Tokio Marine patrocina “Chaplin, O Musical”

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Seguindo sua estratégia de exposição de marca e em apoio à cultura nacional, a Tokio Marine Seguradora, subsidiária de um dos maiores grupos de seguros do mundo, patrocina a temporada do espetáculo “Chaplin, O Musical”. Sucesso da Broadway, o roteiro original de Christopher Curtis e Thomas Meehan é adaptado por Miguel Falabella e tem produção de Claudia Raia e Sandro Chaim. No elenco, Jarbas Homem de Mello encena um dos maiores gênios das telas, o inglês Charles Chaplin, e Marcello Antony atua como Sidney Chaplin, seu irmão.

A peça fica em cartaz no teatro Procópio Ferreira, na capital paulista, até o dia 18 de outubro. “É uma grande satisfação para a Tokio Marine patrocinar e incentivar eventos culturais. Democratizar o acesso à cultura é muito importante para o País e estimular a realização de projetos como esse faz parte da filosofia e essência da Companhia”, diz o Diretor-Executivo de Estratégia Corporativa da Tokio Marine, Masaaki Itakura.

Os Colaboradores e os Clientes dos produtos Auto, Residência, Condomínio e Simples Empresa têm desconto de 20% na compra de até dois ingressos na bilheteria do teatro durante toda a temporada do musical. Para conseguir o preço especial, basta apresentar o crachá da empresa ou a carteirinha física e identificar o número de segurado. A Seguradora também terá sessão para 200 Corretores e Clientes em 03 de outubro e para 124 Colaboradores no dia 04 do mesmo mês.

“É uma alegria enorme para o teatro brasileiro poder contar com o patrocínio de empresas como a Tokio Marine Seguradora, que realmente se preocupam com o incentivo à cultura e aos bons projetos no País. E nada mais justo que retribuir essa parceria com um espetáculo impecável do início ao fim, como é “Chaplin, O Musical”. Nos dedicamos muito e estamos muito felizes com o apoio de todos nesse musical!”, agradece Claudia Raia.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Teatro Procópio Ferreira, Rua Augusta, 2.823, e no site http://www.ingressorapido.com.br.

“Chaplin, O Musical”

“Chaplin, O Musical” refaz os passos que levaram Charles Chaplin ao estrelato. Jarbas Homem de Mello, no papel de Chaplin, divide com o irmão mais velho, Sydney (Marcello Antony), o sonho de uma vida melhor. Inspirado pelo talento da mãe, Hannah (Naíma), que brilhava como cantora de teatro, Chaplin despertou a atenção dos produtores e donos de estúdios de cinema. Durante o musical, o público acompanha os detalhes que fizeram nascer um grande personagem e seu empenhado mestre criador. A intenção é trazer o espectador para o fascinante backstage do astro do cinema mudo

Ficha técnica:

Texto Original: Christopher Curtis e Thomas Meehan

Músicas e letras originais: Christopher Curtis

Versão Brasileira: Miguel Falabella

Direção: Mariano Detry

Produtores Associados: Claudia Raia e Sandro Chaim

Direção Musical e Vocal: Marconi Araújo

Direção Geral: Mariano Detry

Coreografia: Alonso Barros

Cenografia: Matt Kinley

Figurino: Fábio Namatame

Visagismo: Dicko Lorenz

Orquestração: Larry Hochman

Serviço:

Espetáculo “Chaplin, O Musical”

Data: Até 18 de outubro

Horário: Quinta e Sexta às 21h; Sábado às 17h e às 21h e Domingo às 16h e às 20h

Local: Teatro Procópio Ferreira

Endereço: Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César – São Paulo/SP

Visite o site oficial para mais informações: http://www.teatroprocopioferreira.com.br/

Travelers assume P&C da JMalucelli e passa a chamar Travelers Seguros Brasil

O Paraná Banco informou em nota aos seus acionistas e ao mercado que concluiu a transferência da sua participação majoritária na operação de Seguros Patrimoniais e de Responsabilidades (P&C) para sua sócia norte-americana Travelers. A operação de P&C deixou de fazer parte da holding de Seguros JMalucelli Participações em Seguros e Resseguros S.A. e operará sob o nome Travelers Seguros Brasil​ 1​ , na qual o Paraná Banco permanecerá como sócio com 5% de participação. A holding JMalucelli Participações em Seguros e Resseguros, proprietária das operações de Seguro Garantia e Resseguros continua com a mesma estrutura, com participação majoritária do Paraná Banco de 50,5%.

