Zurich Seguros apoia o Flag Football, nova modalidade olímpica, e amplia atuação no esporte com impacto social no Brasil

 A Zurich Seguros anuncia sua entrada no universo do flag football brasileiro, um esporte derivado do futebol americano, mas de contato físico reduzido, mais seguro, muito simples de ser jogado, e que cresce de forma acelerada entre os jovens no Brasil e no mundo.

O patrocínio à modalidade faz parte da estratégia da Zurich de promover esportes que estimulam o desenvolvimento social, a diversidade e a qualidade de vida, especialmente dos jovens. A seguradora também é a uma das primeiras empresas a apoiar o esporte, que deve avançar ainda mais com a estreia como esporte olímpico nos Jogos de Los Angeles, em 2028. A expectativa é que cause o mesmo impacto que o skate provocou em Tóquio, em 2020.

“Para nós, investir no flag football é investir em um futuro mais inclusivo e promissor, pois a modalidade tem tudo a ver com os pilares da Zurich:  é diversa, democrática, acessível e tem forte conexão com os jovens”, afirma Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich Seguros. Para a executiva, “o apoio ao flag football é uma escolha estratégica que nos permite usar o esporte como plataforma de transformação social”.

A Zurich irá investir, por meio do patrocínio à Confederação Brasileira de Futebol Americano, no fortalecimento das Seleções Brasileiras — masculina e feminina —, no desenvolvimento dos campeonatos nacionais, e na expansão de projetos sociais ligados ao esporte, replicando o modelo bem-sucedido já adotado no tênis, por meio do patrocínio do Rio Open e do apoio ao Instituto Próxima Geração.

“Quando olhamos para o flag football, vemos muito mais do que um esporte. É uma modalidade que conversa diretamente com o DNA da Zurich, por se tratar de um esporte inclusivo e de visão otimista para o futuro”, afirma Sandra Lima, superintendente de Comunicação e Marketing da Zurich Seguros.

De acordo com a executiva, o esporte, não exige equipamentos sofisticados e qualquer pessoa pode jogar, independentemente de gênero, porte físico ou idade. “É democrático e está cada vez mais associado a um estilo de vida mais despojado. E, curiosamente, há um protagonismo muito relevante das mulheres, visto que, atualmente, a Seleção Brasileira feminina é quem mais se destaca no cenário internacional”, complementa Sandra.

Como é o jogo

No flag, os adversários não são derrubados, os jogadores devem retirar uma flag (uma fita presa na cintura) para interromper a jogada. O esporte é seguro, dispensa o uso de equipamentos de proteção, como capacetes e ombreiras, atraindo diferentes perfis de participantes. No Brasil, ele surgiu no fim dos anos 1990, e hoje conta com mais de 1.600 atletas masculinos e 1.000 atletas femininas, o que significa que as mulheres representam 38,5% dos atletas federados, um índice bastante expressivo quando comparado a outras modalidades como, por exemplo, futebol e basquete, que ainda são predominantemente masculinos.

“Estamos falando de um esporte moderno, inclusivo e acessível, que cresce de forma exponencial. O flag tem tudo para se consolidar como uma nova paixão nacional — e o apoio de empresas como a Zurich é fundamental para acelerar esse processo”, afirma Cris Kajiwara, presidente da Confederação Brasileira de Futebol Americano.

Com essa iniciativa, a Zurich amplia sua atuação no esporte no Brasil, fortalecendo seu compromisso com causas que geram valor para a sociedade e impulsionam desenvolvimento, diversidade e impacto positivo.

Porto Seguro é parceira oficial de F1 ® O Filme

A Porto Seguro acaba de anunciar sua participação como parceira oficial deF1® O Filme”, novo longa de automobilismo estrelado por Brad Pitt e com estreia marcada para o dia 26 de junho nos cinemas brasileiros. A iniciativa faz parte de uma ação conjunta com a Warner Bros. Pictures, distribuidora global do longa-metragem, e representa um movimento estratégico da companhia para reforçar seu vínculo no território do automobilismo e com o estilo de vida dos apaixonados por carros.

Mais do que associar sua marca a uma superprodução internacional, a Porto Seguro utiliza a afinidade temática com o universo das corridas para estreitar laços com públicos estratégicos, consolidando sua presença no universo automotivo. Esse movimento marca o lançamento da nova tagline da Porto Seguro: “Onde tem paixão por carros, tem Porto Seguro” — um conceito que guiará ações de marca voltadas para quem enxerga o carro como mais do que um meio de transporte.

“A cultura do carro sempre fez parte do DNA da Porto. Somos uma marca que nasceu e cresceu ao lado da mobilidade dos brasileiros, e o automobilismos é uma extensão natural desse vínculo. Nos últimos anos, temos nos reposicionado para estar onde as histórias acontecem: nas pistas, nos sonhos e nas conexões com as novas gerações. Por isso, apoiamos talentos como Gabriel Bortoleto, que representa não só o futuro do esporte, mas também uma ponte com o público jovem que queremos conquistar. Estar presentes no GP São Paulo de F1, na Porsche Cup e, agora, no filme da F1 reforça nosso compromisso com esse ecossistema que vai além da velocidade: é sobre emoção, inovação e pertencimento” destaca Oliver Haider, Superintendente de Marketing da Porto.


Campanha multiplataforma aproxima emoção das pistas à segurança das ruas

Como parte da ação, a Porto Seguro lança ainda uma campanha para divulgar a estreia de “F1 ® O Filme” e também reforçar o seu principal produto: o Seguro Auto. O conceito da campanha une a emoção das pistas à paixão por dirigir com segurança no dia a dia, e traduz esse espírito em um filme publicitário com cenas de alta velocidade, pilotos em ação e a adrenalina típica do universo da Fórmula 1.

