Allianz fatura 10,4% mais e encerra 2014 com €122,25 bilhões

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O Grupo Allianz voltou a apresentar resultados muito bons em 2014. Pela primeira vez, as receitas ultrapassaram a marca de €120 bilhões. Com base em dados preliminares, as receitas totais do Grupo tiveram um crescimento de 10,4%, passando a €122,25 bilhões (ano anterior: €110,77 bilhões). Durante o mesmo período, o número total de clientes segurados pela Allianz teve um aumento de 2 milhões, passando para 85 milhões.

O lucro operacional aumentou 3,3%, passando a €10,40 bilhões (€10,07 bi no exercício anterior). O resultado está na faixa superior do intervalo de objetivo, conforme previsto em novembro de 2014. O intervalo projetado para o lucro operacional de 2014 foi de €10 bilhões, com uma margem de mais/menos €500 milhões. O lucro líquido atribuível a acionistas aumentou 3,8%, para €6,22 bilhões, ante €6 bilhões em 2013.

“Tensões geopolíticas, contínua volatilidade do mercado e uma queda maior nas taxas de juros em 2014 levaram a um crescimento econômico mundial mais baixo do que o esperado”, disse Michael Diekmann, CEO da Allianz SE. “Apesar destes desafios, a Allianz obteve resultados muito bons em receitas, lucro operacional e receita líquida”.

O lucro operacional no segmento de Property & Casualty (P&C) aumentou em 2014 se comparado ao ano anterior e apresentou mais da metade do total do lucro operacional do Grupo. Um forte crescimento interno, em particular nas linhas de seguros mundiais e no Reino Unido, aumentou os prêmios neste segmento. As grandes catástrofes naturais foram muito menores do que no ano anterior.

No segmento de Vida e Saúde, tanto os prêmios estatutários quanto o lucro operacional tiveram um crescimento de dois dígitos, refletindo uma alta demanda pelos produtos da Allianz no ambiente de baixas taxas de juros. O lucro operacional ficou na faixa superior do intervalo previsto após um melhor resultado de investimentos.

A Gestão de Ativos gerou um lucro operacional mais baixo, em linha com as expectativas, em meio à mudança da administração da PIMCO. A Allianz Global Investors teve um lucro operacional recorde e entrada líquida de investimentos ao longo de 2014. O índice de solvência do conglomerado ficou em 181% no final de 2014, contra os 182% registrados no ano anterior. O patrimônio líquido atingiu um novo patamar de €60,7 bilhões no final do ano, ante €50,1 bilhões em 2013.

Segmento de Property & Casualty com um forte crescimento interno
No segmento Property & Casualty, os prêmios brutos emitidos aumentaram 3,7%, para €48,32 bilhões em 2014, contra €46,58 bilhões no ano anterior. O crescimento interno atingiu 3%. Os principais impulsionadores do crescimento interno em 2014 foram as linhas globais e o alto crescimento no negócio de varejo da Allianz Reino Unido.

A forte demanda por novos produtos continuou em 2014, incluindo os produtos de cobertura modulares para residências “PrivatSchutz” na Alemanha e “Allianz1” na Itália. A aquisição de uma parte do negócio de seguros da seguradora italiana UnipolSai e a aquisição do negócio de seguros gerais da empresa Australian Territory Insurance Office expandiram o segmento de Property & Casualty em mercados-chave.

Tanto o lucro operacional quanto o índice combinado se beneficiaram em 2014 de um ambiente benigno em termos de catástrofes naturais, mas foram impactados por alguns efeitos, incluindo o fortalecimento da reserva no Brasil, na Fireman’s Fund e na Rússia. Nos Estados Unidos, a Allianz realinhará o estabelecimento da Fireman’s Fund por meio da consolidação das atividades de seguros corporativos e do enxugamento da linha de seguros de varejo. O segmento de seguros de varejo na Rússia e na Ucrânia foi reajustado em reação às condições econômicas difíceis naqueles mercados.

O lucro operacional no segmento de Property & Casualty aumentou 2,2%, para €5,38 bilhões (€5,27 bilhões foram registrados em 2013), impulsionado principalmente por um resultado melhor de subscrição, enquanto o resultado de investimentos permaneceu estável. O índice combinado permaneceu inalterado, em 94,3%.

“O crescimento interno impulsionado pelo forte volume no segmento de Property & Casualty é apoiado pela alta demanda contínua por novos produtos modulares nos mercados centrais”, disse Dieter Wemmer, diretor executivo Financeiro da Allianz SE. “As nossas aquisições, bem como os reajustes nos Estados Unidos, na Rússia e no Brasil, são importantes medidas de portfólio para continuar o desenvolvimento positivo do nosso negócio de Property & Casualty”.

