SulAmérica reporta lucro recorde histórico de R$ 734,3 milhões e receita com seguros cresce 13,4%

Proporcionar a melhor experiência de marca para o cliente, o corretor e demais públicos está no centro da estratégia de negócios

gabriel portellaA Sul América, que completa 120 anos, tem razões de sobra para comemorar. Divulgou lucro líquido recorde de R$ 734,3 milhões em 2015, com ganho de 32,2% no ano. A receita de seguros da companhia cresceu 13,4%, acumulando R$ 15,3 bilhões. “Esse foi um ano muito especial para nós”, destaca Gabriel Portella, presidente executivo da SulAmérica, em nota divulgada à imprensa. “Tivemos sucesso nas nossas operações, celebramos os 120 anos da companhia dando início a uma extensa agenda de comemorações em todo o Brasil e inauguramos nossa nova sede em São Paulo. Isso tudo, reportando números recordes em vendas e no nosso lucro”.

No segmento de saúde e odontológico, maior operação da companhia, a SulAmérica reportou crescimento de prêmios de 14,3%, com o número totalizando R$ 11 bilhões. Aqui, os planos da modalidade PME, para pequenas e médias empresas, continuaram a apresentar destacado crescimento, tanto em prêmios quanto em número de segurados. A carteira de segurados de saúde e odontológico cresceu 6,4%, totalizando 2,8 milhões de clientes. Novamente, a modalidade de planos PME apresentou maior destaque e obteve 8,1% de crescimento em vidas seguradas no ano. Já a carteira de planos odontológicos cresceu 24,6% em 2015, ultrapassando a marca de 750 mil beneficiários.

No segmento de seguros de automóveis, a receita e a frota segurada registraram forte elevação. A expansão dos prêmios chegou a 14,3% no acumulado do ano, totalizando R$ 3,4 bilhões em prêmios em 2015. A frota segurada incorporou cerca de 150 mil veículos no ano, atingindo a marca de 1,7 milhão de veículos segurados, com crescimento de 9,6% em relação ao ano anterior. Segundo dados recentes da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de seguros de automóveis cresceu 3,2% em 2015, totalizando R$ 33,3 bilhões em prêmios.

As reservas de previdência administradas pela companhia registraram aumento de 16,9% no acumulado do ano, encerrando 2015 com saldo recorde de R$ 5,3 bilhões, com destaque para as reservas de VGBL, que cresceram 27,5%. O crescimento das reservas via portabilidade, contribuição e aportes foi impulsionado principalmente pelo bom desempenho dos fundos exclusivos de previdência administrados pela Sul América Investimentos, gestora do grupo e que encerrou o ano com um total de R$ 30,3 bilhões em ativos sob sua gestão, saldo 6,8% maior em relação a 2014, “mais um recorde para um ano de recordes,” salienta Portella.

O presidente executivo da companhia explica ainda que a SulAmérica reavaliou suas operações no segmento de grandes riscos, e concluiu em 2015 a venda dessa carteira para o grupo francês AXA, com quem também firmou acordo para prestação de serviços nessa carteira. No mesmo sentido de revisão do portfólio, complementa Portella, vendeu também uma parte de sua carteira de seguros habitacionais, para a PAN Seguros. Ambas as transações foram fechadas em dezembro e contribuíram com parte do resultado reportado para o ano. Ele nota que o lucro líquido recorrente, excluídas essas transações, foi de R$ 683,8 milhões.

Menos de 1% das empresas brasileiras contratam seguros cibernéticos

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No contexto atual em que ataques virtuais tendem a se tornar verdadeiras armas de guerra entre governos, grupos terroristas e hackers, as companhias também precisam estar preparadas para proteger de forma mais ostensiva informações próprias e de clientes. O Relatório Global de Impacto Cibernético 2015 da consultoria e corretora de seguros Aon, que entrevistou 2.243 participantes de 37 países, apontou que o cenário para os seguros cibernéticos no Brasil é muito promissor por ser crescente a demanda por segurança de dados nas operações online.

“Em nosso estudo, apenas 19% das empresas no mundo todo contratam o seguro cibernético. Se considerarmos somente o Brasil, menos de 1% delas adquirem esse produto”, afirma Maurício Bandeira, gerente de Produtos Financeiros da companhia.

