Patrocinador e segurador oficial dos Jogos Rio 2016, o Grupo Bradesco Seguros dá mais uma prova do quanto valoriza o esporte brasileiro. O Grupo Segurador premiará os atletas do Time Brasil que subirem ao pódio durante os Jogos Olímpicos Rio 2016 com planos de previdência privada. Ouro, prata e bronze serão contemplados com planos de mesmo valor.
Os prêmios em plano de previdência — nos valores de R$ 20 mil, R$ 15 mil e R$ 7,5 mil, para cada atleta nas modalidades individual, dupla e coletiva, respectivamente — serão entregues no Espaço Time Brasil, ponto de encontro dos atletas brasileiros, que funcionará de 4 a 22 de agosto, no Shopping Via Parque, a poucos quilômetros da Vila Olímpica. No local, haverá uma estrutura de 2.000 m² para receber familiares e convidados dos atletas. A programação prevê shows, ações de entretenimento, coletivas de imprensa, além de ser o local oficial da celebração dos resultados do Brasil nos Jogos Olímpicos. A estimativa de público é de 550 pessoas por dia.
“O Grupo Bradesco Seguros se orgulha de ser o segurador oficial dos Jogos Rio 2016. Apoiamos os ideais olímpicos e nos orgulhamos de poder colaborar para que os Jogos Rio 2016 se tornem uma experiência memorável. Estamos ao lado da torcida brasileira para que seja um momento marcante na história do país e para que nossos atletas subam ao pódio, emocionando a todos com suas conquistas”, diz Alexandre Nogueira, diretor do Grupo Bradesco Seguros.
Nilton Molina participa do 11º Encontro Nacional de Advogados das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. O presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon, do Instituto de Longevidade e membro titular do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) fala sobre o tema “Reforma da Previdência: Oportunidades e Impactos na Previdência Complementar”.
Serviço:
11º Encontro Nacional de Advogados das Entidades Fechadas de Previdência Complementar
Paulo Eduardo de Freitas Botti, presidente da recém-criada AN-Re (Associação Nacional das Resseguradoras Locais), entidade composta pelas empresas Austral Re, BTG Pactual, IRB Brasil e Terra Brasis, será o convidado especial de almoço do CVG-SP, no dia 17 de agosto, no Terraço Itália. Ele apresentará palestra sobre o tema “O seguro de pessoas e o resseguro”.
Durante o evento, o CVG-SP dará as boas-vindas a três novas associadas: MBM Seguradora (benemérita), Scor Re (benemérita) e CB Seguros Corretora de Seguros (sócia-parceira).
Trajetória profissional
Paulo Botti é diretor-presidente e membro do Conselho de Administração da Terra Brasis Resseguros, uma das 16 resseguradoras locais brasileiras. É presidente da AN-Re; diretor do Sindicado das Empresas de Seguro, Resseguros e Capitalização do Estado de são Paulo (Sindseg-SP). Botti ocupou o cargo de vice-presidente Executivo do Grupo Itaú, no qual desenvolveu carreira de trinta anos, começando como analista de sistemas até liderar por dez anos as divisões de Varejo e Corporativa das Operações de Seguros. Em sua experiência no exterior, chefiou a área Internacional de Seguros do Grupo Itaú, incluindo dois anos em Nova Iorque com a Resseguradora Winterthur Swiss e a responsabilidade sobre a Itaú Winterthur, uma joint venture entre os dois grupos.
Botti é autor do livro “Introdução de Resseguro para Brasileiros”; é engenheiro mecânico pela Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais; pós-graduado no CMA – Curso de Mestrado em Administração da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, e também frequentou o Curso de Especialização em Resseguros no The College of Insurance, por dois anos, em Nova Iorque.
Serviço
Almoço do CVG-SP com Paulo Botti
Tema: “O seguro de pessoas e o resseguro”
Dia 17 de agosto, a partir de 11h45, na sala Panorama do Terraço Itália, na Av. Ipiranga, nº 344, 42º andar, região central da capital.
Inscrições: pelo e-mail cvg@cvg.org.br até 16 de agosto.
