Fernando Gonçalves passa a liderar linhas financeiras na Chubb

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Fernando Gonçalves foi promovido a gerente de Linhas Financeiras da Chubb Seguros e será responsável por liderar a equipe de subscrição dos produtos de Linhas Financeiras, como D&O, E&O e Fraudes Corporativas. Advogado, formado pela Unip, com pós-graduação em Direito Tributário, pelo IBET, além de diversos cursos nas áreas de Seguros, Resseguros e Lideranças, o profissional está na Chubb desde 2011, onde ocupava o cargo de coordenador da área, e possui oito anos de experiência em direito empresarial.

Riscos cibernéticos em debate no dia 28 de abril

riscos ciberneticos eventoRiscos cibernéticos é o tema do debate que acontecerá no dia 28 de abril, as 8h30 às 11 horas, durante café da manhã no restaurante Brasil a Gosto. Entre os debatedores, Edgar DÁndrea, sócio da PwC, Luciano Camargo, vice presidente da Senior Solutions, Paulo Pagliusi, CEO da MPSafe, Rodrigo Caserta, vice presidente da Totvs. O moderador do evento sera Mitchel Diniz, reporter da revista Capital Aberto. Inscrições gratuitas: eventos@capitalaberto.com.br

Corretor é peça chave para manter o faturamento do setor, diz diretor da Porto Seguro e membro da FenSeg

0002-2Fonte: CQCS

Como manter o faturamento do seguro automóvel em um momento de crise econômica e de queda nas vendas de carros zero quilômetro? Quem responde a essa equação nada simples é Luiz Pomarole, diretor geral da Porto Seguro e membro da membro da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

“Há uma grande quantidade de veículos que precisa ainda de seguros e estamos buscando esses clientes. Ter a aprovação da Susep para o seguro popular, com preços mais acessíveis, também está na agenda do setor. Porém sabemos que muitos produtos saem da lista de primeira necessidade do consumidor em momentos de crise. Ainda não sentimos isso e temos pesquisas que mostram que os segurados entendem que se perderem o carro ou a casa podem ficar numa situação ainda pior”, argumenta.

Veja a seguir os principais trechos da entrevista concedida ao portal CQCS:

CQCS – Você citou o seguro popular como uma saída para manter as vendas de seguro de carro, que em 2014 avançaram 9%, para R$ 32 bilhões. Já no primeiro bimestre do ano, o crescimento ficou em 3,9%, para R$ 4,8 bilhões. O seguro popular sai neste ano ?

Pomarole – Em maio entra em vigor a Lei Federal 12.977 que regulamenta a Lei dos Desmanches. Um vez regulamentada, a lei dá à Susep autorização para criar regras e assim permitir que as seguradoras lancem o seguro popular, como mais uma opção de proteção aos proprietários de veículos. Estamos empenhados para lançar o produto e atender a uma grande demanda.

CQCS – Será mais barato mesmo ?

Pomarole – Sim, é um seguro com preço mais acessível por ter peças usadas com garantia e qualidade igual as peças originais. Os peças usadas chegam a custar 70% menos do que as novas.

CQCS – Acha que isso será suficiente para manter o ritmo de crescimento do setor ?

Pomarole – Criar um mercado que não depende de carro novo é um bom aliado neste momento de crise, uma vez que hoje o carro novo é responsável por quase 90% das vendas de seguro automóvel. Os outros 10% são veículos destinados a frotistas e locadoras. Se não vende carro, não vende seguro.

CQCS – Acredita que o mercado segurador cresce neste ano de projeções de recuo do PIB e das vendas de veículos, sem considerar o seguro popular de carro ?

Pomarole – Se ficar igual ao ano passado já estamos contentes. Agora temos outras coberturas para oferecer, como a de terceiros. O corretor é o grande incentivador das vendas novas, levando produtos como o RC para livrar o cliente de demandas judiciais futuras de terceiros prejudicados em um acidente. Também temos a assistência de residência, um serviço com demanda crescente, e que pode ser ofertado aos clientes. Além desses dois produtos que tem grande potencial de vendas, ainda contamos com a criatividade das seguradoras para criar produtos para atingir um número maior de pessoas. Se só 30% da frota tem seguro, isso significa dizer que o mercado tem uma grande margem para criar novos produtos.

