Tokio Marine compra HCC Insurance, do Texas, por US$ 7,5 bi

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A Tokio Marine Holdings, o mais antigo conglomerado securitário japonês do mundo, divulga a aquisição da HCC Insurance Holdings por US$ 7,5 bilhões, o equivalente a R$ 24 bilhões. O negócio é o maior já feito por uma companhia de seguros japonesa no exterior, segundo o The Wall Street Journal.

A Tokio Marine está expandindo seus negócios internacionais e a compra da HCC, que tem sede em Houston (Texas), vai potencializar significativamente a sua presença nos EUA, maior mercado de seguros do mundo. Com o acordo, a Seguradora passará a ofertar seguros de saúde e trabalho, políticas de responsabilidade para diretores e conselheiros, seguro de agricultura e outras linhas especializadas.

Em nota, a Companhia informou que vai pagar US$ 78 em dinheiro por ação pela totalidade dos papéis em circulação da HCC. O preço da compra representa 37,8% do valor de fechamento da empresa na última terça-feira. A transação deverá ser concluída no quarto trimestre e está sujeita à aprovação dos acionistas e reguladores da HCC.

A aquisição da HCC, somada às atuais empresas Kiln, no Reino Unido, Philadelphia e Delphi, nos Estados Unidos, além da operação da Tokio Marine no Brasil, solidifica o Grupo como uma seguradora verdadeiramente global, com as principais franquias especializadas. Além disso, o Grupo Tokio Marine vai acelerar o crescimento em escala e rendimento de seus negócios internacionais, com um aumento de 38% para 46% nos lucros no ano fiscal de 2015.

Em um comunicado, o presidente da Tokio Marine, Tsuyoshi Nagano, afirmou que a união das operações já existentes na Tokio Marine com os segmentos de atuação da HCC contribuirá para uma maior diversificação das exposições aos riscos no portfólio global da empresa. Essa expansão trará significativa melhoria na eficiência de capital e crescimento de lucro sustentável, o que permite o estabelecimento de base de negócios do Grupo mais sólida.

De acordo com Christopher JB Williams, CEO do HCC, com a Tokio Marine, a empresa ganha espaço no cenário internacional para expandir seu portfólio e experiência, além de uma base financeira para competir com as maiores seguradoras e a oportunidade de expandir as coberturas oferecidas aos clientes.

Para o Brasil, o grupo Tokio Marine também tem um plano de expansão agressivo. Depois de atingir a expressiva produção de R$ 3,26 bilhões no ano passado, o que representou um crescimento de 22,9%, a Companhia reforçou sua atuação na área comercial para alcançar os objetivos do Plano Avançar de maneira sustentável. As ações envolvem reforço das equipes, aberturas de novas sucursais e fortalecimento do relacionamento com os Parceiros de Negócios nos quatro canais de distribuição: Varejo, Corporate, Afinidades e Contas Japonesas.

“Estamos focados na estratégia do Plano Avançar, que prevê chegarmos a uma produção de R$ 5 bilhões até 2017. Sabemos que nosso objetivo é bastante arrojado, mas as expectativas são bem realistas. Prova disso é que, nos cinco primeiros meses de 2015, nossa produção cresceu 21% em relação ao mesmo período do ano passado. Na carteira de Grandes Riscos, o avanço chega a 34%”, afirma o presidente, José Adalberto Ferrara.

Seguradoras registram lucro não consolidado de R$ 7,7 bi no 1o. quadrimestre de 2015

O mercado segurador registrou lucro líquido não consolidado tecnicamente de quase R$ 7,7 bilhões no primeiro quadrimestral de 2015, 35% acima dos R$ 5,6 bilhões do mesmo período de 2014. Excluindo o resultado de coligadas e controladas, o lucro operacional já descontado os tributos cai para R$ 5,3 bilhões de janeiro a abril de 2015, 57% acima dos R$ 3,3 bilhões do mesmo período de 2014, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira pelo consultor Luiz Roberto Castiglione, com base nos dados estatísticos divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

A taxa média de retorno do patrimônio líquido foi equivalente a uma aplicação financeira com remuneração anual de 32,50% contra 25,41%. O índice combinado foi 86,45% dos prêmios e contribuições ganhas contra 88,94% do ano passado. De acordo com o estudo, a margem de seguros foi equivalente 23,4% dos prêmios ganhos contra 20,4% de 2014. Já a margem de previdência tradicional + VGBL + PGBL representou 11,1% das rendas e contribuições contra 12,6% do ano passado. O conjunto obteve uma margem global equivalente 28,4% dos prêmios e contribuições ganhas contra 21,9% de 2014.