Investimento: R$ 100,00 para fundadores, funcionários/colaboradores de empresas associadas ao CVG-SP e corretores de seguros (que serão equiparados à condição de associados do CVG-SP). Para os demais participantes: R$ 400,00.
Mais informações pelos telefones: (11) 3331-9313 e (11) 9.6308-0220.
A American International Group (AIG) vai recomprar US$ 3 bilhões em ações depois que o lucro do segundo trimestre subiu 6,3%, ajudado por vendas de ativos. O lucro líquido avançou para US$ 1,91 bilhões, ou US$ 1,68 por ação, de US$ 1,8 bilhões, ou US$ 1,32, um ano antes, segundo comunicado divulgado hoje. O CEO Peter Hancock tem vendido ativos e cortado empregos para impulsionar margens depois de divulgar perdas por três períodos até o primeiro trimestre. As vendas de apólices caíram 21%, para US $ 4,42 bilhões, principalmente pela empresa ter deixado de atuar em alguns nichos. O grupo tem reduzido alguns riscos através do resseguro e optou por não renovar linhas de negócios onde os retornos eram demasiado baixos. O retorno operacional da AIG sobre o patrimônio caiu para 6,7%, de 9,3%.
Ele anunciou um plano em janeiro para retornar U$ 25 bilhões aos acionistas ao longo de dois anos. No mês seguinte, a AIG concordou em dar representação no conselho de Carl Icahn e John Paulson, os ativistas que pressionaram Hancock para dividir a empresa. Icahn disse na semana passada que ele teve discussões amigáveis com o CEO sobre acelerar a venda de ativos. “Os resultados do segundo trimestre da AIG mostram forte melhora em relação a todos os objetivos do conselho anunciados em janeiro,” comentou Hancock no comunicado.
Os resultados do segundo trimestre incluíram um ganho antes dos impostos de US$ 928 milhões com a venda de ações na China PICC Property & Casualty Co. O lucro operacional antes dos impostos em operações comerciais, liderada por Rob Schimek, caiu 34% para US$ 791 milhões. O índice combinado piorou para 102,1% de 98,8%, o que significa que o negócio tinha uma perda de subscrição de 2,1 centavos para cada dólar de prêmio depois de pagar sinistros e despesas.
Os resultados foram afetados por um custo de 100 milhões de euros devido ao potencial de passivos mais elevados do que o esperado sobre as políticas de compensação dos trabalhadores na Flórida após decisões judiciais desfavoráveis. Os custos ligados a catástrofes subiu 69% para US$ 353 milhões. A indústria foi afetada no trimestre por incêndios florestais no Canadá, tempestades em os EUA e terremotos no exterior.
A Porto Seguro divulgou hoje lucro líquido, já considerando o aumento de tributos (CSLL), de R$ 175 milhões no segundo trimestre e de R$ 415 milhões no semestre, correspondendo a um decréscimo de 37% e 18% em relação aos mesmos períodos de 2015, respectivamente. O ROAE foi de 11,9% no 2T16 e de 14,3% no 1S16.No segundo trimestre e primeiro semestre do ano, as receitas totais evoluíram 7% e 6% respectivamente.
Na operação de seguros, os prêmios auferidos da empresa aumentaram 8% no 2T16 e 6% no 1S16. O seguro de auto consolidado das 3 marcas cresceu 6%, enquanto o mercado1 recuou 4% no semestre. O número de veículos segurados atingiu 5,5 milhões (+7%) e incrementamos aproximadamente 800 mil vidas no seguro de pessoas, alcançando 7,5 milhões de vidas seguradas.
O desempenho operacional de seguros piorou em ambos períodos em decorrência do aumento da sinistralidade. O índice combinado atingiu 100,1% no 2T16 e 99,5% no 1S16. No trimestre, os sinistros foram pressionados por alagamentos, chuvas de granizo e vendavais, inesperados para esse período, pelo aumento dos roubos de veículos e pela base de comparação com o trimestre anterior, quando o resultado foi melhor em relação a média histórica. Além disso, a alta elevação da frequência de utilização do seguro saúde impactou as margens. Por outro lado, o índice de despesas administrativas decresceu em 0,5 p.p., enquanto que os gastos nominais permaneceram praticamente estáveis, resultado da melhora na eficiência da operação.
