Lançado o Relatório de Sustentabilidade GRI da CNseg

Mais de 100 pessoas participam, na manhã desta sexta-feira, 29, do I Encontro de Sustentabilidade e Inovação do Setor de Seguros, promovido pela CNseg, em sua sede, no Rio de Janeiro. A cerimônia de abertura contou com a participação do presidente da CNseg, Marcio Coriolano, do diretor-presidente da ANS, José Carlos de Souza Abrahão, do diretor presidente da instituição de ensino superior Insper, Marcos Lisboa, e da presidente da Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg, Fátima Lima. O diretor da Report, Álvaro Almeida, apresentou detalhes do primeiro Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros.

Acesse o relatório:

Release

I Relatório de Sustentabilidade do Setor de Setor de Seguros aponta que 85% das seguradoras mantêm iniciativas ligadas à Educação em Seguros

Um conceito mais amplo sobre sustentabilidade que ultrapassa as barreiras das iniciativas voltadas apenas à proteção do meio ambiente foi consenso entre os palestrantes do I Encontro de Sustentabilidade e Inovação do Setor de Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), na sexta-feira, 29 de julho, no Rio de Janeiro. Logo na abertura do evento, o presidente da Confederação, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, destacou o papel do mercado segurador como agente de movimento social e econômico do País.

“Sustentabilidade e inovação são temas que estão intrinsicamente vinculados à atividade do setor de seguros por meio da subscrição do risco, o estudo do risco a ser tomado, da gestão deste risco e da formação de garantias. A formação de garantias é um ponto que eu venho insistindo não apenas ao que tange suporte aos riscos assumidos, mas também por conta do seu papel institucional e de formação de investimentos para o País. Isto posiciona o mercado como protagonista da busca de um desenvolvimento sustentável”, pontuou Coriolano, enfatizando que o principal componente operacional das empresas de seguros é a visão de futuro. “Garantir riscos é permitir que a sociedade se proteja de eventos que podem comprometer a sua capacidade de sustentabilidade”, explicou.

Do ponto de vista macroeconômico, Coriolano ressaltou a dimensão do mercado segurador que tem como um dos seus princípios básicos evitar que recursos sejam desperdiçados. “Geralmente, a sustentabilidade vem sendo, ao longo do tempo, associada à preservação de recursos naturais, à questão de governança, entre outras questões adjacentes. Não estou dizendo que não sejam importantes. Mas a hora é de falar da atividade de seguro, falar de sustentabilidade do sistema do ponto de vista da política macroeconômica. Temos o dever e condições de nos colocar no centro desta política macroeconômica – sustentabilidade econômica. Hoje o mercado acumula mais de R$ 800 bilhões em termos de garantias dos riscos assumidos. Em breve, do jeito que o mercado avança e o país também, falaremos em trilhão de reais em garantias de riscos, uma importante fonte de financiamento tanto para o setor público como para o setor privado”, concluiu.

O diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), José Carlos de Souza Abrahão, também participou da abertura do evento e, em linha com a fala de Coriolano, reiterou que a definição da sustentabilidade na saúde e no seguro não é apenas a sustentabilidade ambiental. “É a sustentabilidade assistencial, da busca do equilíbrio econômico e financeiro. A sociedade está cada dia mais empoderada, a cada dia nos cobra mais e tem um nível de consciência maior. Precisamos trazê-la para participar e comungar disto. E isto só vai acontecer por meio do diálogo. O consumidor é a razão da nossa existência”, afirmou. “Nós vivemos um momento social e político muito delicado e compete a todos nós ter tranquilidade e serenidade. A saúde depende fundamentalmente da construção de um diálogo franco, democrático e técnico. Precisamos trabalhar a gestão de risco, trabalhar a análise do impacto da legislação e trabalhar a previsibilidade. Nenhum segurador trabalha se não tiver seus olhos na previsibilidade. E esta é a missão do órgão regulador. Temos que prover segurança jurídica para diminuir uma situação que hoje tanto se fala, que é a judicialização da saúde”, observou.

Neste sentido, a presidente da Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg, Fátima Lima, reforçou a importância de abrir espaço para a discussão sobre sustentabilidade e inovação. “É preciso traduzir a sustentabilidade para o nosso ambiente de negócios. A sustentabilidade consiste em avaliar os impactos sociais, políticos, econômicos, ambientais e de governança no nosso modelo de negócios. Como é que o setor de seguros vem trabalhando esta temática? A sustentabilidade não é apenas abraçar árvore. A sustentabilidade é competitividade. É saber aplicar estas questões no seu portfólio de produtos e serviços”, avaliou, destacando que é preciso compreender os impactos das grandes tendências globais, como a mobilidade urbana, a longevidade e a saúde, para que se possa inovar dentro no nosso mercado. “Como tomador de riscos a gente precisa entender, se antecipar a estas questões e entender se as soluções de hoje em termos de serviços de seguros estão atendendo a estas questões”, sinalizou.