Essa diferença está aparente entre o mercado americano e o brasileiro, e se dá, principalmente, por conta da legislação – quando ocorre um vazamento de informação de clientes, por exemplo, as companhias americanas são obrigadas a fazer um disclosure, isto é, comunicar a mídia e toda a sua base sobre o caso para que se tomem as providências necessárias. Segundo o executivo, aqui no Brasil ainda não existe nenhuma obrigatoriedade legal, portanto, ainda é um mercado a ser explorado.

“Atualmente, as empresas acabam sendo responsáveis por avaliar os requisitos na contratação de um seguro específico. Mas, muitas vezes, não estão aptas para qualificar a descrição dos riscos, e não têm conhecimento do prejuízo que uma falha causaria”, explica Bandeira.

No levantamento, foi possível entender também que, embora 52% das empresas globais acreditem que a exposição ao risco cibernético aumentará nos próximos 24 meses, somado aos 37% que já sofreram riscos de segurança pelo menos uma vez nos últimos dois anos com impactos econômicos médios de US$ 2,1 milhões, elas ainda colocam obstáculos à aquisição de seguro cibernético. Algumas razões apontadas para a não contratação do seguro foram: a cobertura é inadequada para a exposição (31%); os prêmios são caros (29%); apólices de propriedade e acidentes são suficientes (26%); há muitas exclusões, restrições e riscos não seguráveis (26%) e 23% dizem que a gerência executiva não vê valor neste seguro (23%).

Ainda de acordo com o estudo, os participantes tiveram que estimar o maior prejuízo que poderiam ter em casos de danos à propriedade e riscos cibernéticos. Os números ficaram muito semelhantes, sendo US$ 648 milhões no primeiro caso e US$ 617 milhões no segundo. Mas, quando se trata de ruptura de negócios, as empresas estabeleceram valores maiores de prejuízo para o dano ligado às redes (cerca de US$ 207 milhões), mais do que o dobro quando comparado com perdas de propriedades (US$ 98 milhões).

Para o executivo da Aon, a aquisição de seguro cibernético, atualmente no Brasil, ainda não é vista como um investimento para proteger dados vitais no futuro, mas o mercado já dá sinais de mudança.

“O mercado brasileiro está numa fase de conhecimento sobre esse seguro, pois mesmo multinacionais alocadas no país ainda conhecem pouco sobre o produto. Por isso, é necessário mostrar a quantificação dos riscos para que tenham real dimensão do problema no momento de tomada de decisão”, ressalta Bandeira.

Ataques

Segundo o estudo da Aon, os principais tipos de violações de dados ou falhas de segurança foram ataques cibernéticos que causaram ruptura dos negócios e da tecnologia de informação (48%), falhas em sistema ou processo de negócios que causaram interrupção nas operações empresariais (35%), negligência ou erros que resultaram em perda de dados confidenciais (30%) e ataques que resultaram o roubo de informações (29%).

“A responsabilidade por dados de terceiros tem se tornado uma grande fonte de preocupação para as empresas. Por isso, com a cobertura de Responsabilidade Cibernética (Cyber Liability), custos com defesa judicial em casos de reclamação, violação de privacidade, perda ou corrupção de dados armazenados podem ser mitigados evitar perdas financeiras quando ocorrem ataques Além disso, a cobertura de Restituição da Imagem Pessoal e Corporativa pode minimizar danos à reputação que tem valor incalculável”, complementa o gerente.

Executivo exige seguro D&O para patrimônio

MarciaCicarelli (2)Como consequência de operações como Lava-Jato e outras que procuram investigar e coibir esquemas de fraude e corrupção, da Lei Anticorrupção e do caso Samarco, que evidenciou os danos causados ao meio ambiente e o risco a que estão expostos os diretores e administradores de empresas, ao serem pessoalmente responsabilizados, a governança corporativa passou a ser fator decisivo na negociação que envolve o seguro D&O (sigla em inglês de Directors ans Officers Liability Insurance), conta o especial Governança Corporativa, publicado hoje pelo jornal Valor Econômico.

