Inovação é tema do Insurance Meeting 2016

Fonte: CNseg

Em sua 10º edição, o Insurance Meeting reunirá, de 3 a 6 de novembro, em Campinas, líderes das áreas de TI e Negócio das empresas do setor segurador, além de representantes de entidades como Susep, ANS , Fenacor e da própria CNseg, para debater questões estratégicas relacionadas à tecnologia.

Aberto apenas a convidados e coordenado pela CNseg e sua Comissão Temática de Processos e Tecnologia da Informação (CPTI), o Insurance Service Meeting deste ano tem como tema “O Futuro é agora: A inovação a favor do desempenho”.

E o foco em inovação é, de fato, uma grande preocupação do setor, haja vista, por exemplo, a recente constituição, por parte da Confederação, da CNsegPar, empresa de participação voltada ao apoio de start-ups que possam trazer soluções originais ao mercado. E, não coincidentemente, um dos painéis do primeiro dia do evento tem o título “Aceleradores em Digital para o novo mercado de seguros” e, outro, “Inovar para Transformar: Insurtechs e Oportunidades”.

Aqueles que quiserem entender como a inteligência artificial pode ser utilizada nessa indústria, também poderão assistir ao painel “Watson como Advisor do Segurador”, apresentado pela executiva Global de Solução Cognitiva da IBM, Andrea Eichborn.

Para conhecer a programação completa e obter mais informações, acesse o site do evento: www.insurancemeeting.org.br.

1º Seminário Nacional de Educação em Seguros acontece nesta quarta-feira, em SP

Fonte: CNseg

Para ser mais bem-entendido por seus stakerholders e na sequência do lançamento do Programa de Educação em Seguros, em Brasília, no dia 19, o mercado segurador reúne suas principais lideranças, dirigentes, executivos, entidades educacionais e renomados economistas nesta quarta-feira, 26, em São Paulo, para discutir ações visando combater a desinformação dos consumidores sobre o setor e ampliar seu nível de satisfação. O 1º Seminário Nacional de Educação em Seguros é promovido pela CNseg em parceria com o EstudioFolha, do grupo jornalístico Folha de São Paulo, e ocorrerá na Unibes Cultural, das 9h às 13h.

O seminário contará com uma plateia qualificada formada por cerca de 150 pessoas, incluindo entre os participantes os presidentes das cinco mais importantes entidades do mercado segurador (Marcio Coriolano, da CNseg; Edson Franco, FenaPrevi; Solange Beatriz Palheiro Mendes, FenaSaúde; Marco Antonio Barros, FenaCap; e João Francisco Borges, da FenSeg). E ainda: os economistas Marcelo Neri, da FGV, e Paulo Tafner, do Ipea; Marcus Vinicius Aguiar, vice-presidente da Anfavea; e Ailton Brasiliense, presidente da Associação Nacional de Transportes Públicos.

Todos vão participar de discussões que incluem os impactos da longevidade para a economia brasileira, a educação financeira e a capitalização e os riscos de trânsito e o seguro de automóvel.

Liberty Seguros reúne empreendedoras em workshop de negociação para mulheres da ImpulsoBeta

A Liberty Seguros comemora o primeiro ano do Mulheres Seguras, uma plataforma com foco no empreendedorismo feminino. Para marcar a data, a seguradora reuniu mulheres empreendedoras para conversar sobre os desafios do negócio próprio e aprender sobre negociação.

“O principal objetivo do Mulheres Seguras é apoiar as empreendedoras que estão encarando o desafio de começar e desenvolver seu próprio negócio. Trazemos conteúdo relevante, útil e de qualidade por meio do nosso portal online e eventos com empreendedoras. Nesse primeiro ano de Mulheres Seguras, recebemos mais de 170 mil visitas no portal online, o que reforça o interesse e a importância da conversa sobre o empreendedorismo feminino”, diz Patrícia Chacon, diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. “Além de oferecer conteúdo, aprendemos muito com as nossas leitoras, por isso, é muito gratificante a experiência de trazer a plataforma do mundo virtual para o mundo real”.

