BB e Mapfre dá até 30% de desconto na Black Friday

A BB e Mapfre divulgou release informando que na próxima sexta-feira (27), durante às 24 horas da Black Friday, os consumidores que contratarem um novo seguro para o seu automóvel nos canais digitais do grupo e terão até 30% de desconto no valor da apólice e mais 40% de desconto na instalação de película de segurança dos vidros. As vendas acontecerão por meio dos sites BB Seguros (www.bbseguros.com.br) e Mapfre Seguros (www.segurosmapfremais.com.br) e poderão ficar até 30% mais baratas. Os descontos podem variar de acordo com as coberturas escolhidas.

Além do desconto no valor do seguro, os consumidores que contratarem uma apólice nesta data terão ainda 10 dias de carro reserva grátis. Os clientes que contratarem também uma das coberturas para vidros (básica, top plus ou vidros logomarca) ganharão ainda 40% de desconto na instalação da película de segurança nas lojas da Auto Glass. No site do BB Seguros, os cliente poderão contratar ainda o produto BB Seguro Residencial com 11,5% de desconto durante a Black Friday.

O diretor geral de Administração, Finanças e Marketing da BB e Mapfre, Gilberto Lourenço, comenta que “os brasileiros estão cada vez mais habituados a efetuar a compra de bens e serviços por meio do comércio eletrônico. Por isso, acreditamos que esta será uma excelente oportunidade para os consumidores contratarem um seguro para o seu veículo com um desconto muito especial”, conclui. Os valores promocionais estarão disponíveis apenas no dia 27/11, durante às 24 horas da Black Friday.

Na gravação, Delcídio Amaral reclama das seguradoras dificultarem o pagamento

Escute no link do Valor a gravação de 1h36 entre o advogado Edson Ribeiro, senador Delcídio Amaral e o filho do ex-dirigente da Petrobras, Bernardo Cerveró, que gravou a conversa e entregou, levando à prisão de Delcidio Amaral e do banqueiro André Esteves. Lá com 1h de conversas começam os comentários sobre as seguradoras estarem abusando da situação… Investigando demais … Que querem entender melhor antes de pagar o D&O da Petrobras, que essa investigação é praxe na seguradora … mas o advogado Travassos vai tentar resolver essa situação até o final de novembro … Interessante ouvir o trecho, recomenda o blog Sonho Seguro.

http://www.valor.com.br/politica/4329340/stf-mantem-prisao-de-delcidio-e-esteves-ouca-gravacao

FenaSaúde propõe agenda positiva de transformação da Saúde Suplementar no Brasil

Release

O 1º Fórum da Saúde Suplementar, promovido pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), estabeleceu uma agenda para a transformação positiva do setor no Brasil. As propostas visam à conquista de mais equilíbrio e garantia de sustentabilidade para a Saúde Suplementar, envolvendo todos os entes da cadeia, como as operadoras de planos de saúde, os prestadores de serviços, os órgãos reguladores, o Governo, a sociedade, e beneficiando, principalmente, os consumidores de planos de saúde.

“O Fórum da Saúde Suplementar superou em muito as expectativas que tínhamos. Os sentimentos que tenho, depois de produzirmos tantas ideias, são de pressa e de como proceder para colocar em prática todas as iniciativas indicadas”, afirmou Marcio Coriolano, presidente da FenaSaúde.

Mas, destacou ele, nenhuma dessas propostas será implementada sem a participação de todos os agentes do setor, principalmente os consumidores. “Não pode ser uma ideia privada da FenaSaúde. Deve ser compartilhada com outros fóruns, entidades e representações, para acelerar o aprofundamento da discussão. Temos uma tarefa importante, que é convencer a sociedade de que a Saúde Suplementar precisa de ajustes profundos para que o segmento se mantenha sustentável e com perspectivas de crescimento”, observou.