Mercado segurador participará da consulta pública sobre Base Nacional Comum Curricular

Fonte: CNSeg

Pesquisa da CNseg pretende identificar que seguradoras possuem escola/universidade corporativa A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação lançou em 16 de setembro uma consulta pública para colher opiniões e sugestões sobre o texto preliminar da Base Nacional Comum Curricular (BNC), que busca a padronização de pelo menos 60% do currículo da educação básica, compreendida pela Educação Infantil, Ensino Fundamental, e Ensino Médio.

A BNCC está organizada em quatro áreas de conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza. A integração entre os componentes de uma mesma área do conhecimento e entre as diferentes áreas é estabelecida, ainda, pelos temas integradores: (1) Consumo e educação financeira; (2) ética, direitos humanos e cidadania; (3) Sustentabilidade; (4) Tecnologias digitais; e (5) Culturas africanas. As áreas de conhecimento perpassam objetivos de aprendizagem de diferentes componentes curriculares, nas diferentes etapas da educação básica.

Com o intuito de fazer sua parte e contribuir para a BNC, a CNseg está realizando uma pesquisa junto ao mercado segurador para identificar quais empresas possuem escola/universidade corporativa, pois, como dizia Paulo Freire: “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.

Os interessados em participar diretamente da consulta pública podem fazê-lo até 15 de dezembro pelo site basenacionalcomum.mec.gov.br.

Caixa decide adiar abertura de capital da Caixa Seguridade

Fonte: Estado de S.Paulo, por Fernanda Guimarães, Aline Bronzati, Murilo Rodrigues Alves

O governo desistiu de abrir neste ano o capital da Caixa Seguridade Participações, nova empresa que foi criada para reunir todas as companhias de seguro do banco estatal. A decisão foi tomada oficialmente ontem em reunião do conselho de administração da Caixa, da qual participam representantes do banco estatal e dos ministérios da Fazenda e do Planejamento.

A expectativa anterior era que a operação poderia ser feita ainda neste ano, mas agora a previsão é que só se dará em 2016. A decisão, segundo o banco, está ancorada no “momento atual do mercado”. A abertura de capital da Caixa Seguradora é uma das receitas extras que o governo contava para fechar as contas deste ano com superávit. A estimativa era arrecadar, no mínimo, R$ 4 bilhões em impostos com a operação.

Os bancos envolvidos na operação já haviam sugerido o adiamento com o respaldo de que uma oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) neste momento, de forte aversão ao risco, significaria, na prática, um grande desconto no valor da companhia. A previsão inicial era de que o IPO ocorresse no fim de outubro e movimentasse R$ 10 bilhões, segundo fontes. No entanto, se a oferta fosse levada adiante, no atual ambiente, a cifra poderia cair para menos da metade, conforme as mesmas fontes.

Antes mesmo da piora no cenário, com a perda de selo de bom pagador do Brasil pela Standard & Poor’s (S&P), o IPO da Caixa Seguridade em outubro já estava em xeque visto que um atraso nas negociações para renovação antecipada do contrato de exclusividade para a venda de seguros com os sócios que controlam a companhia, a CNP Assurances, havia comprometido a realização da operação nessa janela.

Os franceses chegaram a ofertar R$ 10 bilhões para renovar o contrato de forma antecipada, mas, não atingiram um consenso com o banco público na forma de pagamento.

IRB Brasil. No momento, há dois IPOs em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Além de Caixa Seguridade, o ressegurador IRB Brasil Re também planejava sua oferta para este mês, mas a emissão também foi adiada, segundo fontes. Neste caso, se o mercado tiver uma melhora, a oferta pode acontecer em dezembro, última janela possível neste ano.