CQCS – A venda online pode ajudar ?

Pomarole – É um instrumento de divulgação, mas que depende da ação do corretor de seguros. Nem sempre a cotação fria e resulta na melhor opção. É preciso explicar o que esta por trás do preço. As diferenças, muitas vezes grandes, estão ligadas a diferenças grandes de cobertura. E quem conhece o cliente e as coberturas é o corretor. É ele que pode traduzir a melhor oferta para o cliente. A cotação é informativa e traz mais clareza. Mas é apenas um instrumento que ajuda o segurado a provocar o corretor para ajudá-lo. O trabalho final será feito pelo corretor.

CQCS – E baixar o preço do seguro não ajudaria também ?

Pomarole – A tecnologia tem ajudado muito a minimizar o risco. Um exemplo é o uso de rastreadores. O equipamento é uma das formas de reduzir o preço ao evitar o roubo e ajudar na localização e recuperação do veiculo. Também temos investido muito em cursos, como para os jovens, utilizando uma metodologia avançada para mostrar o limite do carro e do ser humano. Esse método tende a aumentar a consciência e consequentemente reduzir acidentes.

CQCS – Reduzir acidentes também é uma arma poderosa para reduzir custos. E quanto ao uso do celular na direção, há estatísticas?

Pomarole – Não temos estatísticas efetivas sobre o volume de acidentes causados pelo celular. Sabemos que cerca de 80% dos acidentes são causados pela distração das pessoas e não por defeitos ou falhas mecânicas. Os carros são muito seguros hoje e usam tecnologia avançada. A bebida é um dos maiores causadores de acidentes, seguido pela distração. O celular tem tirado o nível de concentração, mas ainda não conseguimos aferir isso.

CQCS – A seguradora pode negar indenização se conseguir provar que o segurado estava usando o celular no momento do acidente ?

Pomarole – Estamos muito longe disso. A preferência das seguradoras tem sido pela linha da conscientização. A pessoa tem seguro para cobrir acidentes. O problema que vemos é a vida. Uma distração com o celular pode tirar vidas e isso vai gerar um grande problema social. Também acreditamos que a tecnologia ajudará a reduzir tais distrações, com equipamentos que ligam e desligam o celular sem que o motorista tire as mãos do volante.

CQCS – A Azul tem apresentado índices elevados de crescimento. Será que a cria vai superar o criador?

Pomarole – Se isso um dia acontecer, tudo bem. O produto da Porto atende a uma classe de pessoas que buscam coberturas mais amplas. Já o da Azul querem apenas proteger o primeiro carro. Em ambos a qualidade, atendimento e forma de pagamento são iguais. O que muda são as coberturas. Um é básico e outro completo. A Azul tem crescido mais pois o Brasil passou por um momento forte de vendas de carros zero quilômetro para a classe média. Muitos deles realizando o sonho do primeiro carro. Depois, quando estiverem num ciclo mais maduro vão para seguros mais completos, como Itaú e Porto. Se a classe média manter o ritmo, é possível que a Azul venha a superar a Porto e não vemos problemas nisso. O que queremos é ofertar produtos sob medida para todo tipo de público.

CQCS – O desemprego tem crescido, assim como endividamento. Essas variáveis já afetaram o faturamento das seguradoras?

Pomarole – O seguro é pago em até quatro vezes e por isso não sentimos ainda qualquer efeito do desemprego. Não observamos ainda atrasos nas parcelas ou desistência nas renovações.. Pode acontecer ? Pode. Não sabemos para onde vai a economia. Sentimos mais no carro zero. Se não vende, não tem seguro. Geralmente as pessoas cortam do orçamento o que não é item de primeira necessidade. Vamos ver o que as famílias vão cortar primeiro. Como o seguro de carro está ligado a proteção, acreditamos que as pessoas vão mantê-lo no orçamento. E o corretor é fundamental na orientação de proteção ao cliente, principalmente aos riscos em momentos de crise.

Qualicorp aposta em co-participação para reter clientes e aumentar base em 2015

Fonte: Reuters – Por Aluísio Alves

Convencer um cliente de plano de saúde a migrar de um modelo totalmente coberto pela mensalidade por outro em que paga parte dos custos com consultas e exames não parece algo promissor, especialmente se a operadora quer aumentar o número de clientes.