Além do filme publicitário, a campanha contará com ações de mídia exterior (OOH) em São Paulo e presença da nova tagline em espaços estratégicos de comunicação da marca. O filme publicitário será exibido no próximo dia 29/06 na Band TV, no intervalor do GP de Fórmula 1 da Áustria, reforçando o vínculo emocional com o público fã de automobilismo.

Prudential do Brasil anuncia vice-presidente de Marketing e Clientes

A Prudential do Brasil anuncia Guilherme Marques como novo vice-presidente de Marketing e Clientes. Marques passa a integrar o comitê executivo da companhia com a missão de fortalecer a estratégia de marca, evoluir o portfólio de produtos e seguir acelerando a centralidade no cliente.

Com mais de duas décadas de experiência nos segmentos de seguros, mercado financeiro e consultoria estratégica no Brasil, América Latina e Canadá, o executivo atuou em instituições de destaque como McKinsey & Company, Itaú, Scotiabank e, mais recentemente, no Royal Bank of Canada. Ao longo de sua trajetória, consolidou expertise em inovação de produtos, estratégia de marketing e transformação digital.

“É um privilégio liderar o futuro de uma marca tão icônica, sólida e respeitada como a Prudential, desenvolver os produtos que farão parte da vida dos nossos clientes por décadas e seguir impulsionando uma cultura verdadeiramente centrada no cliente. Acredito que temos um horizonte promissor com grandes oportunidades para expandir nossos negócios e parcerias, ao mesmo tempo em que seguimos atentos às reais necessidades de proteção dos nossos clientes e ampliamos o uso de ferramentas digitais para criar experiências intuitivas e inovadoras para o mercado de seguros brasileiro”, declarou Marques.

Engenheiro formado pela Unesp, Guilherme Marques possui MBA em Gestão de Negócios pelo INSEAD e em Finanças pela Fundação Dom Cabral, além de formação em gestão de riscos bancários pela Wharton School, da Universidade da Pensilvânia.

Lucro das seguradoras cresce 12% no primeiro quadrimestre de 2025 impulsionado por alta da Selic e das vendas

As 50 maiores seguradoras do país registraram um lucro líquido consolidado de R$ 10,65 bilhões entre janeiro e abril de 2025, um aumento de 12,3% em relação ao mesmo período de 2024, quando o resultado somou R$ 9,48 bilhões. Os dados foram divulgados pela consultoria Siscorp com base em informações da Susep. A rentabilidade sobre os prêmios (s/PL) ficou em 29% em 2025, ante 26% em 2024. O lucro sobre prêmios ganhos e rendas de previdência (s/PG + RGP) também aumentou, passando de 19% para 20%.

O volume total de arrecadação em prêmios emitidos pelas 50 maiores seguradoras foi de R$ 124,77 bilhões no quadrimestre de 2025, crescimento de 0,9% em relação aos R$ 123,71 bilhões no mesmo período de 2024. Apesar de modesto, esse crescimento ajudou a manter o fôlego do setor em um contexto de desafios econômicos e alta dos juros.

Segundo especialistas ouvidos pelo Sonho Seguro, o crescimento foi impulsionado por dois fatores principais: o aumento no volume de prêmios emitidos e a elevação da taxa Selic, que remunera as reservas técnicas das seguradoras e atingiu 15% ao ano em junho de 2025. Desde setembro de 2024, o ciclo de aperto monetário vem contribuindo para os resultados positivos das seguradoras. A Selic passou de 12,75% para 15% ao ano em apenas seis meses.

Essa elevação favoreceu os ativos financeiros vinculados às reservas técnicas — compostas majoritariamente por títulos públicos indexados a juros ou à inflação. Com mais de R$ 1,5 trilhão sob gestão, as seguradoras viram seus ganhos com aplicações crescer significativamente, em especial nas linhas de previdência, vida e capitalização. A expectativa do mercado é de que o Copom mantenha a Selic elevada ao longo de 2025, o que deve seguir favorecendo a lucratividade do setor.

Os investimentos em tecnologia para inovação em produtos, melhor subscrição de risco e uma busca eterna para aprimorar a jornada ao consumidor para manter-lo fiel à marca, também dão frutos e engordam a rentabilidade. O setor de seguros no Brasil tem investido pesado em tecnologia, com foco em inovação e transformação digital, impulsionado pela CNseg. Em 2024, as seguradoras investiram cerca de R$ 20 bilhões em tecnologia, o que representa 2,6% da receita do setor, segundo a CNseg. Esse investimento tem como objetivo ampliar o mercado, melhorar os serviços aos clientes e otimizar processos internos. 

Impacto do IOF no horizonte do setor

Apesar dos bons resultados no início do ano, o setor segurador viu crescer a preocupação com os efeitos do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) instituído recentemente pelo governo federal. A medida criou um alíquota de 5% para depósitos mensais acima de R$ 50 mil (ou R$ 600 mil anuais) em planos VGBL, enquanto aportes inferiores a esse valor estavam isentos. Com a reversão, todos os aportes voltam a ter IOF zerado.

A medida chegou a ameaçar o desempenho das seguradoras especializadas em previdência privada. O IOF mais alto encarece o crédito, desestimula aportes relevantes em planos de longo prazo e ainda impacta negativamente seguros atrelados a operações de câmbio, além de onerar operações de resseguro. A medida foi derrubada pelo Congresso Nacional nesta semana, após forte reação do setor e de parlamentares que apontaram seus efeitos nocivos para a classe média e para a poupança previdenciária.

Caso fosse mantido, o novo IOF teria afetado diretamente grupos como Brasilprev (Banco do Brasil), Bradesco Vida e Previdência, Caixa, Itaú, Icatu e Zurich — todos com atuação relevante no segmento de previdência individual e empresarial.

