Seguro habitacional é rentável se bem administrado, afirmam especialistas

FullSizeRenderAmpliar a oferta e qualificar a entrega dos produtos de seguros para o mercado imobiliário foi tema de debates do Seminário de Seguro Habitacional, promovido pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) na manhã desta quarta-feira, em São Paulo. “Temos aqui uma boa oportunidade para discutir conceitos operacionais do seguro habitacional, buscando o aperfeiçoamento de rotinas e para debatermos os reflexos nas suas operações”, disse Danilo Sobreira, assessor da diretoria da Federação ao abrir o encontro, que reuniu mais de 50 profissionais do segmento no auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (SindSeg-SP).

Antonio Carlos Gonçalves Silva, consultor da FenSeg, apresentou o tema Avaliação das Garantias para Financiamentos, alertando os profissionais presentes sobre os principais detalhes que devem ser observados pelos subscritores de seguros e que podem auxiliar o agente financiador na concessão de crédito. Ele citou diversos riscos que podem ser facilmente observados e assim evitar riscos sistêmicos para as instituições financeiras, que vão desde a topografia do local, se há lojas que apresentem riscos, como venda de fogos de artifícios ou gás, ao redor do imóvel financiado, tipo de clima na região, como, por exemplo, se é mais suscetível a ventos, chegando até a mencionar que todos devem também observar como são os vizinhos. “Um vizinho sem calha pode trazer infiltração e isso traz sérios problemas para a construção”, salienta o consultor de risco.

Uma das sugestões é que o setor invista em um banco de dados para que todos possam acessar estatísticas relevantes de acidentes, como deslizamentos, por exemplo. “Compensa as seguradoras investirem na montagem de uma base de dados adequada, como faz o Serasa, com o histórico de perdas e deslizamentos, características da região, formato de telhado, por exemplo, junto ao órgãos do governo para mapear as áreas de deslizamentos e o que tem sido feito para prevenir construções em regiões de riscos”, disse.

Tadeu Meira, gerente de produtos habitacionais da Caixa Seguradora, abordou a importância do estreitamento das relações entre bancos (estipulantes), a seguradora e o cliente. Ele ressaltou que o seguro não é um contrato acessório. É obrigatório. “As pessoas podem escolher com quem fazer o seguro, mas ele é obrigatório e tem um peso significativo no valor do financiamento, fazendo o cliente ficar no banco ou buscar um concorrente”, comentou.

O tema atendimento e procedimento em seguros foi destacado por Meira, citando que o portal Reclame Aqui hoje tem mais poder do que os órgãos de defesa de consumidor. “Muitas vezes o processo burocrático, por melhor que seja a relação entre o estipulante e seguradora, é preciso ter mais atenção em todo o processo para poupar a relação com o cliente”, disse.

Segundo Meira, todos estão empenhados em ter critérios para precificar melhor o risco, tanto pelo cliente como também para estimular que as seguradoras se interessem pelo risco e passem a atuar com maior apetite neste segmento.

A plateia questionou se é preciso que a Susep aperte a regulamentação, formalizando a relação entre os atores. Mas na opinião de Meire, a liberdade é saudável, beneficia a concorrência e o cliente que acaba ganhando com produtos mais abrangentes e preços acessíveis.

Características dos financiamentos – diversidade e abrangência

Osmar Martinez, executivo do Banco Bradesco e representante da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), trouxe dados históricos aos participantes sobre o volume de crédito habitacional. Apesar de dados de recuo diante da recessão da economia e freio no crédito por parte dos bancos, o executivo mostrou grande otimismo com a retomada do mercado imobiliário num futuro próximo. “Por estar na pauta do governo, o otimismo com o segmento é grande. O próprio ministro da Fazenda, Joaquim Levy, tem falado da necessidade de novos sistemas de financiamento, como a securitização, para suprir o limite imposto do lastro da caderneta de poupança para o financiamento do setor habitacional”, citou . Também comentou que as incorporadoras reduziram em até 40% os lançamentos imobiliários, o que também afeta o setor.