Mas é exatamente nisso que está apostando a Qualicorp para não somente reter, como ampliar sua base de clientes, tudo isso num ano em que a economia brasileira se aproxima cada vez mais de uma recessão.

“Vamos tentar mostrar para os clientes que isso é um bom negócio”, disse nesta terça-feira à Reuters o diretor de relações com investidores da companhia, Wilson Olivieri, durante o Brazil Investment Fórum, evento do Bradesco BBI.

Antes, durante apresentação a investidores, Olivieri previu que a companhia terá neste ano um aumento líquido de 90 mil “vidas”, termo como as seguradoras chamam seus clientes.

De acordo com o executivo, a empresa está preparada para um maior número de pedidos de desligamento de planos por parte de clientes individuais, devido ao panorama econômico mais adverso, com aumento dos índices de desemprego.

Segundo Olivieri, a oferta de co-participação será um meio de reter clientes, já que esse tipo de plano tem uma mensalidade menor. Aceitando a migração, os usuários tenderiam a usar serviços como consultas e exames com menos intensidade.

Para a operadora, essa migração teria dois impactos positivos, explicou o executivo. Primeiro, a queda na sinistralidade, que é como as seguradoras chamam as despesas acima de um determinado nível esperado para atender clientes.

A co-participação é um instrumento cada vez mais usado nos planos corporativos como meio de reduzir os gastos das empresas com os planos de saúde dos funcionários. Segundo Olivieri, essa é uma tendência crescente também nos planos individuais nos Estados Unidos e a aposta da Qualicorp é que isso também aconteça aqui.

A expectativa da companhia é que, se isso acontecer, ela também se beneficie da redução das despesas pagas por serviços não prestados por clínicas e hospitais.

A lógica nesse caso é evitar que o mau uso das chamadas pré-autorizações, formulários que os clientes de planos de saúde assinam ao dar entrada num hospital, mas que nem sempre são efetivamente usados.

“Se esses serviços são cobrados, o paciente nem fica sabendo”, explicou Olivieri. “Se ele sabe, lógico que vai reclamar, porque vai pagar parte disso”. “A ideia é ter o beneficiário como parceiro para ajudar a reduzir custos.”

A meta da Qualicorp para 2015 é conseguir reajustar os preços de seus planos em 17 por cento, em média, mesmo nível que aplicou no ano passado.

Com a combinação de aumento de receitas e queda nos custos, a empresa prevê um ganho na margem líquida em relação a 2014.

Anfavea divulga desempenho da indústria no primeiro trimestre

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A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, divulgou na terça-feira, 7, em São Paulo, o desempenho do setor automotivo em março e no primeiro trimestre. Segundo a entidade o licenciamento de autoveículos no terceiro mês do ano registrou 234,6 mil unidades, alta de 26,2% em relação a fevereiro com 185,9 mil veículos.

No comparativo com março do ano passado a retração foi de 2,6% com 240,8 mil unidades no período. No acumulado do ano, o setor automotivo emplacou 17% a menos do que no ano passado: 674,4 mil unidades este ano e 812,7 mil em 2014. Para Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, o resultado positivo de março ante fevereiro era esperado:

“É preciso lembrar que em 2014 as festividades do Carnaval ocorreram em março, enquanto neste ano foram em fevereiro. O fato é que o desempenho do primeiro trimestre confirma a complexidade conjuntural que estamos vivenciando, com diversos fatores com impacto direto na confiança do consumidor e dos investidores”.

A produção no terceiro mês apresentou contração de 7% com relação a março do ano passado – 253,6 mil unidades contra 272,8 mil – e elevação de 22,9% frente a fevereiro de 2015, quando saíram das linhas de montagem 206,3 mil autoveículos. O total de unidades produzidas no trimestre ficou 16,2% abaixo do mesmo período de 2014: foram 663,1 mil unidades este ano contra 791,7 mil no ano passado.

