Roberto Westenberg está entre os 100 mais influentes da Forbes

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roberto pwcRoberto Westenberger é um dos 100 brasileiros mais influentes da economia
O Superintendente da Susep, Roberto Westenberger, é um dos 100 brasileiros mais influentes da economia brasileira na lista da revista Forbes Brasil, divulgada esta semana. Ao tomar conhecimento de que seu nome havia sido selecionado pela publicação, Westenberger fez questão de compartilhar o mérito, por meio de carta enviada a todo o quadro funcional da Autarquia.
“Embora esteja com o ego em festa, seria injusto não compartilhar mais essa conquista com vocês (servidores), por uma questão muito simples: será que se tivesse permanecido no meu mundo profissional de consultoria, seria alvo de tamanha honraria?”, questionou Westenberger para em seguida afirmar que certamente não integraria essa seleção, caso não estivesse ocupando o atual cargo.

Ser incluído na lista da revista Forbes Brasil, segundo o Superintendente, é uma importante conquista da casa. “Foram vocês que, ao comprarem o projeto de transformação da Susep, produzindo resultados palpáveis e notáveis pela imprensa especializada, criaram as condições para este reconhecimento”, afirmou ele.

Westenberger lembrou ainda, na carta enviada aos servidores, do convite feito pelo Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para permanecer no cargo no segundo mandato da Presidenta Dilma e destacou que essa decisão também representou um reconhecimento do trabalho feito por todos na Susep. “Isto significa o reconhecimento do Governo ao nosso trabalho”, afirmou o Superintendente.

Roberto Westenberger ressaltou também que o trabalho que vem sendo feito na Autarquia está em completa sintonia com os rumos que o Ministério da Fazenda vem trilhando. Ele destacou que o crescimento do setor de seguros nos últimos anos é uma clara demonstração de que ainda há espaço para uma expansão, além de colaborar para impulsionar a economia.

O superintendente ressaltou que este ano as reservas das empresas supervisionadas deverão ultrapassar a marca de R$ 600 bilhões e parte substancial desses recursos, segundo ele, poderão serão usados no financiamento do desenvolvimento do país.

Lucro do IRB Brasil RE aumenta 72,5% em 2014

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O IRB Brasil RE divulgou lucro líquido de 601,5 milhões, 72,5% maior se comprado ao ano anterior, e o volume de prêmios emitidos registrou R$ 3,2 bilhões, aumento de 18,6% em relação ao mesmo período. Esse desempenho resultou em um market share de aproximadamente 34%, o que garantiu ao IRB a manutenção de sua liderança no mercado nacional de resseguro. O Relatório de Administração contendo os números consolidados foi publicado hoje no jornal Valor Econômico.

Destaca-se, ainda, no período, o crescimento de 34,8% do prêmio ganho, apurado com as devidas adequações aos novos normativos da Susep. Em relação à retenção de prêmios, o índice atingiu 67,6% dos prêmios emitidos. Esse desempenho foi impulsionado pela estratégia da empresa de diminuir os níveis de retrocessão, em especial na carteira de riscos de Property & Casualty – Brasil.

No que se refere aos segmentos de atuação, ênfase para a participação do grupo de ramos Patrimonial, com faturamento de R$ 1 bilhão, seguido do grupo de ramos Rural, com faturamento de R$ 711 milhões.

A gestão de ativos do IRB também impactou positivamente no seu resultado em 2014. A carteira de investimentos totalizou aproximadamente R$ 5,6 bilhões, obtendo rentabilidade equivalente a 102,2 % do CDI. O percentual de retorno aos acionistas (ROE) subiu de 15% para 24%.

As revisões realizadas nas políticas de precificação, subscrição e aplicações financeiras; o contínuo investimento em tecnologia, capacitação e governança; a mudança do perfil de atendimento e relacionamento com clientes; os consecutivos processos de obtenção de rating e o estimulo à atuação no mercado internacional deram origem a esses números que fazem do IRB Brasil RE uma empresa cada vez mais competitiva e preparada para atuar globalmente.