Ranking

O Banco do Brasil lidera o ranking tanto em lucro quanto em faturamento no primeiro quadrimestre de 2025. O conglomerado segurador estatal lucrou R$ 2,07 bilhões e arrecadou R$ 21,17 bilhões em prêmios, com 17% de participação de mercado. Apesar da queda de 20% no volume de prêmios em relação ao mesmo período do ano anterior, o lucro cresceu 15%, beneficiado pela alta dos juros.

Em segundo lugar, o Bradesco apresentou lucro de R$ 1,52 bilhão, alta de 6% frente ao ano anterior, com prêmios emitidos de R$ 20,98 bilhões, praticamente estáveis em relação a 2024. A Caixa manteve a terceira colocação em lucro (R$ 1,35 bilhão) e também em prêmios (R$ 12,29 bilhões), com leve crescimento.

O Itaú Unibanco caiu uma posição no ranking de faturamento, sendo ultrapassado pela Caixa, mas continua como o quarto maior grupo em lucro, com R$ 842 milhões. A SulAmérica subiu da nona para a quinta posição em lucro, saltando de R$ 263 milhões para R$ 511 milhões — um crescimento de 94%, mesmo com prêmios ainda modestos no comparativo com os líderes (R$ 336 milhões em abril de 2024). Outro destaque é a Tokio Marine, que manteve o quinto lugar em faturamento e apresentou um lucro de R$ 502 milhões, crescimento modesto frente aos R$ 506 milhões de 2024.

O levantamento mostra uma forte movimentação no ranking de prêmios emitidos. A Icatu, por exemplo, caiu do 12º para o 16º lugar em volume de prêmios, mas aumentou seu lucro de R$ 230 milhões para R$ 240 milhões. Já a Prudential caiu uma posição em faturamento, mas manteve-se entre as 10 maiores em lucro (R$ 420 milhões). Outro movimento relevante foi da Generali, que subiu da 29ª para a 21ª posição em faturamento e cresceu 163% em lucro, passando de R$ 33 milhões para R$ 88 milhões.

AXA no Brasil é reconhecida no ranking de Diversidade da GPTW 

Fonte: AXA

A AXA no Brasil acaba de conquistar mais um importante reconhecimento em diversidade e inclusão. A companhia integra o ranking de Diversidade da consultoria Great Place to Work (GPTW) 2025, na categoria Jovens Potências, ocupando a 3° posição na categoria de “Médias Empresas”.

“Para nós, este reconhecimento reflete o compromisso contínuo em construir um ambiente de desenvolvimento, no qual jovens talentos possam não apenas iniciar suas carreiras, mas também enxergar um caminho sólido de crescimento e protagonismo”, destaca Alexandre Campos, Vice-Presidente de RH, Jurídico, Compliance e ESG da AXA no Brasil.

“A diversidade e a inclusão não são conceitos abstratos na AXA. São práticas diárias que expressam nossos valores e sustentam a cultura que estamos sempre fortalecendo. Ter jovens em nosso quadro é essencial para garantir a formação de uma força de trabalho preparada para dar continuidade ao crescimento sustentável do mercado de seguros no Brasil”, complementa Alexandre.

Além de Jovens Potências, o ranking de Diversidade da GPTW avalia outras seis categorias: pessoas com deficiência, primeira infância, 50+, LGBTI+, étnico-racial e mulheres. A metodologia leva em conta a percepção dos colaboradores e os indicadores de diversidade e inclusão apresentados pelas empresas participantes.

Desde sua chegada ao país, a AXA vem implementando ao longo de uma década práticas consistentes em gestão de pessoas, que já lhe renderam certificações relevantes como Top Employers e o selo Great Place to Work. Entre os pilares dessa atuação estão a equidade de gênero, com 52% do quadro total de colaboradores sendo ocupado por mulheres, o incentivo ao desenvolvimento profissional com 30% de promoções ou reconhecimentos em 2024, e programas globais como o We Care, que reúne uma série de iniciativas voltadas ao bem-estar integral dos colaboradores, como a concessão de 5 dias de licença para apoio a familiares que necessitam de cuidado, a recomendação de home office para colaboradoras em tratamento de fertilização in vitro, menopausa ou saúde menstrual, e até 4 meses de licença remunerada em caso de natimorto.

Unimed Participações anuncia nova diretoria e reforça compromisso com inovação

Fonte: Unimed

A Unimed Participações, hub de negócios estratégicos e complementares ao Sistema Unimed, anuncia a transição de sua diretoria. Eduardo Chinaglia assume a presidência, enquanto Newton Nunes passa a ocupar o cargo de diretor Administrativo Financeiro. Sérgio Malburg permanece como diretor de Mercado e Novos Negócios. Também foi eleito um novo Conselho de Administração, que contará com Samuel Flam como presidente, Rached Hajar Traya como vice-presidente e Omar Abujamra Junior como secretário. 

A mudança ocorre conforme previsto no estatuto da entidade, que estabelece eleições entre as maiores cooperativas associadas, o que reflete o compromisso com uma governança democrática, alinhada aos princípios do cooperativismo. O novo mandato se estende de 2025 até 2027.

A nova diretoria assume com o desafio de manter o dinamismo e o protagonismo da Unimed Participações, reforçando sua atuação como catalisadora de inovação e crescimento no Sistema Unimed, em todo o país.

Formado em medicina no ano de 1976, pela Faculdade de Itajubá (MG), e com especialização em urologia, o novo presidente da holding, Eduardo Chinaglia, possui ampla experiência na saúde suplementar, tendo começado no cooperativismo em 1984 como sócio-fundador da Unimed São João da Boa Vista, que mais tarde adotou o nome de Unimed Leste Paulista. 