As propostas defendidas pela FenaSaúde e apresentadas no encerramento do Fórum da Saúde Suplementar estão distribuídas em três linhas de ação: Informação como Agente de Mudança; Organização da Assistência e Remuneração; Preservando o Acesso e Diversidade de Produtos. No total, foram elencadas 11 ações concretas – distribuídas entre as dimensões indicadas –, que podem começar a ser implementadas de imediato. A FenaSaúde criará grupos de trabalho para que as ações propostas para cada uma das linhas sejam postas em prática, num movimento que, para ser bem-sucedido, exigirá coordenação do setor privado com o poder público, em especial os órgãos reguladores.

No tópico Informação como Agente de Mudança, as ações propostas são: reforçar sistemas de apoio à divulgação de informações de custos e preços dos serviços assistenciais, de forma a ter informação rigorosamente técnica, confiável, auditada, comparável e clara para o entendimento e uso dos consumidores; apurar indicadores de tempo médio de internação hospitalar e reinternação (readmissão em 30 dias por qualquer causa) como primeiras proxys para avaliar qualidade do atendimento; apoiar a disponibilização do CID de forma a melhor conhecer o perfil da população da saúde suplementar; apoiar o uso de ferramentas de analytics e big data para estudos epidemiológicos, preditivos e de gerenciamento de crônicos.

Na dimensão Organização da Assistência e Remuneração, as ações propostas são: reformular o modelo de assistência à Saúde Suplementar; desenvolver modelo de assistência à Saúde Suplementar, com foco na atenção integrada aos idosos portadores de doenças crônicas, em que o cuidado seja coordenado e organizado hierarquicamente; avaliar a viabilidade das operadoras integrarem e compartilharem a rede assistencial para idosos, iniciando com projeto piloto em Copacabana, no Rio de Janeiro; desenvolver infraestrutura de apoio ao controle de acesso, a fim de evitar o absenteísmo e desperdício; adoção de novas formas de remuneração, que alinhem incentivos financeiros com as melhores práticas.

As questões ligadas ao tema Preservando o Acesso e Diversidade de Produtos estimulam o consumo consciente do benefício e a ampliação dos perfis de produtos disponíveis para os beneficiários. As ações são: desenvolver incentivos que estimulem o uso adequado dos planos, gerando, para o beneficiário, interesse na gestão de saúde e finanças pessoais; viabilizar novos produtos adaptáveis à situação brasileira e que possibilitem um maior leque de escolhas para as pessoas e empresas (produtos com franquias; VGBL Saúde e oferecimento de produtos com acumulação; oferta de produtos regionalizados compatíveis com as redes existentes; e Parcerias Público-Privadas: central de compras, avaliação de tecnologias, conscientização e promoção da saúde).

Abaixo a listagem completa de ações propostas:

Informação como Agente de Mudança

> Reforçar sistemas de apoio à divulgação de informações de custos e preços dos serviços assistenciais, de forma a ter informação rigorosamente técnica, confiável, auditada, comparável e clara para o entendimento e uso dos consumidores;

> Apurar indicadores de tempo médio de internação hospitalar e reinternação (readmissão em 30 dias por qualquer causa) como primeiras proxys para avaliar qualidade do atendimento;

> Apoiar a disponibilização do CID de forma a melhor conhecer o perfil da população da Saúde Suplementar;

> Apoiar o uso de ferramentas de analytics e big data para estudos epidemiológicos, preditivos e de gerenciamento de crônicos.

Organização da Assistência e Remuneração

> Reformular o modelo de assistência à Saúde Suplementar;

> Desenvolver modelo de assistência à Saúde Suplementar, com foco na atenção integrada aos idosos portadores de doenças crônicas, em que o cuidado seja coordenado e organizado hierarquicamente;

> Avaliar a viabilidade das operadoras integrarem e compartilharem a rede assistencial para idosos, iniciando com projeto piloto em Copacabana;

> Desenvolver infraestrutura de apoio ao controle de acesso, a fim de evitar o absenteísmo e desperdício;

> Adoção de novas formas de remuneração, que alinhem incentivos financeiros com as melhores práticas.