As convidadas participaram de um workshop da Impulso Beta, uma plataforma focada no avanço profissional feminino e na igualdade de gênero no mercado de trabalho. Conduzido por Renata Moraes e Daniele Botaro, o tema da atividade foi negociação para mulheres. Durante esse momento, as empreendedoras puderam conversar e refletir sobre como desenvolver estratégias de negociação com empatia e assertividade.

“As pesquisas indicam que as mulheres negociam numa frequência quatro vezes menor que os homens e pedem, em média, valores 30% menores em suas negociações. Nos cursos da ImpulsoBeta ouvimos o tempo todo relatos de mulheres que abrem mão de oportunidades a que poderiam ter acesso por receio da imagem que irão transmitir se defenderem seu espaço e por falta de preparo para negociar seus interesses. Esse cenário é fruto de uma série de pressões culturais que levam as mulheres a serem menos assertivas e mais modestas. Para avançar em suas carreiras, principalmente se decidem ser empreendedoras e se veem diante de uma grande responsabilidade pelo sucesso de seus negócios, precisam reverter essa situação. Iniciativas como a plataforma Mulheres Seguras, da Liberty, levem a capacitação complementar de que essa empreendedora tanto precisa. A excelente receptividade que tivemos das empreendedoras no workshop de negociação reforça essa necessidade”, comenta Renata Moraes, fundadora da ImpulsoBeta.

Com Rosy Herzka, diretora de Seguros Patrimoniais Empresariais da Liberty Seguros, as empreendedoras puderam conhecer um pouco mais os benefícios oferecidos pelos seguros patrimoniais. A Liberty Seguros foi pioneira na criação de seguros para pequenas e médias empresas. Com coberturas e assistências customizadas, a seguradora oferece soluções para cerca de 30 nichos, que incluem pet shops, floriculturas, salões de cabeleireiros, perfumarias e escritórios.

“Acredito que empreender é o melhor caminho e a mensagem do Mulheres Seguras sobre o assunto, além de positiva, tem sido muito séria”, diz Vanessa Martins, da Torigoe Oficina Automotiva Sustentável. “Ao mesmo tempo que traz conteúdo útil e relevante sobre o tema, a Liberty Seguros tem tratado o assunto de uma maneira real e sustentável, e isso se refletiu naturalmente neste encontro”.

Mapa da Aon revela que risco Brasil mostra sinais de melhora

A pontuação global de risco político do Brasil foi considerada média no mais recente Mapa Político produzido pela corretora Aon, que se refere ao terceiro trimestre de 2016. Com Michel Temer substituindo Dilma Rousseff como presidente, a combinação de políticas está mudando lentamente, permitindo a consolidação de um novo teto orçamentário, o que deve resultar na melhoria das perspectivas para a inflação e para o crescimento.

No entanto, ressalta o estudo, problemas persistentes impedem a melhoria na pontuação de risco global do país. Os principais são o Congresso ainda fragmentado e as investigações de corrupção em curso. Há um risco médio-alto de interferência política na economia, e os riscos legais e regulamentares permanecem em um nível médio-alto.

A má qualidade de estradas, ferrovias e portos do Brasil deixou o país em risco médio-alto de interrupção da cadeia de fornecimento. Os balanços dos bancos foram prejudicados por uma das recessões mais profundas que o país já vivenciou. O risco de não pagamento soberano é média-alta, mas deve diminuir se a legislação do déficit orçamentário foi aprovado. A inflação está caindo, mas o controle de preços continua a ser um desafio, bem com ainda há muitas incertezas em torno da reforma fiscal. Estes riscos podem limitar a capacidade do Banco Central do Brasil para reduzir as taxas.