As receitas das empresas financeiras e de serviços cresceram 5% no trimestre e 3% no semestre, associadas ao aumento das vendas dos produtos de telefonia móvel (Conecta) e consórcio. Entretanto, as receitas financeiras das operações de crédito decresceram significativamente, em consequência das ações de redução de risco da carteira.
O resultado financeiro apresentou um aumento de 11% no trimestre, explicado pelos investimentos em ativos atrelados a Juro Real+Inflação e a renda variável, que apresentaram uma performance acima do índice de referência e também por um CDI médio maior no período. A rentabilidade trimestral da carteira foi de 3,6% (108% do CDI) e de 7,7% (114% do CDI) no semestre, excluindo-se os recursos previdenciários.
Segundo nota divulgada, a estratégia de expansão geográfica e diversificação de produtos têm contribuído para o incremento das vendas, a despeito da crise econômica. Por outro lado, o resultado foi prejudicado principalmente em decorrência da maior incidência de sinistros.
Mais detalhes do comunicado:
Os prêmios e a frota segurada das três marcas cresceram 7% no trimestre, representando um incremento de R$ 142 milhões e de 361 mil itens respectivamente, ao passo que os prêmios do mercado de seguro auto decresceram 4% nos meses de abril e maio (dados disponíveis na Susep até maio/16).
Os seguros de auto foram impactados por uma maior incidência de sinistros, em grande parte decorrente das chuvas de granizo e alagamentos inesperados para esse período do ano, por uma maior criminalidade e pela base de comparação com o 2T15, quando o resultado foi atípico em relação a média histórica. O volume de furto e roubo aumentou nos Estados do RJ e SP, e se intensificou em algumas cidades do sul do país. Nos cinco primeiros meses do ano a sinistralidade consolidada da Companhia aumentou em linha com a média de mercado (+2,2 p.p) e a sinistralidade consolidada do 2T16 aumentou apenas 1 p.p. no comparativo com a média dos últimos 5 anos.
Os prêmios auferidos da carteira de automóvel da Porto Seguro atingiram R$ 1.139 milhões no 2T16, um aumento de 3% em relação ao 2T15, beneficiado pela expansão no número de veículos segurados (a frota segurada cresceu 2% no período). A sinistralidade aumentou 5,7 p.p. devido ao aumento das frequências de sinistros.
Os prêmios auferidos da Azul Seguros atingiram R$ 591 milhões no 2T16, crescimento de 12% em relação ao 2T15, favorecido pelo aumento no número de veículos segurados (frota segurada cresceu 16% vs. 2T15, impulsionada pela expansão geográfica). A sinistralidade aumentou 6,3 p.p., atingindo 62,7%, afetada principalmente pelas maiores frequências de sinistros e devido a reposicionamento do produto, que reduziu as margens em função desse período de crise econômica, onde a procura por preço é mais relevante. Por outro lado, a sinistralidade do produto ainda está melhor do que a média dos últimos 5 anos (cerca de 3 p.p.).
A carteira de auto da Itaú Auto e Residência atingiu R$ 506 milhões no 2T16, 9% maior que o 2T15, impulsionada por diversas ações comercias, pela ampliação de benefícios aos clientes do Banco Itaú (ex: uso de pontuação do programa “Sempre Presente”) e também pelo aumento de vendas em produtos com coberturas diferenciadas. A sinistralidade do trimestre piorou em 4,5 p.p., influenciada pelo aumento no número de colisões e roubos no período.
O total de prêmios auferidos com seguro patrimonial foi de R$ 315 milhões no 2T16, 9% acima do 2T15, devido sobretudo ao crescimento dos prêmios dos seguros empresarial e residencial da marca Porto Seguro. Além da expansão geográfica, que tem beneficiado os dois segmentos, o desempenho do produto empresarial tem sido alavancado por seguros mais personalizados, voltados para segmentos como academias, pet shops e perfumarias, enquanto as vendas do produto residência foram intensificadas pelas campanhas de vendas realizadas no período.
