Acontece nesta quinta-feira (dia 25), o fórum BINTECH 2016 em São Paulo. Ao longo de todo o dia, CEOs, diretores e gerentes dos principais bancos e seguradoras do País abordam diferentes temas, dentre os quais, o que é ser um banco ou uma seguradora digital, novos canais para captação de público, soluções antifraude, governança de tecnologia da informação, além de apresentações de estudos de casos por diferentes líderes do setor.
A programação começa às 9 horas com o pronunciamento do CEO da thinkseg André Gregori, apresentando o tema “A Quarta Revolução Industrial e o Real Impacto das Tecnologias nos Negócios de Bancos e Seguradoras: Update e Perspectivas Práticas”. Durante o primeiro painel, o CEO da thinkseg vai mencionar os principais desafios e as oportunidades proporcionados pela tecnologia nas seguradoras e nos bancos no mundo todo.
BINTECH 2016
Local: Hotel Golden Tulip – Rua Frei Caneca 1199, São Paulo
Credenciamento: 8h30
Mais Informações: (31) 3243 2672
Sobre a thinkseg:
A thinkseg é uma seguradora 100% mobile e digital. Somente as pessoas convidadas por um amigo thinkseg e um corretor da rede social da empresa terão o acesso online para a aquisição do seguro. A plataforma thinkseg vai inovar ao trazer o conceito do seguro “pague pelo uso” e ainda vai classificar o perfil de cada motorista de forma online e gamificá-lo junto a sua comunidade. Como resultado, oferecerá um produto com preço adequado ao comportamento de cada pessoa no seu dia a dia.
Sobre André Gregori:
CEO da Thinkseg. Em 2010, iniciou o negócio de Seguros do BTG Pactual, criando desde o zero a BTG Pactual Seguridade que alcançou o valor de mercado de aproximadamente R$ 3,2 bilhões até 2016, quando Gregori deixou o Banco para se dedicar ao projeto da primeira seguradora totalmente mobile no Brasil, a thinkseg. Antes de passar pelo BTG Pactual, já havia iniciado a Fator Seguradora, permanecendo nela até 2010, quando se tornou a empresa mais rentável do grupo Fator.
Cerca de 400 executivos do mercado segurador participam nesta terça-feira (23), em São Paulo, dos debates do VIII Fórum Nacional de Seguros de Vida e Previdência Privada, tradicional evento do calendário da FenaPrevi. A reforma da Previdência Social é o tema central desta edição. Lideranças do setor, autoridades do governo federal e especialistas, inclusive estrangeiros, discutem durante todo o dia as consequências para o sistema público de previdência das mudanças demográficas globais; as alterações já realizadas, em razão disso, no regime previdenciário de alguns países; as perspectivas para a previdência brasileira; e o que deveria ser feito e o que será possível fazer no modelo brasileiro de previdência pública.
Na solenidade de abertura do evento, ao explicar a escolha do tema central do oitavo Fórum, o presidente da FenaPrevi, Edson Franco, disse que a reforma da previdência é estrategicamente relevante para os segmentos representados pela entidade. “Primeiro porque é um tema (a reforma) de interesse direto do nosso mercado e tem implicação na definição do potencial de seu crescimento e de seu perímetro de atuação. Depois, temos de ter em conta que a reforma da Previdência Social representa um pilar fundamental para o desenvolvimento de todos os setores da economia, já que o consenso é de que o País não retomará um regime fiscal responsável sem resolver a questão da previdência pública. E sem uma regime fiscal responsável, o País não criará um ambiente de negócios favorável, não poderá rever sua política monetária atual nem alcançar a esperada retomada do crescimento econômico. A discussão é oportuna e a necessidade de dar transparência a este debate, urgente. Ainda mais em uma sociedade em que há uma grande desinformação sobre a reforma da previdência pública”.
Ao participar da solenidade de abertura, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, lembrou que o Fórum da FenaPrevi consolidou-se como um dos eventos mais importantes do calendário do mercado segurador, ao debater temas de grandes relevância para o desenvolvimento do setor de seguros e para o futuro do País.
