O setor de capitalização encerrou o primeiro bimestre de 2015 com uma marca histórica: as reservas técnicas, montante relativo aos depósitos efetuados por clientes de títulos de capitalização e que são devolvidos sob forma de resgates ao fim dos planos – ultrapassaram a marca dos R$ 30 bilhões, atingindo R$ 30,081 bilhões. Isso representa um crescimento de 11,2% em relação ao primeiro bimestre de 2014.
“Esse resultado deve ser comemorado. O crescimento das reservas demonstra a maturidade do setor e consolida o título de capitalização como uma das opções mais atraentes para os clientes que desejam iniciar processo de acumulação de recursos, pois contam com o estímulo adicional dos sorteios, ajuda a realizar sonhos e projetos de vida “, diz Marco Antônio Barros, presidente da FenaCap. Ainda segundo executivo, a receita do setor atingiu R$ 2,9 bilhões e, os resgates – economias devolvidas aos clientes -, alcançaram R$ 2,4 bilhões nos dois primeiros meses do ano. “Esses recursos movimentam a economia e voltam ao mercado por meio do consumo consciente, pois são fruto da formação de reservas”, assinala.
O setor distribuiu, no mês de fevereiro, mais R$ 135,3milhões em premiações. O valor corresponde a R$ 3,3 milhões entregues à clientes contemplados em sorteios por dia útil do ano.Dois estados destacaram-se nas premiações no período. São Paulo lidera o ranking, com a maior concentração de prêmios, totalizando R$ 42,9 milhões. O Rio Grande do Sul figura na segunda posição: os gaúchos embolsaram R$ 18,1 milhões. Em terceiro vêm os clientes do Rio de Janeiro, contemplados com R$ 12,3 milhões.
A Ultrapar Participações possui seguro para as suas diversas atividades e subsidiárias. No caso da Ultracargo, dona dos tanques incendiados nesta quinta-feira em Santos (SP), o valor máximo indenizável é de até R$ 550 milhões, segundo informações das notas explicativas do balanço de resultados de 2014.
As apólices cobrem diversos riscos, incluindo perdas e danos causados por incêndio, queda de raio, explosão de qualquer natureza, vendaval, queda de aeronave e danos elétricos, entre outros. Os seguros ainda garantem as plantas industriais, bases de distribuição e filiais de todas as controladas.
A nota explicativa informa ainda que o “programa de Seguro de Responsabilidade Civil Geral” atende ao grupo com valor de cobertura global máximo de US$ 400 milhões. Esse contrato visa aos “prejuízos que eventualmente possam ser causados a terceiros decorrentes de acidentes relacionados às operações comerciais e industriais e/ou à distrib uição e comercialização de produtos e serviços”.
Escrito por Adriana Aguilar, que participou da corrida
Com o objetivo de fomentar hábitos de vida saudáveis para a prevenção de doenças, cada vez mais, empresas de Saúde, Vida e Previdência tem patrocinado eventos populares, como caminhadas, corridas e passeios ciclísticos. Pela primeira vez, a Sulamérica está apoiando o circuito de corrida de rua Night Run. A cidade de São Paulo foi a primeira etapa do circuito, que também passará por outras capitais do País ao longo de 2015.
Há uma orientação da Agência Nacional de Saúde (ANS) para que as operadoras de planos promovam um “Programa de Promoção da Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças”. A recomendação da ANS é a elaboração de um conjunto de atividades ordenadas e sistematizadas pelos planos privados de saúde. Não só para o controle de patologias e agravos, mas também para a prevenção delas.
Segundo o superintendente de Gestão de Saúde da Sulamérica, Gentil Alves, a diretriz da ANS é voltada às doenças crônicas. Atualmente, a Sulamérica tem cerca de 30 mil segurados gerenciados por doenças crônicas, como diabetes, pressão alta, obesidade, entre outras. São pessoas com idade avançada. A iniciativa de apoio à corrida não integra a plataforma de doenças crônicas.
