Celent divulga estudo sobre como a IoT vai mudar o seguro de carro

A consultoria Celent lançou um novo relatório intitulado “Planos e prioridades dos fornecedores de sistemas centrais para a Internet das coisas: Edição seguros de automóvel”. O relatório foi elaborado por Juan Mazzini, analista sênior da Celent na prática de seguros.

Internet das coisas já não é uma previsão do futuro, mas uma realidade. Tem o potencial de cumprir muitas metas desejadas faz tempo por parte das seguradoras, tais como personalização de produtos em grande escala, se afastar de ter um foco exclusivamente na compensação e avançar para um produto orientado à prevenção e a uma fonte de inovação real em termos de serviços e modelos de negócio. Internet das coisas oferece uma enorme quantidade de dados que precisam ser integrados e processados ​​pelos sistemas centrais. Celent analisa o que os prestadores destes sistemas estão fazendo para a línea de negócios de seguro de automóvel.

Principais conclusões:

– Os prestadores estão profundamente envolvidos com a Internet das Coisas. 59% deles tem desenvolvido totalmente o conceito em sua oferta atual de produtos ou estão desenvolvendo protótipos.

– Fornecedores medianos e grandes estão à vanguarda liderando em termos de investimento na Internet das Coisas. Riscos é a área onde os provedores acreditam que é o seu principal valor, seguido pelas políticas de desenvolvimento / gestão de produtos e de serviços apólice.

– Para os fornecedores de sistemas centrais, a internet das coisas está se tornando uma parte integrante de sua solução e de sua oferta de serviços. Os fornecedores estão usando uma combinação de modelos para oferecer Internet das coisas, como parte de suas soluções, apesar de que suas áreas de gestão de produto e inovação são as preferidas.

“Os prestadores de sistemas centrais vão ver crescer seu orçamento para pesquisa e desenvolvimento. Os sistemas centrais já estavam suficientemente complexos sem considerar a Internet das coisas. Agora se tornará ainda mais complexo e caro para eles se querem ser um jogador relevante “, disse Juan Mazzini.

“Internet das coisas vem junto com uma série de tecnologias emergentes e tendências que precisam ser combinadas com os esforços de Investigação e Desenvolvimento. Celent mapeou cerca de 46 tecnologias emergentes apenas na prática de seguros gerais “, conclui Mazzini.

CBF e Clube Chapecoense têm apólices para proteger atletas e familiares

ATUALIZADA ÀS 19H

NOTA DO ITAÚ AO PEDIDO DE ENTREVISTA: “O Itaú Unibanco lamenta profundamente o ocorrido e se solidariza com os familiares. Prestaremos localmente todo o apoio às famílias, em conjunto as autoridades locais e com a CBF, contratante da apólice de seguro.”

NOTA DA PORTO SEGURO: A Porto Seguro Vida e Previdência informa que a apólice de seguro de vida contratada para jogadores e membros da comissão técnica pela Associação Chapecoense de Futebol inclui o pagamento de indenização no valor de 14 vezes o salário mensal de cada segurado limitado a R$3,5 milhões, além das providências necessárias para sepultamento. No entanto, como a Porto Seguro Vida e Previdência já tinha os recursos mobilizados para embalsamamento e logística em território colombiano para seus segurados, a empresa decidiu estender a preparação para todas as vítimas do acidente. Essa decisão para atuação na Colômbia foi tomada para mobilizar os profissionais envolvidos e recursos financeiros necessários para agilizar o retorno dos corpos ao Brasil.

SEGURO EMPRESARIAL – O seguro dos funcionários do Clube Chapecoense é garantido pela Caixa Seguros.

SEGURO DA AERONAVE – A empresa boliviana Lamia tem uma apólice de seguro no valor de US$ 25 milhões (R$ 85 milhões) para acidentes. A Lamia contratou a apólice junto à corretora Aon e tem como principal resseguradora a Tokio Marine Kiln

29 DE NOVEMBRO – O Brasil acorda entristecido. O avião que levava o time da Chapecoense à Colômbia para a disputa da final da Copa Sul-Americana caiu em uma região montanhosa, deixando 71 mortos (atletas, jornalistas e tripulação) e seis sobreviventes, informou a polícia colombiana nesta terça-feira.