Veja o mapa no link

https://www.riskmaps.aon.co.uk/site/map.aspx

Conglomerado chinês compra seguradora americana

Fonte: AFP

Um conglomerado chinês anunciou a compra da seguradora americana Genworth Financials, cotada na bolsa de Nova York, por 2,7 bilhões de dólares. A China Oceanwide Holdings, fundadora e principal acionista do China Minsheng Bank, ofereceu 5,43 dólares por ação, segundo o comunicado conjunto. A compra é mais uma na onda de aquisições de grandes companhias chinesas no exterior este ano, que incluem o estúdio Hollywood Legendary, o fabricante alemão de robôs Kuka ou a química suíça Syngenta. A Genworth, fundada em 1871, tem cerca de quatro milhões de clientes com seguros de vida e também oferece seguros para empréstimos. A oferta representa 4,22% a mais que o valor das ações na sexta, no fechamento.

Susep divulga relatório da Comissão Consultiva de Resseguro

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou o Relatório da Comissão Consultiva de Resseguro, que foi instituída pelo ex-ministro Joaquim Levy, que atualmente é tesoureiro do Banco Mundial, pelas Resoluções CNSP 322 e 325/2015. “O relatório que entre outros pontos importantes detalha as regras de resseguros para os próximos anos, muito contribui para a estabilidade regulatória do nosso mercado”, comenta Rodrigo Botti, diretor da Terra Brasis.

Em relação aos tópicos discutidos na Comissão Consultiva, constavam na pauta a categorização de resseguradores (local, admitido e eventual) e respectivas exigências regulatórias; limites de cessão de resseguro e retrocessão; reserva ou preferência ao ressegurador local; operações intragrupo; seguro e resseguros de grandes obras: obra pública e concessões; clausulado de resseguros (e seguros) de pessoa jurídica de grande porte e exigências
regulatórias conexas; criação de regime diferenciado de compliance regulatório para o setor de resseguros; demais consideraçõesForam apresentadas diversas sugestões de aprimoramento da regulação de resseguros, com foco em tornar as exigências mais aderentes às boas práticas internacionais.

Já entre as sugestões apresentadas, destacam-se alteração de exigências relacionadas à norma de lavagem de dinheiro, contidas na Circular SUSEP no 445, de 2012; exigências do poder público em relação a assinatura do ressegurador no certificado de garantia; simplificação da rotina de envio das informações à SUSEP através do FIP (Formulário de Informações Periódicas);
- simplificação dos procedimentos para renovação do cadastro de resseguradores admitidos e eventuais; e revisão da cláusula de insolvência contida na Lei Complementar no 126, de 2007; e carga tributária incidente sobre resseguradores locais.

A pedido da CNseg, foi introduzido pela Comissão o item “cálculo de resseguro como ativo redutor de ativos garantidores”, por existir entendimento de que a atual forma de contabilização de resseguro como redutor da necessidade de outros ativos garantidores para fazer frente a provisões técnicas está em desacordo com as melhores práticas internacionais de mercado. Em função do assunto já ser conduzido no âmbito das discussões mantidas em subcomissões da SUSEP, com participação do mercado, não houve maior extensão dos debates, o que poderia ser discutido no âmbito das subcomissões citadas.

Garantia – O seguro garantia também é tema da comissão de resseguro. Segundo os autores do documento, à semelhança do que ocorre com as grandes obras públicas, o seguro garantia seria ineficaz para dar continuidade a operação de concessões públicas, por conta de certas lacunas e imprecisões da legislação, tais como limite máximo do valor da garantia de 5% do valor do contrato de concessão (excepcionalmente 10%), que seria insuficiente para fazer frente aos custos de tomada da concessão; possibilidade de sucessão de débitos trabalhistas e fiscais do concessionário original, não garantidos pela cobertura securitária; e falta de privilégio do crédito da seguradora (contrato de contragarantia) junto ao concessionário inadimplente.

A comissão sugere alteração legislativa que, segundo a CNseg, FENABER e Mattos Filho poderão estimular e viabilizar o mecanismo de retomada e finalização da concessão pública aumento do valor da garantia, como a alteração do art. 56 da Lei no 8.666, de 1993, dos atuais 5% a 10% para 30% a 100% e o direito prioritário da seguradora ao controle ou à administração temporária da concessionária entre outras diversas alterações.