As duas operações foram lançadas no contexto do ajuste fiscal proposto pelo governo e, com as postergações, são duas receitas anteriormente contabilizadas para 2015 que podem não se concretizar. O governo conta com R$5 bilhões em concessões e permissões neste ano. A meta de superávit para a União é de R$ 5,8 bilhões.

Os IPOs no Brasil são muito dependentes de estrangeiros, que na média histórica acabam ficando com cerca de 70% das ações ofertadas. No entanto, como muitos players já dão como certo a perda de mais um selo de bom pagador pelo Brasil, muitos investidores com mandatos que restringem investimentos nessa situação já começam a se posicionar para essa realidade.

“Mercado de resseguros deve deslanchar a partir de 2017”

Fonte: Boletim Acontece, da Escola Nacional de Seguros

A resolução CNSP nº 322, editada neste ano e que propõe a redução gradativa dos limites de operação intragrupo e de cessão para resseguradores locais, demonstra uma intenção do Estado em retomar o processo de abertura do resseguro nos próximos dois anos. É o que acredita o advogado Daniel Schmitt, sócio do escritório Schmitt Advogados.

“O poder estatal acredita que o mercado brasileiro já se mostra maduro para conviver com uma competitividade horizontal. A nova norma, então, restabelece aquilo que se objetivava no início e, com isso, o setor deve deslanchar a partir de 2017”, afirmou Schmitt, um dos palestrantes do 6º Seminário de Resseguro – A Arte de Elaborar o Contrato.

Segundo o advogado, quando foi editada em 2007, a lei complementar nº 126 buscou privilegiar a realização de negócios no Brasil e se preocupou em evitar uma eventual dependência estrangeira. “Esse excesso de requisitos também visou proteger o segurado de distorções que viessem a ocorrer nas negociações entre seguradoras e resseguradoras”.

No entanto, lembra Schmitt, o setor tem criticado a permanência desses limites, que dificultariam a evolução da abertura. “A opção por mantê-los deu-se porque o Estado entendeu suficiente para o momento a magnitude da abertura proposta, que permitiu alcançar o objetivo de aumentar a eficiência da oferta de resseguros no País”.

Resseguro para catástrofes no Brasil

Opção para situações catastróficas e que começa a ser utilizada no Brasil, o resseguro paramétrico também foi comentado durante os debates. “É um resseguro que depende de dois fatores: um prejuízo acima de determinado limite, e um determinado parâmetro a ser ultrapassado, como umidade atmosférica”, exemplificou o consultor Marcus Clementino.

Clementino, que é professor da UFF/RJ e coordenador técnico do evento, assinala que esse resseguro teria sido útil para minimizar perdas associadas à escassez de água. “Infelizmente ele não estava disponível quando houve o primeiro problema de crise hídrica, na década de 1990. E no momento, nenhum ressegurador vai querer bancar o risco devido à atual falta de chuva”, afirmou.

A presidente da área de resseguros da THB no Brasil, Maria Eduarda Bomfim, que também participou do seminário, contou que o resseguro paramétrico tem sido utilizado principalmente nas carteiras agrícolas e de microsseguro. “Pelo difícil acesso a certas regiões ou em função de um volume grande de riscos individuais, o limite de cobertura passa a ser definido dentro de um escopo geográfico”.

O evento, que aconteceu nos dias 29 e 30 de setembro, em São Paulo (SP), trouxe, ainda, debates sobre as armadilhas a serem evitadas ao se delinear as cláusulas mais comuns dos contratos automáticos de resseguro proporcionais e não proporcionais, principalmente as cláusulas de sinistro, e a opção pela arbitragem na resolução de conflitos.

Os arquivos com as apresentações dos palestrantes estarão disponíveis, em breve, no www.funenseg.org.br/download.

