A Pan Seguros, que está sendo negociada pelo BTG Pactual com o grupo francês CNP, fechou o ano de 2015 em crescimento expressivo. O faturamento chegou a R$ 340,4 milhões, crescimento de 72% sobre os R$ 198,4 milhões alcançados em 2014. O lucro líquido foi de R$ 74,3 milhões, acréscimo de 27% em relação aos R$ 58,7 milhões obtidos no mesmo período de 2014.
O bom desempenho é resultado do forte investimento da seguradora na equipe com foco em massificados e da diversificação dos ramos em que a seguradora opera, principalmente do segmento de seguro de danos, que em 2014 representava 7% da carteira e atingiu 35% em 2015. Além disso, a PAN Seguros adquiriu uma carteira habitacional, informa a companhia em comunicado à imprensa.
“Investimento em profissionais especializados, diversificação em produtos e canais de distribuição com a manutenção da qualidade de nossos serviços foram fundamentais para demonstrar que estamos no caminho certo”, ressalta José Carlos Macedo, CEO da Pan Seguros, na nota. “Em 2016, manteremos o nosso foco em sustentar os nossos índices de performance sólidos e trabalharemos para levar as melhores soluções em seguros para os brasileiros”, acrescenta.
Se o avanço da era digital proporcionou às empresas múltiplas e eficientes ferramentas de interação com outras organizações e clientes, também colocou em risco a confidencialidade, integridade ou disponibilidade de dados ou sistemas. Hoje, a questão não é saber “se” a empresa sofrerá um ataque cibernético, mas “quando” e “como” ocorrerá. Para discutir os impactos e as formas de prevenção a essas novas ameaças, a APTS realizará o “Seminário Riscos Digitais – Segurança da Informação na Área de Seguros”, no dia 30 de março, das 9h às 12h, no auditório do Sindseg-SP, em São Paulo.
Sob a organização de Maria Amélia Saraiva, diretora da APTS e titular da Saraiva Advogados Associados, o evento contará com a participação de Patrícia Peck Pinheiro, uma das maiores autoridades em riscos digitais no Brasil. Em sua palestra, ela analisará o novo ambiente dos riscos digitais e a necessidade de conscientização. A especialista também abordará os impactos nos negócios e na reputação de empresas, responsabilidades na divulgação de informações e, principalmente, as oportunidades para o mercado segurador.
Maria Amélia destaca, ainda, a expansão das ameaças cibernéticas como um risco que deve receber mais atenção do setor de seguros. Hoje, o Brasil ocupa a incomoda posição de terceiro país com maior número de ataques, atrás dos Estados Unidos e China. Por isso, ela ressalta que a temática do seminário será abrangente, com enfoque inédito no aspecto educacional, além do técnico. “Serão transmitidas informações importantes sobre proteção de dados, inclusive das próprias seguradoras e corretoras, que também são alvos de cibercriminosos. Outro objetivo será contribuir para melhorar a oferta de produtos de seguros nessa área”, diz.
Programe-se
Seminário de Riscos Digitais – Segurança da Informação na Área de Seguros
Dia 30 de março, das 9h às 12h, no auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP), na Av. Paulista, 1.294, 4º andar, S. Paulo, SP.
Informações e inscrições pelos telefones: (11) 3227 4217 e 3229 6503 ou pelo e-mail: apts@apts.org.br
O faturamento do mercado de seguros regulado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que exclui saúde, sob a tutela da Agência Nacional de Saúde (ANS), atingiu R$ 218,7 bilhões, o que representou aumento nominal de 10,1% sobre o volume no mesmo período de 2014. Dado que a inflação média anual em 2015 (IPCA) foi de 9,0%, infere-se que houve acréscimo real da arrecadação de 1%. Tal desempenho foi marcadamente diferenciado entre os grandes grupos – produtos de acumulação, produto de risco em seguros de pessoas, seguros gerais e capitalização.