Neste momento tão difícil, as seguradoras estão envolvidas nos contratos que auxiliam empresas e famílias, dando apoio para a tramitação burocrática que envolve a morte, como translado, funeral e apoio psicológico e financeiro aos familiares. Além das apólices de seguros pessoais, todos os atletas profissionais com contratos ativos no sistema BID da Confederação Brasileira de Futebol passaram a ter direito a coberturas de seguro de vida e de auxílio funeral custeados pela entidade, segundo anúncio feito em março, pelo presidente em exercício da CBF, Antônio Nunes de Lima.

O objetivo da iniciativa, segundo a CBF, é dar tranquilidade e segurança aos atletas no seu dia a dia, além de garantir economia aos clubes brasileiros. Na época da assinatura do contrato, quase 10 mil contratos estavam ativos no departamento de Registro e Transferências da Confederação. O programa de seguro atualiza mensalmente o número de contratos vigentes.

O pagamento de seguro de vida é obrigação dos clubes, de acordo com o artigo 45 da Lei Pelé, informa a CBF em seu portal. A CBF, no entanto, percebeu que poderia assumir o custo com o apoio do parceiro Itaú Seguros, responsável pelas coberturas e que uniu esforços junto à entidade para viabilizar a proposta em vigor. A apólice está dentro da carteira alienada para a Prudential, mas como a aprovação dos reguladores é recente, a transferência da operação ainda está em andamento.

O que foi acertado na época era que a apólice contratada forneceria ao beneficiário cobertura por morte por qualquer causa, invalidez permanente total ou parcial por acidente e invalidez funcional permanente ou total por doença. Todas as coberturas são calculadas conforme o salário do atleta, multiplicado o valor em doze vezes.

A aviação tem regras estabelecidas pela Convenção de Montreal, tratado internacional assinado em 1999, no qual as companhias aéreas são obrigadas a comprar uma apólice de seguro para indenizar familiares em caso de acidentes. Trata-se de um seguro semelhante ao DPVAT, de automóvel. Em caso de morte, o valor estipulado pela Convenção é de US$ 170 mil por família. Ações judiciais podem determinar valores acima do estabelecido na convenção. A Bolívia é um dos mais de 140 países signatários.

Seguradoras deverão informar ao comprador sobre recall

Segundo divulgou hoje a Agência Câmara, a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços aprovou no dia 23 o Projeto de Lei 4637/12, do ex-deputado Guilherme Mussi, que torna obrigatório o atendimento da convocação para recall de veículos. A Comissão obriga consumidor a atender convocação para recall de veículo. A relatora, Keiko Ota (PSB-SP), destacou que as seguradoras serão obrigadas a comunicar a necessidade de recall aos clientes.

O número de campanhas de recall quase quadruplicou de 2003 para 2014, saltando de 33 para 120, segundo dados do Boletim Saúde e Segurança do Consumidor 2015, do Ministério da Justiça. Em 2014, mais da metade (78) das campanhas eram de automóveis. Segundo Keiko Ota, a grande participação de automóveis nos recalls mostra a necessidade de um procedimento especial para eles.

Pela proposta, as seguradoras deverão informar ao comprador sobre a ocorrência do recall, alertando-o de que sinistros ficarão descobertos se ele não atender o chamado da campanha feita nos meios de comunicação. “Chama a atenção a obrigação de que as empresas seguradoras também previnam os seus segurados sobre o recall, alertando-os sobre a possibilidade de que sinistros podem deixar de ser cobertos”, disse Keiko Ota.

O projeto tramita em caráter conclusivo, e será examinado ainda pelas comissões de Defesa do Consumidor, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. A proposta já foi aprovada pela Comissão de Viação e Transportes em janeiro.

Bloomberg: Seguradoras europeias estão de olho em startups de tecnologia

Fonte: Bloomberg

Quem ouve Andrew Rear falar sobre seguradoras se surpreende ao saber que ele trabalha para uma com 36 anos de existência. Aos 46 anos, o responsável pela divisão Digital Partners, da Munich Re, afirma que o setor é “um dos últimos bastiões do século 9” e um “desastre” em termos de produtos quase “impossíveis de se entender”. O trabalho de Rear é mudar isso.