Zurich contrata Emanuel Baltis como novo CEO de Global Corporate para o Brasil

Emanuel Baltes, CEO Global Corporate para Zurich BrasilFonte: Release

O Zurich Insurance Group (Zurich) comunica a nomeação Emanuel Baltis como CEO de Global Corporate para o Brasil. Também presidente da Câmara de Comércio Suíço-Brasileira, o executivo atua na Zurich desde 1996 e desde outubro de 2010 é Regional Head of Customer Distribuition and Marketing. Ele substitui Werner Stettler, VP de Global Corporate Brasil, que optou por deixar a companhia depois de 30 anos atuando no Grupo Zurich, 28 deles no Brasil.

Baltis se reportará diretamente a Gianluca Piscopo, CEO Global Corporate Espanha, e começará a desempenhar suas novas responsabilidades imediatamente. O mudança no quadro responde à maior autonomia que a companhia concede à área Global Corporate no Brasil, que passa a ser desmembrada da área de Seguros Gerais.

Líder em segmentos de corporate do Brasil, a Zurich acredita no crescimento ainda maior a partir da independência concedida à área. O conhecimento de Emanuel Baltis no segmento e seu desempenho profissional, assim como a trajetória de liderança, corroboram sua competência para exercer a função.

Prudential do Brasil promove um dia de engajamento social

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No dia 3 de outubro, 29 instituições do terceiro setor espalhadas por seis estados brasileiros e que juntas atendem mais de três mil pessoas, participarão da 18ª edição do Dia Global do Voluntariado (GVD) no Brasil, um dos maiores programas de responsabilidade social da Prudential do Brasil. Neste dia, mais de 2,7 mil voluntários, promoverão melhores condições de vida para milhares de pessoas entre crianças, adultos e idosos.

O Dia Global do Voluntariado acontece em vários países nos quais a Prudential Financial, Inc. mantém operações. Os projetos são elaborados e planejados por meses e depois, em apenas um dia, todos os voluntários se reúnem para pôr a mão na massa em uma variedade de atividades, tais como reformas, palestras educativas, melhorias da infraestrutura da instituição etc.

Desde 1995, ano em que o GVD foi introduzido pela Prudential nos EUA, funcionários da companhia em todo o mundo, se voluntariaram ao lado de suas famílias, amigos, clientes, prestadores de serviços e corretores franqueados e dedicaram inúmeras horas às atividades de ajuda ao próximo. Na edição brasileira de 2014, a ação reuniu mais de 1,8 mil voluntários em iniciativas que beneficiaram cerca de 5,6 mil pessoas entre crianças, adultos e os idosos.

“A Prudential valoriza muito o voluntariado e procura estimular este tipo de ação, até mesmo fora da empresa. É gratificante observar a dedicação de milhares pessoas para melhorar a qualidade de vida de quem precisa. Mais bonito ainda é saber que o número de participantes cresce firmemente”, comemora o presidente da Prudential, Fabio Lins, lembrando que neste ano a quantidade de voluntários teve um crescimento de 50% com relação ao ano anterior.

Ações pelo Brasil

No Rio de Janeiro, 390 voluntários irão realizar atividades em instituições de caridade, como a Cruzada do Menor – Plantando o Amanhã, com reforma de equipamentos, além de doação de alimentos e televisões para as atividades da escola. Ainda será organizada uma festa para as crianças atendidas. Na Casa de Cláudia, que realiza a gestão social de famílias em vulnerabilidade, haverá arrecadação de fundos para a reforma do salão de beleza. No Asylo Espírita João Evangelista, será feito um almoço para crianças e famílias com distribuição de cestas básicas. Na A Obra do Berço, que oferece educação integral à primeira infância, voluntários irão reparar o berçário da instituição, com novos tapetes coloridos e acolchoados para que o espaço fique mais seguro e bonito. Na Associação dos Amigos da Infância com Câncer, estão previstas pinturas, serviços de informática e reformas em geral. E na Casa de Acolhimento Cantinho dos Anjos, que acolhe crianças carentes, a sala de aula será montada pelos voluntários.