Veja mais

http://www.valor.com.br/financas/4451242/executivo-exige-seguro-do-para-patrimonio

Lucro da HDI Seguros cresce 15,4%, para R$ 106,9 milhões, em 2015

Borges: Perder o canal HSBC não vai alterar o nosso market share em automóvel
Borges: Perder o canal HSBC não vai alterar o nosso market share em automóvel
Borges: Perder o canal HSBC não vai alterar o nosso market share em automóvel

A HDI Seguros, empresa do grupo alemão Talanx, divulgou ontem que atingiu R$ 3,2 bilhões em prêmios emitidos no ano passado, crescimento de 16,4% com relação a 2014 – mais de cinco pontos percentuais acima do mercado, que cresceu 11%. O lucro líquido passou de R$ 106,9 milhões em 2014 para R$ 123,4 em 2015, aumento de 15,4%. O Ebtida (sigla em inglês para resultado antes dos impostos e participações), que subiu de R$ 162,1 milhões em 2014 para R$ 179 milhões em 2015 (+10,4%).

Segundo nota divulgada, a seguradora atua nas carteiras de massificados de automóvel e de residência, abrangendo todo o território nacional. Com 1.878.958 veículos e 457.237 residências seguradas, a companhia conquistou fatia maior de market share do ramo automóvel no último ano, passando de 7,6% para 8,7% (dados de mercado acumulados até dezembro de 2015). O HDI Duo, produto simplificado que une seguro auto e residencial, é um dos responsáveis pelos resultados reportados. Em dezembro, o Duo atingiu a marca de 264 mil seguros em vigor.

“Apesar do momento econômico delicado, o setor de seguros tem conseguido crescer. Nós, da HDI, acreditamos que há oportunidades no mercado e daremos continuidade às medidas para manter nossa eficiência operacional, como agilidade nas cotações e emissão de apólices por meio do nosso sistema digital de ponta, a busca por ganhos de escala com o aumento da frota segurada, além de avanços na gestão dos sinistros mediante o uso intensivo de nossa rede de HDI Bate-prontos, centrais dedicadas ao atendimento dos nossos segurados”, afirma João Francisco Borges da Costa, presidente da HDI, na nota.

No último ano, a seguradora investiu na ampliação de filiais nas regiões Sul e Sudeste do país, com o objetivo de facilitar o atendimento às necessidades dos segurados e melhorar a dinâmica de trabalho com corretores. As unidades inauguradas em Santo André (SP), Piracicaba (SP), Vitória (ES), Blumenau (SC) e Cascavel (PR) integram escritório administrativo e Bate-pronto. As filiais HDI são responsáveis pelo atendimento aos corretores, além da emissão das apólices e endossos. Em 2015, 94,5% das apólices foram emitidas em até 10 dias do início de vigência, o que é reflexo da utilização por 100% dos corretores do HDI Digital, sistema online que permite cotações e emissão de apólices novas, endossos e renovações eletronicamente.

A sinistralidade se manteve praticamente estável, redução de 0,2 ponto percentual em relação a 2014 no número de sinistros. Apesar de baixa na frequência de sinistros de automóveis, houve aumento nos custos médios de reparos e peças em função da inflação, fazendo com que a sinistralidade subisse de 67,1% em 2014 para 67,3% em 2015. Já em seguros patrimoniais houve redução na sinistralidade, devido à migração dos negócios de riscos industriais para a HDI-Gerling, outra empresa do Grupo Talanx. Ao todo, foram atendidos 267.175 sinistros de seguros de automóvel, sendo 55% deles processados nas 46 centrais Bate-pronto, com tempo médio de atendimento inferior a 30 minutos, e os 45% restantes registrados por central telefônica. No ramo patrimonial, foram atendidos 12.250 sinistros.

O resultado financeiro da seguradora aumentou de R$ 212,1 milhões em 2014 para R$ 247,5 milhões em 2015. Os ganhos decorrentes de aplicações financeiras foram impactados pelo aumento nas taxas de juros acumulados no período (o CDI saiu de 10,81% no acumulado até dezembro de 2014 para 13,24% no acumulado de 2015).

Santa Catarina receberá seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”

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A série de seminários “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito” segue com o seu calendário de apresentações. Na próxima terça-feira, dia 1º de março, a cidade de Florianópolis (SC) receberá o evento – que vem percorrendo o país desde agosto do ano passado – promovido pela Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), com o apoio da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e da Escola Nacional de Seguros.

O seminário tem o intuito de divulgar e informar ao poder público e aos cidadãos sobre os impactos positivos da Lei Federal 12.977/14, conhecida como “lei do desmonte”, em vigor desde o dia 20 de maio de 2015. “O combate à criminalidade urbana e ao comércio clandestino de autopeças são alguns dos objetivos desta norma”, comenta o diretor executivo da FenSeg, Neival Freitas.

