Multiplus, programa de milhagem da Latam, abre corretora e vai ofertar produtos Porto Seguro

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Os mais de 15 milhões de participantes Multiplus poderão contar com mais uma importante opção de serviço para incrementar seus saldos de pontos. Com a chegada da Pontus Corretora ao mercado, será possível adquirir online apólices de seguro residenciais e de viagem, com a chance de acumular até 12 pontos por real investido. O lançamento marca a entrada da empresa no setor de seguros e os produtos podem ser adquiridos na página www.pontuscorretora.com.br.

Hoje, é possível obter dois tipos de apólices com parceiros diferentes na Pontus Corretora. Um deles é o Seguro Residencial, em parceria com a Seguradora Porto Seguro. Fundamental para garantir a proteção do imóvel em caso de imprevistos, além de toda a rede de assistências da seguradora, a contratação renderá 12 pontos Multiplus por real aplicado.

O outro tipo de apólice é para quem estiver com sua viagem já programada, a partir da contratação do Seguro Viagem da Assist Card. Desenvolvido para atender viajantes em momentos de emergência durante passeios internacionais e nacionais, o seguro tem pacotes completos com assistência 24 horas no mundo todo, e poderá converter até 10 pontos por real.

O executivo Regis Lima será o Diretor Executivo da Pontos Corretora. Com ampla experiência na indústria de seguros e riscos, Lima foi responsável por assuntos de seguros e garantias para o Grupo LATAM Airlines no mundo. No grupo, teve atuação focada na definição de estratégias para identificação, análise e gestão de riscos de negócios. Na Pontus Corretora, Regis tem o desafio de consolidar um modelo de negócio inovador no mercado de seguros.

“A chegada da corretora ao mercado integra a estratégia da Multiplus de diversificar as possibilidades e fontes de pontos em atividades do dia a dia. O participante terá acesso aos melhores seguros, pagando por um preço de mercado bem competitivo, e ainda acumulando pontos suficientes para conseguir trocar pela viagem sonhada ou outro produto ou serviço desejado”, diz Régis Lima, diretor executivo da Pontus Corretora. “Além disso, oferecemos, a partir de agora, uma experiência totalmente digital, com agilidade, inovação e produtos de excelência das principais seguradoras do mercado”, completa o executivo. Em breve, a Pontus também contará com os seguros Pet, Vida e Acidentes Pessoais, Auto e Garantia Estendida.

Para criar a corretora, a Multiplus realizou diversos estudos de mercado para definir a sua estratégia de atuação. “A Pontus tem o DNA de inovação da Multiplus, além de uma afinidade fundamental com o nosso negócio, que oferece uma prestação de serviços ágil e valor ao participante”, diz Roberto Medeiros, presidente da Multiplus. “O mercado de seguros tem muita sintonia com nossa base e facilitará a vida de participantes em atividades corriqueiras, como a contratação de seguro viagem no momento em que alguém resgate uma passagem ou aproveite uma condição imperdível. Vamos multiplicar as possibilidades de acúmulo e utilização dos pontos nos nossos 373 parceiros na rede”, finaliza Medeiros.

Carros conectados impulsionarão diferentes indústrias

Fonte: Artigo de Ronald Rowlands, consultor de pré-vendas do SAS Brasil, publicado pelo portal Canantech

Muitos fãs de James Bond devem se lembrar do icônico Aston Martin DB5, um superesportivo que marcou os cinemas no filme 007 – Goldfinger. Além de um assento ejetável e outros artifícios, o carro era dotado de um computador com sistema de navegação a satélite. Cerca de 50 anos se passaram desde a estreia do filme e continuamos não tendo tais assentos, mas certamente, progredimos quando o assunto envolve carros conectados. Imagine controlar todas as funcionalidades do seu carro pelo smartphone, ter a bordo um computador inteligente que programe todas as suas preferências, sensores embutidos para alertar assistência mecânica e até um sistema capaz de dirigir o carro por você? Tudo isso já existe – e é provável que você tenha um desses em poucos anos. Segundo o Gartner, são esperados 250 milhões de automóveis conectados à Internet das Coisas (IoT) até 2020. Somente nos EUA, já circulam mais de 40 milhões de automóveis conectados à IoT, o que representa 15% do montante.

Diferente do mercado norte-americano, a nossa ‘tímida’ frota de 42 milhões de veículos ainda roda devagar em conectividade, mas representando um mercado promissor para diversas indústrias – e a inteligência analítica está por de trás disso. Carros conectados poderão gerar dezenas de gigabytes de dados por hora, que podem ser estruturadas em informações valiosas para as empresas, especialmente a respeito do comportamento e dos desejos dos motoristas. Essas necessidades têm aproximado cada vez mais as empresas de TI do setor automotivo e outras ligadas a ele. Oportunidades com a IoT Para o mercado de seguros, um dos mais beneficiados, o potencial analítico da IoT permite que diversas informações do veículo e do motorista possam servir para analisar riscos, oferecer precificações personalizadas e até identificar fraudes.

