Ourinvest é a nova parceira da Prudential do Brasil

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A Prudential do Brasil anuncia a chegada do grupo financeiro Ourinvest como seu novo parceiro comercial. Com quase 40 anos de atuação no mercado brasileiro, o Ourinvest irá comercializar o seguro de vida individual da seguradora junto à sua base de mais de 14 mil clientes.

A iniciativa visa fortalecer o crescimento de ambas as companhias ao levar o seguro de vida individual para um número maior de famílias brasileiras. O Ourinvest, especializado em oferecer soluções de investimento personalizadas, abriu uma nova corretora de seguros para atuar com a Prudential do Brasil e terá São Paulo como foco inicial.

Há um compromisso de excelência. O atendimento personalizado, respaldado por uma experiência de 40 anos de mercado, possibilita ampla sinergia entre o Ourinvest e a Prudential do Brasil. “Tem tudo a ver com a gente: planejamento financeiro, segurança da família, tudo isso com uma das maiores seguradoras de vida do mundo”, completa Ralph Bigio, diretor do Ourinvest.

A associação com o Ourinvest faz parte do planejamento da Prudential do Brasil para diversificar seus canais de comercialização por meio de parcerias comerciais estratégicas. “A seguradora busca parceiros com perfil complementar e que possam disseminar a cultura de proteção financeira por meio do seguro vida”, explica Patrícia Freitas, vice-presidente de Parcerias Comerciais da Prudential do Brasil, que destaca ainda que essa união marca a estreia do grupo financeiro no mercado de seguros de vida e trará excelentes oportunidades com a abertura de sua carteira de clientes premium para novas soluções.

No início do ano, a Geração Futuro, atual Genial Seguros, se juntou ao time de parcerias da seguradora do qual fazem parte também a XP Investimentos e o canal private do Banco Itaú. O canal de Parcerias Comerciais da Prudential do Brasil iniciou suas atividades em 2013. O modelo firmado assegura a manutenção dos conceitos essenciais da Prudential, como a venda baseada nas necessidades do cliente, com uma solução de proteção que combina coberturas para se ajustar à realidade de cada segurado, e o processo de subscrição de riscos.

A Prudential do Brasil treinou a equipe do Ourinvest e manterá suporte permanente, esclarecendo dúvidas e acompanhando lado a lado cada uma de suas operações realizadas.

Trocas de presidentes, aumento de capital e afins

Todo fim de ano é a mesma coisa. Além das conclusões de fusões e aquisições que se tornaram mais presentes na mídia nos últimos dois meses (Bradesco e Swiss Re, Prudential e carteira de vida do Itaú, Porto levanto auto da Chubb e da AIG), várias companhias começam a implementar a estratégia traçada para o ano seguinte. Ontem foi a vez da Generali anunciar a saída de Hyung Mo Sung da presidência da Generali Brasil. Entra o italiano Andrea Crisanaz.

Semana passada, ficou pública, mas ainda não divulgada oficialmente, a aposentadoria de João Francisco Borges da HDI, com o vice-presidente Murilo Riedel assumindo o comando da subsidiária do grupo alemão no Brasil. Temos também a já anunciada troca no comando da BB Mapfre Auto, Seguros Gerais e Affinities. O atual Marcos Eduardo Ferreira passa a ser CEO da Mapfre para a área Regional LATAM Sul. Em seu lugar, assume Luis Gutiérrez Mateo, atualmente à frente da MAPFRE BHDL na República Dominicana. Outros anúncios estão previstos até o fim do ano.

Outro ponto importante é o aporte de capital. Ainda mais agora com o ciclo que se inicia de queda das taxas de juros. Ontem o Copom anunciou o primeiro corte da taxa Selic em quatro anos, de 0,25 ponto porcentual, levando a Selic para 14% ao ano. As seguradoras, que tem suas reservas aplicadas em títulos de renda fixa, terão de ajustar a carteira de investimentos, fazer cortes em despesas e reajustes em tarifas para manter o capital em linha com a regulamentação se não quiserem aportar mais capital. O mais sensível a preços é o seguro de automóvel, que traz à seguradora um volume relevante de receita.