Em destaque, a programação do encontro também trouxe a palestra do economista, ex-presidente do IRB Brasil RE e presidente do Insper, Marcos Lisboa, que discorreu sobre o tema “Liderança em Sustentabilidade”. Durante a sua fala, Lisboa indagou: “Como garantir a sustentabilidade das contas de um país que envelhece?”, afirmando que este não é o único de desafio do setor de seguros no Brasil e que se faz urgente enfrentar um debate sobre a estabilidade do setor público, a necessária reforma da aposentadoria, o regime geral da previdência social e os limites de gastos públicos.

No painel “A jornada de sustentabilidade do mercado segurador colombiano”, a diretora de Inclusão Financeira e Sustentabilidade da Federação Colombiana de Seguradoras (Fasecolda), Alejandra Diaz, destacou que 700 milhões de pessoas, o equivalente a 9,6% da população mundial, viviam, em 2015, com menos de US$ 1,90 por dia. Alejandra mencionou grandes desafíos para o desenvolvimento sustentável, entre eles, as mudanças climáticas, a escassez de recursos, os crescimentos urbano e populacional e a segurança alimentar. Ela ainda explicou que a aplicação do desenvolvimento sustentável passa por mudanças na regulação e nas políticas públicas, pelas expectativas dos consumidores e pela alteração do ambiente de negócios.

Do ponto de vista do mercado segurador, Alejandra salientou como a tecnologia está mudando o ambiente em que o seguro opera e promovendo a massificação dos seguros por meio de meios remotos; a personalização de produtos baseada nas informações sobre clientes (BIGDATA); a cobrança de prêmios em função do verdadeiro perfil de risco do consumidor (Pay as you use); e a participação de novos players no mercado e em sua cadeia de valor, inclusive não-seguradoras.

A mesa-redonda intitulada “Caminhos para o futuro: sustentabilidade e inovação” reuniu representantes da SulAmérica, da Bradesco Seguros, do Grupo Segurador BB e Mapfre, da Liberty Seguros e da Brasilprev Seguros e Previdência, que, ao lado do fundador da Report Sustentabilidade, Álvaro Almeida, discorreram sobre as iniciativas e ações aplicadas no âmbito de trabalho de suas companhias.

Durante o evento foi lançado o 1º Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, elaborado de acordo com as diretrizes e indicadores Global Reporting Initiative (GRI). Este modelo favorece a organização do conteúdo e a comparabilidade dos indicadores do setor, com os de cada empresa integrante ou de outros setores da economia. Nele, além de uma visão geral, estão resumidos os mais importantes acontecimentos e destaques do ano de 2015 referentes à CNseg e às suas quatro federações (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap). A publicação destaca que 85% das seguradoras mantêm iniciativas ligadas à educação em seguros; 1.372 candidatos participaram do primeiro exame da Certificação Profissional da CNseg (CPC); 96 ações presenciais e onlines foram realizadas pelo setor de seguros durante a 2ª Semana Nacional de Educação Financeira, alcançando mais de 95 mil pessoas; e 32 apresentações da peça de teatro de educação em seguros foram realizadas, atingindo mais de cinco mil estudantes de 22 escolas e oito estados do Brasil.

Entre outras questões, a publicação aponta, do ponto de vista ambiental, que 67% das empresas associadas à FenaSaúde realizam a gestão de suas emissões de gases do efeito estufa (GEE) e mantêm iniciativas para mitigar suas emissões. Na FenSeg, o percentual é de 50%. Em 2015, mais de 2.200 toneladas de sucata automotiva passaram por logística reversa, em ações monitoradas pela FenSeg.

A análise social, que aborda temas como educação em seguros, relacionamento com clientes e órgãos reguladores, e a gestão de colaboradores, aponta que 77% das empresas mantêm algum tipo de engajamento com os seus públicos estratégicos. Além disso, 75% das associadas às federações integram em suas políticas de responsabilidade social as políticas públicas oficiais dos governos municipal, estadual e federal. E, ainda, 71% das empresas realizam pesquisas de opinião e/ou satisfação com clientes.

No que tange à governança corporativa e questões relacionadas à gestão da ética, das práticas de compliance e da conformidade a normais internas e externas, o material indica que 96% das associadas têm código de ética e/ou conduta e declarações de missão, visão e valores; 95% fazem o monitoramento e o tratamento de questões relacionadas à conduta ética; 90% das empresas consultadas usam um checklist regulatório no processo de desenvolvimento de produtos e serviços; 81% mantêm canais internos anônimos de denúncia sobre práticas de desvio de conduta, tais como assédio moral/sexual, corrupção etc.; 55% tiveram alguma interação com órgãos reguladores, acionistas e parceiros de negócios relativa a questões ASG.