O relatório pode ser encontrado no link: http://www.susep.gov.br/setores-susep/gabin.

Prudential do Brasil e Guide Investimentos anunciam parceria

Release

A Prudential do Brasil e a Guide Investimentos anunciam o contrato de parceria pelo qual a corretora de seguros do grupo, a Guide Life, passará a comercializar os produtos de seguro de vida individual da seguradora. A Guide Life chega para reforçar o time de parceiros comerciais da Prudential do Brasil, dentro da estratégia de ampliar os canais de distribuição.

As duas instituições trabalham com conceitos similares, oferecendo aos seus clientes serviços e produtos personalizados e adequados às necessidades individuais. A parceria com a Prudential do Brasil permitirá que a Guide Life inclua no seu negócio o seguro de vida individual como parte do planejamento financeiro personalizado e de longo prazo.

“Utilizamos um método de coleta e análise de informações que foi especialmente desenvolvido para este novo conceito e funcionará com a elaboração de um diagnóstico e um plano de ação revisado anualmente, já que as metas e o mercado mudam e o planejamento deverá ser atualizado”, explica Flávio Kokis, que juntamente com Felipe Chad, coordenará o projeto Guide Life. O sócio destaca ainda que contará com métricas de acompanhamento para garantir que as necessidades financeiras das famílias estejam sendo atendidas.

Para Patrícia Freitas, vice-presidente de Parcerias Comerciais da Prudential do Brasil, ter a Guide Life como parceira reforça e acelera a estratégia de expansão desta linha de negócio da seguradora. “A Guide Life é a escolha certa por ser uma empresa que compartilha dos mesmos valores da Prudential atuando com foco no cliente, respeito e confiança”.

A Guide Life atua em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e conta com mil famílias atendidas, assegurando o futuro de 2,5 mil pessoas. A expansão da nova área de negócios com o seguro de vida se dará por meio de franquias e a expectativa deles é ter 500 franqueados nos próximos anos.

Os resultados do canal de parcerias comerciais da seguradora são sólidos e crescentes, já que, apenas no primeiro semestre de 2016, registrou um aumento de 59,5% em novas apólices, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Prioridades da Porto Seguro, segundo o jornal Estado de S.Paulo

O jornal Estado de São Paulo traz uma matéria especial com a Porto Seguros, sobre os desafios para enfrentar as mudanças no mundo, até chegar ao carro compartilhado, que mudará o seguro de carro, hoje responsável por 80% do faturamento da companhia.

Veja o que o jornal cita com os três principais desafios:

1. Embora seja forte em automóveis, a companhia tem posição discreta em outros segmentos. Eles têm sofrido com o seguro-saúde, diz Eduardo Noshio, do Brasil Plural. Vender seguro de vida, por exemplo, é complicado por isso, é mais fácil a Porto Seguro crescer com propostas mais simples, como a do cartão de crédito.

2. A venda pela internet não é uma prioridade para a Porto Seguro, que prefere o canal tradicional, que ainda responde por 95% de suas vendas. Fábio Luchetti diz que o mercado online canibalizou a receita do mercado do Reino Unido.

3. Embora abrace negócios inovadores tem até a própria incubadora de startups, a Oxigênio -, Luchetti diz que a Porto evita ficar ansiosa com as novas tendências a ponto de perder o foco em seu atual ganha-pão (no caso, o seguro de automóveis).

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,presidente-da-seguradora-iniciou-na-empresa-como-office-boy,10000083940

Chubb e Sete Brasil negociam renovação de apólice, noticia a Revista IstoÉ Dinheiro

A revista IstoÉ conta que desde o final de setembro, os 16 navios-sonda em construção pela empresa perderam a apólice de seguros da Chubb. Por conta disto, o controverso investimento bilionário está desprotegido e em risco. A Sete Brasil ignorou as práticas do mercado e criou um caminho próprio e controverso.