E com o monitoramento em tempo real, as seguradoras podem ficar cada vez mais proativas, alertando para problemas mecânicos no veículo, identificando comportamentos de risco e trajetos suspeitos, além de acionar resgate ao detectar acionamento dos airbags. Da mesma forma, as montadoras estão correndo para agregar as tecnologias Machine-to-Machine (M2M) na linha de produção e coletar dados para oferecer novos serviços aos clientes. Os dados podem ser analisados para identificar avarias, trocas de óleo, agendar revisões e prever a necessidade de recalls antes mesmo dos veículos apontarem problemas, mitigando gastos que podem chegar a centenas de milhões de dólares. E com as informações armazenadas em nuvem, os próprios clientes podem acessá-las e acompanhar trajetos, acionar aplicativos e muito mais.

Além de montadoras, esse movimento da Internet das Coisas também está mudando o modo como fornecedores de peças e serviços do setor automotivo lidam com a informação. No caso da fabricante de pneus Continental, por exemplo, foram desenvolvidos produtos com sistema de sensores embutidos, alertando para os níveis de calibragem e desgaste dos pneus, transmitidos em tempo real para o motorista. Diversas outras áreas e indústrias estão empenhadas em desenvolver serviços e ações de marketing com os motoristas conectados. Por meio da geolocalização e inteligência analítica, até os postos de gasolina e serviços de drive-thru, por exemplo, podem identificar perfis e oferecer promoções personalizadas.

Para que todas essas conexões ocorram, um dos pilares centrais e mais envolvidos com carros conectados é o setor de telecomunicações. No Brasil, empresas de telecom têm se empenhado em desenvolver soluções para carros conectados. Elas já oferecem dispositivos M2M para monitorar os componentes elétricos e eletrônicos dos veículos, especialmente em modelos mais recentes. E com a consolidação dessas tecnologias, o próximo passo evolutivo será a adoção em massa de carros autônomos, embarcados com tecnologias Vehicle-to-Vehicle (V2V), capazes de se comunicarem com outros carros, estradas inteligentes e cidades inteiras conectadas. Somente esse mercado deve trazer uma economia de US$ 5,6 trilhões ao reduzir engarrafamentos e acidentes de trânsito. Desafios enfrentados no Brasil Certamente o cenário para os próximos anos é promissor, mas ainda temos desafios a serem vencidos. É necessário que alguns investimentos sejam feitos especialmente na infraestrutura de telecom. Em um país como o Brasil, de extensões continentais, é preciso cobrir os ‘pontos cegos’ e corrigir as instabilidades de rede.

E com o crescimento global da IoT para os próximos anos, prevendo até 50 bilhões de dispositivos conectados em 2020, as operadoras também precisam gerenciar demandas exponencialmente maiores, minuto a minuto. O volume de dados transmitidos pelos carros pode se tornar tão grande que apresentaria risco de sobrecarregar o tráfego de dados nas redes, causando panes de conexão e, até, inviabilizando alguns serviços dos veículos nas horas de pico em centros urbanos. Além disso, serão necessárias ferramentas cada vez mais poderosas de análise em tempo real para processar todos esses dados. Enquanto alguns enxergam obstáculos, outros vislumbram uma gama de oportunidades promissoras para ganhar competitividade com esses investimentos em IoT, que devem chegar a R$ 350 bilhões no Brasil. Em breve, estaremos conectados em todas as nossas atividades do dia a dia, e o modo como lidamos com os nossos automóveis não será diferente. A diferença ficará para quem souber usar esses dados para gerar novos negócios e transformar a indústria.

Invasão de hedge funds debilita defesas das resseguradoras

Fonte: Bloomberg

Não será necessário outro furacão Katrina para que as companhias de resseguros enfrentem prejuízos por cobrir custos de desastres naturais. Concorrentes como hedge funds baixaram tanto os preços que um ano comum de pedidos de indenização poderia provocar perdas no setor.

Os resseguros patrimoniais e de responsabilidade estão “chegando muito perto de taxas combinadas de 100 por cento”, disse Manfred Seitz, diretor administrativo de resseguro internacional da Berkshire Hathaway, do bilionário Warren Buffett, em uma mesa-redonda de executivos do setor na segunda-feira. “Mesmo com níveis normais de pedidos de indenização por catástrofes em 2016, várias empresas poderiam” atingir esse limiar. Uma taxa superior a 100 por cento significa que as indenizações e os gastos superam a renda obtida com apólices.

Os preços de resseguros, comprados por seguradoras primárias para ajudá-las a assumir riscos, caíram em oito dos últimos 10 anos, segundo um indicador compilado pela corretora Guy Carpenter que contabiliza propriedades atingidas por catástrofes. O setor vem liberando reservas relativas a pedidos de indenização feitos no passado, o que ajudou a atenuar o impacto das quedas de preço e da diminuição dos ganhos obtidos com aplicações financeiras de rendimento baixíssimo.

“O que atravessamos foi mais ou menos o oposto de uma tempestade perfeita”, disse Matthias Weber, diretor de subscrição da Swiss Re, com sede em Zurique, referindo-se ao setor em geral. “Todos aproveitaram a liberação de reservas. Mas, se ajustarmos os resultados a isso e à ‘boa sorte’ devido à ausência de grandes prejuízos com catástrofes naturais, já não são tão fantásticos assim”.