Preservando o Acesso e Diversidade de Produtos

> Desenvolver incentivos que estimulem o uso adequado dos planos, gerando, para o beneficiário, interesse na gestão de saúde e finanças pessoais;

> Viabilizar novos produtos adaptáveis à situação brasileira e que possibilitem um maior leque de escolhas para as pessoas e empresas:

Produtos com franquias;
VGBL saúde e oferecimento de produtos com acumulação; Oferecimentos de produtos regionalizados compatíveis com as redes existentes;
Parcerias Público-Privadas: central de compras, avaliação de tecnologias, conscientização e promoção da saúde.

Andre Esteves, presidente e acionista do BTG Pactual, foi preso em sua casa no RJ

O mercado financeiro, inclusive as seguradoras, foram surpreendidos com a notícia de que Andre Esteves, presidente e acionista controlador do Banco BTG Pactual teve a prisão preventiva decretada pelo Ministério Público por suspeita de obstruírem a operação Lava Jato, que investiga um esquema bilionário de corrupção que envolve a Petrobras. O grupo tem atuação também em seguros, com seguradora e resseguradora.

A agência Reuters informa que o bilionário de 47 anos vem guiando a instituição financeira por momentos turbulentos no mercado brasileiro de capitais, à medida que a economia enfrenta recessão. Esteves possui patrimônio de cerca de US$ 2,2 bilhões, de acordo a revista Forbes. O BTG Pactual é o sexto maior banco do Brasil e o maior banco de investimentos independente da América Latina.

O advogado de Esteves, Antônio Carlos de Almeida Castro, disse a jornalistas no STF que seu cliente está “tranquilo” e “certamente” não participou de tratativas para obstruir delação premiada no âmbito da Lava Jato.

“Tanto é que a prisão decretada dele, embora seja muito grave, é temporária e não preventiva. A regra é que quem tenta interferir no processo tenha prisão preventiva decretada”, afirmou o advogado.

Procurado, o BTG Pactual informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a instituição “está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e vai colaborar com as investigações”.

O Banco Central informou, por meio de nota, que está monitorando o impacto da prisão de Esteves sobre o BTG Pactual, acrescentando que a “instituição apresenta robustos indicadores de solidez financeira e continua atuando normalmente no mercado”.

“Cumprindo sua missão institucional de assegurar a solidez do sistema financeiro, o BC monitora o impacto dos acontecimentos para a instituição regulada”, informou o BC.

Agência Estado: Banco do Brasil e Bradesco criam banco voltado para a população de baixa renda

Fonte: Agência Estado

O Bradesco e o Banco do Brasil receberam aval do Banco Central para operar um novo banco com foco na população de menor renda. A instituição deve começar a funcionar no próximo ano e terá na largada R$ 1 bilhão em empréstimos e operações com cartões que virão da financeira Ibi Promotora, controlada pelos dois bancos.

A criação de um banco para a baixa renda é mais um passo na parceria do Bradesco e do Banco do Brasil. Nos últimos anos, as duas instituições estreitaram suas relações e lançaram várias empresas em sociedade. Já são sócias na Alelo, de cartões de benefícios e de cartões pré-pagos; na Movera, de microcrédito; na Stelo, de meios eletrônicos de pagamentos; na Livelo, de programa de fidelidade; e na financeira Ibi.

O lançamento dessas companhias faz parte da estratégia definida pelo Bradesco e pelo Banco do Brasil na época de criação da Elo Participações, em 2011, holding estruturada para deter fatias em várias empresas das duas instituições. O Bradesco detém 50,01% da Elo Participações e o BB, os outros 49,99%.

Ao lançar o banco para a baixa renda, Bradesco e BB miram cerca de 160 milhões de brasileiros que recebem até três salários mínimos mensais (R$ 2.364) e que, em muitos casos, não têm conta em bancos. Números do Banco Central confirmam o potencial desse mercado: das 56 milhões de pessoas que tomaram crédito no ano passado, 34 milhões são de baixa renda.

Além de crédito ao consumidor, o novo banco, que ainda não foi batizado, mas pode se chamar Elo, vai distribuir cartões de crédito e cartões pré-pagos. Também vai conceder empréstimos por meio dos cartões. O banco ajudará a desenvolver a bandeira de cartão de crédito Elo, uma sociedade do Bradesco, com Banco do Brasil e com Caixa Econômica Federal. No futuro, o novo banco poderá oferecer outros produtos financeiros para as classes C, D e E, de acordo com fontes ligadas às empresas.

