Mitsui, a número “1” do Japão, busca parceiros no Brasil

mitsuiMais um grupo estrangeiro com apetite de investir no Brasi, seja na compra ou na parceria com seguradoras locais. “Estamos em busca de potenciais candidatos, que compartilhem a nossa filosofia”, disse Yasuyoshi Karasawa, CEO mundial do grupo Mitsui Sumitomo & Aioi Dowa (MS&AD), demostrando o grande interesse dos acionistas em crescer no Brasil, país que tem como destino estar entre as cinco maiores economias do mundo até 2050, afirma. “O Brasil é uma base importante para avançarmos na estratégia internacional do grupo Mitsui”, ressalta. “Apesar da recessão, são 200 milhões de pessoas, a população é jovem e o país ainda tem uma baixa penetração de seguros. Também sabemos que os investimentos são necessários e vão acontecer. Isso nos faz estimar um crescimento significativo a médio e longo prazo no Brasil”, afirmou o executivo que comanda a seguradora número um do Japão, da Ásia e oitava maior do mundo.

No balanço do final de março de 2015, o grupo divulgou dados de 2014, com faturamento de US$ 24 bilhões e lucro líquido de US$ 1,1 bilhão. Com tal resultado, o plano ambicioso de quatro anos, que se finaliza em 2017, foi elevado. “A chave para crescermos está na expansão das operações internacionais, que estão indo muito bem e nos possibilitaram a elevar nossa meta do plano”, afirmou.

O executivo entende que a economia brasileira enfrenta uma situação bastante crítica. “Valorizamos a grande riqueza de recursos naturais, um país preponderante no fornecimento agrícola e, do ponto de vista de uma seguradora, olhamos de 40% da população é formada por pessoas abaixo de 40 anos. Com isso, em meados do século, 2050, o Brasil será a quinta maior economia do mundo a medida que forem adotados transparência politica, parcerias públicos privadas e reformas necessárias. Com tudo isso, temos certeza de que subirá no ranking das maiores economias do mundo. Em seguro, ainda que compararmos ao Japão, com penetração do setor equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB), vemos um grande potencial no Brasil, que ainda não chega a 4%”, acrescentou.

Em investimentos, em outubro do ano passado, o grupo aportou 15 bilhões de iene (R$ 340 milhões), o que reforçou a capacidade de subscrição e ampliar a presença. “Temos perseguido nosso objetivo de ser uma das dez maiores do mercado segurador brasileiro de forma orgânica. Mas podemos adquirir empresas, caso tenhamos acesso a negócios que estejam dentro da filosofia e estratégia do grupo”, disse. Enquanto não há negociações, o grupo investe na nossa equipe local, que segundo ele vai muito bem sob o comando de Hélio Kinoshita, vice-presidente e COO da Mitsui Sumitomo.

O grupo tem apostado na expansão internacional, com compras relevantes em várias partes do mundo. A América Latina, diz o CEO mundial, é importante pois há países, como o Brasil, livres de catástrofes. “Além da diversificação regional, também mitigamos os riscos do negócio, especialmente os causados pelas catástrofes naturais”, disse o executivo que participou pessoalmente do atendimento a milhões de segurados que perderam tudo ou quase tudo em 2013, com o terremoto seguido de tsunami que arrasou regiões do Japão e gerou uma revolução nas apólices de seguros, que passaram a considerar indenizações por perdas em todas as partes do mundo, mesmo que o acidente tenha ocorrido do outro lado do planeta. Montadoras como Honda e Toyota, por exemplo, deixaram de fornecer peças para vários países, causando prejuízos para terceiros, que não tinham como atender seus clientes. “Hoje os riscos são globais e tudo isso é levado em consideração pelos clientes, corretores e seguradoras”, comenta Hélio Kinoshita.

Segundo ele, a estratégia para a expansão internacional visa conquistar clientes de forma geral. “No início, focamos nossa atuação em atender clientes japoneses em sua jornada internacional. Mas agora expandimos nossa atuação e em busca de clientes em todos os mercados, desenvolvendo produtos inovadores para atender as necessidades das empresas brasileiras e com serviços diferenciados”, finalizou Yasuyoshi Karasawa.