A taxa combinada para resseguros patrimoniais e de responsabilidade na Swiss Re, a maior companhia de resseguros do mundo, piorou de 92,9 por cento há um ano para 101 por cento no segundo trimestre por causa de pedidos de indenização por catástrofes, como terremotos no Japão e incêndios no Canadá. Sem as liberações do ano anterior, a taxa teria sido 5,5 pontos percentuais maior. A taxa obtida pela Munich Re no mesmo segmento subiu de 93,3 por cento para 99,8 por cento, mesmo depois que a liberação de reservas melhorou o indicador em 5,1 pontos percentuais.

A concorrência está aumentando porque os programas de estímulo quantitativo dos bancos centrais derrubaram os rendimentos de investimentos tradicionais, o que atraiu novos participantes para o mercado. Vários investidores, de hedge funds a gestores de fundos de previdência, tentam impulsionar seus retornos empregando seu capital na proteção contra riscos, por meio de instrumentos financeiros atrelados a seguros, como os chamados títulos de catástrofe.

Temporada de furacões

O nível favorável de pedidos de indenização nos últimos anos poderia ser ameaçado pela temporada de furacões nos EUA. A bacia do Atlântico enfrentará o maior número de grandes tempestades desde a temporada de 2012, ano em que o furacão Sandy provocou até US$ 50 bilhões em estragos em propriedades nos EUA. Até quatro dessas tempestades ganharão força a ponto de serem consideradas grandes furacões até 30 de novembro, de acordo com previsões do Escritório Nacional para Oceanos e Atmosfera dos EUA, divulgadas em 11 de agosto.

“Analistas e investidores têm certeza de que a boa sorte não será o novo padrão de normalidade” nos pedidos de indenização, disse Weber, da Swiss Re. “É só questão de tempo até que não reste nada a fazer e aí a resistência, o tamanho e o capital no balanço patrimonial farão a diferença”.

Previdência Social seria justa se cada um financiasse a sua própria aposentadoria

cechin_intFonte: CNseg

Por que a Previdência Social precisa de reforma? “Porque ela é injusta, insustentável e cara”, respondeu o diretor Executivo da FenaSaúde, durante sua participação no VIII Fórum Nacional de Seguros de Vida e Previdência, promovido pela FenaPrevi, no dia 23 de agosto, em São Paulo (SP). Ele apresentou o tema “Perspectivas para a Previdência Social”, em painel mediado por Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon Seguros e Previdência. “Há mais de 20 anos sabemos que algo deveria ser feito, mas o governo nunca falou disso, era um tabu. A grande novidade é que nos últimos dois anos o governo começou a falar sobre o assunto”, disse Molina.

De acordo com Cechin, a Previdência Social é injusta porque muitas pessoas não têm acesso aos seus benefícios. “Tem muita gente que paga a previdência, perde a qualidade de segurado e seus direitos. É injusto”, disse. Também contribui nesse contexto o aumento da informalidade. Hoje, há um trabalhador com carteira assinada para cada dois empregados. Para Cechin, a razão pode estar na rejeição de muitos trabalhadores à alta alíquota de contribuição.
A insustentabilidade da Previdência Social é outro motivo para reforma e está relacionada aos seus altos custos. Em 2015, o Brasil gastou R$ 683 bilhões com a Previdência Social, equivalentes a 11,6% do PIB. Apenas com o INSS, os gastos aumentaram de 2,6% do PIB em 1988 para 7,4% em 2015. “Em 27 anos, o país multiplicou por três os gastos da previdência”, disse.

Atualmente, existem no país 29,6 milhões de aposentados e pensionistas, que representam 14% da população. Entretanto, apenas 12% da população são de idosos com mais de 60 anos e menos de 8% tem mais 65 anos. A conclusão de Cechin é que os beneficiários da previdência são muito jovens. Segundo ele, em comparação com outros países, o Brasil é que apresenta menor idade de aposentadoria, mas é o quinto que mais gasta com esse benefício.

De acordo com dados apresentados por Cechin, de 1980 a 2015, a razão de dependência dos idosos passou de 11% para 18%. Mas, se em 35 anos a razão de dependência aumentou sete pontos percentuais, essa mesma proporção ocorrerá nos próximos oito anos. “A razão de dependência dos idosos saltará de 18% para 54%. Significa que haverá mais de 60 idosos para cada grupo de 100 pessoas ativas. Ou seja, cada duas pessoas ativas terá de suportar mais de um aposentado”, disse.

Cechin apresentou dados que comparam a idade efetiva de aposentadoria com a idade estatutária entre os países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No Brasil, a idade efetiva está em torno de 57 anos, acima apenas da China, que figura com 55 anos. Ele chamou a atenção para os países que aparecem no topo da lista, como México (71 anos), Coreia do Sul (72 anos) e Japão (69 anos). Embora em alguns países europeus a idade efetiva seja menor que a estatutária, Cechin explicou que estes adotam regimes flexíveis, com aposentadorias antes da idade estatutária, mas com aplicação de fator redutor no valor.

Ainda de acordo com os dados, o Brasil é o 30º com maior gasto em aposentadoria entre em 86 países, mas está colocado na 56ª posição de população mais idosa. “Somos um dos 13 países que tem aposentadoria por tempo de contribuição sem idade mínima, entre 177 nações. A maioria dos 34 países membros da OCDE reformou a previdência depois de 2009, caminhando para a idade mínima de 67 a 68 anos”, disse.

