Apesar de cenário desafiador, Munich Re eleva projeção de lucro para 2015

nikolaus 2A Munich Re, maior resseguradora do mundo, elevou sua meta de lucro para 2015 de 2,5 bilhões de euros para 3 bilhões de euros, após divulgar o lucro líquido de 1,7 bilhão de euros (US$ 1,17 bilhão) no segundo trimestre do ano, ultrapassando a média de 758 milhões de euros previstas por uma série de analistas. O bom desempenho foi justiçado por perdas com catástrofes menores do que o esperado. Os prêmios avançaram 5,2%, para 12,5 bilhões de euros no segundo trimestre. O índice combinado de resseguro melhorou oito pontos percentuais, caindo para 93,3%. “Apesar de gratificante publicar esses números, tenho de dizer que a concorrência em resseguros segue sendo um grande desafio”, comentou Nikolaus von Bomhard, em comunicado ao qual blog Sonho Seguro teve acesso.

Sorte das resseguradoras que vivenciaram no primeiro semestre do ano perdas menores com catástrofes naturais, assim conseguiram compensar a queda com ganhos financeiros, diante de taxas de juros cravando recordes de baixa, bem como também são obrigadas a praticar um preço mais baixo diante da acirrada competição do setor, tanto em seguros como em resseguros.

Ter uma sinalização de que o mercado soft, de taxas em queda, está se revertendo, também ajudou no otimismo da resseguradora para elevar o alvo do lucro para este ano. Isso não quer dizer que o mercado está fácil. A tensão continua entre os competidores, uma vez que há excesso de capital disponível no setor para aceitar riscos. Um momento bom para os compradores de seguros.

Em julho, mês que concentra grandes renovações de contratos, a Munich Re registrou redução de 2,1% em um total de renovações de € 2,3 bilhões. A taxa foi menor do que os 3,6% registrado um ano atrás, informou o grupo.

Bento Zanzini deixa a vice-presidência de vida da BB e Mapfre

bento zanziniBento Zanzini deixa a vice-presidência de vida da BB e Mapfre depois de décadas contribuindo para a construção do segmento de vida e previdência da Mapfre e também do setor diante da participação ativa que sempre teve em atividades institucionais, seja como palestrante em eventos, como em horas concedida em entrevistas a jornalistas interessados em entender e difundir o seguro de vida no Brasil. Ele mesmo informou ao o blog Sonho Seguro sua saída. “O grupo Mapfre na Espanha ofertou um programa de aposentadoria interessante, que foi também disponibilizado no Brasil, e eu pensei bem e aceitei. Estou com saudades de tantas coisas. Dar aula, por exemplo, é algo que adoro e tive de deixar de lado”, comentou.

Sucesso querido Bento. Sai das amarras corporativas e vai se encantar com tantas atividades interessantes que virão pela frente. Semana que vem ele já vai para uma bem bacana. Participará de um seminário de microfinanças na Nicaraguá.

Em seu lugar assume um colega espanhol, que há anos atua com seguro de vida na América Latina.

Tokio Marine relança opção de pagamento em 4 vezes sem juros no boleto bancário

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Atendendo a uma demanda de seus Parceiros de Negócios, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos securitários do mundo, relança a opção de pagamento em quatro vezes sem juros no boleto bancário. A alternativa é válida para a quitação do prêmio dos produtos Auto Individual. A Companhia informa ainda que permanece inalterada a modalidade de cobrança débito em conta em até seis vezes sem juros, nos bancos conveniados – Banco do Brasil, Bancoob, Bradesco, Caixa Econômica, Citibank, HSBC, Itaú e Santander.

“Temos a prática de ouvir as sugestões dos nossos Corretores e Assessorias e aplicá-las em nosso dia a dia. Sendo assim, decidimos oferecer novamente a possibilidade de pagamento em quatro vezes sem juros na ficha de compensação. É mais uma alternativa para facilitar o trabalho dos nossos parceiros”, explica o Presidente da Tokio Marine, José Adalberto Ferrara.