Em São Paulo, 937 voluntários trabalharão em prol da comunidade de baixa renda. Na Associação das Senhoras Evangélicas de São Paulo, haverá entrega de mantimentos, roupas infantis e roupa de cama. Também serão realizadas atividades no parque do Ibirapuera com piquenique e gincanas para todas as crianças e envolvidos. No Instituto Solid Rock Brasil, será realizada uma arrecadação de verba para a compra de um freezer para a instituição. No Lar do Menor de Carapicuíba, estão programadas a pintura da instituição e pequenas reformas. Serão organizadas barraquinhas de lanches e tarde recreativa. No Centro Comunitário Ludovico Pavoni, será feita a reforma de um cômodo para transformá-lo em um pequeno consultório, além da doação de alimentos. Na Associação Casa da Família, os móveis dos quartos serão substituídos. Na Associação Casa Madre Teodora dos Idosos, será promovida um dia de muita recreação, com café da manhã, feijoada, música e um lanche no fim da tarde. Na Associação Beneficente de Amparo ao Idoso Carente – Caminho da Vida, haverá melhorias na sede e compra de instrumento para uma máquina de fraldas geriátricas. Na Associação Lar Tia Maria, será feita a manutenção do prédio, arrecadação de material de limpeza e de mantimentos, oficina de jogos, além de orientações sobre escovação com um dentista e distribuição de kits para higiene bucal. Na Associação São Luiz, haverá pintura da área externa e interna, colocação de toldo na área de lazer, arrecadação verba para mantimentos, brinquedos, compra de móveis e instalação de rede para laboratório de informática.

Em Minas Gerais, 905 voluntários vão se dividir em seis projetos sociais diferentes. Um deles, o Projeto Assistencial Novo Céu, que acolhe crianças, adolescentes e adultos com paralisia cerebral, contará com uma tarde recreativa, com personagens infantis, diversas atividades e lanche. Outro, da Associação Unificada de Recuperação e Apoio Aura, casa de apoio a crianças com câncer, receberá pintura nova em seus 48 quartos. Já na Casa de Caridade Herdeiros de Jesus, abrigo de crianças, adolescentes e idosos, receberá, além de uma tarde recreativa, doação de material de higiene, limpeza, vestuário e alimentação, ainda pintura externa e interna do abrigo. Na Associação Dona Lucinha (CAPE), que acolhe crianças e adolescentes em tratamento oncológico, será realizada uma reforma na Brinquedoteca e na Adoleteca. No Lar Espírita de Amparo ao Idoso André Luiz, estão programadas recreações, como jogos, forró e churrasco, consultas médicas e fisioterapia.

No Paraná, serão 240 voluntários que vão ajudar em atividades como pintura das salas de aula e arrecadação de fundos para compra de lava-louça para a creche Lar Escola Dr. Leocádio José Correia, que atende crianças carentes. Na ONG Caminhos do Sol, que oferece acolhimento aos idosos em situação de risco, os voluntários organizarão uma festa junina para arrecadar fundos para fazer uma sala de informática e lavanderia.

No Rio Grande do Sul, 110 voluntários vão promover atividades em duas instituições. Na Fundação Casa dos Sonhos, que ampara crianças, jovens e adultos necessitados, será feita uma horta com diversas mudas e sementes para o proveito de toda a instituição, manutenção de algumas estruturas elétricas, pintura externa do prédio, doações e recreação para crianças. Na Associação Espírita Eurípedes Barsanulfo, será comprado material de pintura.

Em Brasília, 140 voluntários estarão a postos. No Vila do Pequenino Jesus, lar de pessoas carentes com invalidez, serão realizadas atividades relacionadas à limpeza, cuidados e manutenção da área de convívio, além de pintura da área comum da instituição. Já no Lar dos Velhinhos Maria Madalena, abrigo de idosos, haverá arrecadação de alimentos e itens de higiene pessoal.

Faleceu Luigi Giancristofaro, CEO de resseguros da Willis

Faleceu ontem Luigi Giancristofaro, CEO para as operações de resseguro da Willis Corretora de Seguros no Brasil. Desde 2012 ele ocupava o cargo com a missão de representar a divisão Willis Re, na expansão de sua oferta cliente no mercado brasileiro de resseguros. Giancristofaro tinha 23 anos de experiência tanto em varejo como em resseguro, gerenciava a área facultativa da Willis Brasil como diretor executivo– cargo que ocupou até 2008.

