Lucro líquido da Brasilprev ultrapassa a marca de R$ 1 bilhão em 2015

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A Brasilprev, uma das maiores instituições de previdência privada aberta do Brasil e especialista nesse setor, apresenta seus resultados financeiros do exercício de 2015. Entre janeiro e dezembro, o lucro líquido atingiu a marca de R$ 1,2 bilhão, valor 17,0% maior que o registrado no balanço de 2014. Já o resultado ajustado (1), que exclui efeitos considerados extraordinários, foi de R$ 885,1 milhões, um crescimento de 21,8% sobre o resultado ajustado do ano anterior (R$ 726,5 milhões). Já os ativos totais sob gestão da empresa alcançaram R$ 149,7 bilhões, 32,1% a mais que o registrado no período anterior, resultando em 27,9% de participação de mercado. O grande destaque fica por conta da conquista da liderança em ativos sob gestão nos produtos PGBL e VGBL em 2015. Neste indicador, a companhia fechou o ano com 28,7% de market share, somando R$ 138,8 bilhões, uma evolução de 34,6% comparado a 2014.

Na análise dos números de arrecadação do mercado vivo – ou seja, o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e o Plano Gerador de Benefício (PGBL) –, verifica-se que os primeiros continuam sendo os que mais impulsionam os resultados. Enquanto os planos da modalidade PGBL somaram R$ 2,5 bilhões e registraram alta de 3,1%, os VGBL cresceram 20,7%, totalizando R$ 34,1 bilhões. Os planos tradicionais – não mais comercializados – captaram R$ 0,5 bilhão, uma variação positiva de 1,2%. Em conjunto, esses resultados constituem a arrecadação total da companhia, que atingiu R$ 37,2 bilhões no período, um incremento de 19,0%, mantendo a liderança neste indicador com 37,7% de participação de mercado (mais detalhes no quadro abaixo).

“Os resultados demonstram o crescimento sustentável da Brasilprev, que investe na oferta de produtos flexíveis e acessíveis, na consultoria adequada no momento da venda, por meio das agências do Banco do Brasil, e no trabalho de pós-venda oferecendo o suporte e os serviços adequados para a viabilização de projetos de vida. Estas iniciativas refletem diretamente na fidelização do cliente e na liderança em captação líquida do setor, que a Brasilprev detém desde 2008, atualmente com 48,8% de participação”, comenta o diretor de Planejamento e Controle da companhia, Nelson Katz.

O executivo complementa: “Este foi mais um período de evolução para o mercado brasileiro de previdência privada, tanto na aprovação de temas que trarão oportunidades à indústria, como no seu desempenho. O grande desafio do setor, quando unimos movimentos como o aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população, está em despertar no brasileiro a necessidade de acumular recursos de longo prazo. E, para este objetivo, a previdência se mostra uma solução atrativa. Neste contexto, a Brasilprev continuará investindo nos trabalhos de formação de cultura previdenciária, uma das prioridades da estratégia de sustentabilidade da companhia”.

Lucro da Liberty Seguros avança 110% em 2015, para R$ 176 milhões

Carlos MagnarelliA Liberty Seguros, unidade brasileira do grupo Liberty Mutual, um dos maiores conglomerados globais do setor de seguros, registrou lucro líquido de R$ 176 milhões em 2015, crescimento de 110% em relação ao ano anterior. O faturamento chegou a R$ 2,7 bilhões em prêmios em 2015 e o resultado antes dos impostos e participações foi de R$ 198 milhões. A companhia fechou o ano com mais de 1,4 milhão de clientes em carteira.

“Em 2015 trabalhamos na melhoria do nosso mix de produtos, sempre com foco no atendimento excepcional. Os resultados de crescimento em todas as nossas linhas de negócio confirmam que fomos bem-sucedidos nesta missão”, comentou Carlos Magnarelli, CEO do grupo Liberty Seguros no Brasil, em nota divulgada à imprensa. “Além disso, investimos no empoderamento dos nossos funcionários, como parte de um modelo de gestão que busca a melhoria contínua. Este foi um dos fatores fundamentais para o sucesso do Grupo Liberty Seguros em 2015”, acrescenta.

