contra recidivas no Japão.
Na América Latina, os prêmios dos produtos tipo reembolso cresceram a uma taxa de crescimento anual real de 6,8% entre 2003 e 2013 e estão previstos para atingir um crescimento médio de 6,2% até 2020. Do lado dos produtos de benefício fixo, as soluções para doenças graves estão se desenvolvendo favoravelmente, embora a falta de consciência dos consumidores permaneça como principal obstáculo. O seguro de diária hospitalar, outro produto de benefício fixo, tem tornado-se cada vez mais comum como parte das ofertas em modelos de seguro oferecidos por bancos.
Comparado a um cenário de cobertura relativamente abrangente de benefícios previdenciários, a penetração global do seguro de saúde privado é baixa na Europa Central e Oriental. O seguro de saúde privado é usado principalmente para pagar tratamentos avançados e adicionais não cobertos pelos sistemas de saúde públicos. Os produtos de doenças graves estão disponíveis como cobertura adicional de Seguros Dotal e Universal e como solução de cobertura autônoma. O seguro de diária hospitalar também é popular.
Na África Subsariana, os pagamentos privados oriundos da poupança das famílias são o componente principal do total de despesas com serviços de saúde. O setor de seguro de saúde privado permanece pequeno, porém o microsseguro deverá tornar-se o canal principal das despesas com serviços de saúde em muitos dos mercados da região.
A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, anuncia o novo Superintendente de Planejamento Financeiro das áreas de FP&A (Finanças, Planejamento e Análise), Tesouraria e Investimentos da Companhia – Renato Mizukami.
Na empresa há seis anos, o executivo terá como desafios liderar processos orçamentários operacionais e estratégicos, realizar a gestão de despesas e análises estratégicas financeiras, desenvolver ferramentas de decisão financeira, metodologias de alocação de custos e análises de despesas com foco na otimização de recursos, além de promover melhorias na gestão de caixa e investimentos.
“Desde que ingressou na Companhia, Mizukami tem contribuído para o desenvolvimento da área de FP&A, responsável por grande parte das tomadas de decisões do Comitê Executivo”, afirma Leonardo Portugal, Diretor Financeiro da RSA Seguros Brasil. De acordo com Portugal, a promoção a Superintendente do executivo seguiu a política da RSA Seguros de investir em talentos internos e valorizar seus funcionários nas oportunidades de crescimento profissional. “Mizukami iniciou suas atividades na Companhia como Coordenador, foi promovido a Gerente da área de FP&A em junho de 2011 e, no início deste ano, decidimos lhe dar novas responsabilidades”, conclui.
Renato Mizukami é formado em Administração de Empresas pela Universidade Metodista de São Paulo, com MBA em Controladoria pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O executivo está há 12 anos na indústria de seguros e previdência, com mais de dez anos de experiência na área de planejamento financeiro e controladoria, tendo atuado com todos os produtos de linhas pessoais e comerciais do mercado.
A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos de seguros do mundo, projeta elevar o seu faturamento para além de R$ 5 bilhões nos próximos três anos, superando em mais de 50% os R$ 3,24 bilhões registrados em 2014. A meta ambiciosa faz parte do “Plano Avançar”. O anúncio acontece no momento em que a empresa comemora a conclusão antecipada do “Plano Vencer”, lançado em 2011, que previa dobrar o faturamento de R$ 1,6 bilhão até 2016.
“Conseguimos, já no ano passado, alcançar a produção que estava prevista para 2016. Agora, estamos focados no desafio de ultrapassar os R$ 5 bilhões nesse novo planejamento estratégico de 2015 a 2017”, afirma o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara. Segundo ele, a estratégia da Companhia é manter o alto nível de qualidade dos produtos e serviços.
“Nossos resultados são fruto do compromisso com a satisfação dos Colaboradores, Corretores e Clientes, alcançada através da qualificação das equipes, da melhoria nos produtos, serviços, processos e dos investimentos em tecnologia. Todos estes fatores beneficiam diretamente o trabalho do Corretor, que é o nosso principal parceiro de negócio”, afirma Ferrara.