Por que chegamos a essa posição de hoje? Para Cechin a resposta é clara: “no passado, foram feitas escolhas sem respeito ao cálculo atuarial e às regras de sustentabilidade e de proporção, entre outras”, disse. Ele exemplificou com a situação dos trabalhadores rurais, que se aposentam entre 55 a 60 anos. Em 1991, quando esse direito expresso na Constituição Federal foi regulamentado, mais de 2 milhões de trabalhadores rurais se aposentaram de uma só vez.
Nos cálculos de Cechin, se a idade de aposentadoria dos trabalhadores rurais aumentasse para 60 a 65 anos, no sexto ano, o país deixaria de gastar R$ 17 bilhões. No mesmo raciocínio, se a idade de aposentadoria para mulher caminhasse para 65 anos, a partir do 11º ano se economizaria R$ 26 bilhões.

Cechin analisou também os gastos com a aposentadoria de servidores públicos, citando o exemplos da categoria de professores, em que as mulheres se aposentam depois de 25 anos de trabalho e os homens depois de 30 anos. Segundo ele, hoje, o país tem 2,5 milhões de docentes, 80% no serviço público e 80% do sexo feminino. A categoria é composta por 1,5 milhão de professores, dos quais metade se aposenta aos 50 anos. Aos 55 anos, 90% estão aposentados.
Em uma simulação rápida, ele imaginou 1,8 milhão de servidores que se aposentem aos 52 anos ou 57 anos. Neste quadro, 70 mil profissionais precisariam ser repostos por ano, considerando que as mulheres permaneceriam 30 anos na aposentadoria e os homens 22 anos. “Com isso, acumularíamos 2,1 milhões de aposentados para 1,8 milhão de ativos. Não é razoável. Se diminuir o número de professores aposentados, talvez, o salário da categoria possa aumentar”, analisou.

Bomba relógio

Cechin rejeita a ideia de que a Previdência Social seja uma bomba relógio prestes a explodir. “Na verdade, a Previdência já explode todos os dias, amarrando o crescimento, impedindo os gasto em saúde, as melhorias em educação e em investimentos. Ela pode, sim, quebrar o Tesouro, como aconteceu em alguns lugares”, disse. A questão, segundo ele, é que as pessoas se iludem, confiam que vão se aposentar aos 55 anos e tomam decisões com base nisso. “Mas é um engano, isso não poderá ser cumprido e o governo precisa acabar com essa ilusão”, disse.

Para tanto, Cechin sugeriu algumas medidas, começando por lembrar aos presentes que a Previdência tem custos e que quem paga é a própria população. A segunda providência necessária é reduzir a carga, evidenciando que o modelo não é sustentável. Em seguida, mostrar às pessoas que há escolhas. “A pessoa quer um alto valor de aposentadoria, quer se aposentar jovem e pagar pouco. Mas esta conta não fecha”, afirmou.

Na avaliação de Cechin, não é impossível almejar um bom valor de aposentadoria. Mas, será preciso construir sistemas. “É possível chegar a um acordo para uma Previdência Social justa, em que cada indivíduo financie sua própria aposentadoria”. Sua proposta é que a soma das contribuições seja equivalente à soma dos recebimentos. O tempo de fruição da aposentadoria individual e o valor do benefício seriam calculados com base na sobrevida após os 60 anos.

A fórmula é a equivalência do valor presente das contribuições e do valor presente esperado do fluxo de recebimento. “Ao longo da vida, existem situações de risco, como doenças, invalidez e morte. Essas situações de risco exigem cobertura solidaria e mutual”, disse. Já as contribuições para a aposentadoria formariam o capital que seria repartido pelo tempo de sobrevida. Ele acrescenta que, paralelamente, será preciso reduzir gastos, corrupção e fraude e, ainda, cobrar dívidas. “Temos de enxergar as tendências, explicar as razões e comunicar bem a população. As pessoas acham que o Estado tem de ser provedor. Mas, temos de mudar essa visão”, disse.

Idade mínima de 67 anos

O crescimento da população idosa e a redução proporcional do número de trabalhadores ativos geram enormes desafios para a Previdência Social no Brasil. A questão permeou as discussões no primeiro painel do VIII Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência , que contou com a participação de Larry Hartshorn, vice-presidente corporativo da Limra.

De acordo com Hartshorn, a longevidade está aumentando em todos as países do mundo. No grupo que compõe e OCDE, em 1950, apenas 5% da população mundial tinha 65 anos. “Hoje, este numero duplicou e, em 30 anos, dobrará novamente”, disse. O grupo dos centenários também deve aumentar, de 500 mil pessoas em 2015 para 3,7 milhões em 2050. “Já hoje, estas pessoas com cem anos recebem 30 anos a mais de aposentadoria do que o previsto”.

Mas não é apenas o aumento da expectativa de vida que pesa sobre a Previdência Social. Do seu ponto de vista, Hartshorm acredita que a queda da taxa de natalidade tenha peso igual, senão maior. “Pressiona o sistema por causa do número de pessoas que contribuem e as que estão recebendo o benefício”, disse. Até porque, segundo ele, em muitos países as pessoas se aposentam com rendimentos próximos ao do último salário, a média é 50%. No Reino Unido, por exemplo , equivale a 25% do salario e na Holanda, a 90%.

