QBE volta ao mercado corporativo e reafirma aposta no Brasil

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Em evento no dia 24 de maio, a QBE Brasil Seguros lançou oficialmente sua nova linha de produtos para os setores de engenharia, energia, D&O e E&O e equipamentos pesados. O lançamento confirma a volta da empresa ao mercado de coberturas empresariais, uma área que havia abandonado, por razões estratégicas, em 2006.

Presente no Brasil há 15 anos, a QBE se concentrou na última década aos seguros individuais de mercado massivo. Segundo Raphael Alexander Swierczynski, CEO da QBE Brasil, a empresa agora está desenvolvendo sua estrutura de riscos corporativos com cautela e assertividade. “Decidimos voltar ao mercado corporativo com bastante força e foco. Estamos animados com essa nova fase da empresa no Brasil, realmente viemos para ficar e ganhar relevância nesse segmento”, afirma o executivo.

Apesar da crise, o Brasil continua sendo o ponto focal de desenvolvimento da empresa na América Latina, com projeções de crescimento expressivo. “No Brasil, a QBE volta a comercializar linhas comerciais alinhada à mudança que fizemos na América Latina, tentando se aproximar dos produtos oferecidos pelo Grupo QBE no mundo, um modelo mais próximo que já fazemos na Europa, na Austrália e nos EUA. O Brasil é uma peça muito importante, pois é o maior mercado da América Latina”, avalia Alessandro Jarzynski, CUO QBE LATAM.

Os próximos passos já estão definidos: entrar na carteira de RC, em todas as modalidades, lançar os produtos de D&O e o E&O e riscos de engenharia. “Além disso, há uma proposta específica para o segmento de energia. Essa é a QBE que estamos construindo e todas essas operações estarão prontas até o fim de ano. Apesar da economia não ter tido uma boa performance nos últimos tempos, o mercado de seguros passou por mudanças e queremos formar parcerias rentáveis”, afirmou Ariel Couto, diretor comercial da companhia.

De acordo com Swierczynski, os R$ 285 milhões faturados pela companhia em 2015 deverão ser multiplicados por quatro até 2020. Até lá, as linhas de seguros corporativos serão responsáveis por 35% a 40% dos negócios. Para 2016, o CEO da QBE Brasil projeta uma alta de 40% a 60% nos prêmios gerais, com os produtos corporativos sendo responsáveis por entre 15% e 20% dos negócios. “A gente pretende crescer fortemente”, resume.

Terra Brasis lança estudo especial sobre Mariana

samarcoA Terra Brasis divulgou hoje um novo estudo: Mariana. Em 5 de maio passado completaram-se seis meses do rompimento da barragem do Fundão, na cidade de Mariana, Minas Gerais, provocando o maior desastre ambiental da história do Brasil e provavelmente o maior desastre do mundo causado por uma barragem de rejeitos. Esta edição especial do Terra Report descreve o que são e como funcionam estas barragens, os detalhes do evento ocorrido e as suas consequências.

A partir de fontes públicas, estimamos os valores totais de perda econômica e os possíveis valores protegidos por seguros. Da mesma forma estimamos a distribuição das responsabilidades pelas possíveis indenizações entre as Seguradoras, Resseguradoras Locais e Resseguradoras Offshore. Como referência e comparação a publicação mostra, de forma resumida, outros desastres de porte ocorridos anteriormente no Brasil.

Por fim, como um exemplo que pode nos trazer muitas lições, mostramos o desastre do superpetroleiro Exxon Valdez, na costa do Alasca, que gerou profundos aprimoramentos na regulamentação ambiental e de seguros dos Estados Unidos. Como fontes de dados e para atender o leitor que desejar mais detalhes sobre as matérias apresentadas, durante o texto são referendadas 67 notas que são apresentadas ao final do trabalho, quase todas com seus respectivos links na Internet, para fácil obtenção de maiores informações.

Em comunicado, a Terra Brasis informou que espera que o trabalho de sua equipe, que resultou nesta edição especial do Terra Report, contribua para uma melhor compreensão do evento e de sua dimensão e que “Mariana” sirva de alerta para a nossa sociedade da importância do aprimoramentos da administração de riscos ambientais no Brasil. Espera também que pelo fortalecimento cada vez maior do setor de seguros e resseguros brasileiro trilhemos o caminho de um mercado cada vez mais eficiente para a proteção de nossa população e desenvolvimento de nossa nação.

Em breve, o estudo estará disponível no portal da resseguradora local Terra Brasis.

Site do XVVII Conec já está no ar

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O site do XVVII Conec (http://xviiconec.com.br/) já está em pleno funcionamento. Intuitivo e fácil de navegar, o site traz informações atualizadas sobre o evento. Com um simples clique, é possível ter acesso à programação completa dos três dias de atividades, breve apresentação e perfil dos palestrantes.

Quem está fora da capital paulista pode ter informações sobre os hotéis próximos ao local do evento, com a opção para fazer reserva online. Para quem quiser recordar ou conhecer melhor o evento, o site redireciona para as reportagens e vídeos sobre a edição anterior. Um relógio com a contagem regressiva para o evento também é mostrado no site.

Reconhecido por sua abrangente grade de palestras e debates voltados à discussão e reflexão sobre questões relevantes ao setor de seguros, o Conec proporciona a rara oportunidade de conciliar, em um mesmo local, o acesso à qualificação profissional e ampliação da rede de relacionamentos – dois fatores imprescindíveis para o desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional de todo o corretor de seguros.

Ex-CEO mundial da Zurich comete suicídio

martinO ex-CEO da Zurich Martin Senn, que deixou a empresa em dezembro, suicidou-se marcando o segundo suicídio entre os altos escalões de gestão da seguradora nos últimos anos. “É com grande choque e tristeza que informamos sobre a morte repentina de Martin Senn », informo a Zurich em comunicado nesta segunda-feira. “Sua família nos informou que Martin tirou sua vida na passada sexta-feira.”

“Perdemos não só um ex-CEO altamente valorizado, mas também um amigo próximo. Nossos pensamentos estão com sua família e amigos enlutados, a quem estendemos nossas mais profundas condolências. ”

A morte do Senn aos 59 anos segue o suicídio do ex CFO Pierre Wauthier, em 2013. Uma fiscalização interna na seguradora, realizada sob a supervisão do regulador financeiro da Suíça, Durante a reunião anual da empresa no início de 2014, o Senn disse que, “a dor e o choque que vivemos no suicídio do nosso colega Pierre Wauthier é enorme.”

Trilha de Seguro terá seis painéis no CIAB Febraban 2016

Quase tudo pronto para a 26a. edição do CIAB Febraban, que acontece entre 21 e 23 de junho, em São Paulo. O mercado segurador é novamente um dos destaques do maior evento de TI para o setor financeiro da América Latina. A CNseg desenvolveu a Trilha de Seguros, com seis painéis, como “Seguros inclusivos X canal digital”, “Transformação digital no canal de vendas”, “A internet das coisas”, “O surgimento de uma nova geração de seguros”, “Como otimizar o uso da tecnologia para alavancar a produtividade do backoffice”, “Pensar o futuro do banco de dados para saúde suplementar”. A idéia é apresentar aos presentes o que as seguradoras já estão em fase de implementação de processos no primeiro dia e no dia seguinte apresentar palestras que levem todos a pensar o futuro.

A matéria na íntegra será publicada na 63. edição da revista CIAB Febraban, que estará no ar no mês de junho no portal do evento (http://www.ciab.org.br).

Por enquanto, veja abaixo as tendências da tecnologia na entrevista com Marcelo Blay, sócio da corretora de seguros Minuto Seguros e um dos executivos mais dedicados ao tema dentro do mercado segurador.

marcelo blayGostaria de saber quais as tendências em TI do ponto de vista do corretor.

Os corretores se deram conta que o uso de uma ferramenta multicálculo sem o apoio de um software integrado de gestão de uma corretora é um tiro no pé. O multicálculo só te ajuda a obter cotações que, sem uma interface com sistemas como o de transmissão de propostas, emissão de apólices, controle de comissões a receber, administração de renovações, contabilidade, só aumenta sua chance de perda de controle da operação. O corretor também percebeu que precisa se posicionar nas redes sociais para manter o contato com sua base de clientes, pois esta é uma ferramenta barata e eficiente de CRM.

Você já conseguiu ter uma plataforma que converse com os legados das seguradoras? Qual o próximo passo?

A integração de sistemas com as seguradoras ainda é um processo extremamente complexo. Poucas atividades além da obtenção de cotações estão disponíveis via WebService. Em função disso, todo o trabalho de back-office e pós-venda continua sendo executado da forma tradicional existente há décadas. Temos em mãos uma enorme oportunidade de ganho de eficiência e escala tanto para as Seguradoras como para os Corretores se avançarmos no sentido de integração de tarefas burocráticas. Hoje ainda gastamos tempo nobre – que poderia estar sendo dedicado à atividade fim – com processos operacionais que facilmente poderiam ser digitalizados.

Como incluir seguros na jornada digital do internauta?

Não vejo outra forma a não ser um trabalho conjunto dos órgãos de classe do setor, CNSeg, Fenacor, FenSeg, FenaSaúde, SINCORs. No sentido de estabelecerem uma agenda conjunta para introduzir o assunto “Seguros” nas escolas e universidades, além da produção de campanhas publicitárias institucionais, de longo prazo, para explicar para o cidadão comum o que é o seguro, para que serve, onde e quando se aplica, mostrando como pano de fundo a grande relevância do tema para planejamento das famílias e empresas.

Como deixar de ser refém do Google, diante do elevado custo do clique?

Acredito que a questão de ser refém do Google em função do alto custo do clique não se aplique, pois é possível fazer uma gestão de ferramentas de busca profissionalizada para otimizar os investimentos nessa mídia. Não há problema em pagar um algo custo pelo clique se você consegue ter uma taxa de conversão alta. Trata-se mais de sua eficiência na gestão do que pura e simplesmente pagar menos por clique. Além disso, existem inúmeras mídias para investimento alternativo para diversificação, como, por exemplo, redes sociais (Facebook, Linkedln, Twitter, Instagram, Pinterest entre outros), banners em portais, blogs. Sem esquecer de mídias tradicionais, que não deixaram de existir e não devem ser desprezadas, como outdoors, anúncios em revistas e jornais, mala direta, rádio, TV entre outros.

BR Insurance realiza estudo para incorporar subsidiárias

A BR Insurance Corretora de Seguros divulgou nota na qual informa aos seus acionistas e ao mercado em geral que está realizando estudos para dar início a um processo de incorporação de suas subsidiárias. A BR Insurance foi criada inicialmente para ser uma holding de corretoras de seguros, contudo esta estrutura apresentou dificuldades para a integração dos negócios e custos elevados para a manutenção de uma administração descentralizada, razão pela qual a incorporação das controladas está sendo avaliada como uma alternativa operacionalmente e financeiramente mais eficaz.

Ainda no comunicado enviado a CVM e BM&FBovespa, a corretora informa que entende que as incorporações poderão facilitar o processo de gestão e desenvolvimento de um plano estratégico de longo prazo. Após a conclusão dos estudos, caso efetivamente a administração decida propor a realização das incorporações, e defina as subsidiárias envolvidas e as condições das operações, será oportunamente convocada Assembleia Geral Extraordinária para submetê-las à deliberação de seus acionistas, com a disponibilização das informações e documentos pertinentes.

Comissão faz audiência pública para debater política do seguro rural

Fonte: Agência Senado

Na próxima quinta-feira (2), a partir das 8h, a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) fará uma audiência pública interativa para debater a política de Seguro Rural do país. O colegiado é presidido pela senadora Ana Amélia (PP-RS).

Todas as comissões permanentes do Senado escolhem anualmente uma política pública federal para acompanhar, fiscalizar e analisar. O Seguro Rural foi o escolhido pela CRA neste ano.

Foram convidados para a audiência pública representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Banco Central (BC), do Tribunal de Contas da União (TCU), da Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias S.A. (ABGF) e da Superintendência de Seguros Privados (Susep). A audiência foi requerida pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT).

Para Ana Amélia, o Seguro Rural é “um instrumento essencial para a proteção da renda do agropecuarista e para a manutenção da capacidade de investimento no campo, por meio da mitigação de riscos do setor primário. Devido à grande variação climática que afeta a atividade agrícola, a experiência internacional tem demonstrado que o desenvolvimento de um mercado de seguro rural deve contar com a participação do Poder Público”.

Qualquer cidadão pode participar da audiência com perguntas, críticas, sugestões e comentários por meio do portal e-Cidadania ou pelo Alô Senado (0800 612211).

COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe: http://bit.ly/audienciainterativa

Portal e-Cidadania: www.senado.gov.br/ecidadania

Investimento em previdência privada aberta chega a R$ 21,5 bi no 1o. tri de 2016

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Novas contribuições cresceram 5,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Planos individuais foram os que mais receberam recursos e fecharam o período com R$ 19,1 bilhões em novos investimentos. O sistema registrou no primeiro trimestre 84.298 pessoas já usufruindo benefícios pagos pelos planos. Os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os PGBLs e os VGBLs) somaram R$ 21,5 bilhões no primeiro trimestre, registrando expansão de 5,7% frente aos primeiros três meses do ano anterior.

A captação líquida (diferença entre depósitos e resgates) no período foi positiva em R$ 8,1 bilhões. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 69 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. “A captação líquida de março segue positiva, o que mostra o compromisso do participante com a constituição de reservas de longo prazo”, avalia Edson Franco, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

Os dados do balanço da FenaPrevi mostram também que o sistema registrou em janeiro um total de 84.298 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário.

No período, foram contabilizados um total de 12.319.665 pessoas com planos contratados, sendo que deste total 9.273.919 são pessoas com planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.045.746 pessoas com planos empresariais.

Os planos individuais foram os que mais receberam recursos no primeiro trimestre. No total, foram investidos R$ 19,1 bilhões. Os planos para menores receberam contribuições da ordem de R$ 466,3 milhões no trimestre. Os recursos destinados a planos empresariais, por sua vez, somaram R$ 1,9 bilhões em contribuições nos primeiros três meses do ano.

Na análise por modalidade de plano, o VGBL (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de I.R.P.F.), recebeu contribuições de R$ 19,5 bilhões no primeiro trimestre. O PGBL (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de I.R.P.F.) registrou R$ 1,8 bilhão. Os planos tradicionais de acumulação registraram R$ 203,2 milhões.

Na avaliação mensal, os aportes foram de R$ 8,8 bilhões, registrando leve retração de 3,3% em relação aos aportes do mês de março de 2015, quando foram contabilizados R$ 9,1 bilhões. A captação líquida no período foi positiva em R$ 4 bilhões.

As contribuições vertidas aos planos individuais totalizaram R$ 7,9 bilhões. Os planos para menores receberam contribuições que totalizaram R$ 167,3 milhões em março de 2016. Já os recursos destinados a planos empresariais somaram R$ 695 milhões em março. Na análise por modalidade de plano, o VGBL recebeu contribuições de R$ 8 bilhões em março de 2016. O PGBL, por sua vez, registrou R$ 660 milhões. Os planos tradicionais de acumulação registraram R$ 74 milhões.

A opção por planos de caráter previdenciário deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. No PGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda (IR) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições efetuadas a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição.

É o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do IR devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício. Para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração.

Já no VGBL, modalidade de plano indicada para quem declara o Imposto de Renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do IR, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do IR os valores dos aportes realizados ao plano. No entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o IR incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no PGBL.

De acordo com o presidente da FenaPrevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (PGBL e VGBL), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações. Outra característica do PGBL e do VGBL é a possiblidade do poupador optar pelo regime de alíquotas progressivas ou de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, neste último caso, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do Imposto de Renda incidente.

BMG Seguros lança soluções corporativas para o mercado de seguros

Fonte: Revista Cobertura Mercado de Seguros

Reforçando sua estratégia de negócios, o Banco BMG inicia este mês as atividades da BMG Seguros e, com isso, passa a operar no mercado de seguros garantia com uma linha completa de produtos para a área corporativa. A intenção é, por meio de um time de alto conhecimento técnico, oferecer soluções diferenciadas com agilidade e qualidade.

Para Antônio Hermann, presidente do Banco BMG, o lançamento reforça a estratégia atual da instituição, de abertura de novos negócios e ampliação do portfólio de produtos oferecidos a clientes do segmento empresarial. “Temos feito um trabalho intenso de qualificação da nossa atuação junto ao segmento corporativo, acreditamos que a tradição e a solidez da nossa marca, presente há mais de 85 anos no mercado, podem contribuir para a criação de oportunidades e para o crescimento econômico do país”, afirma.

A BMG Seguros terá gestão própria e altamente qualificada, com profissionais que acumulam longa experiência no segmento de seguro garantia. No portifólio, contará com produtos de garantia judicial, financeira, imobiliária e de infraestrutura, entre outros. “Estamos falando de um mercado promissor e que passa por um momento de reinvenção. A BMG Seguros chega exatamente com esta proposta de utilizar o conhecimento técnico de seus recursos humanos em busca de soluções que sejam inovadoras para os clientes”, comenta Jorge Sant´Anna, diretor presidente da BMG Seguros.

O seguro garantia é cada vez mais demandado por empresas que desejam otimizar sua gestão de riscos sem comprometer sua liquidez ou aportar um volume de garantia que dificulte os negócios. O mercado movimentou R$ 1,6 bilhão em prêmios no Brasil em 2015 e a expectativa para 2016 é de atingir R$ 2,0 bilhão.

Com a diversificação do portifólio, o Banco BMG reforça sua política de oferecer soluções financeiras estruturadas para favorecer a realização de projetos, ao mesmo tempo em que contribui para o crescimento econômico e social do Brasil.

A BMG Seguros chega com um amplo portfólio e com a expertise de atuação a grandes negócios no segmento corporativo. A nova empresa do Grupo contará ainda com uma estrutura de crédito experiente e com capacitação comprovada, operando de maneira ágil e desburocratizada.

Seguros de pessoas movimentam R$ 7,1 bilhões no primeiro trimestre

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Os seguros de pessoas, que incluem seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, registraram no primeiro trimestre deste ano R$ 7,13 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais), consolidando alta de 2,44% frente aos R$ 6,96 bilhões verificados nos primeiros três meses do ano anterior. “O resultado foi positivo mesmo diante da retração econômica. Mesmo com o cenário adverso, algumas modalidades tiveram resultados expressivos com expansão de dois dígitos”, avalia Edson Franco, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

Os dados do balanço da FenaPrevi mostram também que, no primeiro trimestre, as seguradoras pagaram R$ 2 bilhões em indenizações aos segurados (14% superior ao mesmo período do ano anterior). “As indenizações são benefícios que proporcionam proteção e garantia para a continuidade dos projetos pessoais e da vida econômica das pessoas”, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida).

Na análise de desempenho por modalidade de produto, o seguro de vida, que representa o maior volume do segmento, registrou prêmios de R$ 3 bilhões, correspondendo a aumento de 4,7% em relação ao primeiro trimestre de 2015. Já o seguro prestamista, segunda maior carteira do segmento, que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego, registrou recuo de 12,87% em relação ao acumulado de 2015, movimentando R$ 1,6 bilhão em prêmios.

De acordo com o levantamento da FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, obteve alta de 2,5% no primeiro trimestre de 2016 e acumulou R$ 1,2 bilhão.

O seguro viagem foi a modalidade que registrou maior crescimento relativo no período, com expansão de 110,9% e prêmios de R$ 78,9 milhões. “É um seguro que faz parte do planejamento em viagens no Brasil e para o exterior, o que explica a maior procura por esta modalidade de proteção. E com a recente mudança na regulamentação do seguro viagem, as seguradoras irão oferecer uma maior gama de proteção. A regulamentação resultou em melhorias no produto e inserção de novas coberturas, com mais benefício e segurança para o consumidor”, explica o executivo.

O seguro educacional, impulsionado pelo receio das famílias quanto à capacidade de fazer frente aos custos de educação dos filhos, também teve forte expansão: 76,8% com prêmios da ordem de R$ 7,7 milhões.

O balanço da federação mostra que o auxílio funeral também esteve entre os seguros mais contratados no período. Foram registrados R$ 112,1 milhões em prêmios, alta de 19,8% em relação aos R$ 93,6 milhões contratados no primeiro trimestre de 2015. “Auxílio funeral é um dos seguros mais difundidos e com maior penetração entre os consumidores porque está muito ligado ao conforto dos familiares nestas situações”, afirma o presidente da federação.

De acordo com o balanço da FenaPrevi, dos R$ 7,1 bilhões em prêmios pagos pelos segurados no primeiro trimestre de 2016, São Paulo é o Estado mais representativo para os negócios de seguros de pessoas, concentrando 46,5% do volume de prêmios do período.

O Rio de Janeiro, por sua vez, respondeu por 9,4% do total dos prêmios verificados no período, seguido pelo Rio Grande do Sul (7,8%), Minas Gerais (7,3%), Distrito Federal (6,1%) e Paraná (5,9%). Os demais estados têm representatividade menor, inferior a 3%.

Segundo os dados do balanço da FenaPrevi, no mês de março o valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais foi de R$ 2,61 bilhões (+2,4%), em relação aos R$ 2,55 bilhões em março de 2015.