O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança, nos primeiros oito meses de 2015, chegou a R$ 56,6 bilhões, 22% inferior ao mesmo período do ano passado. No acumulado de 12 meses, até agosto, o volume de empréstimos alcançou R$ 96,7 bilhões, queda de 13,5% ante os 12 meses anteriores. de acordo com dados da Abecip. Entre janeiro e agosto, foram financiados 256,1 mil imóveis, queda de 27% em relação ao mesmo período de 2014. Nos últimos 12 meses, até agosto, foram financiados 443,4 mil imóveis, correspondendo a um recuo de 17,6% em relação aos 12 meses precedentes.

A notícia boa é que o déficit habitacional no Brasil ainda é grande e sinaliza que teremos muito trabalho pela frente para atender a demanda da população”, diz, deixando claro que o seguro habitacional é um produto com grande potencial, principalmente por ser um dos mitigadores de riscos dos agentes financiadores. “Voltaremos a ter a necessidade da criatividade dos profissionais de seguros para que possamos ter um sistema imobiliário muito melhor”, disse ele ao finalizar sua apresentação.

Securitização de créditos imobiliários – necessidades de garantias

Rodrigo Possenti, da Cia. Brasileira de Securitização (CIBRASEC), abordou a securitização, um mercado ainda pequeno mas que tem potencial de crescer de forma acentuada e trazer muitos negócios para o mercado segurador. Ele explicou à plateia que securitização, de uma forma simples, é uma antecipação de um recebível imobiliário, ou seja, uma operação que transforma direitos creditórios, como os provenientes de contratos de compra e venda, contratos de locação ou outros, em títulos negociáveis no mercado, e pode ser feita diferentes formatos.

O principal deles é conhecido como CRI, Certificado de Recebíveis Imobiliários, que respondeu por cerca de 10% do mercado imobiliário brasileiro e deve apresentar grande evolução no futuro. De acordo com dados da Cetip, em junho de 2015 o estoque de CRI estava em R$ 62 bilhões, 24% a mais do que os R$ 50 bilhões registrados um ano antes.

Nas operações de securitização pulverizadas, a participação do mercado segurador nas operações estruturadas pela Cibrasec, atualmente envolve as garantias de Morte e Invalidez Permanente (MIP), e de Danos Físicos do Imóvel (DFI), bem como o seguro de performance de obra. “Retemos o risco da obra, mas fazemos algo em torno de um valor de 10% do orçamento para garantir um estouro dos gastos”, ressaltou. Segundo ele, o grupo hoje trabalha com as seguradoras Esser e MetLife, mas outras parcerias podem ser feitas para os mesmos produtos ou para garantias inovadoras.

Nas operações corporativas conhecidas como “built to suit, o executivo afirmou que é importante a oferta das seguradoras no seguro de garantia de performance e também para de danos de imóveis. “O seguro é muito importante para as operações pulverizadas e também nas corporativas para termos as garantias imobiliárias funcionando do começo ao final de toda a operação. O mais importante é termos produtos inovadores para darmos proteção para nossos investidores”, finalizou.

Sinistros – entrega do produto

Guilherme Ferreira Ribeiro, da Bradesco Auto/Re, abordou o lado social do seguro, que é garantir a retomada da vida do cliente diante da ocorrência de um risco especificado no contrato. E para que isso aconteça, sem problemas para o cliente e para o acionista, é preciso investir na subscrição do risco. “Temos de pagar a indenização e temos de cuidar para a operação ser rentável e manter o interesse do acionista no segmento”, pondera. Segundo ele, em sinistro não existe o dono da verdade. “Alguns acham que tem cobertura e outros não. E este é um seguro de longo prazo. Os financiamentos podem chegar a 30 anos e por isso exige acompanhamento”, ressalta.

No caso do habitacional, o principal produto comercializado pelas seguradoras é a morte ou invalidez permanente do contratante do empréstimo. Um ponto polêmico do setor tem sido na indenização por morte causada por doença sabida e não declarada. Ele citou alguns casos, entre eles pessoas em tratamento de câncer que compraram o seguro, mesmo sabendo que a apólice tem clausula de exclusão para doenças pré-existentes. “Geralmente esse problema é detectado em contratos com pessoas com poder aquisitivo elevado, tratado com tapete vermelho pela instituição financeira”, comentou.

Na maioria das vezes são imóveis acima de R$ 1 milhão, com financiamentos de 80% do valor do imóvel, sem participação de outros membros da família na composição da renda. Negar sinistro deste porte é algo delicado, começando pelo fato da família estar abalada pela perda de um ente querido. Além disso, esse cliente tem um relacionamento forte com o banco. “Melhor evitar esse tipo de problema com uma boa subscrição”, recomenda.