Além de corretores de seguros, executivos de seguradoras, autoridades do trânsito, do meio ambiente e da segurança pública, o evento também contará com a presença do diretor do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro, Claudio Contador; do integrante da Frente Parlamentar de Redução de Acidentes no Brasil e presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho; do economista Marcio Norton; e do ex-deputado, autor da lei, e atual presidente da Fenacor, Armando Vergilio.

Na ocasião, os participantes debaterão a formulação, estruturação e aplicabilidade da lei, além de questões como os custos para a sociedade. “Vamos trabalhar juntos para que mudanças realmente aconteçam no cotidiano das pessoas”, afirma Armando Vergilio, acrescentando que a venda de peças ilegais é uma realidade do país, que precisa mudar, pois afeta vários setores da sociedade, como a segurança pública e o mercado de seguros.

Para Neival Freitas o combate ao comércio clandestino de peças também irá reduzir o índice de roubos e furtos. “A maior parte dos veículos roubados ou furtados e não recuperados são direcionados para desmanches clandestinos”, afirma o diretor executivo da FenSeg. Dados de 2015 (janeiro a dezembro) compilados pela Secretaria de Segurança Pública dos estados brasileiros apontam que foram roubados ou furtados no país mais de 505 mil veículos, o que representa uma média de 57 veículos roubados a cada hora. Uma das vantagens será a possibilidade da criação de um mercado formal de comercialização de peças usadas com origem comprovada, para atendimento de um público potencial de mais de 30 milhões de motoristas.

Mas, a Lei Federal 12.977/14 ainda é bem mais abrangente. Segundo Neival Freitas (FenSeg), além de refletir diretamente na questão da criminalidade, trata outros aspectos importantíssimos como o descarte adequado de resíduos sólidos e fluidos dos veículos (em acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS). “O combate eficiente ao desmanche clandestino permitirá uma redução nas fraudes em seguros, realizadas através de falsa comunicação de roubos e furtos com a destinação do veículo àqueles desmanches”, acredita o diretor executivo da FenSeg. Os benefícios também poderão ser sentidos no meio ambiente com a preservação dos solos, principalmente próximos a rios e lençóis freáticos e na saúde. “Acreditamos que também haja uma redução da concentração de veículos em pátios com a mitigação de doenças, principalmente a zika e a dengue”, complementa Neival.

Depois de Florianópolis (SC), o seminário seguirá para Teresina (PI), no dia 15 de março; São Luís (MA), no dia 17 de março; Palmas (TO), no dia 29 de março; e Belém (PA), no dia 31 de março.

Serviço: Seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”

Florianópolis

Data: 1º de março de 2016 (terça-feira)

Horário: 15h

Local: Hotel Cambirela – Av. Marinheiro Max Schramm, 2149 – Jardim Atlântico, Florianópolis (SC)

Inscrição gratuita: http://www.funenseg.org.br/eventos/evento.php?idrc=2404

Yasuda Marítima aposta em coberturas e serviços diferenciados para conquistar proprietários de veículos de luxo

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A Yasuda Marítima, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo com aproximadamente 20 milhões de veículos segurados – acaba de lançar o seguro Auto Supremo Yasuda Marítima. Desenvolvido para atender às necessidades de proprietários de veículos de valor superior a R$ 100 mil, o produto inclui coberturas específicas e pacotes personalizados para pessoas que buscam o conforto e a tranquilidade de contar com uma série de serviços de alto padrão reunidos uma única rede de atendimento.

O seguro Auto Supremo Yasuda Marítima foi desenvolvido para atender proprietários de veículos nacionais ou importados, sobretudo de categorias como passeio, SUVs, esportivos, superesportivos e pick-ups, além de carros blindados. Ao contratar o produto, o segurado passa a contar com uma série de coberturas e serviços personalizados, a exemplo da cobertura completa de vidros (comuns ou blindados), no qual estão incluídos para-brisa, vidros laterais, traseiros, faróis, lanternas e retrovisores convencionais, além dos faróis, incluindo faróis de milha, lanternas, teto solar, estendendo cobertura para os itens xênon ou led. O produto também conta com cobertura para faróis de milhas e teto solar/panorâmico e cobertura adicional de extensão para 0 km por 12 meses.