Em 2008, integrou o quadro de conselheiro fiscal da Unimed FESP (Federação das Unimeds do Estado de São Paulo). Após passar pelos cargos de coordenador do conselho fiscal, conselheiro de administração e diretor de gestão operacional, foi eleito diretor-presidente da Federação por dois mandatos (2021-2025). Além da presidência da Unimed Participações, também atua como diretor do Ramo Saúde na Ocesp – Organização das Cooperativas do estado de São Paulo (2022–2026).

Chinaglia reforça o compromisso com a continuidade e o avanço dos projetos estratégicos da Companhia. “Esta transição representa um passo à frente, com foco no futuro. Nossa missão é seguir fortalecendo as parcerias com as cooperativas e avançar na jornada de transformação e crescimento da Unimed Participações”, destaca.

Já o novo diretor, Newton Nunes, médico cardiologista, traz consigo uma trajetória sólida dentro do Sistema Unimed, onde foi presidente da Unimed Teresina, entre 2022 e 2025, e da Federação Unimed Piauí, de 2022 a 2025. Sérgio Malburg, médico especializado em cirurgia do Aparelho Digestivo, Cirurgia Bariátrica e Endoscopia, permanece como diretor de Mercado e Novos Negócios da holding e, também, como presidente da Federação Santa Catarina, além de ter assumido, neste ano, a presidência da Unimed Mercosul.

35 anos de história dedicada ao cooperativismo

Fundada em 1987 para ser a controladora da Seguros Unimed, a Unimed Participações passou por um intenso processo de modernização a partir de 2021. Deixou de atuar apenas como uma estrutura administrativa e consolidou-se como um polo de investimento e inovação, com papel central no desenvolvimento de soluções que impulsionam as atividades das cooperativas do sistema.

Nos últimos quatro anos, a entidade avançou de forma estratégica na agenda de verticalização e integração de serviços, promovendo a criação de novos negócios como a Unimed Pay – fintech que oferece soluções financeiras voltadas a médicos, cooperativas e prestadores da marca – e a Uniblue, joint-venture entre Unimed Participações (51%) e BlueHealth (49%), estruturada para viabilizar a incorporação de equipamentos e mobiliários médicos por assinatura.  No último mês, foi lançada ainda a Unimed Axis, com foco em gestão e consultoria hospitalar, completando assim um portfólio completo de serviços para complexos hospitalares às 339 cooperativas e 166 hospitais que integram o Sistema Unimed.

Unimed Odonto lança plano 100% digital e com cobertura completa para tratamentos ortodônticos

Fonte: Unimed

A Unimed Odonto, operadora odontológica do Sistema Unimed, anuncia o lançamento do Pleno Ortodontia, seu novo plano voltado ao público individual e familiar. Com contratação 100% digital e cobertura nacional, o produto chega para atender a uma demanda crescente por tratamentos ortodônticos completos, ampliando o portfólio da companhia com uma solução que combina qualidade assistencial e facilidade no acesso.

O plano reúne, em uma única oferta, os procedimentos previstos no Rol da ANS — incluindo cirurgias, radiologia, odontopediatria e atendimentos de urgência e emergência — além de procedimentos extra-Rol, como próteses em cerômero (coroas unitárias), documentação ortodôntica completa e a instalação e manutenção de aparelhos metálicos, fixos ou móveis, exceto os estéticos.

Segundo Fábio Nogi, superintendente de Inovação e Odontologia da Seguros Unimed, grupo segurador do qual a Unimed Odonto faz parte, o novo produto reforça o posicionamento da companhia no segmento de pessoa física. “O Pleno Ortodontia é um diferencial importante para o cliente que busca um plano com ampla cobertura, jornada digital e sem surpresas. Pensamos em um produto que atendesse essa expectativa com simplicidade na contratação e acesso a uma rede qualificada de atendimento”, afirma o executivo.

Todo o processo de adesão é realizado de forma online e o acesso acontece via cartão digital, localizado no aplicativo ou portal da operadora. Além da cobertura odontológica, os beneficiários também contam com descontos em medicamentos nas principais redes de farmácias do país.

“Com o Pleno Ortodontia, damos mais um passo na ampliação do nosso portfólio com foco no cliente final. É uma solução pensada para quem valoriza a prevenção, cuidado contínuo e uma experiência simples e resolutiva. Seguimos comprometidos em oferecer produtos cada vez mais completos, acessíveis e alinhados às necessidades reais da população brasileira”, conclui Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos Saúde e Odontológico da Seguros Unimed.

Evento “Sou Segura Summit” amplia debate sobre empoderamento feminino e premia executivos

por Jorge Clapp

O primeiro dia do “Sou Segura Summit” superou todas as expectativas, que já eram bem otimistas. Seja pela qualidade das palestras e debates ou pelo fato de o auditório estar lotado, com mais de 400 participantes, o que se viu consolida esse evento como o maior encontro de lideranças femininas do mundo corporativo.

Segundo a presidente da Sou Segura, Liliana Caldeira, o evento esquentou ainda mais já no primeiro painel sobre o tema “ESG em foco: Lideranças Setoriais em Movimento para um Mercado mais Inclusivo”, que reuniu o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani; a diretora da autarquia, Julia Lins; a presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), Rafaela Barreda; a superintendente de Relações de Consumo e Sustentabilidade da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Luciana Dall’Agnoll; e a corretora de seguros Simone Fávaro, que representou a Fenacor.

Coube a Luciana Dall’Agnoll indicar dados surpreendentes levantados por pesquisa recente da CNseg: 40% das seguradoras participantes promovem ações visando a formação de novas lideranças femininas e impressionantes 80% possuem programas de diversidade. A má notícia é que, apesar disso, segundo a palestrante, o quadro permanece ruim quando se olha para cargos mais elevados. “Os homens ainda ganham 32% a mais que as mulheres”, lamentou.