Apesar do potencial, o público de baixa renda é o que registra maior índice de inadimplência. Os tomadores de crédito com ganho mensal de até três salários mínimos, além de serem os mais endividados, segundo o BC, têm mais da metade da renda comprometida com o pagamento de juros de dívidas. Por isso, o novo banco terá um modelo de concessão de crédito diferente da estrutura de outras instituições financeiras. O banco concederá empréstimos de valores baixos. À medida que o cliente demonstre maior fôlego financeiro, ele poderá tomar empréstimos maiores.

O novo banco aguardava a chancela do BC para atuar há cerca de três anos. Nesse período, BB e Bradesco colocaram a operação de pé. Agora, segundo fontes, está na fase final de estruturação. Como vai apoiar a financeira Ibi, o banco utilizará sua rede de correspondentes bancários, com 145 unidades, uma vez que boa parte da população de baixa renda não usa agências bancárias tradicionais.

Comandando a operação, ficará, conforme uma fonte, Carlos Giovane Neves. Recentemente, o executivo deixou a diretoria da Bradesco Cartões para chefiar a Ibi Promotora.

Procurados, Bradesco e BB confirmaram a autorização do BC para a constituição do novo banco com foco na baixa renda e os planos quando do anúncio do acordo. A Alelo informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que somente Bradesco e BB se pronunciam sobre o assunto.

Zumpy é o vencedor do 2o Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana promovido pela Liberty Seguros

liberty vencedor 2015O projeto Zumpy – Caronas de Verdade foi o vencedor do 2o Prêmio Sinal Livre de Mobilidade Urbana, que aconteceu pela manhã desta quarta-feira na esquina da Paulista com a Consolação, símbolo da cidade de São Paulo em termos de mobilidade, com ciclovias, ônibus, estacões de metro e anel viário que interliga o centro a diversos bairros. A segunda edição do premio Sinal Livre 59 projetos inscritos. Foram avaliados o tema, originalidade, multiplicação, inovação e impacto. Desses todos, cinco finalistas foram eleitos pelo voto popular.

O projeto Sinal Livre tem quatro pilares, explica a gerente de comunicação. Nos três anos, o Sinal Livre conseguiu influenciar a sociedade. Jovens podem ser os grandes protagonistas e os treinados dentro do projeto se tornaram verdadeiros porta-vozes. “O primeiro é Agentes da Mobilidade, que envolve o treinamento de multiplicadores, como professores das escolas públicas, Rede Sinal Livre, para conectar tudo; Pro Sinal Livre, que visa contagiar funcionários e simpatizantes para o tema, e Sinal Livre Mobiliza, que tem conseguido impactar grande parte da sociedade sobre a importância de educar, engajar e sensibilizar a população em relação ao ir e vir”, sintetiza Larissa Vecchi, gerente de Comunicação e Marca Institucional da Liberty Seguros.

Wal Flor, diretora de planejamento da Lynx Consultoria, parceira no projeto, elogiou a qualidade dos projetos que incentivam que a população seja a mudança na construção de uma cidade mais pura, mais viva e mais humana. “São todos projetos que com certeza terão investimentos pois muitos investidores buscam iniciativas que visam transformar a vida da cidade em mais convivência. Todos precisam de recursos financeiros e humanos que viabilizem a mobilidade urbana”.

O Projeto Multa Moral, que distribui advertências com o intuito de conscientizar os motoristas que estacionam indevidamente em vagas para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, recebeu o prêmio de menção honrosa, definido pelos presentes no evento.