No mês passado, ele assinou o primeiro acordo mesclando seguro e tecnologia da Digital Partners, ao comprar uma participação na Slice Labs, uma startup com um ano de idade que oferece seguros. A rival Allianz, sediada do outro lado de Munique, investiu quatro meses antes na Simplesurance, outra novata que oferece proteção para produtos comprados pela internet. Os acordos destacam a corrida de tradicionais seguradoras europeias na direção de tecnologias que estão mudando o universo de serviços financeiros em Wall Street.

“A combinação entre seguros e tecnologia chegou para ficar e trará mudanças fundamentais para a indústria de seguros”, disse Rear, que comandava as operações de resseguro de vida da Munich Re na África, na região Ásia Pacífico, no Reino Unido e na Irlanda antes de assumir o novo posto em maio. “O ganho para nós é construir novas abordagens de modelo de negócios para a Munich Re ao oferecer capacidade a essas novas firmas.”

A tecnologia em finanças vem atraindo investidores há algum tempo, mas boa parte dos recursos ia para tecnologias capazes de mudar serviços bancários e de investimento, como no caso do blockchain (o software por trás da moeda digital bitcoin), da análise de big data e análises feitas por robôs. Com startups de seguros e tecnologia entregando produtos que funcionam bem e a chegada das grandes seguradoras, há novidades nesta área.

“O segmento de seguros não estava no radar dos empreendedores no passado porque é muito complexo e opaco”, disse François Robinet, diretor-gerente da Axa Strategic Ventures, a divisão de venture capital da seguradora francesa Axa. “Agora eles descobriram muitos problemas e ineficiências que podem solucionar, o que significa muitas oportunidades de inovação.”

Recursos em nível recorde

O total de recursos captados por startups focadas em seguros bateu recorde no ano passado, em US$ 2,7 bilhões. O número de investimentos envolvendo companhias desse tipo deve passar de 75 neste ano, vindo de 6 em 2015 e apenas um em 2012, de acordo com a empresa de pesquisas CB.

Munich Re e Allianz montaram unidades nos últimos anos para realizar parcerias e investimentos em empresas iniciantes, em meio a esforços para conquistar novos clientes e desenvolver novas maneiras de distribuir seus serviços. A Axa abriu sua unidade de venture capital no ano passado, com compromissos de 230 milhões de euros.

Allianz e Munich Re não informaram o quanto investiram em cada negócio, mas as quantias geralmente são pequenas. A carteira de venture capital da Axa tem 22 empresas, nas quais a seguradora gastou cerca de 25 milhões de euros, segundo Robinet. Entre esses investimentos estão participações na corretora online de seguros Policygenius e em startups que atuam com blockchain, serviços bancários e financiamento coletivo. Todas estão em estágio inicial, no qual os investimentos raramente superam 2 milhões de euros, ele informou.

Desafios relacionados a atração e retenção afligem empresas no Brasil, segundo pesquisas da Willis Towers Watson

Fonte: Willis

Empresas operando em mercados emergentes, entre eles o Brasil, continuam a encontrar dificuldades na atração e retenção de empregados de alto potencial e de alta performance, como mostram os resultados de duas grandes pesquisas realizadas pela Willis Towers Watson, empresa global líder em consultoria, corretagem e soluções. As pesquisas também revelam que quatro em cada dez empregados têm planos de deixar suas atuais empresas nos próximos dois anos, aumentando ainda mais as pressões sobre as empresas em relação a sua capacidade de manter seus principais talentos.

A pesquisa Global Talent Management and Rewards Survey, da Willis Towers Watson, um estudo com mais de 2.000 empresas em todo o mundo (sendo 140 no Brasil), reflete, claramente, o momento difícil da economia e do mercado de trabalho. Somente 24% dos empregadores no Brasil afirmam que as atividades de contratação cresceram nos últimos 12 meses, enquanto mais da metade (51%) relatou redução no número de contratados. Em termos de rotatividade, 37% das empresas relataram aumento nos últimos 12 meses e outros 29% informaram redução nesta taxa.