Todas as linhas de negócios da companhia apresentaram crescimento superior ao do mercado. No caso do segmento Residência, a Liberty Seguros cresceu 22,5%, enquanto o crescimento do mercado foi de 6,3%. Na carteira de seguros para pequenos empreendedores, a companhia registrou crescimento de 15% no volume de prêmios emitidos frente ao mesmo período de 2014. Outros segmentos com crescimento expressivo foram o Seguro Auto (8,9%) e Seguro de Vida (8%).

“2016 será um ano de desafios”, afirma Carlos Magnarelli. “O foco no atendimento excepcional a clientes e corretores seguirá sendo uma das nossas principais diretrizes, juntamente com o fomento a cultura de melhoria contínua. Vamos trabalhar para oferecer produtos cada vez mais acessíveis e inovadores, além de retomar a operação na área de transporte, depois de uma revisão de carteira”, finalizou o executivo em comunicado.

Destaques:

R$ 2,7 bilhões em prêmios em 2015

Lucro líquido de R$ 176 milhões

1,4 milhão de segurados em carteira no país

10ª maior seguradora do país

6ª maior seguradora em automóveis com 1 milhão de veículos segurados no país

1,8 mil funcionários

69 filiais em todo Brasil

13 mil corretores em todo o território nacional

Atuação em vários segmentos: automóveis, residencial, transporte, seguros para pequenas empresas, riscos especais e grandes riscos

Mitsui Sumitomo Seguros fecha 2015 com um lucro líquido de R$ 17 milhões

mitsuiA Mitsui Sumitomo Seguros apresentou um lucro líquido de R$ 17,1 milhões que comparado ao prejuízo de R$ 17,2 milhões em 2014, resultou em melhora no resultado de R$ 34,3 milhões de um período para o outro. O montante de prêmios ganhos teve um crescimento significativo de 12,6% em relação ao ano anterior, atingindo R$ 418 milhões. O índice de sinistro retido sobre o prêmio ganho atingiu 64,5% em 2015, reduzindo 3,4 pontos percentuais em relação a 2014. O resultado financeiro passou de R$ 21,8 milhões em 2014 para R$ 60,7 milhões em 2015, decorrente do aporte de capital de R$ 340 milhões recebido em outubro de 2014.

Em nota, a seguradora afirma que após consecutivos anos de resultados negativos, essa significativa evolução deve-se a melhora da qualidade na subscrição de seguros de grandes riscos, a sinistralidade na carteira de Automóvel que tem se mantido em torno de 64% nos últimos três anos e a consideráveis investimentos em capital humano e tecnologia que vêm sendo realizados pela companhia desde 2012.

Já o MS&AD Insurance Group, do qual a Mitsui Sumitomo Seguros faz parte, fechou o 3º trimestre de 2015, findo em Dezembro, com um prêmio total emitido de US$ 27,6 milhões, apresentando um crescimento de 20,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Destaque para as operações internacionais, que cresceram 18,8%, alinhado ao plano estratégico de médio prazo para suportar o crescimento do grupo de forma sustentável e rentável, e diversificar o risco geográfico e de produtos, com contínuo investimento em áreas de alta rentabilidade.

Rogério Vergara deixa a BB e Mapfre e parte para novos desafios

Vergara: Há muita coisa para fazer em crédito e garantia
Vergara: Há muita coisa para fazer em crédito e garantia
Vergara: Há muita coisa para fazer em crédito e garantia

Depois de 15 anos dedicados ao grupo espanhol Mapfre, um dos protagonistas do desenvolvimento dos seguros de garantia e de crédito no Brasil, Rogério Vergara, decidiu partir para novos desafios. “Algo novo”, diz ele ao blog Sonho Seguro. “Estou conversando com muitos amigos, de várias seguradoras, bem como da Escola Nacional de Seguros e das associações e federações. Tenho em mente desenvolver projetos que façam a diferença para o desenvolvimento dos seguros de crédito e de garantia. Estou finalizando uma tese no momento e tenho no meu radar colocar a minha experiência a favor do crescimento de pessoas que farão este mercado algo grande no futuro”, diz ele com disposição contagiante.