Itaú Unibanco muda direção e seguros fica entre principais operações

roberto setubalRoberto Setubal divulgou ontem mudanças estruturais na direção do Itaú Unibanco Holding. Aquela grande estrutura de vice-presidentes deixa de existir e seguros ficou no bloco das operações prioritárias. “Nosso objetivo é fazer a transição para o futuro de forma suave e segura e endereçar os desafios mais imediatos do banco. As prioridades continuam sendo eficiência e simplificação”, afirma Roberto Setubal, na nota.

O banco terá um comitê executivo composto por três diretores gerais e dois vice-presidentes. Marco Bonomi assume a Diretoria Geral de Varejo (DGV), liderando os negócios de Agências, Cartões e Rede, Imobiliário, Seguros, Veículos e Crédito, bem como a área de Marketing.

Zeca Rudge, que presidia a Unibanco Seguros na época da incorporação com o Itaú e deixou seguro nos últimos cinco anos para exercer o cargo de vice-presidente de Marketing, Pessoas, Eficiência, Compras, Patrimônio, encerra sua carreira no banco e assumirá a vice-presidência do conselho de administração da Porto Seguro, como representante da holding.

Candido Bracher passa a liderar a Diretoria Geral de Atacado (DGA), à frente dos negócios de grandes e médias corporações, de Asset Management, de Private Bank e de Custódia, além dos negócios da América Latina, que ficam sob a liderança de Ricardo Marino, que até então estava no comitê executivo da holding.

Marcio Schettini assume a Diretoria Geral de Tecnologia, Operações e Eficiência (DGTO), responsável por todas operações que viabilizam os negócios da DGV e da DGA, além das atividades de Compras, Administração Predial e um dos maiores data centers do mundo que o banco inaugurará em breve. Claudia Politanski continua como vice-presidente das áreas Jurídico e Ouvidoria e passa a acumular as áreas de Pessoas, Comunicação Corporativa e Relações Institucionais e Governamentais.

Eduardo Vassimon se mantém como vice-presidente de Riscos e assume também a área de Finanças e Controladoria, passando a responder como CFO (diretor financeiro) da holding. Marcelo Kopel, nesta estrutura, será indicado para diretor de Relações com Investidores da organização. Caio David, vice-presidente de Finanças e CFO da holding até o momento, passa a liderar a Tesouraria Institucional, que fica alocada na DGA.

Além de Zeca Rudge, deixam o Comitê Executivo da holding dois vice-presidentes do Itaú Unibanco e um do Itaú BBA: Alexandre de Barros, vice-presidente da área de Tecnologia, deixa o posto e permanece no banco como consultor e assessor especial da DGTO; Alfredo Setubal, vice-presidente de Asset, Custódia e Private Bank, além de diretor de Relações com Investidores, deixa a vida executiva do banco e ocupará a presidência da Itaúsa, continuando como membro do conselho de administração do Itaú Unibanco; Daniel Gleizer, vice-presidente de Tesouraria Institucional, deixa a instituição, conforme anunciado há alguns meses.

“Tecnologia também é um grande desafio para nós já que é essencial para viabilizar nossa agenda de eficiência e simplificação, mas também pela conjuntura que atravessamos, com inúmeras inovações que têm transformado o mundo e a indústria bancária. Daí a importância destas mudanças que estamos anunciando hoje”, finaliza Roberto Setubal no comunicado.

Generali completa 90 anos de Brasil

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A Generali, uma das 50 maiores empresas do mundo e o grupo líder em seguros na Comunidade Econômica Europeia, completa neste mês, 90 anos de presença no Brasil. Desde sua fundação em 1831 na cidade de Trieste – Itália até os dias atuais, a Generali marca presença em quatro continentes.

Desembarcou no Brasil em fevereiro de 1925, sendo a primeira seguradora estrangeira a chegar ao país, trazendo como alicerce a inovação e a solidez, proveniente de sua origem já na época dos navios mercantes. Desde sua chegada, o amplo conhecimento do negócio somado à experiência internacional e o profissionalismo do Grupo inovaram as operações no jovem mercado segurador brasileiro.