Associação ao Ibracor começa segunda-feira

paulo-santosO site do Instituto Brasileiro Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, Resseguros, Capitalização e de Previdência Complementar Aberta (Ibracor) estará aberto para inscrição dos associados na próxima segunda-feira, dia 1º de agosto. Segundo o presidente da entidade, Paulo dos Santos, é muito fácil se associar. “O corretor de seguros precisa apenas acessar o site www.ibracor.org.br e se cadastrar. A partir daí, o próprio sistema gera uma senha, que será remetida de volta ao email informado”, explica.

Ele acrescenta, com essa senha, o corretor poderá entrar no portal, procurar o cadastro em “associados” e solicitar sua associação ao Instituto. “Para tanto, basta que seus dados informados estejam atualizados junto ao cadastro da Susep”, observa Paulo dos Santos.

O presidente do Ibracor frisa ainda que é condição necessária a adesão ao código de ética, o que o corretor poderá assinalar eletronicamente, quando do envio do pedido de associação.

Ele lembra também que o profissional que se inscrever até o final de 2016 estará isento das contribuições inicial e de manutenção dos exercícios de 2016 e 2017, seja pessoa física ou pessoa jurídica.

O site do IBracor divulga todas as informações necessárias para os profissionais se associarem, além das ações do órgão e ainda as orientações quanto ao enquadramento correto às normas legais e regulamentares.

Mongeral Aegon se classifica entre as melhores empresas para se trabalhar no RJ pela Great Place to Work

Fonte: Mongeral Aegon

A seguradora Mongeral Aegon conquistou o sétimo lugar entre as 40 melhores empresas para se trabalhar no Rio de Janeiro, segundo a Great Place to Work (GPTW). O ranking é realizado anualmente em mais de 50 países. “Sempre investimos e cuidamos do nosso capital humano. Este é, inclusive, um dos fatores mais relevantes que manteve a companhia sustentável nesses 181 anos de atuação no Brasil. A partir de 2014, houve uma reestruturação importante na área de Recursos Humanos, que fez com que as ações de Qualidade de Vida e Treinamento ganhassem mais força e prioridade na agenda dos colaboradores”, justifica Carla Muniz, superintendente de Gestão de Pessoas da Mongeral Aegon.

A Mongeral Aegon desenvolve uma série de ações voltadas para a Qualidade de Vida e o Desenvolvimento e investe cerca de 14% sobre o orçamento anual nesses programas. Em 2015, por exemplo, a companhia desenvolveu programa de incentivo para a perda de peso dos funcionários. O objetivo foi conscientizar o público a praticar atividades físicas e manter bons hábitos de alimentação. Os que conseguiram a maior redução foram premiados na festa de fim de ano da seguradora. A Semana da Saúde, outra atividade, cativou 700 pessoas, que participaram de levantamento de informações, como aferição de dados de saúde, oficinas de relaxamento, terapias alternativas e aulas de yoga. O resultado deste mapeamento é utilizado como baliza das novas ações de qualidade de vida.

Só no ano passado, a seguradora cresceu 27% nas receitas e, nos últimos 10 anos, a média de crescimento foi de 22% ao ano. Além disso, os resultados das pesquisas de clima e de satisfação dos colaboradores sobre os serviços prestados internamente (entre as áreas) também demonstram constante evolução. “A empresa é feita de pessoas e somos uma seguradora que protege vidas. Isso está no nosso DNA. Precisamos sentir que estamos evoluindo, que agregamos valor para a sociedade. Este é um importante fator motivacional. É fundamental investir no desenvolvimento dos seus funcionários, oferecendo capacitação e oportunidades de crescimento”, ratifica Carla Muniz.

No quesito desenvolvimento, a Mongeral Aegon desenvolveu atividades como o Plano de Ascensão Profissional, que após processo seletivo interno, direciona as pessoas para a Escola de Liderança, que oferta várias opções de cursos e ações de desenvolvimento. Ao término do programa, aqueles que obtiveram o resultado esperado, compõe o banco de talentos da empresa e possuem prioridade nas oportunidades internas para posições de liderança. No ano passado, 24 profissionais participaram deste programa e desse total, 50% foram promovidos.