Outro ponto de conflito citado é a invalidez. “Qual o conceito de invalidez? Stevan Wonder era cego mais trabalhou sua vida toda como músico. Por isso é importante adotar procedimentos de subscrição claros e transparentes para evitar problemas na hora da regulação do sinistro”, reforçou, acrescentando que a pessoa pode ser considerada inválida para a profissão que exercia, mas pode ser treinada para outra atividade que lhe dê sustento.

Em danos ao imóvel, o que causa mais discussão é se o acidente ocorreu por erro de projeto, uma vez que defeitos de construção de responsabilidade do construtor do imóvel e erros de projeto estão entre os itens excluídos da cobertura. Geralmente o cliente alega que a vistoria foi feita e a partir do momento que a seguradora aceito o contrato é porque validou o imóvel na inspeção.

Ele recomenda a todos avaliar muito bem a regulação de sinistro antes de negar. A raiz do problema, segundo ele, está na aceitação do risco. Como o mercado ainda é pequeno, temos tempo de pensar e evitar ruídos para que ele cresça e cresça de forma rentável”, diz. Ele recomenda o pleno esclarecimento do seguro na hora da venda, a importância da qualidade técnica das inspeções e a divulgação integral dos benefícios em caso de sinistro. Isso faz o segmento crescer, pois bem administrado é uma carteira lucrativa”, finaliza Ribeiro.

Paul Conolly assume vice-presidência de resseguros do IRB

paul conollyO executivo Paul Conolly foi conduzido ao cargo de vice-presidente de resseguros do IRB Brasil Re pelo Conselho do maior ressegurador local do Brasil reunido na última quinta-feira. Conolly passou quatro anos cuidando da área de grandes riscos da LIU, divisão de riscos especiais do grupo Liberty Mutual, e dois anos na Generali, deixando o grupo italiano como líder de grandes riscos para a América Latina. Ele entra no IRB no cargo de José Cardoso, que assumiu a presidência do IRB em agosto. A nomeação ainda tem de ser aprovada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

O conselho do IRB suspendeu a oferta pública de ações devido as condições desfavoráveis do mercado financeiro. Mais notícias em breve.

REUTERS: Conselho do IRB Brasil decide por suspensão de IPO

SÃO PAULO (Reuters) – O Itaú Unibanco e a BB Seguridade informaram nesta segunda-feira pedido para suspensão por 60 dias da oferta pública inicial de ações (IPO) da resseguradora IRB Brasil Re. O pedido de interrupção da operação foi protocolado em 19 de novembro após deliberação pelo Conselho de Administração do IRB.

Em outubro, uma fonte havia afirmado à Reuters que o IPO da resseguradora havia sido suspenso por conta das condições desfavoráveis do mercado. Alguns dias antes, o IPO da Caixa Seguridade também havia sido interrompido pelo mesmo motivo.

A operação do IRB Brasil é liderada por Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e JP Morgan.

Liberty Seguros lança um novo modelo de comercialização de seguros residenciais

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A Liberty Seguros acaba de lançar o Liberty Residência Cenários, um novo modelo de venda de seguros residenciais. Pensado para facilitar o trabalho dos corretores, o produto permite que sejam criados até três diferentes perfis para a comercialização de apólices em uma mesma região.

Entre as ferramentas oferecidas para simplificar as vendas, estão os formulários de cotação, que já chegam pré-preenchidos para tornar as apurações mais acessíveis, e a realização de cálculos a partir de dados – como CEP ou região -, que proporciona ao corretor uma maior área de abrangência. Outros itens como coberturas, serviços, emissão de apólice e abertura de sinistros não foram alterados.

“A Liberty Seguros trabalha constantemente para garantir um atendimento excepcional não só para os clientes, mas também para os corretores”, diz Vilma Monteiro, gerente de Seguro Residência. “O Liberty Residência Cenários traz mais agilidade e flexibilidade, oferecendo, entre outros itens, um gerenciador para a criação de diferentes cálculos, para que o corretor crie cenários customizados para cada venda”, finaliza.

