Grupo HDI premia 180 corretores com viagens nacionais e internacionais

O Grupo HDI, um dos principais conglomerados seguradores do Brasil, anuncia os vencedores da campanha “Conexão Mundo e Brasil”, reforçando seu compromisso com o reconhecimento e a valorização dos parceiros. Ao todo, 180 corretores foram premiados nesta edição, que combinou experiências exclusivas, viagens nacionais e internacionais, bem como créditos no Cartão Cresça Corretor. 

A campanha integra o programa de relacionamento Cresça Corretor e tem como objetivo incentivar o desempenho e fortalecer a parceria com os profissionais que impulsionam os resultados da companhia. Entre os destaques, 132 corretores, acompanhados de um convidado cada um, participarão da viagem nacional “Conexão Brasil”, com destino a Foz do Iguaçu, entre os dias 13 e 17 de maio de 2026. Já a experiência internacional “Conexão Mundo” premia 48 corretores, também com direito a acompanhante, com uma viagem para Amsterdã, que acontecerá de 15 a 22 de junho de 2026.

Além das viagens, mais de 300 corretores foram reconhecidos com créditos no Cartão Cresça Corretor, nos valores de até R$ 1500, ampliando o alcance da campanha e oferecendo benefícios que contribuem diretamente para o desenvolvimento profissional e pessoal dos participantes.

“A campanha ‘Conexão Mundo e Brasil’ consolida mais uma edição de sucesso e reforça algo que acreditamos profundamente: nosso crescimento só é possível graças à parceria e à dedicação dos nossos corretores. São eles que estão ao nosso lado todos os dias, construindo resultados e fortalecendo nossa presença no mercado. Reconhecer esse trabalho é essencial para nós. Seguiremos investindo em iniciativas que valorizem essa relação e celebrem cada conquista conjunta”, afirma Marcos Machini, Vice-presidente do Grupo HDI.

O Grupo HDI segue com ações e incentivos ao longo do ano, ampliando e fortalecendo a relação com os corretores.

Seguradora Generali garante 20 dias de licença-paternidade aos colaboradores

O Brasil deu um passo importante para as famílias brasileiras. A Lei Federal 15.371, publicada no Diário Oficial da União no último dia 1º de abril, amplia a licença-paternidade de 5 para 20 dias, uma conquista celebrada por especialistas e família. A mudança, porém, será gradual: as novas regras começam a valer em 2027, e o período máximo de 20 dias só se tornará realidade em 2029.  

Na Generali Brasil, no entanto, os colaboradores não precisam esperar. Desde 2023, a seguradora já oferece 20 dias de licença-paternidade remunerada, e isso vale tanto para o nascimento quanto para a adoção de crianças. 

“Na nossa visão, isso possibilitou mais qualidade de vida e a possibilidade de participarem mais ativamente dos primeiros dias de vida da criança, equilibrando as atividades com as mamães”, diz Débora Pinto, diretora de Pessoas e Organização da Generali no Brasil. “Queremos que esse momento seja aproveitado da melhor maneira possível”. 

A empresa aderiu ao Programa Empresa Cidadã, do Governo Federal, estendendo os cinco dias previstos em lei por mais 15 dias, chegando, assim, ao total de 20 dias que o Brasil inteiro só alcançará daqui a três anos. O benefício também contempla pais que optaram pela adoção. 

Mas o apoio à família na Generali vai além do tempo de afastamento. As colaboradoras em licença-maternidade têm direito a seis meses remunerados (60 dias a mais do que a lei prevê) e à possibilidade de trabalhar remotamente por 1 ano enquanto o bebê for amamentado.  

Gestantes contam com folga mensal para o pré-natal e a isenção de coparticipação no plano de saúde aplica-se tanto às colaboradoras gestantes como aos colaboradores cujas parceiras também estejam. E os pais também podem acompanhar o pré-natal das parceiras, com um dia por mês assegurado para isso. 

Para Débora, o que motiva essas escolhas é simples: “Ser um empregador responsável significa olhar para o ser humano por inteiro. A família é parte central da vida de qualquer pessoa”, destaca. 