Coriolano assinalou também que o mercado segurador, na condição de grande investidor institucional, detém mais de R$ 800 bilhões em ativos garantidores de riscos atualmente, tornando-se tais recursos valiosas fontes de financiamento dos setores públicos e privados, contribuindo para o desenvolvimento econômico e de progresso social. Tendo em vista, porém, o difícil quadro do País, o presidente da CNseg reconheceu que o mercado de seguros está sendo colocado à prova, com impactos diretos no desempenho de algumas modalidades. Apesar disso, comparando-se a outros indicadores da economia, o mercado segurador demonstra resiliência, oferecendo uma contribuição contra-cíclica para a economia. No primeiro semestre, informou, a arrecadação do mercado segurador totalizou R$ 113,9 bilhões nos seis primeiros do ano, taxa de expansão de 6,4%, enquanto outros setores importantes seguem no terreno negativo, como a produção industrial, com queda de 9%, ou o recuo de 22% na produção de veículos no mesmo período.
Referindo ao segmento de Previdência e Vida, que não estão imunes à crise, mas podem potencializar negócios, dependendo da efetividade da reforma da Previdência Social, disse Coriolano: “Sabemos que temos muitos desafios pela frente no cenário de longo prazo. O envelhecimento populacional é uma questão a ser exaustivamente debatida e equacionada por todos nós, por representar uma grande oportunidade para o desenvolvimento de produtos que atendam às novas necessidades da sociedade”. O presidente da CNseg ainda acrescentou que o aumento da expectativa de vida da população precisa ser encarado de forma sistêmica dentro do setor segurador, por ter impactos em diversas modalidades de seguros, como nas apólices de Vida, Previdência e nos planos de saúde. Por fim, afirmou que a CNseg e as Federações associadas estão alinhadas no propósito de “serem reconhecidas como importante instrumento de política macroeconômica para a ampliação da proteção das empresas e da população; instrumento de formação de poupanças e de investimento para a retomada do ciclo de crescimento e de progresso do país”.
A secretária-adjunta de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Priscila Grevoc, representou o ministro Henrique Meirelles, convidado para a abertura e impossibilitado de comparecer. Ela disse que a reforma da Previdência Social, em razão do envelhecimento da população, aumento da longevidade e queda na taxa de natalidade, precisa ser realizada, porque o déficit previdenciário precisa ser contido. Já a diretora de Supervisão de Conduta da Susep, Helena Venceslau, outra participante da solenidade de abertura, detalhou o perfil da nova diretoria da autarquia, que faz parte de uma mudança importante na busca de equilíbrio no ritmo de fiscalização e aprovação de produtos. Helena anunciou, ainda, que a regulamentação do Universal Life deverá ser enviada para aprovação pela CNSP logo, representando uma revolução no mercado.
Por considerar que o objeto de investigação da Comissão Parlamentar de Inquérito do DPVAT é juridicamente determinado, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, indeferiu liminar no Mandado de Segurança 34.229.
Na ação, o Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros e de Capitalização dos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo pretende interromper o funcionamento da CPI, que foi instaurada pela Câmara dos Deputados para investigar alegadas irregularidades na concessão de seguro de danos pessoais decorrentes de acidentes automobilísticos entre 2000 e 2015.
O sindicato alega a inexistência dos pressupostos constitucionais para a criação de CPI, pois não haveria fato ou conjunto de fatos determinados a serem investigados, o que violaria o artigo 58, parágrafo 3º da Constituição Federal. Afirma, ainda, que a investigação, indevida, representaria uma afronta aos direitos dos investigados. No mérito, pede a anulação do ato de criação da comissão.
Ao indeferir o pedido de liminar, o ministro Fachin destacou que a CPI foi instaurada para investigar fato determinado. Ele observa que o requerimento de criação da comissão discorre sobre denúncias de que o DPVAT tem sido objeto de ação de quadrilhas, que atuariam como falsos despachantes e intermediários no processo de cobranças das indenizações, com o objetivo de lesar os verdadeiros beneficiários do seguro, registrando, inclusive, notícia de operação de investigação deflagrada pela Polícia Federal para apuração dos fatos.
Segundo relator, a análise do requerimento de instauração da CPI e da justificativa demonstra que o objeto de investigação, apesar de formado de múltiplos atos, não é juridicamente indeterminado, pois a investigação abrange denúncias de irregularidades na concessão do seguro DPVAT, instituído pela Lei 6.194/1974, cuja adesão é obrigatória a todos os proprietários de veículos automotores sujeitos a registro e licenciamento.