Além disso, o seguro conta com as opções de cobertura contra danos morais, materiais e corporais, acidentes pessoais de passageiro, bem como rastreador cedido em regime de comodato, conforme modelo do veículo e região de circulação. Em caso de sinistro, o segurado terá direito a um veículo sedan médio 2.0 completo (no Plano Executivo) ou veículo estilo sedan de luxo completo (Plano Luxo) como carro reserva.

Um fator importante diz respeito às Oficinas Supremo, uma rede de serviços especializados em veículos dos segmentos luxo e esportivos, estabelecida para atender ao segurado Auto Supremo. Todas são referenciadas pela Yasuda Marítima e contam com equipamentos que propiciam meios para a reparação de veículos nos padrões de qualidade exigidos por clientes do produto, além do Cliente ter opções de livre escolha nas localidades que não possuem Oficinas Supremo.

O Serviço de Assistência 24 Horas do Auto Supremo traz uma série de serviços personalizados para o segurado. Entre eles estão: Concierge (indicação de restaurantes, pontos turísticos, shows, cinema, informações sobre costumes locais, etiquetas e protocolo, indicação de profissionais, lojas, centros comerciais, serviços de PET, beleza e automotivos, entre outros), Help Desk (assistência para computadores, notebooks, smartphones e tablets), Telesaúde (instruções sobre os melhores procedimentos em caso de urgência médica), Orientação Psicológica (para situações de impacto emocional como conflito familiar, assédio, dependência química, doenças crônicas etc).

Adriano Fernandes, superintendente de Produtos Auto da Yasuda Marítima Seguros: “A Yasuda Marítima busca inovar e disponibilizar aos segurados o que há de melhor no mercado. Com o Auto Supremo vamos atender a demanda de um público que tem por hábito demandar serviços especializados e bastante específicos. O produto é um pacote completo com coberturas que garantem tranquilidade, segurança e conforto aos donos de veículos de luxo”.

Acidentes de trânsito acontecem mais entre 17h e 20h

Captura de Tela 2016-02-23 às 11.01.57No ano de 2015, seguindo a mesma tendência dos anos anteriores, a motocicleta representou a maior parte das indenizações, 76%, apesar de representar apenas 27% da frota nacional. Nesse período, a região Nordeste foi a responsável pela maior concentração das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT (33%), embora sua frota seja a 3a maior do País (17% dos veículos), atrás das regiões Sudeste (49% da frota nacional) e Sul (20% da frota nacional), segundo dados do Denatran. A maior incidência de acidentes indenizados ocorreu no período do anoitecer, entre 17hs e 19:59hs, representando 23% das indenizações. Seguido pela tarde, que representou 22% das indenizações no período.

Motos e região Nordeste lideram pagamentos de indenizações

Captura de Tela 2016-02-23 às 11.06.00De janeiro a dezembro de 2015, a maior incidência de indenizações pagas foi para vítimas do sexo masculino, mantendo o mesmo comportamento dos anos anteriores. A faixa etária mais atingida no período foi de 18 a 34 anos, representando 51% do total das indenizações pagas, o que corresponde a mais de 330 mil indenizações. No período analisado, a maior incidência de vítimas foram os motoristas (64%). Em acidentes fatais, os motoristas representar am 54% das indenizações pagas e em acidentes com sequelas permanentes, 64%, predominando significativamente os motociclistas (91%). Os pedestres ficaram em 2o lugar nas indenizações por acidentes fatais no período (27%). Já nos acidentes com Invalidez Perma nente, os passageiros e pedestres apresentaram a mesma participação nas indenizações (18%).

Seguro DPVAT: dispense a ajuda de intermediários

Captura de Tela 2016-02-23 às 10.55.47A Seguradora Líder-DPVAT alerta: o pedido de indenização do seguro deve ser realizado, gratuitamente, em um ponto oficial de atendimento. A preocupação da Seguradora é justificada pela ação de intermediários, ou dos despachantes, que se passam por amigos das vítimas ou de seus beneficiários e acabam ficando com boa parte das indenizações. Em alguns casos, para solicitar o pedido do benefício, estes agentes cobram 30% do valor da indenização, quando na verdade fazer essa solicitação é um procedimento inteiramente grátis.