A aprovação da nova lei, para a Generali, é uma confirmação de que o caminho que a empresa escolheu está alinhado com o futuro que o Brasil quer construir. 

Icatu Seguros orienta como declarar a previdência privada e garantir os benefícios fiscais

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Para quem tem um plano de previdência privada, chegou o momento de usufruir dos benefícios fiscais no imposto de renda. A Receita Federal recebe até 29 de maio a Declaração Anual do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). Esse momento reacende as dúvidas de muitos contribuintes sobre como preencher corretamente seus investimentos em previdência privada. Para apoiar nesse processo, a Icatu Seguros — líder entre as seguradoras independentes em Seguro de Vida, Previdência e Capitalização — esclarece os principais pontos para a declaração de 2026.

Modalidade

O primeiro item a ser observado é o modelo contratado, explica Talita Raupp, superintendente de produtos de Previdência da Icatu Seguros. “Quem optou pelo PGBL pode abater até 12% da renda bruta anual do imposto devido – o modelo é indicado para quem faz a declaração completa”, diz. No momento do preenchimento da declaração, as contribuições devem ser informadas na ficha Pagamentos Efetuados. O benefício é aplicável apenas às contribuições realizadas dentro do ano calendário de 2025. 

Já o VGBL é recomendado para quem faz a declaração pelo modelo simplificado, é isento ou já atingiu o teto de 12% do PGBL. “Embora não ofereça dedução fiscal, o imposto incide apenas sobre os rendimentos no momento do resgate”, complementa Talita. Nesse caso, o valor total investido deve ser informado na ficha Bens e Direitos.

Tabelas regressiva ou progressiva 

Também é importante se atentar ao tipo de tributação – progressiva ou regressiva. Desde 2024 essa escolha pode ser feita no momento do recebimento do benefício ou no primeiro resgate. “Essa flexibilização é muito relevante para o planejamento fiscal, permitindo ao investidor uma escolha muito mais assertiva de qual a melhor tabela.”

Na tabela progressiva, os valores resgatados ou recebidos como benefício são tributados de acordo com a tabela do Imposto de Renda, que varia de 0% a 27,5%, dependendo da renda do contribuinte. No momento do resgate, há uma cobrança inicial a título de antecipação do IRRF de 15% na fonte, que depois é ajustada conforme a declaração anual do IR. “Uma novidade é que a partir desse ano os ganhos tributáveis até a faixa de R$ 5 mil são isentos e de R$ 5mil a R$ 7.350  terá o IRRF reduzido, ampliando as possibilidades de diminuir o imposto na tabela progressiva”, conta Talita.

Na tributação regressiva, quanto mais tempo o dinheiro estiver investido, menor a alíquota de imposto no momento do resgate, podendo chegar a 10% após 10 anos da contribuição. “Esse valor fica em uma faixa de alíquota abaixo de outros tipos de investimentos, provando que a previdência privada vai muito além da aposentadoria. Além de um ótimo aliado para acumulação de médio e longo prazo, ele vem com uma série de benefícios fiscais acoplados”, conta a superintendente da Icatu Seguros. “Sem contar que os participantes aposentados com doença grave comprovada são isentos de imposto de renda no PGBL e em resgates no VGBL.”, completa.

Planejamento financeiro

Os dois modelos e regimes de tributação trazem inúmeros benefícios. Na prática, a escolha deve estar alinhada ao objetivo do investidor. “Com o apoio de um especialista, é possível fazer uma escolha mais assertiva e eficiente do ponto de vista fiscal”, conclui.

Previdência privada na Icatu Seguros

A Icatu Seguros é a maior seguradora independente do país em previdência privada, com mais de R$ 55 bilhões em reservas. A companhia conta com um dos mais robusto e diversificado marketplace de previdência do Brasil: são mais de 400 fundos, sendo cerca de 150 deles de grade, ou seja, estão disponíveis para qualquer cliente. Com um modelo de negócios robusto baseado no conceito B2B2C, a companhia conta com uma ampla rede de parceiros, incluindo bancos, fintechs e cooperativas.