A Susep definiu, no fim de 2014, critérios para estabelecer o capital a ser constituído pelas seguradoras, entidades abertas de previdência complementar, empresas de títulos de capitalização e resseguradoras locais. A exigência para os riscos de subscrição, de crédito e operacional foi definida num processo que levou quarto anos (2010 a 2014), mas que pode ter mudanças em razão dos efeitos da crise macroeconômica que o Brasil atravessa.

O risco de mercado, que visa gerenciar a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de flutuações dos mercados financeiros, que causam mudanças na avaliação econômica de ativos e passivos das sociedades supervisionadas, é o que mais tem estado na pauta das companhias. Até dezembro de 2016, elas precisam ter 50% do capital requerido e têm até o fim de 2017 para constituir os outros 50%.

Neste mês, algumas publicações da Susep já dão conta de que muitas mudanças ainda devem vier nas seguradoras. As já publicadas envolvem desde aumento de capital a mudança de diretoria. A notícia do dia hoje no portal da Susep é que a Porto Seguro elevará o capital em R$ 131 milhões, para R$ 1,5 bilhão, informa a Susep. A QBE aportará R$ 9,9 milhões, elevano o capital total para R$ 117 milhões. Já a Mapfre Vida aportará R$ 29 milhões, totalizando capital de R$ 439 milhões.

Tem também mudanças em áreas geográficas e de mix de produtos. Um mundo novo a cada ano neste mercado que segue buscando as imensas oportunidades que o Brasil oferece, seja na alegria do crescimento ou na tristeza da perda da previsibilidade momentânea.

Ações do Programa de Educação em Seguros em destaque

Fonte: CNseg

Brasília foi escolhida para o lançamento oficial do Programa de Educação em Seguros da CNseg, reunindo na manhã desta quarta-feira, 19, diversas autoridades públicas e lideranças do mercado no Hotel Windsor Brasília. Pelo menos três ministros de estado ou seus representantes- ministro Diogo Oliveira, do Planejamento; o secretário executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Daniel Rodrigues Alves; o secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano- além do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Superior Tribunal de Justiça; e mais oito parlamentares (Antonio Brito, Arnaldo Faria de Sá, Fernando Francischini, Hugo Leal, Lucas Vergilio, Odorico Monteiro, Paes Landim e Darcisio Perondi) assistem à solenidade.

Em sua apresentação, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, destacou algumas das ações mais importantes do Programa que, via disseminação de informações qualificadas, planeja fazer do seguro uma ferramenta mais conhecida do grande público, tornando-o uma opção para proteger contra os riscos aos quais toda a sociedade está exposta. Na opinião de Coriolano, uma população mais instruída está mais bem preparada para proteger seu patrimônio, por meio das escolhas corretas de seguros.

Diversas ações estarão sendo executadas durante a gestão de Marcio Coriolano (2016/2019) para ajudar na tomada de decisão dos consumidores de Seguros, Previdência Privada, Saúde Suplementar e Capitalização. Entre as ações de destaque, Marcio Coriolano cita o lançamento oficial da rádio corporativa na web, para fortalecer o diálogo com sociedade e oferecer conteúdo sobre o seguro. Ainda no encontro, ele destaca a estreia da CNseg nas redes sociais e o lançamento de dois livretos em um universo de 36 programados. As principais lideranças do mercado segurador estão presentes.

Livreto – O segundo livro da série sobre Fundamentos do Seguro, do Programa de Educação em Seguro da CNseg, trata da função social e econômica do Seguro que, ao atenuar os efeitos financeiros de eventos sobre os quais temos pouco ou nenhum controle — doença, acidente, morte, catástrofes naturais ou provocadas pela humanidade — representa a diferença entre a segurança econômica (e, portanto, psicossocial) e a ruína. Em certos casos, como no seguro saúde, a diferença pode estar entre a vida e a morte.