De acordo com o executivo, a Seguradora está focada em crescer organicamente, sustentada pelos pilares de qualidade e compromisso do time de Colaboradores, qualidade dos produtos e entrega. “O trabalho da Tokio Marine é feito com base em seis valores difundidos por toda a Companhia: respeito, ética, transparência, trabalho em equipe, excelência em produtos e serviços e compromisso com a satisfação dos 3C´s: Colaboradores, Corretores e Assessorias e Clientes”, finaliza o executivo.

RSA divulga resultados positivos e tenta elevar oferta da Zurich

RSAO lucro operacional da RSA para o semestre saltou 84%, para £ 259 milhões, enquanto o lucro antes de impostos subiu 317%, para £ 288 milhões. Os prêmios líquidos ficaram estáveis em £ 3,2 bilhões, porém em queda quando considerados os impactos do câmbio. No mesmo período do ano passado os prêmios totalizaram £ 3,4 bilhões, segundo comunicado divulgado ao qual o blog Sonho Seguro teve acesso. O índice combinado ficou em 96,9% no semestre.

Segundo agências internacionais, o forte desempenho poderia perturbar uma oferta potencial para a empresa britânica pela Zurique, que é entendido como ser considerando uma oferta em £ 5,4 bilhões, menor do que os £ 6,2 bilhões que os advisers calculavam. A esperança é que o com o forte resultado divulgado hoje a oferta suba para £ 5,4 bilhões.

Analistas afirmam que a Zurich só estaria disposta a pagar mais para negócios que gerem retornos de pelo menos 10%. Se isso não for possível, devolverá o dinheiro para os acionistas. A RSA confirmou a venda da operação na América Latina, mas não fez comentários em seu balanço. A performance das operações da AL, Irlanda e Reino Unido contribuiu decisivamente para o bom resultado de semestre.

Allianz divulga Relatório de Sustentabilidade 2014

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A Allianz Seguros publica o seu terceiro relatório anual de sustentabilidade que está disponível no endereço: www.relatorioallianz.com.br. Referente à atuação da companhia em 2014, trata o tema nas dimensões social, ambiental e econômico-financeira. O documento foi elaborado com base nas diretrizes G4 – versão mais atual da Global Reporting Initiative (GRI), organização que estabeleceu o padrão de relato de sustentabilidade mais difundido internacionalmente.

“Temos a Sustentabilidade como um de nossos pilares. Em nosso entendimento, a gestão sustentável é a melhor maneira de uma companhia ser próspera nos negócios e realmente estar inserida na sociedade em que atua. Então, ao integrarmos as questões sociais, ambientais e de governança fortalecemos os nossos resultados e impactamos positivamente o presente e o futuro de pessoas e locais com nossas ações”, afirma Ingo Dietz, diretor de Relações Institucionais da Allianz Seguros.

Desenvolvimento da sociedade

O ano de 2014 foi emblemático à Allianz. Além de ter completado 110 anos de operação no Brasil, comemorou os 20 anos da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA). Ao longo dessas duas décadas, a instituição atendeu mais de seis mil crianças e adolescentes da comunidade Santa Rita, localizada no bairro de Cangaíba, zona leste de São Paulo.

O My Finance Coach é outra ação da Allianz voltada à sociedade. Totalmente gratuito, é aplicado por jovens aprendizes até membros do Comitê Executivo da companhia a alunos de 10 a 14 anos de escolas públicas e privadas e ONGs das capitais paulista e fluminense. Até o final do último ano, 4.300 jovens de 15 instituições foram beneficiados.

Soluções verdes

Por pertencer a um Grupo conectado com os desafios globais, a Allianz Brasil oferece seguros que auxiliam na mitigação dos impactos ambientais e sociais. Como exemplos, podem ser citados os produtos Agrícola e Floresta, com indenizações em caso de perdas por condições adversas do clima, como também o Residência, Condomínio e Empresa PME, que oferecem consultoria e descarte sustentáveis aos segurados.