Mais informações em breve.

Dano à reputação da marca é o principal temor das empresas atualmente, revela pesquisa AON

Riscos_Regionais151001_110018Escândalos públicos de corrupção que envolvem executivos, oferecer produtos e serviços de má qualidade, e violar os próprios dados. Estes são fatores que lesam a imagem de qualquer empresa e, pela primeira vez em oito anos, o risco foi apontado como o número um dentre os 10 principais da América Latina, segundo pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos (Global Survey), divulgada a cada dois anos pela consultoria e corretora de seguros Aon e que, na edição deste ano, contou com a participação recorde de 1.418 empresas globais.

De acordo com Keith Martin, consultor internacional de riscos da Aon, a imagem da empresa é a soma de diversos itens, como boa percepção pública, renome de honestidade, boa gestão e responsabilidade social. “Nos últimos anos, com o rápido desenvolvimento da tecnologia, das mídias sociais, e também a maior consciência sobre multiculturalismo, houve um aumento das possibilidades de dano à reputação, já que é necessário agilidade nas respostas, o que intensifica o risco”, afirma.

Por outro lado, a América Latina aparece em último lugar ao tratar riscos em reuniões de conselho ou diretoria executiva. Para Martin, as empresas latino americanas ainda analisam os riscos inerentes aos negócios de forma isolada, não levando em consideração o cenário que pode estimular o efeito dominó. “Em algumas situações, um risco pequeno pode levar a outro mais sério e, muitas vezes, está atrelado à forma de analisá-los”, complementa.

A partir desses movimentos, o executivo ainda destaca que os riscos de leis e mudanças regulatórias são os mais citados pelos brasileiros. Na sequência, os riscos políticos continuam entre os que mais preocupam as companhias.

Para Alexandre Botelho, diretor da área de gestão de riscos da Aon, o ranking mundial ainda é influenciado pelos recentes acontecimentos globais, tendo em vista tanto casos de conhecimento público como fatos isolados. “O estudo mostra que as empresas têm enxergado apenas riscos que afetam momentaneamente os negócios, e não buscam uma visão a longo prazo de riscos emergentes, como, por exemplo, a possibilidade de serem afetadas pelas catástrofes naturais”, relata.

Além disso, o executivo explica que alguns riscos descritos no estudo também sofrem interferência direta da legislação vigente em determinados países. “A nossa pesquisa conta com 33% dos respondentes americanos, portanto, o risco cibernético é um bom exemplo que, embora seja mundialmente importante, só tem predominância na lista por conta da lei de segurança de dados que foi imposta nos EUA”, analisa.

Botelho afirma também que cerca de 50% dos riscos mostrados no levantamento não possuem cobertura, portanto, as empresas não têm como dividir a responsabilidade com as corretoras e seguradoras. “As companhias precisam ter um bom plano de gestão com a ciência de que existem riscos que não são seguráveis, para, desta forma, minimizar eventuais impactos com ações que otimizam a administração daqueles riscos”, alerta.

Acionistas da ACE e Chubb se reúnem dia 22 para decidir sobre negociação

Finalmente está chegando ao fim o período de silêncio da ACE e Chubb. Não há nada mais entediante para um jornalista do que não poder conseguir informações com a alegação de que a empresa está em um período de silêncio. Está marcado para o dia 22 de outubro a votação dos acionistas da Ace e Chubb para saber se devem ou não ir em frente com a fusão das duas empresas. A desistência da Zurich pela oferta feita pela RSA deixou muitos investidores em pânico.

A Assembleia Geral Extraordinária acontecerá no novo edifício sede da ACE, em Zurique, enquanto a Chubb reúne seus acionistas na sede em Nova Jersey, Estados Unidos. Os acionistas da Ace terão de votar a favor da emissão de aproximadamente 137 milhões de novas ações na companhia para o negócio ser concretizado. Eles também irão votar sobre se deve ou não mudar o nome de Ace Ltd para Chubb Ltd depois de concluída a negociação.

Com agências internacionais