As exportações registraram crescimento de 6,3% na somatória dos primeiros três meses, com 79,4 mil unidades este ano ante 74,6 mil do ano passado. Ao se comparar as 32 mil de março frente as 23,4 mil do mesmo período de 2014 o acréscimo foi de 36,8%. No comparativo com fevereiro, quando 31,3 mil veículos deixaram o País, a expansão foi de 2,4%.

Caminhões e ônibus
O licenciamento de caminhões terminou o mês com crescimento de 25,9% em relação a fevereiro – 6,5 mil e 5,1 mil unidades respectivamente. Contudo, na análise contra as 9,2 mil unidades comercializadas em março do ano passado, a diminuição é de 29,8%. O resultado no acumulado, com 19,3 mil unidades, está 36,6% inferior com relação as 30,4 mil de 2014.

A produção nos três meses já transcorridos deste ano está menor em 49,3% do que no ano passado, quando 42,8 mil caminhões foram fabricados – este ano o volume chegou a 21,7 mil. Em março de 2015 7,4 mil unidades deixaram as fábricas brasileiras, o que significa retração de 5,3% frente as 7,8 mil unidades de fevereiro e declínio de 46,7% contra as 13,8 mil de março de 2014.

No comparativo mensal das exportações o registro é de alta tanto com relação a março do ano passado quanto a fevereiro deste ano: as 1,8 mil unidades de março são 15,8% superiores as 1,5 mil do mesmo mês de 2014 e 25,6% acima das 1,4 mil de fevereiro. Houve registro de queda, porém, ao se analisar os três primeiros meses do ano: 6,7% a menos quando defrontadas as 4,2 mil de 2015 com as 4,5 mil de 2014.

As exportações de ônibus também seguiram alta: 12% na comparação das 1,4 mil unidades do trimestre contra as 1,3 mil de igual período em 2014. Já na produção, março encerrou com 2,8 mil chassis fabricados, um recuo de 2,9% sobre fevereiro com 2,9 mil unidades e de 24,7% contra as 3,7 mil de março do ano passado. Os dados do trimestre apontaram queda de 17,7% no confronto entre os 8,1 mil chassis produzidos este ano e os 9,9 mil no ano passado.

As vendas neste segmento no terceiro mês do ano ficaram 18,1% maior do que em fevereiro: 1,8 mil e 1,5 mil unidades. Na análise contra março do ano passado, quando foram comercializadas 2,4 mil unidades, a baixa foi de 26%. E no período acumulado de 2015 as vendas foram inferiores em 24,8% – 5,2 mil este ano e 6,9 mil em 2014.

Máquinas autopropulsadas
As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias no terceiro mês de 2015, com 4,8 mil unidades, avançaram 30,9% ante fevereiro, que registrou 3,7 mil, mas retraíram 12,5% com relação as 5,5 mil de março do ano passado. No acumulado a queda foi de 20,3% com 11,9 mil unidades em 2015 e 14,9 mil em 2014.

A produção em março deste ano ficou 23,5% superior daquela registrada em fevereiro – 6 mil contra 4,9 mil – e 14% abaixo das 7 mil fabricadas em março passado. No acumulado as 15,5 mil unidades apresentaram declínio de 22,1% frente as 19,9 mil de igual período de 2014.

As exportações no trimestre foram de 2 mil unidades, 27,8% menor do que as 2,7 mil do ano passado. Se analisado apenas março, quando 614 máquinas deixaram as fronteiras, a queda é de 25,8% no comparativo com as 828 unidades de fevereiro e de 47,1% contra os 1,2 mil produtos de março de 2014.

Nova projeção
A Anfavea revisou sua previsão de licenciamento, vendas internas e produção de autoveículos e máquinas autopropulsadas para 2015. Na visão do presidente da entidade, Luiz Moan Yabiku Junior, o desempenho do primeiro trimestre ficou abaixo das expectativas e motivaram a revisão dos dados:

“Não tínhamos dúvidas que estes primeiros três meses seriam extremamente difíceis, mas a conjuntura dos fatos nos faz revisar as projeções. Entendemos a necessidade dos ajustes na economia e temos a expectativa de que eles sejam concluídos o mais rápido possível para que as atividades como um todo sejam retomadas”.