André Andrade, arquiteto urbanista, fala um pouco do quinto e último projeto finalista apresentado no 2o. Premio de Mobilidade promovido pela Liberty Seguros. O Zumpy, projeto que nasceu em 2013 mas lançado neste ano, percebeu que 60% dos automóveis se deslocam apenas com uma pessoa. Todos vão na mesma direção e todos parados juntos no caótico trânsito. “Isso me incomodava profundamente e dai surgiu o Zumpy, que visa conectar as pessoas para que elas compartilhem o carro”, contou. E ai começou o projeto com a pergunta básica: Como achar alguém que faz uma rota como a minha, levando em conta a segurança e incentivo para dar carona. Criou então o aplicativo da carona solidária para reduzir o número de veículos nas ruas de Belo Horizonte, com mais de 1 mil pessoas já impactadas. O programa tem filtros para as pessoas escolherem caronas com referência, ou de amigos de redes sociais, como Facebook, ou mesmo da empresa ou da faculdade. O aplicativo também aumenta a margem de caronas ao incluir os amigos dos amigos nas redes sociais, explica. Para evitar cair numa roubada de ir de carona com um doido, que atende o celular e dirige só com uma mão, o aplicativo tem o sistema de avaliação do carona. Quem usa o programa ganha uma moeda virtual, que pode ser usado em descontos em vários estabelecimentos, como postos de gasolina, por exemplo. “Todos ganham nos pontos do Zumpy”, diz ele, que já tem 1 milhão de rotas cadastradas e 65% de crescimento ao mês desde o lançamento em agosto. São mais de 22 mil pessoas usando o aplicativo. Ele destacou também a interação social das pessoas, que acabam ficando amigas com o compartilhamento do veículo. Já foram realizadas mais de 17 mil caronas e mais de 5 mil rodízios de carro. “Agora, com a premiação, R$ 10 mil, começará o desenvolvimento de uma interface do Zumpy com novas funcionalidades”, disse ele ao blog Sonho Seguro.

Marcos Bueno contou um pouco sobre o projeto Bike Anjo, que surgiu em 2010, para conectar as pessoas que já pedalavam e as interessadas em pedalar, bem como ensinar como as pessoas devem se comportar no trânsito da cidade em cima da magrela. Quem quer ser bike anjo e quem precisa de um se cadastra no sistema, que conecta os dois. A demanda foi grande, principalmente por quem sequer sabia andar de bicicleta. Com isso, foi criado uma oficina, que já treinou mais de 1,3 mil em três anos e conta hoje com 2,5 mil voluntários. O projeto foi crescendo, com solicitações de palestras e apoio em campanhas institucionais, e hoje está consolidado como uma referencia em estimular o uso da bicicleta nos milhares de quilômetros de ciclovias em vários estados do Brasil. Quando o Bike Anjo foi criado não havia muitos sonhos, pois o projeto foi acontecendo sem ter sido elaborado. “Ele simplesmente foi crescendo e quando chegou a 1 mil voluntários a meta foi estar em todas as capitais do Brasil. Agora é estar em todos os continentes do mundo. Só falta a Ásia”, diz Bueno, com muita empolgação.

Luiza Pacheco, uma das criadoras do projeto finalista do 2o. Premio Sinal Livre da Liberty Seguros, conta que o Bike It, um site de mapeamento que referencia locais amigos dos ciclistas, conta com avaliações dos usuários positivas ou negativas de suas experiências nas cidades, tanto do ponto de vista de acesso como de gentileza no tratamento aos ciclistas. O projeto foi crescendo para promover a cultura da bike e promover a interação entre ciclistas e estabelecimentos. Hoje esta em 14 cidades no Brasil com uma plataforma tecnológica pronta para receber investimentos. O portal renunciou a investimentos públicos e privados para manter a credibilidade do conteúdo, que é alimentado pelos usuários.