Na década de 30, a empresa inaugurou o Edifício Generali, na Avenida Rio Branco, um dos primeiros arranha-céus da cidade e que passou a ser a sede da companhia no país.

Vinte anos depois, a Generali ampliou seus serviços no mercado segurador brasileiro ao adquirir o controle acionário da Companhia de Seguros Mercúrio. Ainda na década de 50 a empresa inaugurou outro edifício, dessa vez no centro de São Paulo, o Edifício Assicurazioni Generali.

A história da Generali é o resultado da interação entre o valor da tradição e a inovação: nos anos 70, a Generali se consolidou ao oferecer diversas coberturas para pequenos e grandes clientes.

Atualmente a Generali está presente em todas as regiões do país, totalizando 38 pontos de atendimento, operando com excelência nos ramos patrimoniais de pessoas, massificados e linhas corporativas.

Com a mudança do escritório Regional da América Latina para a cidade de São Paulo, em 2013, a empresa consolidou seu projeto de fortalecimento no País pelos próximos anos.

“Temos orgulho em fazer parte de um Grupo forte e de prestígio, com relacionamentos duradouros em cada país que atua. Os nossos mercados são nossos lares onde celebramos a cada momento um contrato de longo prazo de confiança”, mencionou Hyung Mo Sung, CEO da Generali Brasil, que projeta fazer com que os negócios no país representem 40% de faturamento da região até 2020.

Desafios e soluções globais

xl McGavickPor Mike McGavick, CEO do XL Group e Chairman da The Geneva Association, em cujo boletim este artigo foi publicado originalmente em inglês.

Este é um momento extraordinário para nosso mercado, no qual enfrentamos uma série de desafios que estão colocando todo o setor sob pressão. Na minha visão, eles se encaixam em duas categorias distintas: a primeira, dos desafios que todos enfrentam em uma economia global; a segunda, daqueles específicos de nossa atividade. E, apesar de diferentes, eles podem ser resolvidos com algumas poucas soluções-chave.

Desafios globais

Em primeiro lugar, tecnologia. Com o avanço da tecnologia, os riscos mudam rapidamente. Aqui é onde reside o problema: quanto mais rápida a velocidade das mudanças, mais nosso modelo de negócio é desafiado. Estamos acostumados a longas séries de dados para nos sentirmos confortáveis com determinado risco, mas os novos riscos não contam com o mesmo volume de dados.

Em segundo lugar, mudanças climáticas. Muitas das reivindicações com as quais estamos envolvidos são sinistros decorrentes do mau tempo e de eventos climáticos. Com isto em mente, sabemos que há um fenômeno simples sobre os seres humanos: nós gostamos de viver em lugares onde a geologia é interessante – onde o oceano encontra a costa, onde o rio atravessa, onde estão as montanhas. Assim, vemos as mudanças climáticas e outras distorções como componentes do já fundamental problema que é o fato de que as pessoas gostam de viver onde a geologia é interessante porém inerentemente instável.

Em terceiro lugar, longevidade. É óbvio que a economia básica de como os sistemas de pensões são financiados não acompanhou nosso grande sucesso nas ciências e a forma como prolongamos a longevidade. As configurações das população do mundo desenvolvido estão criando pressões quase intransponíveis e já estamos começando a ver sinais desses mesmos padrões nos países em desenvolvimento. Fizemos um grande progresso ao longo de décadas para que os idosos tivessem uma vida melhor e agora estamos sob uma pressão econômica que sugere que isso não acontecerá no futuro.

Desafios do setor

Em primeiro lugar, globalização. Qualquer empresa pode operar globalmente com a Internet, mas os mecanismos de seguro são estabelecidos em caráter nacional, tornando-se cada vez mais difícil criar soluções eficientes para clientes globais. Esta é uma tensão que existe para toda seguradora e o custo de ser global pesa sobre todo o sistema.