Contribuição dos colaboradores

Ao longo de 2014, a região Sudeste, onde está instalada a sede da Allianz e concentrados cerca de 90% dos colaboradores da Allianz, viveu a pior crise hídrica dos últimos 84 anos. Então, como forma de contribuir na contenção desse cenário, a Allianz, com a colaboração de seus empregados, intensificou as ações de uso consciente do recurso.

Além de o prédio em São Paulo obedecer a rígidos requisitos ambientais e de sustentabilidade com certificação ambiental e selo Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) e ser preparado, por exemplo, para captar a água da chuva, muita disciplina e auxílio de outros itens incidiram contra o desperdício. E, portanto, implicaram no percentual de economia em 2014, em relação a 2013.

Perspectivas

Em 2015, a Allianz espera crescer aproximadamente 10%, isto é, acima do mercado. Porém, pautada no desenvolvimento sustentável e em inovação. Prova disto é o lançamento do Allianz Auto Instituto Ayrton Senna, o primeiro seguro de automóvel com o benefício social do Brasil.

Resseguro em pauta com embaixador britânico

Foto_Embaixador UK_JLTO embaixador britânico, Alex Ellis, recebeu o CEO da JLT Resseguros, Rodrigo Protásio, e o representante da estatal inglesa Lloyd’s, Marco Castro, no consulado, no Rio de Janeiro, na tarde desta quarta-feira (05). Em pauta, as mudanças no setor de resseguro nacional, que além de anunciar o fim do protecionismo de mercado vai também abrir capital na bolsa, em outubro. A intenção é aumentar a participação da Lloyd’s no Brasil e ajudar a fomentar o mercado brasileiro de resseguros estimado em R$ 10 bilhões anuais.

Liberty compra Penta Security no Chile e descarta compra da RSA

Pablo_Barahona_LibertyO grupo Liberty Mutual comprou, em julho, uma das principais seguradoras do Chile, a Penta Security, por US$ 162 milhões, passando a ter 20% de market share no segmento de seguros gerais no país. Segundo comunicado,a Penta oferece uma oportunidade sólida para o crescimento da Liberty Mutual Insurance no mercado de seguros não vida do Chile, que movimenta cerca de US$ 3 bilhões, bem como fortalece a expansão do grupo na América Latina.

“A Liberty Mutual tem registrado resultados consistentes no Chile, e acreditamos no crescimento futuro da região”, disse Luis Bonell, presidente da Liberty International. “O mercado chileno de seguros gerais registrou uma taxa de crescimento anual de 9,3% nos últimos cinco anos”, acrescentou Pablo Barahona, líder das operações do grupo na América Latina e Europa Continental. “A força do mercado chileno nos dá força para o crescimento na América Latina.”

Veja abaixo a entrevista publicada pelo jornal Diario Financeiro com Pablo Barahona, que comandou a subsidiária brasileira até o ano passado,passando o cargo para Carlos Magnarelli. Na conversa, Barahona descartou, segundo o jornal, interesse na compra da inglesa RSA diante do desafio da integração das operações com a Penta assim que acordo for aprovado pelos órgãos reguladores.

O grupo já tinha adquirido a Allianz, em 2003, e a carteira de seguros da ING no Chile, em 2004. Esta é a compra mais importante?

Eu diria que é um investimento maior do que os anteriores em quota de mercado e também em preço.

Como ficam em participação de mercado?

Há que distinguir entre prêmios diretos -inclui os resseguros- e os retidos. Trabalhamos mais com este último, onde em 2014 tínhamos uma quota de mercado de 9,2% e a Penta Security de 9%. Somos duas empresas praticamente do mesmo tamanho. Quanto aos prêmios brutos ou diretos, eles terminaram o ano passado com 10,7% e nós próximos de 10%. Consolidando as operações passamos a ter a liderança do mercado.

O grupo tinha em mente ser líder em seguros gerais?

Não, não é uma meta, nem obsessão, nem ambição. Embora, obviamente, ter escala nos dê mais vantagens e eficiências.