O primeiro livro da série, que tratou do Mutualismo, já havia sido lançado durante o pré-lançamento, para jornalistas, do Programa de Educação em Seguro, ocorrido em 27 de julho, em São Paulo. Esse segundo livro – de um total de 36 a serem produzidos – faz parte do pacote de ações do Programa da CNseg, lançado nesta quarta-feira, 19, em Brasília.

Entre as questões abordadas na publicação, o princípio da boa-fé, o gerenciamento de riscos, os riscos seguráveis e os não seguráveis, o seguro como instrumento de apoio para políticas públicas, entre outras.

Terra Brasis entra na Colômbia com produtos diferenciados

No próximo dia 24 de novembro tem festa brasileira na Embaixada do Brasil em Bogotá, Colômbia. Trata-se do lançamento oficial do escritório da resseguradora brasileira Terra Brasis. Saiba mais sobre os planos da Terra Brasis nesta entrevista concedida pelo diretor Rodrigo Botti, ao blog Sonho Seguro.

Quais as expectativas com a atuação da Terra Brasis na Colômbia?

Esperamos apresentar uma nova opção de parceria ao mercado segurador Colômbia. Além dos mercados tradicionais de resseguros, o mercado colombiano pode agora também contar com um ressegurador brasileiro para compartilhar seu riscos.

Qual o tamanho do mercado local? Quanto movimenta em resseguro?

O mercado segurador colombiano é cerca de 10% do mercado brasileiro. Já o mercado ressegurador colombiano é cerca de 25% do mercado brasileiro, em grande parte dado a alta exposição a catástrofes naturais da Colômbia.

Quantas resseguradoras atuam na Colômbia?

Não existem resseguradoras locais na Colômbia. Todos operam através de resseguradoras baseadas fora do País, com autorização para operar na Colômbia. Doze resseguradoras, incluindo a Terra Brasis, tem escritórios de representação na Colômbia, sendo que a Terra Brasis foi o primeiro ressegurador brasileiro a abrir um escritório de representação no país.

Em quais nichos de negócios a Terra Brasis vai atuar?

Atuaremos em todas as linhas de negócio, inclusive em linha de negócio ainda inexistentes no Brasil. Por exemplo, na Colômbia existe um grande mercado de apólices cobrindo Acidentes no Trabalho (workmen’s compensation), um produto ainda inexistente no Brasil. Por sinal, esperamos que entre outros, nossa experiência internacional fomente tecnologias e relacionamentos que nos deem condições de auxiliar as companhias brasileiras no desenvolvimento de novos produtos para o mercado brasileiro.

A atuação será apenas local ou da Colômbia a Terra Brasis poderá atuar em outros países aceitando e repassando riscos?

A atuação na Colômbia não será local. Aceitaremos risco através da resseguradora sediada no Brasil, trazendo para nosso país prêmios e consequentemente recursos para investimentos. Do escritório na Colômbia faremos a representação comercial para toda a América Latina, exceto Brasil.

Como vê o mercado brasileiro diante da preocupação o que o último relatório da AMBest sobre o setor esboçou?

Acho as preocupações levantadas pela A.M. Best bastante pertinentes. Atualmente o mercado brasileiro é bastante desafiador, seja para as resseguradoras locais, seja para as resseguradoras localizadas no exterior que operam no Brasil, sejam para as seguradoras brasileiras que operam em linhas corporativas. A atual abundancia de capacidade gera um ambiente de alta competitividade, levando muitas vezes a um relaxamento na qualidade técnica de subscrição que invariavelmente pressiona resultados. Apesar do potencial de médio prazo do Brasil continuar a ser excepcional, os próximos anos serão sem dúvida desafiadores.

É sabido que procuram um sócio. Quais os pontos positivos destacados aos possíveis novos parceiros?