Em segundo lugar, o capital alternativo. O desafio com o capital alternativo é que ele está inclinado a cavar uma linha específica: O Seguro de Catástrofes Naturais dos EUA. O resultado disso é que as pessoas agora estão procurando como usar o capital alternativo em outros produtos e situações, bem como buscando novos campos rentáveis na esperança de que o capital alternativo não irá persegui-las. Há tantos desafios sem seguro – espero que possamos flexionar esse capital para chegar a novas soluções.

Em terceiro lugar, consolidação da comunidade de corretores. Para as seguradoras, o controle da comunidade de corretores é um grande desafio. Embora as seguradoras atendam os clientes e desenvolvam os produtos, o controle é mais ponderado em um cenário de maior consolidação da comunidade corretora.

Em quarto lugar, análise de dados. Apesar de ser uma atividade baseada em dados, a maioria das companhias de seguros têm sistemas de dados deficientes – isso é algo que precisa mudar, e rápido. Precisamos valorizar o que esta tendência pode fazer pelos clientes, ou outros, com dados mais modernos, nos suplantarão.

Em quinto lugar, regulamentação. Até agora, a abordagem adotada não tem sido adequado para a nossa indústria – para os bancos, talvez, mas não para seguros. Com isso em mente, haverá uma série de mudanças em breve, resultando em um desenlace bom e em outro que ainda está no ar.

O bom resultado é que os reguladores estão tentando criar uma maior colaboração global, o que ajudaria com o desafio da globalização, citado anteriormente. Além disso, as promessas de Solvência II, que haveria deferência regulamentar para os reguladores de grupo, poderiam ser muito positivas para o setor.

O resultado mais incerto envolve reguladores que exigem que o capital seja mantido a muito custo. Cada uma das tendências que revisamos demanda mais inovação, o que não é possível se o preço do capital for muito alto. Quanto mais o capital for determinadamente regulado e ineficientemente usado, mais encorajamos a consolidação ao invés da inovação.

Soluções

Agora, depois de mostrar como este é um mundo muito desafiador, gostaria de mudar o enfoque para mostrar como avançar com algumas soluções-chave.

Primeiro, a inovação tem de estar no centro de nossa indústria. Temos a tendência de desenvolver produtos lentamente, replicá-los rapidamente e os lucros vão corroendo por décadas. Esse padrão não pode ser mantido. Então, como podemos elevar nossa taxa de inovação?

Número um: precisamos designar nossos melhores talentos para o espaço de inovação, e não apenas para nossas áreas de negócio mais lucrativas.

Dois: temos de aproveitar os dados externos de uma forma útil, porque os conjuntos de dados internos não estarão à altura do desafio. Isso significa uma mentalidade de subscrição unida a atuários para encontrar recursos e bases de dados públicos para escrever e remodelar produtos.

Três: assumir riscos que envolvem adjacência. Se estivermos dispostos a investir parte dos nossos recursos em algo não-tradicional, então poderemos realmente fazer algum trabalho inovador.

Quatro: temos que motivar pessoas inovadoras a vir para nossa indústria. Precisamos das pessoas que são especialistas em campos complexos para aplicar suas habilidades em nosso mundo; sua visão é um fator importante para futuras inovações.

A segunda solução é repensar a nossa relação com a sociedade, particularmente com governos. Temos de discutir com eles quais resultados sociais queremos e como nossos produtos podem levar a esse bem social. Embora possamos não ser aproveitados para tanto, esta é uma abordagem vital.

Há uma série de grandes desafios, tanto do mundo exterior como dentro do nosso próprio setor; no entanto penso que esses imperativos são os corretos para nos levar adiante em uma nova era de prosperidade. Temos que mudar nossa abordagem em relação à inovação e à medida em que fizermos isso, devemos nos envolver em parcerias mais profundas com os governos para criar soluções grandes o suficiente para os desafios que enfrentamos.