Seguros de Vida e Saúde: lucro operacional próximo do limite da meta
Os prêmios estatutários no segmento de seguros de Vida e Saúde tiveram um aumento de 18,6% em 2014, passando a €67,33 bilhões (€56,78 bilhões em 2013). As principais fontes de crescimento do prêmio foram as unidades da Allianz nos Estados Unidos, Itália e Alemanha.

Os produtos de anuidade com indexação fixa foram o principal impulsionador do crescimento nos Estados Unidos, onde os prêmios estatutários totais tiveram um aumento de €4,5 bilhões. O produto de seguro de vida “Perspektive” já vendeu até agora mais de 93 mil apólices na Alemanha, desde que foi lançado em 2013. O produto de prêmio único ligado à unidade “Progetto Reddito” continuou o seu sucesso na Itália e gerou mais de €1 bilhão em prêmios brutos emitidos em 2014.

O lucro operacional no segmento de Vida e Saúde aumentou 22,8%, passando a €3,33 bilhões, contra €2,71 bilhões do período anterior. A margem de novos negócios aumentou para 2,4% (ante 2,1% registrados em 2013). O valor dos novos negócios aumentou ao longo do mesmo período para €1,378 bilhão (quando comparado aos €952 milhões obtidos em 2013), refletindo uma melhor gestão da rentabilidade.

“O crescimento de participação de mercado no segmento de seguros de Vida e Saúde reflete o sucesso dos nossos produtos criados para o ambiente de taxas de juros”, disse Dieter Wemmer. “Contudo, as baixas taxas de juros na zona do euro e nos Estados Unidos farão pressão sobre as margens e o volume dos novos negócios nos próximos trimestres”.

Gestão de Ativos: as saídas líquidas são compensadas pelos retornos do mercado e efeitos de moeda estrangeira
As receitas no segmento tiveram uma queda geral de 10,8%, para €6,39 bilhões, ante €7,16 bilhões em 2013. Isto inclui a alocação de algumas entidades de Gestão de Ativos para Vida/Saúde e Banking.

O lucro operacional teve uma queda de 17,6%, passando a €2,60 bilhões (€3,16 bilhões no ano anterior). Este desdobramento é impulsionado por menos ativos médios de terceiros sendo geridos e altas tarifas de performance não recorrente de um fundo privado em 2013.

O total de ativos sob gestão atingiu €1,801 trilhão em 31 de dezembro de 2014, aumentando 1,8%, quando comparado aos €1,770 trilhão obtidos no exercício anterior. Os ativos de terceiros sob gestão tiveram uma queda no mesmo período, passando a €1,313 trilhão contra €1,361 trilhão registrados em 2013. As saídas líquidas de terceiros, de €226 bilhões, foram compensadas em grande medida por um forte retorno de mercado e efeitos favoráveis de câmbio de moeda estrangeira.

O índice de melhor desempenho de três anos da Gestão de Ativos permaneceu muito bom, a 84% em 31 de dezembro de 2014 (85% em 2013). A relação custo/rendimento aumentou para 59,2% no ano passado. (Em 2013 foram registrados 55,9%).

Uma nova equipe de gestão de investimentos está operando na PIMCO, após a saída do fundador da empresa, Bill Gross, em setembro de 2014. As saídas líquidas de terceiros atingiram o seu ponto mais alto após o anúncio de seu afastamento, totalizando €236 bilhões para o ano inteiro.
A Allianz Global Investors, o segundo pilar da Gestão de Ativos da Allianz, teve entradas líquidas pelo oitavo trimestre consecutivo e passou de €400 milhões em lucro operacional pela primeira vez desde o estabelecimento da nova estrutura em 2012.

“Depois que as saídas líquidas na PIMCO atingiram um pico no final do terceiro trimestre de 2014, vimos uma clara tendência de diminuição das saídas, que continuou em 2015”, disse Dieter Wemmer. “A equipe forte e estável de gestão de investimentos da PIMCO e a continuação de sua excelente performance de investimentos será a base para uma maior estabilização em 2015. O Fundo Total Return da PIMCO recuperou recentemente a sua classificação de cinco estrelas dada pela empresa de pesquisas de investimentos Morningstar. Isto é uma prova de que estamos no caminho certo”.

A nova política propõe dividendo de €6,85

O esclarecimento de requisitos de capital sob a nova regulação da Solvência II permitiu uma redefinição da política de dividendos da Allianz SE. Em novembro de 2014, o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal aprovaram a nova política.

Começando com o ano fiscal de 2014, 50% do lucro líquido atribuível a acionistas será pago, comparado com os 40% anteriormente. Depois da nova política, o Conselho de Administração propôs ao Conselho Fiscal da Allianz SE um dividendo de €6,85 por ação, um aumento de 29% frente ao ano anterior. Para o ano fiscal de 2013, a Allianz pagou um dividendo de €5,30 em conformidade com a política anterior.