Já Rafaela Barreda foi enfática ao defender que a diversidade seja utilizada como um instrumento acelerar a inovação e a criatividade no setor de seguros. “Pessoas que não sentem a necessidade na própria pele não podem criar uma solução para o que não conhece”, argumentou.

O superintendente da Susep também admitiu que ainda há muito o que fazer em termos de inclusão no mercado. Para ele, uma luz no fim do túnel pode ser a chegada de novos atores ao mercado, como as associações de proteção patrimonial. “Essas associações têm origem social mais diversa e podem trazer a pluralidade que necessitamos”, pontuou Octaviani.

Já Julia Lins se mostrou entusiasmada com o que viu e ouviu nas reuniões do grupo de trabalho que discutiu uma nova política de acesso ao seguro. “Queríamos ouvir o mundo real e convidamos representantes de vários grupos plurais para entender como o seguro está sendo visto pela sociedade. E verificamos que há muitos setores que reclamam de produtos inadequados”, afirmou a diretora da Susep.

Por fim, Simone Fávaro demonstrou otimismo quanto ao avanço das mulheres no mercado. “No passado, as mulheres ocupavam apenas cargos administrativos. Hoje, muitas são donas de Corretoras de Seguros”, comemorou.

ASSÉDIO

O segundo painel, sobre o tema “O Silêncio que Dói: Assédio e Saúde Mental – Relatos Reais de Mulheres e a Conexão com a NR-1”, teve como moderadora a diretora de Comunicação da Sou Segura, Solange Guimarães.

No bate-papo sobre assunto tão delicado para as mulheres, Karina Uchôa, especialista em Prevenção a Violência Organizacional e pesquisadora em assédio no ambiente corporativo, afirmou que vê como uma missão falar sempre sobre o assédio para que a mensagem chegue mais longe. “O assédio mata por dentro e tem matado muitas mulheres no mundo corporativo”, disparou, acrescentando que o problema causa um elevado nível de absenteísmo e perda de “trilhões de reais” perdidos porque muitas pessoas não conseguem voltar ao trabalho.

Já a diretora de Contratos da BMS Re Brasil, Sandra Levandovski, frisou que já passou da hora das empresas adotarem “políticas claras” de combate a esse problema. “É importante ter uma mão para ajudar, escutar e acolher e não minimizar”, pontuou.

Por sua vez, a advogada Regiane Andressa Pellegrino ponderou que talvez os canais formais usados pelas empresas não sejam tão efetivos. “É preciso algo mais seguro”, frisou.

INOVAÇÃO

O terceiro painel, mediado por Valéria Chaves, conselheira da Sou Segura, foi centrado em um dos temas mais discutidos do momento: “IA no Seguro: Desafios, Oportunidades e o Caminho para o Protagonismo Feminino”.

No debate, a empresária, comunicadora e escritora, Valéria Carrete, sublinhou que o grande dilema é saber se a Inteligência Artificial (IA) é perigo ou oportunidade, tira empregos ou abre novos acessos. “Na verdade, a IA é agnóstica, apenas um instrumento, que não é bom ou ruim. Uma nova linguagem, que abre horizontes”.

Já Valéria Chaves lamentou o fato de haver poucas mulheres na área de TI. “Fomos afastadas, desde crianças, das ciências exatas”, acrescentou.

Sobre essa questão, a diretora de Tecnologia para o Brasil na Swiss Re Corporate Solutions, Anna Bacelar, disse que a empresa vem trabalhando para trazer mais mulheres para a área de tecnologia. Como há carência no mercado, a Swiss Re busca na própria empresa mulheres que queiram seguir carreira nessa área.

Por fim, o diretor de Operações e Tecnologia da Youse¸ Taiolor Morais, revelou que a empresa “nasceu usando a IA”. Segundo ele, desde quando foi criada, em 2016, como a primeira insurtech da América Latina, a companhia tem um processo de subscrição totalmente automatizado. “A IA é acelerador. Facilita todas as ações. Nós, desde cedo, emitimos apólices em 5 minutos, quase em tempo real”, ressaltou.

O painel seguinte abordou outra questão de extrema relevância: “Você Está Pronta Para uma Vida sem Crachá? Como se Preparar ou Planejar a Hora de Mudar de Vida”.

A mediação ficou a cargo de Priscila Russo, diretora jurídica e de ESG da Sou Segura, que apontou um cenário novo no mundo corporativo. “hoje, é mais comum uma trajetória profissional em ziguezague. Não há mais uma carreira linear. Há uma redefinição do que é sucesso profissional”, comentou.

Já a diretora Financeira da Sou Segura, Camila Máximo, comentou a própria trajetória até optar pela consultoria e, em seguida, voltar para o mundo corporativo. “A Sou Segura teve papel importante nesse processo de transição”, pontuou.

Em seguida, a criadora de conteúdos e estrategista de marcas, Aline Maia – palestrante mais jovem do evento – enfatizou o fato de a sua geração ter consciência de que pode sempre “recomeçar quando quiser”. Na visão dela, o caminho profissional jamais precisa ser linear. Aline apontou ainda um dado curioso: “Cerca de 70% dos jovens do ensino médio querem ser criadores de conteúdo”.

O público pode ouvir ainda o depoimento da escritora Maristela Gorayb – autora do best-seller “A Primeira Segunda-Feira Após a Sua Carreira Executiva” – que é consultora em gestão de carreira e sócia da Ancor Consultoria. “Era focada em planejamento financeiro, queria resolver os problemas do futuro. Até encontrar executivos que se encontravam destruídos emocionalmente e fragilizados após a aposentadoria. Surgiu a curiosidade, fiz entrevistas e decidi escrever sobre isso”, explicou.

Em seguida, coube a Thalita de Jesus (conhecida como “Chefinha” nas redes sociais) apresentar interessante palestra sobre o tema “Mundo Corporativo: Ambiente Tóxico ou Vida Adulta?”.