A conversa para encerrar o ciclo na Mapfre começou em novembro e foi finalizada em fevereiro. Ainda está com a cabeça nos afazeres que deixou aos cuidados da equipe. “Tenho dificuldade de me desligar, mas pretendo fazer isso em breve para descansar por um pouco antes de ficar novamente comprometido com um novo desafio”, comentou. Vergara é especialista em dois segmentos da indústria de seguros que enfrentam desafios significativos. Exatamente por isso tem em seu currículo centenas de palestras em seminários, congressos, bem como participação ativa nas discussões de pautas do mercado segurador com governos, clientes e órgãos reguladores dos setores envolvidos com os produtos.

Mapfre e Euler Hermes, controlada pela Allianz, criaram a Solunion, uma joint venture com atuação seguro de crédito e garantia presente na Espanha, México, Colômbia, Chile e Argentina. O Brasil ficou isolado neste acordo de 2012, o que não faz muito sentido aos olhos dos especialistas. Ambos seguros enfrentam um momento desafiador no Brasil.

“O seguro garantia, que envolve diferentes nichos como garantia financeiras de contratos, do setor público e do setor privado, vai passar por uma transformação. Hoje as vendas, que já foram lideradas pelo garantia financeira, estão muito concentradas em garantia judicial. A demanda por especialização em judicial é grande por ser um mercado com imenso potencial e ainda novo no Brasil”, explica Vergara. No ramo garantia de contratos de obras, já em fase de discussão do mercado com governo e órgão regulador para novas regras, como poder ser ofertado para 100% da obra, o executivo aposta no crescimento no médio prazo.

Atualmente, o seguro garantia de obras é um segmento em crise tanto pela elevada quebra de contratos por pedidos de recuperação judicial de empresas, como também pelos efeitos da investigação Lava Jato, que afastou do mercado as maiores compradoras deste seguro: as construtoras. Muitas das apólices de garantia são questionadas judicialmente. As que envolviam a Petrobrás, por exemplo, na maioria não puderam ser acionadas pois os contratos em questão não foram cumpridos exatamente por conta da suspensão de pagamentos da petrolífera (que era a segurada) aos tomadores, como empreiteiras, fornecedores, estaleiros entre outros. Como foi a falta de pagamento do segurado que gerou o a perda, isso não é considerado um sinistro, de acordo com boa parte dos seguradores envolvidos.

Há controvérsias discutidas dentro de renomados escritórios de advogados. No Brasil e no mundo, uma vez que as milionárias quantias envolvem um grande grupo de seguradoras e resseguradoras para a diluição do risco. “O governo brasileiro tem de fazer investimentos e logo que isso ocorrer o segmento será importante composição dos contratos de financiamentos dos projetos, assim como é em vários países do mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, muitas obras contratam seguro garantia para 100% do valor da obra”, explica.

O seguro de crédito depende mais da volta da estabilidade da economia, com a inflação, por exemplo, controlada e na casa de um dígito. Atualmente o segmento enfrenta uma séria crise com a alta da inadimplência das empresas. Ou seja, quase metade das empresas brasileiras estão inadimplentes, o que causou um grande volume de pedidos de indenizações. “A balança precisa chegar a um equilíbrio e dai as empresas vão conseguir encontrar a equação adequada entre aceitação de risco e precificação”, acredita Vergara.

Todo esse cenário torna Vergara uma peça importante em projetos, tanto voltados para a educação, como o desenvolvimento de pessoas que possam transformar esses segmentos em negócios rentáveis, tanto voltados para negócios, implementando produtos e difundindo a cultura de garantia e crédito no Brasil.