A corrida integra outra plataforma, que é a de bem estar e saúde, voltada aos dois milhões de segurados da Sulamérica em todo País. “Trata-se de uma iniciativa preventiva para um público mais jovem. Se nada for feito para promover a saúde, esse segmento poderá ter doenças crônicas no futuro”, explica Gentil.
A Night Run é a maior corrida de rua noturna do Brasil e tem o perfil de público jovem. Na etapa Fogo, realizada na cidade de São Paulo, no Anhembi, na noite de 28 de março, foi batido o recorde de 14.792 pessoas inscritas. Os corredores com idade de 30 a 39 anos predominaram. Seguidos pela faixa de 20 a 29 anos. Na sequência, fica o segmento de 40 a 49 anos, segundo dados da organizadora do evento, a EsferaBr.
Do total de inscritos, 7.920 eram homens e 6.872, mulheres. A maior parte, 9.930 participantes, largaram às 19h30 para os 5 quilômetros de percurso. O restante largou às 20h30 para o trajeto de 10 quilômetros.
O evento chamou a atenção por sua organização, apesar de o volume recorde de pessoas próximo dos 15 mil. Houve um estímulo forte, via e-mail aos inscritos, para que as pessoas fossem ao Anhembi de táxi, de metrô ou com os veículos totalmente ocupados (grupos de carona).
Outro bom exemplo de organização foi que somente aqueles com chip e número de inscrição no peito puderam acessar ao funil da largada. A organizadora do evento, a EsferaBr, também separou os inscritos de acordo com o ritmo deles. Os dados ficam armazenados de corridas anteriores. Os números de inscrição, no peito dos corredores, apresentavam diferentes cores, correspondentes a quatro diferentes currais de largada – Quênia, Azul, Verde e Branco – , com entradas separadas.
A iniciativa, praticada há anos em corridas nos Estados Unidos, foi bem sucedida na Night Run, na etapa Fogo de São Paulo, porque havia profissionais do staff da EsferaBr barrando a entrada de pessoas sem inscrição no funil da largada. Os fiscais também não permitiram que pessoas passassem de um curral para outro. A separação entre os currais foi feita por faixas de plástico. Sob o olhar dos fiscais, as regras foram respeitadas. E espero que continuem presentes nas próximas provas.
Larguei do curral verde. Considerando que havia 4.862 pessoas inscritas para os 10 quilômetros, até que a organização do evento colaborou para que um corredor não tropeçasse no outro. Fiz o percurso em 52 minutos e 40 segundos. Na classificação geral por sexo, fiquei na 73ª posição, de um total de 6.872 mulheres inscritas no evento.
Na classificação por idade, F40-44 (tenho 40 anos), fui a 4ª colocada. Júlia Martins, da área de marketing de EsferaBr, disse que 8,90% das mulheres inscritas tinham de 40 a 49 anos. Pela classificação total, considerando os homens e mulheres que largaram (13.199), minha posição é 770. Fiquei surpresa com o meu desempenho. Confesso que não esperava.
Primeiramente, porque em novembro de 2014 tive uma lesão no joelho e reduzi o ritmo de corrida. Segundo, ainda continuo com fisioterapia preventiva e com exercícios de musculação específicos para o meu problema. O educador físico Rodrigo Silva (RS Assessoria Esportiva – na foto da camiseta) é quem monta o treino mensal. Terceiro, não tenho o hábito de correr à noite. Sempre estou mais disposta nas corridas matutinas. Diante de todos os fatores, foi uma grande injeção de ânimo fazer o percurso de 10k na velocidade média de 11,3 quilômetros por hora. O resultado foi a coroação pelo meu treinamento contínuo e regrado. Valeu a corrida e que venham mais!
Convergir para o centro da meta é uma missão de todos e não de pessoas isoladas como o ministro da Fazenda ou o presidente do Banco Central. Depende de todos, defende o ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, durante sua exposição sobre o cenário econômico para uma plateia de aproximadamente 200 convidados da seguradora Tokio Marine, em evento dedicado ao debate de seguros para riscos empresariais.