Ele chegou ontem ao Brasil, participa hoje de um coquetel com cerca de 500 executivos, entre corretores, clientes e personalidades políticas do setor e do país, e volta ao Japão amanhã. Entre os convidados, o presidente da Fides e da CNseg, Marco Antonio Rossi, que mesmo com o XXXV Conferência Hemisférica de Seguros, a Fides Chile 2015, realizada de 25 a 28 de outubro, em Santiago do Chile, abriu a agenda para participar do evento da Mitsui de 50 anos nesta noite.

Liberty Seguros lança www.mulheresseguras.com.br

mulheressegurasCoragem para seguir sua paixão. Mover o mundo para frente. Do seu próprio jeito. Esses são alguns conceitos femininos captados pela Liberty Seguros para o lançamento da plataforma Mulheres Empreendedoras (www. mulheresseguras.com.br). Esse mais um projeto que nasce pequeno mas que deve ficar gigante, uma vez que dá voz a mulheres e também por poder ser usado pela matriz. “Queremos dar suporte às mulheres, para que elas se capacitem a tornar seus sonhos realidade e ser reconhecida como uma seguradora que presta serviço e está ao lado do segurado na hora que ele precisar. Esse é o objetivo da Liberty, que usou diversas pesquisas de mercado, de Sebrae a Ibope, para criar o portal de relacionamento”, diz Rosy Brode Herzka, diretora de riscos patrimoniais.

Mulheres Seguras é um projeto que a Liberty criou para apoiar mulheres que decidiram encarar o desafio de vida e abrir o próprio negócio. Nas pesquisas, ficou claro que várias mulheres se viram sem seus maridos, ou os companheiros não apoiavam o desejo de empreender das esposas, bem como meninas já plugadas em ter seus próprios negócios. “Muitas também já acreditam que já esgotaram suas contribuições no mundo corporativo e sentem que podem partir para empreender seus sonhos de forma mais detalhista e focada”, conta Rosy Brode Herzka.

A linha editorial do portal tem três pilares : empodeiramento das mulheres, com capacitação técnica, chances de igualdade de ascensão diante do público masculino; e dar um basta ao perfeccionismo, principalmente no quesito “ser linda e magra”, pois elas estão cansadas de atrelar seu sucesso a beleza ; e o terceiro é autosuficiência, entregando a sociedade o que elas acreditam como negócios sustentáveis.

“Temos certeza de que esse projeto vai crescer”, afirma Larissa, “o que é um grande orgulho para a equipe brasileira, que tem o ex-presidente da subsidiária brasileira no comando das operações da América Latina de um dos maiores grupos seguradores dos Estados Unidos estimulando toda a equipe a troca de experiência para aprimorar o grupo de forma global”.

Rosy se emociona ao apresentar o projeto para um grupo de jornalistas nesta manhã. “Sou de uma geração de que quando mulheres começavam algum projeto causava um grande impacto na sociedade. Que bom que tudo mudou”, diz. O projeto começou com uma pesquisa sobre cases femininos. A seguradora escolheu a história de vida Alcione de Albanesi, 54 anos, fundadora e presidente da FLC, líder do mercado brasileiro de lämpadas, para mostrar a força feminine.

Aos oito anos ela rifava os presentes do aniversário para arrecadar dinheiro para estudar. Aos 14 anos partiu para melhorar sua educação nos EUA. Voltou ao Brasil com ideias empreendedoras, típicas de homens, e por recomendação da mãe fez um curso de modelo. Mas ela não queria só a passarela. Ela queria ser a dona da confeccção. Aos 17 tinha sua própria empresa com 80 funcionários. Vendeu a indústria têxtil no auge e partiu para um novo desafio.

Montou a primeira loja de auto-serviço na Santa Efigênia, uma das ruas mais movimentadas do centro de São Paulo. Em 1992, foi para China negociar com fornecedores de lâmpadas e comprou 3 containers, na tentativa de replicar o que tinha visto nos EUA. Quando a encomenda chegou, percebeu que as lâmpadas não eram compatíveis. Não se fez de vítima e voltou ao centro do mundo “Made in China”. Negociou novas lâmpadas, vendidas “a jato”, pois foi justamente quando o Brasil teve um apagão e risco do fornecimento de energia.