Em algumas regiões do País, alguns advogados agem de forma semelhante, estimulando que as vítimas ou beneficiários ingressem com uma ação judicial, o que é totalmente desnecessário, pois, desta forma, parte da indenização é direcionada para o pagamento dos honorários do profissional, além do processo judicial demorar, em média, três anos para ser liquidado. Na via administrativa, a indenização é paga em até 30 (trinta) dias após a entrega da documentação completa.

Criado em 1974, o Seguro DPVAT indeniza todas as vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, sem necessidade de apuração da culpa, seja motorista, passageiro ou pedestre. O Seguro DPVAT oferece cobertura para três naturezas de danos: morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares (até R$ 2.700).

Para solicitar a indenização do Seguro DPVAT basta seguir três passos:

1 – Escolher um ponto oficial de atendimento. A listagem completa por cidade pode ser acessada pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br ou pelo telefone 0800 022 1204. Lembre-se: as agências próprias dos Correios também recebem gratuitamente pedidos de indenização do Seguro DPVAT.

2 – Reunir a documentação necessária de acordo com a cobertura – morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e hospitalares.

3 – Preencher o pedido de indenização em um ponto oficial de atendimento e entregar a documentação.
O pedido vai gerar um número de protocolo, que pode ser utilizado para acompanhar o processo tanto no site, quanto no SAC, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Os recursos do Seguro DPVAT são financiados pelos proprietários de veículos, por meio de pagamento anual. Do total arrecadado, 45% são repassados ao Ministério da Saúde (SUS), para custeio do atendimento médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito em todo País. 5% são repassados ao Ministério das Cidades, para aplicação exclusiva em programas destinados à prevenção de acidentes de trânsito.

Os demais 50% dos recursos são voltados para o pagamento das indenizações, constituições de provisões técnicas – característica inerente à atividade seguradora – e despesas com administração. A gestão do Seguro DPVAT é uma das mais eficientes do País, custando cerca de 4% dos recursos, e que o lucro é limitado por lei a 2% antes dos impostos.

Serviço
Site DPVAT: www.dpvatsegurodotransito.com.br
SAC DPVAT – 0800 022 12 04 – Todos os dias da semana, 24h por dia


DPVAT registra queda de 15% no número de indenizações pagas em 2015, para R$ 3,3 bi

10429408_10207176275580168_5147788988148354666_nEm 2015, foram pagas 652.349 mil indenizações pela Seguradora Líder-DPVAT por acidentes de trânsito em todo o Brasil. O número, referente a reembolso de despesas hospitalares, invalidez permanente e morte, é 15% inferior ao mesmo período de 2014. A maior queda registrada no período foi na cobertura de morte (19%), seguida de reembolso de despesas hospitalares (18%) e invalidez permanente (13%). No total, foram pagos R$ 3,381 bilhões em indenizações durante o ano passado.

Nesta manhã, os executivos da empresa se reuniram com jornalistas em São Paulo para divulgar o balanço das atividades da Seguradora Líder-DPVAT. O presidente Ricardo Xavier contou que a queda é um reflexo de uma fiscalização mais efetiva. “Os efeitos da Lei Seca e a conscientização sobre o uso de equipamentos de segurança no trânsito já começam a fazer efeito. No entanto, nossas ruas, estradas e avenidas produzem por dia muitos feridos, inválidos e mortos todos os dias. Temos que investir agora na educação do cidadão no trânsito para que o número de acidentes reduza mais ainda”, afirma o presidente.

As indenizações pagas por acidentes com motocicletas correspondem a 76% (497.009) do montante pago em 2015. Dos acidentes causados por motos, 83% geram algum tipo de invalidez permanente, 4% acabaram em morte e 13% resultaram em reembolso de despesas hospitalares. Já os automóveis somam 19% (124.267) das indenizações pagas no ano passado, enquanto caminhões e pick-ups 3% (17.973) e os ônibus micro-ônibus e vans 2% (13.100).

Do total das indenizações pagas, 64% (416.413) foram destinadas a motoristas, 18% (117.780) para pedestres e 18% (118.156) para passageiros. O levantamento da Seguradora Líder-DPVAT revela ainda que 74% das vítimas de trânsito indenizadas em 2015 são homens e 24%, mulheres. A faixa etária que concentra o maior número de indenizações, continua sendo é de 18 a 34 anos, correspondendo a 51% dos sinistros pagos no último ano.