MAG Seguros disponibiliza Pix Automático para todo o Brasil

A MAG Seguros, empresa especializada em vida e previdência com 191 anos de atuação ininterrupta, está disponibilizando a modalidade de pagamento via Pix Automático para clientes, corretores e parceiros em todo o Brasil. O modelo permite que o segurado autorize uma única vez os débitos recorrentes, que passam a ser realizados automaticamente em sua conta, independentemente da instituição financeira, incluindo bancos digitais. A iniciativa posiciona a companhia entre as primeiras seguradoras do país a oferecer essa forma de pagamento, com impacto positivo direto na jornada do consumidor e na produtividade dos corretores.

A solução é viabilizada pela MAG Finanças, instituição de pagamento do Grupo MAG responsável pela infraestrutura de pagamentos, o que faz a companhia reforçar o seu posicionamento dentre as seguradoras independentes do mercado ao contar com uma estrutura própria de pagamentos e cobrança. 

“O modelo tem funcionamento semelhante ao débito automático tradicional, mas utiliza a infraestrutura do Pix, permitindo débitos autorizados de forma padronizada e segura. Dessa forma, o Pix Automático ajuda a trazer mais eficiência, reduzir atritos e coloca o segurado no centro da decisão, com total controle sobre seus pagamentos. Ao mesmo tempo, fortalece a jornada do corretor ao apoiá-lo na redução de gaps e tornar a venda mais fluida”, destaca Marcos Diniz, Diretor-executivo da MAG Finanças.

Segundo o executivo, com o modal de pagamento, a MAG amplia a sua capacidade de alcance para mais de 700 instituições financeiras e de pagamentos, simplificando significativamente a operação.

“O Pix Automático permite uma jornada muito mais fluida para o cliente e, ao mesmo tempo, resolve dores históricas da cadeia de cobrança no setor. Estamos falando de uma solução que beneficia diretamente o corretor, ao tornar o processo mais simples, escalável e eficiente”, afirma Alexandre Ramos, Superintendente de Arrecadação da MAG Seguros.

O avanço do Pix cria uma base sólida para a adoção do Pix Automático, ao combinar escala, recorrência de uso e confiança em uma infraestrutura já consolidada no mercado. Segundo dados do Banco Central, cerca de 170 milhões de brasileiros já utilizam o mecanismo, o que representa em torno de 80% da população, indicando alto grau de confiança e recorrência no uso de pagamentos instantâneos.

Com a disponibilidade da nova ferramenta, a companhia segue na vanguarda da tendência crescente de digitalização dos meios de pagamento no país, impulsionada pela evolução do Pix, desenvolvido pelo Banco Central do Brasil. A nova modalidade também reforça a estratégia da companhia de investir em inovação e experiência do cliente, ampliando a eficiência operacional e reduzindo a inadimplência, ao mesmo tempo em que apoia no fortalecimento da competitividade da seguradora em um mercado cada vez mais orientado por soluções digitais e jornadas simplificadas.

Benefícios diretos para corretores

A adoção do Pix Automático deve trazer ganhos relevantes para a atuação dos corretores, ao simplificar a jornada de pagamento e reduzir pontos de atrito na conclusão da venda. Com uma única autorização do segurado, os pagamentos passam a ser feitos automaticamente, o que tende a diminuir falhas operacionais, reduzir o risco de abandono da proposta e tornar o fechamento comercial mais ágil.

Na avaliação da MAG, o novo modelo também possibilita acelerar a efetivação dos negócios. Como a liquidação ocorre de forma instantânea, a implantação da proposta e o início de vigência da apólice tendem a ocorrer com mais rapidez. Para os corretores, isso representa mais previsibilidade no fluxo de comissionamento e maior estabilidade no recebimento das comissões.

Outro efeito esperado é a ampliação do alcance comercial. Ao permitir o atendimento de clientes de qualquer instituição financeira ou de pagamento, o Pix Automático supera limitações historicamente presentes em modelos tradicionais de cobrança recorrente. Com isso, os corretores passam a ter acesso a uma base potencial mais ampla de clientes, em linha com a crescente digitalização dos meios de pagamento no país.