A presidente Dilma Rousseff se dá conta que não tem alternativa e terá de fazer algo na área fiscal. “Já vemos sinais de reconhecimento de que a credibilidade foi abalada nessa área e é preciso recuperar. E quanto mais cedo isso acontecer, melhor. Isso abre espaço para discutirmos outros temas que não a macroeconomia nos próximos anos”, diz. Ele ressalta que as grandes batalhas de um país são tratadas no front doméstico. “Primeiro precisamos mostrar para nós mesmo que somos capazes de organizar o Pais. Depois, mostrar regionalmente que o Brasil é um parceiro respeitável e tem papel de liderança. Depois disso passamos a ter mais voz, com credibilidade, para influenciar a opinião e os negócios no mundo. Assim como a Tokio Marine apresentou aqui hoje para vocês o desejo dos acionistas, o plano de negócios para crescer”, comentou.
De acordo com o ex-ministro, o país tem problemas macros que vão ser equacionados a um determinado custo, com aumento de desemprego, impactos com os preços de commodities que não terão extraordinários desempenhos. “Mas não temos um problema derivado do contexto internacional”, afirma. A escolha é saber como crescerá. De forma organizada ou desorganizada. A primeira condição para enfrentar um problema é reconhecer que ele existe, disse, finalizando sua explanação em macroeconomia e iniciando abordagens setoriais.
Pré-sal, energia, saneamento. Esses são alguns dos problemas que o Brasil precisa rever para destravar os investimentos. São ajustes que têm de ser feito, com o consumidor sentindo no bolso, assim como de todo o governo e empresas. Boa parte, segundo ele, vai depender do ministro da Fazenda Joaquim Levy ter apoio na reforma fiscal que precisa ser feita. Tem um enorme potencial de investimento em infraestrutura, que precisam sanear as dúvidas que inibem o apetite dos empresários e investidores em aportarem recursos em projetos essenciais para o País. A grande questão é o tempo, diz, ressaltando os custos da transição e das mudanças.
“Eu tenho três filhos. Penso no Brasil que eles vão viver. É preciso pensar no Brasil adiante, a luz da experiência passada. Estou convencido de que vislumbrar os riscos, desafios, incertezas e oportunidades que o futuro nos trás depende do nosso entendimento. O passado não pode ser reescrito, mas pode ser reinterpretado para situar as questões do presente e do que pode ser feito para o futuro”, explica. “O tamanho da minha esperança é que o Brasil tenha liberdade individual, justiça social e eficiência. Sem a busca da competitividade internacional é difícil se chegar a uma sociedade mais igualitária”, afirma.
As seguradoras da Germanwings reservaram 300 milhões de dólares (279 milhões de euros) para indenizar as famílias das vítimas do Airbus A320, que caiu nos Alpes franceses. Assim, será iniciado o processo de indenização.
Qual é a cobertura dos seguros em caso de acidente aéreo?
A indenização às famílias das vítimas é de responsabilidade das companhias aéreas, em virtude da Convenção de Montreal de 1999, que determina um princípio de responsabilidade civil ilimitada em caso de danos corporais. A convenção prevê também o pagamento de um adiantamento aos familiares para cobrir despesas imediatas. Para atender a esses desembolsos, a companhia contrata um seguro.
No caso do A320, que deixou 150 mortos em 24 de março, as indenizações estão cobertas por um consórcio de cerca de trinta seguradoras, conduzido pelo grupo alemão Allianz.
A Convenção de Montreal limita a indenização a aproximadamente 145.000 euros por passageiro, mas é pouco provável que a companhia Germanwings, filial da Lufthansa, avaliam os profissionais do setor.
Além disso, entram em jogo outros seguros, como o de cartões de crédito usados para comprar as passagens, os de acidente, com montante de um milhão de euros, e os seguros especiais de viagem, cujo valor varia em função do contrato.
Como serão calculadas as indenizações?
A companhia aérea anunciou uma primeira ajuda emergencial de até 50.000 euros por vítima, para cobrir gastos imediatos. Essa quantia se soma aos 279 milhões de euros providenciados pelos seguros, que também cobrirão o custo do avião, os gastos jurídicos e as investigações.