Número de indenizações por invalidez permanente cai 5%, diz Seguradora Líder-DPVAT

ricardo xavierRelease

De janeiro a setembro de 2015, a Seguradora Líder-DPVAT registrou 518.302 mil indenizações pagas por acidentes de trânsito no País. Desse total, 33.251 mil correspondem a morte, 409.248 mil a invalidez permanente e 75.803 por reembolso de despesas médicas e hospitalares. No entanto, em comparação com o mesmo período de 2014, esses números apresentaram considerável redução: no caso de morte, 17%; invalidez permanente, 5%; e reembolso de despesas médicas e hospitalares, 15%.

Para o Diretor-Presidente da Seguradora Líder-DPVAT, Ricardo Xavier, a notícia é boa, mas ainda há um longo caminho a percorrer: “Vemos como uma evolução, desde o início da Gestão da Seguradora Líder, esta redução no número de indenizações pagas por invalidez permanente, pois vinha crescendo de forma progressiva. A queda de mortes e reembolsos de despesas médicas já era uma tendência nos últimos boletins. Isso mostra que o esforço em realizar uma fiscalização mais incisiva, tornar os veículos mais seguros e melhorar a percepção da população quanto aos riscos do trânsito vem surtindo efeito. Mas os números ainda são comparáveis a de uma guerra civil, o que nos mostra que temos muito trabalho pela frente”, analisa.

A motocicleta foi o veículo com o maior número de indenizações de janeiro a setembro de 2015 e, apesar de representar apenas 27% da frota nacional, concentrou 76% das indenizações. Do total das indenizações pagas por acidentes com moto, 82% foram para invalidez permanente e 4% para morte.

De janeiro a setembro de 2015, a região Sudeste concentrou a maior incidência dos acidentes com vítimas fatais (37%), com maior participação dos automóveis (48%). A frota de automóveis da região Sudeste representa 55% da frota nacional dessa categoria e a região concentra 49% do total de veículos do Brasil cobertos pelo Seguro DPVAT.

A região Nordeste teve a segunda maior incidência (28%), porém com maior participação das motocicletas, que representaram 61% das indenizações por morte na região. O Nordeste concentra 17% do total de veículos do País, sendo que a sua frota de motocicletas representa 45% do total de veículos da região.

A região Norte concentrou 8% das indenizações por morte no período analisado, sendo que 60% foram por acidentes fatais envolvendo motocicletas. A região concentra apenas 9% da frota nacional de motocicletas, porém essa categoria representa 49% do total de veículos da região.

A região Sul foi responsável por 17% das indenizações por morte pagas no período analisado, sendo que sua frota corresponde a 20% do total do Brasil. Do total de mortes na região, 53% correspondem a acidentes com automóveis, 33% com motocicletas, 11% com caminhões e pick-ups e 3% com ônibus e vans.

Já a região Centro-Oeste respondeu por 10% das indenizações por acidentes fatais pagas de janeiro a setembro de 2015. Sua frota corresponde a 9,11% do total do Brasil. Das mortes verificadas na região, 45% foram ocasionadas por carros, 42% por motos, 11% por caminhões e pick-ups e 2% ônibus e vans.

A Seguradora Líder-DPVAT alerta: o pedido de indenização do seguro deve ser realizado, gratuitamente, em um ponto oficial de atendimento. A preocupação da Seguradora é justificada pela ação de intermediários, ou dos despachantes, que se passam por amigos das vítimas ou de seus beneficiários e acabam ficando com boa parte das indenizações. Em alguns casos, para solicitar o pedido do benefício, estes agentes cobram 30% do valor da indenização, quando na verdade fazer essa solicitação é um procedimento inteiramente gratuito.

Criado em 1974, o Seguro DPVAT indeniza todas as vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, sem necessidade de apuração da culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O Seguro DPVAT oferece cobertura para três naturezas de danos: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares (até R$ 2.700). A indenização é paga em até 30 (trinta) dias após a entrega da documentação completa.

Para solicitar a indenização do Seguro DPVAT basta seguir três passos:

1 – Escolher um ponto oficial de atendimento. A listagem completa por cidade pode ser acessada pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br ou pelo telefone 0800 022 1204. Lembre-se: as agências próprias dos Correios também recebem gratuitamente pedidos de indenização do Seguro DPVAT.

2 – Reunir a documentação necessária de acordo com a cobertura – morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e hospitalares.