Sobre a Mongeral Aegon
Presente no Brasil há 181 anos, a Mongeral Aegon tem como objetivo auxiliar as pessoas com as ferramentas necessárias para que elas planejem um futuro financeiro mais tranquilo. A companhia está presente em todo o Brasil, com mais de 2 milhões de clientes, para os quais assegura mais de R$ 270 bilhões. Desde 2009, a empresa faz parte do Grupo Aegon, um dos maiores grupos de seguro, previdência e investimentos financeiros do mundo. Nos últimos anos, a expansão dos negócios deu origem ao Grupo Mongeral Aegon, que é formado por, além da seguradora, pelo Mongeral Aegon Fundo de Pensão, pela Mongeral Aegon Investimentos, pela empresa de gestão previdenciária Mongeral Aegon Administração de Benefícios e pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. O grupo está presente em todo o país por meio de 60 unidades de negócios, 1.200 funcionários e 4 mil corretores parceiros. www.mongeralaegon.com.br

Sobre a Aegon
No mercado há mais de 170 anos, a Aegon tem crescido como uma companhia internacional, com presença em mais de 25 países na América, Europa e Ásia. Atualmente, é uma das maiores organizações financeiras, com atuação nos segmentos de Seguro de Vida, Fundo de Pensão e Gestão de Ativos. Na Holanda, é responsável por aproximadamente 25% das pensões e tem sob sua gestão o equivalente a R$ 1,5 trilhão. O propósito da companhia é ajudar as pessoas a assumir a responsabilidade por seu futuro financeiro, razão compartilhada pela Mongeral Aegon em sua atuação no Brasil.

Seguro para fusões e aquisições ganha espaço no Brasil

Flavio Sá_AIG BrasilFonte: AIG

O seguro M&A (sigla em inglês para Fusões & Aquisições), apesar de ainda recente no Brasil, tem ganhado importância neste tipo de contratos por endereçar preocupações das partes envolvidas. A AIG Brasil foi pioneira ao trazer o seguro M&A ao Brasil, ainda em 2014, adaptando a solução e oferecendo uma ferramenta para facilitar a concretização da transação.

No atual cenário, diversas empresas estão interessadas na venda de ativos não estratégicos para a sua capitalização e investimento em suas principais operações. Ao mesmo tempo, investidores que miram o longo prazo identificam oportunidades que a transação possa trazer (captura de sinergias, novo posicionamento para o mercado, melhoria em processos produtivos, etc) e, em conjunto com assessores, mapeiam os riscos associados à operação, dentre eles os passivos do vendedor. “O seguro cobre eventuais prejuízos resultantes da infração às garantias (Representantion & Warranties) dadas pelo vendedor no Contrato de Aquisição e indenizará o chamado de passivo oculto: aquele não mencionado, não conhecido e não esperado no processo de due diligence”, explica Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da seguradora AIG Brasil.

O mapeamento dos passivos é parte integrante fundamental para que um processo de M&A tenha o resultado esperado, e os assessores jurídicos e auditores têm papel fundamental para endereçar esses pontos que em algumas situações podem inviabilizar a conclusão do negócio. “Existe uma crescente preocupação dos investidores pelo passivo oculto nas transações ao redor do mundo, e o Brasil segue a mesma tendência. O seguro é uma opção válida e que facilita a concretização do negócio, dado que a seguradora garante prejuízos que possam surgir anos após a assinatura do contrato de compra e venda”, complementa Sá.

Outra vantagem oferecida pelo seguro M&A é que não há necessidade de um contrato de ‘contra-garantia’, requisito fundamental em outros seguros como os de Garantia de Performance ou Judicial por exemplo. “O Seguro pode facilitar a liquidez financeira, liberando recursos das empresas envolvidas na transação”, exemplifica o executivo da AIG.

Em um cenário de retração observado nos últimos meses, em decorrência do esfriamento da economia nacional, o Brasil segue representando um importante centro para fusões e aquisições nos mais variados setores. De acordo com a pesquisa Mergers and Acquistions (M&A), da consultoria PwC, somente nos dois primeiros meses de 2016, foram realizadas 98 transações entre empresas, um número significativo, ainda que em queda, levando em conta um período marcado pela volatilidade no cenário político-econômico.

Segundo Flavio Sá, diante desta conjuntura, o produto M&A é mais uma opção de garantia, podendo facilitar a concretização da operação e sendo vantajoso para as empresas envolvidas.

Seguradoras nos EUA atuam como supermercados financeiros

Fonte: Bloomberg

Se tudo sair errado, empreste dinheiro.

Essa é a estratégia de algumas das maiores seguradoras americanas na busca de retornos mais altos em um universo de investimento onde às vezes a compra de títulos garante prejuízos.

Os maiores bancos dos EUA estão limitados por normas promulgadas depois de 2008 que tornam mais difícil estender empréstimos. Portanto, empresas como a MetLife e a American International Group estão aumentando a participação no mercado. Apesar de muitas seguradoras estarem no mercado de imóveis comerciais há décadas, o setor está se diversificando com hipotecas residenciais, créditos para pequenas empresas, empréstimos para compra de automóveis, financiamento de energia renovável e dívida estudantil.