Rodrigo Bottini, conta um pouco do finalista do prêmio da Liberty Seguros “Multa Moral”. Trata-se de um projeto que teve inicio em agosto e está sendo implementado. Ele surgiu com Rodirgo, deficiente fisico há 17 anos, contando sua história em uma rede de tevê. Ele distribuia bloquinhos para as pessoas colocarem nos carros de quem estacionava indevidamente em vagas de deficientes. Algo similar ao talão zona Azul, porém com formato amarelo e sinalizado com um cadeirante. A ideia pegou surgiu o projeto Multa Moral, que tem neste momento mais de 1,5 mil blocos para serem colados em veículos de quem despereita as vagas especiais. Ele usou os financiamentos coletivos disponíveis hoje para ideais inovadoras e rapidamente obteve verba para lançar o projeto em várias cidades do Brasil. Segundo ele, 90% das vezes que vai estacionar a vaga está ocupada por um carro sem o cartão de identificação. “Muitas pessoas justificam que é por apenas 5 minutos. E isso gera uma revolta e para evitar tal constrangimento pensamamos neste projeto, que é um leve puxão de orelha que visa educar a sociedade em relação a consciencia da necessidade de ir e vir dos deficientes”, conta. “Precisamos que as pessoas entendam que temos necessidades especiais, espaço para sair do carro com a cadeira. Estou feliz de estar conseguindo isso e ganhar o prêmio pode nos ajudar muito nesta luta de garantir a sensibilidade da população”.

“Nos acreditamos que uma cidade melhor, que possibilite a mobilidade”, diz Leonardo Boel, “Que ônibus passa aqui”, de Porto Alegre. O projeto visa espalhar adesivos pelos pontos de ônibus da cidade para que qualquer pessoa anote as linhas que passam no local para ajudar outros passageiros. Com o sucesso do projeto, a EPTC, empresas de transporte público da prefeitura de Porto Alegre, quis assumir financeiramente e viabilizar a ideia. Mas acabou não dando certo em razão da forma colaborativa adotada e o projeto foi abandonado pelo poder público. “A sinalização adotada não tem apelo eas informações foram colocadas em uma altura ruim para as pessoas, tornando o projeto desqualificado e sem adesão do público”, contou. Com a grande demanda da população solicitando a volta do projeto de forma privada, uma vez que o poder público se mostrou ineficiente em algo tão importante, Boel voltou a tocar o projeto e já conta com mais de 1 mil pessoas impactadas e alguns patronos sem ligação com o poder público. As pessoas agora tem de entrar no site e imprimir a etiqueta para colar nos pontos de ônibus. Se vencer o prêmio, com R$ 10 mil, consegue avançar com o projeto de forma independente.

Também estiveram presentes na entrega do prêmio, para debater os projetos finalistas, José Mello, superintendente de Inteligência de Marketing e Inovação da Liberty Seguros, Ana Carla Fonseca, especialista em economia criativa e fundadora do Garimpo de Soluções, Pedro Somma, Diretor de Operações da 99Taxis e Wal Flor, Diretora da Lynx. O Secretário Municipal de Cultura de São Paulo, Nabil Bonduki, participou como mediador do debate.

AGÊNCIA SENADO: Seguro de carro poderá prever cobertura obrigatória para desastres naturais

Fonte: Agência Senado

Um antigo ponto de divergência entre seguradoras de automóveis e clientes pode chegar ao fim com proposta aprovada nesta terça-feira (24) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O Projeto de Lei do Senado (PLS) 492/2013, do senador Eduardo Amorim (PSC-SE), torna obrigatória a cobertura por danos causados por desastres naturais, como enchentes, deslizamentos, chuva de granizo e quedas de árvores.

O autor argumentou que os carros representam, para grande parte dos brasileiros, seu maior bem patrimonial, e a obrigatoriedade da cobertura para esse tipo de dano evitaria significativos prejuízos financeiros para os segurados.

A relatora, senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), apresentou voto favorável e lembrou que não há, no ordenamento jurídico nacional, previsão de obrigatoriedade dessa cobertura mínima.

Segundo ele, ao tornar obrigatória a cobertura, a proposta acabará com a omissão contratual, que deixa os proprietários de automóveis desprotegidos. Além disso, visa garantir a homogeneidade dos contratos de seguros, argumenta. O projeto será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.

Bloomberg: Bradesco estuda aquisições no ramo de seguro varejista

angelottiFonte: Cristiane Lucchesi, da Bloomberg

O Banco Bradesco SA, segundo maior banco do Brasil em valor de mercado, está estudando a aquisição de uma seguradora varejista em um momento em que busca focar em negócios com riscos menos concentrados.