Para autoveículos, que engloba automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, a entidade projeta para este ano queda de 13,2% no licenciamento, crescimento de 1,1% nas exportações e declínio de 10% na produção. Já para o segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias, a estimativa é de recuo de 19,4% nas vendas internas, de aumento de 1% nas exportações e de retração de 16% na produção.

Chubb lança ferramenta completa para facilitar contratação de seguros para eventos

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A Chubb Seguros desenvolveu mais uma facilidade para os corretores. Trata-se do Sistema de Eventos Chubb, uma ferramenta online que permite a contratação das coberturas de RC Eventos, RD Eventos e Acidentes Pessoais, e garante maior agilidade e autonomia aos corretores no atendimento a seus clientes.

O recurso pode ser acessado pelo site chubb.com.br e o corretor usa seu cadastro prévio. “A Chubb opera continuamente para o aperfeiçoamento de seus serviços e coberturas. Com a ferramenta, o atendimento aos nossos clientes será ainda mais eficiente”, explica Juliana Santos, Gerente de Entretenimento da Chubb, que completa: “Ao criar este sistema, o corretor poderá gerar a cotação e a carta-proposta automaticamente, fornecendo o boleto para pagamento e o certificado, de forma simples e rápida”.

Com a novidade, os corretores podem cotar diversos tipos de eventos como: ações promocionais, cafés da manhã, ações de marketing e de premiações, cocktails, camarotes, casamentos, confraternização de empresas, comemorações de aniversário, convenções, decorações de natal, eventos esportivos, feiras e exposições, musicais, peças teatrais, shows musicais entre outros.

Capemisa fecha parceria com FutebolCard

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A Capemisa Seguradora e o FutebolCard acabam de firmar uma parceria para oferecer tranquilidade aos torcedores de futebol em todo o País. A partir de hoje, dia 7 de abril, os clientes do site – que comercializa ingressos para partidas de futebol e permite que o usuário acesse as catracas dos estádios com o próprio cartão de crédito – terão a opção de adquirir o IngressoPremiável Capemisa, o novo seguro de acidentes pessoais da empresa.

“Além de ressaltar a importância da prevenção e da segurança do público, a Capemisa oferece chances de os torcedores concorrerem a prêmios com um chute a gol virtual, podendo ganhar camisas ou bonés do seu time de coração e ainda participarem de um sorteio de um par de ingressos para assistir a uma partida da Champions League”, destaca Laerte Lacerda, diretor da Capemisa.

De acordo com Laerte, no ato da compra do ingresso, o cliente terá a opção de contratar, por apenas R$ 5, o IngressoPremiável Capemisa. Segundo ele, o produto garante uma indenização ao segurado em caso de morte acidental (cobertura de R$ 1 mil) e uma garantia de despesas diversas por acidentes, que permite o reembolso do ingresso no valor de até R$ 120.

A parceria inclui também um hotsite, disponível no site do FutebolCard (www.futebolcard.com.br), no qual o torcedor poderá conhecer melhor o produto, saber como participar dos sorteios e ainda consultar seus números da sorte em uma área exclusiva.

Seguro ambiental em debate no dia 9

Bom momento para discutir o tema com o incêndio em Santos, com danos visíveis ao meio ambiente…

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A Coordenadora de RC Ambiental da AIG, Nathália Gallinari, ministrará no dia 09 de abril o workshop Seguro Ambiental: Histórico, Caracterização, Aspectos Jurídicos e Ferramentas Associadas. O curso, que ocorrerá na Escola Nacional de Seguros, tem como principal objetivo difundir os conceitos da gestão de riscos ambientais para pequenas e médias empresas, e ensinar como identificar os riscos e as responsabilidades em poluição ambiental.

A executiva da AIG, formada em Engenharia Ambiental e pós-graduada em Gerenciamento de Áreas Contaminadas, abordará durante o curso assuntos como a responsabilidade do poluidor, a poluição súbita e a poluição gradual, além dos tipos de seguros ambientais existentes no Brasil.

As inscrições podem ser realizadas no site da www.funenseg.org.br.