“Não há dúvida de que as seguradoras estão tentando se diversificar entrando em novas áreas e inovando tanto quanto possível”, disse Adam Hamm, chefe do departamento de seguros da Dakota do Norte e membro do Conselho Supervisor de Estabilidade Financeira dos EUA.

O discreto rearranjo do setor de crédito faz parte de uma transformação das finanças americanas após a crise de crédito de 2008. Junto a hedge funds, empresas de private equity e startups de tecnologia, as seguradoras se uniram às filas dos bancos paralelos – empresas que agem como bancos sem serem reguladas como eles. Legisladores e reguladores já perceberam a mudança de cenário e a candidata presidencial democrata Hillary Clinton prometeu “abordar os perigos financeiros” aumentando a transparência e reduzindo a volatilidade no sistema emergente.

Novos supermercados

As seguradoras estão se convertendo nos novos supermercados financeiros em parte por causa dos retornos minúsculos oferecidos por investimentos tradicionais – as notas do Tesouro dos EUA com vencimento em 10 anos rendem menos de 1,6 por cento e parte da dívida soberana europeia é negativa, ou seja, os investidores têm que pagar para colocar seu dinheiro nela. E uma incursão em investimentos mais agressivos, como hedge funds, atrelou muito capital e provocou perdas nos últimos trimestres.

Hoje, seguradoras são responsáveis por 11,6 por cento dos empréstimos no mercado global de dívida privada, que inclui créditos diretos, segundo a fornecedora de dados Prequin. As empresas aumentaram em 50 por cento o financiamento imobiliário, para US$ 430 bilhões, nos últimos dez anos, segundo o Federal Reserve (Fed).

Em 2015, a MetLife ,a maior fornecedora de seguros de vida dos EUA, concedeu mais hipotecas do que nunca em 148 anos de história. O CEO Steve Kandarian disse que a empresa planeja continuar se expandindo em 2016 porque as hipotecas têm “fluxos de renda previsíveis”. A MetLife não quis fazer comentários. A AIG tem mais de US$ 20 bilhões alocados em hipotecas comerciais e aumentará sua aposta enquanto abandona hedge funds de desempenho ruim.

Federal Reserve

As seguradoras estão cada vez mais parecidas com administradoras de ativos. A MetLife, a MassMutual, a Prudential Financial e a New York Life Insurance estão montando unidades que investem recursos de clientes em vez de só o dinheiro que possuem para garantir as obrigações das apólices. Um porta-voz da New York Life não quis comentar.

Apesar de serem vistas como credores seguros porque podem investir recursos durante muito tempo e não têm de se preocupar com depositantes que retiram dinheiro a qualquer momento, é possível que as seguradoras não tenham a experiência em subscrição de títulos de credores veteranos, disse Yariv Itah, assessor de administração de ativos da Deloitte Consulting.

“Existe o risco de não saber exatamente como fazer isso”, disse Itah. “Então, toda vez que um investidor entrar em uma nova área de investimento, há certos riscos operacionais”.

AGENDA: Impacto da longevidade na sociedade e na previdência social e privada

nilton molina 2Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon e do Instituto de Longevidade, e membro titular do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), fala sobre o ‘Impacto da longevidade na sociedade e na previdência social e privada’, no Clube de Seguros de Vida e Benefícios (CVG/RS), na próxima terça-feira, dia 2 de agosto.

Serviço:

CVG/RS – Salão Nobre da Federasul

Local: Largo Visconde do Cairú – Centro – Porto Alegre

Horário: 09h

Inscrições até 01/08

SulAmérica lucra R$ 232,3 milhões no semestre, alta de 1,4%

2T16(1)A SulAmérica registrou lucro líquido de R$ 126,4 milhões (+0,5%) no segundo trimestre deste ano e R$ 232,3 milhões (+1,4%) no primeiro semestres. As receitas operacionais totais acumulam R$ 4,1 bilhões (+6,9%), sendo R$ 4 bilhões (+7,6%) de receitas operacionais de seguros. A sinistralidade ficou em 77,5% e a rentabilidade sobre o patrimônio alcançou 15,5%.

O segmento de saúde e odontológico avançou 15,2%, com receita de R$ 3 bilhões no segundo trimestre. Automóveis recuou 7,6%, ramos elementares 57,2% e vida e acidentes pessoais decresceu 2,5%.

Segundo texto que acompanha os resultados, “o resultado consolidado apresentado no segundo trimestre de 2016 é especialmente importante quando considerado o forte desempenho do mesmo período de 2015, combinado à forte retração econômica, piora nos índices de desemprego e aumento da carga tributária. Mesmo em um ambiente adverso, conseguimos manter uma execução consistente, explicada pela nossa política de subscrição focada em rentabilidade, além da disciplina no controle de custos operacionais e administrativos e na gestão dos ativos próprios.”