O ministro salienta que, em análise de pedido contra a criação da CPI para investigar a atuação da Funai e do Incra na demarcação de terras indígenas e de remanescentes de quilombos, decidiu de maneira semelhante. Isso porque segundo a jurisprudência do Tribunal, a CPI não está impedida de investigar fatos que se liguem intimamente com o fato principal.
Ressaltou, também, que as CPIs estão sujeitas ao controle jurisdicional de seus atos, não dispondo de poderes absolutos. O ministro afirma que, em qualquer etapa, a atuação fiscalizatória da CPI pode ser objeto de questionamento junto ao STF para que se limite ao previsto na Constituição. Entretanto, não verificou até o momento a ocorrência de abusos que justifiquem a interrupção dos trabalhos.
“Sendo assim, ao menos num primeiro olhar acerca do caso em tela, considerando que os fatos objeto da CPI têm abrangência nacional e reconhecendo o caráter social do DPVAT, entendo que a investigação proposta está inserida nas competências fiscalizatórias do Congresso, de modo que não verifico, por ora, a presença de elementos suficientes a indicar se tratar de investigação tendente a incorrer em ilegítima atuação parlamentar”, concluiu o ministro ao indeferir a liminar. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.
Passados oito anos desde a abertura, o mercado de resseguros brasileiro está mais estabilizado. “Agora, devemos pensar em como aprimorar esse mercado e incentivar o seu crescimento. E estes são os propósitos da AN-Re”, disse Paulo Botti, presidente da recém-criada Associação Nacional das Resseguradoras Locais, durante sua participação em almoço do CVG-SP, dia 17 de agosto, no Terraço Itália.
A princípio, a AN-Re, que é composta por quatro das 16 resseguradoras locais que operam no setor – Austral Re, IRB-Brasil Re, BTG Pactual e Terra Brasis –, assumiu a difícil missão de mudar a imagem do resseguro perante o mercado de seguros. Para tanto, pretende trabalhar para melhorar a assimetria de informações entre seguradoras, corretores e resseguradores. Botti acredita que este seja o caminho para diminuir a mística que existe em torno do resseguro. Ele frisou que “resseguro não é um mistério e tampouco faz milagres, reduzindo a sinistralidade e aumentando o lucro das seguradoras”.
Para o presidente da AN-Re, essa visão deturpada tem complicado o relacionado entre seguradoras e resseguradoras. “O ressegurador pode ser o sócio perfeito da seguradora, oferecendo o seu capital para que esta possa aceitar riscos e incrementar sua produção, e também pode atuar como um bom segurador para grandes riscos ou eventos catastróficos”, explicou.
Evolução do resseguro
Botti analisou a trajetória do resseguro brasileiro, desde a criação do IRB em 1939 até os dias atuais, reconhecendo que o monopólio teve seus méritos na evolução e criação das bases do mercado. O período mais difícil, segundo ele, ocorreu logo após a abertura, em 2008. Naquela época, os desafios eram incentivar a criação de empresas de resseguro no Brasil e ao mesmo tempo manter a oferta de capacidade do exterior necessária para suprir as demandas adicionais do mercado local.
Para tanto, foram criadas duas regras básicas. A partir da definição do capital mínimo de R$ 60 milhões para operar no país, foi fixada a oferta preferencial de 40% dos prêmios ao mercado local. Já para evitar operações de fronting no resseguro, foi definida a obrigatoriedade de retenção de 50% dos prêmios recebidos pelas resseguradoras.
Hoje, em sua opinião, o mercado obteve m bastante sucesso e conta com 16 resseguradoras locais e mais de cem empresas com licença para operar no resseguro offshore, como admitidas ou eventuais. Mas, apesar de competitivo, o mercado de resseguro de seguro de vida ainda é pequeno se comparado ao de outros países.
Dados apresentados por Botti revelam que nos últimos doze meses até março, as seguradoras brasileiras cederam ao resseguro cerca de R$ 10 bilhões em prêmios, dos quais 30% foram colocados diretamente no exterior e 70% em resseguradoras locais. Estas últimas, por sua vez, também retrocederam para o mercado exterior, de modo que em torno de 55% dos prêmios foram para fora do país e 45% permaneceram no mercado nacional.
Resseguro no ramo de vida
Dos R$ 105 bilhões faturados em prêmios pelo mercado de seguros em 2015 (sem considerar previdência privada, saúde e capitalização), R$ 35 bilhões corresponderam ao ramo de seguro de vida. Nos cálculos de Botti, deste volume, o ramo vida cedeu ao resseguro cerca de R$ 400 milhões, o que representa pouco mais de 1% dos prêmios. Segundo ele, no mercado mundial o ramo vida costuma ceder menos resseguro que o property. Porém, a diferença está na proporção.