Ter coragem de seguir suas paixões. É isso que queremos estimular”, finaliza Rosy, citando alguns dados das pesquisas: 52% dos empreendedores no Brasil são mulheres. Esse número cresce rápido. 80% nos últimos dez anos. A intenção não é lançar produtos e sim dar suporte e estabelecer vinculo de relacionamento. Mas certamente as ideais para criação de produtos sob medida vão surgir”, acrescenta Larissa Vecchi, gerente de comunicação e marca da Liberty Seguros. “Elevar o número de mulheres no mix de clientes da seguradora talvez seja uma consequência, mas não é esse o objetivo”, afirma. Natalia Castilho, especialista de relações públicas e conteúdo da seguradora, a ideia surgiu da agência de comunicação do grupo, a SmartPR, com o foco de aprimorar o relacionamento da seguradora com seus públicos alvos.

Mais informações divulgadas pela seguradora:

De acordo com dados do Global Entrepreneurship Monitor, 52% dos novos empreendedores no Brasil são mulheres. Elas também são maioria entre as pessoas que ainda não empreendem, mas desejam começar um negócio próprio. Com foco neste público, que encara diariamente o desafio de ter um negócio próprio ou que deseja começar a trilhar este caminho, a Liberty Seguros lança hoje uma nova plataforma online, o Mulheres Seguras (www.mulheresseguras.com.br).

Com o objetivo de se aproximar ainda mais desse universo, a plataforma vai oferecer às leitoras conteúdo útil para o seu cotidiano profissional e pessoal. O conteúdo foi distribuído em editorias e seguirá as tendências de empoderamento, não ao perfeccionismo e autossuficiência. O Mulheres Seguras será um ponto de encontro para o compartilhamento de conquistas, aprendizados e dificuldades, além de um espaço para a troca de ideias sobre melhores práticas.

“A Liberty Seguros está constantemente buscando novos caminhos para se relacionar com seus públicos. E esta busca foi uma das inspirações para a criação do Mulheres Seguras”, diz Larissa Vecchi, gerente de comunicação e marca institucional da Liberty Seguros “Além de notícias, a plataforma abordará temas diversos, como educação, histórias inspiradoras e entretenimento. As leitoras poderão se informar sobre uma série de assuntos que vão desde como se alimentar bem para encarar o dia de trabalho até como administrar as finanças”, explica.

O Mulheres Seguras pode ser acessado no endereço: www.mulheresseguras.com.br. O conteúdo também será compartilhado em uma newsletter mensal e nos canais da Liberty Seguros no Facebook, Instagram, Google+ e YouTube.

X Fórum da Longevidade Bradesco Seguros reúne cerca de 600 pessoas em SP

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O X Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que aconteceu hoje (20 de outubro), no Hotel Unique, em São Paulo, reuniu quase 600 pessoas, incluindo geriatras, médicos, psicólogos e estudiosos de longevidade, nacionais e estrangeiros, que discutiram o tema “Inspirando um mundo melhor para todas as idades”.

Entre os palestrantes, a antropóloga norte-americana Ruth Finkelstein, professora da Universidade de Columbia, em New York (EUA), e coordenadora do programa Cidade Amiga do Idoso, do prefeito Michael Bloomberg (2012), e Michael Hodin, ex-executivo sênior da multinacional Pfizer – que se notabilizou por atuar em programas de valorização do idoso e assina o blog “Age and Reason”, no site jornalístico The Huffington Post – trouxeram um pouco de suas experiências e práticas em longevidade.

Entre os palestrantes brasileiros, estiveram presentes o médico e gerontólogo Alexandre Kalache, quepor 13 anos dirigiu o Programa Global de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS) e é consultor do Grupo Bradesco Seguros para assuntos relacionados à longevidade; a escritora Márcia Tavares, autora do livro “Trabalho e Longevidade: como o novo regime demográfico vai mudar a gestão de pessoas e a organização do trabalho”; e o cineasta Gabriel Martinez, diretor do elogiado documentário “Evelhescência”.