Tendo estabelecido ao longo dos últimos cinco anos uma forte presença no Brasil e tendo sucesso inicial em nossa expansão regional, acreditamos ser hora de aumentar o capital. Não temos pressa neste processo, sendo mais importante a escolha de parceiros que estejam alinhados com o projeto que estamos desenvolvendo junto com os acionistas atuais o Banco Brasil Plural e o Banco Mundial/IFC.

Quais os desafios para o resseguros em 2017?

Melhorar os serviços prestados pelas resseguradoras. Para isto queremos desmistificar o resseguro, continuar treinando funcionários de cedentes (já foram mais de 400), conversar mais com seguradoras e corretores, melhorar o ambiente de negócios, mostrar como podemos trabalhar juntos para o crescimento do mercado de seguros e para benefício do segurado, que o objetivo maior.

Chubb nomeia Oliver Hills como diretor de resseguros para a AL

A Chubb nomeou Oliver Hills como Reinsurance Regional Director para a América Latina. O executivo se reportará a Marcos Gunn, Chief Operating Officer e Regional President North Latin America, e a Neil Bennet, EVP, Global Reinsurance Chubb Overseas General.

Nesta função, Hills fará a supervisão matricial das equipes locais de resseguro e será responsável pela redefinição e execução da estratégia de resseguro para a região, com foco no México e Brasil.

Antes de sua nomeação, ele trabalhou na Guy Carpenter, companhia onde iniciou sua carreira em 2006, com a equipe da Europa, com base em Londres. Em 2012, foi transferido para o Chile, onde atuou como Head of Treaty para o Chile na mesma empresa, cargo que desempenhou até antes de ingressar na Chubb.

Seguro educacional é alvo de corretoras e seguradoras neste período de matrículas

Fonte: BR Insurance

O aumento no número de desempregados no Brasil também tem refletido diretamente em um ponto crucial para o desenvolvimento da sociedade: a educação. A crise econômica que assola o País tem feito com que muitas famílias estruturem seus orçamentos a uma outra realidade, muitas vezes diminuindo os investimentos em educação, ou até mesmo, em casos de desemprego, retirando o aluno da escola ou faculdade, o que compromete a evolução do aprendizado e afeta o caixa das instituições de ensino.

Para ajudar as famílias e as escolas a enfrentarem esse problema, a BR Insurance, corretora única e integrada, atua na oferta ao mercado de uma solução que visa tanto a proteção do estudante quanto a da instituição de ensino. Trata-se do Seguro Educacional, um produto que, além de indenizar em casos de acidentes, também garante pagamento para morte ou desemprego do provedor financeiro.

Na prática, a dupla cobertura permite a continuidade do pagamento das mensalidades caso o responsável pelo estudante fique impossibilitado temporariamente e ainda dá suporte à instituição indenizando pagamentos atrasados e ressarcindo, inclusive, as despesas necessárias se houver acidentes com algum aluno dentro das dependências da escola.

Dentre os principais diferenciais da solução também estão o acompanhamento total do evento e o desenvolvimento de uma página personalizada para cada escola ou faculdade, o que permite aos gestores acompanharem todos os processos de sinistros gerados.

“O Seguro Educacional funciona como uma proteção financeira e tem uma função social muito importante, que é garantir o investimento para que o estudante possa continuar os estudos, em casos de perda de emprego ou morte do provedor, sem perdas no processo de aprendizado”, explica Aquiles Poli, diretor de Benefícios da BR Insurance.

“Além de ser uma solução fundamental para as instituições de ensino, que permanecem com os investimentos garantidos em casos de sinistros, o grande atrativo do produto é o seu custo, que representa uma porcentagem mínima da mensalidade”, conclui.

A contratação do Seguro Educacional ocorre de forma coletiva, ou seja, via escola ou universidade. Graças à abrangência das coberturas oferecidas, a BR Insurance já conta com mais de 400 instituições educacionais em sua carteira de clientes.

