Multas regulatórias decorrentes de violações à proteção de dados são as maiores preocupações dos executivos

Release

Penalidades e multas regulatórias decorrentes de violações à proteção de dados estão entre as maiores preocupações na mente dos executivos de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações (TMT) de acordo com nova pesquisa e ranking divulgado pela Willis Towers Watson (NASDAQ: WLTW), empresa global líder em consultoria, corretagem e soluções.

De acordo com o Índice de Risco TMT 2016 da Willis Towers Watson, os três principais riscos na América Latina são: 1 – multas e penalidades de proteção de dados; 2 – propriedade intelectual e quebra de patentes e 3 – concorrência e cumprimento da Lei Antitruste. Além disso, multas e penalidades de proteção de dados e propriedade intelectual e quebra de patentes foram classificadas também como os dois principais riscos a serem enfrentados pela indústria nos próximos 12 meses.

Risco no 1: Para a América Latina, o risco número 1 é a proteção de dados e multas, que acumula uma pontuação de risco de 45,6 (impacto x facilidade de gestão de risco). Em comparação com seus pares na América do Norte, que pontuam o risco em 61,7, isso não sugere uma ameaça insuperável. No entanto, a diferença de pontuação entre a gravidade do impacto (6,6/10) e a facilidade de gestão de risco (6,9/10) é intrigante, uma vez que sugere que as empresas não se sentem totalmente confiantes para conter o risco.

Riscos nos 2 e 3: Nos riscos 2 e 3, propriedade intelectual e quebra de patentes e concorrência e cumprimento da Lei Antitruste, mais uma vez a dificuldade de gestão excede o impacto do risco. No caso de concorrência e cumprimento da Lei Antitruste associada com fusões e aquisições, essa diferença é de 0,5 pontos, o que implica que as empresas da região não têm estratégias eficazes para controlar o cumprimento.

José Manuel Mercado, Líder da Indústria de TMT da Willis Towers Watson para a América Latina, diz: “Enquanto uma multa a partir de uma violação de dados é observada como uma prioridade em toda a indústria de TMT na América Latina, os três principais riscos indicam que a violação de propriedade intelectual e patente e a concorrência e cumprimento da Lei Antitruste estão acima de tudo no radar de risco da alta administração”.

Os dez principais riscos para as empresas de TMT da América Latina (figura 1) mostram um perfil diversificado de riscos, com cada uma das cinco tendências representadas. No entanto, analisando apenas para a composição dos três primeiros do ranking, sugere que a região tem uma preocupação significativa quanto à regulamentação e o risco legal (jurídico).

De acordo com a Willis Towers Watson, o foco na proteção de dados e potenciais responsabilidades está alinhado com a tendência global para as leis de privacidade e aplicação mais severas. A recente aprovação da Regulamentação de Proteção de Dados na região, seguindo preocupações internacionais e novos regulamentos na Europa – que reforça significativamente as penalidades para violação de dados e facilita reinvidações por parte dos indivíduos – destaca que as empresas devem manter o ritmo com as novas exigências regulatórias nacionais e internacionais.

Mercado complementa: “Como as legislações locais na América Latina estão sendo atualizadas para se alinhar ao novo ecossistema jurídico global, o desafio permanece na capacidade de gerenciar a complexidade de risco e de aumentar a identificação de ameaças para a alta cúpula e, com isso, cumprir a obrigação necessária de seguir boas práticas em toda a organização para enfrentar o impacto potencial de seus negócios”.

Enquanto a ameaça representada pelos ciberataques não está entre os três principais riscos para a indústria de TMT geral, ela está em 1º lugar no ranking para o setor de tecnologia. A Willis Towers Watson alerta as empresas que não ignorem o fato de que as vulnerabilidades cibernéticas podem acentuar outros riscos, tais como os que conduzem a multas e penalidades para proteção de dados. De acordo com o Índice, a digitalização e avanços tecnológicos são as tendências mais prováveis e que farão crescer o seu impacto sobre a indústria de TMT ao longo dos próximos dez anos.