Castiglione afirma que esses desempenhos decorrem dos seguintes pontos:

a) O volume de produção considerando o VGBL somou R$ 55,3 bilhões nos primeiros quatro meses de 2015, 18,5% acima dos R$ 46,7 bilhões do mesmo período de 2014. Excluindo esse produto o total de vendas em seguros passa a ser de R$ 30,3 bilhões contra R$ 28,5 bilhões do ano passado um incremento de 6,1% (inferior à inflação média do período – 12 meses – IPCA = 8,17%). Veremos mais adiante que as pequenas variações se concentraram exatamente naqueles produtos que eram incentivados pelo Governo até o ano passado. No que tange ao VGBL temos um crescimento atípico devido as transferências de aplicações financeiras menos rentáveis (poupança) para o VGBL;

b) No segmento de seguros com a queda nas vendas tivemos uma redução no incremento da provisão de prêmios não ganhos fazendo com que os prêmios ganhos somassem R$ 26,5 bilhões contra R$ 24,1 bilhões de 2014 um crescimento de 9,9%. Como os sinistros cresceram somente 4,7% o mercado apurou uma sinistralidade de 48,9 % dos prêmios ganhos em 2015 contra 51,2% do ano passado. Cabe lembrar que os prêmios ganhos atuais são fruto, em grande parte, do RUN ON de 2014 e com a queda na atividade econômica a precificação se tornará mais acurada além, obviamente, do repasse da inflação;

c) Considerando que as despesas de comercialização e as outras R/D. Operacionais apresentam comportamentos bem parecidos com 2014 a Margem de Seguros representou 23,4% dos prêmios ganhos em 2015 contra 20,4% do ano passado, um aumento gerado por uma boa precificação técnica (sinistralidade menor);

d) Já o segmento de Previdência e VGBL também apresentou um maior impacto de provisões técnicas em função do crescimento do VGBL. Com isso sua margem ao final representou 11,1% das Rendas e Contribuições contra 12,6% de 2014. Com a perda do poder aquisitivo e as transferências de aplicações menos rentáveis a tendência é de crescimento menos acentuado;

e) Com Custos Administrativos comportados o Mercado gerou uma Combined Ratio de 86,45% dos prêmios e contribuições ganhas contra 88,94% do no anterior. Com o crescimento da taxa básica de juros o Resultado Financeiro apresentou um crescimento de 51,5% fazendo com que a Rentabilidade Operacional passasse de 21,9% dos prêmios e contribuições ganhas para 28,4% em 2015.

Resseguros:

Da mesma forma que no mercado de seguros (gerador de resseguros) o mercado interno de resseguros também foi afetado pela situação da economia. Entretanto, apresentou um crescimento de vendas da ordem de 52,6%. Segundo o consultor, esse desempenho só foi possível devido a maior retenção de prêmios pelo mercado interno, que absorveu 76,36% dos resseguros gerados no mercado de seguros contra 55,50% do ano passado. Essa é a explicação para o desempenho.

O lucro líquido foi da ordem de R$ 192,9 milhões contra R$ 44,5 milhões do ano passado, um crescimento de 333,9%. A taxa média de retorno do patrimônio líquido foi equivalente a uma aplicação financeira com remuneração anual de 13,77% contra 3,82% do ano anterior.

Segundo o estudo, essa performance está relacionada com os seguintes pontos:

a) Maior retenção dos negócios (resseguros) gerados no Mercado de Seguros proporcionando um prêmio ganho de R$ 1,0 bilhão contra R$ 668,3 milhões de 2014, um crescimento de 56,8%;

b) Redução da sinistralidade retida de 72,7% dos prêmios ganhos para 56,9% dos mesmos em 2015. Só aqui uma variação favorável de R$ 164 milhões;

c) Ganhos de escala nos custos administrativos. Esses representaram 12,2% dos prêmios ganhos contra 16,2% do ano passado. Uma variação favorável de R$ 43 milhões;

d) Aumento dos ganhos financeiros em função da constante elevação da taxa básica de juros. O Resultado Financeiro somou R$ 278,4 milhões contra R$ 168,5 milhões de 2014, um crescimento de 65,2%.

A Combined Ratio foi equivalente a 96,52% dos prêmios ganhos contra 115,24% do ano passado. Já a rentabilidade operacional passou de 9,97% dos prêmios ganhos para 30,05% no período em foco.