Por enquanto, bom descanso!

SulAmérica reporta lucro recorde histórico de R$ 734,3 milhões e receita com seguros cresce 13,4%

Proporcionar a melhor experiência de marca para o cliente, o corretor e demais públicos está no centro da estratégia de negócios

gabriel portellaA Sul América, que completa 120 anos, tem razões de sobra para comemorar. Divulgou lucro líquido recorde de R$ 734,3 milhões em 2015, com ganho de 32,2% no ano. A receita de seguros da companhia cresceu 13,4%, acumulando R$ 15,3 bilhões. “Esse foi um ano muito especial para nós”, destaca Gabriel Portella, presidente executivo da SulAmérica, em nota divulgada à imprensa. “Tivemos sucesso nas nossas operações, celebramos os 120 anos da companhia dando início a uma extensa agenda de comemorações em todo o Brasil e inauguramos nossa nova sede em São Paulo. Isso tudo, reportando números recordes em vendas e no nosso lucro”.

No segmento de saúde e odontológico, maior operação da companhia, a SulAmérica reportou crescimento de prêmios de 14,3%, com o número totalizando R$ 11 bilhões. Aqui, os planos da modalidade PME, para pequenas e médias empresas, continuaram a apresentar destacado crescimento, tanto em prêmios quanto em número de segurados. A carteira de segurados de saúde e odontológico cresceu 6,4%, totalizando 2,8 milhões de clientes. Novamente, a modalidade de planos PME apresentou maior destaque e obteve 8,1% de crescimento em vidas seguradas no ano. Já a carteira de planos odontológicos cresceu 24,6% em 2015, ultrapassando a marca de 750 mil beneficiários.

No segmento de seguros de automóveis, a receita e a frota segurada registraram forte elevação. A expansão dos prêmios chegou a 14,3% no acumulado do ano, totalizando R$ 3,4 bilhões em prêmios em 2015. A frota segurada incorporou cerca de 150 mil veículos no ano, atingindo a marca de 1,7 milhão de veículos segurados, com crescimento de 9,6% em relação ao ano anterior. Segundo dados recentes da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de seguros de automóveis cresceu 3,2% em 2015, totalizando R$ 33,3 bilhões em prêmios.

As reservas de previdência administradas pela companhia registraram aumento de 16,9% no acumulado do ano, encerrando 2015 com saldo recorde de R$ 5,3 bilhões, com destaque para as reservas de VGBL, que cresceram 27,5%. O crescimento das reservas via portabilidade, contribuição e aportes foi impulsionado principalmente pelo bom desempenho dos fundos exclusivos de previdência administrados pela Sul América Investimentos, gestora do grupo e que encerrou o ano com um total de R$ 30,3 bilhões em ativos sob sua gestão, saldo 6,8% maior em relação a 2014, “mais um recorde para um ano de recordes,” salienta Portella.

O presidente executivo da companhia explica ainda que a SulAmérica reavaliou suas operações no segmento de grandes riscos, e concluiu em 2015 a venda dessa carteira para o grupo francês AXA, com quem também firmou acordo para prestação de serviços nessa carteira. No mesmo sentido de revisão do portfólio, complementa Portella, vendeu também uma parte de sua carteira de seguros habitacionais, para a PAN Seguros. Ambas as transações foram fechadas em dezembro e contribuíram com parte do resultado reportado para o ano. Ele nota que o lucro líquido recorrente, excluídas essas transações, foi de R$ 683,8 milhões.

Menos de 1% das empresas brasileiras contratam seguros cibernéticos

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No contexto atual em que ataques virtuais tendem a se tornar verdadeiras armas de guerra entre governos, grupos terroristas e hackers, as companhias também precisam estar preparadas para proteger de forma mais ostensiva informações próprias e de clientes. O Relatório Global de Impacto Cibernético 2015 da consultoria e corretora de seguros Aon, que entrevistou 2.243 participantes de 37 países, apontou que o cenário para os seguros cibernéticos no Brasil é muito promissor por ser crescente a demanda por segurança de dados nas operações online.