A pesquisa global encontrou diferenças surpreendentes entre como as organizações de TMT em distintas regiões do mundo enxergam os riscos, com o “risco no 1” percebido variando significativamente em todo o mundo.

Comparando a região da América Latina com o setor global geral, os cinco principais riscos estão amplamente alinhados. No entanto, os riscos de nos 6 a 10 revelam um desvio significativo em relação à média global, sugerindo que as características da região reúnem um perfil de risco específico. Isto é evidenciado no 10º risco – Responsabilidades civis para profissionais de serviços / desempenho / produtos / contratos. Notavelmente, este risco é apenas o 38º mais grave para o setor como um todo.

Os líderes de TMT da América do Norte estão mais preocupados com a ameaça de legislação e processos de produtos de consumo. No Sul da Europa, a ameaça dos concorrentes novos e emergentes foi apontada como a principal preocupação na mente dos respondentes. No subcontinente indiano, o risco principal identificado está relacionado a sistemas de TI desatualizados e infraestrutura. Já os líderes da indústria da Ásia-Pacífico apontaram como risco principal os modelos de remuneração e prêmios não competitivos.

“O Risco para o setor de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações é um caminho emocionante, cheio de desafios e oportunidades, à medida em que o aprimoramento da regulamentação avança em toda a região, evoluindo para um sistema mais abrangente e atualizado, em que a aplicação da lei é clara o suficiente para todas as partes, ajudando adequadamente a proteger as pessoas, interesses e bens da corporação. Entretanto, a gestão e soluções de risco são instrumentos fundamentais para fechar a lacuna entre as legislações e os riscos existentes em todo o mundo para melhor enfrentar a questão regulatória”, afirma Mercado.

O Índice de Risco de TMT da Willis Towers Watson 2016 foi compilado com respostas de 350 executivos (C-level) em todos os três setores, seus respectivos subsetores e em 11 regiões geográficas. Uma cópia completa da pesquisa, incluindo infográficos que podem ser reproduzidos mediante solicitação, está disponível para download na íntegra http://www.willis.com.br/media/1331/willis-towers-watson-tmt-risk-index-2016.pdf

Estudo destaca riscos envolvendo mudanças tecnológicas e modernização do setor de aviação

airlandeA Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), entidade de resseguros do Grupo Allianz, lança mais uma edição do seu estudo anual “Global Risk Dialogue”. Esta edição do relatório analisou como os avanços tecnológicos estão transformando diversos setores industriais e como os mesmos abrem espaço para novas oportunidades de inovação e riscos a serem cobertos. Na “internet das coisas”, por exemplo, serão afetados os modelos de negócios industriais, e é previsto que, até 2020, mais de 50 bilhões de devices estarão conectados.

Entre os destaques do estudo, é apresentado o avanço tecnológico no setor de aviação, com as operações de veículos híbridos. Como exemplo de caso, foi avaliado o Airlander 10, a maior aeronave do mundo, maior que um campo de futebol. O modelo, que é uma mistura de diversas aeronaves distintas, é mais silencioso e ecológico do que qualquer outro existente. A implementação deste modelo promete redefinir a indústria, e como é visto o uso comercial de veículos aéreos. O Airlander, de acordo com dados do estudo, mesmo que apresentado novos riscos, é um marco na segurança e avanço no setor – a aeronave tem capacidade de carga de mais de 10.000kg e chega a mais de 6.100 metros de altitude.

Conforme visto em alguns dos recentes estudos do Grupo, os riscos cibernéticos seguem mantendo-se como uma das principais tendências no setor. No Risk Dialogue, os casos analisados foram referentes às redes de energia de produção, sendo as mesmas: elétrica, tratamento de água e geração de energia em geral. Com o avanço tecnológico, estas redes de alimentação se mantêm interconectadas e, logo, vulneráveis a ataques cibernéticos terroristas ou ativistas. Em 2015, foram registrados 295 incidentes envolvendo sistemas de controle industrial – 20% maior, comparado ao ano anterior. Uma nova oportunidade de cobertura, também avaliada no estudo, foram montadoras, por conta das alterações que suas linhas de montagem sofreram com a automação de determinados cargos e funções.