A partir de agora será aberto um processo de negociação entre as seguradoras e as famílias das vítimas para estabelecer o dano econômico e moral, e determinar de forma amistosa uma indenização, com a ajuda de um advogado.
A AM Best, uma agência classificadora especializada no setor dos seguros, afirmou na terça-feira que o valor das indenizações ainda não está claro, mas que “estará vinculado à nacionalidade, ao nível de vida e ao status familiar dos passageiros e da tripulação”.
As famílias das vítimas podem pleitear contra a companhia aérea em diferentes países, como Alemanha e Espanha, de onde são a maioria dos mortos, e também nos Estados Unidos, no caso das duas vítimas norte-americanas. Como as condenações costumam ser maiores nos Estados Unidos do que na Europa, a previsão é de que a companhia e suas seguradoras proponham indenizações mais altas aos norte-americanos para evitar processos na justiça.
Também se levará em conta a situação social da vítima e seu vínculo de parentesco com a pessoa que pede a indenização.
Quais serão as consequências para as seguradoras?
A Allianz foi a principal seguradora dos dois aviões da Malaysia Airlines destruídos no ano passado (um abatido na Ucrânia em julho e outro desaparecido em março entre Kuala Lumpur e Pequim). As indenizações dos passageiros lhe custaram cerca de 30 milhões de euros por avião.
Em geral, as seguradoras são cobertas por resseguradoras, que ficam com parte do risco, o que limita sua exposição. Segundo AM Best, “a maior parte das perdas será absorvida pelo Lloyd’s”, o grande mercado britânico das resseguradoras.
Em função das responsabilidades estabelecidas pela investigação, a asseguradora pode também processar companhia aérea.
Antonio Cássio dos Santos está de volta ao mercado segurador depois de uma breve pausa ao deixar o comando das operações da Zurich na América Latina. Volta agora no comando das operações da Generali, segundo anunciou hoje o maior grupo segurador da Itália e um dos maiores do mundo.
O grupo Generali divulgou hoje o reforço em duas operações consideradas estratégicas para o crescimento mundial. Cassio assume a região Américas, com seis países da América Latina e também os negócios na América do Norte.
Jack Howell é o novo diretor regional da Ásia com a responsabilidade pelas atividades da Generali em dez países do continente asiático. Howell tem uma longa experiência nos mercados asiáticos, incluindo Hong Kong, Indonésia, Filipinas e Vietnã, e toma o lugar de Sergio Di Caro, que a partir de janeiro de 2015 é o chefe de Benefícios a Empregados Generali, líder mundial nesta área.
Jaime Anchustegui anteriormente LatAm Regional Officer, foi nomeado EMEA Regional Officer, a área geográfica que inclui doze mercados na Europa, Norte da África e no Oriente Médio. Anchustegui começa hoje suas atividades como CEO da Generali Deutschland.
“A entrada na Ásia e na América como líderes do porte de Jack e Antonio é um sinal claro das grandes oportunidades que vemos para o desenvolvimento do nosso negócio e demonstra nosso compromisso nestas áreas. Juntos, eles formam um grupo de executivos talentosos no comando de alguns dos nossos mercados mais promissores e importante”, comentou o CEO Generali Group, Mario Greco, em comunicado.
Antonio Cássio dos Santos, 50 anos, é formado em Economia e possui diploma de mestrado em várias instituições acadêmicas no Brasil, Espanha e EUA, onde obteve um MBA da Universidade Vanderbilt e graduação em Assuntos Latino-Americanos. Ele tem uma experiência significativa em seguro nos países da América Latina, onde nos últimos 20 anos ocupou o comando de seguradoras como Mapfre e Zurich.
A Generali é uma das principais seguradoras estrangeiras na América Latina, com presença significativa no Brasil, Argentina, Colômbia, Guatemala, Equador e Panamá, com € 1,3 bilhão em prêmios em 2014. O Grupo também está presente na América do Norte com uma ampla gama de produtos e serviços de seguros atendendo clientes multinacionais do grupo.