Mapfre Assistência reforça benefícios para concessionárias

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Grupos concessionários de todo o Brasil já podem contratar o Programa de Fidelização Multiassistência da Mapfre Warranty, linha de negócios de riscos especiais do Grupo MAPFRE. Trata-se de uma solução que contribui para a retenção e a satisfação de clientes por meio da oferta de um serviço diferenciado na venda de novos e seminovos e no pós-vendas.

O Programa oferece opções de planos de seis ou 12 meses e inclui assistências 24 horas para o carro e a casa, garantindo tranquilidade do consumidor em casos de imprevistos. Além disso, conta com o serviço exclusivo de ‘Leva e Traz’, que oferece um táxi ao cliente na entrega e na retirada do veículo para realizar serviços de revisão na concessionária que ofereceu o benefício.

“De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), aproximadamente 30% dos proprietários de veículos contratam algum tipo de seguro. Pensando nisso, esse serviço se torna um diferencial atraente tanto para os concessionários, quanto para os consumidores na hora de fechar o negócio. O Programa Multiassistência ainda pode representar um aumento na rentabilidade de nosso parceiro, pois o cliente retorna à loja para fazer a revisão ou manutenção do carro”, afirma Sandro Barbosa, superintendente Comercial de Distribuição da MAPFRE Warranty.

Com um investimento baixo para o concessionário, o produto foi desenvolvido para ser oferecido a clientes como benefício dentro de um pacote de revisão e como argumento de vendas de veículos novos e seminovos, agregando valor à prestação do serviço.

O programa está disponível para grupos que fecham acima de 500 contratos por mês (venda de 0km e seminovo ou serviços de revisão), para automóveis de passeio com até dez anos de sua fabricação.

Maioria das colisões acontece nas quintas-feiras, aponta levantamento da BB e Mapfre

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É durante o horário comercial e nas quintas-feiras que os motoristas de Brasília mais se envolvem em acidentes. Esses são alguns dos apontamentos do levantamento do grupo BB e Mapfre sobre o comportamento dos segurados de Brasília (DF), realizado entre janeiro e agosto de 2014.

No período, foram 8 mil colisões registradas e atendidas pelo P.A.R.E. (Posto de Atendimento Rápido Especializado), espaço destinado a atender os clientes de seguro automóvel do GRUPO.

O estudo mostra que a quinta-feira registra o maior número de acidentes em relação aos outros dias da semana. Foram 1.760 batidas, 22% dos casos. O sábado está em segundo lugar com 18% dos registros, 1.440 colisões, seguido pela quarta-feira com 17% do total, 1.360 ocorrências. A segunda, terça e sexta-feira apresentam o mesmo volume de 1.040 colisões, representando 13% dos registros cada um. O domingo é o dia com menos acidentes, registrando 320 colisões – 4%.

Com fluxo intenso de automóveis nas ruas, o horário comercial concentra a faixa com maior índice de acidentes de trânsito. Das 8 mil ocorrências registradas, 5.440, sendo 68% dos casos, aconteceram entre 7h e 18h. Em segundo lugar está o período da noite, com 2.080 batidas (26%), seguido pela madrugada, que detém o menor número. Foram 480 acidentes, sendo 6% do total.

Perfil dos motoristas – Os dados dos atendimentos também revelam o perfil mais cauteloso das motoristas nas ruas. As mulheres se envolveram em 3.360 colisões, enquanto os homens participaram de 4.640 casos. A idade dos motoristas foi outro item avaliado pelo levantamento. Os jovens condutores, com menos de 26 anos, se envolveram em 10% das batidas, enquanto a faixa seguinte, entre 27 e 36 anos, responde pelo maior volume de ocorrências, com 35% do total, sendo 2.800 casos.

A partir dos 37 anos, o índice reduz conforme a faixa etária. Os condutores entre 37 e 46 anos compõem 20% dos registros, com 1.600 batidas, seguidos pelos motoristas de 47 a 56 anos que se envolveram em 1.520 colisões, 19% dos casos avaliados. O grupo entre 57 e 66 anos representa 9% do levantamento – 720 ocorrências –, e com mais de 67 anos 7% dos registros (560 acidentes). O levantamento foi elaborado com base nos atendimentos realizados pelo P.A.R.E. (Posto de Atendimento Rápido Especializado) Brasília.