Tão importante quanto o crescimento da produção foi o fato da Tokio Marine ter fechado 2014 com um “Índice Combinado” (que mede a eficiência operacional de uma seguradora) de 98,8%. Quanto menor esse indicador estiver, melhor. “Graças ao aumento da nossa produtividade, conseguimos um ótimo desempenho nos três aspectos que compõem o índice combinado – faturamento, despesas e sinistralidade”, explica o presidente. Segundo o executivo, o objetivo é manter o índice combinado inferior a 98,9% ao final de 2017.
“Para atingir os objetivos do Plano Avançar, a Tokio Marine quer crescer em todos os segmentos que atua. No ramo de automóvel, a meta da seguradora é subir uma posição no ranking de prêmio em cada Estado. Também devem se manter em ritmo de crescimento acelerado os segmentos de seguro para Pequenas e Médias Empresas e de Pessoas.
Até 2017, a Seguradora pretende dobrar a carteira de Pessoas para R$ 600 milhões. O mesmo deve acontecer com o segmento de Afinidades, cuja meta é passar dos atuais R$ 300 milhões para cerca de R$ 600 milhões nos próximos três anos Em Grandes Riscos, a expectativa é dobrar o market share, que hoje é de 5,3%.
“Nossa equipe de Colaboradores está preparada e empenhada para atingir esses objetivos, sempre em parceria com os Corretores e Assessorias”, destaca Ferrara.
Roberto Westenberger é um dos 100 brasileiros mais influentes da economia
O Superintendente da Susep, Roberto Westenberger, é um dos 100 brasileiros mais influentes da economia brasileira na lista da revista Forbes Brasil, divulgada esta semana. Ao tomar conhecimento de que seu nome havia sido selecionado pela publicação, Westenberger fez questão de compartilhar o mérito, por meio de carta enviada a todo o quadro funcional da Autarquia.
“Embora esteja com o ego em festa, seria injusto não compartilhar mais essa conquista com vocês (servidores), por uma questão muito simples: será que se tivesse permanecido no meu mundo profissional de consultoria, seria alvo de tamanha honraria?”, questionou Westenberger para em seguida afirmar que certamente não integraria essa seleção, caso não estivesse ocupando o atual cargo.
Ser incluído na lista da revista Forbes Brasil, segundo o Superintendente, é uma importante conquista da casa. “Foram vocês que, ao comprarem o projeto de transformação da Susep, produzindo resultados palpáveis e notáveis pela imprensa especializada, criaram as condições para este reconhecimento”, afirmou ele.
Westenberger lembrou ainda, na carta enviada aos servidores, do convite feito pelo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para permanecer no cargo no segundo mandato da Presidenta Dilma e destacou que essa decisão também representou um reconhecimento do trabalho feito por todos na Susep. “Isto significa o reconhecimento do Governo ao nosso trabalho”, afirmou o Superintendente.
Roberto Westenberger ressaltou também que o trabalho que vem sendo feito na Autarquia está em completa sintonia com os rumos que o Ministério da Fazenda vem trilhando. Ele destacou que o crescimento do setor de seguros nos últimos anos é uma clara demonstração de que ainda há espaço para uma expansão, além de colaborar para impulsionar a economia.
O superintendente ressaltou que este ano as reservas das empresas supervisionadas deverão ultrapassar a marca de R$ 600 bilhões e parte substancial desses recursos, segundo ele, poderão serão usados no financiamento do desenvolvimento do país.
O IRB Brasil RE divulgou lucro líquido de 601,5 milhões, 72,5% maior se comprado ao ano anterior, e o volume de prêmios emitidos registrou R$ 3,2 bilhões, aumento de 18,6% em relação ao mesmo período. Esse desempenho resultou em um market share de aproximadamente 34%, o que garantiu ao IRB a manutenção de sua liderança no mercado nacional de resseguro. O Relatório de Administração contendo os números consolidados foi publicado hoje no jornal Valor Econômico.
Destaca-se, ainda, no período, o crescimento de 34,8% do prêmio ganho, apurado com as devidas adequações aos novos normativos da Susep. Em relação à retenção de prêmios, o índice atingiu 67,6% dos prêmios emitidos. Esse desempenho foi impulsionado pela estratégia da empresa de diminuir os níveis de retrocessão, em especial na carteira de riscos de Property & Casualty – Brasil.
