Tokio Marine arrecada R$ 300 mil em doações para o Teleton 2016

No dia 5 de novembro, durante o segundo dia da edição 2016 do programa exibido pelo SBT, a Tokio Marine doará um cheque no valor de R$ 300 mil à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), que tem uma atuação reconhecida no atendimento a crianças e adolescentes com deficiência. A doação será entregue, ao vivo, pelo Diretor Executivo Comercial, Valmir Rodrigues, e o diretor comercial nacional varejo, João Luiz de Lima.

Para incentivar a arrecadação, a Tokio Marine lançou uma campanha de solidariedade para seus parceiros de negócio. Entre os meses de julho e outubro, a companhia motivou Corretores e Assessorias a trocarem seus pontos acumulados no Programa Nosso Corretor (PNC) por doações para a AACD. A ação contou com o apoio e a divulgação de toda a equipe comercial da Seguradora, o que foi essencial para o sucesso da iniciativa. Além disso, também houve uma grande movimentação interna para estimular os Colaboradores a doar valores a partir de R$10 com desconto em folha de pagamento.

“A solidariedade de cada um é um gesto simples, mas que ajuda muito as famílias atendidas pela AACD. Apoiar causas que promovem inclusão e melhoria das condições de vida como esta faz parte da nossa missão e filosofia”, afirma o Diretor Executivo Comercial da Tokio Marine, Valmir Rodrigues.

Além de doar, os funcionários e seus familiares também estarão engajados ativamente no Teleton em uma ação promovida pela Seguradora. Assim como na última edição, os voluntários vão atender as ligações do público, no Contact Center da Companhia, durante todo o sábado (5). Até agora, mais de 240 pessoas já se inscreveram para participar, um aumento de 38% em relação ao ano passado. “O engajamento em ações sociais já se tornou uma tradição na Tokio Marine. Tanto que, ao longo do ano, a Companhia coloca seus valores em prática participando de outras iniciativas, sempre com o envolvimento e a cooperação de sua equipe, dos Corretores e Assessorias”, diz Rodrigues.

O superintendente de Captação de Recursos e Marketing da AACD, Angelo Franzão, ressalta a importância do apoio de todos, empresas e a população em geral, para ajudar a AACD a atingir a meta de arrecadação de R$ 27 milhões neste ano. “Estamos em um ano atípico com uma redução de cerca de 30% nas doações por conta do momento econômico. Por isso, mais do que nunca, precisamos da colaboração de todos para mantermos nosso trabalho e continuarmos realizando os sonhos de nossos pacientes. Estamos confiantes e esperamos conseguir alcançar a meta estabelecida”, resume Franzão.

A 19ª edição do Teleton acontece durante os dias 4 e 5 de novembro e todo o dinheiro será usado para manutenção dos centros de reabilitação e do hospital da AACD.

ARTIGO: Informação que faz diferença

Bruno Duque, contador, pós graduado em economia e mestrando em controladoria empresarial, possui mais de 7 anos no mercado de seguros, se dedica a sua tese de mercado, que estará disponível até fevereiro de 2017 no site da biblioteca do Mackenzie. Ele estuda o uso de relatórios gerenciais pelas seguradoras e os ganhos que isso pode trazer para todo o processo. Leia abaixo o artigo escrito por ele, onde conta pouco do que já concluiU.

Estudo realizado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em companhia seguradora revela que a informação alinhada a tecnologia melhora o desempenho de seus agentes comerciais. O estudo foi realizado em uma das maiores seguradoras do país e teve abrangência nacional.

O mercado de vendas de seguros é, sem dúvida, um dos mais intensos quando se trata de comparação de produtos, condições e preços, pois cada pessoa antes de se decidir por uma seguradora ou determinado produto/cobertura, tem a possibilidade de verificar em diversas seguradoras o que elas oferecem. Esse processo é feito normalmente por meio de um corretor de seguros, agências bancárias ou sites (que são corretoras on-line).