A arrecadação bruta de produtos de acumulação mostrou, em jan./dez. de 2015, alta de 18,3% sobre jan./dez. de 2014, sendo de se destacar a alta expressiva das contribuições do VGBL individual no período, que subiram 21% no mesmo período. As contribuições ao PGBL e a planos tradicionais tiveram variação de 7,1% e queda de 3,2%, respectivamente no período. Os prêmios de seguros de vida individual, vida coletivo e prestamista tiveram variações de 23,3%, 7,9% e 3,1% nesta ordem. Assim, os produtos de risco do ramo vida tiveram alta da receita de 7,6% em jan./dez. de 2015 sobre jan./dez. de 2014, bem abaixo da expansão dos produtos de acumulação. Em termos reais (ou seja, extraindo-se o efeito inflacionário), observa-se que a arrecadação dos seguros de pessoas/ produtos de risco manteve-se abaixo da inflação (-1,3%) em relação a 2014, enquanto a de seguros de pessoas / produtos de acumulação cresceu 8,5%.
A arrecadação de prêmios de seguros gerais cresceu apenas 4,9% em jan./dez. de 2015 sobre jan./dez. de 2014 em função do fraco desempenho da economia neste ano. Assim, em termos reais, tal arrecadação mostrou decréscimo de 3,8%. Dentro desse grupo, o faturamento do ramo mais importante – seguro de automóveis – cresceu 3,5% sobre jan./dez. de 2014 e o do seguro patrimonial, alta de 2,7%, em jan./dez. de 2015 sobre jan./dez. de 2014. No âmbito da ANS, as receitas de contraprestações das operadoras médico-hospitalares foram estimadas em R$ 145,3 bilhões em jan./dez. de 2015, o que representa 14,3% a mais em relação à receita de jan./dez. de 2014, quando as mesmas atingiram R$ 127,1 bilhões. Um avanço de 4,9% em valores reais, já descontada a inflação. A receita das empresas de capitalização manteve desempenho negativo, caindo 2,3% em jan./dez. de 2015 contra jan./dez. de 2014, diferente do aumento de 4,3% em jan./dez. de 2014 sobre jan./dez. de 2013.
Comportamento no trimestre: Na comparação do trimestre out./dez. de 2015 contra igual trimestre do ano anterior, que permite aferir a tendência mais recente, o comportamento é de desaceleração e, em diversos casos, declínio, certamente causado pela conjuntura de recessão e inflação. De fato, a inflação aumentou para 10,4% no trimestre out./dez. de 2015 contra out./dez. de 2014 e o Índice de Atividade do BC (IBC-BR) caiu 6,2% no trimestre set./nov. de 2015 contra o mesmo trimestre de 2014. A arrecadação do mercado regulado pela SUSEP teve avanço nominal de 5,0%, logo queda real de 4,9%. A arrecadação dos produtos de acumulação teve avanço nominal de 8,3% com destaque para a recuperação nominal da arrecadação do VGBL individual de 10,0%. No mesmo período, os regates do VGBL foram de 6,7%. Os prêmios de produtos de risco do grupo vida cresceram 2,8% no trimestre, sendo de se notar a queda de arrecadação de 11,4% do seguro prestamista, certamente, em função da queda das vendas a prazo. No caso dos seguros gerais, a taxa de crescimento dos prêmios no trimestre foi 3,0%, menor que os 4,9% de alta no acumulado do ano. Os prêmios de seguros de automóvel tiveram alta de apenas 1,2% no trimestre (logo queda real de 9,2%). Os prêmios de seguros multirriscos patrimoniais, o segundo maior ramo do grupo, subiram 2,5% em termos nominais (queda de 7,8%).
Mais informações no site em: http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/tools/reproducao/reproducaoedt.html
Fonte: Boletim Acontece, da Escola Nacional de Seguros
Com o objetivo de avaliar a influência do resseguro no faturamento de prêmios de seguros, a relação causal entre a oferta dos dois e o papel das resseguradoras locais no desenvolvimento do mercado nacional, o Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros, lançou a pesquisa “Seguro e Resseguro: Interdependência e Causalidade Pós-abertura”.
Diretor do CPES e um dos coordenadores do estudo, Claudio Contador submeteu o trabalho, elaborado em janeiro deste ano, à avaliação de um grupo de especialistas durante workshop, que aconteceu na última quinta-feira, 3 de março, na sede da Escola, no Rio de Janeiro (RJ).