Para o executivo da Limra, muitos países já estão se movimentando para evirarem o colapso de seus sistemas previdenciários. A Coreia do Sul, por exemplo, segundo ele, está agindo de forma mais proativa. Adotando sistema de previdência obrigatória e privada com incentivos à participação. Na China, que também está enfrentando envelhecimento rápido da população, a saída foi limitar a idade mínima de aposentadoria para 60 anos, mas já discute aumentar para 65 anos. Na Coreia do Sul, a idade mínima é 65 anos.

Se as mulheres vivem mais que os homens, por que a idade para aposentadoria é menor? Para Hartshorm, é chegada a hora de acabar com a elegibilidade por gênero para aposentadoria. ”Os países que não fizerem essa mudança estarão em maus lençóis”, disse. De acordo os dados apresentados por ele, em média, as mulheres vivem mais de 20 anos após a aposentadoria. O dado é positivo, porém, ele considera que mulheres e homens devem se aposentar com a mesma idade, aos 67 anos. “Mesmo que a longevidade masculina esteja aumentando, nunca viveremos tanto tempo quanto as mulheres” disse.

Para Osvaldo do Nascimento, vice-presidente do Conselho Diretor da CNseg e mediador do painel, os indicadores apresentados pelo vice-presidente da Limra mostram que, no caso do Brasil, o sistema é desuniforme entre setor publico e setor privado. “Veja que não temos sequer idade mínima”, disse. Ele também concorda que a questão da fecundidade é altamente relevante. “Se não houver um geração que venha promover o desenvolvimento econômico , não há geração que se sustente. A questão é: como criar novas gerações que venham sustentar as gerações que se aposentam?”.

O professor da UFMG, Cassio Turra, propôs algumas soluções. Em relação à queda na taxa de natalidade que, a seu ver, é a maior responsável pelo envelhecimento médio da população, não existe muito o que fazer. “Uma solução seria rever o conceito de idoso, modificando a idade media em que as pessoas recebem o beneficio”. Ele também propôs a uniformização de regras entre as previdências publica e privada. “Tem de haver equilíbrio entre os setores para gerar menos discriminação”, disse.

FenaPrevi divulga pesquisa com o tema: o que os brasileiros pensam sobre aposentadoria

aposentadoria 3Fonte: CNseg

No momento em que o país se lança em uma nova discussão em torno da reforma da Previdência Social, a maioria dos brasileiros declara ter pouca ou nenhuma informação a respeito do funcionamento do sistema público de aposentadoria. Apenas 11% dos brasileiros consideram que sabe muito ou o suficiente a respeito do tema. Os dados constam na pesquisa nacional realizada pela FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 70 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país, em parceria com a Ipsos, uma das maiores empresas de pesquisa e de inteligência de mercado do mundo.

O levantamento, que ouviu 1.500 indivíduos com mais de 23 anos, de todas as classes sociais, em todas as regiões do país, entre os dias 21 de julho e 4 de agosto, revela que 86% da população sabem pouco, não sabem nada ou desconhecem completamente o assunto. Três por cento (3%) da amostra não souberam responder.

O percentual dos que não ouviram falar sobre a reforma do sistema também é alto. Cerca de 44% dos indivíduos entrevistados declaram não ter conhecimento da discussão das reformas que estão em curso, 54% disseram ter ouvido falar de propostas para mudanças nas regras de aposentadoria, e 2% não souberam responder.

Dos 54% que ouviram falar sobre o assunto, 45% estão cientes de que há discussões em torno do aumento da idade da aposentadoria e 17% sabem que há debate em torno do aumento das contribuições. A fração dos indivíduos que ouviu falar dos dois temas anteriores combinados cai para 7%. Os que ouviram falar sobre cortes nos valores das aposentadorias somam 5%, e 7% não souberam identificar nenhum ponto específico da reforma.

“Os dados mostram que é grande o desconhecimento sobre a Previdência Social”, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi. “Temos que fazer um esforço para ampliar o debate em torno deste tema fundamental para todos os brasileiros”.

Idade de aposentadoria

O levantamento mostrou que a maior parcela da população (42%) acredita que os homens deveriam se aposentar aos 60 anos. Somente 15% apontaram 65 anos como a idade ideal para a aposentadoria masculina. 28% indicaram idades inferiores a 60 anos (45, 50 e 55 anos). 15% da amostra indicaram outras idades não enquadradas nos critérios anteriores e 4% não souberam responder.

No que toca à aposentadoria das mulheres, 58% disseram que este grupo da população deveria se aposentar com menos de 55 anos. Outros 22% da amostra indicaram os 60 anos como a idade ideal para a aposentadoria feminina. Três por cento (3%) da amostra considera que as mulheres deveriam passar a receber aposentadoria aos 65 anos. 13% apontaram outras idades e três por cento da mostra não souberem responder.

Tempo de contribuição

A pesquisa também identificou grande divergência quando o assunto é tempo de contribuição antes da aposentadoria: 57% dos indivíduos entrevistados acreditam que o tempo de contribuição para os homens deveria ser inferior a 30 anos (20, 25 e 30 anos – ver detalhamento no gráfico). Apenas 15% da população deveria se aposentar após 40 anos de contribuição para o sistema.