“A política de dividendos revisada reflete os nossos esforços bem-sucedidos para preparar a Allianz para o futuro”, disse Michael Diekmann. “Acreditamos que o ambiente econômico permanecerá desafiador em 2015. A nossa atual previsão de lucro operacional para 2015 é de €10,4 bilhões, com uma margem de mais/menos €400 milhões”.

Capemisa é autorizada a vender microsseguro no Brasil e seguro viagem em Cuba

Capemisa TatagibaEnquanto os pesos pesados da indústria de seguros dos Estados Unidos chegam nesta sexta-feira em Cuba para uma nova rodada de negociações sobre o debate do restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, José Augusto da Costa Tatagiba prepara a sua viagem a Havana para fechar os últimos detalhes do início da operação brasileira da seguradora Capemisa em terras cubanas.

“Há um grande potencial em Cuba para venda de seguro viagem e também de seguros de bens”, afirma o presidente, citando que a participação do mercado de seguros no PIB de Cuba é de apenas 0,7%, enquanto a média mundial é de 8%. Segundo ele, a população de Cuba, estimada em 11 milhões de pessoas, até então fora da economia mundial, pode agora ingressar no mundo capitalista. “Se as empresas se instalarem lá, vão encontrar uma mão de obra qualificada para contratar, escolas que ensinam, hospitais sem filas. Pessoas que sabem preservar o que tem e um país com uma infra-estrutura organizada. Veja o porto de Mariel. Um dos mais sofisticados do mundo. Instalado na porta do Golfo. Cuba é um local perfeito para seguros”, resume, assumindo que dissiminar a cultura de seguro é algo desafiador num país desenvolvido dentro da filosofia de que o Estado é o grande provedor de benefícios sociais.

cubaA Capemisa iniciou o processo de aproximação com o governo cubano em 2011, durante a 33ª edição da Feira Internacional de Turismo de Cuba, que ocorreu no mês de maio, em Varadero. A seguradora foi uma das 16 empresas brasileiras que participaram do evento, considerado o maior no setor no país, organizada pelo presidente da Apex, Mauríco Borges. Na época, a notícia sobre a autorização da Susep para a Capemisa atuar em Cuba foram ofuscadas pelo restabelecimento de relações entre Brasil e o irmão de Fidel, Raul Castro. Entre os principais temas da época temos registro sobre o financiamento da reforma do maior porto cubano, com recursos do BNDES, e do acordo com Havana para o envio de milhares de médicos cubanos ao Brasil.

Mas as negociações envolvendo seguros persistiram e resultam hoje em um dos negócios da Capemisa, que no final de 2014 assinou um acordo com o governo cubano e com a Empresa de Seguros Nacionales (Esen) para a venda de seguro viagem Capemisa, previsto para começar a ser vendido a partir de julho deste ano. “Hoje os turistas que vão para Cuba tem de acionar o seguro no país de origem”, relata Tatagiba em entrevista ao blog Sonho Seguro. “Com o seguro Capemisa o atendimento ao segurado será feito direto em Cuba, por meio da rede de hospitais e clínicas do país, por meio da Assistur, única empresa de assistência do governo cubano”.

Tatagiba faz uma conta simples. O mercado de seguro viagem movimenta cerca de US$ 52,5 milhões ao ano em Cuba, com um movimento de 3 milhões de turistas por ano, sendo 22 mil brasileiros. Considerando-se um preço médio de US$ 40 por seguro viagem para uma estadia de uma semana, o segmento movimenta, então, vendas anuais de US$ 1 bilhão. “Ou seja, Cuba perde dinheiro com seguro viagem. Tem receita de US$ 1 bilhão e só US$ 52,5 milhões ficam no país”, raciocina.

Segundo sua percepção diante das negociações que tenta viabilizar, como fazer a ponte entre uma grande operadora de turismo brasileira e o governo cubano, o empresário acredita que o número de turistas brasileiros para o país pode chegar a 100 mil nos próximos dois anos. “A campanha publicitária será ótima”, antecipa. Tendo a seguradora em Cuba, a idéia é que os recursos de seguro viagem sejam emitidos na ilha e não mais nos países de origem dos turistas. “Podemos também viabilizar esses acordos com os turistas argentinos que vão para a ilha”, diz o economista e empreendedor bem relacionado.

cuba portoTatagiba chegou em Cuba antes dos pesos pesados dos Estados Unidos. Nesta semana, nada menos do que Hank Greenberg, que levou a AIG ao topo do mundo antes de ser socorrida pelo governo americano no ápice da crise financeira em 2008, disse que está animado com a perspectiva de fazer incursões no mercado de seguros de Cuba, por meio da Starr, grupo segurador que montou após a sua saída da AIG. Segundo especialistas, várias seguradoras mundiais olham para Cuba, país que tiveram de abandonar pelo regime de Fidel Castro, mas que pretendem voltar. “Na festa de 100 anos de uma das duas seguradoras cubanas, muitas delas estavam presentes na recepção a qual também fui, na praça matriz de Havana”, orgulha-se o presidente da Capemisa que movimentou prêmios ganhos e receitas de previdência de R$ 463 milhões e lucro líquido de R$ 37,5 milhões em 2014 no Brasil, segundo dados da Susep, sem incluir a Aplub Capitalização, incorporada em outubro do ano passado.