Release
Grupo Generali está recrutando vinte jovens talentos para carreira internacional
O Grupo Generali está em busca de 20 jovens talentosos ligados às áreas de Economia, Finanças, Negócios, TI, Marketing Digital, Matemática ou Estatística. A inciativa, chamada “Generali Global Graduate Program” irá recrutar novos talentos e ajudá-los a alavancar uma carreira internacional.
Com duração de 18 meses – de setembro de 2015 a março de 2017 – o programa possibilitará aos contratados trabalhar por meio de um “regime de rotação internacional” em diversos setores em alguns dos 60 países onde o Grupo opera. A iniciativa também inclui a participação no curso “Generali MIB – Master in Insurance Management”, desenvolvido em parceria com o MIB, Escola de Gestão de Trieste.
Inicialmente os participantes selecionados serão funcionários da sede da Assicurazioni Generali e, após a conclusão do programa, trabalharão como contratados em uma das empresas do Grupo Generali no mundo.
“A Generali é uma empresa global de grande envolvimento. Procuramos jovens altamente motivados, que desejam trabalhar em um ambiente dinâmico, contribuindo para mudança. O Grupo oferece a oportunidade de se juntar a uma empresa com foco em desenvolver talentos, trabalhando em um ambiente internacional estimulante e desempenhar papéis desafiadores, pois acreditamos no investimento e no treinamento de pessoas.” disse Monica Possa, responsável pela área de Recursos Humanos e Organização do Grupo Generali.
Os candidatos devem ser recém formados ou finalizando a graduação, possuir excelentes qualificações acadêmicas, ter no máximo dois anos de experiência profissional e disponibilidade integral a partir de setembro de 2015. É essencial domínio de pelos menos dois idiomas, sendo a língua inglesa obrigatória, assim como experiência mínima de 4 meses de estudo ou trabalho fora do país de origem.
Além das competências técnicas, é necessário estar altamente motivado, ter interesse em desenvolver uma carreira internacional e compartilhar os valores do Grupo Generali. A data limite para apresentação de candidaturas é 12 de abril de 2015.
Mais informações:
http://www.generali.com/Gruppo-Generali/Lavora-con-noi/Global-Graduate-Program/
Capital, apetite e técnica. Essa é a disposição da Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos de seguros do mundo, para conquistar a conta das principais corporações instaladas no Brasil. Esse é o mantra da abertura do evento Expertise – Grandes Riscos em Foco, que acontece hoje em São Paulo.”Temos metas ousadas, mesmo com o atual cenário da economia brasileira. Apostamos no Brasil, investimos em nossa equipe e sistemas, preparamos a Tokio para crescer entregando produtos de qualidades aos clientes e corretores, o que nos trará a rentabilidade esperada pelos acionistas”, garante José Adalberto Ferrara, CEO da sétima maior seguradora do Brasil, para uma platéia de cerca de 200 pessoas, entre gestores de riscos, corretores e clientes.
Os números obtidos em 2014 e no primeiro trimestre deste ano, períodos de fraco desempenho da economia, sinalizam que as metas dos executivos estão sendo batidas. As vendas avançaram 22% no primeiro trimestre deste ano, mantendo o mesmo ritmo de crescimento de 2014. Em grandes riscos e transportes, segmento alvo do evento realizado hoje, a meta é dobrar o market share para 10%, chegando a R$ 1,3 bilhão no plano Avançar, com meta de chegar a um faturamento total da companhia de R$ 5 bilhões até 2017. Em 2014, o grupo movimentou receitas de R$ 3,2 bilhões. Além de grandes riscos, a Tokio avança em automóveis, vida, massificado e afinidades.
Ao não ganhar a carteira de grandes riscos do Itaú Unibanco, vendida no ano passado para a Ace Seguradora, a Tokio redesenhou a estratégia e partiu para o ataque, uma vez que chorar de nada adianta. Com o apoio da matriz, uma das principais seguradoras do mundo em grandes riscos, e contratou profissionais destacados no segmento. “A sinalização da matriz foi nos dar um cheque de R$ 1,1 bilhão para analisar compras e investir em estratégias que apoiem a meta de estarmos entre as quatro maiores seguradoras do Brasil deste segmento”, afirmou Ferrara.