Agenda
Data: 09 de abril
Horário: Das 18h às 21h
Endereço: Av. Rio Branco, 277 – sala 201 – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Informações: (21) 3132-1109 / 1110 ou secretariarj@funenseg.org.br

Cartilha orienta consumidores sobre o seguro de automóveis

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Com o objetivo de esclarecer e simplificar o entendimento do seguro de automóvel, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) estão lançando a cartilha “Entenda o seu Seguro de Automóvel”. Esta é a primeira de uma série de cartilhas que irão abordar os diferentes ramos do mercado de seguros e faz parte das ações realizadas pelo setor de seguros com foco em Educação Financeira.

O Diretor Executivo da Fenseg, Neival Freitas, ressalta que o objetivo da ação é “desburocratizar e tornar mais amigável a linguagem de seguros”. Ele lembra que a cartilha “traz dicas que vão além do seguro de automóvel. É a preocupação com a segurança do consumidor.” Neival reforçou ainda a responsabilidade do corretor de seguros e destacou a importância de procurar um profissional habilitado antes de fechar negócio. “O papel do corretor é fundamental e vai ajudar o cliente a identificar suas necessidades antes de contratar um serviço. É necessário que ele esteja a par de quaisquer alterações nas informações fornecidas pelo cliente no momento da contratação de um seguro. É importante também verificar se a seguradora tem registro na Superintendência de Recursos Privados (Susep)”, finaliza.

cnseg cartilha autoA cartilha segue uma ordem precisa para esclarecer passo a passo as dúvidas dos segurados. A primeira informação trata sobre as ofertas de seguros propostas pelo mercado, explicitando sua cobertura, perfil e vantagens. Em seguida, a cartilha fala sobre os serviços oferecidos pelas seguradoras, como assistência residencial, descontos e assistência 24 horas. Lembrando ao segurado que a contratação de serviços à parte é absolutamente opcional, o texto pondera junto ao segurado as adequações de cada novo tipo de serviço às suas necessidades.

Outra questão que levanta muitas dúvidas em quem deseja adquirir um seguro é o quanto isso pesará no bolso. Pensando nisso, a cartilha mostra ao interessado o que é considerado no cálculo do seguro. Nesse ponto, outro esclarecimento relevante diz respeito à fraude no seguro, que é crime e prejudica os próprios segurados.

A cartilha também esclarece quais são os direitos e deveres de quem adquirir um seguro de automóveis. Dúvidas sobre aceitação, documentação, indenização, cancelamento e necessidade de reparos e consertos são explicadas, mostrando como proceder em cada caso. Sobre os deveres, o texto lembra a necessidade de estar em dia com o pagamento do seguro, conservar o veículo por meio de revisões periódicas, informar mudanças nas informações fornecidas no momento da contratação do seguro e como proceder em caso de roubo ou furto.

Além de esclarecer pontos sobre os seguros de automóveis, a cartilha traz ainda dicas para o conforto e prevenção dos segurados. As maiores preocupações são como os donos dos veículos devem proceder antes de uma viagem de carro ou em caso de alagamento. Assim como os cuidados que devem tomar para evitar roubos, furtos e acidentes.

CNseg apoia curso para formação de Ouvidor

cnseg ouvidor 2015Na próxima terça-feira, 7 de abril, começam as aulas da Formação de Analista de Ouvidoria, no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP). Elaborado com apoio da CNseg, o curso irá fornecer conhecimentos para implantação e administração de ouvidorias eficientes, a fim de melhorar o relacionamento entre empresas e clientes e, dessa forma, ajudar a impulsionar as vendas.

Na capital fluminense o curso será ministrado por Andréa de Albuquerque Barroso, membro da Comissão de Ouvidoria da CNseg e ouvidora do Sindicato das Entidades Abertas de Previdência Complementar, Stael Freire, coordenadora de Demandas Institucionais da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, e Gilberto Fonseca, ouvidor do Grupo D´Or e idealizador do curso.

Já na capital paulista as aulas caberão a Silas Rivelle, presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg e ouvidor da Seguros Unimed, e aos membros da mesma Comissão, Assizio Oliveira, também presidente da Comissão de Controles Internos da CNseg e ouvidor independente, e Márcia Lagrotta, ouvidora da Mongeral Aegon.

Com duração aproximada de uma semana e investimento de R$ 650,00, o curso contempla disciplinas como História da Ouvidoria, Ética, Código de Defesa do Consumidor e Análise e Melhoria de Processos.