Braço segurador participa com 30,7% do lucro do banco Bradesco

bradesco logoO Bradesco obteve lucro líquido ajustado de R$ 4,161 bilhões no segundo trimestre, número que aponta queda de 7,6% sobre o resultado obtido no mesmo período do ano passado. O lucro líquido contábil caiu na mesma proporção e ficou em R$ 4,134 bilhões. Quanto à origem, o lucro é composto por R$ 5,730 bilhões provenientes das atividades financeiras, correspondendo a 69,3% do total, e por R$ 2,544 bilhões gerados pelas atividades de seguros, previdência e capitalização, representando 30,7% do total. 


O lucro líquido do 1o semestre de 2016 manteve- se em linha com o resultado apresentado no mesmo semestre do ano anterior, em decorrência, basicamente do crescimento de 6,9% no faturamento, da manutenção do índice de comercialização e do índice de eficiência administrativa, mesmo considerando o acordo coletivo da categoria, em janeiro de 2016; do aumento no resultado financeiro e patrimonial; compensado, em parte: pela constituição de provisão complementar de cobertura, já mencionado no parágrafo anterior; (pelo aumento de 3,0 p.p. no índice de sinistralidade; e pela elevação da alíquota da Contribuição Social (CSLL).

Os prêmios emitidos de seguros, contribuição de previdência e receitas de capitalização atingiram o montante de R$ 32,439 bilhões, no 1o semestre de 2016, evolução de 6,9% em relação ao mesmo período de 2015. As provisões técnicas alcançaram R$ 190,649 bilhões, apresentando uma evolução de 15,8% em relação ao saldo de junho de 2015.

Segue abaixo release do grupo:

O Grupo Bradesco Seguros, líder do mercado nacional de seguros com atuação multilinha e presença em todas as regiões do país, registrou faturamento de R$ 32,4 bilhões até junho de 2016, nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. Esse valor representou crescimento de 6,9% em relação aos R$ 30,4 bilhões totalizados no mesmo período de 2015.

Patrocinador dos Jogos Rio 2016, junto com o Banco Bradesco, e segurador oficial do evento, o Grupo apresentou, no primeiro semestre de 2016, lucro líquido em linha com o registrado nos primeiros seis meses do ano passado, somando R$ 2,54 bilhões, com retorno anualizado sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 22,4%.

O volume de provisões técnicas apresentou aumento de 15,8%, atingindo R$ 190,6 bilhões, contra R$ 164,6 bilhões no mesmo período de 2015. Já os ativos financeiros superaram o montante de R$ 205 bilhões, o maior do mercado segurador brasileiro (cerca de 30% do total), registrando crescimento de 14,6%.

O total pago pelo Grupo Bradesco Seguros em indenizações e benefícios atingiu R$ 24,9 bilhões no primeiro semestre de 2016, alta de 16,9% em relação aos R$ 21,3 bilhões registrados em igual período de 2015.

Na comparação com a primeira metade de 2015, merece destaque o segmento de Saúde, que apresentou expansão de 16,7% no faturamento, em especial a carteira de Pequenas e Médias Empresas, que cresceu 31% em receita, superando mais de um milhão de vidas.

No total, o Grupo Bradesco Seguros conta com mais de 4,2 milhões de segurados em Saúde. Dentre as 100 maiores empresas em faturamento no Brasil, 43 são clientes do Grupo no segmento.

Destaque, também, para a melhora do Índice de Eficiência Administrativa, que chegou ao patamar de 4% no 2º trimestre de 2016, um dos menores dos últimos períodos (quanto menor o índice, melhor o desempenho), refletindo, sobretudo, o benefício gerado pela racionalização de gastos.

FenSeg lança cartilha com orientações para o consumidor sobre seguros para celulares, equipamentos eletrônicos e portáteis

A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) lançará, amanhã, 29, em Belo Horizonte, a cartilha ‘Entenda os Seguros para Celulares e Equipamentos Eletrônicos e Portáteis: orientações para o Consumidor’. Com viés didático, a publicação possui linguagem simples e de fácil entendimento e elenca os principais conceitos, benefícios e coberturas para celulares, notebooks, tablets e bens eletroportáteis. Também esclarece dúvidas a respeito da contratação do produto e do funcionamento do seguro. A cartilha terá duas versões. A impressa, que será distribuída para seguradoras, sindicatos de corretores, órgãos de defesa do consumidor e varejo. Enquanto a versão on-line estará disponível para leitura a partir de 1º de agosto, no portal da FenSeg (www.fenseg.org.br), no hotsite (www.osegurogarantiaestendida.org.br) e será divulgada nas mídias digitais e redes sociais. “Ações como esta são fundamentais para fortalecer os vínculos com os seus consumidores, e ampliar a relação com os órgãos de defesa do consumidor”, afirma o presidente da Comissão de Seguro de Garantia Estendida da FenSeg, Allan Rocha.