Na abertura do evento, o Diretor de Vida e Previdência da Bradesco Seguros, Jair Lacerda, lembrou que, quando o Fórum começou, em 2006, o tema “longevidade” era um tabu. “A cada edição, porém, percebo que o mundo está encarando o tema com mais seriedade e profissionalismo”. O Diretor da Bradesco Seguros Alexandre Nogueira acrescentou que o Fórum “também está se tornando longevo”, que o Grupo Segurador tem seu DNA voltado para a longevidade e acredita nisso como um “elo de transformação da sociedade”.

Com apresentação da jornalista Sonia Bridi, correspondente internacional da TV Globo, o X Fórum da Longevidade Bradesco Seguros contou, ainda, com palestras da jornalista Mara Luquet, que trabalhou em “Veja”, “Valor Econômico”, “Folha de S. Paulo”, “Exame” e “Gazeta Mercantil” e é autora do livro “Aposentada ficava a sua avó”; do cineasta Gabriel Martínez, diretor do elogiado documentário “Envelhescência”; e do psicólogo Claudemir Oliveira, ex-executivo de Treinamento da The Walt Disney Company, que mostrou como uma das líderes mundiais do ramo do entretenimento se esforça para encantar clientes de todas as idades.

O evento terminou com o bate-papo “Encontro de Gerações”, reunindo a colunista de “O Globo” Cora Rónai e sua mãe, Nora Rónai – que, aos 90 anos, bateu o recorde mundial dos 100 metros borboleta na Natação Master, com tempo de 3 minutos e 51 segundos.

Durante o X Fórum da Longevidade, também foi realizada a entrega dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, que visam despertar a sociedade para o tema, reconhecendo trabalhos nas categorias de “Jornalismo”, “Histórias de Vida” e “Pesquisa em Longevidade”. Em sua quinta edição, a premiação recebeu 298 inscrições, sendo 153 para categoria “Jornalismo”; 111 para “Histórias de Vida” e 34 em “Pesquisa em Longevidade”.

Na categoria Jornalismo – Mídia Impressa – a “Revista Folha” arrebatou o primeiro lugar, ficando o “Valor Investimento” na segunda colocação e a revista “Cláudia” com a terceira. Já em Mídia Eletrônica, o SBT conquistou o primeiro lugar, a rádio CBN Recife em segundo e a TV Bahia na terceira colocação.

Realizado desde 2006, o Fórum da Longevidade faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Grupo Bradesco Seguros com o intuito de difundir a importância de aliar proteção e planejamento financeiro a um futuro com qualidade de vida e bem-estar.

Além dos Prêmios Longevidade Bradesco Seguros, as iniciativas incluem o Circuito da Longevidade, conjunto de provas de corrida e caminhada realizadas em diversas cidades do Brasil desde 2007, e que já reuniu mais de 300 mil participantes; e o programa Porteiro Amigo do Idoso, cujo objetivo é capacitar porteiros a oferecer melhores serviços aos idosos e já treinou mais de 1.000 profissionais, em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Mulheres podem gerar US$ 1,7 bi para a indústria mundial de seguros

mulheres 3Fonte: Com agências internacionais

Em 2030, a indústria mundial de seguros estima vender até US$ 1,7 bilhão apenas para as mulheres, sendo 50% delas pertencentes a dez economias emergentes. Ou seja, mais um ponto a favor do Brasil, que está incluído nesta lista, segundo estudo divulgado pela francesa AXA, pelo braço financeiro do Banco Mundial, o IFC, e pela consultoria Accenture. Além do Brasil, o estudo analisou os mercados de seguros da China, Colômbia, Índia, Indonésia, México, Marrocos, Nigéria, Tailândia e Turquia.