“Estes dados confirmam a difícil situação vivida pelas organizações no Brasil, que vem buscando gerenciar o seu pipeline de talentos em meio a uma das piores crises econômicas da história do nosso país. ”, comenta Glaucy Bocci, diretora de Gestão de Talentos para a América Latina. “É fato que a rotatividade de profissionais afetou mais alguns setores do que outros, mas de forma geral o movimento das organizações tem sido de redução de pessoas e não de contratação. Para se ter uma ideia, em 2014, 53% dos empregadores afirmavam ter aumentado suas atividades de contratação – isso representa mais do que o dobro em relação a este ano (24%). Já a redução nas contratações em 2014 estava na casa dos 11% e hoje está em 51%, ou seja, há um movimento oposto gerado pela crise: menos contratações e mais desligamentos”, complementa Glaucy Bocci.

De acordo com a pesquisa, é impressionante o número de empresas que vêm experimentando dificuldades na atração de empregados com habilidades críticas (67%), de alto desempenho (84%) e de alto potencial (84%). E os desafios não param na atração: 57% das empresas participantes da pesquisa afirmaram encontrar desafios na retenção de empregados de alto potencial, não deixando muito para trás as dificuldades de reter pessoal de alto desempenho (52%) e com habilidades críticas (42%).

“Nossas pesquisas mostram que os empregados estão buscando trabalhar para organizações que oferecem remuneração competitiva, oportunidades de crescimento na carreira e estabilidade no emprego. Ainda que as empresas, em geral, entendam essas prioridades, seus pontos de vista divergem dos de seus empregados em algumas áreas importantes e, muitas vezes, os processos desenvolvidos pelas organizações não dão conta de atender às expectativas dos melhores profissionais, sejam eles profissionais de alto desempenho ou de alto potencial”, revela Glaucy Bocci.

Analisando a pesquisa Global Workforce Study, da Willis Towers Watson, aplicada a 31 mil empregados em todo o mundo (sendo 1.024 no Brasil), observamos que a estabilidade no emprego é o 4º motivo mais citado pelos empregados para juntarem-se a uma nova empresa e a 7ª razão mais citada pela qual deixariam suas organizações. Os empregadores, no entanto, elegem a estabilidade como 10º e 11º fatores de atração e retenção, respectivamente.

“Estabilidade no emprego tem diferentes significados para aqueles empregados que o citam como uma prioridade quando o assunto é atração ou retenção. Conseguimos identificar cinco padrões, sendo o principal (26%) aqueles que têm um sentimento de medo de perder o emprego, seguido de perto por 24% dos que não tem interesse em mudar suas tarefas e atividades e 22% que têm receio sobre a sua situação financeira”, comenta Carlos Ortega, líder da área de consultoria em Engajamento de Empregados.

Enquanto o trabalho desafiador se mostra um importante fator de atração tanto do ponto de vista da empresa (4ª posição) quanto do empregador (3ª posição), a capacidade de exercer um impacto real no desempenho da organização é citada como 5º fator de atração de empregados do ponto de vista do empregador e aparece somente em 8ª posição na classificação dos empregados.

O crescimento na carreira é fator chave na atração e retenção de empregados

A pesquisa Global Workforce Study também revelou que as oportunidades de avanço na carreira são fundamentais para atrair e reter empregados: 55% dos empregados pesquisados citaram as oportunidades de crescimento na carreira como um bom motivo para juntar-se a uma nova empresa (2º fator de atração) ou para deixar (32%) uma empresa (3º fator de retenção). Enquanto 57% indicaram que sua organização realiza um bom trabalho ao oferecer oportunidades de progresso na carreira, outros 44% afirmaram que precisariam deixar sua organização para avançar em suas carreiras.

Do ponto de vista das empresas, a grande maioria (85%) acredita que são eficazes ao oferecer oportunidades de crescimento profissional, enquanto 43% afirmam que a oferta de oportunidades de avanço na carreira vem aumentando.

“Hoje as (boas) empresas oferecem oportunidades de crescimento para as pessoas certas e no momento oportuno, seja pelo alto desempenho ou potencial, e cada vez menos um tão sonhado plano de carreira. Mas isso não exime a empresa de atender às expectativas dos funcionários de falar sobre oportunidades de carreira. O estudo comprova que menos da metade das empresas faz um bom trabalho de explicar os possíveis passos de carreira e apenas 55% dos empregados entendem que carreira e desenvolvimento foi assunto na sua última avaliação anual de desempenho”, revela Carlos Ortega.