É nesse ambiente de velocidade e competitividade que as seguradoras se inserem e aquelas que possuem informações gerenciais mais assertivas e rápidas tendem a se destacar. Por esse motivo, as seguradoras investem em tecnologia e informação em todas as suas áreas (comerciais, corporativas, de sinistros, de atendimento etc.). Prova disso é que entre 2014 e agosto de 2016 as seguradoras do Brasil investiram R$ 4 bilhões em ativos intangíveis (item do balanço onde são registrados os investimentos em softwares e sistemas de computadores), segundo dados do SES SUSEP.

Para verificar a eficiência destes vultosos investimentos, o estudo realizado propôs-se a verificar se há retorno efetivo destes investimentos, focando especialmente os investimentos nas áreas comerciais da seguradora estudada. Pesquisas acadêmicas da área de controladoria e gestão do mundo todo mostram uma relação positiva entre o maior uso de relatórios gerenciais e desempenho superior. As pesquisas mostram também que quanto maior a percepção de utilidade e benefícios dos relatórios por parte de seus usuários, maior é sua utilização.

Por meio de dados do número de acesso aos relatórios disponibilizados por meio de aplicativo de celular e dados de desempenho dos agentes comerciais nas vendas da companhia foi possível comprovar que de fato aqueles que mais utilizam as informações disponibilizadas possuem em média um desempenho superior. Outra constatação foi que quanto maior a percepção de benefícios por parte dos usuários, maior foi o uso das informações e consequentemente o desempenho destes agentes. A percepção de benefícios foi testada por meio de questionário enviado a todos os comerciais da empresa.

Portanto, esta é mais uma prova de que alinhar tecnologia e informação é um caminho que proporciona resultados tangíveis para as companhias. O desafio agora tem sido saber direcionar esforços e atenções para aquilo que é mais relevante, tanto para as pessoas quanto para as empresas, pois com a abundância de informações disponíveis, saber utilizar-se daquelas que realmente importam será como ser um possuidor do “mapa da mina”.

Bradesco Seguros registra 390 pedidos de indenização por chuvas em outubro

Em 14 dias de trabalho de sua equipe de técnicos nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, a Bradesco Seguros já abriu mais de 390 processos para pagamento a segurados que tiveram, em suas residências e estabelecimentos comerciais e industriais, algum tipo de perda provocada pelos temporais que atingiram a região em outubro.

Dos cerca de 390 sinistros abertos, 321 apólices já tiveram a indenização paga, totalizando mais de R$ 1,3 milhão. A operação “Atendimento em Situação Climatológica Severa” é um processo inovador criado pelo Grupo Segurador que identifica, analisa e prioriza situações decorrentes de uma catástrofe, concentrando os esforços para, no menor prazo possível, quantificar e indenizar seus segurados envolvidos em tragédias naturais.

Desde que foi criado, em 2015, a operação permitiu o pagamento de sinistro de mais de três mil segurados atingidos por vendavais em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. Isso demonstra a preocupação do Grupo em atender e servir ao seu segurado, com rapidez, no momento em que ele mais precisa. O tempo entre avaliações e pagamento foi de 9,4 dias, e o montante indenizado atingiu R$ 13,3 milhões.

AIG e Prudential divulgam lucro no terceiro trimestre

A AIG anunciou que seu conselho autorizou um programa de recompra de ações adicional de US$ 3 bilhões e também o balanço financeiro. O lucro líquido no terceiro trimestre foi de US$ 462 milhões, comparado com uma perda líquida de US$ 231 milhões em mesmo período do ano anterior. O ROE ficou em 2,1%m bem abaixo da média de 15% das seguradoras. O lucro considera perdas de US$ 526 milhões com a libra esterlina registradas desde o anúncio da saída do Reino Unido da União Europeia, conhecido como Brexit, em junho deste ano.

O volume de vendas de seguros comerciais declinou 17% no terceiro trimestre de 2016 comparado com o mesmo período do ano passado, para US$ 4,3 bilhões. O índice combinado, que mede a eficiência operacional de uma seguradora (quanto mais abaixo de 100 melhor), piorou três pontos percentuais, subindo para 105,3% nos trimestres comparados. Isso significa que a seguradora teve gastos maiores do que receitas de prêmios.