Após afirmar que “liberdade é compreender que o doce não é bom se for comido o dia inteiro”, ela listou os pilares que devem dar sustentação a um processo de inteligência emocional, incluindo a auto regulação, a motivação e a empatia. “O importante é começar algo e terminar. Tem muita gente que inicia um projeto, mas não tem motivação para concluir. A capacidade de viver em grupo é também uma importante habilidade comportamental”, exemplificou.

Segundo ela, o gestor ou gestora precisa saber ver se a equipe tem alguém tóxico. E as pessoas devem evitar tocar nas outras ou contar piadas tendo um colega como alvo, o que pode virar assédio.

MAPA

O último painel do dia teve como tema “Trabalho, Gerações e Gênero: o Novo Mapa da Liderança” e, inicialmente, foi moderado pela consultora, mentora e palestrante Alessandra Trigo, que emocionou a plateia ao falar sobre acessibilidade, diversidade e inclusão. “Acredito em um mundo melhor com rampas, degraus que tenham piso tátil e surdos possam se comunicar. A diversidade não demanda julgamentos. As lideranças devem olhar para o que cada pessoa tem de melhor. Todos temos defeitos”, ponderou.

Em seguida, o sócio da Boyden Brasil e executivo com mais de três décadas de experiência em liderança global, Giancarlo Alcalai, ressaltou a importância de as empresas atuarem como educadoras, treinando e formando pessoas da sua própria equipe para uma carreira sólida. “A companhia que não for educadora não conseguirá reter bons valores”, frisou, acrescentando ainda que a nova geração precisa ser mais líder que gestor. “Então, é preciso encontrar líderes que saibam lidar com pessoas”, concluiu.

Já a diretora de Pessoas, Gestão e ASG no Banco BMG, Andrea Milan, disse que a era das “trilhas de liderança” acabou. “Hoje, a gente não sabe o que vem depois. Precisamos encontrar novas formas para desenvolver líderes. O BMG já busca romper aquele formato tradicional”, assinalou, frisando ainda que a busca estimula o protagonismo e procura por líderes autênticos, que sabem encontrar seus caminhos.

Esse painel foi mediado por Ana Carolina Mello, sócia-diretora da Avanza e conselheira da Sou Segura.

SEGUNDO DIA

“Sou Segura Summit”: segundo dia trouxe muitas novidades

O segundo dia do “Sou Segura Summit” manteve o embalo do primeiro, com muito interação com a plateia, dicas e debates sobre temas de extrema relevância para as mulheres.

A plateia participou bastante já no primeiro painel, com a palestra sobre o tema “Comunicação Como Ferramenta de Poder na Carreira”, apresentada por Maythé Carvalho, que abordou as dificuldades enfrentadas pelas mulheres para se comunicarem adequadamente. “Desde crianças somos instadas a pensar que ser boa comunicadora é algo ruim. Isso cria uma resistência na mulher em se comunicar e ser protagonista da própria vida”, lamentou Maythé, que é autora de quatro livros sobre persuasão e comunicação assertiva e que foi vencedora de uma edição do “Aprendiz Especial”, quando tinha apenas 18 anos.

Segundo ela, as mulheres deixaram de entrar em portas abertas porque “não se acham suficientes e menos inteligentes”. Com isso, acabam perdendo oportunidades e ganham menos que os homens. “Temos que entrar nessas portas abertas. Não podemos esperar a vida toda que alguém venha abrir uma porta por nós”, conclamou, acrescentando que é fundamental para a mulher ter a “arrogância de pertencer”, de poder falar e ser ouvida.

Por fim, ela citou Alexandre, rei da Grécia, e Aristóteles para sugerir que as mulheres adotem como base para a persuasão e uma boa retórica a credibilidade (ethos), emoção (páthos) e a lógica (logos).

Em seguida, foi realizada mais uma edição do “Momento + Segura), no qual Patrícia Braga – coach de Vida e Carreira e mentora no desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres – salientou que, atualmente, as pessoas acham que “fazer” tem muito mais valor do que simplesmente “ser” e enfatizou a importância de se fazer pausas ao longo dos dias. Ela ensinou uma técnica de respiração que ajuda a relaxar, com a participação de toda a plateia.

CARREIRA

O painel seguinte tratou do tema “Vida, Carreira e Futuro – Entendas as Fases da Vida da Mulher para Construir Carreiras mais Fortes e Ambientes mais Humanos”.

A moderadora foi Carolina Vieira, Conselheira da Sou Segura e CEO na Olive Seguros. Ela revelou que, desde muito jovem, sempre planejou detalhadamente sua carreira e que, após o nascimento de três filhos, precisou equilibrar a vida profissional com a de mãe. “O meu equilíbrio está no desequilíbrio. Vou pendendo para um lado e para o outro. Quem trabalha só por dinheiro fica pelo caminho”, pontuou.

Por sua vez, a advogada Ingrid Bing Moreira, explicou que sempre foi incentivada pela mãe a trabalhar e ter suas coisas. “Sempre quis ser advogada. E sempre procurei compartilhar minhas experiências. Isso é importante porque ninguém faz tudo sozinho. É preciso formar um time, delegar missões. E é fundamental também ter resiliência e paciência com seu time, com os clientes, porque as pessoas podem não estar em um bom dia”, aconselhou.

Já a CEO da Caixa Capitalização, Nelma Tavares, fez a plateia rir e se emocionar com sua experiência profissional e pessoal. “A Caixa é uma cachaça. E um grande desafio, porque lidamos com beneficiários de programas do Governo. Houve um momento em que precisei escolher entre assumir o cargo de superintendente regional no Rio de Janeiro ou cuidar da minha filha adolescente. E foi ela que me aconselhou a seguir em frente na minha carreira e ainda se colocou à disposição para ajudar no que fosse possível”, narrou.