Segundo ele, mesmo com a crise que o Brasil enfrenta, o consumo de seguro continua, pois mais do que nunca as empresas precisam de proteção para riscos aleatórios, que se não bem mensurados e mitigados com coberturas apropriadas, podem comprometer o patrimônio dos acionistas.
“A realização do evento Expertise reafirma nosso compromisso de atuar fortemente neste mercado. Somos referência nessa área e realizamos investimentos em serviços e contratação de profissionais especializados. Em 2014, crescemos 16,5% em relação ao ano anterior, enquanto a média do mercado foi de 8%”, comemora o diretor executivo de produtos pessoa Jurídica da Tokio Marine, Felipe Smith. O prêmio emitido líquido foi de R$ 761 milhões, contra o montante de R$ 653 milhões registrados em 2013.
Ferrara ressaltou que na próxima semana vão negociar com as resseguradoras do grupo, a Kiln e a Tokio Millenium, para ter maior capacidade para os contratos de seguros no apoio aos programas de grandes riscos das corporações brasileiras.
O diretor executivo comercial, Valmir Rodrigues, e o diretor comercial corporate, José Luís Franco, abordaram a estrutura da companhia para suportar o acelerado crescimento dos produtos pessoa jurídica e a importância do relacionamento com os corretores. “Estamos aqui para atender nossos clientes com produtos diferenciados, inclusive para muitos que não encontram cobertura no mercado. Nossa equipe está disponível para entender o risco e propor uma cobertura sob medida, com preços e franquias adequadas para uma parceria de longo prazo”, afirmou Rodrigues.
Chegar a R$ 1,4 bilhão em prêmios em riscos empresariais em 2015. Essa é a expectativa da Tokio e a meta dada a Felipe Smith, diretor executivo de produtos pessoa jurídica. “Preciso do apoio de todos vocês para vencer esse desafio”, brincou o executivo com a plateia. Ele destacou os produtos ofertados, destacando transportes, com 7,9% de market share do segmento, na qual tem capacidade automática para aceitação de risco de US$ 40 milhões. “A decisão é local na aceitação de risco”, informou. Outro diferencial citado por Smith foi a área de prevenção de perdas da companhia, que junto com o cliente podem melhorar as condições do risco e melhorar as condições comerciais do contrato.
Outro segmento destacado foi o de riscos nomeados e operacionais, com 6,4% em market share, com capacidade de resseguros de R$ 350 milhões e outros R$ 20 milhões de aceitação automática. No ano passado, o crescimento da carteira foi de 126%. No foco, os segmentos de energia renováveis, infraestrutura, indústria de base, bens de consumo e estabelecimentos comerciais e de serviços. “Precisamos mudar a mentalidade da inspeção de riscos. Não vamos até a empresa só para ver o que há de errado para agravar o preço. Queremos ofertar serviços para mitigar riscos e sugerir melhorias para ajudar a aperfeiçoar a segurança do dia a dia do grupo e ter um programa de seguros mais adequado”.
“Tenho certeza de que abriremos uma garrafa de saque para comemorar a melhora da economia a partir do último trimestre deste ano e que em 2016 esse período de crise estará superado. Vamos virar o ano com uma outra companhia e um outro país”, finaliza Ferrara, chamando ao palco o ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, que fará uma abordagem sobre os desafios e oportunidades do Brasil neste momento.
Os brasileiros que desejam aproveitar o próximo feriado da Semana Santa para viajar devem ter muito cuidado. Os números de ocorrências no trânsito registrados nessa época do ano pela Seguradora Líder-DPVAT são alarmantes. Só em 2014, no período da Semana Santa (quinta, sexta, sábado e domingo), foram contabilizadas 6.189 ocorrências de acidentes de trânsito, número 9% superior do que o registrado em 2013. Desse total, 75% dos casos correspondem à invalidez permanente, o que significa que pelo menos 4.687 pessoas ficaram com algum tipo de sequela. Esse número ainda pode ser maior, já que as vítimas têm até três anos para entrar com pedido de indenização.