Há sinergia entre Liberty e Penta?

São semelhantes. Em relação a canais de distribuição, as duas trabalham com corretores. Oferecemos produtos semelhantes, que são linhas pessoais (veículo, residência, acidentes pessoais) e produtos para empresas (incêndio, terremoto, responsabilidade civil, transporte).

Quais são os principais objetivos do plano de negócios e crescimento com esta aquisição?

É uma promessa de compra e venda que deve passar pelas aprovações regulamentares antes de lançar a OPA. Portanto, não há planos de curto prazo. O que vem agora para nós é o entendimento do que é a Penta; compreender qual a cultura, estilo de gestão, pontos fortes e áreas de oportunidades. Com calma, vamos analisar e desenhar o melhor plano de negócios para a consolidação das operações.

O que se passa com a marca Penta e sua baixa reputação?

Estou ciente da exposição que a marca tem tido nos últimos tempos. Certamente é do nosso interesse mudar a marca o mais rapidamente possível. Mas temos que recorrer às normas para fazer este trâmite, mas a rapidez depende do regulador.

E quanto à infraestrutura e o pessoal da Penta Security?

Seguirá tudo igual até que tenhamos claro o plano de integração, o que ainda levará tempo.

Terão um edifício corporativo único?

Temos muitas coisas pela frente. Esta é uma delas, mas por agora não temos nada em vista.

XL, AXA e Argo registram queda no lucro líquido

© Copyright 2010 CorbisCorporationAlém dos balanços financeiros da Porto Seguro e Itaú, tivemos também três importantes publicações mundiais de seguradoras presentes no Brasil. Axa, XL e Argo registraram queda no ganho, principalmente em razão da turbulência dos mercados acionários gerada pelos problemas da Grécia. Em vendas, as três registraram avanço, segundo análise do blog Sonho Seguro.

XL – O grupo divulgou lucro operacional de US$ 245,8 milhões no segundo trimestre do ano, abaixo dos US$ 279 milhões do mesmo período do ano anterior. O declinio no ganho foi justificado pela integração com o grupo Catlin. No semestre, o ganho operacional chegou a US$ 440 milhões, abaixo dos US$ 518 milhões. O lucro líquido do semestre chegou a US$ 950 milhões, comparado a um prejuízo de US$ 23,3 milhões no mesmo period de 2014. Os prêmios, considerando-se a Catlin, avançaram 42%, para US$ 3 bilhões no segundo trimestre deste ano. No semestre, o grupo registrou prêmios de US$ 5 bilhões.

AXA – O lucro líquido da francesa recuou no primeiro semestre do ano para US$ 3,3 bilhões, enquanto os prêmios avançaram 10%, para US$ 54 bilhões.

Argo – O grupo registrou avanço de 7,2% no volume de prêmios no segundo trimestre do ano, para US$ 557,8 milhões. A alta se deve a boa performance do segmento de garantia. O lucro líquido foi de US$ 27,9 milhões, ficando abaixo dos US$ 38,6 milhões do mesmo periodo do ano anterior. O índice combinado foi de 95,4% no segundo trimestre do ano.

Confirmada a saída de Leonardo Paixão do IRB

© Copyright 2010 CorbisCorporationUm tanto quanto tumultuada a saída de Leonardo Paixão do comando do IRB Brasil Re, maior resseguradora local do Brasil e também da América Latina. José Cardoso, que vinha cuidando da área de resseguro e que era tido como certo na presidência, assumiu o cargo oficialmente. Na versão contada por pessoas próximas a Paixão ao blog Sonho Seguro, a saída dele dois meses antes da oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), se deu porque os acionistas privados não concordaram com as exigências feitas para se manter no cargo com responsabilidades muito maiores que são imputadas a um dirigente de uma companhia com ações em bolsa, inclusive respondendo por questionamentos de acionistas internacionais.