Liberty oferece proteção customizada para salões de beleza

De acordo com dados do Sebrae de 2016, o Brasil tem mais de 300 mil salões de beleza e cerca de sete mil salões são abertos mensalmente no país. Acompanhando esta tendência e para garantir tranquilidade para os empreendedores deste setor, a Liberty Seguros oferece o Liberty Salões de Cabeleireiros.

O produto traz coberturas básicas contra incêndio, explosões e quedas de raio, e coberturas adicionais contra danos elétricos, roubo de bens e responsabilidade civil, entre outras.

O Liberty Salões de Cabeleireiros oferece também coberturas adicionais para este tipo de negócio, incluindo danos a bens de clientes em guarda-volumes, despesas extraordinárias com salários de funcionários temporários e danos causados por problemas hidráulicos.

“Temos um forte DNA voltado a soluções de seguros para pequenas empresas. Por isso, investimos na criação de produtos customizados, o que nos permite oferecer aos clientes produtos nos quais eles se reconheçam e enxerguem seu próprio”, comenta Rosy Herzka, diretora de Seguros Patrimoniais da Liberty Seguros, em nota divulgada à imprensa.

Entre as coberturas exclusivas, o Liberty Salões de Cabeleireiros cobre possíveis danos corporais causados aos clientes em decorrência de acidentes com instrumentos para corte de cabelo, queimadura na pele causada por secador ou chapinha e outros tratamentos químicos de cabelo.

Venda de ativos da AIG para Fairfax não inclui Brasil

Atualizada as 15h45 com entrevista com a Fairfax:

Mais um anúncio de fusão e aquisição no mundo de seguros. Mas desta vez o Brasil ficou de fora. A seguradora American International Group (AIG) fechou acordo para vender para a canadense Fairfax Financial Holdings alguns negócios na América Latina e também da Europa Central e Oriental por cerca de US$ 240 milhões em dinheiro.

A AIG, que tem estado sob pressão dos acionistas para enxugar seus custos e divulgou no início do ano um programa de cortes de custos, disse que iria vender operações na Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai, Venezuela e Turquia. A Fairfax também vai adquirir operações na Bulgaria, República Tcheca, Hungria, Polonia, Romania and Slovakia.

Na América Latina, a Fairfax não levou as operações do Brasil, México Porto Rico e Equador da AIG. Brasil, México e Porto Rico se reportam ao CEO da unidade brasileira, Paride Della Rosa. “Esses países são considerados mercados estratégicos, com projeções de crescimento de vendas e de rentaiblidade promissoras”, explicou o executivo ao blog Sonho Seguro. Segundo ele, México e Porto Rico não tiveram mudanças como a que vimos no Brasil, que teve a operação repaginada neste ano.

Segundo Jacques Bergman, chairman da Fairfax para a América Latina, sediado no Brasil, o grupo amplia sua atuação na região com a compra anunciada hoje pela matriz. “Cada país tem o seu CEO e todos terão apoio da unidade de Miami para a integração assim que as autoridades regulatórias aprovarem as negociações”, comentou ele ao blog Sonho Seguro.

A Fairfax começou do zero no Brasil em 2010 para atuar em grandes riscos e com a mudança de cenário do Brasil a partir do final de 2014 passou a atuar em novos nichos para compensar a paralisação dos investimentos corporativos. A perspectiva é de que 2016 seja o primeiro ano de lucro para o grupo. Entre as carteiras com maior destaque neste ano, Bergman cita responsabilidade civil, garantia judicial e rural, que contribuíram para a companhia exibir índice combinado de 101% até setembro deste ano.

Quanto a AIG e Fairfax atuarem como joint venture, assim como acontece em outros países, ambos executivos desconhecem qualquer iniciativa das matrizes a este respeito no Brasil. “O Brasil ficou fora do pacote negociado por ser um país estratégico dentro das metas traçadas pelos acionistas”, enfatizou Paride Della Rosa.