Para o projeto de Cuba, Tatagiba nomeou José Américo Vieira Valadão como superintendente de operações internacionais, para poder se dedicar mais ao microsseguro, operação para a qual teve autorização da Susep nesta quinta-feira, dia 26 de fevereiro. “Temos muito para fazer no Brasil, mas temos de encontrar um caminho fora da disputa dos grandes grupos”, revela.

Microsseguros – A Capemisa, que completa 55 anos em julho, nasceu como uma empresa mútua e há pouco tempo se transformou em uma SA. Segundo ele, o principal objetivo e ter recursos para manter os projetos sociais, que consomem hoje mais de 30% do lucro da seguradora. Também tem a intenção de atrair, no longo prazo, um sócio ou abrir o capital da companhia. Uma das estratégias é ter tecnologia de ponta, que viabilize agilidade e custos reduzidos, bem como estar no mundo a partir do centro de dados instalado no Rio de Janeiro.

O executivo que se formou em economia na universidade federal de Brasília na década de 70 e participou de importantes projetos públicos e privados, montou uma equipe de tecnologia composta por mais de 20 “nerds”, divididos entre Rio e Porto Alegre, que se dedicam a criar softwares que rodam em hardware desenvolvidos pela Elgin. “As oportunidades de negócios estão por todos os lados. Precisamos só viabilizá-las e esses jovens são incríveis. Já nasceram com a tecnologia na mão”, comenta. “Eles me perguntam: e aí presidente, diga o que o senhor está pensando que nos vamos colocar em prática. Ai eu digo e eles me entregam algo muito melhor do que pensei”, afirma.

Um dos sistemas criados pela jovem equipe já está rodando em um clube de futebol no Sul. “Para comprar ingressos, os torcedores precisam estar em dia com o clube. O programa reduziu a inadimplência para o clube, que de quebra ainda é comissionado pela venda de seguros de pessoas e títulos de capitalização ofertados pela Capemisa para a lista de torcedores armazenada no sistema desenvolvido pela seguradora. “Já estamos negociando com outros times”, diz, acrescentando que é um ramo de negócios difícil de ser conquistado.

‘2015 será o ano da Capemisa”, garante José Augusto da Costa Tatajiba. Esse também é o pensamento de boa parte dos executivos de seguros. Marco Antonio Rossi, presidente da Cnseg, disse ontem no lançamento das iniciativas de educação financeira no Rio de Janeiro, que a estimativa de arrecadação do setor é de R$ 364,81 bilhões em 2015, número 12,4% superior a 2014. “Independente do cenário que esse ano apresentará, o mercado de seguros estará no top das áreas que mais crescerão na economia brasileira”.

Novos diretores na Fenacap

Fonte: Portal da CNseg

diretores_fenacap_intNa última reunião da diretoria da FenaCap, realizada em dia 5 de fevereiro, tomaram posse os novos vice-presidentes Gabriel Portella Fagundes Filho (à esquerda na foto), do Grupo SulAmérica Seguros, e Ricardo Alahmar (à direita na foto), do Grupo Bradesco Seguros, em substituição a Carlos Infante Santos de Castro e José Sérgio Bordin.

Mercado segurador encerra 2014 com vendas de R$ 162,2 bi

bolsaO mercado segurador brasileiro encerrou 2014 com lucro líquido não consolidado de R$ 17,4 bilhões, 10,9% acima dos R$ 15,7 bilhões de 2013. Excluindo o resultado de coligadas e controladas, o lucro líquido passa para R$ 10,7 bilhões, 10,3% acima dos R$ 9,7 bilhões do ano passado, de acordo com estudo do consultor Roberto Castiglione, com base em dados da Susep divulgados nesta quarta-feira, dia 25, após alguns ajustes feitos pela autarquia em razão de correções solicitadas por seguradoras.

Castiglione destaca a taxa média de retorno do patrimônio líquido anualizada, que foi de 23,57%, dois pontos percentuais acima dos 21,31% de 2013. O volume total de prêmios (com VGBL) somou R$ 162,2 bilhões, 16,9% acima dos R$ 138,6 bilhões do ano passado, segundo estudo ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso. Excluindo o VGBL, a produção de seguros atingiu a cifra de R$ 90,8 bilhões, 9,4% acima dos R$ 82,9 bilhões de 2013.