HSBC tem três empresas ligadas ao setor de seguros, lucrativas

hsbc segurosCom a área de seguros na crista da onda, a expectativa é de que o braço segurador do HSBC Brasil valorize a negociação da venda do banco, na qual especulam que o Bradesco e o Santander são os principais compradores, com ofertas próximas a R$ 10 bilhões. Especialistas afirmam ao blog Sonho Seguro que o peso das empresas ligadas ao setor de seguros é grande, assim como foi para o Banco do Brasil, que teve na BB Seguridade um dos maiores IPOs do mundo, com R$ 11,5 bilhões, e como pode ser com a Caixa Econômica, que prepara a abertura de capital da Caixa Seguridade, cujo processo ainda em desenho pelo governo e sindicato de bancos, com expectativa de chegar a R$ 9 bilhões, segundo informou o Valor Econômico. Semana passada, a corretora de seguros da Caixa, Par Corretora, estreiou na bolsa e foi considerada a melhor estreia nos últimos 2 anos e meio. O IPO do IRB Brasil RE é estimado pelo governo em R$ 4 bilhões, Segundo fontes da Reuters.

Enquanto o banco HSBC registrou prejuízo, a área de seguros encerrou 2014 com lucro. São três empresas. A HSBC Seguros Brasil registrou receitas (prêmio emitido) de R$ 804 milhões, lucro líquido de R$ 403 milhões e patrimônio líquido de R$ 962 milhões.

A HSBC Vida e Previdência encerrou 2014 com contribuições de R$ 1,6 bilhão, lucro liquido de R$ 104 milhões e patrimônio líquido de R$ 338 milhões. A HSBC Capitalização obteve arrecadação de R$ 607 milhões, lucro liquido de R$ 95 milhões e patrimônio liquido de R$ 147 milhões.

“Isso mostra que as empresas de seguro são bastante lucrativas, talvez a joia da coroa no negócio”, afirmou um fonte que preferiu o anonimato.

Europ Assistance Brasil prepara novas instalações

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A Europ Assistance Brasil prepara mudança da sede paulista para um novo endereço em Alphaville, que comportará o desenvolvimento das operações no País. Previsto para ser entregue em agosto deste ano, o prédio contará com 3.600 metros quadrados de área para call center e 1.800 metros quadrados para escritórios.
As novas instalações somam mais R$ 10 milhões aos R$ 30 milhões já investidos na modernização da infraestrutura de TI nos últimos três anos e demonstram que, dos 33 países que a multinacional francesa opera, o Brasil vem ganhando destaque e atenção.

“Estamos crescendo muito rápido e precisamos investir firmemente em tecnologias, produtos e serviços inovadores. O ambiente de trabalho será ideal para estimular em todos os colaboradores o espírito de criatividade, transparência e compromisso com o cliente”, declara Paulo Fogetti, CEO da Europ Assistance.

O layout escolhido possibilita o acompanhamento total das operações, com visibilidade de todas das posições de atendimento e painéis eletrônicos de monitoramento dos processos realizados em campo. “A visão em tempo real de todas as ilhas de trabalho e os indicadores online permitem celeridade na tomada de decisão e elevam o patamar de qualidade e excelência na prestação dos serviços”, afirma o diretor de Redes da empresa, Ricardo Alexandre.

JLT promove debate sobre seguro para riscos de petróleo hoje no Rio

content_id-9Acontece hoje, no Rio de Janeiro, o 6o. Seminário Óleo e Gás, as 13h30 as 20h, promovido pela JLT na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. O evento tem o objetivo de debater o mercado de seguros de riscos de petróleo e gás no Brasil. Entre os debatedores, além dos profissionais locais e estrangeiros da JLT RE, executivos da Tokio Marine, Zurich, JMalucelli, Austral e Agência Nacional de Petróleo (ANP), bem como Allex Ellis, embaixador da Câmara Britânica.

Entre os temas em debate estão o cenário econômico mundial e a indústria de petróleo, o mercado de seguros e a capacidade do mercado segurador nacional em oferecer soluções e produtos relacionados tanto a garantia contratuais como a danos causados ao meio ambiente.

Oito seguradoras entre as 100 maiores empresas do mundo

Fonte: CQCS

A Forbes Brasil traz a lista das 100 empresas de capital aberto do mundo extraídas do Forbes Global 2000, que revela as 100 principais entre as 2 mil empresas mais valiosas do mundo. Entre as 100, oito seguradoras, bem como dois bancos brasileiros: Itaú e Bradesco.