A pesquisa Global Workforce Study também revelou que ainda há o que melhorar quanto ao engajamento de empregados Brasil. Apenas um pouco mais de um terço (38%) dos empregados brasileiros encontravam-se altamente engajados no momento da pesquisa. O estudo também identificou a comunicação como um dos principais fatores de engajamento sustentável, seguida pela imagem e integridade da empresa, relação com o gestor imediato, metas e objetivos claramente definidos e benefícios para empregados. Contudo, os dados mostram que há espaço para melhoria na comunicação das empresas, em geral, do ponto de vista dos empregados: apenas 40% acreditam que a empresa faz um bom trabalho de comunicação das razões por traz das decisões importantes tomadas pelo empregador e somente 42% afirmam que as decisões tomadas pela alta liderança são comunicadas adequadamente para o pessoal do seu nível.

“O momento de crise econômica, é um dos cenários mais desafiadores para a liderança. É nessa hora que as pessoas mais precisam de alguém explicando os fatos, esclarecendo as decisões difíceis e criando comprometimento para um projeto de sucesso de longo prazo – dar clareza sobre o propósito e como chegaremos lá. Comunicação e liderança eficazes exercem um papel crucial no engajamento de empregados, sobretudo quando o mercado se torna mais desafiador”, afirma Carlos Ortega.

Sobre as pesquisas

A pesquisa global da Willis Towers Watson sobre Gestão de Talentos e Recompensas da (Global Talent Management & Rewards Survey) foi realizada entre abril e junho de 2016, e contou com respostas de 2.004 empresas em todo o mundo, incluindo 140 organizações no Brasil. Os participantes representam uma ampla amostra de setores econômicos e regiões geográficas.

Nosso Estudo Global da Força de Trabalho (Global Workforce Study) envolveu mais de 31 mil empregados selecionados a partir de amostras que representam as populações de empregados trabalhando em horário integral em grandes e médias organizações atuando em diversos setores econômicos em 29 mercados em todo o mundo. Foi realizada online durante os meses de abril e maio de 2016. A amostra do Brasil inclui 1.024 empregados.

Global Findings Report: 2016 Global Talent Management and Rewards, and Global Workforce Studies

Global Findings Report: 2016 Global Talent Management and Rewards, and Global Workforce Studies

Sompo contrata Rogério Santos para expandir \atuação no interior de São Paulo

Release

A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – acaba de contratar Rogério Santos como responsável pela área comercial do Interior de São Paulo. Com 21 anos de experiência no segmento de seguros, o executivo chega com o desafio de incrementar a atuação da companhia em praças de todo o interior do estado.

Formado em Administração de Empresas (UNICEP) e com MBA em Gestão de Mercado de Seguros (CUML/Funenseg), Rogério Santos tem 21 anos de experiência em cargos executivos de grandes companhias nacionais e multinacionais do segmento de seguros. Em sua carreira atuou sobretudo nos segmentos de Ramos Elementares e Benefícios e nos canais de Varejo e Corporativo dos Estados de São Paulo e Paraná, bem como em regiões como Centro Oeste, Norte e Triângulo Mineiro. Além disso, o executivo também foi responsável por projetos de desenvolvimento e reestruturação de equipes de vendas.

Provisões de títulos de capitalização ultrapassam R$ 29 bi até setembro

As provisões técnicas do segmento de títulos de capitalização – valores acumulados pelos clientes e que serão resgatados ao fim do prazo de vigência dos títulos – superaram os R$ 29 bilhões de janeiro a setembro deste ano. A receita global do segmento de títulos de capitalização atingiu R$ 15,5 bilhões.

Entre os meses de janeiro e setembro, o segmento distribuiu mais de mais R$ 860 milhões em sorteios, registrando um crescimento de 13,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O montante equivale ao pagamento de R$ 4,5 milhões em prêmios por dia útil no período. As informações são da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap). Ainda segundo os dados da Federação, os resgates, valores que são retornam aos clientes e suas famílias ao fim da vigência dos planos de capitalização, ou até mesmo antes, por meio de resgates antecipados, atingiram os R$ 14 bilhões, registrando assim um aumento de 17,3% em relação ao mesmo período de 2015.