O índice combinado representou 88,49% dos prêmios e contribuições ganhas contra 85,93% dos mesmos em 2013, um ligeiro acréscimo. “Esse desempenho adveio da manutenção da margem de contribuição com leves acréscimos nas Despesas Administrativas e com Impostos (PIS/COFINS)”, explica Castiglione.

Com o desempenho do resultado financeiro (aumento da taxa básica de juros) a rentabilidade da operação foi equivalente a 24,1% dos prêmios e contribuições ganhas contra 22,2% dos mesmos em 2013. “Ao que parece a busca pela eficiência operacional chegou no seu limite. A maior rentabilidade se deveu, em grande parte, ao aumento da taxa básica de juros”, destaca, em nota.”De certo será um ano de rentabilidades adequadas, com distribuição de dividendos e participações em lucros. Todavia, o ano de 2015 deverá ser espinhoso. Vendas com menor ritmo de crescimento, aumentos de custos e tributos e concorrência mais acirrada (predatória).”

MetLife lucra R$ 57,3 milhões em 2014

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A MetLife obteve lucro líquido de R$ 57,3 milhões na operação brasileira em 2014. O total de Prêmios de Seguros no ano foi de R$ 854,7 milhões, representando aumento de 7,6% em comparação a 2013.

Em 2014, a MetLife indenizou a seus segurados e beneficiários um total de R$ 303 milhões. Este valor corresponde a 24.899 sinistros pagos no ano. No mesmo período, o índice de sinistralidade foi de 36,2%, em 2013 o índice foi de 34,3%. As provisões técnicas totais atingiram o montante de R$ 2,16 bilhões. Já os ativos totais alcançaram R$ 2,8 bilhões no encerramento de 2014.

“O nível de crescimento está baseado no desenvolvimento de novos produtos, canais e parcerias de distribuição. Os resultados de 2014 nos deixam confiantes de que estamos construindo no Brasil uma operação sólida e de longo prazo”, afirma Omar Santana, Diretor Financeiro da MetLife no Brasil. A Companhia tem hoje aproximadamente 5 milhões de vidas seguradas. Atualmente, cerca de 6.000 corretores têm negócios com a MetLife em todo o Brasil.

O cenário econômico em 2014 foi marcado pelo aumento das pressões inflacionárias, o que levou o Banco Central a elevar a taxa Selic para 11,75% ao ano para conter as expectativas futuras em relação aos preços. As especulações sobre o PIB do Brasil também influenciaram o mercado. No âmbito internacional, o desempenho das economias da Europa e Ásia e a redução dos estímulos monetários nos Estados Unidos foram os principais fatores de impacto no mercado brasileiro.

“Mesmo com essas condições, a MetLife do Brasil obteve em 2014 resultado financeiro superior ao obtido no mesmo período em 2013, fruto da maior alocação em ativos atrelados à inflação,” completa Santana.

Em 2014, a MetLife no Brasil investiu maciçamente no desenvolvimento de novos canais de distribuição. Para isso, deu prioridade às competências de sistemas de gestão e produtos, bem como em capacitação de pessoal.

Dentro do plano de longo prazo, um dos pontos estratégicos para a MetLife é investir na melhoria contínua dos serviços para aprimorar o atendimento a clientes, corretores e parceiros, sustentado por grandes investimentos em tecnologia da informação.

A Companhia também realiza investimentos constantes em recursos humanos para a formação de lideranças e capacitação de equipes.

Valor: Cobertura para os riscos cibernéticos é incomum

hackersFonte: Valor Econômico

O ataque de hackers é o risco mais temido por governos e empresas mundiais, segundo diversas pesquisas divulgadas nos últimos meses. O medo de ter sistemas invadidos e informações roubadas seguem como “o” grande risco até 2020. Só a partir de 2025, as mudanças climáticas e as catástrofes passam a liderar o ranking de preocupações dos gestores.

Apesar da grande oportunidade de vender seguro para clientes em risco, o mercado segurador mundial ainda precisa aprimorar o produto. Órgãos reguladores têm se reunido com frequência com as seguradoras, principalmente estabelecidas no Lloyd’s of London, para discutir qual o modelo mais apropriado de seguro, aliando benefícios aos clientes sem colocar em risco o patrimônio dos acionistas com pagamento de indenizações elevadas.

De acordo com dados do Center for Strategic and International Studies (CSIS), sediado em Washington (EUA), mais de 3 mil empresas sofreram ataques cibernéticos em 2013, causando perdas globais acima de US$ 400 bilhões ao ano. Os Estados Unidos são o maior mercado das seguradoras, que receberam em 2013 (os dados de 2014 ainda não foram divulgados) cerca de US$ 2,5 bilhões para assumir parte das perdas de seus clientes com vazamento de dados. As estatísticas informais das maiores corretoras do mundo, como Willis, Marsh e Aon, indicam que de cada quatro empresas nos EUA, apenas uma tem esse seguro.