O evento será realizado em parceria com o Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais (Sindseg-MG) e contará com a presença de representantes do mercado de seguros, do Procon/MG, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) e do Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG).

Serviço

Data: 29 de julho de 2016

Horário: 8h30 às 12h20

Local: Auditório do sindicato das Seguradoras

(Av. Afonso Pena, nº. 726 / 22º. andar, Centro – Belo Horizonte/ MG)

CNseg lança o Programa de Educação em Seguro para empoderar consumidor

13782014_1096352767080025_866688447150886322_nMárcio Coriolano, presidente da Confederação Cnseg, faz o pré-lançamento do Programa Educação em Seguros. O objetivo do programa é tornar o setor mais conhecido não só da população e empresas, como também dos técnicos do governo, de associações, de órgãos de defesa do consumidor, do poder judiciário entre tantos outros. Enfim, de todos. Como diz Paulo Freire, educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”, enfatiza.

Para dimensionar o mercado segurador brasileiro, Coriolando traz dados estatísticos de 2015. Cita que as vendas totalizaram R$ 350 bilhões em 2015, o que representa 6,2% do PIB, o que confere ao Brasil o primeiro lugar no ranking de seguros da América Latina e o 13o. no mundo. As indenizações somaram R$ 229 bilhões no ano passado, o que equivale a uma vez e meia o PIB do Uruguai, destaca o executivo. Em reservas técnicas, o setor acumula R$ 789 bilhões, aplicados predominantemente em títulos de renda fixa.

Cerca de 82% das vendas são provenientes de companhias nacional e 18% de estrangeiras. Outro dado interessante sobre o perfil do setor no Brasil é que 52% das vendas provêm das seguradoras ligadas a bancos e 48% das independentes. Em ramos, saúde representa 40%, VGBL 23,6%, auto 8,9%, vida 3,4% e ramos elementares com 2,7%. O crescimento real entre 2011 e 2015 foi de 6,8% e o crescimento nominal 11,4%.

A boa notícia para todos é que os números do setor podem ser ainda mais robustos. Isso porque há apenas 25% da população tem planos de saúde, 26% de carro, 14% de residências têm seguro e só 15% da área cultivada tem seguro agrícola. “Esses números mostram que as seguradoras ainda têm muito a conquistar”, afirma.

Neste panorama, lançar um programa de educação — com ampla divulgação sobre como funciona o seguro, quais as proteções que são ofertadas, como identificar os riscos aos quais se está exposto e ter informações relevantes para tomar uma decisão consciente na hora da compra — é o grande aliado das seguradoras. “Ter consumidores conscientes e empoderados é a aposta mais sustentável e de longo prazo que um setor pode fazer”, argumenta.

Entre os desafios do setor que balizaram os pilares do programa, Coriolano destaca a importância em fornecer informações relevantes aos consumidores e à sociedade em geral na tomada de decisão em relação a compra de proteção financeira. “Muitas pessoas ainda desconhecem os riscos a que estão expostas e que há disponível no mercado segurador coberturas para mitigar perdas que podem mudar o curso de vidas, de governos ou de empresas”, comenta.

São 21 ações intituladas de transformadoras, que atuarão nas mais variadas frentes, mas que no geral visam ampliar o conhecimento e a percepção sobre seguros e sua importância na vida pessoal, familiar e em toda a sociedade, incluindo cartilhas para a população, dados relevantes do mercado mundial ao Ministério da Fazenda, dados locais aos órgãos de defesa do consumidor, ao poder judiciário entre tantos outros envolvidos com o setor”.

Entre as ações do programa há livretos, games interativos, radio web, seminaries, campanhas na mídia, pesquisa de mercado, simuladores financeiros, entre outras iniciativas voltadas para a educação. Para aqueles que sentem falta da CNseg nas redes sociais, a estreia está prevista para meados de setembro, incluindo ai conteúdo institucional no Facebook, Linkedln, Youtube e muito mais. Um dos objetivos é reduzir em 20% o volume de reclamações dos consumidores sobre o setor até 2020. “É um programa que tem começo, mas não tem fim”, finaliza Coriolano.

A exemplo da CNseg, a FenaSaúde também lançará seu programa Educação em Saúde Suplementar, e o primeiro passo é uma cartilha sobre mutualismo, nos mesmos moldes da editada pela Confederação. “O mutualismo e o pacto intergeracional são os pilares da saúde suplementar. No primeiro, muitos estão pagando para alguns usarem os serviços de saúde. E o segundo é quando os que menos utilizam os recursos – neste caso, os mais jovens – carregam na mensalidade o peso daqueles que têm mais idade. Quando é informado sobre como o sistema funciona, o consumidor passa a compreender melhor o uso consciente do plano”, enfatizou Solange Beatriz.