De acordo com a Seguradora Líder-DPVAT, as principais vítimas continuam sendo os motociclistas. Das 486 mortes no feriado de Páscoa em 2014, 247 (51%) correspondem a acidentes envolvendo motos. “Se olharmos para os últimos cinco anos, os acidentes com motos cresceram 202,6% no feriado da Páscoa, sendo que os casos de invalidez permanente, para esta categoria de veículos, no mesmo período analisado, cresceram 282,4%”, afirma Ricardo Xavier, Diretor-Presidente da Seguradora Líder-DPVAT.
O levantamento feito pela Seguradora Líder-DPVAT aponta que a maior parte dos acidentes com morte acontece na sexta e no domingo – dias em que as pessoas estão indo e retornando da viagem. Em 2014, foram 91 acidentes com mortes na quinta-feira, 138 na sexta-feira, 122 no sábado e 135 no domingo.
“Esse números mostram o quanto é importante ter cuidado na estrada. Antes de viajar, é necessário checar o carro, os equipamentos de segurança, respeitar as leis de trânsito e não ingerir bebida alcóolica”, alerta Xavier.
Perfil das vítimas
Os homens continuam sendo a maioria das vítimas de trânsito. O levantamento da Seguradora Líder-DPVAT aponta que eles foram 78% dos acidentados no último feriado de Páscoa, enquanto as mulheres, 22%. Na análise dos acidentes com mortes, os homens representam 83% das vítimas e as mulheres, 17%. Os jovens de ambos os sexos de 18 a 34 anos são a maior parcela de acidentados (54%). Nos casos com morte, esse segmento etário corresponde a 47% dos casos.
Serviço
Solicitar o Seguro DPVAT é fácil, gratuito e não precisa de intermediários ou advogados. A própria vítima ou beneficiário pode fazer o pedido seguindo apenas três passos:
1 – Escolher um ponto oficial de atendimento. A listagem completa por cidade pode ser acessada pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br ou pelo telefone 0800 022 1204.
Lembre-se: as agências próprias dos Correios também recebem gratuitamente pedidos de indenização do Seguro DPVAT.
2 – Reunir a documentação necessária de acordo com a cobertura – morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e hospitalares .
3 – Preencher o pedido de indenização em um ponto oficial de atendimento e entregar a documentação.
Com a assinatura #ESTATUDOBEM, a Liberty Seguros lançou no intervalo do Fantástico, da TV Globo, sua nova campanha de comunicação. O filme marca o novo momento de comunicação da empresa no Brasil. “Depois de três anos focados no patrocínio da Copa do Mundo, que nos tornou mais conhecidos, damos um grande passo e começamos a apresentar o que fazemos de melhor. Queremos mostrar aos clientes e corretores os benefícios de escolher a companhia”, comenta Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros.
A campanha traz os novos embaixadores da marca, o casal Bernardinho e Fernanda Venturini, que foram escolhidos entre mais de 60 personalidades esportivas nacionais e internacionais. “Bernardinho e Fernanda personificam nossos principais diferenciais: foco em soluções, entrega excepcional e solidez, que vão ajudar a nossa marca a continuar a crescer, se tornando ainda mais conhecida e preferida por clientes e corretores”, explica a executiva.
A proposta da campanha é mostrar o foco da Liberty Seguros em estar sempre ao lado de seus clientes, atendendo e resolvendo de forma descomplicada. O filme mostra o casal em situações em que precisam acionar a seguradora. Ao enfrentar problemas do cotidiano, eles buscam o atendimento da Liberty Seguros por meio do aplicativo para clientes, que ajuda a acompanhar o processo de maneira rápida e prática, solucionando todos os dramas pelos quais o casal passa. “Quando está atuando como treinador, Bernardinho é conhecido por suas caretas e, justamente por isso, optamos por um viés bem humorado para a campanha. Ao ser atendido pela Liberty Seguros, ele passa a ficar tranquilo por ter seus problemas solucionados com rapidez e eficiência”, comenta Karina Louzada, superintendente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros.