A solução também contribui para reduzir a carga operacional no pós-venda. Com menor necessidade de acompanhamento manual das cobranças e tendência de redução da inadimplência, o corretor pode direcionar mais tempo à prospecção, ao relacionamento com clientes e à geração de novos negócios. Nesse contexto, o Pix Automático passa a ser visto não apenas como uma nova forma de cobrança, mas como uma ferramenta de ganho de eficiência comercial e operacional.

Segurados com mais autonomia
 

Já para os clientes, o Pix Automático oferece maior liberdade de escolha, permitindo o uso de contas em qualquer instituição financeira ou de pagamento, seja em bancos tradicionais ou digitais. A vigência da cobertura ocorre já um dia após o pagamento, o que garante mais rapidez no início da proteção. Após a autorização inicial, os pagamentos passam a ser realizados automaticamente, inclusive em finais de semana e feriados, sem risco de atrasos por indisponibilidade bancária.
 

A modalidade também permite liquidação instantânea, o que acelera o início da vigência das apólices e amplia a segurança e a transparência, já que todas as transações contam com rastreabilidade e consentimento prévio do cliente.
 

Pix Cobrança para PME

Além do Pix Automático, a MAG disponibilizou o Pix Cobrança para pagamento de apólices de capital global, voltado especialmente para clientes do segmento de Pequenas e Médias Empresas. Nesse modelo, o pagamento da primeira contribuição pode ser realizado via Pix com vigência imediata da apólice, proporcionando maior agilidade na contratação. O processo é 100% digital, com envio de QR Code ao responsável pela empresa, eliminando a necessidade de transferências avulsas, envio de comprovantes ou etapas manuais. 

Entre as vantagens esperadas estão a melhoria na experiência de clientes e corretores, o início imediato da cobertura e a otimização dos processos internos, com conciliação automática e provisionamento mais rápido das comissões.

FF Seguros realiza Café & Negócios em Vitória

A FF Seguros realiza, no próximo dia 15 de abril de 2026, no horário das 09h00 às 12h00, a 12ª edição do Café&Negócios. Pela segunda vez desde que foi lançado no ano passado, o evento acontece na cidade de Vitória (ES), no hotel Comfort Suites Vitória (Av. Saturnino de Brito, 1327 – Praia do Canto, Vitória/ES), onde estarão reunidos diversos corretores de seguros da cidade.

O projeto Café&Negócios realiza vários encontros ao longo do ano visando atrair a atenção dos corretores de seguros de todo o Brasil. Em 2025, os encontros foram realizados nas cidades de Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), Recife (PE) e Salvador (BA). A FF Seguros será representada pelo time de Produtos e Comercial da seguradora.

Segundo Camila Flórido, gerente comercial da FF Seguros, o objetivo é conectar os corretores locais às novidades da seguradora. “Nosso propósito é entregar uma proposta de valor diferenciada aos parceiros de negócios no Brasil”, assinala Flórido. 

A FF Seguros Brasil faz parte da global Fairfax Financial Holding, uma das maiores e mais sólidas empresas de seguros e resseguros do mercado internacional. Está presente em 100 países e mais de US$ 35 bilhões em prêmios emitidos em 2025.

Desde 2010, a FF Seguros se consolidou como uma seguradora sólida e com foco na inovação no mercado brasileiro. A FF Seguros possui uma carteira formada por mais de 4 mil corretoras cadastradas e a meta é atingir mais de 10 mil corretoras no futuro próximo. 

A seguradora atua nos segmentos Corporativo e Varejo e disponibiliza duas plataformas dedicadas para que o corretor possa gerar e cotar os seus negócios.

São as seguintes áreas: 