Em agosto, a AIG vendeu sua unidade de hipotecas de garantia para o Arch Capital Group Ltd por cerca de US$ 3,4 bilhões. No mês passado, vendeu o sindicato do Lloyd’s of London o Ascot, para o Canada Pension Plan Investment Board em um negócio avaliado em cerca de US $ 1,1 bilhão.

Em outubro, o grupo anunciou acordo para vender para a canadense Fairfax Financial Holdings alguns negócios na América Latina e também da Europa Central e Oriental por cerca de US$ 240 milhões em dinheiro, com exceção do Brasil, que passou por uma reestruturação e tem nova modelagem para iniciar 2017.

Em outubro, o Cade autorizou a venda para a Porto Seguro da carteira de seguro de carro que a AIG iniciou há três anos, e que contava com cerca de 25 mil apólices. O grupo segue focado na venda de seguros para pequenas e médias empresas, responsabilidade civil, aeronáutico, seguro ambiental, linhas financeiras, transportes, patrimonial, garantia e crédito. A AIG também continua com todos os produtos para clientes multinacionais e os seguros de garantia estendida e viagem. Também investiu na plataforma digital, na qual os corretores fazem cotações de maneira rápida e simplificada, acompanhando o status das transações e emitindo as apólices em tempo real, tudo 100% online, além de poder buscar informações sobre produtos e treinamentos.

Prudential – A Prudential Financial, Inc. (NYSE: PRU) divulgou nesta quarta-feira os resultados do terceiro trimestre de 2016. O lucro líquido chegou a US$ 1,7 bilhão, acima dos US $ 1,4 bilhão do terceiro trimestre do ano passado. O lucro operacional ajustado após impostos foi de US$ 1,1 bilhão. No acumulado do ano até setembro, o lucro líquido foi de US$ 4 bilhões, abaixo dos US$ 4,9 bilhões nos primeiros nove meses de 2015. O lucro operacional foi de US$ 3 bilhões de julho a setembro, abaixo dos US$ 3,7 bilhões do mesmo período anterior. John Strangfeld, chairman e CEO, destacou que os resultados seguem sólidos, incluindo o crescimento de vendas constante nas subsidiárias fora dos EUA.

O grupo tem investido em parcerias e compras no Brasil. Nesta semana, o CADE aprovou a venda da carteira de vida em grupo do Itaú para a Prudential, envolvendo prêmios líquidos de cerca de R$ 465 milhões em 2015 e mais de 1,9 milhão de vidas seguradas.O valor não foi revelado. Também no mês passado, a Prudential do Brasil anunciou dois novos parceiros comerciais, o Ouroinvest e a Guide Investimentos, que passam a comercializar os produtos de seguro de vida individual da seguradora.

Porto Seguro lucra R$ 620 milhões até setembro

A Porto Seguro divulgou hoje lucro líquido de R$ 205 milhões no terceiro trimestre deste ano, correspondendo a um decréscimo de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o lucro líquido atingiu R$ 620 milhões, redução de 13% comparado ao mesmo período anterior. O ROAE atingiu 13,5% no 3T16 e 13,9% no 9M16. Entretanto, informa o comunicado do grupo, no 3T15 houve um ganho não recorrente2 no valor líquido de R$ 28 milhões. Desconsiderando esse efeito, o lucro do trimestre aumentaria em 13% e lucro acumulado do ano seria 10% menor.

Na operação de seguros, os prêmios auferidos aumentaram 5% no 3T16 e 6% no 9M16. O seguro de auto consolidado das três marcas cresceu 3% no trimestre, enquanto o mercado recuou 3% entre julho e agosto. O número de veículos segurados atingiu 5,6 milhões (+8%) e o número de vidas no seguro de pessoas e odontológico evoluíram em mais de 7% nos últimos 12 meses. O índice combinado piorou, atingindo 97,9% (+1,6 p.p.) no 3T16 e 99,0% (+2,7 p.p.) no 9M16, explicado pelo aumento da sinistralidade.