Sobre o tempo de contribuição das mulheres, 69% da amostra considera que o tempo de contribuição deveria ser igual ou inferior a 30 anos. Outra parcela (5%) da amostra aponta 35 anos de contribuição como ideal, 2% apontam 40 anos e 17% não souberam responder.

“Os dados mostram que a sociedade ainda não compreende com clareza como se dá o equilíbrio financeiro da Previdência e os critérios técnicos que deveriam nortear o tempo de contribuição e outros quesitos do sistema”, analisa Franco.
Brasileiros querem regras iguais de aposentadoria para servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada.

O estudo FenaPrevi/Ipsos também investigou a percepção dos brasileiros sobre a reforma da Previdência social que começa a ser debatida pelo governo Temer. Para 64% da amostra, caso seja estabelecida uma idade mínima para a aposentadoria, ela deveria ser igual para homens e mulheres.

A maioria dos entrevistados, 66%, também concorda que o governo deveria fixar uma idade mínima para a aposentadoria dos indivíduos, uma vez que os brasileiros estão vivendo mais tempo. Já a ideia de pagar aposentadorias menores para quem se aposentar mais cedo, encontra amparo apenas em 30% da amostra e rejeição de 66% dos entrevistados.

A maiorias dos brasileiros (85%) também acredita que o valor de pensão por morte pago aos cônjuges de aposentados falecidos deveria corresponder ao valor integral da aposentadoria. Mas a ideia de limitar o pagamento de pensão apenas aos cônjuges sobreviventes com mais de 40 anos, encontra rejeição da maioria (61%).

A pesquisa revelou também que os brasileiros defendem um sistema que dê proteção ao menos favorecidos: 87% dos entrevistados, por exemplo, defendem que idosos e deficientes de baixa renda deveriam receber um salário mínimo do INSS.

A maioria (69%) também defende regras iguais de aposentadoria para todos os indivíduos (tempo de contribuição, mesma idade e mesmo valor máximo de aposentadoria).

Sobre o modelo de reajuste das aposentadorias, os brasileiros estão divididos: 49% da amostra defendem o reajuste pela inflação e desvinculação do salário mínimo. E 42% rejeitam a desvinculação.

Sobre a paridade dos modelos de aposentadoria, 83% dos entrevistados disseram que os servidores públicos deveriam estar sujeitos às mesmas regras de aposentadoria dos demais trabalhadores.

Os brasileiros em sua maioria, em torno de 70% da amostra, são contrários a aposentadorias especiais para categorias específicas, como as concedidas a pescadores artesanais e trabalhadores do campo.

O aumento de impostos também encontra resistência no país, 68% rejeita a ideia de aumentar impostos para manter as atuais regras de aposentadoria. Neste grupo, o maior percentual de entrevistados que não quer aumento de impostos (75%) é constituído por indivíduos com formação universitária.

No capítulo referente ao alcance das novas regras ainda não há consenso. Para 28% dos entrevistados, a mudança de regras deve atingir apenas quem ainda não contribui para a Previdência. Para 24% as novas regras devem atingir a todos que já contribuem, mas não se aposentaram ainda. Outros 16% julgam que as novas regras deveriam enquadrar os trabalhadores que ainda precisarão contribuir por 15 anos ou mais. Outros 10% declararam que as regras devem ser mantidas e dinheiro vir de impostos. Outros 21% dos entrevistados não souberam responder.

Falta de informação gera expectativa negativa quanto à perda de direitos
Outro ponto levantado pela pesquisa FenaPrevi/Ipsos diz respeito à expectativa de impactos da reforma sobre o direito à aposentadoria. Para 62% dos entrevistados, a reforma na previdência deve dificultar muito ou dificultar um pouco a aprovação dos pedidos de aposentadoria.

Os indivíduos que acreditam que as mudanças de regras podem facilitar o acesso ao benefício somam 23% da amostra. A maioria, 57% tem a expectativa de que haverá uma diminuição dos direitos dos trabalhadores, contra 32% que acredita que haverá melhora ou não haverá alterações.

A falta de informação é uma das razões para o pessimismo dos brasileiros com a reforma da previdência. O índice daqueles que acham que ficará mais difícil se aposentar é maior (69%) entre os que não ouviram falar nada sobre a reforma da Previdência do que entre aqueles que declararam ter ouvido algo a respeito (58%).

As diferenças no indicador se repetem quanto ao impacto sobre os direitos dos trabalhadores. O índice dos que consideram que a reforma irá diminuir direitos é menor (50%) entre os que ouviram falar algo sobre a reforma, enquanto os que não ouviram nada se mostram mais pessimistas (64%).

Terremotos na Itália não deverão utilizar o fundo para catástrofes

terremoto italiaFonte: Reuters

Um forte terremoto na Itália, nesta quarta-feira, não deverá ser suscetível a utilizar o fundo de 200 milhões de euros para cobrir os danos causados, já que o fundo criado no país tem baixa exposição nas regiões afetadas, afirmam investidores.

O terremoto devastou uma série de cidades montanhosas localizadas no centro da Itália, prendendo moradores sobre pilhas de escombros, matando ao menos 38 pessoas e deixando milhares de desabrigados.

Com título emitidos no ano passado pela UnipolSai, o fundo da Azzurro Re foi o primeiro a ser intitulado como um fundo de catástrofes para cobrir terremotos na Itália. Existem fundos similares contra danos causados por furacões e terremotos na América do Norte e Japão.