  • FF Place – Cotação, emissão e apólice emitidas na hora com total autonomia. Operação 100% digital. Precificação em tempo real.
  • Produtos – RCP Médico, RCP Dentista, RCP Contabilista, RCP Corretor de Seguro, RCP Notários e Registradores (Cartório), RD Bike, RD Equipamentos Cinematográficos, RD Equipamentos Construção Civil, RD Equipamentos Médicos e RD Equipamentos Fotovoltaicos, Financial Lines, D&O (até 10 milhões de reais), Garantia, Patrimoniais, Empresarial e Condomínios, Agro – Patrimonial Rural, Penhor Rural, Pessoas (Vida Capital Global e Vida PME). 
  • FF SmarQuote – Para riscos que exigem inteligência. O corretor envia o cenário de seu cliente e o time da seguradora desenha a solução sob medida. Possui um portfólio completo de seguros corporativos e o corretor pode acompanhar em tempo real a cotação.
  • Produtos– Aeronáutico, RC Facultativa Aeronaves, Transporte Nacional e Internacional, Transporte Aéreo de Carga, Transportes Marítimo, RC Facultativo de Embarcações, Seguro Agrícola e de Animais, Patrimoniais, Riscos Operacionais, Riscos de Engenharia, Riscos de Petróleo, Garantia, Financial Lines, D&O (acima de 10 milhões de reais), Acidentes Pessoais, Vida PME, Vida em Grupo, Prestamista, entre muitos outros.

Tokio Marine lança Auto Proteção Mensal e amplia acesso ao seguro automotivo

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Atenta às transformações no comportamento do consumidor, a Tokio Marine anuncia o lançamento do Auto Proteção Mensal, nova opção de Seguro de Automóvel que combina liberdade de contratação, simplicidade e controle financeiro com a segurança e a solidez de uma seguradora tradicional.
 

O produto amplia o portfólio da Companhia e atende especialmente consumidores que buscam alternativas ao Seguro Auto convencional. “O Auto Proteção Mensal foi desenvolvido para um consumidor que valoriza previsibilidade de custos, autonomia e praticidade. Criamos uma solução acessível e flexível, sem abrir mão da credibilidade, da proteção e da qualidade que são marcas da Tokio Marine”, afirma Arnaldo Bechara, Diretor de Automóvel, Precificação e RD Massificados da Tokio Marine.
 

A novidade permite cobrança recorrente sem comprometer o limite total do cartão de crédito, além de possibilitar o cancelamento a qualquer momento, com reembolso proporcional pelos dias não utilizados. O produto pode ser até 30% mais econômico do que o seguro auto tradicional e conta com coberturas essenciais, como colisão, incêndio, roubo e furto, com indenização equivalente a 90% da Tabela FIPE.
 

Outro destaque é a Rede Referenciada exclusiva, que oferece garantia de 36 meses nos reparos, agilidade na análise de orçamentos e a possibilidade de parcelamento da franquia. Para itens de segurança não estruturais, são utilizadas peças novas compatíveis, garantindo eficiência nos reparos e racionalidade nos custos.
 

“O foco foi simplificar a experiência do Cliente e, ao mesmo tempo, oferecer ao Corretor uma solução competitiva, transparente e de fácil entendimento. O produto amplia oportunidades de negócios ao atender diferentes perfis de consumidores”, complementa o executivo.

XP Inc. anuncia André Lauzana para liderar a XP Seguridade

A XP Inc. anuncia a chegada de André Lauzana para liderar a XP Seguridade. A movimentação reforça a importância estratégica da vertical dentro do ecossistema da XP e marca o início de uma nova fase de expansão, com foco em escala, sofisticação da oferta e aprofundamento da relação de longo prazo com clientes e assessores.

Com mais de duas décadas de experiência nos setores financeiro e de seguros, Lauzana construiu sua trajetória em posições de liderança em instituições como Prudential do Brasil, SulAmérica, Icatu Seguros e Banco Modal, no qual foi sócio e CFO. Ao longo desse percurso, acumulou forte experiência no setor, governança e desenvolvimento de negócios em mercados complexos e regulados.

“Chego à XP para acelerar a próxima etapa de desenvolvimento da Seguridade dentro de um ecossistema que tem o cliente no centro e uma capacidade única de distribuição. A estratégia de cross sell da companhia cria uma oportunidade concreta de integrar proteção, planejamento financeiro e investimentos, ampliando o valor entregue aos clientes e à nossa rede de assessores ao longo do tempo, além de fortalecer a XP Seguridade como um pilar estratégico de crescimento da XP”, afirma André Lauzana.

Roberto Teixeira, sócio da XP, passa a atuar como conselheiro da XP Seguridade, após trajetória relevante na consolidação da área nos últimos anos.