No seguro de residência da marca Itaú, os prêmios do 2T16 decresceram 9% em relação ao 2T15, associado a menor performance do canal bancário. De todo o modo, para o segundo semestre estão sendo programadas novas campanhas comerciais.
A sinistralidade total alcançou 32,0% no 2T16, 9,4 p.p. maior (vs. 2T15), explicado por uma maior incidência de eventos climáticos, elevando a frequência de destelhamentos e de danos elétricos no período.
O Itaú Unibanco registrou lucro líquido recorrente de R$ 5,5 bilhões no segundo trimestre, o que representa uma redução de 9,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Na Itaú Seguridade, o lucro líquido recorrente atingiu R$ 728 milhões no segundo trimestre de 2016, redução de 6,4% em relação ao trimestre anterior e de 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
Segundo dados publicados no relatório do banco divulgado nesta terça-feira, o lucro líquido recorrente das atividades foco foi de R$ 675 milhões no segundo trimestre de 2016, 5,4% menor em relação ao primeiro trimestre de 2016, devido principalmente à redução dos prêmios ganhos e aumento das despesas não decorrentes de juros. Em relação ao mesmo período do ano passado, a redução foi de 5,5%. As demais atividades de seguros apresentaram, no trimestre, lucro líquido recorrente de R$ 53 milhões, redução de 17,7% em relação ao trimestre anterior, devido principalmente aos menores prêmios ganhos, parcialmente compensados pela redução dos sinistros e despesas de comercialização.
O retorno recorrente anualizado de operações de seguros alcançou 99,1% no período, 4,7 pontos percentuais menor em relação ao trimestre anterior. O índice de seguridade, que demonstra a participação do lucro líquido recorrente de Seguros, Previdência e Capitalização em relação ao lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco, atingiu 13,1%, redução de 2 pontos percentuais em relação a março de 2016.
O Itaú Unibanco reduziu de forma significativa as projeções para o desempenho de sua carteira de crédito em 2016. O banco cortou projeções de desempenho para este ano. A estimativa para o crescimento da carteira de crédito total foi reduzida para o intervalo de queda de 10,5 a 5,5% ante projeção anterior de recuo de 0,5 a crescimento de 4,5%. As receitas de serviços e resultado de seguros devem agora crescer entre 4% e 7% nes te ano, incluindo o CorpBanca. A expectativa anterior era de alta de 6% a 9%. Considerando-se apenas as operações no Brasil, foi mantida a projeção de alta entre 4,5% e 7,5%.
O Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) – um dos principais termômetros do mercado – fechou os primeiros sete meses do ano com alta acumulada de 50,8%. Em julho, o índice superou a barreira dos 100 pontos (101,2), o que não acontecia desde fevereiro de 2014. Foi o sexto mês de alta consecutiva, segundo levantamento da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). O resultado reforça o otimismo do empresariado em relação ao cenário econômico e ao ambiente de negócios do Brasil.
“A economia do Brasil segue em recuperação. O país não está parado, mesmo com o cenário de crise. Também é assim com o setor de seguros. Algumas boas notícias de julho foram o sinal de que o seguro de auto popular pode ser regulamentado e se tornar um novo produto de oferta pelo corretor o que traria, sem dúvida, novos negócios com milhões de novas apólices. O empresariado está atento a isso e percebemos em nossa pesquisa”, destaca o presidente da Fenacor, Armando Vergilio, em nota.
Os resultados do ICSS são calculados a partir de pesquisa realizada pela Fenacor com 100 grandes empresas do setor, que indicam percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).
A pesquisa da Fenacor também apura a expectativa das empresas em relação ao crescimento da economia pelos próximos seis meses. Todos os três segmentos do mercado (seguradoras, corretoras e resseguradoras) registraram alta dos seus índices de confiança: 86%, 87% e 77%, respectivamente. Quanto ao faturamento, 83% das corretoras; 81% das seguradoras e 77% das resseguradoras, esperam um cenário mais favorável nos próximos seis meses.
Quanto à rentabilidade, o otimismo segue em alta: 83% das corretoras; 82% das seguradoras e por 70% das resseguradoras confiam na manutenção ou melhora dos índices atuais. O setor de seguros é responsável por 6% do Produto Interno Bruto (PIB). É uma indústria que emprega mais de 40 mil pessoas, abriga cerca de 90 mil corretores e reúne 112 companhias seguradoras em todo o país. Em 2015, movimentou R$ 350 bilhões em volume de prêmios (considerando resseguros e a saúde suplementar), crescendo 11,6%, o que mostra sua força na economia nacional.
Um banco russo chamado Sberbank achou uma forma de ganhar dinheiro e atrair mais clientes nessa febre do Pokémon Go. O banco está oferecendo seguros gratuitos para os treinadores russos e pretende dar um valor de até R$ 2.6 mil em casos de acidentes relacionados ao jogo.
Jogar Pokémon Go é uma diversão e tanto. Mas, se você está acompanhando as notícias sobre o joguinho, pôde perceber que ele já causou inúmeros acidentes e até mesmo a morte de um adolescente na Guatemala. E foi pensando nesses acidentes que o banco criou o seguro, que cobrirá apenas as pessoas que sofrerem acidentes enquanto estiverem jogando.
“Como a maior seguradora da Rússia, nós queremos assegurar todos os jogadores da Rússia”, disse Max Chernin, presidente do Sberbank. “Considerando a quantidade de jogadores que tem no mundo e também a quantidade de acidentes, nós criamos um seguro que será gratuito para os treinadores.”
Max disse ainda que, com o seguro, os jogadores podem se concentrar ainda mais no jogo, sem uma preocupação tão grande assim. Para ter o seguro, o jogador russo precisa cadastrar no site do banco o nome de usuário no jogo e também o número do celular que o jogo foi baixado.
Ainda nessa levada do jogo, o Sberbank criou alguns Pokéstops perto das agências do banco ao redor da Rússia e também alguns Pokémons que só serão encontrados lá. “Os jogadores que visitarem o banco poderão capturar alguns tipos de Pokémon que não tem lá fora. Eles estarão disponíveis no horário de funcionamento do banco.”
Quando esse seguro foi anunciado no último dia 18, alguns sites russos criaram uma polêmica em torno disso, dizendo que não era verdade, mas a assessoria do banco confirmou a veracidade do anúncio.
“É com bons olhos que vemos esse trabalho de educação do consumidor, o trabalho de harmonização das relações entre o mercado, os órgãos de defesa do consumidor e a sociedade, em prol de um consumo saudável”. A frase foi dita pelo coordenador do Procon de Teófilo Otoni (MG), Rafael Svizzero, durante o evento sobre o Seguro de Garantia Estendida, que aconteceu na última sexta-feira (29), em Belo Horizonte. Promovida pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), a ocasião reuniu representantes de seguradoras, Procons do estado de Minas Gerais e membros da comissão de Seguro de Garantia Estendida da FenSeg, como o presidente e o vice-presidente da comissão, Allan Rocha e Rodrigo Zanini.
Durante o evento foi lançada a cartilha ‘Entenda os Seguros para Celulares e Equipamentos Eletrônicos e Portáteis: orientações para o Consumidor’. Com viés didático, a publicação possui linguagem simples e de fácil entendimento e elenca os principais conceitos, benefícios e coberturas para celulares, notebooks, tablets e bens eletroportáteis. Também esclarece dúvidas a respeito da contratação do produto e do funcionamento do seguro. O mercado acredita que ações como esta são fundamentais para fortalecer os vínculos com os seus consumidores, e ampliar a relação com os órgãos de defesa do consumidor. “Quisemos produzir algo que fosse bom para o consumidor”, pontuou Allan Rocha. “São quatro milhões de brasileiros que possuem um seguro para celular, com uma sinistralidade bastante alta”, complementou o integrante da comissão de Seguro de Garantia Estendida, Marco Garuti. O consumidor precisa estar atento às coberturas do contrato, e para isso, é muito importante que o processo de venda seja muito bem definido por parte do vendedor.