Até agora, pouco mais de uma dúzia de seguradoras tem apetite para esse tipo de risco em todo o mundo. No Brasil. atualmente apenas o XL Group vende o seguro cyber. A AIG, pioneira no lançamento local, está com a venda do produto de riscos cibernéticos suspensa para adequações exigidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). “Temos visto movimentação em algumas seguradoras e acreditamos que até o fim do ano outras passem a vender o produto”, afirma o presidente da Comissão de Linhas Financeiras da FenSeg, Gustavo Galrão. Entre as mais adiantadas na criação do seguro cyber estão Allianz, Zurich e ACE.

O desafio do produto no mundo está em reduzir a lista de exclusões e aumentar o valor da importância segurada, estimada em US$ 50 milhões para pequenas e médias empresas. No Brasil, segundo Marcelo Pollak, gerente de linhas financeiras da corretora Willis, a procura tende a aumentar com a divulgação do produto e com a entrada de novas seguradoras no segmento. “As empresas brasileiras têm uma barreira cultural para comprar o seguro do dia para noite. Aos poucos, com um maior conhecimento sobre os serviços ofertados na apólice, as empresas percebem que o investimento agrega valor na cadeia de itens envolvidos na segurança de dados”.

Há dois tipos de seguros. Um deles tem como alvo ofertar cobertura de responsabilidade civil às empresas de tecnologia. O outro é o seguro de riscos cibernéticos para todos os tipos de empresas, inclusive instituições financeiras e governos, dois dos alvos mais visados pelas quadrilhas de hackers. Silvia Gadelha, subscritora sênior de linhas financeiras da XL no Brasil, afirma que o seguro de RC para empresas de TI é algo já maduro no mercado brasileiro. Já o seguro chamado de cyber risk ainda engatinha. Ela não informa quantas apólices a XL já vendeu. Mas considerando-se as vendas realizadas pela AIG e também pela XL, a aposta dos executivos a par do assunto é que não chegue a 100 apólices.

Silvia está confiante de que as vendas vão aumentar com a maior divulgação de que o produto traz benefícios tanto na segurança dos dados como na indenização de perdas, caso hackers consigam furar os bloqueios criados pela equipe interna de TI.

No Brasil, o produto da XL oferece cobertura de responsabilidade cibernética para funcionários e terceirizados, incluindo indenizações para perdas financeiras e danos morais, como estabelecido pelo marco civil da internet, associados a queixas apresentadas por clientes, reguladores ou representantes, incluindo o Ministério Público, como resultado de uma violação de dados.

AXA lucra 5 bilhões de euros e faturamento se aproxima de 100 bilhões de euros

A Axa, segunda maior companhia de seguros na Europa, registrou um resultado líquido de 5 bilhões de euros em 2014, montante 12% superior ao apurado no exercício anterior. A seguradora beneficiou-se da redução de custos (em cerca de 300 milhões de euros) e de 225 milhões de euros de efeitos extraordinários positivos correspondentes a uma reavaliação de ativos financeiros. No entanto, o lucro anunciado ainda foi ligeiramente inferior ao esperado por analistas. As receitas cresceram 1%, alcançando 91,9 bilhões de euros.

Seguros de saúde privados em mercados emergentes devem dobrar até 2020

saudeConforme crescem os níveis de rendimento nos mercados emergentes, a população gasta mais com os serviços de saúde como um meio para melhorar a sua qualidade de vida. Segundo o mais recente estudo sigma da Swiss Re, “Keeping health in the emerging markets: insurance can help” (Mantendo a saúde nos mercados emergentes: o seguro pode ajudar), esses gastos estão impulsionando a demanda e as expectativas por melhores serviços de saúde nos mercados emergentes. O estudo mostra que a indústria de seguros está bem equipada para atender as crescentes necessidades de despesas com serviços de saúde dos indivíduos, e que ela também pode se tornar um pilar central de um sistema de entrega de saúde nacional sustentável.

 A demanda e as expectativas por melhores serviços de saúde estão aumentando nos mercados emergentes
 Os prêmios para produtos que oferecem reembolso devem dobrar até 2020
 As seguradoras de saúde privadas possuem as ferramentas para atender a essa demanda
 O seguro de saúde privado pode desempenhar um papel fundamental na construção de sistemas de saúde nacionais sustentáveis
 O sucesso de soluções inovadoras em mercados avançados atrai o interesse em muitos países emergentes

Nos mercados emergentes, a verba para pagar os serviços de saúde vinha tradicionalmente do governo, através de receitas de impostos, e de pessoas físicas que muitas vezes fazem contribuições significativas a partir de suas economias domésticas.

No entanto, depender desses dois canais de financiamento dos serviços de saúde tem se tornado um desafio cada vez maior. Há uma pressão crescente sobre os cofres públicos, enquanto as mais avançadas tecnologias e medicamentos forçam o aumento do preço dos serviços de saúde.