Na 21a. posição do ranking aparece a primeira seguradora, a Allianz, com receita de US$ 128,4 bilhões. Em 29a. vem a AXA, com receita de US$ 153,8 bilhões. A chinesa Ping An Insurance vem em 32o. lugar no ranking geral e como a terceira maior seguradora do mundo, com US$ 75,3 bilhões. A China Life é a 37a. do ranking Forbes e a quarta em seguros, com US$ 71,4 bilhões. Em quinto lugar temos a AIG, que já foi a primeira do mundo antes da crise de 2008, e sete anos depois já aparece entre as cinco maiores, com receita de US$ 67,5 bilhões em 2014 e lucro de US$ 7,6 bilhões. A sexta maior seguradora do mundo é a MetLife, com US$ 70,5 bilhões em receita, seguida pela Prudential, com US$ 99 bilhões, Zurich, com receitas de US$ 75 bilhões, Entre os bancos brasileiros, Itaú está na 42a. posição e o Bradesco em 61a. lugar no ranking mundial.

O ranking Forbes Global 2000 é elaborado com base em uma pontuação, que leva em conta receitas, lucros, ativos e valor de mercado das companhias abertas. Foram consideradas companhias de 61 países, que consolidaram receitas de US$ 39 trilhões, lucros de US$ 3 trilhões e ativos no valor de US$ 162 trilhões, além de um valor de mercado de US$ 48 trilhões.

Bradesco eleva capital em R$ 1,67 bilhão, para R$ 7 bilhões

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou nesta quarta-feira a Bradesco Seguros a fazer aporte de R$ 1,67 bilhão, totalizando capital social de R$ 7 bilhões, segundo decisão tomada na Assembleia realizada no dia 31 de março de 2015.

Willis Re lança fundo mundial de $400 milhões com foco em lucros cessantes catastróficos

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A Willis Re, divisão de resseguros da Willis Group Holdings plc (NYSE:WSH), empresa de consultoria em riscos globais, corretagem de resseguros, capital humano e benefícios, acaba de lançar um exclusivo fundo de resseguro na bolsa de valores de Nova Iorque com o objetivo de proporcionar a mais ampla proteção disponível para seguradoras contra perdas catastróficas e sistêmicas decorrentes de carteiras de seguro de responsabilidade civil.

Denominado PRIMO, o produto responde à crescente preocupação em torno do risco cumulativo e sistêmico em um momento em que as seguradoras têm registrado uma crescente exposição à responsabilidade civil: se por um lado a escala e diversificação maiores ajudam a gerenciar a perda esperada, por outro lado elas também ampliam as exposições sistêmicas inesperadas e o risco cumulativo em um mundo cada vez mais complexo e interligado.

“O PRIMO reúne mais de 25 anos de pesquisas e desenvolvimento contínuos desde o aprimoramento de seu precursor no final da década de 80. A Willis Re agora pode oferecer a seus mais diferentes clientes uma solução de resseguro experimentada e testada para protegê-los contra eventos de impacto que ocorrem em anos com muitos acidentes, criando pressão sobre as receitas trimestralizadas e representando um significativo desconhecimento em termos de quantum desde o momento em que o evento é constatado até que se torne um sinistro pago.”, explica John Cavanagh, Diretor Executivo da Willis Re.

Concebido para atender integralmente a todas as linhas de seguros de acidentes e profissionais, sendo inicialmente respaldado por 20 das maiores resseguradoras do mundo, esse novo produto global é pioneiro em cobertura de acidentes no setor, oferecendo mais de $400 milhões em capacidade de resseguro no mundo inteiro. Além disso, o PRIMO não só agiliza o processo de constituir o resseguro para lidar com a complexidade da exposição ao tail risk (riscos de cauda), mas também permite, por meio do consorciamento em sindicato, dar profundidade ao mercado, garantindo preços competitivos e resiliência ao longo de todo o ciclo.