“A abertura do resseguro em 2007/2008 foi uma mudança radical no mercado de seguro no Brasil, com impactos positivos que estão apenas começando. Os resultados abrem um próspero caminho para novas pesquisas, e neste sentido o trabalho pode ser considerado pioneiro”, relata a pesquisa.
O workshop será realizado também em São Paulo (SP), no dia 28 de abril. O estudo será atualizado com as contribuições de outros especialistas e estará disponível para consulta e download a partir de abril, quando será lançado o site do CPES.
Participaram do encontro os analistas da Susep e membros do Centro de Pesquisas Aplicadas em Risco da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (CEPAR/UERJ), César Neves, Eduardo Fraga e William Lima Neto; Sandro Leal Alves, gerente geral da FenaSaúde; Camila Avozani, membro do Núcleo de Estudos e Projetos da CNseg.
A reunião também contou com a presença dos professores da Escola Luiz Antonio Nunes da Silva e Roberto Castro, conselheiro da Revista Brasileira de Risco e Seguro; Lauro Faria e Carlos Percy, coordenador e membro do portal Tudo Sobre Seguros, respectivamente; e a equipe do CPES, Natália Oliveira (coordenadora), Christiane Sonoki e Caroline Rodrigues.
A Telefônica Vivo lançou em parceria com a Zurich o “Proteção Celular Pré-Pago”, primeiro seguro para clientes pré-pagos com cobertura semanal. Os clientes pré-pagos da operadora poderão contratar uma apólice para proteger seus celulares contra roubo e furto qualificado, além de concorrer a sorteios semanais de até R$ 1.500,00. O novo seguro oferece cobertura de até R$ 500,00 e custa R$ 2,99 por semana, descontados diretamente do saldo de recarga do cliente. Uma vez que o seguro é contratado, a cobrança de R$ 2,99 ocorre semanalmente, de forma automática. Mais informações com coberturas, exclusões e atendimento no link http://protecaocelular.com.br/index.aspx
O Consulado Britânico realiza o 2º Seminário Anglo-Brasileiro de Seguros e Resseguros. O evento será realizado dia 16 de março, próxima quarta-feira, em São Paulo e contará com tradução simultânea inglês/português.Entre as empresas palestrantes a programação traz Consulado Britânico, Susep, IUA London, Swiss Re Brasil, Zurich Brasil, HFW London, Chalfin Goldberg São Paulo, OCS, HFW São Paulo, CTA London e AIG.
Agenda
09:00 – 09:30 – Welcome Coffee
09:30 – 10:00 – Opening Remarks
British Consulate representative
Flavio Girão Guimarães, Susep
10:00 – 10:30 – ‘Why London matters?’
Dave Matcham, IUA, London
10:30 – 11:00 – ‘Why Brazil matters?’
Margo Black, Swiss Re Brasil
11:00 – 12:00 – Debate on Current Regulatory Environment in Brazil
Dave Matcham, IUA, London
Flavio Girão Guimarães, Susep
12:00 – 13:30 – Networking Lunch
Brunch offered by UKTI will be served at the foyer
13:30 – 14:30 – D&O insurance/reinsurance and recent developments in Brazil
Celso Junior, Zurich Brasil
Chris Cardona, HFW London
Ilan Goldberg, Chalfin Goldberg Sao Paulo
14:30 – 15:30 – How to improve the claims handling environment in Brazil?
O vai e vem de executivos no mercado segurador está intenso. A notícia do dia vem da Allianz. Mario Jorge Pereira deixou a direção comercial da Yasuda Marítima, onde ficou por oito anos, para assumir a diretoria técnica da Allianz neste mês. A assessoria de imprensa da seguradora alemã não confirmou a contratação, mas a notícia pode ser consultada na rede social Linkedln no perfil de Mário Jorge. Ele assume a vaga de Igor Di Beo, que desde janeiro é Chief Risk Officer na AXA.
A participação feminina em cargos executivos da SulAmérica quadruplicou nos últimos três anos, chegando a 20% do alto escalão da companhia. Considerando todos os cargos de liderança, que abrangem também as funções de superintendência, gerência, coordenação e supervisão, a presença feminina chega a 46,6%. Os dados confirmam o compromisso da seguradora em avançar continuamente na adoção dos melhores padrões internacionais de governança corporativa e equidade de gênero.