Os alvos serão empresas independentes bem gerenciadas em setores como seguro de saúde que poderiam ter dificuldades para captar o capital de que precisam por conta própria, disse Luiz Carlos Angelotti, diretor-gerente e chefe de relações com investidores, em entrevista em Nova York na semana passada.

“Estamos estudando todas as oportunidades de aquisições em um momento em que o aumento das exigências de capital pode gerar mais concentração no negócio de seguros”, disse Angelotti.

A estratégia do Bradesco tem sido focar nos mercados brasileiros, onde a empresa tem conseguido gerar um retorno sobre o patrimônio de pelo menos 20 por cento.

O banco anunciou a aquisição da subsidiária brasileira do HSBC Holding Plc por US$ 5,2 bilhões em agosto e está negociando a venda de sua divisão de seguros de alto risco por cerca de R$ 800 milhões (US$ 215 milhões) para a Swiss Re AG, disse uma fonte com conhecimento direto sobre o assunto neste mês.

“Realmente é preciso escala no negócio de seguros e bancos e o Bradesco tem”, disse Angelotti. “Nós podemos obter retornos mais elevados com sinergias e reduções de custo, assim como um incremento na receita com os serviços no Brasil”.

Analisando oportunidades

Angelotti preferiu não comentar sobre as negociações para venda da divisão de seguros de alto risco do Bradesco, mas disse que o Bradesco “não vem investindo muito” nessa operação e irá “analisar todas as oportunidades se houver alguém interessado em comprá-la”.

A divisão que o Bradesco planeja vender protege projetos de construção e de infraestrutura, assim como imóveis e equipamentos corporativos. Os maiores bancos do Brasil recuaram em relação às linhas de seguros de alto risco após o acirramento da concorrência e pelo fato de a expansão esperada da infraestrutura não ter se materializado.

O Itaú Unibanco Holding SA, maior banco do país em valor de mercado, concordou em vender sua seguradora de alto risco para a Ace Ltd., que tem sede em Zurique, no ano passado, por R$ 1,52 bilhão. O acordo transformou a Ace na maior seguradora de propriedades e acidentes do Brasil.

O presidente do Itaú, Roberto Setúbal, disse em dezembro que o banco continuaria saindo de negócios no ramo de seguros que não se encaixassem em sua estratégia principal.

Bloomberg: Mercado de seguro brasileiro vai resistir à recessão, diz Axa

Bloomberg – Por Francisco Marcelino

O mercado de seguros do Brasil vai manter a taxa de expansão de 14% ao longo deste ano e do próximo, mesmo com a economia afundando mais na recessão, de acordo com projeções da unidade da Axa no Brasil.

A demanda vai continuar a crescer porque uma proporção baixa do País é segurada, diz Philippe Jouvelot, presidente da unidade brasileira da Axa.

“Apenas 30% das pequenas e médias empresas são cobertas hoje”, Jouvelot disse em entrevista na semana passada, em São Paulo, complementando que a cobertura de veículos é de 40% e a de residências, de 15% no Brasil, que tem uma população de cerca de 200 milhões de pessoas.

O crescimento dos prêmios foi de quase 14% no primeiro semestre de 2015 em comparação com o ano anterior, de acordo com a associação de seguros do País, a CNSeg. O pib brasileiro provavelmente terá contração de 3% este ano e 1,2% em 2016, mostra uma pesquisa com economistas realizada pela Bloomberg.

A Axa, maior seguradora da França, começou seu negócio de seguros no Brasil no ano passado, com um investimento de cerca de 100 milhões euros (US$ 106 milhões) ao longo de 4 anos, disse Jean- Laurent Granier, diretor da divisão de propriedade e contra acidentes global da empresa.

Nesse total, não está contabilizado o acordo da companhia para comprar o negócio de seguros de alto risco da Sul América por R$ 135 milhões (US$ 36 milhões), anunciado em maio.

“Esta é uma prova adicional de nosso compromisso de longo prazo para este mercado”, disse Granier, acrescentando que a empresa vai olhar para novas oportunidades de compra que se encaixem em sua estratégia e sejam oferecidas a um preço justo.