A nomeação ocorre em um momento de forte avanço da vertical. No quarto trimestre de 2025, a XP Seguridade registrou R$ 502 milhões em prêmios emitidos de seguros de vida, com avanço de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Allianz Seguros deixa de nomear estádio do Palmeiras

Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros_cred.Arnaldo Kikuti

A Allianz Brasil, uma das principais seguradoras do país, anuncia o lançamento de uma nova estratégia de marketing local, com foco na adaptação de seus investimentos às atuais ambições de dobrar de tamanho no Brasil. A iniciativa reflete a evolução da marca para uma estratégia regionalizada mais constante e em múltiplos pontos de contato e canais.

Como parte desse movimento, a companhia deixará de nomear o Allianz Parque, após firmar um acordo amigável e colaborativo com a WTorre para antecipar o encerramento do contrato. Ao longo de 13 anos, a arena se consolidou como o case de naming rights mais bem-sucedido do Brasil, estabelecendo um marco no país e inspirando outras empresas a nomearem estádios em diferentes regiões. É importante destacar que essa é uma decisão local, que não afeta a família de arenas do Grupo Allianz em outros países.

“Somos profundamente gratos por tudo o que o Allianz Parque nos proporcionou e reconhecemos a importância do investimento para a consolidação da marca no país. No entanto, vivemos um período de crescimento acelerado e expansão territorial e decidimos encerrar esse ciclo para iniciar uma nova fase, com foco em ações que nos aproximem ainda mais de clientes, corretores, parceiros e a sociedade de Norte a Sul”, afirma Eduard Folch, CEO da Allianz Brasil. “Queremos ser a seguradora de todo o Brasil.”

Evolução da estratégia de marca

Para Eduard Folch a nova estratégia de marketing está alinhada ao projeto de aceleração e transformação da companhia iniciado em 2024, que tem como meta dobrar o faturamento e triplicar o lucro até 2027, com base nos resultados de 2023.

Em 2025, a Allianz Brasil alcançou faturamento de cerca de R$ 12 bilhões, com crescimento de 23% sobre o ano anterior, mais de 15 pontos percentuais acima do mercado. “O projeto já traz resultados sólidos, mas precisamos sustentar a evolução da companhia em regiões com grande potencial de negócio”, completa o executivo.

Novas frentes de visibilidade

O novo posicionamento de marca prevê a adoção de ativações que fortaleçam iniciativas de marketing e CX (experiência do cliente). “A maturidade que a Allianz alcançou no Brasil nos permite avançar na visibilidade e relevância da marca. O foco são ações que gerem experiências e conexão com os stakeholders, indo além da presença institucional”, afirma Maria Clara Ramos, diretora executiva de Transformação, Estratégia e Marketing. Segundo Maria Clara, o plano prevê ainda o reforço da presença em mídia tradicional e digital, com foco no aumento de awareness, além da ampliação de patrocínios e parcerias, mantendo o pilar de esporte e incorporando cultura.

Brasilidade no esporte que eleva e na cultura que une

Inicialmente, a companhia apoiará um novo time de atletas olímpicos e o Coala Festival, além de ter outras ações previstas para os próximos meses e ano.

squad renovado de talentos reúne atletas de diferentes modalidades e trajetórias. O time tem nomes com conquistas relevantes em competições nacionais e internacionais, que representam o esporte olímpico e paralímpico e reforçam o compromisso da Allianz com coragem, excelência e resiliência. A iniciativa está alinhada à atuação global da companhia, que é seguradora oficial dos Movimentos Olímpico e Paralímpico em um patrocínio válido até 2032.

Na agenda cultural, a Allianz passa a patrocinar o Coala Festival 2026, uma das principais celebrações da música brasileira. A 12ª edição do evento será realizada nos dias 12 e 13 de setembro, no Memorial da América Latina. Depois desse festival em São Paulo, seguem mais cinco eventos apresentados pela Allianz, que ocorrerão em teatros e espaços icônicos de capitais brasileiras, reforçando a estratégia de abrangência nacional nas ações de relacionamento.