O seguro de saúde privado oferece aos consumidores uma proteção financeira contra futuras despesas relacionadas com serviços de saúde, através do pagamento de um prêmio acessível, aliviando a carga de grandes despesas pontuais sustentadas pela poupança privada. “Os consumidores comprarão cada vez mais um seguro de saúde privado porque ele fornece um meio para pagar o nível de serviço de saúde que as pessoas precisam”, diz Kurt Karl, economista-chefe da Swiss Re. O seguro de saúde privado também oferece aos consumidores mais opções de tipo e nível de tratamento, além da escolha do estabelecimento. Em determinados produtos, o consumidor também tem a liberdade de escolher como usar os benefícios recebidos (por exemplo, cobrir custos de um tratamento ou substituir a renda perdida). Desta forma, o seguro de saúde privado pode suplementar e/ou complementar os serviços de saúde do setor público, ao ajudar os consumidores a pagar pelos tratamentos não cobertos ou indisponíveis pela estrutura patrocinada pelo estado.

Para os governos, o seguro de saúde privado tem potencial para ser o canal principal das despesas de saúde. No entanto, ele é subutilizado. Em 2012, o seguro de saúde privado cobriu menos de 10% do total de gastos com serviços de saúde nos principais mercados emergentes.

Do lado da oferta, o seguro de saúde privado pode trazer inovação em toda a cadeia de valor dos serviços de saúde, incluindo o desenvolvimento de produtos, vendas e distribuição, subscrição, sinistros, sistemas de pagamento e atendimento ao cliente, gerando melhores serviços a um custo menor. “As seguradoras foram capazes de alcançar novos clientes com o uso de novas tecnologias e a precificação de produtos em conformidade com a demanda e capacidade de pagamento”, diz Clarence Wong, co-autor do estudo.
Por exemplo, em 2014, foi lançado um programa de seguro de saúde móvel na Nigéria chamado Y’ello. Os inscritos pagam um prêmio acessível, usando seus telefones celulares, para cobrir cuidados básicos ambulatoriais e pequenas cirurgias. Espera-se que o programa estenda significativamente o alcance do seguro de saúde na Nigéria, particularmente nas zonas rurais e para os indivíduos anteriormente sub segurados ou sem seguro.

Existem dois tipos principais de produto de seguro de saúde privado. O primeiro é o tipo reembolso, com o qual o segurado recebe de volta as despesas incorridas com hospital e outros tratamentos. O segundo são os produtos de benefício fixo, pelo qual o segurado recebe um pagamento único no evento de condições específicas. Produtos de benefício único incluem cobertura para doenças graves, renda por invalidez e seguro de diária hospitalar.

Ambos os tipos de produto apresentam forte crescimento nos mercados emergentes. Os prêmios de produtos de reembolso apresentaram crescimento anual real de cerca de 11,2%, entre 2003 e 2013. Está previsto um aumento médio de 9,6% ao ano até 2020 para estes produtos, três vezes a taxa de crescimento global de prêmios neste segmento.

Os dados sobre prêmios de produtos de benefício fixo nos mercados emergentes são escassos, mas entrevistas realizadas com especialistas para o estudo sugerem que a demanda por produtos de seguro de saúde privado com benefício fixo também está crescendo rapidamente.

O setor de seguro de saúde privado encontra-se em vários estágios de desenvolvimento nas diferentes regiões emergentes devido, em grande parte, às diferentes estruturas dos sistemas nacionais de saúde e à infraestrutura de saúde. Na Ásia Emergente muitos governos têm considerado os produtos de reembolso como uma área em crescimento e os prêmios têm previsão de crescer15,4% ao ano entre 2013 e 2020 – o maior índice de todas as regiões emergentes. Os produtos de benefício fixo também são populares. Por exemplo, o seguro com cobertura para diagnóstico de câncer tem atraído grande interesse em muitos mercados na região, após o sucesso desse tipo de produto na Coreia do Sul e dos produtos contra recidivas no Japão.

Na América Latina, os prêmios dos produtos tipo reembolso cresceram a uma taxa de crescimento anual real de 6,8% entre 2003 e 2013 e estão previstos para atingir um crescimento médio de 6,2% até 2020. Do lado dos produtos de benefício fixo, as soluções para doenças graves estão se desenvolvendo favoravelmente, embora a falta de consciência dos consumidores permaneça como principal obstáculo. O seguro de diária hospitalar, outro produto de benefício fixo, tem tornado-se cada vez mais comum como parte das ofertas em modelos de seguro oferecidos por bancos.

Comparado a um cenário de cobertura relativamente abrangente de benefícios previdenciários, a penetração global do seguro de saúde privado é baixa na Europa Central e Oriental. O seguro de saúde privado é usado principalmente para pagar tratamentos avançados e adicionais não cobertos pelos sistemas de saúde públicos. Os produtos de doenças graves estão disponíveis como cobertura adicional de Seguros Dotal e Universal e como solução de cobertura autônoma. O seguro de diária hospitalar também é popular.