“Em nosso estudo, apenas 19% das empresas no mundo todo contratam o seguro cibernético. Se considerarmos somente o Brasil, menos de 1% delas adquirem esse produto”, afirma Maurício Bandeira, gerente de Produtos Financeiros da companhia.

Essa diferença está aparente entre o mercado americano e o brasileiro, e se dá, principalmente, por conta da legislação – quando ocorre um vazamento de informação de clientes, por exemplo, as companhias americanas são obrigadas a fazer um disclosure, isto é, comunicar a mídia e toda a sua base sobre o caso para que se tomem as providências necessárias. Segundo o executivo, aqui no Brasil ainda não existe nenhuma obrigatoriedade legal, portanto, ainda é um mercado a ser explorado.

“Atualmente, as empresas acabam sendo responsáveis por avaliar os requisitos na contratação de um seguro específico. Mas, muitas vezes, não estão aptas para qualificar a descrição dos riscos, e não têm conhecimento do prejuízo que uma falha causaria”, explica Bandeira.

No levantamento, foi possível entender também que, embora 52% das empresas globais acreditem que a exposição ao risco cibernético aumentará nos próximos 24 meses, somado aos 37% que já sofreram riscos de segurança pelo menos uma vez nos últimos dois anos com impactos econômicos médios de US$ 2,1 milhões, elas ainda colocam obstáculos à aquisição de seguro cibernético. Algumas razões apontadas para a não contratação do seguro foram: a cobertura é inadequada para a exposição (31%); os prêmios são caros (29%); apólices de propriedade e acidentes são suficientes (26%); há muitas exclusões, restrições e riscos não seguráveis (26%) e 23% dizem que a gerência executiva não vê valor neste seguro (23%).

Ainda de acordo com o estudo, os participantes tiveram que estimar o maior prejuízo que poderiam ter em casos de danos à propriedade e riscos cibernéticos. Os números ficaram muito semelhantes, sendo US$ 648 milhões no primeiro caso e US$ 617 milhões no segundo. Mas, quando se trata de ruptura de negócios, as empresas estabeleceram valores maiores de prejuízo para o dano ligado às redes (cerca de US$ 207 milhões), mais do que o dobro quando comparado com perdas de propriedades (US$ 98 milhões).

Para o executivo da Aon, a aquisição de seguro cibernético, atualmente no Brasil, ainda não é vista como um investimento para proteger dados vitais no futuro, mas o mercado já dá sinais de mudança.

“O mercado brasileiro está numa fase de conhecimento sobre esse seguro, pois mesmo multinacionais alocadas no país ainda conhecem pouco sobre o produto. Por isso, é necessário mostrar a quantificação dos riscos para que tenham real dimensão do problema no momento de tomada de decisão”, ressalta Bandeira.

Ataques

Segundo o estudo da Aon, os principais tipos de violações de dados ou falhas de segurança foram ataques cibernéticos que causaram ruptura dos negócios e da tecnologia de informação (48%), falhas em sistema ou processo de negócios que causaram interrupção nas operações empresariais (35%), negligência ou erros que resultaram em perda de dados confidenciais (30%) e ataques que resultaram o roubo de informações (29%).

“A responsabilidade por dados de terceiros tem se tornado uma grande fonte de preocupação para as empresas. Por isso, com a cobertura de Responsabilidade Cibernética (Cyber Liability), custos com defesa judicial em casos de reclamação, violação de privacidade, perda ou corrupção de dados armazenados podem ser mitigados evitar perdas financeiras quando ocorrem ataques Além disso, a cobertura de Restituição da Imagem Pessoal e Corporativa pode minimizar danos à reputação que tem valor incalculável”, complementa o gerente.