O relatório global, “Segurar a mulher para proteger a todos”, divulgado pelas agências de notícias internacionais, identifica que as seguradoras têm negligenciado as mulheres como um segmento-chave de clientes, apesar do seu potencial de crescimento significativo. O estudo destaca que envolver de forma mais efetiva as mulheres permitiria à indústria de seguros aumentar significativamente sua participação na economia e também apoiar o desenvolvimento social e econômico nos mercados emergentes.

O estudo enfatiza também a contribuição que este grupo pode ter como um agente em relação ao cliente, como líderes de marketing e vendas, geralmente como profissionais da distribuição, ajudando a expandir a cobertura de proteção dos clientes, tanto homens como mulheres a nível mundial.

“A crescente participação das mulheres com certificações acadêmicas, de mulheres que trabalham que são proprietárias ou gerem empresas, de mulheres com níveis de renda crescentes, está provocando uma mudança e ampliando o panorama das necessidades de proteção”, afirmou Denis Duverne, CEO adjunto do grupo segurador francês.

No Brasil, esse mercado poderá crescer até 12 vezes, atingindo US$ 122 bilhões.

São Paulo, 17 de setembro de 2015 – A AXA, em parceria com o IFC e a Accenture, realizou um estudo em dez economias emergentes, que mostra que em 2030 o mercado global de seguros deverá faturar entre US$ 1,4 a US$ 1,7 trilhão comserviços adquiridos por mulheres. Em 2013, esse montante era de US$ 777 bilhões.

O estudo aponta que 50% desse crescimento será proveniente das dez economias emergentes pesquisadas[1]. No Brasil, a estimativa é de que esse mercado cresça entre oito e 12 vezes, quando comparado ao valor em prêmios pagos por mulheres em 2013, US$ 10 bilhões, atrás apenas da indústria indonésia que deverá crescer entre dez e 16 vezes.

No Brasil, as razões apontadas para essa expansão são o crescimento da renda; da participação da mulher no mercado de trabalho, da expectativa de vida e da quantidade de anos de aposentadoria, segundo release distribuído pela subsidiária local. Também fazem parte da lista o aumento do poder de barganha das mulheres em seus domicílios – fortemente relacionado ao incremento da renda -, da quatidade de mulheres solteiras – que, por isso, devem prover suas necessidades – e o enorme déficit de proteção para pequenas e médias empresas, das quais 43% tem mulheres como proprietárias.

O estudo revela ainda que as brasileiras são as mais dispostas a gastar maiores quantias em seguros, principalmente relacionados a riscos que ameacem seu lar e sua família – especialmente no ramo de saúde. No entanto, na contra-mão dessa tendência, três motivos são apontados como entraves para concretização desse potencial: conhecimento insipiente dos benefícios do seguro, relacionada à falta de proatividade no processo de venda; insegurança em relação à tomada de decisões financeiras; e a percepção de que seguro é caro.

Para Philippe Jouvelot, presidente da AXA no Brasil, “o reporte evidencia a mulher como um motor de desenvolvimento econômico. Em relação aos seguros, há um traço comportamental importante: elas tendem a ser mais conscientes em relação a riscos. Para aproveitar essa oportunidade, temos de ser bem-sucedidos na oferta, que deve levar em consideração as suas necessidades como mulher, mas também como geradoras de sua riqueza e tomadoras de decisão”.​

Link para o estudo completo: http://goo.gl/jWTWf3

Baden Baden: Resseguradores pressionados por redução de custos

baden badenA grande aposta em Baden Baden é de que a concorrência vai continuar empurrando as empresas para fusões e aquisições, que os ataques cibernéticos devem gerar perdas significativas, que o seguro de carro vai sobreviver mesmo com sistema de compartilhamento ou sem motoristas e que a inovação é o caminho mais suave para manter o crescimento da indústria.

As resseguradoras enfrentam pressão por custos menores de todos os lados. Além dos clientes e corretores pressionarem por acordos mais enxutos, agora as seguradoras e os países decidiram negociar em bloco para ganhar poder de barganha, informam as agências internacionais que acompanham o tradicional encontro anual de resseguros na cidade alemã.