Os investidores que compram um título desse fundo de catástrofe desfrutam de um alto rendimento, mas perdem muito valor caso ocorra um evento dentro dos parâmetros acordados, incluindo fatores como localização e gravidade.

A U.S Geological Survey, empresa que atestou a magnitude de 6.2 no terremoto desta quarta-feira, afirmou que o terremoto ocorreu na região de Úmbria, perto da cidade de Norcia, enquanto o instituto italiano de terremotos – INGV – registrou 6.0 de magnitude com o epicentro perto do sul, próximo a Accumoli e Amatrice.

A baixa exposição do fundo na região de Úmbria, 0,2% do fundo, se contrapõe à porcentagem de 34,7% de exposição do fundo para terremotos em Roma, por exemplo, afirma um investidor.

A empresa especialista em gerenciamento de fundos, Twelve Capital, afirma que uma análise da maneira como o evento ocorreu sugere que o fundo não será afetado. “Nós não acreditamos que o fundo será desencadeado”, afirma John Butler, head de Investimento da gerenciadora de fundos.

Danos em vitrines e fachadas impulsionam busca por seguro

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Prejuízos gerados por imprevistos, como estragos nas estruturas internas e externas, roubo e até incêndio, podem desequilibrar o caixa e prejudicar o futuro do negócio. No segmento de vestuário, considerando as pequenas e médias empresas, um levantamento da BB Mapfre concluiu que está crescendo o acionamento da cobertura de “Quebra de vidros e espelhos”. Nos últimos dozes meses (entre julho de 2015 e agosto de 2016), a cobertura foi responsável por 18% dos chamados, enquanto no mesmo período do ano anterior a média foi de 9%.

O diretor geral de Automóveis e Massificados do grupo, Jabis Alexandre, explica que cada ramo de atuação tem riscos específicos que devem ser avaliados antes da contratação da apólice. “Levantar os possíveis prejuízos de cada mercado, com o apoio do corretor e/ou do gerente do banco, é fundamental para realizar uma compra com preços justos e garantir a perenidade da empresa, em caso de imprevistos”.

Quando vale a pena contratar um seguro? O primeiro passo é avaliar o montante que a empresa tem poupado para arcar com prejuízos causados por situações inesperadas e quais situações que podem ocorrer (assaltos, incêndios etc.). “O seguro é recomendado para todos os tipos de negócios, mas, se a empresa não contar com uma reserva financeira destinada aos imprevistos, a apólice é ainda mais necessária. A dica para o empresário é identificar os riscos mais suscetíveis e contratar um produto compatível com as suas necessidades”, explica Alexandre.

O contrato básico do seguro patrimonial prevê o pagamento de indenização em caso de incêndio, explosão, implosão, queda de raio, impacto de veículos e queda de aeronave. Para o comércio varejista, localizado em centros de compras ou na rua, a seguradora oferece ainda coberturas para acidentes em anúncios luminosos instalados no estabelecimento segurado, bem como perdas por tumultos. Também é possível incluir a proteção para casos de responsabilidade civil, danos elétricos e até lucros cessantes – que repõe as despesas fixas do negócio ou o valor que o comerciante deixou de faturar em virtude do incidente.

Quanto custa uma apólice? O preço varia conforme o tipo de comércio e as coberturas escolhidas. Após a realização do mapeamento de riscos do negócio, o empresário deve avaliar o montante necessário para repor danos e perdas. “O empreendedor deve avaliar as coberturas escolhidas e qual indenização seria ideal. Por exemplo, a apólice conta com a cobertura de ‘perda/pagamento de aluguel’ que garante reembolso ao segurado, por determinado prazo, do aluguel de um novo local enquanto seu endereço ‘sinistrado’ se restabeleça e tenha condições para acomodar a operação novamente”, explica Alexandre.

Sincor-SP oferece curso preparatório gratuito para atuação em corretora de seguros

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O Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), por meio da Unisincor, oferece de 12 a 15 de setembro, na sede da entidade (Rua Líbero Badaró, 293, Centro – São Paulo, SP), um curso preparatório para atuar em uma corretora de seguros.

Com a duração de quatro manhãs, o curso tem por objetivo transmitir aos participantes os conceitos básicos da atividade como apólice, proposta, prêmio, sinistro, indenização, fluxo de documentação numa corretora, principais entidades do setor, ética profissional e atendimento ao cliente. “Nossa proposta é disponibilizar ao mercado profissionais familiarizados com a rotina de uma corretora de seguros, possibilitando seu início imediato, dispensado a etapa de treinamento na corretora”, explica o diretor da Unisincor e 2º Tesoureiro do Sincor-SP, Carlos Aparecido Cunha.

“O nível de desemprego é alto, o que leva muitas pessoas a buscarem trabalho em atividades totalmente distintas das anteriores. Nesse sentido, ao proporcionar capacitação, o curso também contribuirá para a rápida recolocação no mercado de trabalho”, completa o coordenador do departamento Social do Sincor-SP e responsável pelo portal, Luiz Morales.

De acordo presidente do Sincor-SP Alexandre Camillo, o curso faz parte de um conjunto de ações que o Sindicato vem desenvolvendo para incentivar as pessoas a ingressarem na corretagem de seguros, um segmento que a despeito da crise, vem demonstrando sua pujança. Nesse sentido, a iniciativa está em perfeita harmonia com o portal Empregos Seguros lançado em abril pelo Sincor-SP e que já conta com mais de mil currículos cadastrados.