Nelma Tavares foi a primeira mulher a assumir esse posto na Caixa, no Rio de Janeiro. Hoje, a sua equipe é formada, em sua maioria, por mulheres.

Por fim, a presidente da AIDA Brasil, Maria Amelia Saraiva, revelou que foi a primeira mulher a ocupar um posto na diretoria da Paulista Seguros, adquirida pelo grupo Liberty, há 29 anos. “Fui trabalhar em uma seguradora sem conhecer nada de seguro. Antes, quando fui mãe, pedi para trabalhar em meio período no escritório de advocacia onde atuava, para cuidar e poder amamentar minha filha, mas o dono não deixou, o que me fez buscar outros rumos para a minha carreira”, revelou.

ASSÉDIO

A programação da parte da tarde começou com o painel “Assédio Moral: Reconhecer, Enfrentar e Prevenir – Comitê Juntos Por Elas”, que discutiu os desafios e caminhos para combater o assédio no ambiente de trabalho e teve como moderadoras as diretoras da Sou Segura, Simone Ramos e Camila Máximo.

No debate, o CEO da Sompo Seguros, Alfredo Lalia Neto afirmou que as empresas deveriam criar um ambiente de confiança para que qualquer pessoa esteja segura para fazer uma denúncia.

Ele citou o exemplo da Sompo, que procura “ajuda externa” caso a denúncia tenha como alvo alguma liderança da companhia. “O ideal é sempre procurar a ajuda de um especialista nessa questão”, pontuou Lalia, que é conselheiro do “Comitê Juntos Por Elas”, que reúne lideranças masculinas em apoio à equidade de gênero no mundo corporativo.

Já o presidente da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), Rogério Vergara, defendeu a adoção de uma política que proteja o oprimido atingido. “Ele deve será acolhido e ouvido por um profissional que não tenha relação com a empresa”, recomendou.

O diretor Executivo da Marsh, Paul Conolly, também manifestou preocupação com esse problema. Ele também apontou a diversidade como um fator primordial para o crescimento das empresas. “A diversidade traz uma visão mais completa e isso é muito bom para a companhia”, argumentou.

Por sua vez, o fundador do CQCS, Gustavo Doria Filho, incentivou as mulheres a denunciarem qualquer prática de assédio. “Não se cale! Denuncie! Se for preciso, procure o CQCS para fazer sua denúncia”, salientou Gustavo Doria Filho, que também integra o “Comitê Juntos Por Elas”.

Coube à escritora, publicitária e fundadora do Instituto Identidade do Brasil, Luana Genót, falar, no painel seguinte, sobre “Diversidade e Inclusão no Ambiente Corporativo: o futuro da DEI”.

Segundo a palestrante, falar sobre a inclusão é uma missão que ela assumiu para sua vida. “Precisamos de novas lentes para calibrar como estamos olhando o mundo”, frisou.

Na visão dela, é importante se questionar até onde “queremos estar seguros” e perder o medo da escassez, caracterizado, por exemplo, pela aceitação de salários baixos. “A gente precisa questionar sempre”, recomendou.

O último painel tratou do tema “Liderança Feminina no Mercado de Seguros – um Olhar para os Dados, as Experiências e as Oportunidades para Impulsionar a Liderança Feminina”.

O consultor Francisco Galiza falou sobre a 5ª edição do Estudo sobre as Mulheres no Mercado de Seguros, realizada pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) e a Sou Segura. Segundo ele, o aumento da participação feminina nos cargos de liderança em seguradoras, que vinha avançando desde o primeiro estudo, deu uma estagnada nos últimos anos. “É preciso mostrar que as empresas que incentivam a diversidade são mais lucrativas. Se o argumento de ordem moral e ética não está resolvendo, então vamos apelar para o argumento financeiro. Talvez funcione.”, assinalou.

O painel, que teve como moderadora a vice-presidente da Sou Segura, Daniela Tseimatizidis, contou com as presenças de Sheila Garcia, diretora Executiva de Soluções e Serviços da Aon; e das advogada Ana Cláudia Calil, especialista em Gestão Estratégica Empresarial, Seguros e Resseguro, e Ana Rita Petraroli, sócia-fundadora do escritório Petraroli Advogados.

Sheila Garcia lamentou que, em linhas gerais, não haja mulheres que tenham outras mulheres como referência. Criticou também o fato de os processos seletivos em empresas adotarem critérios que favorecem características masculinas. “Na Aon, temos programas de mentorias internos focados nas mulheres”, revelou.

Por sua vez, Ana Cláudia Calil frisou que as mulheres gostam de processos e não lidam bem com intempestividades. A visão do controle do risco é mais emotiva. “Isso não é vantagem nem desvantagem. Precisa ser visto como uma ferramenta”, comentou, acrescentando que o melhor para as empresas é ser o mais diversa possível.

Já Ana Rita Petraroli lembrou que muitas mulheres só se sentem seguras quando têm pleno domínio de tudo, o que, em geral, acaba com a maternidade. Ella lembrou que a perfeição é cobrada da mulher desde a infância, o que gerou um problema. “Fomos moldadas para se expressar pouco. Assim, é preciso se preparar o máximo possível. Abrir a porta e ver o que tem lá. A gente nunca vai estar 100% pronta”, conclamou.

Ana Rita arrancou aplausos da plateia quando informou ainda que, no escritório dela, só há coordenadoras mulheres, as quais somente são promovidas se colocarem outras mulheres nos seus cargos.

PREMIAÇÃO

O “Sou Segura Summit” foi encerrado em alto estilo, com a entrega do “Prêmio Sou Segura”, que contou com três grupos concorrentes: Pequenas empresas; Médias empresas; e Grandes empresas.