Para download completo do relatório em inglês http://www.agcs.allianz.com/assets/PDFs/GRD/GRD_01_2016_EN.pdf

Alto custo e falta de expertise limitam crescimento do mercado segurado

Fonte: DCI, por Isabela Bolzani

Os altos preços e a falta de produtos especializados para segmentos de indústria, energia e óleo e gás, têm impedido a aceitação de seguros por grandes empresas do setor. Além da crise, a alta nos sinistros e má expertise deixam cenário difícil para seguradoras.

De acordo com Elias Junior, especialista de subscrição do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB Brasil RE), em relação ao mercado petrolífero, por exemplo, apesar da capacidade de contenção de risco próxima a U$ 7 bilhões, a receita das seguradoras caiu 50% em três anos.

“O preço do barril acabou paralisando os investimentos e isso provocou uma redução também na arrecadação do prêmio de seguro. No entanto, os sinistros continuam acontecendo em proporções que impactam o mercado, sendo que, só no último ano, duas situações já representaram R$ 500 milhões arcados em sinistros”, identifica, sem detalhar essas situações.

Junior ressalta que o único motivo para o ramo ainda ter apresentado resultado positivo, foi a valorização cambial, uma vez que as apólices são emitidas em dólar, e a contabilização, feita na moeda local, ajuda no resultado final pelo prêmio não ganho.

Segundo dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg), apesar de a arrecadação do mercado segurador em relação aos produtos de Responsabilidade Civil – um dos principais seguros voltados para executivos de altos cargos – ter apresentado alta de 17,7% em 2015 com relação a 2014, em abril, mostrou recuo de 23,08% ante março e, de 12,9% em relação a igual mês de 2015.

Para Angelita Maria Pereira, chefe da divisão de contratos, seguros e cadastro de fornecedores da Eletrosul, controlada pela Eletrobras, os atuais produtos presentes no mercado segurador não condizem com a realidade da demanda.

“É preciso tratar dos vários segmentos específicos, buscando as ansiedades de cada setor, principalmente porque quando se fala de grandes valores, isso pode inviabilizar a companhia e um seguro bem feito ajudaria bastante nessa questão”, explica Pereira.

Ela destaca que, além disso, a precificação dos seguros não condiz com o cenário de recessão, realidade em muitas empresas. “Riscos que não fazem parte do histórico da empresa, são bem mais difíceis de mensurar por não serem questões vivenciadas no dia a dia”, diz.

Segundo Dante José Santiago Tapioca, especialista em seguros da Neoenergia, a maior preocupação é que “os riscos estão muito mal subscritos” nas apólices. “Muitas vezes fomentamos, junto ao jurídico, questões necessárias para viabilizar uma negociação, mas não é fácil chegar a um consenso, principalmente porque as seguradoras não podem realizar a formação de uma franquia por meio de conveniência para ela”, completa.

Responsabilidade

De acordo com os especialistas, a tendência do mercado em relação aos riscos, é de atrelar a responsabilidade pessoal em contratos de gestão.

“Temos levado esses exemplos ao nosso executivo, para que eles também vejam a responsabilidade deles nesse cenário. Tivemos um sinistro, por exemplo, onde só os custos das despesas hospitalares foram de R$ 6 milhões. É algo caro, mas necessário, porque é um setor muito complexo”, diz Valéria Conrado Leite, gerente de riscos da AES Eletropaulo.

Para Pereira, a responsabilização do gestor é necessária porque “apesar do mercado ser regulado, as apólices de hoje, muitas vezes, não atendem os anseios dos setores elétricos, industrial e de óleo e gás”. “Além disso, os custos das indenizações estão aumentando muito nos últimos anos, e nem sempre só com terceiros, mas dentro da própria empresa também. Isso acaba trazendo reflexos importantes para o setor como um todo”, conta.

Liberty Seguros agiliza atendimento aos clientes atingidos pelas fortes chuvas no interior paulista

rio claroA Liberty Seguros implantou um plano de contingência para agilizar o atendimento aos segurados do interior de São Paulo, que recentemente foram afetados pelas fortes chuvas, granizo e ventos que causaram perda de bens.