A comissão para as seguradoras foi de 15% e totalizou US$ 18,6 milhões. Para as resseguradoras, 20% e somou US$ 20 milhões. No caso da Sete Brasil, o valor da apólice de quase US$ 125 milhões também foi pago de uma vez.

A nova negociação entre a Sete Brasil e a Chubb, que está em curso e pode ser fechada nos próximos dias, vai reduzir as apólices de BAR de 16 sondas para quatro (as que estão em estágio mais avançado de conclusão). Outras seis, em estágio inicial, vão receber uma cobertura diferente, para obras paralisadas. As demais não terão qualquer proteção e serão abandonadas. O contrato deverá ser fechado pela seguradora-líder, a Chubb. Bradesco Seguros, Fairfax, BB Mapfre serão cosseguradoras, apoiadas por outras 30 resseguradoras internacionais.

Procurada, a Chubb não quis dar entrevista Bradesco Seguros, Fairfax e BB Mapfre não comentaram a operação. A Sete Brasil, que tem pressa para fechar o contrato, também não se pronunciou. O tema é tão complexo que vale a leitura completa da matéria.

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/financas/20161021/bomba-relogio-sete-brasil/424959

Presidente da Abrapp defende que Previc trate de previdência aberta, informa o portal Investidor Institucional*

Correção do título: 24 de outubro as 12h40*

Tirar da Superintendência de Seguros Privados (Susep) a fiscalização de previdência aberta, levando o segmento para a tutela da Previc. Essa é a notícia que o Investidor Institucional publicou. Segundo o portal, a informação veio do presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto, que acredita que a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) tende a se fortalecer dentro da estrutura do Ministério da Fazenda. Ao contrário daqueles que cogitam a possibilidade de extinção da Previc e sua junção com a Susep, o representante prevê uma solução diferente para o órgão da previdência fechada.

“Já ouvimos a proposta de trazer a previdência complementar aberta, que está na Susep, para a Previc. Neste caso, teríamos uma superintendência de previdência complementar que trataria não só da fechada, mas também da aberta”, diz Pena Neto. O dirigente defende o projeto de fortalecer a atuação da Previc com a incorporação do papel de fiscalização e regulação da previdência aberta.

“Tiraria da Susep esse braço da previdência complementar aberta. E isso faz sentido porque a legislação de previdência complementar é única. Tem um capítulo para a previdência fechada e outro para a aberta. Mas a lei é única e isso tem lógica”, defende. Para ele, a incorporação da previdência aberta pela Previc facilitaria avanço do fomento de todo o setor com o objetivo de fortalecer o caráter previdenciário do segmento de planos abertos, finaliza o portal Investidor Institucional.

Para ler a matéria na íntegra acesse o portal: http://www.investidorinstitucional.com.br/index.php/br/investidoronline/30409-presidente-da-abrapp-defende-que-previc-trate-da-previdencia-aberta-e-fechada.html

A Susep já perdeu a fiscalização do segmento de saúde para a Agência Nacional de Saúde (ANS), criada em 2000. Praticamente metade do faturamento do setor naquela época vinha de saúde. Se perder previdência, o mercado segurador terá um encolhimento significativo dentro dos números gerais do setor fiscalizado pela Susep.

Dados divulgados pela CNseg, a confederação das seguradoras, mostram que das reservas de R$ 789 bilhões, 40% provém do segmento de saúde e 23% do VGBL, um produto de vida vendido como plano de previdência aberta. Com isso, a Susep ficaria responsável por seguros de bens e financeiros, como auto e outros bens motores, propriedades, financeiros, empresariais e seguro de vida, bem como capitalização.

* Com relação ao título da sua matéria publicada no site Sonho Seguro: “Previc quer fiscalizar previdência aberta, hoje sob tutela da Susep”, a direção da Previc esclarece que em nenhum momento a autarquia emitiu opinião sobre a possibilidade de fiscalizar a previdência aberta, tratando-se de assunto cuja alçada não é da autarquia. Realçamos que essa opinião “que a Previc fiscalize a previdência aberta” é de autoria do presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto