A Escola Nacional de Seguros e a Biblioteca Nacional firmaram parceria com o objetivo de promover o intercâmbio de livros, publicações, periódicos e informações por meio das bibliotecas das duas instituições. A partir de agora, a Escola passa a integrar a Rede da Memória Virtual Brasileira da Biblioteca Nacional, que prevê a criação e geração de conteúdos digitais de relevância para a cultura regional e nacional.
Esses materiais fazem parte dos acervos da biblioteca e de instituições brasileiras parceiras no Projeto da Biblioteca Digital (BNDigital). Essa rede está interligada também à Biblioteca Digital del Patrimonio Iberoamericano, que engloba as bibliotecas de 11 países, entre eles Argentina, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, Portugal e Uruguai.
O Acervo Digital da Escola Nacional de Seguros, que passa a ser disponibilizado gratuitamente, reúne atualmente 386 títulos, sendo composto por 1.640 artigos de periódicos publicados na revista técnica Cadernos de Seguro e na Revista Brasileira de Risco e Seguro (edições nacionais e internacionais).
Para encontrar os títulos da Escola Nacional de Seguros, basta acessar o endereço http://bndigital.bn.br/acervodigital e pesquisar em todos os campos a palavra ‘FUNENSEG’. Os títulos também estão disponíveis na Biblioteca Luso-Brasileira no projeto cooperativo com BNPortugal:http://bdlb.bn.br/acervo/handle/123456789/17/discover?query=funenseg.
Alexandre Camillo, Adevaldo Calegari e Dilmo B. Moreira
Alexandre Camillo, Adevaldo Calegari e Dilmo B. Moreirapor Márcia Alves
O conturbado momento político e econômico do país motivou o Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) a convidar as principais lideranças do mercado de seguros paulista para analisar a situação e discutir saídas para a crise. O encontro aconteceu dia 7 de junho, no Circolo Italiano. “Precisamos definir um rumo, porque o cenário atual está muito complicado”, disse o mentor do CCS-SP, Adevaldo Calegari.
Para Alexandre Camillo, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), a instabilidade política do país traz reflexos também ao setor de seguros. Tanto é que existem, no momento, questões pendentes, como o seguro auto popular, que já foi lançado, mas ainda passará por reformulações; as revisões do DPVAT; o seguro obrigatório de danos causados por embarcações, o DPEM, que ainda não foi solucionado; e a autorregulação. Ele ainda acrescentou à lista de incertezas a eventual troca de comando na Susep no novo governo.
Camillo observa que, mesmo assim, a indústria de seguros cresceu 7% no primeiro quadrimestre, “um privilégio”, a seu ver, considerando que o país retrocedeu 5% no mesmo período, “com total mérito aos corretores e seguradoras”. Em sua avaliação, os desafios se renovarão a cada dia, bem como as novas oportunidades. Na visão do dirigente, a corretagem de seguros está passando por um período de transição para a entrada em um novo ciclo.
“Precisamos parar de sofrer, encarar o problema e nos adaptar”, disse. Camillo lembrou os questionamentos que recebeu, no início de sua gestão, por levantar a bandeira do empreendedorismo. “Quando iniciamos esse conceito, não imaginávamos que passaríamos por essa crise. Hoje, vemos o quão foi e é muito oportuno”, disse.
O presidente do Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP), Dilmo Bantim Moreira, indicou o segmento de seguros de pessoas como opção rentável para os corretores de seguros. Ele destacou que a previdência privada, por exemplo, será a alternativa mais viável no futuro para complementar a renda da população no período de aposentadoria, ou, talvez até, a única opção, considerando o estado de insustentabilidade da Previdência Social. A agravante, em sua avaliação, é a longevidade dos brasileiros.
“As pessoas estão vivendo mais e se aposentarão mais velhas, mas o Estado não terá mais como se auto-sustentar, pois a taxa de natalidade também está caindo. Portanto, a aposentadoria terá de ser a privada”, disse. Para ele, está na hora de os corretores oferecerem aos seus clientes de seguro automóvel ou de empresarial os produtos de seguro de vida, seguro saúde, previdência privada e a capitalização.
A comissão mínima dos corretores e a concorrência entre membros da categoria foram as questões que o presidente da União dos Corretores de Seguros (UCS), Marcelo Guirao, trouxe ao evento. Ele argumentou que as novas tarefas assumidas pelos corretores nos últimos aumentaram seus custos, reduzindo a lucratividade. Por isso, em sua opinião, a categoria deve lutar pela fixação de uma comissão mínima, que possa restabelecer o equilíbrio de suas contas.
O mentor do Clube dos Corretores de Osasco e Região (CCS-OR), José Amélio de Souza, acrescentou que o ramo de automóvel enfrentou déficit de 3% no primeiro trimestre do ano. “As companhias também estão preocupadas. Mas, estão tentando proteger as apólices para que os corretores não as percam”, disse.
Pedro Barbato Filho, presidente da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Camaracor-SP), elogiou iniciativa do CCS-SP de reunir as lideranças para analisar o cenário, reconhecendo a complexidade do tema. “Com a implementação de medidas de ajuste e a expectativa de melhora no cenário político, a nossa economia tem a enorme probabilidade de agilizar sua recuperação e, com isso, repercutir no crescimento do mercado de seguros”, concluiu.
Osmar Bertacini, presidente da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), falou de sua experiência no enfrentamento a crises em mais de 50 anos de carreira. “Tenho certeza de que o setor superará as turbulências”, disse. Ele orientou os corretores a se anteciparam ao fim da crise. “Se soubermos aproveitar as oportunidades atuais, quando a crise terminar, estaremos um passo à frente”, disse.
O mentor Adevaldo Calegari concedeu espaço para Luiz Ioels, presidente da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Credicor-SP), apresentar os resultados. Segundo ele, a Credicor-SP cresceu 100% no último ano e já conta com 1.650 cooperados. Um dos resultados desse bom desempenho é o montante disponível para empréstimos: R$ 14 milhões.
No encerramento do encontro, Calegari observou que o país já atravessou crises piores, como na época do governo Sarney, quando a inflação atingiu 86,4%, e que o mercado de seguros sobreviveu a todas. “Não existe instrumento no mundo que possa substituir uma apólice de seguro no momento em que uma vida é ceifada ou uma indústria pega fogo. Não tenho dúvida, vamos superar esse momento”, disse.
Para facilitar o processo de contratação dos seguros de vida, a Liberty Seguros acaba de implementar a telessubcrição de risco na contratação do Liberty Vida Especial. O processo, que já é aplicado ao Liberty Vida Perfil, agiliza e facilita a contratação do produto.
Com esta novidade, a Declaração Pessoal de Saúde (DPS), que antes era preenchida manualmente pelo proponente do seguro com o auxilio do corretor, agora é feita por uma equipe exclusiva de enfermeiros da Liberty Seguros. De acordo com Alexandre Vicente, diretor de Seguro de Pessoas da seguradora, “os clientes brasileiros estão mais exigentes e buscam praticidade ao contratar ou comprar um serviço, e isso também se aplica ao seguro de vida”.
Com a telessubscrição, o cliente passa por uma entrevista, em que os dados médicos são coletados e avaliados por profissionais da área de saúde contratados pela Liberty Seguros, garantindo uma melhor análise de risco, com total privacidade das informações dos clientes.
“O corretor também é beneficiado com este processo, que auxilia sua rotina de trabalho e facilita o processo de captação e efetivação da proposta”, diz o executivo. “Além disso, a telessubscrição contribui para que o seguro contratado seja customizado e de alta qualidade”.
Além disso, o Liberty Vida Especial traz uma série de coberturas e serviços que vão além das tradicionais assistências que os seguros de vida oferecem após a morte do segurado. O produto disponibiliza, por exemplo, a coberturas de Doenças Graves, em que a partir do diagnóstico de algumas doenças selecionadas, o segurado recebe o equivalente a 25% da indenização da cobertura básica de Morte para utilizar em vida, auxiliando no seu tratamento ou da forma como melhor lhe convier. “E o valor da indenização de Doenças Graves, não é deduzido da cobertura básica, que continua integral para pagamento aos beneficiários em caso de Morte”, ressalta Alexandre.
O Liberty Vida Especial também dispõe de serviços como o Liberty Assistência Domiciliar, com assistência de profissionais (encanador, chaveiro e eletricista) para a realização de serviços emergenciais.
Os segurados também podem optar pela contratação da Segunda opinião médica internacional, ou seja, em caso de doença complexa coberta pelo seguro, o cliente pode solicitar um segundo parecer, assinado por médicos que sejam referência naquela especialidade. Também pode ser solicitada a assistência Pet, que cobre acidentes e indica clínicas e pet shops para animais de estimação.
“Percebemos que o interesse do brasileiro pelo seguro de vida vem crescendo. Facilitar o acesso e agilizar o processo de contratação, por meio de serviços como a telessubscrição, é uma maneira de incentivar a procura por este tipo de produto”, explica Alexandre Vicente. “Também trabalhamos para apresentar aos clientes as coberturas e assistências das quais eles podem usufruir em vida quando contratam este tipo de seguro”, finaliza.
A A.M. Best revisou a perspectiva da classificação de crédito do emissor (ICR) de positiva para estável e afirmou a classificação de força financeira (FSR) em B++ (Bom) e o ICR em “bbb” da Terra Brasis Resseguros (Terra Brasis) (Brasil). A perspectiva para o FSR é estável.
Os ratings refletem a equipe de gestão conservadora e a sólida capitalização ajustada pelo risco. Adicionalmente, a Terra Brasis lentamente começa a construir uma carteira de negócios bem-diversificada, com um mix de negócios nos segmentos de vida e de não-vida. A revisão da perspectiva reflete as difíceis condições macroeconômicas e políticas enfrentadas atualmente no Brasil e o potencial impacto que essas questões podem ter no mercado de (re) seguro. A Terra Brasis é registrada como empresa de resseguros local no Brasil, o que proporciona certas vantagens competitivas à companhia em relação a competidores registrados como admitidos ou como ocasionais. Devido à Terra Brasis ter um histórico operacional limitado, a A.M. Best continuará a monitorar de perto o desempenho financeiro e a execução do seu plano de negócios.
Compensando parcialmente os fatores positivos acima, nota-se o perfil empresarial limitado e o inerente risco de execução associado a empresas recentemente constituídas. Fatores-chave que poderiam levar a uma perspectiva positiva ou a uma elevação da classificação são: rentabilidade sustentada e estável, capital ajustado pelo risco robusto e demonstrações de que a companhia construiu um perfil de mercado sólido.
De modo recíproco, um declínio na capitalização ajustada pelo risco poderia levar a uma perspectiva negativa ou a um rebaixamento da classificação. Outros fatores que poderiam levar a uma perspectiva negativa ou a um rebaixamento da classificação incluem a incapacidade de executar de maneira bem-sucedida seu plano de negócios e de ganhar aceitação no mercado.
Ao menos US$ 7 bilhões – essa é a estimativa de quanto os desastres globais e eventos climáticos custaram em Maio de 2016 para seguradores e ressegurados. O último relatório lançado pela Aon Benfield – Global Catastrophe Recap Report – traz informações de que os incêndios que ocorreram em Alberta, no Canadá, se tornará o desastre com maior custo na história do país. As perdas seguradas, incluindo danos físicos e interrupções de negócios, deverão custar US$ 3,1 bilhões, enquanto as perdas econômicas totais devem somar mais US$ 1 milhão à conta.
O incêndio atingiu mais de 580 mil hectares de terra e destruiu, pelo menos, 10% da região do Fort McMurray, incluindo mais de 2,4 mil casas e outras estruturas. Surpreendentemente, não houve vítimas diretas a partir desse evento, isso foi garantido por uma enorme operação de evacuação em Alberta.
“A severidade dos danos do incêndio florestal em Fort McMurray é uma triste lembrança de como é significativo possuir riscos segurados. Uma vez que esse é o sexto incêndio florestal que, sozinho, alcança a casa de perdas de bilhões de dólares para as seguradoras, não há muitos precedentes de incêndios dessa magnitude”, afirmou Adam Podlaha, head global da companhia Impact Forecasting.
Já as chuvas e enchentes severas na Europa onde a tempestade Elvira varreu parte do norte do continente, entre os meses de maio e junho, causaram grandes danos na Alemanha, França, Áustria, Polônia e Bélgica, causando inundações em estações de metro nas principais capitais. As estimativas de sinistros iniciais das associações de indústrias da França e da Alemanha são de, pelo menos, pagamentos na casa dos US$ 2,3 bilhões, enquanto o dano econômico global está, provisoriamente, estimado em US$ 4,6 bilhões.
Maio também foi o mês em que cerca de cinco surtos severos de tempestades atingiram os Estados Unidos com perdas seguradas estimadas em US$ 1 bilhão. O ciclone Roanu levou chuvas torrenciais ao Sri Lanka, Índia Oriental, Bangladesh, Myanmar e China, tmabém em maio, atingindo aproximadamente 125 mil casas. A reconstrução desses locais é estimada em US$ 1,7 bilhão, mas as perdas seguradas são muito menores, levando em conta a baixa penetração do mercado nesses locais.
Há ainda outros desastres naturais que entram para a conta: Enchentes na Cina, Kenia, Tajiquistão, Afeganistão, Ruanda, Etiópia, Iemen, entre outros. Além dos terremotos registrados no Equador e na China, esse última com prejuízos que totalizam US$ 61 milhões.
Atualmente o Brasil possui uma frota com cerca de 70 milhões de automóveis e, a cada ano, são aproximadamente três milhões de novos veículos em circulação. Todo crescimento pode apresentar consequências e, com mais carros nas ruas, aumenta também o número de acidentes. Hoje, o número de vítimas de trânsito cresce cinco vezes mais do que a frota de veículos e, de acordo com informações do DPVAT, no país, ocorre aproximadamente um acidente com danos pessoais a cada 30 segundos.
O impacto que um acidente com danos corporais pode causar é um assunto bastante delicado. Por esse motivo, é fundamental que o motorista esteja preparado para qualquer tipo de incidente, pois tem a responsabilidade legal de indenizar os danos causados a eventuais vítimas e os custos envolvidos são geralmente altos.
Em casos envolvendo lesões, por exemplo, são considerados custos hospitalares, cirurgias, centros de recuperação, fisioterapia, tratamentos, equipamentos ortopédicos, home care, entre outras despesas. Em casos de invalidez ou morte, a indenização aos familiares e dependentes considera expectativa de vida da vítima, idade, renda mensal e número de dependentes, entre outras despesas. É preciso levar em consideração também o quanto são altos os custos dos tratamentos de saúde no país, principalmente se for necessária alguma cirurgia para casos mais graves.
Para ter mais tranquilidade em relação a possíveis acidentes, quando o motorista contrata o Seguro Itaú Auto, por exemplo, ele já conta com a garantia de RCF inclusa na apólice, com a cobertura de R$ 50 mil para danos corporais e também para danos materiais a terceiros. No entanto, na maioria das vezes, o valor da cobertura não é suficiente para cobrir as altas despesas que podem surgir num eventual acidente. É nesse ponto que uma boa proteção faz a diferença, e, por isso, é importante sempre avaliar se o valor da cobertura está de acordo, já que, com um pequeno investimento adicional no valor do seguro, é possível aumentar consideravelmente o valor da indenização. Veja abaixo alguns exemplos que mostram a importância de contratar uma extensão da cobertura de RCF:
A economia que o segurado pode ter
Casos concretos exemplificam o impacto financeiro da adesão à cobertura de RCF:
Caso 1
A vítima foi um homem de 26 anos, que trabalhava como motorista profissional com renda mensal de R$ 2 mil. O acidente infelizmente ocasionou a amputação de sua mão. O judiciário determinou que fosse pago à vítima uma indenização de R$ 228 mil. O responsável tinha seguro de automóvel com cobertura de danos a terceiros no valor de apenas R$ 50 mil. Por isso, teve que arcar com a diferença de R$ 178 mil.
Caso 2
Em outro exemplo, a vítima era um mestre de obras de 52 anos, com uma renda mensal de R$ 3,5 mil. Ele veio a falecer e deixou a mulher e dois filhos menores. O juiz determinou uma indenização à família da vítima de mais de R$ 260 mil. Neste caso, o motorista tinha seguro com danos a terceiros no valor de R$ 300 mil. Portanto, teve condições de arcar integralmente com as responsabilidades perante essa família.