Mais infos no release distribuído pela CNseg:

Com o intuito de conscientizar a população brasileira sobre a importância do planejamento financeiro para a proteção do seu patrimônio e para tomadas de decisões acertadas sobre seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização, a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) realizou, nesta quarta-feira, 27/07, em São Paulo, o lançamento do seu ‘Programa de Educação em Seguros’. A iniciativa, que tem como objetivo combater à desinformação em relação ao mercado segurador, visa reduzir, até 2020, o número de reclamações dos consumidores de seguros entre 15% a 25% em relação ao número de apólices.

O Programa é um desdobramento da mobilização multissetorial que compreende a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) que a CNseg integra, desde 2010, ao lado de outras instituições como o Banco Central do Brasil, a Comissão de Valor Mobiliários (CVM), a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a BM&FBovespa, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), além dos ministérios da Fazenda, da Educação, do Trabalho e Previdência Social e da Justiça. Neste sentido, no último dia 19 de maio, a CNseg, a Susep, a Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e a Escola Nacional de Seguros assinaram um Protocolo de Intenções em prol do desenvolvimento e da execução conjunta de programas relacionados à Educação em Seguros.

No decorrer do triênio 2016-2019, a CNseg implantará 21 ações de transformação. Para o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, um dos principais desafios do Programa é fornecer informações relevantes aos consumidores e à sociedade em geral. “Nosso setor é, ainda, relativamente desconhecido. Não apenas da população, mas também das autoridades que têm a responsabilidade de comandar o Brasil, como os ministérios da Fazenda e do Planejamento, e de outros ministérios que têm a missão de desenhar a política econômica do País, para o qual o nosso setor tem muito a contribuir”, pontuou, ressaltando que o mercado segurador brasileiro responde por 6,2% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e compreende 45% dos prêmios de seguros da América Latina, ocupando a 13ª posição no ranking mundial, tendo arrecadado, em 2015, R$ 350 bilhões, um montante maior do que os resultados das indústrias automobilística e farmacêutica.

Como base para esta iniciativa, a CNseg e suas quatro Federações (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap) vêm desenvolvendo, nos últimos anos, uma série de pesquisas e estudos para compreender os hábitos e as atitudes dos consumidores e da sociedade de forma geral. Tomando como referência ações realizadas pela Federação Europeia de Seguros e Resseguros (Insurance Europe, em inglês), por exemplo, a CNseg considerou em seu Programa de Educação em Seguros objetivos específicos como: 1) Fortalecer a noção de prevenção de riscos junto à população; 2) Ajudar à população no sentido de encontrar a melhor informação quando esta necessitar tomar decisões de proteção contra riscos; 3) Ampliar as oportunidades de escolha do consumidor e a garantia de que ele possa tomar sempre a melhor decisão de compra possível; 4) Desenvolver a capacidade de decisão e a confiança da população diante de oportunidades de proteção; e 5) Prover os consumidores com o melhor entendimento possível sobre os fundamentos do seguro e as diferentes características dos produtos.

Entre as iniciativas estratégicas contempladas pelo Programa também foram consideradas dúvidas recorrentes da população relacionadas a temas como reajustes contratuais, coberturas do seguro, rede referenciada, mutualismo, resgates, rentabilidade e limites de coberturas. As 21 ações de transformação têm como destaque o desenvolvimento de livretos, guias e cartilhas, parcerias com instituições de ensino e órgãos de defesa do consumidor, a promoção de colóquios e seminários, a criação de simuladores de planejamento financeiro e jogos interativos, a implantação da rádio corporativa da CNseg (Radioweb), campanhas na mídia tradicional e nas mídias sociais digitais, um boletim mensal para jornalistas e a organização de workshops para imprensa, incentivo à certificação profissional do setor de seguros (CPC) e a elaboração de um documento de orientação para Educação em Seguros nas escolas. A iniciativa contará com a parceria de diversos agentes do mercado segurador, entre eles, a Escola Nacional de Seguros, a Susep, a Fenacor e os sindicatos de seguros regionais.

Livreto:

Como ponto de partida do Programa de Educação em Seguros, a CNseg apresentou o primeiro livreto da série de 36 publicações previstas para os próximos três anos. ‘O Mutualismo – como princípio fundamental do seguro” tem como objetivo esclarecer uma das questões básicas sobre o mercado segurador brasileiro. Em cinco capítulos, o livreto aborda um pouco da história do mutualismo, suas aplicações aos contratos de seguro e questiona o que pode ferir o mutualismo e como ele pode ser protegido. Entre os temas que serão abordados pelos próximos livretos da CNseg estão “Função Social e Econômica do Seguro”, “Gerenciamento de Risco e Seguro”, “Contrato de Seguro” e “Proteção do Consumidor de Seguros”.