3 – Preencher o pedido de indenização em um ponto oficial de atendimento e entregar a documentação.

O pedido vai gerar um número de protocolo, que pode ser utilizado para acompanhar o processo tanto no site, quanto no SAC, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Os recursos do Seguro DPVAT são financiados pelos proprietários de veículos, por meio de pagamento anual. Do total arrecadado, 45% são repassados ao Ministério da Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo País. 5% são repassados ao Ministério das Cidades, para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito.

Os demais 50% dos recursos são voltados para o pagamento das indenizações, constituições de provisões técnicas – característica inerente à atividade seguradora – e despesas com administração. A gestão do Seguro DPVAT é uma das mais eficientes do País, custando cerca de 4% dos recursos, e o lucro é limitado por lei a 2% antes dos impostos.

ACE anuncia futuro time de líderes para a região da América Latina

jorge luis cazarRelease

A ACE Limited anunciou na última sexta-feira o time que pretende nomear para a liderança da região da América Latina da Overseas General Insurance division do novo Chubb Group. A região compreende a Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Peru, Porto Rico, América Central e Caribe. A nova equipe se tornará efetiva tão logo a aquisição da Chubb seja concluída, o que está previsto pra o primeiro trimestre de 2016.

Como anunciado anteriormente, Jorge Luis Cazar será o Senior Vice President do novo Chubb Group e Regional President da América Latina. O time de líderes que reportará ao Sr. Cazar inclui:

· Marcos Gunn será o President – Northern Latin America Region, que compreende o México, América Central e Caribe e Chief Operating Officer – Latin America. Atualmente, ele é o Regional Chief Operating Officer da ACE América Latina.

· Herman Weiss será o President – Andean Region, que compreende a Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Peru. Atualmente, Weiss é o Senior Vice President e Latin America Zone Officer do Chubb Group.

· Antonio Trindade será o Country President do Brasil. Atualmente, Trindade é o Country President do Brasil, da ACE.

· Pablo Korze será o Senior Vice President – Commercial Property & Casualty – Latin America. Atualmente Korze ocupa o cargo de Senior Vice President – Property & Casualty da ACE América Latina.

· Fabiola Franco será a Senior Vice President – Accident & Health – Latin America. Atualmente, Franco ocupa o cargo de Senior Vice President – Accident & Health da ACE América Latina.

· David Heard será o Senior Vice President – Personal Lines – Latin America. Atualmente, Heard ocupa o cargo de Senior Vice President, Personal and Business Insurance da ACE América Latina.

O Sr. Cazar reportará a Juan C. Andrade, Executive Vice President do ACE Group, Personal Lines e Chief Operating Officer da ACE Overseas General, e quem, como anunciado anteriormente, será o Executive Vice President do Chubb Group e President da Overseas General Insurance division.

“A ACE construiu uma presença abrangente e profunda em toda a América Latina com um mix de negócios extenso e balanceado. O time que irá liderar essa importante região é formado por profissionais experientes, capazes e eficientes, que entendem que seguro é um negócio local conduzido por relacionamentos locais”, disse o Sr. Andrade. “Vemos um crescimento significativo de oportunidades a longo prazo na América Latina, tanto na área industrial/comercial, onde há uma necessidade premente de desenvolver infraestrutura em muitos países, quanto na área de consumo, onde está ocorrendo um crescimento da classe média. Tenho confiança que Jorge Luis, liderando este forte time, incluindo os novos colegas da Chubb, entregará produtos e serviços superiores para nossos clientes e parceiros em toda América Latina, bem como maiores resultados para a organização.”

“Estou muito feliz em anunciar o time de líderes para a região da América Latina do novo Chubb Group”, disse o Sr. Cazar. “Marcos é um executivo conceituado que traz profunda experiência do México, um de nossos mercados mais importantes. Trindade é um dos executivos mais experientes e talentosos da indústria de seguros no Brasil. Pablo, Fabiola e David combinam uma análise dos diferentes mercados da América Latina com um conhecimento profundo de suas respectivas linhas de produtos. Também estou muito satisfeito pelo fato de que Herman irá liderar nossa importante região andina. Ele representa o melhor da Chubb e estamos ansiosos para trabalhar com ele e os novos colegas quando a transação for concluída. Vamos compartilhar mais informações sobre nosso time de líderes da América Latina pendente das aprovações regulatórias.”