Executivo exige seguro D&O para patrimônio

MarciaCicarelli (2)Como consequência de operações como Lava-Jato e outras que procuram investigar e coibir esquemas de fraude e corrupção, da Lei Anticorrupção e do caso Samarco, que evidenciou os danos causados ao meio ambiente e o risco a que estão expostos os diretores e administradores de empresas, ao serem pessoalmente responsabilizados, a governança corporativa passou a ser fator decisivo na negociação que envolve o seguro D&O (sigla em inglês de Directors ans Officers Liability Insurance), conta o especial Governança Corporativa, publicado hoje pelo jornal Valor Econômico.

Veja mais

http://www.valor.com.br/financas/4451242/executivo-exige-seguro-do-para-patrimonio

Lucro da HDI Seguros cresce 15,4%, para R$ 106,9 milhões, em 2015

Borges: Perder o canal HSBC não vai alterar o nosso market share em automóvel
Borges: Perder o canal HSBC não vai alterar o nosso market share em automóvel
Borges: Perder o canal HSBC não vai alterar o nosso market share em automóvel

A HDI Seguros, empresa do grupo alemão Talanx, divulgou ontem que atingiu R$ 3,2 bilhões em prêmios emitidos no ano passado, crescimento de 16,4% com relação a 2014 – mais de cinco pontos percentuais acima do mercado, que cresceu 11%. O lucro líquido passou de R$ 106,9 milhões em 2014 para R$ 123,4 em 2015, aumento de 15,4%. O Ebtida (sigla em inglês para resultado antes dos impostos e participações), que subiu de R$ 162,1 milhões em 2014 para R$ 179 milhões em 2015 (+10,4%).

Segundo nota divulgada, a seguradora atua nas carteiras de massificados de automóvel e de residência, abrangendo todo o território nacional. Com 1.878.958 veículos e 457.237 residências seguradas, a companhia conquistou fatia maior de market share do ramo automóvel no último ano, passando de 7,6% para 8,7% (dados de mercado acumulados até dezembro de 2015). O HDI Duo, produto simplificado que une seguro auto e residencial, é um dos responsáveis pelos resultados reportados. Em dezembro, o Duo atingiu a marca de 264 mil seguros em vigor.

“Apesar do momento econômico delicado, o setor de seguros tem conseguido crescer. Nós, da HDI, acreditamos que há oportunidades no mercado e daremos continuidade às medidas para manter nossa eficiência operacional, como agilidade nas cotações e emissão de apólices por meio do nosso sistema digital de ponta, a busca por ganhos de escala com o aumento da frota segurada, além de avanços na gestão dos sinistros mediante o uso intensivo de nossa rede de HDI Bate-prontos, centrais dedicadas ao atendimento dos nossos segurados”, afirma João Francisco Borges da Costa, presidente da HDI, na nota.

No último ano, a seguradora investiu na ampliação de filiais nas regiões Sul e Sudeste do país, com o objetivo de facilitar o atendimento às necessidades dos segurados e melhorar a dinâmica de trabalho com corretores. As unidades inauguradas em Santo André (SP), Piracicaba (SP), Vitória (ES), Blumenau (SC) e Cascavel (PR) integram escritório administrativo e Bate-pronto. As filiais HDI são responsáveis pelo atendimento aos corretores, além da emissão das apólices e endossos. Em 2015, 94,5% das apólices foram emitidas em até 10 dias do início de vigência, o que é reflexo da utilização por 100% dos corretores do HDI Digital, sistema online que permite cotações e emissão de apólices novas, endossos e renovações eletronicamente.