Para Fábio Burg, CEO do Grupo Rái, responsável pela produção da campanha, os embaixadores estão muito conectados com o novo momento da Liberty Seguros. “O conceito explora as questões familiares do cotidiano e o contexto da decisão de compra de seguro, e o casal entrega muito bem isso, já que essa decisão é feita sempre de forma compartilhada”, diz.
Os esforços de comunicação e marketing ao longo do ano para cliente e corretores somam mais de R$28 milhões e contemplam plano de mídia em TV nas principais praças da Liberty Seguros, do nordeste ao sul do país, regiões que incluem uma cobertura de quase 70% da carteira de clientes da seguradora. A campanha será veiculada até agosto em televisão aberta e paga, em revistas semanais de interesse geral e do segmento de seguros, além de mídia online, mídias sociais e canais próprios de conteúdo.
A Fundación Mapfre acaba de fechar um acordo de colaboração com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) para a realização do Programa de Inclusão para a Prevenção do Fracasso Escolar – uma iniciativa criada para melhorar o desempenho escolar de alunos em situação de vulnerabilidade (indígenas, afrodescendentes, pessoas em situação de pobreza, portadores de deficiência ou estudantes rurais).
As dificuldades enfrentadas por crianças e adolescentes em situação de risco educacional estão relacionadas não somente às suas condições de vida, mas também às condições de escolaridade. Neste sentido, o objetivo é produzir respostas pedagógicas para situações escolares específicas que afetam a educação de milhares de crianças e adolescentes no Brasil e em mais três países latino-americanos participantes: Chile, Colômbia e México.
A expectativa é beneficiar diretamente 20 mil professores da América Latina e, indiretamente, 600 mil crianças que serão atingidas pelos conteúdos disseminados pelo programa. Para isso, o programa se desenvolverá em três frentes de atuação.
Em cada país participante serão identificadas três escolas que tenham alcançado resultados positivos com a permanência de seus alunos e a continuidade dos estudos. Essas instituições serão premiadas com um estágio para conhecer de perto o sistema educativo finlandês, que é referência mundial por ocupar as primeiras posições nos resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA).
Com o objetivo de capacitar a comunidade educativa nas temáticas propostas, serão promovidos seminários na Colômbia, México e Chile.
E, para apresentar os resultados do projeto e promover o debate sobre a questão do fracasso escolar e da educação inclusiva, está prevista a realização de um congresso internacional no Brasil no segundo semestre de 2015. Paralelamente, também será realizada uma reunião de especialistas e representantes ministeriais, como objetivo de analisar os principais desafios para cada um dos países da região.
“É uma honra atuar em parceria com a OEI para a realização de um programa tão importante como esse, que investe na qualificação de professores com o objetivo de promover a inclusão escolar de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Esta é, sem dúvida, uma iniciativa alinhada às diretrizes da Fundación Mapfre, que acredita no poder de transformação dos jovens e, para isso, apoia ações capazes de promover o desenvolvimento da sociedade e a inclusão social em diferentes níveis, construindo uma cultura de respeito às diferenças e garantindo a igualdade de oportunidades”, destaca Wilson Toneto, presidente da Mapfre Brasil.
A cerimônia de assinatura do acordo de colaboração entre a Fundación Mapfre e a OEI aconteceu hoje, às 9h30, no Auditório da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O evento contou com a presença do Secretário Geral da OEI, Paulo Speller, e do presidente da MAPFRE Brasil, Wilson Toneto, que, juntos celebraram esta importante parceria em prol da sociedade.
“Para a OEI essa parceria já consolidada com a Fundación Mapfre vem colaborar mais uma vez com as políticas públicas dos países membros da OEI, no sentido de ampliar e promover a equidade educacional na região a milhões de crianças e adolescentes que são, cotidianamente, excluídos do processo educativo por falta de oferta adequada e condições dos sistemas de ensino”, destaca Paulo Speller, Secretario Geral da OEI.
Este não é o primeiro acordo firmado entre a OEI e a FUNDACIÓN MAPFRE, que já atuam em parceria desde 2009 com o Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – A Escola Aprendendo com as Diferenças.
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