Esse segurado pagou a mais do que o do primeiro caso para ter garantia de um valor maior para danos corporais a terceiros, em média R$ 16,00 por parcela (4 parcelas) ou pouco mais de R$ 0,17 centavos ao dia.
Adesão do RCF no Brasil
Segundo Marcelo Sebastião, diretor da Itaú Auto e Residência, a procura pela cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa (RCF) teve um aumento no Brasil nos últimos anos. “As pessoas estão cada vez mais preocupadas com a própria responsabilidade social, e oferecer um serviço que cubra todas as despesas da vítima em casos de acidente é uma excelente opção de um produto diferenciado, que pode contribuir para cuidar do outro e evitar uma grande despesa no futuro”, afirma Marcelo Sebastião.
Para mais informações sobre as vantagens da cobertura de Responsabilidade Civil Facultativa, os porta-vozes do Itaú Auto e Residência estão à disposição.
Eduardo Grillo assume a Diretoria Executiva da Divisão Comercial da Allianz Seguros e passa a ser membro do Comitê Executivo da companhia. Grillo está na seguradora há dez anos, tendo ocupado até então o cargo de diretor da Regional Sul.
Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Católica de Administração e Economia (FAE), em Curitiba, pós-graduado em Planejamento e Análise de Investimentos pelo Centro de Desenvolvimento Executivo FAE CDE e pós-graduado em Estratégia e Organização pela Universidade Federal do Paraná, Eduardo Grillo acumula 20 anos de sólida experiência em outras companhias de destaque do mercado segurador e financeiro.
Diante do compromisso com seus segurados, o Porto Seguro Residência ressalta que, logo que teve conhecimento sobre os incidentes ocorridos em Campinas e Região, mobilizou uma equipe, com profissionais da capital e da região atingida, para atuar nos reparos emergenciais e agilizar os processos de indenizações solicitadas por seus clientes.
Neste momento sensível para os segurados que tiveram seus patrimônios danificados, o Porto Seguro Residência reforça o seu compromisso em prestar serviços de qualidade, com agilidade e total apoio e suporte aos clientes.
Em três dias de trabalho de sua equipe de técnicos na região de Campinas (SP), o Grupo Bradesco Seguros já abriu cerca de 100 processos para pagamento a seus segurados que tiveram, em suas residências e estabelecimentos comerciais e industriais, algum tipo de perda provocada pelo temporal que atingiu as cidades de Campinas, São Roque e Jarinu nos dias 4, 5 e 6 de junho.
O Grupo Segurador está realizando uma operação especial na região com 10 técnicos das áreas de vistoria e regulação de sinistro, a fim de agilizar os processos.
Somando, além dessas, as ocorrências monitoradas pelo Grupo Bradesco Seguros nos dias 1º, 2 e 3 de junho, nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte e no sul do Espírito Santo – Cachoeiro de Itapemirim, Aracruz e São José do Calçado -, a estimativa total dos prejuízos a serem cobertos é de cerca de R$ 600 mil.
A Liberty Seguros foi reconhecida na 22a edição do Prêmio ABEMD, promovido pela Associação Brasileira de Marketing Direto, na Categoria Prata – Digital/Mobile, pelos vídeos de boas-vindas para clientes. Implementado em meados de 2015, o projeto inclui a criação de vídeos customizados para segurados que contratam ou renovam seguros de automóveis. O material, que tem pouco mais de um minuto e meio, facilita a consulta de informações sobre a apólice contratada e permite que o cliente acesse o Meu Espaço Cliente, onde ele pode se cadastrar para abrir e acompanhar sinistros, além de obter descontos e benefícios no clube de vantagens da seguradora.
“Para a Liberty Seguros, o atendimento excepcional aos clientes é fundamental. Isso nos incentiva a buscar constantemente maneiras inovadoras e práticas para interagir com eles, como os vídeos de boas-vindas”, diz Etienne Gonçalves, Gerente de Experiência Digital e Clientes. “Por isso, ficamos muito felizes com este reconhecimento da ABEMD, que mostra que estamos seguindo no caminho certo”, finaliza.
A agência responsável pela criação é a Marketdata. Desde a implementação do projeto, mais de 130 mil vídeos já foram enviados para clientes.
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