Em agosto, a AIG vendeu sua unidade de hipotecas de garantia para o Arch Capital Group Ltd por cerca de US$ 3,4 bilhões. No mês passado, vendeu seu sindicato do Lloyd’s of London o Ascot, para o Canada Pension Plan Investment Board em um negócio avaliado em cerca de US $ 1,1 bilhão.

Prem Watsa, que comanda a Fairfax, tem sido comparado pela mídia internacional a Warren Buffett, por formar um conglomerado com empresas de diversos segmentos, que em 2015 reportou ativos de US$ 27,8 bilhões. Comprou a unidade da Ucrânia da QBE no ano passado e a Brit por cerca de US$ 1,88 bilhão para se tornar uma das cinco maiores subscritoras do Lloyd’s of London.

AIG no Brasil – Recentemente, o grupo vendeu para a Porto Seguro a carteira de seguro de carro, iniciada há três anos, e que contava com cerca de 25 mil apólices. “A operação de automóvel exigia muitos investimentos para se consolidar, o que ia contra a estratégia mundial de focar a operação em nichos já rentáveis para o grupo”, comentou Paride.

Segundo ele, neste cenário de instabilidade econômica e desaceleração de investimentos, as empresas precisam ser criativas e buscar alternativas para continuarem competitivas. Uma das estratégicas da AIG é focar na constante melhoria operacional para se destacar no mercado e mostrar aos corretores parceiros e clientes as facilidades e agilidade em trabalhar com a companhia.

O grupo amarga prejuízo por conta de alguns sinistro de grande porte e também pelo investimento pesado na plataforma digital, na qual os corretores fazem cotações de maneira rápida e simplificada, acompanhando o status das transações e emitindo as apólices em tempo real, tudo 100% online, além de poder buscar informações sobre produtos e treinamentos.

Segundo a AIG, o portal foi desenvolvido com o objetivo de ser um facilitador dos negócios do corretor e já tem disponível os seguros empresarial, Responsabilidade civil (RC) profissional e outros gêneros de RC, gestão protegida/D&O, modalidades de seguro transporte, ambiental, property e Cyber Edge®. Além dos produtos para pequenas e médias empresas, como o Gestão Protegida 360º e Responsabilidade Civil, a AIG no Brasil está focada no segmento corporativo, incluindo: aeronáutico, seguro ambiental, linhas financeiras, transportes, patrimonial, PME, garantia e crédito. A AIG também continua com todos os produtos para clientes multinacionais e os seguros de garantia estendida e viagem.

Bradesco Seguros é anfitriã de seguradoras de 11 países na Assembleia Anual RIDA

Fonte: Bradesco

O Grupo Bradesco Seguros vai sediar, nesta quarta e quinta-feira, 19 e 20 de outubro, a Assembleia Anual RIDA 2016. A RIDA é uma rede internacional de empresas de seguros de natureza privada, composta de companhias seguradoras líderes em países da América Latina e Península Ibérica, visando atender, em nível regional, clientes empresariais dessas regiões com operações em diferentes países e que requeiram serviços que os ajudem a proteger suas atividades e investimentos.

Participam do evento organizado pelo Grupo Bradesco Seguros – em sua sede no Rio de Janeiro – empresas da Argentina, Uruguai, Porto Rico, Paraguai, Colômbia, Peru, Venezuela, Honduras, Equador, Panamá e Bolívia. Cada membro da RIDA é autônomo e responsável pela coordenação e administração do negócio, baseado nos princípios e valores desta rede internacional que visa promover e difundir a cultura do seguro, com o apoio de seus membros.

Para José Sergio Bordin, Diretor-Geral de Auto/RE do Grupo Bradesco Seguros, “a Assembleia Anual da RIDA é uma oportunidade de o mercado segurador avançar nas ações de promoção de produtos, serviços e benefícios e debater a legislação nos mercados em que a RIDA atua, no sentido de aprimorar e dar maior transparência aos negócios regionais”. Entre os serviços que a RIDA oferece a seus associados, está: a inspeção e subscrição de riscos, a emissão de apólices, a regulação e pagamento de sinistros, entre outras atividades, principalmente para riscos patrimoniais e de pessoas.