Empresas apostam no seguro de vida em grupo para beneficiar talentos

corretor9Release

O seguro de vida tem crescido no Brasil e isso se deve, em parte, às pequenas e médias empresas que passaram a oferecê-lo como um dos benefícios aos empregados. De acordo com uma pesquisa da consultoria Mercer, realizada no último ano com 696 empresas, 94% das corporações oferecem seguro de vida. Este resultado está próximo ao apurado pela consultoria Hays em levantamento com 700 empresas, no qual este tipo de seguro aparece como o segundo principal benefício oferecido (87%). Ainda de acordo com o estudo, 94,5% dos empregadores consideram as benfeitorias não salariais uma ferramenta importante para contratar e reter funcionários.

As adições do seguro de vida vão muito além. Proteger o empresário é também uma das funções deste benefício. “Além de reter talentos, o seguro de vida também pode ajudar a conter certos prejuízos que o empregador pode incorrer no caso de um sinistro por invalidez ou morte. Refiro-me, em especial, aos pequenos e médios empresários, que podem sentir o peso desse tipo de perda”, destaca Fernando Ferrari, diretor responsável pela área de Seguros de Pessoas da Starr, que iniciou suas atividades no Brasil em 2013, é a primeira subsidiária do grupo a receber aprovação para lançar a linha de Vida em Grupo.

Em caso de invalidez do funcionário, parte dos produtos Starr visa não apenas indenizá-lo em dinheiro, mas também na adaptação da residência do beneficiário de acordo com a nova realidade da família. Por exemplo: corrimão no banheiro, suporte para carro para uma eventual cadeira de rodas, alargamento da dimensão das portas, entre outros.

Em época de valorização dos empregados, a companhia também oferece verba de treinamento destinada para os profissionais domésticos de funcionários que ficaram inválidos e necessitam de um cuidador especial.

Qualidade de vida no trabalho

Dados de uma pesquisa da Sociedade Americana de Designers de Interiores (American Society of Interior Designers) mostra que ter um ambiente de trabalho satisfatório é a terceira maior preocupação dos funcionários (21%), logo depois de benefícios (22%) e bons salário (62%).

Para conquistar a fidelização do quadro de colaboradores, boa parte das empresas brasileiras passou a incluir seguro de vida ou de acidentes pessoais aos benefícios ofertados aos funcionários. Reter talento não é tarefa fácil, conforme pesquisa global da Robert Half realizada com 1.775 diretores de RH de 13 nacionalidades, sendo cem brasileiros: o turnover de colaboradores no Brasil aumentou em 82% desde 2010, enquanto a média mundial foi de 38%.

“O seguro de vida é um investimento que irá trazer vantagens tanto para a empresa quanto para os funcionários, em vista que está comprovado que o seguro de vida é um agente motivador para o colaborador”, ressalta Fernando Ferrari, diretor responsável pela área de Seguros de Pessoas.

Estrutura diferenciada

A equipe Starr tem desenhado um plano de negócio bastante agressivo para os próximos anos, e para suportar o plano em ação foi pensado em três grandes pilares: estratégia, estrutura e entrega.

Cada segmento da companhia tem uma dinâmica, um comportamento e uma linguagem diferente, com gerentes especializados para uma entrega precisa. Os segmentos incluem: canal corporativo, de médio e pequeno corretores, e estratégicos. “Tudo que desenvolvemos é pensado em cada segmento e a entrega, que é o nosso diferencial, é rápida e com qualidade, sem erros”, considera Henry Arima, CEO da Starr International Seguradora.

Segundo Arima, a companhia já está sendo reconhecida no mercado nacional por ser uma excelente alternativa para as linhas de Vida em Grupo e Acidentes Pessoais. “Nosso diferencial está em uma operação enxuta, que possibilita um atendimento diferenciado e personalizado, com grande flexibilidade e melhor entrega dos produtos”, destaca o executivo.

Sobre a Starr

A Starr é uma organização global de seguro e de investimento com presença nos cinco continentes. Através da sua divisão de seguro, oferece produtos acidentes de pessoas, seguro de viagem, bem como uma gama de coberturas customizadas, focando o mercado de grandes riscos com o seguro aeronáutico, infraestrutura, responsabilidade civil e financeira e transportes. A companhia também fornece um amplo espectro de serviços relacionados com seguros, incluindo resseguro e consultoria em gestão e prevenção de perdas. No Brasil, iniciou suas atividades em 2012.