No total, foram seis categorias: Walk The Talk; Foco Nela; Conteúdo Base De Tudo; Eles Na Conversa; RRR (Reconhecer, Redistribuir e Remunerar); e Diversidade em Ação.

Houve ainda premiações especiais para a “Mulher Destaque”, “Protagonismo com Propósito” e “CEO Mais Inclusivo”.

 As mulheres e empresas vencedoras foram anunciadas pela diretora de Comunicação da Sou Segura, Solange Guimarães.

Veja a relação dos vencedores:

Categoria “Walk The Talk”:

Zurich Minas Brasil (Grande Empresa), Chubb (Média Empresa) e Lloyd’s (Pequena Empresa).

Categoria “Foco Nela”:

Mattos Filho (Grande Empresa), WTW (Média Empresa) e Ludkevitch (Pequena Empresa)

Categoria “Conteúdo Base de Tudo”:

AON (Grande Empresa) e Generali (Média Empresa

Categoria “Eles Na Conversa”:

Porto (Grande Empresa) e Capemisa (Média Empresa)

Categoria “RRR (Reconhecer, Redistribuir e Remunerar)”:

Marsh McLennan (Grande Empresa) e Junto (Média Empresa)

Categoria Diversidade em Ação:

Tokio Marine (Grande Empresa) e Sompo (Média Empresa)

Categoria “CEO Mais Inclusivo”

Edson Franco da Zurich (Grande Empresa), Leandro Martinez, da Chubb (Média Empresa) e Rafaela Barreda, do Lloyd’s (Pequena Empresa)

Categoria “Protagonismo com Propósito” (premiou as mulheres que têm forte atuação para o fortalecimento da Sou Segura):

Valéria Chaves e Ana Carolina Mello (Conselheiras Consultivas da Sou Segura) e Cleide Ferraz (Embaixadora da Sou Segura)

Categoria “Mulher Destaque”:

Isabel Azevedo

Governo libera R$ 280 milhões do subsídio do seguro rural e diz que bloqueio é temporário

Fonte: Estadão

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou nesta terça-feira, 24, a liberação de R$ 280 milhões para a continuidade da contratação de apólices do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) a partir de junho. Segundo nota oficial, a medida foi formalizada pela Resolução nº 106 do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural, publicada nesta terça-feira, 24, no site da pasta.

Os recursos serão destinados principalmente às culturas de inverno, com liberação adicional de R$ 36 milhões para frutas, R$ 7,5 milhões para pecuária, R$ 1,5 milhão para florestas e R$ 35,5 milhões para demais culturas – valores válidos até agosto de 2025. Em maio, o ministério já havia executado R$ 179 milhões. Com isso, o total liberado até o momento soma R$ 459 milhões do volume de R$ 1 bilhão previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O restante, cerca de R$ 445 milhões, permanece bloqueado por determinação do governo federal para cumprimento das metas fiscais. Como mostrou o na semana passada, a medida representa 42% do orçamento do PSR para 2025 e provocou reações de parlamentares e do setor produtivo.

Segundo o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, a expectativa é liberar essa restrição para atender a demanda da safra de verão. “Vamos trabalhar para reverter esse bloqueio o mais rápido possível, para não prejudicar as contratações da safra de verão. Por se tratar de uma despesa discricionária, o orçamento do PSR está sempre sujeito a esse tipo de situação”, disse.

Campos também afirmou que os recursos liberados neste mês devem ser suficientes para atender a maior parte das demandas no ciclo atual. “Estimamos que conseguiremos atender praticamente toda a demanda dos produtores para as culturas de inverno e sinalizamos mais valores para as demais atividades”, declarou.

O PSR oferece subvenção de 40% sobre o valor do prêmio de seguro rural, exceto para a cultura da soja, que tem percentual de 20%. Podem participar do programa pessoas físicas ou jurídicas, independentemente do acesso ao crédito rural. Atualmente, 17 seguradoras estão habilitadas a operar no PSR.

Sancor Seguros leva educação financeira para redes sociais em campanha na SEMEF

Em abril de 2025, o Brasil registrou um novo recorde de inadimplência: 70,29 milhões de consumidores estavam negativados, o equivalente a 42,36% da população adulta, segundo dados da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil. O número representa um crescimento de 4,59% em relação ao mesmo período do ano passado, revelando um cenário preocupante de endividamento crescente e fragilidade financeira das famílias brasileiras.

Diante desse contexto, ações de orientação e conscientização ganham destaque. Foi com esse objetivo que a Sancor Seguros marcou presença na Semana Maringaense de Educação Financeira (SEMEF), realizada no mês de maio. O evento, promovido pelo CODEM por meio da Câmara Técnica Financeira e de Seguros, reuniu empresas, instituições de ensino e comunidade em uma programação voltada à promoção de uma nova cultura econômica.

A seguradora participou da iniciativa com uma campanha digital própria. Foram publicados três vídeos nas redes sociais da empresa, com dicas práticas e orientações sobre organização das finanças pessoais, consumo consciente e gestão de dívidas. “Sabendo do poder das redes sociais como ferramenta de comunicação e inclusão, decidimos utilizá-las para distribuir dicas simples, mas valiosas, que ajudam no dia a dia financeiro da população. Essa estratégia tem se mostrado eficaz para aproximar o tema da realidade das pessoas de forma leve e direta”, explica Matheus Ziermann, representante do CODEM.

Ainda segundo ele, o formato adotado contribui para ampliar o alcance e a eficácia da mensagem: “O formato audiovisual permite que as mensagens sejam transmitidas de maneira rápida, didática e envolvente. Vídeos têm o poder de gerar empatia, prender a atenção e facilitar a compreensão, o que os torna ideais para alcançar públicos diversos, inclusive aqueles que têm menos familiaridade com o tema.”