No que se refere aos segmentos de atuação, ênfase para a participação do grupo de ramos Patrimonial, com faturamento de R$ 1 bilhão, seguido do grupo de ramos Rural, com faturamento de R$ 711 milhões.
A gestão de ativos do IRB também impactou positivamente no seu resultado em 2014. A carteira de investimentos totalizou aproximadamente R$ 5,6 bilhões, obtendo rentabilidade equivalente a 102,2 % do CDI. O percentual de retorno aos acionistas (ROE) subiu de 15% para 24%.
As revisões realizadas nas políticas de precificação, subscrição e aplicações financeiras; o contínuo investimento em tecnologia, capacitação e governança; a mudança do perfil de atendimento e relacionamento com clientes; os consecutivos processos de obtenção de rating e o estimulo à atuação no mercado internacional deram origem a esses números que fazem do IRB Brasil RE uma empresa cada vez mais competitiva e preparada para atuar globalmente.
Roberto Setubal divulgou ontem mudanças estruturais na direção do Itaú Unibanco Holding. Aquela grande estrutura de vice-presidentes deixa de existir e seguros ficou no bloco das operações prioritárias. “Nosso objetivo é fazer a transição para o futuro de forma suave e segura e endereçar os desafios mais imediatos do banco. As prioridades continuam sendo eficiência e simplificação”, afirma Roberto Setubal, na nota.
O banco terá um comitê executivo composto por três diretores gerais e dois vice-presidentes. Marco Bonomi assume a Diretoria Geral de Varejo (DGV), liderando os negócios de Agências, Cartões e Rede, Imobiliário, Seguros, Veículos e Crédito, bem como a área de Marketing.
Zeca Rudge, que presidia a Unibanco Seguros na época da incorporação com o Itaú e deixou seguro nos últimos cinco anos para exercer o cargo de vice-presidente de Marketing, Pessoas, Eficiência, Compras, Patrimônio, encerra sua carreira no banco e assumirá a vice-presidência do conselho de administração da Porto Seguro, como representante da holding.
Candido Bracher passa a liderar a Diretoria Geral de Atacado (DGA), à frente dos negócios de grandes e médias corporações, de Asset Management, de Private Bank e de Custódia, além dos negócios da América Latina, que ficam sob a liderança de Ricardo Marino, que até então estava no comitê executivo da holding.
Marcio Schettini assume a Diretoria Geral de Tecnologia, Operações e Eficiência (DGTO), responsável por todas operações que viabilizam os negócios da DGV e da DGA, além das atividades de Compras, Administração Predial e um dos maiores data centers do mundo que o banco inaugurará em breve. Claudia Politanski continua como vice-presidente das áreas Jurídico e Ouvidoria e passa a acumular as áreas de Pessoas, Comunicação Corporativa e Relações Institucionais e Governamentais.
Eduardo Vassimon se mantém como vice-presidente de Riscos e assume também a área de Finanças e Controladoria, passando a responder como CFO (diretor financeiro) da holding. Marcelo Kopel, nesta estrutura, será indicado para diretor de Relações com Investidores da organização. Caio David, vice-presidente de Finanças e CFO da holding até o momento, passa a liderar a Tesouraria Institucional, que fica alocada na DGA.
Além de Zeca Rudge, deixam o Comitê Executivo da holding dois vice-presidentes do Itaú Unibanco e um do Itaú BBA: Alexandre de Barros, vice-presidente da área de Tecnologia, deixa o posto e permanece no banco como consultor e assessor especial da DGTO; Alfredo Setubal, vice-presidente de Asset, Custódia e Private Bank, além de diretor de Relações com Investidores, deixa a vida executiva do banco e ocupará a presidência da Itaúsa, continuando como membro do conselho de administração do Itaú Unibanco; Daniel Gleizer, vice-presidente de Tesouraria Institucional, deixa a instituição, conforme anunciado há alguns meses.
“Tecnologia também é um grande desafio para nós já que é essencial para viabilizar nossa agenda de eficiência e simplificação, mas também pela conjuntura que atravessamos, com inúmeras inovações que têm transformado o mundo e a indústria bancária. Daí a importância destas mudanças que estamos anunciando hoje”, finaliza Roberto Setubal no comunicado.
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