A sinistralidade se manteve praticamente estável, redução de 0,2 ponto percentual em relação a 2014 no número de sinistros. Apesar de baixa na frequência de sinistros de automóveis, houve aumento nos custos médios de reparos e peças em função da inflação, fazendo com que a sinistralidade subisse de 67,1% em 2014 para 67,3% em 2015. Já em seguros patrimoniais houve redução na sinistralidade, devido à migração dos negócios de riscos industriais para a HDI-Gerling, outra empresa do Grupo Talanx. Ao todo, foram atendidos 267.175 sinistros de seguros de automóvel, sendo 55% deles processados nas 46 centrais Bate-pronto, com tempo médio de atendimento inferior a 30 minutos, e os 45% restantes registrados por central telefônica. No ramo patrimonial, foram atendidos 12.250 sinistros.

O resultado financeiro da seguradora aumentou de R$ 212,1 milhões em 2014 para R$ 247,5 milhões em 2015. Os ganhos decorrentes de aplicações financeiras foram impactados pelo aumento nas taxas de juros acumulados no período (o CDI saiu de 10,81% no acumulado até dezembro de 2014 para 13,24% no acumulado de 2015).

Santa Catarina receberá seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”

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A série de seminários “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito” segue com o seu calendário de apresentações. Na próxima terça-feira, dia 1º de março, a cidade de Florianópolis (SC) receberá o evento – que vem percorrendo o país desde agosto do ano passado – promovido pela Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), com o apoio da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e da Escola Nacional de Seguros.

O seminário tem o intuito de divulgar e informar ao poder público e aos cidadãos sobre os impactos positivos da Lei Federal 12.977/14, conhecida como “lei do desmonte”, em vigor desde o dia 20 de maio de 2015. “O combate à criminalidade urbana e ao comércio clandestino de autopeças são alguns dos objetivos desta norma”, comenta o diretor executivo da FenSeg, Neival Freitas.

Além de corretores de seguros, executivos de seguradoras, autoridades do trânsito, do meio ambiente e da segurança pública, o evento também contará com a presença do diretor do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro, Claudio Contador; do integrante da Frente Parlamentar de Redução de Acidentes no Brasil e presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, José Aurélio Ramalho; do economista Marcio Norton; e do ex-deputado, autor da lei, e atual presidente da Fenacor, Armando Vergilio.

Na ocasião, os participantes debaterão a formulação, estruturação e aplicabilidade da lei, além de questões como os custos para a sociedade. “Vamos trabalhar juntos para que mudanças realmente aconteçam no cotidiano das pessoas”, afirma Armando Vergilio, acrescentando que a venda de peças ilegais é uma realidade do país, que precisa mudar, pois afeta vários setores da sociedade, como a segurança pública e o mercado de seguros.

Para Neival Freitas o combate ao comércio clandestino de peças também irá reduzir o índice de roubos e furtos. “A maior parte dos veículos roubados ou furtados e não recuperados são direcionados para desmanches clandestinos”, afirma o diretor executivo da FenSeg. Dados de 2015 (janeiro a dezembro) compilados pela Secretaria de Segurança Pública dos estados brasileiros apontam que foram roubados ou furtados no país mais de 505 mil veículos, o que representa uma média de 57 veículos roubados a cada hora. Uma das vantagens será a possibilidade da criação de um mercado formal de comercialização de peças usadas com origem comprovada, para atendimento de um público potencial de mais de 30 milhões de motoristas.

Mas, a Lei Federal 12.977/14 ainda é bem mais abrangente. Segundo Neival Freitas (FenSeg), além de refletir diretamente na questão da criminalidade, trata outros aspectos importantíssimos como o descarte adequado de resíduos sólidos e fluidos dos veículos (em acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS). “O combate eficiente ao desmanche clandestino permitirá uma redução nas fraudes em seguros, realizadas através de falsa comunicação de roubos e furtos com a destinação do veículo àqueles desmanches”, acredita o diretor executivo da FenSeg. Os benefícios também poderão ser sentidos no meio ambiente com a preservação dos solos, principalmente próximos a rios e lençóis freáticos e na saúde. “Acreditamos que também haja uma redução da concentração de veículos em pátios com a mitigação de doenças, principalmente a zika e a dengue”, complementa Neival.