No trimestre, os sinistros foram pressionados pelo aumento dos roubos de veículos e pela base de comparação com o mesmo período do ano anterior, quando o resultado foi melhor em relação à média histórica. Além disso, a elevação da frequência de utilização do seguro saúde também impactou a sinistralidade. Por outro lado, o índice de despesas administrativas de seguros recuou em 1,1 ponto percentual, sendo que os gastos nominais decresceram 3% no trimestre e cresceram menos de 1% no ano, resultado da melhora na eficiência operacional.

As receitas das empresas financeiras e de serviços cresceram 11% no trimestre, associadas ao aumento das vendas do produto de telefonia móvel (Conecta) e dos produtos de cartão de crédito e financiamento, que retomaram o crescimento com aumento da lucratividade. O indicador de inadimplência (maior de 90 dias) da carteira permaneceu aproximadamente 2 pontos percentuais menor em relação a média de mercado. No ano, o crescimento dos negócios não seguros foi de 5%.

Ainda de acordo com o comunicado, o resultado financeiro apresentou um aumento de 35% no trimestre, favorecido por um melhor desempenho das aplicações financeiras, principalmente decorrentes das alocações em renda variável e também devido a base de comparação com o 3T15, quando o retorno apresentado foi abaixo do CDI. A rentabilidade trimestral da carteira (ex previdência) foi de 3,5% (100% do CDI) e de 11,4% (109% do CDI) nos nove primeiros meses do ano.

Denise Bueno agora também no Infomoney

Novo desafio. Agora além do blog Sonho Seguro, que completa 10 anos, e de todos os afazeres profissionais e pessoais que preenchem minha vida, hoje é a minha estreia como blogueira no portal Infomoney, que tem 6 milhões de usuários únicos e 50 milhões de page views por mês.

Vou contar o tema para não causar ansiedade nos meus fiéis seguidores. É sobre … o MERCADO SEGURADOR!!!!!

Leiam, comentem, curtam, compartilhem e mandem muitas e muitas sugestões de pautas. De preferência, exclusivas!

Vai lá conhecer

blog Seguro S/A – Infomoney

Sura lança campanha nacional para apresentar marca

Logo as seguradoras aparecem no ranking das maiores anunciantes do Brasil. Agora quem vai para a grande mídia pela primeira vez é a Seguros Sura para apresentar nova marca em campanha nacional. A Sura, quinta maior da América Latina, entrou no Brasil com a compra das operações da inglesa RSA.

Com filmes de 30” para TV e Internet, e seguindo o conceito “Com você” que traz a essência da empresa de estar sempre próxima a seus clientes, o grupo quer reforçar sua presença no Brasil e relevância no setor, além de ressaltar suas soluções em seguros e gestão de tendências e riscos. Além dos filmes para TV aberta e fechada, a campanha vai para o rádio e traz peças para mídia impressa, além de ações digitais e patrocínio a eventos pontuais.

“Esse é um momento muito especial para nós. Após um grande trabalho de transição de marca, realizado em menos de quatro meses, estamos prontos para mostrar ao mercado toda a força, solidez e expertise do grupo SURA nesse segmento. Nosso portfólio tem capacidade de atender os principais desafios dos consumidores e permitir que eles tenham segurança para crescer e avançar em seus negócios. Além disso, estamos desenvolvendo novas soluções que atenderão de maneira ainda mais completa as necessidades do nosso mercado”, destaca Marcelo Biasoli, Superintendente de Marketing, Estratégia Corporativa e Desenvolvimento de Negócios da Seguros Sura Brasil.

A campanha tem alcance nacional e terá ativações pontuais em São Paulo e Rio de Janeiro. Em TV, a estreia se deu no programa Fantástico, da Rede Globo, e terá inserções em outros programas dessa emissora, além de na TV Gazeta, GloboNews, Telecine, MegaPix, Universal Channel, Fox Sports e SporTV. Já em rádio, BandNews, CBN e BTN (mídia informativa de trânsito) foram os escolhidos por apresentarem grande afinidade com o público. Por último, as principais revistas e jornais do segmento de seguros, além do Valor Econômico também vão apresentar as peças da campanha.

Itaú Seguridade representa 12,2% do lucro do banco

O banco Itaú divulgou nesta manhã lucro líquido recorrente de R$ 5,5 bilhões no terceiro trimestre do ano, queda de 8,9% em relação ao resultado do mesmo período do ano passado. A Itaú Seguridade representou 12,2% desse ganho. O lucro líquido recorrente das atividades foco, (que contempla o resultado das operações de seguros, previdência e capitalização), foi de R$ 647 milhões no terceiro trimestre de 2016, 4,2% menor em relação ao trimestre anterior, devido principalmente ao aumento dos sinistros, parcialmente compensados pelo incremento de prêmios ganhos.

Seguros representou R$ 360 milhões, previdência R$ 218 milhões do ganho, capitalização R$ 69 milhões). As demais atividades de seguros correspondem aos produtos de Garantia Estendida, Saúde, a participação no IRB Brasil RE e outros registraram lucro recorrente de R$ 36 milhões, redução de 31,3% em relação ao trimestre anterior, devido aos menores prêmios ganhos, parcialmente compensados pela redução dos sinistros e despesas de comercialização, pela rescisão antecipada do contrato de garantia estendida entre Itaú Seguros e Via Varejo, ocorrida no terceiro trimestre de 2014.

O índice de seguridade, que demonstra a participação do lucro líquido recorrente de Seguros, Previdência e Capitalização em relação ao lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco, atingiu 12,2%, redução de 0,9 ponto percentual em relação a junho de 2016. O índice combinado, que indica a participação das despesas decorrentes da operação em relação à receita de prêmios ganhos, atingiu 59,8% no período, apresentando aumento de 3,4 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior, principalmente em função do aumento dos sinistros e do aumento de despesas não decorrentes de juros.

A comercialização de seguros e capitalização nos canais bankline/ internet, mobile, caixa eletrônico, terminal de caixa e bankfone, representaram 53,2% das vendas a correntistas no trimestre, aumento de 6 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. A comercialização de capitalização nesses canais representou 78,5% do total comercializado no período. O valor das vendas de seguros e capitalização a clientes das Agências Digitais representou 11,2% das vendas totais no terceiro trimestre de 2016, aumento de 2 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior.

Como o seguro pode ajudar a mitigar os riscos gerados pelas mudanças climáticas?

Fonte: CNseg

A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) está organizando uma consulta para reunir informações sobre mecanismos de transferência de riscos – incluindo soluções de seguros – em países mais vulneráveis a ameaças associadas às Mudanças Climáticas. A ideia é que seja construída uma plataforma online que sirva de repositório para essas informações, ficando seu desenvolvimento a cargo do Mecanismo Internacional para Perdas e Danos de Varsóvia, organismo criado na COP-19 para ajudar os países mais pobres com perdas e danos causados diretamente pelas mudanças climáticas.

Ao Mecanismo Internacional de Varsóvia para Perdas e Danos associados aos Impactos da Mudança do Clima cabem três funções principais: melhorar o conhecimento e compreensão das abordagens de gestão abrangente do risco; reforçar o diálogo, a coordenação, a coerência e a sinergia entre as partes interessadas; e reforçar a ação e o suporte, incluindo finanças, tecnologia e capacitação.

Como o objetivo de contribuir com esse processo, a CNseg, que é uma das instituições signatárias do PSI, está contactando as seguradoras vinculadas à Confederação, solicitando que preencham e devolvam o formulário anexo até a próxima segunda-feira, dia 3 de novembro, para o e-mail bernardo.barroso@cnseg.org.br, para que possa consolidar as informações referentes ao mercado segurador brasileiro e encamilhá-as aos responsáveis pela iniciativa.

Para acessar o formulário, consulte o portal da CNseg

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AIDA debate o impacto dos custos do conflito na provisão das seguradoras

Assista ao vídeo do evento, realizado em outubro na Escola Nacional de Seguros, sobre o impacto dos custos do conflito na provisão das seguradoras, coordenado pela Dra Vivien Porto Lys, presidente do GNT de Solução de Conflitos.