A estrutura emergencial foi organizada em Rio Claro e Piracicaba, por conta da quantidade de sinistros abertos nas duas cidades. Entre os dias 27 de maio e 5 de junho foram comunicados, em 13 cidades do interior paulista, mais de 140 sinistros.

“Mobilizamos nossa equipe de peritos e rede de oficinas, para agilizar a regulação de sinistros principalmente dos casos de granizo. A previsão é finalizar o atendimento aos clientes e corretores até o fim do dia de hoje”, comenta Marcio Probst, diretor de Sinistros de Automóvel da Liberty Seguros.

“Nossos esforços estão direcionados a atender os clientes de forma acolhedora e descomplicada. Temos experiência em implantar planos de emergenciais para que o segurado sofra o mínimo de impacto e que seu bem seja reposto, consertado ou reconstruído, o mais rápido possível”, finaliza o executivo.

Yasuda Marítima cria estrutura especial de atendimento aos segurados atingidos pelas chuvas no Interior de São Paulo

Release

A Yasuda Marítima, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo -, criou uma estrutura especial para atender às ocorrências relacionadas às chuvas, granizo e vendaval que atingiriam o Interior do Estado de São Paulo durante o final de semana.

A seguradora mobilizou uma equipe técnica, que inclui profissionais de outros municípios, inclusive da capital paulista, com objetivo de viabilizar imediato atendimento aos segurados atingidos. No plano de ação que já está em andamento, técnicos vão atuar in loco na região para agilizar ainda mais o processo de indenização aos segurados.

Os sinistros (acontecimento que ocasiona o prejuízo ao bem do segurado) registrados até o momento estão relacionadas a casos de destelhamentos de casas, com danos a telhados, janelas, fachadas etc. Também houve casos de veículos atingidos por alagamentos ou de imóveis comerciais e residenciais com avarias ocasionadas por chuva de granizo, danos elétricos, queda de raios, alagamento e inundação, entre outros.

Segundo dados da Prefeitura de Campinas, a cidade continua em estado de atenção – foram 163 milímetros de chuva acumulados em 72 horas. Somente na tarde de segunda-feira, 6 de junho, choveu 17 milímetros. Para todo mês de junho, a quantidade de chuva esperada era de 35 milímetros. Já a Defesa Civil do Estado de São Paulo indica que em Atibaia, a ventania causou o destelhamento de cinquenta casas. Em Jarinu, cerca de 80 imóveis (públicos, comerciais ou residenciais) foram atingidos.

Já em decorrência das chuvas e rajadas de vento e raios ocorridos ontem, a cidade de São Roque registrou queda de árvores, destelhamento de residências, queda de postes, queda de redes elétricas e queda de torres de transmissão de energia.

Essa não é primeira vez que a companhia adota um plano de emergência para atendimento de segurados que tiveram bens atingidos por fenômenos da natureza. O vendaval que atingiu Porto Alegre no dia 29 de janeiro deste ano também foi uma situação emergencial que recebeu atenção especial e atuação dedicada da equipe da Yasuda Marítima. Na ocasião, a tempestade classificada como supercélula (quando há uma forte corrente de ar ascendente girando dentro da nuvem) gerou ventos que atingiram 119,5 km/h e ocasionaram interrupção no abastecimento de energia elétrica e estragos em várias regiões da cidade. Segundo a Prefeitura, mais de 1,6 mil toneladas de resíduos foram recolhidas.

A contratação da cobertura que garante eventuais danos em decorrência de fenômenos da natureza como vendavais, furacões, tornados, ciclones ou granizo é cada vez mais comum nos seguros residenciais e empresariais. Cerca de 98% das apólices residenciais e 96% das empresariais da Yasuda Marítima contam com coberturas opcionais contra vendaval, furacão, ciclone, tornado e granizo.

Agnaldo Libonati, Diretor de Sinistros da Yasuda Marítima: “Temos uma equipe dedicada a atender os casos na região. Todos os sinistros comunicados na região já foram distribuídos à nossa equipe de regulação com prioridade máxima ao atendimento com o único propósito de nos antecipar e oferecer um atendimento humanizado, ágil e personalizado aos segurados”.