Depois de Florianópolis (SC), o seminário seguirá para Teresina (PI), no dia 15 de março; São Luís (MA), no dia 17 de março; Palmas (TO), no dia 29 de março; e Belém (PA), no dia 31 de março.

Serviço: Seminário “Lei do Desmonte, Acidentologia e Vitimação no Trânsito”

Florianópolis

Data: 1º de março de 2016 (terça-feira)

Horário: 15h

Local: Hotel Cambirela – Av. Marinheiro Max Schramm, 2149 – Jardim Atlântico, Florianópolis (SC)

Inscrição gratuita: http://www.funenseg.org.br/eventos/evento.php?idrc=2404

Yasuda Marítima aposta em coberturas e serviços diferenciados para conquistar proprietários de veículos de luxo

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A Yasuda Marítima, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo com aproximadamente 20 milhões de veículos segurados – acaba de lançar o seguro Auto Supremo Yasuda Marítima. Desenvolvido para atender às necessidades de proprietários de veículos de valor superior a R$ 100 mil, o produto inclui coberturas específicas e pacotes personalizados para pessoas que buscam o conforto e a tranquilidade de contar com uma série de serviços de alto padrão reunidos uma única rede de atendimento.

O seguro Auto Supremo Yasuda Marítima foi desenvolvido para atender proprietários de veículos nacionais ou importados, sobretudo de categorias como passeio, SUVs, esportivos, superesportivos e pick-ups, além de carros blindados. Ao contratar o produto, o segurado passa a contar com uma série de coberturas e serviços personalizados, a exemplo da cobertura completa de vidros (comuns ou blindados), no qual estão incluídos para-brisa, vidros laterais, traseiros, faróis, lanternas e retrovisores convencionais, além dos faróis, incluindo faróis de milha, lanternas, teto solar, estendendo cobertura para os itens xênon ou led. O produto também conta com cobertura para faróis de milhas e teto solar/panorâmico e cobertura adicional de extensão para 0 km por 12 meses.

Além disso, o seguro conta com as opções de cobertura contra danos morais, materiais e corporais, acidentes pessoais de passageiro, bem como rastreador cedido em regime de comodato, conforme modelo do veículo e região de circulação. Em caso de sinistro, o segurado terá direito a um veículo sedan médio 2.0 completo (no Plano Executivo) ou veículo estilo sedan de luxo completo (Plano Luxo) como carro reserva.

Um fator importante diz respeito às Oficinas Supremo, uma rede de serviços especializados em veículos dos segmentos luxo e esportivos, estabelecida para atender ao segurado Auto Supremo. Todas são referenciadas pela Yasuda Marítima e contam com equipamentos que propiciam meios para a reparação de veículos nos padrões de qualidade exigidos por clientes do produto, além do Cliente ter opções de livre escolha nas localidades que não possuem Oficinas Supremo.

O Serviço de Assistência 24 Horas do Auto Supremo traz uma série de serviços personalizados para o segurado. Entre eles estão: Concierge (indicação de restaurantes, pontos turísticos, shows, cinema, informações sobre costumes locais, etiquetas e protocolo, indicação de profissionais, lojas, centros comerciais, serviços de PET, beleza e automotivos, entre outros), Help Desk (assistência para computadores, notebooks, smartphones e tablets), Telesaúde (instruções sobre os melhores procedimentos em caso de urgência médica), Orientação Psicológica (para situações de impacto emocional como conflito familiar, assédio, dependência química, doenças crônicas etc).

Adriano Fernandes, superintendente de Produtos Auto da Yasuda Marítima Seguros: “A Yasuda Marítima busca inovar e disponibilizar aos segurados o que há de melhor no mercado. Com o Auto Supremo vamos atender a demanda de um público que tem por hábito demandar serviços especializados e bastante específicos. O produto é um pacote completo com coberturas que garantem tranquilidade, segurança e conforto aos donos de veículos de luxo”.