“Quando adquire um título, o que o cliente deseja, seja ele de baixa ou alta renda, é o desenvolvimento de disciplina financeira para formação de uma reserva. Com a Capitalização, por meio de mecanismos como a carência para resgates, presente em praticamente todas as modalidades, e do débito direto em conta-corrente, é possível criar o hábito de guardar dinheiro. A possibilidade de ser sorteado é um estímulo para que economizar passe a ser uma rotina”, afirma Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap.

As empresas de capitalização estão investindo cada vez mais em produtos para os mais variados perfis de consumidores. Mas para garantir que o cliente saiba exatamente o que está comprando, a melhoria na comunicação tem sido uma prioridade, o que inclui desde a produção de materiais promocionais e peças publicitárias em linguagem clara e objetiva até a intensificação do treinamento de equipes de vendas. “O cliente, hoje em dia, tem mais consciência dos seus direitos e a percepção do funcionamento dos títulos de capitalização é muito maior”, finaliza Marco Barros.

Instituto debate projeto que propõe inserir o aposentado no mercado de trabalho

Fonte: Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

O gerente Institucional do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon, Antônio Leitão, será um dos palestrantes do II Congresso de Gerontologia da USP, nesta quinta-feira (1/12), na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da universidade. Ele falará sobre ‘O RETA: inovação em políticas públicas para o trabalho dos 60+’.

O RETA – Regime Especial de Trabalho do Aposentado – é um projeto de lei que propõe inserir o aposentado com mais de 60 anos no mercado de trabalho, tornando sua contratação atraente às empresas. “O aumento da expectativa de vida do brasileiro convida para debates como esse, que não podem ser mais adiados pela sociedade”, reforça Antônio Leitão.

Sobre o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon – O Instituto de Longevidade Mongeral Aegon é uma instituição sem fins lucrativos, criada pelo Grupo Mongeral Aegon com a missão de contribuir com ações concretas, especialmente na área do trabalho, de cidades e mobilização social, para colocar a questão da longevidade na agenda de desenvolvimento da sociedade brasileira e propor soluções em torno dos seus impactos sociais e econômicos.

A entidade está associada a outros institutos de longevidade no mundo, como o Centro da Transamerica (Aegon EUA) para Estudos de Aposentadoria e o Centro Aegon para Longevidade e Aposentadoria (Holanda). Os três têm apoio do Grupo Aegon, que atua em mais de 20 países. O objetivo é manter sempre latente a reflexão e o debate público, além de inspirar governos e outras organizações a implantar políticas que auxiliem às pessoas a continuarem ativas por mais tempo, sempre atentas ao bem-estar e ao conceito de educação financeira. www.institutomongeralaegon.org

Serviço

II Congresso de Gerontologia da USP

Palestra ‘O RETA: inovação em políticas públicas para o trabalho dos 60+’, 01/12, das 18h às 18h30

Rua Arlindo Béttio, 1000 – Ermelino Matarazzo, São Paulo

(Transporte público – Estação USP- Leste com acesso direto ao Campus EACH-USP)
Tel.: (11) 3091-1004

http://congressogerontologiausp.strikingly.com/#ii-congresso-de

Avança projeto de Lei do Contrato de Seguro

Fonte: Ernesto Tzirulnik

Ficou pronto na semana passada o relatório do deputado Lucas Vergílio (SD-GO) para o projeto de lei que estabelece regras para o contrato de seguro no Brasil. A expectativa é de que o texto seja aprovado ainda este ano pela Comissão Especial que o examina na Câmara dos Deputados e em 2017 pelo Senado.

“A lei é produto de negociações. Há mais de 13 anos nos engajamos na luta para que o Brasil tenha uma lei especial de contrato de seguro, pois é um setor que precisa urgentemente de boas regras contratuais. O Brasil, além de recém saído de setenta anos de monopólio de resseguro e grande intervenção, é dos poucos países que não conta com regulamentação desse tipo, apesar de toda sua importância. Houve muita resistência de alguns setores, mas, finalmente, chegamos a um texto que, apesar de algumas poucas questões terem sido praticamente excluídas ou até mesmo dispostas de forma divergente com o que propúnhamos, mantém a essência do projeto que defendemos desde o princípio”, comemora o advogado Ernesto Tzirulnik, preside nte do Instituto Brasileiro de Direito do Seguro (IBDS), coordenador dos anteprojetos desde 2002 e principal defensor da lei.