“Se por parte dos contratantes os riscos decorrentes de terremotos, ventanias, inundações e outros riscos provocados pelo homem estão bem servidos pelos mercados de resseguro contra catástrofes patrimoniais, o segmento de riscos de acidentes a terceiros têm sido consideravelmente menos bem servidos. Os produtos convencionais de resseguro de acúmulo de sinistros podem responder bem a certos cenários de ameaça à remuneração dos trabalhadores, tais como acidentes industriais ou ameaça de terremoto, porém não foram concebidos para oferecer e não oferecem ampla proteção sistêmica. Agora, pela primeira vez, a proteção por resseguro contra catástrofes significativas encontra-se disponível, e a preços acessíveis, para subscritores de acidentes empresariais, incluindo todas as linhas de seguros financeiros”, finaliza Andrew Newman, Chefe da Divisão de Acidentes em Âmbito Global da Willis Re.

Venda Cruzada pode aumentar receita do corretor em até 30%

Fonte: Sincor-SP

Muito se fala sobre os benefícios da venda cruzada como incremento no lucro dos corretores de seguros, no entanto, a maioria dos profissionais prefere não arriscar e acaba produzindo apenas na carteira de automóvel. De acordo com uma pesquisa da Fenacor, 60% da receita das corretoras no Brasil vêm do segmento de auto, e tal porcentagem aumenta em corretoras de porte pequeno, onde o principal cliente é pessoa física.

Outro dado interessante da pesquisa é o grau de fidelidade e confiança do cliente, mostrando que 58% das corretoras renovam mais do que 90% da carteira anualmente. Com base nesses dados, a Bradesco Seguros realizou um estudo, em parceria com a Rating de Seguros, e descobriu que corretoras pequenas operam, sobretudo, com automóvel, e para crescer, podem diversificar a carteira.

Segundo a análise, existem diversas vantagens na venda cruzada, como quanto maior o número de produtos que o segurado tiver, maior a chance dele se manter como cliente, além do baixo custo em vender para os mesmos clientes, em vez de investir em novos.

Ainda de acordo com o estudo, se o corretor vender seguro de vida para apenas 10% dos seus segurados, ele consegue um incremento de R$ 75 mil no ano, considerando 120 apólices a um prêmio anual de R$ 2.500 e comissão de 25%. Já com o seguro residencial, levando em conta prêmio médio anual de R$ 400 e comissão de 30% para 20% dos clientes, o aumento seria de R$ 28,8 mil anual.

Essas hipóteses de venda são perfeitamente compatíveis, considerando um faturamento anual de R$ 360 mil. Somente com essas duas operações, a corretora poderia ter um ganho adicional, em cada ano, de quase 30% a mais em relação à sua renda bruta inicial, revela o estudo.

Porto Seguro lança nova campanha publicitária para o Trânsito+gentil

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Dê a primeira buzinada quem nunca cometeu uma pequena barbaridade no trânsito. Um avanço sobre a faixa de pedestres, uma disputa para mudar de pista, um gesto pouco cordial para outro motorista. No trânsito, há muitos gatilhos para despertar o ogro que existe em nós. Por isso, “quando for pegar o carro, deixe o ogro em casa”.

Esse é o tema da nova campanha do Porto Seguro Auto para sua plataforma Trânsito+gentil, que foi lançada há cinco anos e estimula a prática da gentileza como meio de evitar situações estressantes no trânsito. As iniciativas incluem intervenções para conscientizar os motoristas, engajamento nas redes sociais e divulgação de conteúdos sobre o tema no site.

Criado pela Caso Comunicação e produzido pela Vetor Zero, o filme une captação ao vivo e animação 3D para transformar um motorista em ogro quando ele toma uma atitude pensando apenas em si, e procura mostrar como esse comportamento é inconveniente e possível de se evitar.

Além da campanha, o Porto Seguro Auto, a partir deste mês, oferecerá mais uma vantagem para o bom condutor: 7% de desconto na contratação ou renovação do seguro para quem não tiver pontos na carteira de habilitação. O benefício é oferecido a motoristas das regiões do Sul e Sudeste, além da Bahia, Pernambuco e Ceará.

Sobre o desconto

Para a concessão do desconto, será avaliada a pontuação da CNH do principal condutor do automóvel. Para isso, basta informar ao corretor de seguros o número CNH que automaticamente a validação será feita. Se o condutor não tiver pontos na carteira, o desconto será concedido nos seguros com vigência após o lançamento do benefício, tanto para quem já é segurado Porto Seguro Auto, como para novos clientes

Clientes Porto Seguro Auto podem obter mais descontos no valor do seguro ao pagá-lo com o Cartão de Crédito Porto Seguro, que pode ser solicitado diretamente ao Corretor. Ao utilizar o Cartão no dia a dia, o segurado acumula pontos que podem gerar desconto extra no seguro e na franquia, entre outros benefícios.