CNseg: agenda institucional aposta em infraestrutura, clima e longevidade para setor de seguros avançar

O setor segurador apresentou sua agenda institucional para 2026 com foco na ampliação da proteção da sociedade e no fortalecimento do papel do seguro como instrumento de desenvolvimento econômico e social. O documento reúne prioridades regulatórias e legislativas voltadas à expansão do mercado, ao lançamento de novos produtos e à redução da vulnerabilidade de famílias, empresas e governos diante de riscos crescentes.

A agenda parte de um diagnóstico recorrente: apesar da relevância econômica do setor, o seguro ainda é pouco utilizado no Brasil, o que amplia a exposição da sociedade a riscos climáticos, econômicos e sociais. Nesse contexto, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) defende a integração do seguro às políticas públicas como ferramenta de prevenção, planejamento e estabilidade econômica.

A agenda parte de um diagnóstico conhecido, mas ainda desafiador: apesar da relevância econômica do setor, a adoção de seguros ainda é limitada no Brasil, o que aumenta a vulnerabilidade de famílias, empresas e do próprio Estado diante de riscos climáticos, econômicos e sociais. A proposta apresentada reforça a importância do diálogo entre o setor, à qual Ministério da Fazenda, Susep, governantes e parlamentares presentes à cerimônia abraçam com determinação.

Foi unânime, tanto nos discursos como em entrevistas individuais ao Sonho Seguro que é urgente a construção de políticas públicas que ampliem a base segurada e integrem o seguro à estratégia de desenvolvimento do país, com apelo à Susep, ao governo e aos parlamentares para que sejam removidos entraves regulatórios para estimular a inovação. “O mercado segurador tem capacidade técnica, financeira e visão de longo prazo para contribuir com políticas públicas, especialmente em áreas como infraestrutura, mudanças climáticas, saúde, longevidade e proteção social”, defendeu Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg.

Entre as prioridades destacadas está o fortalecimento do papel do seguro na infraestrutura. O documento aponta que o Brasil investe cerca de 2% do PIB em infraestrutura, patamar considerado insuficiente para sustentar o crescimento econômico. Para reduzir esse déficit, seria necessário ampliar os investimentos entre 2% e 4% do PIB por pelo menos duas décadas. Ao mesmo tempo, o país convive com mais de 10 mil obras públicas paralisadas, cenário em que o setor segurador busca ampliar o uso do seguro garantia para reduzir riscos e assegurar a conclusão dos projetos.

Atualmente, já existem R$ 4 bilhões em obras de infraestrutura amparadas pelo seguro garantia com cláusula de retomada, modalidade na qual a seguradora assume a execução do projeto em caso de paralisação. Ao todo, 18 editais de obras públicas já contam com essa solução, envolvendo projetos de rodovias, pontes e obras de mobilidade urbana.

Outro eixo da agenda é o avanço dos riscos cibernéticos e da inteligência artificial. A CNseg destaca que ataques digitais passaram a representar risco sistêmico, com potencial para comprometer cadeias produtivas, serviços essenciais e infraestrutura crítica. Nesse cenário, o seguro cibernético ganha relevância como ferramenta de gestão de riscos e continuidade operacional, diante da digitalização acelerada da economia.

O seguro rural também aparece entre as prioridades estratégicas. O documento ressalta que o agronegócio representa 23,2% do PIB brasileiro, mas a cobertura securitária vem recuando nos últimos anos. A área protegida caiu de 16,3% em 2021 para 7,5% em 2024 e para menos de 3% em 2025, evidenciando a necessidade de ampliação da proteção no campo, especialmente diante do aumento de eventos climáticos extremos.

A agenda também destaca o envelhecimento da população como uma das principais transformações estruturais do país. O aumento da longevidade amplia a demanda por previdência privada, planejamento financeiro e soluções de proteção de renda no longo prazo. O setor pretende ampliar o debate sobre educação financeira e desenvolver produtos voltados às novas necessidades da população.

Outro capítulo relevante trata das cidades resilientes, com foco na adaptação às mudanças climáticas. A agenda defende o uso do seguro como instrumento para reduzir impactos de desastres naturais, proteger infraestrutura urbana e apoiar políticas públicas de prevenção. A proposta inclui o fortalecimento de mecanismos financeiros e securitários para apoiar municípios na gestão de riscos e na reconstrução após eventos extremos.