Gratuito, o curso é aberto aos profissionais cadastrados no portal Empregos Seguros www.empregosseguros.com.br e terá como docente Angélica Martins Valverde, profissional das áreas de Administração e Marketing, com mais de 20 anos de atuação no mercado de seguros e também professora no Sindicato dos Securitários do Estado de São Paulo.

Serviço:

Curso: Preparatório para Atuar em uma Corretora de Seguros

Data: 12 a 15 de setembro

Horário: das 9h às 12h,

Local: Sede do Sincor-SP

Endereço: Rua Líbero Badaró, 293, 29º andar

Investimento: Gratuito para profissionais cadastrados no portal Empregos Seguros

Dicas para proteger o celular de danos extras com a febre Pokemon Go

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Os jogos interativos para celular saíram do ambiente virtual e tomaram conta das ruas em diversos países, atraindo cada vez mais adeptos. E por conta de toda essa empolgação, se tornou comum ver pessoas distraídas e vulneráveis andando pela cidade grudadas em seu dispositivo móvel enquanto jogam. Não é difícil concluir que o cuidado com o aparelho celular e a garantia de uma proteção extra se tornaram imprescindíveis para garantir muitas e muitas horas de jogo. Afinal ao caçar monstrinhos pelas ruas os jogadores podem ter seus smartphones roubados, ou quebrados em razão de uma queda, ou mesmo sobrecarregados por causa das longas horas de jogo.

Embora grande parte do desempenho do celular e de sua vida útil esteja ligada à qualidade e sistema operacional, algumas dicas podem contribuir de forma significativa para que o smartphone seja mantido em boas condições por um período maior. Segundo Pascoal Carrazzone, diretor da área Digital e Mobile do grupo Assurant, há medidas simples e conhecidas, porém, ainda assim, pouco adotadas na prática. “Boa parte das pessoas sabe como proteger o celular, no entanto, por distração, custo ou até por acreditar que problemas não ocorrerão, acabam não priorizando tal cuidado”, afirma o profissional.

Confira abaixo algumas das principais ações preventivas para prolongar a vida útil e proteger sua principal ferramenta de jogo:

É importante para evitar que o display do smartphone seja danificado com riscos ou até mesmo com trincos. Hoje, os consumidores encontram a película de vidro, que mantém a boa aparência do aparelho mesmo após bastante tempo de uso. Outras alternativas, ainda que menos eficientes, são as películas plásticas, foscas e brilhantes.

Fundamentais contra quedas, às quais os celulares estão sempre expostos, as chamadas “capinhas” protegem a carcaça do smartphone e evitam riscos, batidas e outros danos mais graves. Com isso, tanto a boa aparência quanto a funcionalidade do aparelho serão prolongadas.

Podem ser dividido em dois: aplicativos que devem ser usados e os que devem ser excluídos. Os primeiros são aqueles que ajudam no desempenho do celular e trazem segurança para navegação. Alguns exemplos são os aplicativos para poupar bateria, os de avaliação de funcionamento e os famosos antivírus.

Já os excluídos, são aqueles que não são mais usados, ocupam a memória do celular e, consequentemente, afetam diretamente no desempenho do dispositivo.

Tanto o sol quanto a umidade são condições prejudiciais para o celular. Evitar manusear o aparelho com as mãos molhadas é a principal dica. Também é importante ficar o mínimo possível em ambientes que apresentam umidade em excesso, já que isso pode contribuir para corrosão ou oxidação do celular. A exposição ao sol está relacionada ao aquecimento do dispositivo e da bateria, o que pode, inclusive, culminar na explosão do aparelho.

Além disso, proteger seu celular garante mais tranquilidade para andar com ele pelas ruas. Melhor não arriscar, né? Para isso, existem no mercado os seguros de celular que tem cobertura contra roubo, furto qualificado e também quebra acidental e queda de líquidos, com custos que cabem no bolso.

O seguro de celular pode ser adquirido pela internet, por meio do portal da Bem Mais Seguro, empresa do grupo Assurant. A aquisição deste seguro pode ser feita em até 12 meses da data de compra do aparelho. Basta um clique aqui para saber mais e se proteger.

Conectar para segurar – A revolução das fintechs

14102480_1238638036171018_7274344114963494809_nJá está disponível a revista com as novidades do CIAB Febraban realizado em junho. Muitas novidades e uma matéria só sobre a Trilha de Seguros. Leia, compartilhe e participe mandando sugestões!!!! Tem também entrevista exclusiva com Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, e o debate sobre a aproximação dos bancos com as fintechs, empresas desbravadoras de um novo horizonte tecnológico do setor financeiro, são os grandes destaques da edição 64 da revista Ciab FEBRABAN, que está disponível a partir de hoje. Outros temas importantes relacionados à tecnologia, como o uso do blockchain pelo setor bancário, sistemas de inteligência artificial e os desdobramentos da 4ª Revolução Industrial para o segmento, também são temas de reportagens da nova edição da revista.

Quer saber mais? Acesse o link: https://issuu.com/revistaciab/docs/revista_ciab_64_ago16/1