As maiores reclamações, segundo dados da FenSeg, estão no furto simples. “Por exemplo: furto simples (quando a pessoa não percebe) não é coberto pelo seguro” explica Garuti. Já o roubo e furto qualificado (quando a pessoa sofre violência) terá cobertura; em caso de esquecimento do aparelho, também não haverá cobertura. Dados apontam que, dos serviços que acontecem 60% correspondem a roubo; 30% representam o furto qualificado; e 10%, furto simples. “As reclamações para furto simples somam 80%, ou seja, o processo de venda não está correto, por isso defendemos tanto o treinamento e qualificação do vendedor de varejo. O cliente precisa saber o que está levando”, explicou Marco Maruti.
O diálogo transparente e a troca de informações entre o mercado e o órgão de defesa do consumidor deram o tom do evento. “Sabemos que ainda temos problemas e gostaríamos de compartilhar o nosso trabalho em busca dessa melhoria”, disse Allan Rocha. O setor percebeu que o varejo ainda necessita de treinamento e orientação, por esta razão, reeditou o Manual de Boas Práticas para o Varejo, criado em 2012. A publicação atualizada, apresentada durante o evento, veio com o objetivo de reforçar o treinamento dos vendedores e orientar o varejo com uma linguagem de mercado homogênea, além de servir como objeto de consulta para esses profissionais. O material orienta que a ‘venda casada’ é prática expressamente proibida por lei, por exemplo. “O varejo é um braço da seguradora e sofre as mesmas penalidades que uma seguradora sofreria, ao cometer uma infração”, enfatizou Rodrigo Zanini.
Seguro roubo e furto qualificado:
Ø Garante a reposição do aparelho por um bem igual ou similar, limitado ao valor da nota fiscal;
Ø Em caso de impossibilidade de realizar a substituição do aparelho, será pago ao segurado o valor em dinheiro conforme o que constar em nota fiscal;
Há cobertura:
Ø Roubo: caracterizado quando a pessoa sofre ameaça física verbal ou uso de força bruta;
Ø Furto qualificado: identificado quando a pessoa não sofre ameaça e só percebe quando se depara com os vestígios do crime.
Não há cobertura:
Ø Furto simples, perda ou esquecimento: é quando a pessoa não percebe o furto e não encontra vestígios do crime.
Seguro danos acidentais:
Ø Este seguro conta com a cobertura de reparo do aparelho em caso de dano causado acidentalmente;
Ø A principal cobertura desse seguro é a quebra causada por queda;
Ø Em caso de danos ao aparelho, o reparo sempre será a primeira alternativa;
Ø Em caso da impossibilidade de reparo, a seguradora efetuará a troca por outro aparelho igual ou similar (de valor limitado ao montante da nota fiscal de compra do aparelho);
Ø Em último caso será efetuada indenização em dinheiro (de valor limitado ao montante da nota fiscal de compra do aparelho).
Seguro garantia estendida original
Ø Este seguro garante o reparo do seu bem em caso de defeitos funcionais que atrapalhem o uso do aparelho;
Ø Cobre custos das peças genuínas e da mão de obra qualificada para conserto;
Ø Caso não seja possível o reparo, o segurado terá direito a receber um novo aparelho igual ou similar e, em último caso, será pago o valor em dinheiro (limitado ao montante da nota fiscal de compra do aparelho);
Ø É importante destacar que a cobertura deste seguro se inicia após o término da garantia original do produto e estão garantidas as mesmas coberturas e exclusões do manual do fabricante.
Paris – A seguradora francesa AXA afirmou nesta sexta-feira que fechou parceria global com a gigante chinesa de e-commerce Alibaba e sua unidade Ant Financial Services para distribuir produtos de seguros da AXA e se expandir na China.
“Graças ao conhecimento inigualável da Alibaba de seu mercado doméstico, esta parceria também nos ajudará a acelerar ainda mais o nosso desenvolvimento na China, onde já somos a seguradora internacional número 1”, disse Thomas Buberl, executivo-chefe adjunto da AXA, em comunicado.
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