O quadro de funcionários da SulAmérica soma 5,3 mil colaboradores e é composto majoritariamente por mulheres, que representam 60,6% do total, conforme dados de janeiro de 2016. Nos últimos dez anos, observou-se uma evolução de 8,2 p.p. na participação feminina na seguradora. Elas também são maioria no Programa de Estágio da SulAmérica, ocupando 57% das vagas.
“Acreditamos na diversidade de gêneros, perfis e expertises para construir um ambiente de trabalho cada vez mais inovador, produtivo e respeitoso. O crescimento das mulheres dentro da companhia confirma o posicionamento da SulAmérica como marca empregadora que investe em capital humano como pilar da estratégia de negócios”, comenta a diretora de Capital Humano e Sustentabilidade da SulAmérica, Patrícia Coimbra.
“ESTE CONTEÚDO DE DIVULGAÇÃO COMERCIAL É FORNECIDO PELA EMPRESA E NÃO É DE RESPONSABILIDADE DO BLOG WWW.SONHOSEGURO.COM.BR”
Enquanto algumas companhias usam o tema “Mulheres” como referência para negócios, a Liberty Seguros tem ido muito além. Prova disso é a grande audiência do portal Mulheres Seguras, que já contabilizou mais de 70 mil visitas desde o lançamento em outubro de 2015. Somente o vídeo veiculado durante o lançamento, com mulheres que são exemplos de empreendedorismo no Brasil, já teve 2.633.527 visualizações. “Quando falamos de rede sociais, já tivemos mais de 120 mil interações. Observamos que os temas mais acessados são as histórias inspiradoras de mulheres que se tornaram protagonistas das suas conquistas pessoais e profissionais, e os conteúdos que abordam temas relacionados ao desenvolvimento pessoal”, comenta Patricia Chacon, diretora de marketing e estratégia da Liberty Seguros. “O crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho é um tema de grande importância para a Liberty. Temos convicção que as empresas de sucesso, são aquelas que reconhecem e desenvolvem todo o talento disponível. É por isso que lancamos em 2015 o Mulheres Seguras, uma iniciativa para apoiar mulheres com conselhos sobre gestão de negócios e carreira.”
Quem não viu, segue novamente o link do vídeo. Vale a pena conferir.
A advogada Solange Beatriz Palheiro Mendes acaba de assumir a Presidência da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), para o triênio 2016-2019, sendo a primeira mulher a ocupar tal cargo em entidade representativa do Mercado Segurador. A organização representa 24 operadoras de saúde, com 39,8% de participação do mercado em número de beneficiário no país. Com ampla experiência no setor e conhecida por sua atuação junto a entidades civis e de defesa do consumidor, a executiva se propõe, entre outros objetivos, a trabalhar em prol dos compromissos firmados no 1º Fórum de Saúde Suplementar da FenaSaúde, realizado, no fim do ano passado, em São Paulo. As propostas visam à conquista de mais equilíbrio e garantia de sustentabilidade para o segmento, envolvendo todos os entes da cadeia de saúde – operadoras de planos de saúde, prestadores de serviços, órgãos reguladores, Governo, sociedade, beneficiando, principalmente, consumidores de planos de saúde.
Outro objetivo da executiva é fortalecer os canais de diálogo com a sociedade, os órgãos públicos e as representações de proteção e defesa do consumidor. “Essa é uma das minhas grandes preocupações. Vou empenhar todos os esforços para levar informação ao público e ampliar a relação do setor com a sociedade”, afirma a nova Presidente.
Nos últimos meses, o mercado de Saúde Suplementar passou por desaceleração em seu ritmo de crescimento em razão da retração da atividade econômica. Em paralelo, projeções da FenaSaúde com base em dados consolidados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontam crescimento das receitas inferior à evolução das despesas assistenciais (12,8% e 14,9%, respectivamente) neste ano de 2016.
Esse descompasso financeiro, que vem se registrando continuamente, não é novidade e vem sendo registrado nos últimos anos, no mercado de Saúde Suplementar. Diante do cenário econômico adverso, aprofundar o diálogo com a sociedade e debater os custos da saúde é um dos desafios da nova presidente da FenaSaúde.
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