O vai e vem de executivos no mercado segurador está intenso. A notícia do dia vem da Allianz. Mario Jorge Pereira deixou a direção comercial da Yasuda Marítima, onde ficou por oito anos, para assumir a diretoria técnica da Allianz neste mês. A assessoria de imprensa da seguradora alemã não confirmou a contratação, mas a notícia pode ser consultada na rede social Linkedln no perfil de Mário Jorge. Ele assume a vaga de Igor Di Beo, que desde janeiro é Chief Risk Officer na AXA.
Mario Jorge Pereira deixa Yasuda Marítima e assume diretoria técnica na Allianz
SulAmérica quadruplica quantidade de mulheres em cargos executivos
A participação feminina em cargos executivos da SulAmérica quadruplicou nos últimos três anos, chegando a 20% do alto escalão da companhia. Considerando todos os cargos de liderança, que abrangem também as funções de superintendência, gerência, coordenação e supervisão, a presença feminina chega a 46,6%. Os dados confirmam o compromisso da seguradora em avançar continuamente na adoção dos melhores padrões internacionais de governança corporativa e equidade de gênero.
O quadro de funcionários da SulAmérica soma 5,3 mil colaboradores e é composto majoritariamente por mulheres, que representam 60,6% do total, conforme dados de janeiro de 2016. Nos últimos dez anos, observou-se uma evolução de 8,2 p.p. na participação feminina na seguradora. Elas também são maioria no Programa de Estágio da SulAmérica, ocupando 57% das vagas.
“Acreditamos na diversidade de gêneros, perfis e expertises para construir um ambiente de trabalho cada vez mais inovador, produtivo e respeitoso. O crescimento das mulheres dentro da companhia confirma o posicionamento da SulAmérica como marca empregadora que investe em capital humano como pilar da estratégia de negócios”, comenta a diretora de Capital Humano e Sustentabilidade da SulAmérica, Patrícia Coimbra.
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Vídeo “Mulheres empreendedoras” da Liberty Seguros já atingiu 2,6 milhões de visualizações
Enquanto algumas companhias usam o tema “Mulheres” como referência para negócios, a Liberty Seguros tem ido muito além. Prova disso é a grande audiência do portal Mulheres Seguras, que já contabilizou mais de 70 mil visitas desde o lançamento em outubro de 2015. Somente o vídeo veiculado durante o lançamento, com mulheres que são exemplos de empreendedorismo no Brasil, já teve 2.633.527 visualizações. “Quando falamos de rede sociais, já tivemos mais de 120 mil interações. Observamos que os temas mais acessados são as histórias inspiradoras de mulheres que se tornaram protagonistas das suas conquistas pessoais e profissionais, e os conteúdos que abordam temas relacionados ao desenvolvimento pessoal”, comenta Patricia Chacon, diretora de marketing e estratégia da Liberty Seguros. “O crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho é um tema de grande importância para a Liberty. Temos convicção que as empresas de sucesso, são aquelas que reconhecem e desenvolvem todo o talento disponível. É por isso que lancamos em 2015 o Mulheres Seguras, uma iniciativa para apoiar mulheres com conselhos sobre gestão de negócios e carreira.”
Quem não viu, segue novamente o link do vídeo. Vale a pena conferir.
O poder feminino na FenaSaúde
A advogada Solange Beatriz Palheiro Mendes acaba de assumir a Presidência da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), para o triênio 2016-2019, sendo a primeira mulher a ocupar tal cargo em entidade representativa do Mercado Segurador. A organização representa 24 operadoras de saúde, com 39,8% de participação do mercado em número de beneficiário no país. Com ampla experiência no setor e conhecida por sua atuação junto a entidades civis e de defesa do consumidor, a executiva se propõe, entre outros objetivos, a trabalhar em prol dos compromissos firmados no 1º Fórum de Saúde Suplementar da FenaSaúde, realizado, no fim do ano passado, em São Paulo. As propostas visam à conquista de mais equilíbrio e garantia de sustentabilidade para o segmento, envolvendo todos os entes da cadeia de saúde – operadoras de planos de saúde, prestadores de serviços, órgãos reguladores, Governo, sociedade, beneficiando, principalmente, consumidores de planos de saúde.
Outro objetivo da executiva é fortalecer os canais de diálogo com a sociedade, os órgãos públicos e as representações de proteção e defesa do consumidor. “Essa é uma das minhas grandes preocupações. Vou empenhar todos os esforços para levar informação ao público e ampliar a relação do setor com a sociedade”, afirma a nova Presidente.
Nos últimos meses, o mercado de Saúde Suplementar passou por desaceleração em seu ritmo de crescimento em razão da retração da atividade econômica. Em paralelo, projeções da FenaSaúde com base em dados consolidados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontam crescimento das receitas inferior à evolução das despesas assistenciais (12,8% e 14,9%, respectivamente) neste ano de 2016.
Esse descompasso financeiro, que vem se registrando continuamente, não é novidade e vem sendo registrado nos últimos anos, no mercado de Saúde Suplementar. Diante do cenário econômico adverso, aprofundar o diálogo com a sociedade e debater os custos da saúde é um dos desafios da nova presidente da FenaSaúde.
Planos de saúde perderam 766 mil usuários em 2015
Fonte: Agência Brasil
Os planos de saúde médico-hospitalares perderam 766 mil usuários em 2015, de acordo com o boletim Saúde Suplementar em Números, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), divulgada na segunda-feira (7). Em 2014, eram 50,50 milhões. No ano passado, o número caiu para 49,73 milhões, o que equivale a uma diminuição de 1,5%.
Segundo o levantamento, a queda foi puxada principalmente pelos contratos coletivos empresariais, aqueles oferecidos pelas empresas aos seus funcionário. Nesse segmento houve queda de 404,8 mil vínculos, uma diminuição de 1,2% em relação a 2014. Isso significa que somente os planos coletivos empresariais responderam por 52,85% de todos os usuários que deixaram de ter plano de saúde em 2015.
Os planos coletivos por adesão, que são aqueles firmados por intermédio de entidades de classe, por exemplo, registraram a saída de 128,7 mil usuários, ou seja, uma queda de 1,9% do total de vínculos em 2015, em comparação a 2014. Já o total de usuários de planos individuais ou familiares caiu 1,6%, o que representa 158,6 mil vínculos a menos que em 2014.
“A saúde suplementar, da mesma forma que toda a economia brasileira, passa por um momento difícil por conta da crise econômica”, diz o superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, em nota à imprensa. De acordo com ele, a queda no número de usuários acompanha uma alta dos custos no setor. Até junho de 2015, a Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH) apurada pelo IESS teve alta de 17,1% em 12 meses.
O boletim mostra ainda que os planos de saúde exclusivamente odontológicos foram os únicos que não apresentaram queda no total de beneficiários. Na comparação entre 2014 e 2015, o segmento cresceu 3,8%, registrando a adesão de 795,1 mil vínculos.
Liberty Seguros traz novidades para o Programa Conexão em 2016
A Liberty Seguros lança o Programa Conexão 2016, que oferece um pacote de ações com o objetivo de reconhecer a parceria entre a seguradora e os corretores. O programa, que em 2015 era baseado em quatro pilares para manter os corretores bem informados, treinados, incentivados e encantados, terá uma novidade: a inovação. O pilar Conectados para Inovar será uma oportunidade de aproximação entre os corretores e a Liberty Seguros, além de um espaço para discutir temas importantes para os negócios e o futuro do mercado de seguros.
O pilar Conectados para Incentivar, por exemplo, oferece benefícios como viagens e prêmios para corretores que se destacarem nas vendas dos produtos Liberty. Faz parte deste pilar a campanha Conexão Brasil, que vai até a maio e premiará mais de 220 corretores com uma viagem à Ilha de Comandatuba, na Bahia, com acompanhante.
Até junho, os corretores também podem participar da campanha Conexão Mundo, que oferece a oportunidade de concorrer a uma viagem internacional com acompanhante. Mais de 500 corretores já foram premiados com viagens exclusivas para a Espanha, Estados Unidos, Portugal, Turquia e Marrocos. Este ano, o destino será a cidade de Roma, na Itália. Nas duas campanhas, o ranking é definido por regiões, e os corretores podem concorrer pela venda de seguros novos, renovações internas e congêneres.
“Em 2015, o Programa Conexão beneficiou mais de seis mil corretores, com capacitações, prêmios e ações, como encontros com nosso CEO, Carlos Magnarelli, e Bernardinho, embaixador da marca”, diz Marcos Machini, vice-presidente Comercial da Liberty Seguros. “Em 2016, vamos continuar fortalecendo este relacionamento, sempre reconhecendo o trabalho e a parceria dos corretores”.
Outras ações que fazem parte do Programa Conexão são: o Sabe Tudo, uma plataforma de treinamento profissional – parte do pilar Conectados para Treinar –, o Café com o Presidente, o Tour de Corretores, Conexão com Bernardinho e Conexão Esportiva – parte do Conectados para Encantar. E quando o assunto é comunicação, a Liberty Seguros oferece, como parte do pilar Conectados para Comunicar, o Meu Espaço Corretor e o Conexão Liberty, informativo mensal online com as principais novidades do programa, da companhia, além de dicas de gestão e vendas para os corretores.
“Neste ano, o Programa Conexão será ampliado para que mais corretores participem das ações que a Liberty Seguros irá promover”, diz Patricia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. “Essa proximidade também é importante para garantir que estejamos sempre alinhados e que os corretores possam encontrar na companhia sempre um atendimento excepcional”.
Sindseg MG/GO/MT/DF elege nova diretoria
Augusto Frederico Costa Rosa de Matos foi reeleito presidente do Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e Capitalização dos Estados de Minas Gerais, de Goiás, do Mato Grosso e do Distrito Federal (Sindseg MG/GO/MT/DF). A eleição para o novo mandato de três anos foi realizada hoje (4) na sede do sindicato.
O presidente agradece em nome de todos os membros da nova diretoria. “Somos gratos às companhias associadas pelo reconhecimento e pela confiança depositada em nós, para mais um mandato à frente do Sindseg. Mais uma vez, ao representar as empresas seguradoras, nos colocamos em defesa de todo o mercado, consolidando a imagem da instituição ‘seguro’ junto à sociedade, promovendo o setor e difundindo a cultura do seguro nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e no Distrito Federal”, declara Matos.
FenaPrevi estuda medida para rever incidência do ITCMD criada pelo RJ
A Federação Nacional de Previdência Privada (FenaPrevi) entende que incidência de Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) fere princípios, normas técnicas e legais do produto VGBL, bem como causará prejuízo ao consumidor, o qual poderá sofrer tributações diferentes e cumulativas. A federação estuda medidas e possibilidades para a rever a norma que cria a incidência do imposto pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. Os percentuais do tributo, hoje fixados em 4%, serão progressivos: 4,5% para transmissões até 400 mil UFIR-RJ (cerca de R$ 1,2 milhão) e 5% para heranças ou doações de bens acima desse valor. O aumento do imposto foi fixado pela Lei nº 7.174, que substitui a Lei nº 1.427, de 1989. As normas, publicadas em janeiro deste ano no Diário Oficial, entram em vigor no dia 29 de março.
Werner Steiler, ex-Zurich, assume VP global corporate e comercial Brasil da Generali
Muitas novidades na Generali. Werner Stettler, que deixou a vice presidência da área corporate da Zurich Brasil em dezembro, assumiu a vice-presidência de global corporate e comercial Brasil da Generali neste ano. Ele já dá expediente no elegante escritório da seguradora italiana na avenida Juscelino Kubitschek, no bairro Itaim Bibi. Ele se reporta a Neri Silva, que é o head regional da América Latina, que por sua vez está subordinado a Antonio Cássio dos Santos, CEO das Américas. O grupo também criou uma área de massificado (mass consumer) em São Paulo, comandada por Claudia Papa. Conrado Morgan, ex-Zurich e AIG, também ingressa no grupo italiano com head de subscrição.
O economista Hyung Mo Sung, que assumiu em agosto de 2014 como CEO Generali Brasil Seguros, segue como o principal homem da seguradora italiana no Brasil. Ele cuida da área de seguros individuais e também de vida, agora sediado no Rio de Janeiro. As novas áreas criadas pelo grupo, não se reportam a ele, que está em meio ao processo de consolidação dos canais tradicionais.