Desenvolvimento sustentável do setor de saúde norteou debates na abertura do 1º Fórum de Saúde Suplementar

marcio coriolanorelease

O 1º Fórum de Saúde Suplementar, com o tema ‘Sobrevivência do Setor de Saúde Suplementar – Propostas, Metas e Responsabilidades’, começou nesta terça-feira, 24/11, no Hotel Hilton Morumbi, em São Paulo, com intenso debate sobre as políticas de saúde e as relações socioeconômicas. Promovido pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), o encontro reúne especialistas nacionais e internacionais para debater os principais desafios e oportunidades do setor. O evento também se propõe a criar uma agenda conjunta para todo o segmento de Saúde Suplementar, consolidando propostas, metas e compromissos para assegurar sua sustentabilidade.

Na abertura, o Presidente da FenaSaúde, Marcio Coriolano, fez um amplo diagnóstico do cenário da Saúde Suplementar no país. Em primeiro lugar, destacou a grande contribuição do setor, que movimenta cerca de R$ 137 bilhões anuais, ou 40% do total de todos os ramos de seguros. “Apenas para efeito de comparação, enquanto o setor de seguros como um todo tem valor agregado anual de R$ 348 bilhões, a indústria automobilística movimenta R$ 240 bilhões e a farmacêutica, R$ 71 bilhões. Esse é o tamanho da importância da proteção securitária, incluindo saúde”, comentou.

Coriolano lembrou ainda que a taxa de elevação do número de beneficiários de planos médicos no país está, já há alguns anos, bem acima do crescimento da população como um todo e que esse contingente continuará em expansão. Diante desse cenário, o Presidente da FenaSaúde ressaltou algumas das questões que vêm preocupando as operadoras de saúde e que demandam reflexões urgentes, como o crescimento das despesas assistenciais, hoje na casa de 15% ao ano (dados de junho deste ano), bem acima da inflação geral de preços.

“Se permanecerem os fatores que pressionam fortemente os custos, as atuais dificuldades podem se agravar”, comentou Coriolano, que enumerou outros pontos críticos, como o aumento do desequilíbrio entre receitas e despesas dos planos, o que vem levando muitas empresas a operar apenas com receitas financeiras; e o momento econômico adverso, que pode provocar a elevação do desemprego e pressionar o setor – só neste ano, a Saúde Suplementar perdeu 240 mil beneficiários.

“Neste fórum, nossa expectativa é exatamente debater e apontar soluções práticas para aperfeiçoar modelos de atenção à saúde e mesmo o que for possível no marco legal. Sabemos que a factibilidade de qualquer proposta, contudo, dependerá não apenas das associadas à FenaSaúde e do Governo, mas do engajamento de toda sociedade”, destacou.

Para consultor da Casa Branca, reformas são necessárias e devem promover melhorias,mas nunca alcançarão o ideal

O painel de abertura do Fórum contou com a participação de Ezekiel Emmanuel, presidente do Departamento de Ética Médica e Políticas de Saúde da Universidade da Pensilvânia (EUA), que foi conselheiro de Barack Obama na formulação do Affordable Care Act (ACA). Em sua palestra, Emmanuel apresentou o ACA, mais conhecido como Obamacare, o modelo assistencial na área de saúde adotado pelo governo norte-americano nos últimos anos.

Das dificuldades e negociações políticas para sua aprovação no Congresso aos primeiros resultados positivos do Obamacare, Emmanuel fez uma retrospectiva da implementação do ACA nos Estados Unidos. Apesar das grandes diferenças entre os sistemas de saúde brasileiro e norte-americano, ele deixou como mensagem algo que é válido para qualquer país ou circunstância: apenas com a participação de toda sociedade, o que inclui a população, operadores de saúde e governo, entre outros, é possível chegar a um modelo sustentável que beneficie todos.

Segundo ele, o ACA foi um ponto de partida para reduzir os custos da saúde, processo que passa por mudanças no modelo de pagamentos dos serviços médicos, pela desospitalização e pelo movimento que leva o médico a sair dos consultórios, para atender os pacientes em casa. “A reforma do sistema de saúde tem que promover algo melhor do que o atual. Mas nunca vai ser o ideal”, observou Emmanuel.