Enquanto no Brasil o ramo vida corresponde a 1% do total de resseguros, em outros países mais desenvolvidos a proporção chega a 30%. Até mesmo nos países vizinhos a proporção é maior: Argentina e Chile, 3% cada, e Colômbia e México, 5% cada. “Por outro lado, significa que o seguro e o resseguro de vida no Brasil têm muito a crescer”, disse.
Botti acredita que o mercado brasileiro de seguros e resseguros continuará crescendo, seguindo a tendência de expansão dos mercados emergentes. Ele aponta, ainda, a tendência de descentralização empresarial, apesar da concentração que ainda existe no mercado de vida no Brasil. Sua expectativa é que produtos mais sofisticados cheguem ao mercado e que sejam operados predominantemente por seguradoras menores, mais especializadas, contando com a alavancagem do resseguro.
“Depois de oito anos, creio que as resseguradoras estão em dívida com o mercado e podem colaborar muito mais. A AN-Re tem muito trabalho pela frente para colaborar no desenvolvimento desse mercado, principalmente, na área de vida, na qual a oportunidade é muito grande”, disse.
O presidente do CVG-SP comentou a importância da atividade de resseguro para a indústria de seguros. “Além de um instrumento de apoio à capacidade de absorção de riscos pelas seguradoras e empresas de previdência, o resseguro também possibilita, por meio das resseguradoras, o acesso a produtos diferenciados, que auxiliam a incrementar o portfólio de opções aos segurados”, disse Dilmo B. Moreira.
A Liberty Seguros lança um novo aplicativo para apresentar seu portfólio para corretores e clientes. A ferramenta, inovadora no setor de seguros, traz todas as informações sobre os produtos da seguradora de maneira clara e simplificada. Em um só canal e de maneira dinâmica, estão disponíveis informações atualizadas sobre todas as linhas de produtos oferecidos pela Liberty Seguros, desde Auto, Vida e Residência até os seguros para pequenas e médias empresas.
“Nosso objetivo é oferecer aos nossos clientes e corretores uma experiência digital cada vez mais completa”, diz Etienne Gonçalves, gerente de Experiência Digital e Clientes da Liberty Seguros. “Desde o momento da escolha do produto mais adequado para suas necessidades até aquele em que precisar da nossa assistência, eles têm a segurança de que podem contar com a Liberty por meio dos canais de sua preferência”.
A Liberty Seguros já disponibiliza dois aplicativos nos quais segurados e corretores podem consultar informações sobre apólices, oficinas referenciadas, sinistros e o Clube Liberty. Para fazer o download do novo aplicativo, basta acessar a Apple Store ou a Play Store e buscar por Liberty Portfólio de Produtos.
A Brasilprev, especialista no mercado de previdência privada, divulga os seus resultados do primeiro semestre de 2016. Os ativos sob gestão da companhia subiram 30,8% em comparação aos primeiros seis meses de 2015, de R$ 132,9 bilhões para R$ 173,8 bilhões. A arrecadação total foi de R$ 21,9 bilhões, 13,4% a mais que no mesmo período de 2015, quando fechou os primeiros seis meses do ano com R$ 19,3 bilhões. Este desempenho fez com que a empresa apresentasse lucro líquido de R$ 464,7 milhões, um aumento de 8,2% frente ao lucro ajustado do mesmo período de 2015 (R$ 429,6 milhões).
O Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) continua sendo o de maior arrecadação, responsável por R$ 20,6 bilhões, crescimento de 14,5% em relação ao ano passado, quando arrecadou R$ 18,0 bilhões. O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o plano Tradicional mantiveram os resultados anteriores, arrecadando R$ 1,1 bilhão e R$ 200 milhões, respectivamente.
“O ano de 2016 vem sendo bastante positivo para a Brasilprev, que manteve as lideranças conquistadas, atestando seu protagonismo no setor. O aumento crescente da consciência da população sobre a importância de acumular recursos para o futuro tem impulsionado o mercado nos últimos anos. Esse movimento ganha ainda mais força com a aprovação da resolução CMN nº 4.444, que traz maiores possibilidades em termos de diversificação, tornando os produtos ainda mais atrativos”, comenta o diretor de planejamento e controle da Brasilprev Nelson Katz.