Os países da “Aliança do Pacífico”, bloco comercial formado pela Colômbia, Chile, México e Peru, pretendem adquirir, de maneira conjunta, um seguro para enfrentar eventuais riscos catastróficos no futuro, informou o titular do Ministério da Economia e Finanças (MEF), Alonso Segura, informam as agências internacionais. Ele disse que os ministros de Finanças da “Alianza del Pacífico”, em breve avaliarão as propostas que estavam na mesa de negociações em rodadas que aconteceram em Lima, paralelamente as reuniões anuais do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), entre 5 e 12 de outubro. Devido às suas características complexas, ainda mais envolvendo países com riscos catastróficos causados pela natureza, o tema requer mais tempo por envolver políticas nacionais.

Também as seguradoras europeias estão centralizando riscos e comprando menos resseguros, de acordo com um relatório divulgado segunda-feira pela Standard & Poor ‘s (S&P) no tradicional encontro de resseguradores na elegante cidade alemã. No entanto , alguns estão aproveitando as condições de concorrência no mercado de resseguros para comprar cobertura multianual para riscos catastróficos, diz a agência. Também estão centralizando a compra de todas as unidades do grupo para conseguir melhor preço com as resseguradoras, revela o estudo “The Latest Twists In the Co-Evolution of European Insurers and Reinsurer”.

AIG se mobiliza e doa 800 lenços ao Hospital do Câncer de Barrtos

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A American International Group, Inc. (AIG), uma das organizações líderes no mercado securitário internacional e que presta serviços em mais de 100 países e jurisdições, em campanha interna, mobilizou seus funcionários em benefício das mulheres em tratamento do Hospital de Câncer de Barretos. No total, foram arrecadados 800 lenços de cabeça. As peças arrecadadas foram entregues a Henrique Moraes Prata, Diretor Jurídico do Hospital de Câncer de Barretos, que ressaltou como a instituição valoriza iniciativas nesse sentido para o resgate da autoestima das pacientes.

“Ficamos muito gratos por essa iniciativa da AIG. Esta é a primeira vez que alguém se oferece a nos doar lenços, peças que fazem toda a diferença durante as fases mais difíceis do tratamento das meninas e mulheres, principalmente diante do calor nas regiões onde estão os nossos hospitais, que as impossibilitam de usar perucas”, destaca Prates.

O Hospital de Câncer de Barretos foi escolhido pela seriedade ao longo de 50 anos de história. A instituição realiza mais de 4 mil atendimentos diários, gratuitamente, em suas oito unidades espalhadas pelo Brasil.

A AIG Brasil apoia ações de voluntariado que fazem a diferença positiva nas comunidades onde seus funcionários trabalham e vivem, e esta iniciativa de arrecadar os lenços para doação nasceu do grupo Todos pelas Mulheres (TPM) durante o 1º Mês da Diversidade da AIG Brasil, realizado em agosto. O Grupo TPM foi fundado voluntariamente por funcionários com o apoio da AIG. O TPM tem como principal objetivo o desenvolvimento profissional das mulheres da Companhia, dando visibilidade às profissionais.

Durante os meses de abril e outubro, globalmente, a AIG realiza a o Mês e a Semana do Voluntariado. Além disso, duas vezes por ano, os 65 mil funcionários da AIG no mundo podem pedir liberação remunerada durante o horário de trabalho para participar de ações de voluntariado em instituições de sua preferência ou de atividades promovidas pela AIG. “Para a AIG, ações de responsabilidade social são premissas para que possamos juntos contribuir para um amanhã melhor” conclui Paride Della Rosa, Diretor-Presidente da AIG Brasil.

MetLife promove palestras sobre saúde feminina no Outubro Rosa

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A MetLife, seguradora global com soluções para vida, previdência e planos odontológicos, realizou uma campanha de combate ao câncer de mama com corretoras e funcionárias de todo o país. A ação faz parte da campanha nacional do Outubro Rosa, que visa alertar e conscientizar mulheres sobre a importância da prevenção e do autoexame. Corretoras de todo o Brasil foram convidadas para participar de eventos com a presença de especialistas no assunto para tirar dúvidas e falar sobre tratamentos. Já as colaboradoras da MetLife participaram da palestra ‘Mulheres de Atitude’, ministrada pela coordenadora do Centro de Mama do Hospital Samaritano, Dra Maria do Socorro Maciel.