Risco cibernético será destaque do principal evento sobre produtos financeiros corporativos do Brasil

ciberRelease

A consultoria e corretora de seguros Aon organiza no próximo dia 14 (terça-feira) o principal evento de produtos financeiros corporativos do país: Aon Financial Lines Day. O encontro reunirá no Hotel Unique, na capital paulista, clientes, parceiros e especialistas de cerca de 400 das maiores empresas do Brasil, tendo como principal tema os riscos cibernéticos. Outros assuntos como o Seguro Garantia Judicial e D&O também serão abordados.

Este ano, o evento terá a participação de importantes especialistas, como o do ex-procurador da República e ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que abordará o impacto do atual cenário econômico do país para as empresas e os negócios. Para discutir as maneiras das companhias se precaverem aos ataques cibernéticos, estão confirmadas as presenças da diretora da unidade de combate a crimes digitais da Microsoft no Brasil, Vanessa Fonseca, do chefe do escritório central da Interpol no Brasil, Valdecy Urquiza, e do Dr. Renato Opice Blum, sócio e advogado do escritório Opice Blum. O William Waack, apresentador do Jornal da Globo e âncora do Globo News Painel, será o mestre de cerimônia do Aon Financial Lines Day.

De acordo com Adriano Almeida, diretor de produtos financeiros da Aon, o encontro será fundamental para discutir o contexto atual do mercado. Para ele, por se tratar de um assunto ainda novo no país muitas vezes as soluções adotadas pelas empresas visam à proteção das informações/rede de computadores, mas não levam em consideração eventuais prejuízos financeiros e de imagem decorrentes de um ataque cibernético. “As companhias tomam medidas para a não ocorrência do problema, mas não planejam o pós-sinistro. Para se ter uma ideia, em nosso último estudo, constatamos que apenas 19% das empresas em todo o mundo contratam esse tipo de seguro e, se considerarmos somente o Brasil, menos de 1% delas adquirem esse produto”, informa.

No entanto, Almeida explica que embora o cenário seja desconhecido para muitas companhias, com a crescente digitalização das relações comerciais é inevitável que os novos riscos associados ao vazamento de informação, hackers, vírus e espionagem eletrônica comecem a fazer parte da matriz de risco das empresas. “Risco cibernético está hoje entre os 10 riscos de maior preocupação dos executivos, de acordo com a pesquisa Global em Gerenciamento de Riscos 2015 da Aon, que entrevistou mais de 1.400 empresas de 60 países. No Brasil, por ser crescente a demanda por segurança de dados nas operações online, é muito importante entender o impacto que esses riscos trazem, e, atualmente, a pergunta não é mais se vai acontecer, mas quando irá ocorrer”, comenta.

O Financial Lines Day é promovido pela Aon com o patrocínio da Seguradora JMalucelli. O evento também conta com o apoio da AIG Seguros Brasil, Allianz, Austral Seguradora, Banco Fator, BTG Pactual, Chubb Seguros, Fairfax Brasil Seguros Corporativos, Liberty Seguros, Pottencial Seguradora e Tokio Marine Seguros.

Evento: Aon Financial Lines Day 2016
Onde: Hotel Unique – Av. Brig. Luís Antônio, 4700, São Paulo
Quando: 14/06 – Das 7h30 às 13h
Saiba mais: http://financiallinesday2016.com.br

Liberty Truck percorre o Brasil apresentando produtos e serviços da Liberty Seguros

liberty logoRelease

O Liberty Truck, um caminhão multifuncional com espaço lounge da Liberty Seguros, começa uma nova viagem pelo Brasil para apresentar novidades, produtos e serviços da seguradora.

Até o início de novembro, o Liberty Truck percorrerá 41 cidades das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. O veículo ficará dois dias em cada localidade e vai oferecer diferentes serviços relacionados aos produtos de Auto, Vida e Residência para quem visitar o espaço.

Algumas das cidades visitadas serão São José dos Campos, Juiz de Fora, Belo Horizonte, Goiânia, Brasília, Cuiabá, Blumenau, Curitiba e Pelotas. Quem for de carro até o truck, por exemplo, poderá ter a parte externa do veículo lavada a vapor, uma técnica mais ecológica e sustentável. Enquanto aguarda, o visitante poderá escolher uma foto em seu celular para transformar em um porta-retrato magnético.

O espaço contará com um centro de cuidados, onde o público poderá receber dicas de saúde, realizar um check-up básico e ter mais informações sobre os benefícios em vida de um seguro de vida.

“Este ano o Liberty Truck traz experiências que se relacionam muito bem com os nossos produtos de seguros pessoais. É uma oportunidade de manter um contato mais próximo com o público” diz Larissa Vecchi, gerente de Comunicação e Marca Institucional da seguradora. “O sucesso da iniciativa em 2015, foi um dos principais motivos para a expansão da ação, que em 2016 percorrerá mais cidades e apresentará os serviços e produtos da Liberty para um público ainda maior”.

O Grupo RÁI criou especialmente para o Liberty Truck um módulo de administração de eventos, que recebe e compila dados de maneira simples e ágil. Ele também será utilizado como um canal de comunicação entre os gerentes regionais e a agência, e ajudará na avaliação dos resultados das ações organizadas em cada cidade.

Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros oferece premiação de R$ 30 mil + viagem para Itália, com acompanhante

dinheiro 2A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), em parceria com a Escola Nacional de Seguros e a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), convida para o lançamento do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros. O anúncio oficial será feito durante um café da manhã no dia 15 de junho, às 10h, no auditório da Escola Nacional de Seguros, no Centro do Rio.

O prêmio vai contemplar reportagens nas mídias impressa e digital, rádio e TV, em um total de seis categorias. Os melhores trabalhos concorrem a prêmios de até R$ 30 mil. Na categoria especial Corretor de Seguros, o vencedor receberá ainda uma viagem para a Itália, com direito a acompanhante.

As reportagens poderão englobar todas as modalidades e ramos de seguros, o que inclui capitalização, vida, previdência privada e resseguros, entre outros. As inscrições abrem no dia 14 de junho e se encerram em 17 de outubro de 2016.

Mapfre Global Risks aposta no mercado brasileiro para crescer

Bosco: Brasil é o maior mercado para o grupo depois da Espanha
Bosco: Brasil é o maior mercado para o grupo depois da Espanha
Bosco: Brasil é o maior mercado para o grupo depois da Espanha

Seguir a rota de crescimento em grandes riscos. Esse é o foco de Bosco Francoy, diretor geral e COO da Mapfre Global Risks, uma empresa dedicada a desenhar programas de seguros para companhias com faturamento acima de US$ 400 milhões. Depois da Espanha, o Brasil é o maior mercado para a seguradora que tem como principais nichos de negócios os segmentos de energia, petróleo, gás, transportes, aeronaves e indústrias. “Estamos vivendo um momento de negociações difíceis. Tanto pelo excesso de capacidade ofertada no mercado, como também pela retração nos investimentos. Mas temos apostado em nichos e mercados onde não temos uma presença significativa para crescer”, afirmou Francoy ao blog Sonho Seguro.

Hoje, o Brasil responde por 20% do faturamento mundial do grupo espanhol Mapfre. No entanto, considerando-se apenas a unidade de grandes riscos a participação do Brasil é torno de 10%. “A meta é que o mercado brasileiro de grandes riscos também represente 20% do faturamento da Global Risk”, comentou Marcos Eduardo Ferreira, CEO da BB e Mapfre para as áreas de auto, seguros gerais e affinities.

Apesar da economia local estar em forte recessão, o grupo BB Mapfre cresceu em 2015 e segue a rota de crescimento no primeiro trimestre deste ano. Passou a ser líder do mercado de grandes riscos, com market share de 17%, desbancando a Chubb, no final do ano passado. Segundo André Fortino, diretor geral de grandes riscos e David Corredor, superintendente executivo de riscos industriais, no primeiro o avanço no volume de prêmios foi de 17%.