Transações realizadas via celular crescem 111% entre os clientes da Brasilprev

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Após quatro anos do lançamento do aplicativo “Autoatendimento BB pelo celular”, a Brasilprev constatou um crescimento relevante das operações realizadas por seus 1,78 milhão de clientes. O número de transações registradas passou de 867 mil em 2013 para 1,83 milhão em 2014, um crescimento de 111%.

O aplicativo, disponível para tablets e smartphones, é um dos canais para atender as solicitações dos clientes e, por meio dele, é possível realizar transações, simulações, consultar extratos, acompanhar a rentabilidade dos fundos, solicitar a suspensão do envio de extratos em papel, entre outros serviços.

Apenas em 2014, os aportes extras realizados pelo serviço registraram R$ 21,70 milhões, um aumento de 114% em comparação com 2013. Além disso, o número de acesso aos extratos também cresceu 114%. Com este serviço na tela do celular, mais clientes optaram por inibir o uso do documento impresso: no último ano, o crescimento de clientes que fizeram esta opção foi de 160%. Outro item que obteve um aumento considerável foi a consulta da rentabilidade dos fundos, cujo número de visitas cresceu 102%.

O gerente de canais digitais da Brasilprev, Francisco José Molnar Casseb, fala do expressivo crescimento do serviço. “A Brasilprev acompanha a evolução dos meios para estar sempre próxima do cliente, proporcionando rápido acesso à informação e consultoria para a concretização de seu projeto de vida. Por meio do aplicativo é possível que as pessoas façam consultas e transações de onde elas estiverem, garantindo rapidez e facilidade”.

Chubb foi a responsável pelo seguro de vários blocos durante o Carnaval 2015

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A Chubb Seguros, subsidiária da tradicional companhia de seguros do continente americano, foi a seguradora dos principais blocos e camarotes das cidades de Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo neste Carnaval, totalizando mais de cinco milhões de pessoas protegidas.

Os segurados contaram com proteção da Chubb em Acidentes Pessoais, Responsabilidade Civil e Riscos Diversos. “Oferecemos uma solução completa aos nossos clientes, para que tenham tranquilidade para se preocupar com o que realmente importa, ou seja, o sucesso do evento”, disse Juliana Santos, gerente responsável pela carteira de entretenimento da companhia.

Corretor de Seguros Empreendedor: restam poucos ingressos

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Restam poucos ingressos para os corretores de seguros interessados em garantir sua participação no evento de lançamento do programa Corretor de Seguros Empreendedor, que acontece na quinta-feira (26/02), no Expo Barra Funda, em São Paulo.

Para participar do lançamento do programa e também conhecer o novo produto, um seguro saúde da Caixa Seguradora, os corretores de seguros interessados devem fazer sua inscrição no site do Sincor-SP, pelo link http://migre.me/oufov .

Feita a inscrição, a retirada do ingresso vai até o dia 24 de fevereiro, das 8h30 às 17h30, na sede do Sindicato (Rua Líbero Badaró, 293, 29º andar, Centro, São Paulo). É obrigatória a apresentação de um documento original de identidade. Depois disso, os ingressos serão distribuídos no dia e no local do evento, a partir das 11h.

Desenvolvido pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), o programa tem por objetivo estabelecer parcerias que visam ampliar as vendas dos corretores de seguros. A estreia do projeto acontece com produto inovador especialmente desenvolvido para alavancar os resultados da categoria.

Além de conhecer as características e diferenciais do produto, os participantes receberão uma cartilha com todas as explicações sobre o programa Corretor de Seguros Empreendedor. Após o evento de lançamento haverá um show da dupla Fernando e Sorocaba.

Lançamento do Programa Corretor de Seguros Empreendedor do Sincor-SP
Local: Expo Barra Funda
Endereço: Rua Tagipuru, s/nº – Barra Funda – São Paulo/SP
Data e horário: 26/2, a partir das 19h