O desafio de atrair a atenção dos clientes
Ecossistemas digitais – ninguém sobrevive sozinho”, proferido por Kleber Bacili, presidente da Sensedia, com mediação do superintendente executivo técnico da CNseg, Alexandre Leal, revelou um grande desafio para o setor. “A continuidade da indústria de chicletes hoje é questionada porque a venda era feita geralmente nas gôndolas próximas de caixas de pagamentos. Hoje, as pessoas estão com os olhos grudados nas telas dos smartphones e os chicletes ficam lá, esquecidos”, disse Bacili, para ilustrar a necessidade de inovação que o avanço das redes sociais impõe às empresas, mesmo as que até pouco tempo atrás eram as mais ricas do mundo.
O que se vê hoje é uma busca incessante das empresas para atrair a atenção das pessoas. Isso está pressionando muito as empresas, em todos os sentidos, e ninguém quer ser o próximo chiclete. Mas as estatísticas mostram que 40% das companhias tendem a morrer nos próximos 10 anos, de acordo com pesquisas recentes divulgadas por John Chamber, CEO da Cisco, em consequência dos efeitos do que chama hoje da internet das coisas, carros sem motorista, longevidade e outras tantas tendências com potencial para mudar o mundo das indústrias. “Hoje, já vemos um porta como o AIBnb, que não tem sequer um quarto de hotel, com valor de mercado maior do que a rede hoteleira Mercury presente em todo o globo”, citou o palestrante.
No mundo das instituições financeiras, o que se vê é que o banco está sendo fatiado em pequenas partes, desafiado por pequenas startups desconhecidas, que se tornam gigantes com o desenvolvimento de um aplicativo que faça parte da jornada digital da sociedade. Um exemplo citado pelo especialista em plataformas foi o portal de viagens TripAdviser.
A família toda entra na internet, acessa o portal para programar a viagem. Lá, pesquisa os melhores destinos, hotéis paradisíacos e voos com preços promocionais. E por que não ter uma oferta pontual de um seguro para resolver os problemas de mala perdida, do voo cancelado e até mesmo pensar em deixar a casa protegida enquanto passeia com a família? “Se ofertar de forma segura, no momento certo e de maneira personalizada pode ter um ponto de venda diferenciado”, diz.
Segundo ele, para que isso aconteça, tem de haver parcerias e plataformas para unir vendedores e compradores. Um exemplo citado foi o Uber, aplicativo de táxis, que tem parceria com o portal Spotify, no qual ao entrar no táxi a preferência musical do cliente será tocada durante o trajeto. Outro exemplo bem-sucedido de parcerias citado foi o do portal Submarino com diversos nomes da rede varejista, nas quais o internauta é beneficiado com um leque maior de ofertas por um preço acessível e apresentado de forma já classificada, do menor para o maior preço dos produtos pesquisados.
Segundo ele, essa é uma realidade que precisa ser perseguida pelas seguradoras. “Eu, por exemplo, não me lembro qual é a seguradora do meu carro. E isso acontece porque a empresa não mantém um relacionamento com o consumidor final”, avalia.
Esses exemplos citados compartilham negócios com múltiplos participantes. As mais bem-sucedidas são as que atuam como plataforma e que conseguem se diferenciar. A gravidade, o fluxo e a conexão são os pontos que determinam o sucesso deste empreendimento, afirma. “O AirbBnb só atrai usuários se tiverem quartos legais e classificados pelos usuários. Esse magnetismo é importante para que esses sistemas de parcerias funcionem”, alerta.
A base do sucesso, segundo ele, está em ser simples, aberto e rápido. “Esses três elementos são decisivos para ter plataformas que interagem com aplicativos móveis”, enumerou, citando algumas seguradoras que já criaram startups para pensar nessas soluções, como Allianz Digital com a Accelerator; a Porto Seguro, com a Oxigênio; e a Bradesco Seguros, com a InovaBra.
Segundo ele, as instituições financeiras abrem espaço para trazer um universo de startup. “Para isso, precisam ser mais aberta, expor mais as suas estratégias e, assim, colocar as ideias em prática. Um ponto destacado pelo palestrante foi a agilidade, que exige das empresas uma governança mais simplificada para esse tipo de projetos inovadores. ” É preciso realmente ser diferenciado e fazer a oferta no local certo, na hora certa e de forma totalmente personalizada. Não basta mais apenas colocar um banner. Tem de ser algo mais sofisticado ou seguro pode correr o risco de ser o próximo chiclete”, finaliza.