“Conquistamos novos clientes e também aumentamos nossa participação nos programas de seguros de nossos segurados”, disse Fortino. “Com o reposicionamento de algumas seguradoras, os clientes passaram a revisitar o programa de seguros e conseguimos conquistar uma boa parcela deles com o apoio dos corretores parceiros e também com o suporte do Banco do Brasil”, acrescentou Gomez. O grupo também é líder em cessão de resseguros, se destacando como maior cedente em 2015, com R$ 2,2 bi negociados, 12% mais que em 2014, sendo grande riscos a carteira que mais contrata resseguro, tanto da resseguradora do grupo, a Mapfre Re, como também de outros grupos, informaram os executivos.

Dentro da estratégia de captar novos clientes com o apoio internacional da Global Risks, que conta com mais de 260 especialistas em gestão de riscos, o grupo realiza nesta terça-feira uma versão brasileira do tradicional encontro realizado a cada dois anos na Espanha, a Jornada Internacional Global Risk, do qual participam clientes e prospects de todo o mundo. Pela primeira o evento será realizado no Brasil. “Fizemos uma versão para o Brasil. O foco do evento é o debate de questões estratégicas, com a apresentação de cases internacionais e temas correntes que estão em evidência no país e nos mercados ao redor do mundo”, explicou Francoy.

Ferreira: Objetivo é dobrar a participação do Brasil na Global Risks
Ferreira: Objetivo é dobrar a participação do Brasil na Global Risks

O objetivo do evento será reunir profissionais de seguros e gerenciamento de riscos de grandes empresas para debater os desafios e as oportunidades que se abrem para o setor de grandes riscos no mercado brasileiro. Participam dos painéis, além da Global Risks, Marcelo Gusmão Arnosti, economista chefe da BB DTVM, Juan Jose de la Colina, diretor de energia da Mapfre Global Risks, e representantes de empresas como Eletropaulo, Noenergia, Eletrosul, Petrogral, IRB RE, Terra Brasis Resseguros, Avianca Linhas Aéreas, Companhia Siderúrgica Nacional, entre outras. “Trata-se de um fórum de alto nível para discussões técnicas, políticas e econômicas, colocando em destaque esse importante segmento que vem crescendo expressivamente no Brasil”, destacou Gomez.

“Em um país de dimensões territoriais como o nosso, com grandes diferenças climáticas e geográficas e visibilidade internacional, às vésperas de sediar o maior evento esportivo do mundo, o setor de grandes riscos consolida-se como um amplo nicho que seguradoras e resseguradoras podem explorar nos próximos anos”, afirmou Ferreira.

“A indústria de energia mundial vem passando por profundas transformações. A expansão das fontes de energia renováveis, o aumento das pressões ambientais e o surgimento de novos players na indústria de petróleo e gás natural vêm suscitando importantes mudanças estruturais nos setores energéticos, intensificando o cenário de incerteza e a volatilidade de preços”, acrescentou Fortino.

“Diante de tantas especificidades, este é um país que representa um dos mercados mais promissores para o desenvolvimento do seguro. Além disso, a troca de experiência entre os profissionais brasileiros ajudará no fomento e disseminação de políticas para a gestão de grandes riscos”, finalizou Bosco.

O evento acontece no Hotel Hilton, em São Paulo, e terá transmissão em tempo real pelo Twitter oficial da MAPFRE (@MAPFRE_br) por meio da hashtag #MAPFREGlobalRisks.

Ramon Gomez deixa a Allianz Seguros

allianz ramom gomezA Allianz Seguros informa que a partir de hoje, Ramon Gomez, diretor comercial, deixa de fazer parte do seu quadro de executivos. Após quase 5 anos na seguradora, Ramon decidiu partir para uma nova etapa em sua carreira profissional. A Allianz agradece imensamente ao Ramon pelo comprometimento e energia que sempre estiveram presentes durante o tempo em trabalhou na companhia, e deseja sucesso nessa nova etapa de sua carreira. A Divisão Comercial da Allianz se reportará interinamente ao Miguel Pérez Jaime, presidente da companhia, até que seja nomeado o sucessor de Ramon Gomez.