VGBL sustenta o faturamento do setor de seguros

alexandre camilloRelease Sincor-SP

A exemplo dos últimos meses, a boa performance dos produtos de acumulação financeira como VGBL vem sustentando o crescimento do setor de seguros. De acordo com a edição de novembro da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, publicação assinada pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), no acumulado dos três primeiros trimestres de 2015, o faturamento do setor de seguros, com VGBL e sem saúde suplementar, conta com alta de 14%.

Contudo, quando considerados somente os produtos típicos de seguros, como automóvel, pessoas e residencial, por exemplo, a variação acumulada é bem menor, girando em torno dos 6%. O avanço, portanto, está abaixo da inflação registrada no mesmo período, em quase 10%. Desmembrando aquele percentual por tipo de produtos, o seguro de pessoas cresceu 9%, ao passo que a evolução do ramo de seguros elementares foi de 4%.

Segundo a Carta de Conjuntura, sofrendo influência direta da crise econômica, o mercado de seguros deve desacelerar, de modo que a estimativa para 2015 é expansão de aproximadamente 7%, sem saúde suplementar, abaixo dos 10% registrados em 2014. Com acréscimo dos produtos de saúde e VGBL, a perspectiva é ficar entre 10% e 15%, mantendo os dois dígitos de exercícios anteriores.

É assim que dedicação, criatividade, empreendedorismo e muita determinação são as recomendações do presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, para superar esse momento desafiador da economia. “Precisamos ter em mente que estamos e continuaremos entre as dez maiores economias do mundo. Além disso, o consumo de seguros ainda conta com muito espaço para crescer. É por isso que ouvir o corretor de seguros, capacitá-lo e apontar oportunidades tem sido uma das diretrizes do Sincor-SP”, finaliza Camillo.

Ventos causam danos e inauguração da árvore da Lagoa é adiada

arvore 2015 destruidaFonte: O Globo

A oito dias de ser inaugurada, a árvore de Natal da Lagoa se partiu ao meio devido aos fortes ventos que atingiram a cidade, na madrugada desta sexta-feira. A estrutura está sendo montada desde de setembro, próximo ao Parque dos Patins. Em nota, a Backstage, empresa responsável pela montagem da árvore, informou que houve muitos danos na estrutura e que, por isso, a inauguração prevista para o dia 28 de novembro teve que ser adiada. Ainda não foi divulgada a nova data.

Neste momento, a equipe de engenheiros contratados está avaliando a extensão desses danos para que sejam tomadas as devidas providências, a fim de repará-la o mais breve possível. Eles recolheram algumas peças da água, entre elas a estrela que ficava no topo da árvore. Os técnicos fotografaram o local e recolheram parte da estrutura que ficou no entorno.

Um dos pescadores da colÔnia localizada ao lado da árvore, Paulo Marins, de 62 anos, nascido e criado na região, presenciou a queda de parte da estrutura. “Eu estava dentro da casinha e começou a ventar bastante. Saí para ver porque achei que o telhado estava sendo arrancado com o vento, mas era o barulho do ferro contorcendo. Foram duas rajadas de vento que fizeram este estrago. Assisti a tudo em câmera lenta. A primeira rajada de vento só entortou a estrutura superior.Ela tombou, chegou a ficar balançando, mas não caiu. Aí veio uma segunda rajada de vento e derrubou”, revelou.

Um outro pescador confirmou essa versão. “Na primeira rajada de vento, a gente ainda brincou: “essa árvore vai voar”. Na segunda, a parte de cima quebrou e caiu em câmera lenta. Por sorte, não havia ninguém trabalhando nela, senão poderia ter machucado alguém”, disse.

Diversos turistas e moradores que passam pela Lagoa de bicicleta ou praticando exercicios param para tirar fotos da estrutura comprometida e lamentam os estragos a pouco mais de uma semana da inauguração. “Poxa, passo aqui todo dia de bicicleta. Há cerca de um mês e meio, estava quase pronta, uma pena, tomara que consigam consertar a tempo”, disse Gustavo Silveira, técnico de enfermagem.