Na África Subsariana, os pagamentos privados oriundos da poupança das famílias são o componente principal do total de despesas com serviços de saúde. O setor de seguro de saúde privado permanece pequeno, porém o microsseguro deverá tornar-se o canal principal das despesas com serviços de saúde em muitos dos mercados da região.

RSA Seguros contrata Renato Mizukami para planejamento financeiro

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A RSA Seguros, um dos maiores grupos seguradores do mundo, anuncia o novo Superintendente de Planejamento Financeiro das áreas de FP&A (Finanças, Planejamento e Análise), Tesouraria e Investimentos da Companhia – Renato Mizukami.

Na empresa há seis anos, o executivo terá como desafios liderar processos orçamentários operacionais e estratégicos, realizar a gestão de despesas e análises estratégicas financeiras, desenvolver ferramentas de decisão financeira, metodologias de alocação de custos e análises de despesas com foco na otimização de recursos, além de promover melhorias na gestão de caixa e investimentos.

“Desde que ingressou na Companhia, Mizukami tem contribuído para o desenvolvimento da área de FP&A, responsável por grande parte das tomadas de decisões do Comitê Executivo”, afirma Leonardo Portugal, Diretor Financeiro da RSA Seguros Brasil. De acordo com Portugal, a promoção a Superintendente do executivo seguiu a política da RSA Seguros de investir em talentos internos e valorizar seus funcionários nas oportunidades de crescimento profissional. “Mizukami iniciou suas atividades na Companhia como Coordenador, foi promovido a Gerente da área de FP&A em junho de 2011 e, no início deste ano, decidimos lhe dar novas responsabilidades”, conclui.

Renato Mizukami é formado em Administração de Empresas pela Universidade Metodista de São Paulo, com MBA em Controladoria pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O executivo está há 12 anos na indústria de seguros e previdência, com mais de dez anos de experiência na área de planejamento financeiro e controladoria, tendo atuado com todos os produtos de linhas pessoais e comerciais do mercado.

Tokio Marine projeta aumentar sua produção no Brasil em mais de 50% até 2017

A Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos de seguros do mundo, projeta elevar o seu faturamento para além de R$ 5 bilhões nos próximos três anos, superando em mais de 50% os R$ 3,24 bilhões registrados em 2014. A meta ambiciosa faz parte do “Plano Avançar”. O anúncio acontece no momento em que a empresa comemora a conclusão antecipada do “Plano Vencer”, lançado em 2011, que previa dobrar o faturamento de R$ 1,6 bilhão até 2016.

“Conseguimos, já no ano passado, alcançar a produção que estava prevista para 2016. Agora, estamos focados no desafio de ultrapassar os R$ 5 bilhões nesse novo planejamento estratégico de 2015 a 2017”, afirma o presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara. Segundo ele, a estratégia da Companhia é manter o alto nível de qualidade dos produtos e serviços.

“Nossos resultados são fruto do compromisso com a satisfação dos Colaboradores, Corretores e Clientes, alcançada através da qualificação das equipes, da melhoria nos produtos, serviços, processos e dos investimentos em tecnologia. Todos estes fatores beneficiam diretamente o trabalho do Corretor, que é o nosso principal parceiro de negócio”, afirma Ferrara.

Tão importante quanto o crescimento da produção foi o fato da Tokio Marine ter fechado 2014 com um “Índice Combinado” (que mede a eficiência operacional de uma seguradora) de 98,8%. Quanto menor esse indicador estiver, melhor. “Graças ao aumento da nossa produtividade, conseguimos um ótimo desempenho nos três aspectos que compõem o índice combinado – faturamento, despesas e sinistralidade”, explica o presidente. Segundo o executivo, o objetivo é manter o índice combinado inferior a 98,9% ao final de 2017.

“Para atingir os objetivos do Plano Avançar, a Tokio Marine quer crescer em todos os segmentos que atua. No ramo de automóvel, a meta da seguradora é subir uma posição no ranking de prêmio em cada Estado. Também devem se manter em ritmo de crescimento acelerado os segmentos de seguro para Pequenas e Médias Empresas e de Pessoas.

Até 2017, a Seguradora pretende dobrar a carteira de Pessoas para R$ 600 milhões. O mesmo deve acontecer com o segmento de Afinidades, cuja meta é passar dos atuais R$ 300 milhões para cerca de R$ 600 milhões nos próximos três anos Em Grandes Riscos, a expectativa é dobrar o market share, que hoje é de 5,3%.

“Nossa equipe de Colaboradores está preparada e empenhada para atingir esses objetivos, sempre em parceria com os Corretores e Assessorias”, destaca Ferrara.