Captura de Tela 2016-02-23 às 10.48.45Com 16,92% da frota nacional, a região Nordeste concentrou 33% (213.726) das indenizações pagas no ano passado. Já a região Sudeste, que tem 49,21% da frota, respondeu por 29% (192.724) das indenizações. A região Sul correspondeu por 18% (116.613) das indenizações pagas e tem 19,69% da frota. A região Norte e a Centro- Oeste tiveram, cada uma, 10% (cerca de 65 mil) das indenizações do Seguro DPVAT em 2015, cada região conta com 5,08% e 9,10% da frota de automóveis nacional, respectivamente.
Resultado financeiro

A arrecadação total do Seguro DPVAT, pago pelos proprietários de veículos automotores, somou R$ 8.654 bi no ano passado. Por lei, 50% desse dinheiro vai direto para União, via transferência bancária automática, no ato do pagamento da apólice do seguro, que destina 45% para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 5% para o DENATRAN. Cada órgão recebeu R$ R$ 3,894 bilhões e R$ 432,8 milhões, respectivamente.

O total arrecadado para operação do Seguro DPVAT foi de R$ 4,326 bilhões, sendo R$ 3,381 bilhões gastos com despesas de pagamento de indenizações. Ainda há despesas com a constituições de provisões técnicas para pagamento de indenizações futuras e despesas administrativas e com impostos, como PIS e COFINS. O lucro das seguradoras consorciadas é estabelecido por lei em 2%, que, depois do Imposto de Renda e da Contribuição Social, fica em 1,2%.

Economia com seguro do carro pode atingir até R$ 2 mil

roubo e furto carroRelease – Proteste

O seguro de automóvel pesa no bolso do consumidor quando se trata de gastos com a manutenção anual do veículo. E com o avanço dos índices de roubo e furto no país, o preço deste serviço costuma acompanhar essas estatísticas, elevando os valores cobrados.

Para quem está pesquisando modelos de carro para adquirir, saiba que esta variável também pode gerar uma boa economia no orçamento, na hora de fazer o seguro. Pela calculadora da Proteste na campanha Aqui se Economiza, pode se calcular pelo perfil de uso, quais as apólices mais adequadas para se gastar menos com o seguro e há variações que ajudam a economizar até R$ 2 mil por ano.

Foi simulado, por exemplo, o perfil de um homem de 35 anos, morador do Rio de Janeiro. Ao comprar um Toyota Corolla 2015, pode economizar mais de R$ 2,1 mil se fizer uma pesquisa em seguradoras distintas. Essa diferença ocorre se contratar a HDI Seguros (R$ 2.597,37) ao invés da Tókio Marine (R$ 4.752,18).

Já para um morador de 35 anos, da cidade de São Paulo, que está em dúvida se adquire um carro 0km da Chevrolet (Onix LS 1.0) ou um da Hyundai (HB20 Comfort 1.0), o valor do seguro pode ajudar a se decidir.

Para o Onix, o desembolso com o seguro o valor seria de R$ 1.392. Já se optasse pelo segundo modelo, o HB20, o custo do seguro passaria a ser de R$ 2.739. Uma economia de mais de R$ 1.345 no ano.

Ferramentas online estão sendo oferecidas pela Proteste na campanha Aqui se Economiza, para se calcular pelo perfil de uso, quais as apólices mais adequadas para se gastar menos também ao escolher o cartão de crédito, conta corrente, plano para celular e TV por assinatura adequado ao perfil de uso.

“É importante o consumidor se conscientizar que por meio de comparação de preços e condições pode ter o mesmo serviço, mais barato e às vezes até com mais benefícios, sem taxas que são cobradas em outros planos”, explica Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

A calculadora de seguro automóvel da Proteste compara online o preço de até seis seguradoras. Há uma variação de valores de uma seguradora para outra. Variáveis como sexo, idade, endereço, entre outras, também influenciam diretamente no preço final.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) avaliou a variação do preço do seguro automóvel em 12 capitais brasileiras no ano de 2015. As cidades de Brasília, Salvador e Fortaleza foram as três localidades que registraram o maior aumento de preço do seguro: 18,07%, 7,20% e 6,92%, respectivamente.

Em contrapartida, as cidades de Campo Grande, Porto Alegre e Vitória foram as que registraram a maior redução no preço do seguro.