Para Andrea Barradas, Diretora de Recursos Humanos da MetLife, falar abertamente sobre o tema faz com que muitas pessoas despertem para a importância de um diagnóstico precoce. “Nós mulheres estamos sempre preocupadas com família, filhos, trabalho e, muitas vezes, deixamos de cuidar da nossa própria saúde. O Outubro Rosa da MetLife tem como objetivo fazer com que essas mães e profissionais voltem o olhar para si e percebam a necessidade da realização de exames regularmente.” diz a executiva. Desde sua fundação, a MetLife investe em grandes campanhas de saúde em todo o mundo para segurados, parceiros e colaboradores. “A MetLife têm no seu DNA uma grande preocupação com a saúde e o bem-estar das pessoas. No Brasil não poderia ser diferente.” completa.

Para auxiliar as mulheres em um momento tão delicado da vida, a MetLife desenvolveu um seguro especial para caso de diagnóstico de câncer de mama, ovário ou útero. O seguro Mulher Protegida permite o pagamento de uma indenização em vida para auxiliar durante o período de tratamento, além de outros serviços adicionais como assistência nutricional, segunda opinião médica nacional, concierge e apoio psicológico. Já o seguro Mulher Protegida Plus oferece adicionalmente aportes financeiros por internação hospitalar e amparo psicológico em caso de falecimento.

Maioria das colisões de BH acontece na segunda-feira, aponta BB e Mapfre

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Das 2,5 mil colisões entre veículos ocorridas em Belo Horizonte (MG) no primeiro semestre de 2015, 77,1% dos sinistros ocorreram em dias úteis. A segunda-feira apresenta a taxa mais elevada de batidas, sendo 16,2% dos casos, e a quinta-feira a menor incidência, com 14,7%. Os dados são resultados do estudo do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE sobre o comportamento do motorista de Belo Horizonte (MG).

Com menor probabilidade de acidentes, os sábados concentraram 13,8% das estatísticas, enquanto os domingos, o menor percentual da semana, apresentam 8,9% dos casos.

Quando analisado o período, o horário vespertino apresentou 39,4% dos sinistros, seguido pela manhã, com 29,2% dos registros. Com leve decréscimo, 26,8% dos acidentes ocorreram no período noturno. Já a madrugada é o horário menos perigoso com apenas 4,4% das batidas.

Perfil do motorista

O relatório também confirma o perfil mais cauteloso das mulheres ao volante. As motoristas se envolveram em 28% dos casos, enquanto os homens estiveram presentes em 72% das colisões. O levantamento aponta ainda que a maior incidência de batidas está entre os segurados de 27 a 36 anos, com 27,4% dos casos. Em segundo lugar está a faixa etária dos 47 aos 56, com 21,8% dos registros, seguida pelos motoristas com idade entre 37 e 46, que detém 19,6% dos números. Os motoristas entre 57 e 67 anos representam 15,7% das estatísticas, enquanto os mais jovens ao volante, de até 26 anos, com apenas 8,4%. Os motoristas com a menor incidência, de 6,8%, estão acima dos 67 anos.

O levantamento foi elaborado com base nos atendimentos realizados pelo P.A.R.E. (Posto de Atendimento Rápido Especializado) do GRUPO BB E MAPFRE na cidade de Belo Horizonte entre janeiro e junho de 2015.

Dicas do especialista

As colisões sempre geram momentos de tensão e podem resultar em danos físicos e perdas financeiras aos envolvidos. “Grande parte dos acidentes ocorre nas vias rotineiras. Hábitos como respeitar a velocidade determinada para o local e a distância mínima entre o veículo da frente podem evitar prejuízos e salvar vidas”, aponta Rogério Esteves, diretor de Sinistro de Automóvel do grupo.