O projeto original foi apresentado pelo então deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP) em 13 de maio de 2004. O texto já passou por diversas alterações, apoiadas pelo IBDS e agora recebeu modificações para atender pleitos da CNSeg e da Fenacor em questões que afetavam diretamente a responsabilidade das seguradoras e dos corretores.

“O mercado de seguros no Brasil é grande e tem muito espaço para crescer. No ano passado, o setor movimentou mais de três centenas de bilhões de reais, e apenas o mercado de comissões de seguro girou mais de R$ 32 bilhões. No entanto, há muitos conflitos, desentendimentos e abusos nas relações entre seguradoras e segurados, que são fruto justamente da falta de regulamentação específica. A lei do contrato de seguros coloca o Brasil num outro patamar em termos de respeito entre as partes nas relações de consumo e garante mais segurança jurídica para todos os envolvidos”, destaca Tzirulnik.

Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo anuncia vencedores

Na noite ontem, quinta-feira, 24, foram revelados durante cerimônia de premiação, em São Paulo, os vencedores do 9º Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo. Com recorde de matérias participantes – cerca de 2,5 mil –, o concurso atingiu a marca de 11.870 inscrições desde sua primeira edição.

Do total de inscrições vindas de jornalistas de 55 cidades brasileiras, 40 chegaram à final e oito ganharam o Prêmio. Os vencedores foram eleitos após análise e debate do Comitê de Premiação, composto por jornalistas e especialistas nos temas do concurso, sem qualquer participação da Allianz Seguros. Confira aqui os currículos dos jurados.

“Além de uma empresa, a Allianz é uma cidadã corporativa e, como tal, deseja contribuir para o desenvolvimento do país em todos os aspectos. Como elemento da sociedade, queremos contribuir na disseminação da cultura do seguro, importante não apenas como negócio, mas também como meio de precaver o segurado em momentos de necessidade. Também almejamos disseminar ideias sustentáveis, um dos nossos pilares, começando com atitudes dentro da própria seguradora. Por último, temos o objetivo de construir uma comunidade mais igualitária e, nesse caso, não há arma mais poderosa do que a educação. Todas essas atitudes, engajamento dos nossos funcionários e o Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo corroboram o comprometimento da companhia com o futuro do país” afirma Miguel Pérez Jaime, presidente da Allianz Seguros.

No tema “Seguros”, concorriam 15 finalistas, cinco por categoria. E as reportagens vencedoras foram as assinadas por Daniel Barros, da Exame; Márcia Alves, da APTS Notícias; e Priscila Yazbek, do portal Exame.com. As matérias finalistas deste tema, foram julgadas pelo comitê formado por Denise Bueno, Hélio Gurovitz e Walter Polido. O jornal O Estado de S.Paulo e a revista Exame ainda receberam menções honrosas por terem sido os veículos que mais deram espaço a notícias relacionadas ao mercado segurador, considerando as matérias inscritas na categoria Nacional e Regional.

Em “Sustentabilidade – Mudanças Ambientais”, 20 trabalhos, de quatro categorias, veiculados em impressos, portais, emissoras de rádio e TV e meios de comunicação corporativos estavam na final. Os ganhadores são: Patrik Camporez, de A Gazeta (ES); Patrícia Araújo, da TV Brasil; Eduardo Matos, da Rádio Gaúcha; e Hemília Maia Ribeiro, do Portal Unemat.

O trabalho vencedor da categoria “Linguagem Escrita – Nacional e Regional” foi eleito por Aldem Bourscheit, Dal Marcondes e Luciana Soler. Os dois últimos jurados, acompanhados por José Pascowitch, também foram responsáveis por apontar o primeiro colocado em Comunicação Corporativa.

Heródoto Barbeiro e Priscila Brandão compuseram o júri de Telejornalismo e Anchieta Filho e Mariza Tavares o de Radiojornalismo. Os dois comitês contaram ainda com a participação e análise de Paulo Artaxo, que atuou como jurado técnico-científico.

Pela primeira vez no concurso, o troféu do tema “Especial Educação Allianz Auto Instituto Ayrton Senna” foi conquistado por Luiz Fernando de Toledo, de O Estado de S.Paulo. As matérias finalistas deste tema foram julgadas por Daniel Cara, Renata Cafardo e Renato Janine Ribeiro.