Entre os princípios da RIDA, da qual o Grupo Bradesco Seguros é parte integrante, destacam-se: fornecer serviços de seguros de alta qualidade e oportunidade em diversos países, oferecendo os melhores padrões e condições; respeitar a legislação e as práticas do mercado local, assim como a autonomia de cada empresa membro da Rede; valorizar os acordos bilaterais entre as partes em contratos de seguros e resseguros; gerar vantagem competitiva aos membros da Rede.

A Assembleia Anual da RIDA 2016 é restrita aos seus participantes, mas suas resoluções são amplamente difundidas com o objetivo de fortalecer o mercado segurador em toda a região da América Latina e Península Ibérica.

Susep aprova regras para seguros D&O e de riscos de engenharia

Fonte: Susep

O Conselho Diretor da Susep, em sua reunião realizada em 13/10, aprovou duas Circulares que estabelecem regras para os seguros de responsabilidade civil de gestores (D&O) e para seguros de riscos de engenharia. As duas normas foram publicadas no Diário Oficial da União e passam a vigorar a partir desta data.

O seguro de responsabilidade civil para gestores tem como foco diretores e administradores de empresas e já vinha sendo comercializado pelo mercado. Mais conhecido como D&O (Directors & Officers Liability), o produto era contratado com base nas regras gerais de seguros de danos de responsabilidade civil. No entanto, recentemente, a Susep começou a receber com mais frequência pedidos de esclarecimentos de dúvidas em relação a esse seguro e resolveu criar regras específicas para o produto.

Entre as várias consultas feitas à Superintendência, relacionadas ao D&O, havia sempre dúvidas quanto às coberturas abrangidas pelas apólices, principalmente se o seguro cobriria multas e penalidades aplicadas aos gestores no exercício de suas funções. Essa possibilidade foi entendida pelo Conselho Diretor da Susep como passível de ser segurada e consta do parágrafo 4º do artigo 5º da Circular.

As normas referentes ao seguro de riscos de engenharia, que também passam a vigorar a partir de hoje, trazem duas novidades em relação às regras anteriores. O produto passa a ter uma única cobertura básica e os gastos para remoção de entulho passam a ter limites, desde que não seja menor do que 5% do valor da apólice.

Pelas normas anteriores, os custos com a retirada de entulho podiam consumir uma parte significativa do limite máximo da apólice, comprometendo a verba das coberturas principais. A Circular manteve a possibilidade de cobertura adicional para cobrir gastos com remoção de entulho.

O Conselho Diretor da Susep, em sua reunião realizada em 13/10, aprovou Circular que estabelece regras para o seguro de responsabilidade civil de gestores (D&O). A norma foi publicada nesta segunda-feira (17/10) no Diário Oficial da União e passa a vigorar a partir desta data.

O seguro de responsabilidade civil para gestores tem como foco diretores e administradores de empresas e já vinha sendo comercializado pelo mercado. Mais conhecido como D&O (Directors & Officers Liability), o produto era contratado com base nas regras gerais de seguros de danos de responsabilidade civil. No entanto, recentemente, a Susep começou a receber com mais frequência pedidos de esclarecimentos de dúvidas em relação a esse seguro e resolveu criar regras específicas para o produto.

Entre as várias consultas feitas à Superintendência, relacionadas ao D&O, havia sempre dúvidas quanto às coberturas abrangidas pelas apólices, principalmente se o seguro cobriria multas e penalidades aplicadas aos gestores no exercício de suas funções. Essa possibilidade foi entendida pelo Conselho Diretor da Susep como passível de ser segurada e consta do parágrafo 4º do artigo 5º da Circular.