O documento também destaca a crescente relevância da agenda climática para o setor. Durante a COP30, realizada no Brasil, foram promovidos cerca de 60 painéis, com mais de 200 especialistas e representantes do governo, além da participação de cerca de 2 mil visitantes de 22 países, reforçando o papel do seguro na transição para uma economia mais resiliente.

A CNseg também enfatiza a necessidade de modernização regulatória e maior diálogo com a Susep e o governo para destravar o crescimento do setor, estimular a inovação e facilitar o lançamento de novos produtos. A expectativa é que a agenda institucional funcione como guia de atuação ao longo do ano, ampliando a proteção da sociedade e o potencial de crescimento do mercado segurador.

CNseg projeta queda de quase 4% na arrecadação no seguro rural em 2026

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) revisou para baixo a projeção de desempenho do seguro rural em 2026. A expectativa anterior apontava crescimento nominal de 2,3%, mas a nova estimativa indica queda de 3,9%, refletindo um cenário de retração no mercado após um 2025 já marcado por recuo.


Segundo o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a revisão decorre principalmente da falta de recursos suficientes no orçamento federal destinados ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), mecanismo que subsidia parte do custo da apólice para o produtor. Sem esse apoio, a contratação de seguros tende a diminuir.


“O principal fator é que ainda não tivemos, no orçamento deste ano, os recursos necessários para retomar a trajetória de crescimento do seguro rural”, afirmou Oliveira. “Isso acaba travando o mercado e levou à revisão da projeção.”

Dados apresentados pela entidade indicam que a arrecadação do segmento rural alcançou R$ 12,9 bilhões em 2025, uma queda de 8,8% em relação a 2024. Em janeiro deste ano, a queda foi de 12,2%, totalizando R$1,1 bilhão.


A redução da cobertura também preocupa o setor. Segundo a CNseg, a proporção da área agrícola segurada no país caiu significativamente nos últimos anos. O Brasil chegou a ter cerca de 13,7 milhões de hectares da área plantada protegida por seguro rural, mas o índice recuou para pouco mais de 3 milhões em 2025, o que representa 3,3% do total de área plantada do Brasil, refletindo a retração da subvenção federal.


Para Oliveira, a diminuição da cobertura cria um ciclo negativo. Com menos produtores contratando apólices, o risco médio da carteira aumenta, pressionando o preço do seguro e desestimulando novas contratações e a entrada de seguradoras no mercado. “O seguro funciona pela diluição do risco. Quando menos produtores participam, o custo médio sobe e o mercado perde competitividade”, explicou.

A queda na proteção ocorre em um momento de aumento dos riscos climáticos para o agronegócio. De acordo com levantamento citado pela CNseg, o Brasil registrou perdas médias de cerca de R$ 60 bilhões por ano em eventos climáticos nos últimos anos, sendo o setor agrícola um dos mais impactados.


A entidade defende a criação de mecanismos estruturais para fortalecer o seguro rural no país. Entre as propostas apresentadas estão a garantia de orçamento estável para o PSR e a criação de um fundo de estabilização do seguro rural, que permitiria compensar anos de alta sinistralidade e reduzir a volatilidade dos prêmios.

Também está em discussão no Congresso um projeto de lei relatado pelo deputado Pedro Lupion e de autoria da senadora Tereza Cristina, que busca impedir o contingenciamento de recursos do programa e estruturar o fundo de estabilização.

Segundo Oliveira, o fortalecimento do seguro rural é considerado estratégico diante da mudança no modelo de financiamento do agronegócio brasileiro, cada vez mais baseado em capital privado.


“Com mais financiamento privado no campo, cresce a necessidade de mecanismos que transmitam segurança ao investidor. O seguro é uma peça fundamental para garantir estabilidade e confiança no sistema”, afirmou.


Para o setor segurador, sem uma expansão consistente da cobertura e do apoio público ao seguro rural, o agronegócio brasileiro pode ficar mais exposto a riscos climáticos e financeiros justamente em um momento de maior dependência de capital de mercado.