A manobra para transportar a árvore até o meio da lagoa estava marcada para as 5h, e o incidente ocorreu pouco antes, às 4h40m. A inauguração está programada para acontecer no dia 28 de novembro, a partir das 20h, no Parque do Cantagalo.

A Árvore de Natal da Lagoa, que é patrocinada pela Bradesco Seguros, é considerada a maior árvore de Natal flutuante do mundo, segundo o Guinness Book of Records.

VENTOS DE 59 km/h

A frente fria que chegou na cidade trouxe ventos fortes e chuvas isoladas no Rio, durante a madrugada. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), houve registro de vento forte com rajadas de 59 km/h na estação de Marambaia, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio, e de intensidade moderada em Copacabana (31km/h).

AXA, IFC e Banco Mundial World Bank unem-se pela segurança no trânsito

Foto JLG e PhJRelease

Além de serem uma questão de saúde pública, acidentes de trânsito são também um entrave global ao desenvolvimento. Cerca de 1,2 milhão de pessoas são mortas todos os anos e as ocorrências deixam entre 20 e 50 milhões de feridos a cada ano, de acordo com o Banco Mundial e a Organização Mundial da Saúde (OMS). Sem ações de combate adequadas, os números tendem a crescer, em particular em países em desenvolvimento. Esse cenário tem um forte impacto econômico e gera um custo que pode variar entre 1% e 5% do Produto Interno Bruto anual de cada país.

É diante desse contexto que acontece a 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito – Tempo de Resultados iniciada ontem em Brasília (DF) com a participação de 1500 participantes de 150 países. O evento é uma oportunidade para que os membros das Nações Unidas unam-se para acelerar as discussões em torno da Década de Ação para Segurança no Trânsito e fortalecer os compromissos para diminuir o número global de mortos e feridos até 2020, conforme os propósitos das Metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Durante a programação do evento, a AXA, o IFC e o Banco Mundial organizam um painel com a participação de executivos do setor de seguros e representantes da esfera pública procurando endereçar uma das metas da Década, que é apoiar e implementar sistemas de seguros adequados à realidade. Importante ressaltar que os índices de implantação de seguros de responsabilidade voltados a terceiros em países em desenvolvimento não têm avançado na medida esperada desde o início da Década. Ao final do painel, os participantes assinam um termo reafirmando seu compromisso com as metas da ONU, frisando na importância do papel do setor de seguros para o alcance desses objetivos.

Parceria Global – AXA, IFC, Banco Mundial

O painel é mais uma ação decorrente da parceria entre a AXA, o IFC e o Banco Mundial para melhoria da segurança no trânsito, que implantou um projeto piloto na Índia – Road Safety Hackathon, Kerala – engajando cerca de 200 profissionais de Tecnologia da Informação, que geraram ideias inovadoras em resposta aos desafios específicos do trânsito daquele estado.

A AXA vem trabalhando em proximidade com u Unidade para Segurança no Trânsito do Banco Mundial dentro de uma parceria global entre as instituições em curso desde 2006. A unidade prevê o financiamento, a geração de conhecimento e assistência técnica para melhoria do trabalho no setor de transportes e para otimizar o uso dos investimentos em segurança no trânsito.

“Estamos muito orgulhosos em promover esse painel. Queremos nos beneficiar do nosso conhecimento e experiência; de nossos recursos humanos e financeiros para contribuir com a melhoria da segurança no trânsito em mercados emergentes. Nos últimos anos, o Grupo tem desenvolvido uma série de ações a partir de quatro pilares: relações intitucionais com autoridades, programas de comunicação e conscientização; criação de produtos com serviços relacionados à direção segura; e desenvolvimento de estudos e pesquisas”, comenta Jean-Laurent Granier, CEO para a unidade de negócios Mediterrâneo e América Latina, head global do segmento de seguros patrimoniais e responsabilidades e responsável pelas operações internacionais da AXA Corporate Solutions .

Dimitris Tsitsiragos, vice-presidente do IFC, acrescenta: “A parceria entre o IFC-Banco Mundial e a AXA ajuda a catalisar a evolução do papel da indústria de seguros, o que inclui a união de ideias e investimentos que podem contribuir para estradas mais seguras e benefícios econômicos para as pessoas, governos e empresas.”