A Brasilprev figura, mais uma vez, na liderança em captação líquida, segundo dados da Quantum Axis. A empresa alcançou R$ 13,3 bilhões no semestre, com 57,6% de participação de mercado no acumulado do ano.
A Berkley irá assegurar, através de seu Seguro Eventos, o 9º Encontro dos Corretores e Seguradores (ECOS), entre os dias 24 e 25 de agosto, em Maringá (PR). O evento contará com coberturas específicas de Responsabilidade Civil relacionadas a possíveis prejuízos decorrentes de danos materiais e corporais causados ao público, palestrante, assim como a funcionários que participarão da organização do ECOS.
Durante o Encontro, corretores de Maringá e região terão acesso a palestras e painéis sobre temas como Segurança, Acidentologia, questões jurídicas, Seguro Universal Life, Vida & Benefícios, Seguro Auto Popular e Ramos Elementares. Os participantes também acompanharão o lançamento do 1º Manual de Boas Práticas para Corretores de Seguros.
Para o público feminino, a organização preparou, ainda, uma palestra exclusiva do Projeto Mulheres em Ação no Mercado Segurador.
SERVIÇO
9º Encontro dos Corretores e Seguradores (ECOS).
24 e 25 de agosto de 2016
Local: Buffet Moinho Vermelho – Avenida Colombo, 8.700, Maringá (PR)
Mais informações: http://www.sincorparana.org.br/sincor-eventos/eventos/detalhes/126
As ocorrências de roubo de carga cresceram 10% em 2015, na comparação com o ano anterior, segundo estudo da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística. Foram 17,5 mil casos em 2014 contra 19,2 mil em 2015. O prejuízo estimado é de R$ 1,12 bilhão em 2015.
O Sudeste concentrou 85,76% dos casos, sendo que o estado de São Paulo teve o maior número: 44,11%. O Rio de Janeiro foi o estado com maior aumento no índice, passando de 33,54% em 2014 para 37,54% em 2015.
As cargas mais visadas foram produtos alimentícios, cigarros, eletroeletrônicos, produtos farmacêuticos, produtos químicos, têxteis, autopeças, combustíveis e bebidas. O levantamento aponta diminuição no roubo de produtos metalúrgicos e aumento do roubo de bebidas.
Nos últimos cinco anos, a incidência de roubo de cargas no Brasil aumentou 48%, com um prejuízo acumulado de R$ 5 bilhões. O levantamento usou como base dados das Secretarias de Segurança dos estados, empresas seguradoras e transportadoras.
A Liberty Seguros lançou a série de vídeos #DeuRuim, que aborda com bom humor as situações nas quais os segurados podem contar com a seguradora. A campanha também marca o investimento da seguradora na comunicação de produtos com este tipo de linguagem em mídias online.
Ao todo, são seis vídeos de 15 segundos que apresentam coberturas e assistências oferecidas para os clientes dos seguros de Auto, Vida e Residência da Liberty Seguros. Da higienização do automóvel em caso de enchente até o descarte responsável de móveis, passando pela assistência de personal fitness, os vídeos terminam lembrando aos segurados que com a Liberty Seguros #estatudobem.
“As pessoas estão cada vez mais conectadas e por isso temos investido muito na comunicação online com os clientes. E a série #DeuRuim segue a linha da nossa campanha #EstaTudoBem, que destaca a disposição da Liberty Seguros em atender e resolver de forma descomplicada os problemas enfrentados pelos segurados”, diz Etienne Gonçalves, gerente de Experiência Digital e Clientes da Liberty Seguros.
A campanha foi criada pela CUBOCC, com produção da Santa Transmedia, e será veiculada em mídias digitais.
“Muitas pessoas desconhecem muitos dos benefícios extras oferecidos pela seguradora quando adquirem um produto da Liberty Seguros”, diz Marcelo Diniz, Conceptor da CUBOCC. “O projeto tem o objetivo de deixar claro esses benefícios de forma rápida, leve e bem-humorada”, finaliza.
As indenizações por catástrofes são estimadas em US$ 31 bilhões no primeiro semestre deste ano, 51% acima do mesmo period do ano passado, segundo dados da Swiss te. As perdas econômicas avançaram de US$ 27 bilhões para US$ 71 bilhões. Um baque e tanto para o balanço das companhias internacionais.
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