Diante da pressão, contam, os acionistas apostaram na saída de Paixão, mesmo com os riscos que isso pode imputar a preparação do IPO, previsto para outubro. Outra informação que circula nos bastidores cheios de meias palavras para entender a saída do executivo que vinha preparando o IRB desde 2013, é que os principais bancos que atuam como advisers, Itaú e Bradesco, ambos também acionistas do IRB, têm expectativa de que o IPO chegue a três vezes o patrimônio líquido da empresa, que gira em torno de R$ 2,8 bilhões. A referência internacional para demandas de IPO é de uma vez e meia o PL.

Mas o que conta mesmo é que o IPO do IRB, que deteve o monopólio por 69 anos e mais cinco de protecionismo, está ai e conta com o empenho do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que se esforça para arrecadar receitas e reduzir o déficit fiscal do governo. A BB Seguridade detém cerca de 20% do IRB, o Bradesco 20%, o Itaú 15% e fundos de pensão 10%.

O balanço do primeiro semestre do IRB, que será em breve publicado, sinaliza bons resultados para o período, com lucro líquido estimado em R$ 340 milhões. A expectativa está em analisar se foram feitas as provisões para sinistros avisados e também estimados, diante da incerteza que todos têm hoje sobre as provisões que devem fazer por conta da Lava Jato, que paralisou obras e tem pago custas judiciais de muitos executivos envolvidos nas investigações.

Temos aqui um tema que promete gerar muitas notícias, desde a abertura da sala de informações para os interessados no IPO até ver quem será o presidente indicado por quem levar os 40% ofertados. Estamos de olho.

Pan Seguros firma parceria com a Rede Secovi de Imóveis

Macedo: buscamos soluções inovadores

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A Pan Seguros e a Rede Secovi de Imóveis anunciam parceria que terá como destaque a segurança e a credibilidade exigidas pelo mercado imobiliário para atuar no segmento de seguro fiança locatícia. Em um trabalho conjunto, as instituições apresentam uma solução que, além de dar suporte completo às imobiliárias, atende a todas as demandas do mercado e traz atributos, como agilidade na aprovação, competitividade de preço, atendimento pessoal e coberturas diferenciadas.

Formada por um grupo de imobiliárias associadas ao Secovi-SP (Sindicato da Habitação), a Rede Secovi de Imóveis selecionou a seguradora por ter a expertise necessária para o negócio. “A parceria une a credibilidade e respeito da marca Rede Secovi à inovação e solidez da PAN Seguros”, destaca José Carlos Macedo, CEO da Pan Seguros.

O acordo permitiu à Pan Seguros criar grupos de trabalho envolvendo a Rede Secovi e suas imobiliárias, com o objetivo de entender todas as necessidades de melhoria que o seguro fiança exige. “Com estas informações em mãos, criamos um produto que atende diretamente essas solicitações. Estamos certos de que iremos elevar o nível de satisfação das imobiliárias e de seus clientes”, explica Macedo.

Com o Pan Aluguel Garantido – nome do produto da PAN Seguros –, as imobiliárias ganham mais rapidez no momento da contratação do aluguel do imóvel e a garantia do ressarcimento pelos prejuízos que venham a sofrer em decorrência do não cumprimento do contrato de locação, desde a inadimplência do aluguel até os danos causados no imóvel. “Por diversos motivos, entre eles, mais segurança para o locador e a escassez de fiadores dispostos e habilitados, as imobiliárias estão cada vez mais optando por só trabalhar com este tipo de seguro em suas negociações”, complementa o CEO da PAN Seguros.

“As imobiliárias estão em um novo patamar de atendimento, estendendo a consultoria que prestam a seus clientes a outros serviços, indo além da intermediação entre compradores e vendedores de imóveis. Com a Pan Seguros, nossos corretores poderão oferecer mais uma solução diferenciada a quem faz negócios em nossas associadas”, diz Nelson Parisi Júnior, presidente da Rede Secovi de Imóveis.

O acordo permite ainda aos clientes das imobiliárias da Rede Secovi descontos especiais nos produtos de Incêndio, Residencial e Empresarial.