Confira o passo a passo do que fazer em caso de colisões:

Em primeiro lugar, mantenha a calma e, em caso de vítimas, acione o serviço de emergência;

Procure identificar possíveis testemunhas do acidente e registre os fatos, com fotos dos veículos colididos e anotações dos dados do terceiro (modelo e placa do veículo, além de nome e telefone do motorista);

Se o veículo tiver seguro, acione o guincho. O serviço é gratuito e pode evitar que o carro apresente problemas posteriores ao acidente;

Não faça acordos com os envolvidos e registre um boletim de ocorrência. O documento será a versão oficial do ocorrido.

Brazil Dental oferece BPO Odontológico para empresas que querem reduzir custos e ampliar negócios

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Com a instabilidade no cenário econômico, muitas empresas estão buscando formas alternativas para ampliar suas receitas através do desenvolvimento de negócios capazes de incrementar seus portfólios de produtos e serviços. Para suprir essa demanda, a Brazil Dental está oferecendo ao mercado o primeiro BPO Odontológico do País para atingir cerca de 90% da população que ainda não possui esse serviço.

Hoje, apenas 11% dos brasileiros têm acesso a planos odontológicos o que corresponde a 22 milhões de beneficiários, menos da metade dos 51 milhões de pessoas que possuem planos médicos. Apesar desse percentual ser ainda bastante reduzido, nos últimos anos a venda de planos odontológicos ganha força através da comercialização em outros canais como redes varejistas, bancos, financeiras e corretoras de seguros.

“Considerando que esse tipo de plano tem baixo valor de contratação para atingir principalmente as classes C, D e E, queremos oferecer às empresas que possuem carteiras massificadas de clientes a oportunidade de ter suas próprias operadoras odontológicas”, explica Rodrigo Califoni, CEO da Brazil Dental.

Para o executivo, a entrada no mercado para seguradoras, operadoras de planos médicos, varejo, bancos e administradoras de cartões pode ser viabilizada com o outsourcing, pois as soluções incluem toda a parte operacional, compliance, regulamentação, rede de dentistas e beneficiários. “Com esse sistema fica mais fácil para as empresas oferecerem esse tipo de plano para seus clientes ativos de forma rápida e eficiente” justifica.

Segundo Cafifoni, como o BPO, ou Business Process Outsourcing, garante a transferência de execução de determinados processos do negócio que não fazem parte do foco principal da empresa para um terceiro especializado, isso também pode beneficiar as operadoras que já atuam no mercado com o ganho de escala proporcionado por essa ferramenta.

“Ao optar pelo sistema de BPO, a empresa tem vários benefícios. Além de se tornar mais competitiva, fica mais focada no seu negócio, deixando os processos por conta dos parceiros. Isso também contribui para aumentar a sua produtividade e ganhos de escala e otimizar custos fixos de mão de obra interna, transformando-os em custo variável. Essa ferramenta também proporciona mais qualidade, eficiência e agilidade na execução dos processos e, consequentemente, o crescimento na estrutura do negócio”, acrescenta.

BB e Mapfre tem novo diretor geral de Seguros de Pessoas

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O espanhol Enrique de la Torre é o novo diretor geral de Seguros de Pessoas do Grupo BB e Mapfre. No comando da Diretoria Geral de Riscos de Pessoas, De la Torre tem como missão dar continuidade ao bom desempenho do Grupo no segmento do qual é líder com 18,2% de market share.

O executivo possui grande experiência no ramo Vida pela Mapfre Espanha, onde atuou por 20 anos. Neste período, também dirigiu as áreas de Auditoria Interna, Contabilidade, Administração e Controladoria. “Naquela época, tive oportunidade de não apenas conhecer bem o negócio, como adquirir experiência na relação com sócios que a Mapfre tem na Espanha nas suas operações de banco-seguros”, afirma em nota enviada aos jornalistas.

“No Brasil, pretendo fomentar e conseguir o crescimento rentável da unidade de Vida do Grupo BB e Mapfre em todos os canais de distribuição. Ao mesmo tempo, melhorar a operação, os processos e a relação com as redes comerciais, inovando em produtos e melhorando a eficiência”, ressalta. O diretor é formado em Ciências Econômicas e Empresariais com ênfase em Finanças pela Universidade Autônoma de Madri.