Ambiente econômico abre perspectivas melhores para o mercado segurador em 2017

Fonte: CNseg

A redução dos juros, a retomada da confiança na economia brasileira e a pauta de reformas estruturais que vem sendo levada adiante pelo governo abrem boas perspectivas para o mercado segurador em 2017. A avaliação foi feita pelo presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, em entrevista ao boletim Carta do Seguro. Segundo ele, o setor deve obter este ano um crescimento um pouco maior que o do ano passado, quando apresentou expansão, apesar da crise econômica.

1. O processo de redução da taxa de juros pelo Banco Central é positivo? Como ele impacta o desempenho da economia como um todo e o setor de seguros em particular, sobretudo do ponto de vista do consumidor?

Vejo esse processo com muito bons olhos, por propiciar um começo de retomada do crescimento, o que permitirá, num segundo momento, tirar o país da crise. A queda dos juros é positiva tanto para as empresas quanto para os brasileiros em geral, que terão um alívio financeiro e poderão voltar a consumir com mais desenvoltura. No caso do setor segurador, não há como não acreditar que a redução dos juros vai impulsionar o nosso mercado, pois as pessoas terão maior disponibilidade financeira para investir em seguros. Enfim, é uma medida que gera otimismo em toda a economia.

2. Quais as perspectivas do mercado segurador para 2017?

No ano passado, apesar da situação muito desfavorável, o setor conseguiu crescer em termos reais. Agora, com um cenário que começa a se desanuviar por conta de uma política econômica mais realista e consis- tente, as perspectivas são obviamente melhores. Para 2017, prevemos um crescimento consolidado entre 9% e 11%, ante uma inflação prevista abaixo de 5%. Mas esse desempenho dependerá dos avanços no país em termos de fundamentos, reformas básicas e recuperação econômica.

3. O avanço das reformas, como a trabalhista e a previdenciária, pode ser um impulso adicional para o crescimento da economia?

Essas reformas são fundamentais para a retomada do desenvolvimento e para um crescimento sustentado a partir de agora. Evidentemente, à medida que o governo consiga encaminhar essas propostas e aprová-las no âmbito do Congresso, os agentes econômicos terão mais confiança e segurança para investir. A aprovação da PEC do teto dos gastos já foi um avanço fundamental nesse sentido, por sinalizar o enorme compromisso do governo com a responsabilidade social e com a guinada necessária na política econômica. O importante é acompanhar a tendência.

4. As estimativas para o desempenho do mercado segurador em 2016 indicam uma expansão de 9%, portanto acima da inflação do ano passado, que cou em 6,29%. A que atribui esse desempenho?

Em 2016, o setor supervisionado pela Susep registrou uma trajetória consistentemente ascendente: 5,7% até maio, 6,5% até julho, 7,2% até setembro e 8,2% até novembro. No caso do segmento de saúde privada, supervisionado pela ANS, o crescimento até setembro chegou a 12,2% em relação ao mesmo período de 2015. Como um todo, o mercado de seguros arrecadou R$ 291,5 bilhões. Esses números demonstram o dinamismo do nosso setor e a sua capacidade de crescer mesmo em um ambiente econômico francamente desfavorável.

5. Quais ramos do setor de seguros o senhor destacaria em termos de desempenho?

O seguro de vida individual cresceu 28,4% até novembro, com receita de R$ 6 bilhões. Outro setor de destaque foi o de planos de previdência VGBL, com expansão de 20,8% e receita de R$ 90,4 bilhões. Seguro rural e seguro habitacional também tiveram bons desempenhos, ambos com incremento de 10,1%. Por outro lado, alguns segmentos sofreram queda, principalmente os de riscos de engenharia (-25,2%), seguro de garantia estendida (-9,7%) e capitalização (-3,5%). O ramo de seguro de automóveis, um dos mais importantes para o setor, apresentou decréscimo de 2,7% até novembro. A tendência óbvia foi de retração desse mercado.

6. No ano passado, a Susep aprovou a venda de dois produtos que vinham sendo muito aguardados pelo mercado: o Seguro Auto Popular e o Universal Life. Quais as perspectivas para este ano em termos de lançamento de novos produtos? Quais as apostas?

No caso dos dois produtos, o importante é a sensibilidade demonstrada pelo órgão regulador, a tendência de ajustamento do nosso setor à realidade do País. Como a disponibilidade de renda diminuiu, e como a população continua a demandar proteção, novas condições securitárias flexíveis como o Auto Popular e o Vida Universal criam oportunidades para que as seguradoras ofereçam outras condições de acesso a produtos que protejam patrimônios e rendas de amplas camadas de consumidores. Esperamos a mesma sensibilidade para o impulso de produtos como o seguro de Garantias de obras e o Previ Saúde.

Análise do setor, por Lauro Farias

Fonte: CNseg

Artigo escrito por Lauro Faria
Economista da Escola Nacional de Seguros

No período de janeiro a novembro de 2016, o faturamento do mercado de seguros regulado pela Susep atingiu R$ 210,8 bilhões, 8,3% acima do ocorrido no mesmo período de 2015. Descontada a inflação do IPCA, a variação foi negativa em 0,6%. A taxa é preocupante, mas ainda assim menor que os 3,5% de queda esperada para o Produto Interno Bruto em 2016 e melhor do que o desempenho dos setores de atividades econômicas com impacto no setor de seguros, como os de produção e vendas de automóveis, produção de bens de consumo duráveis, vendas no comércio de varejo, entre outros.

Mais preocupante talvez seja o fato de que tal resultado foi fortemente influenciado pela alta da arrecadação de produtos de um único grupo: os planos de previdência privada, cujas contribuições cresceram 17,9% (8,1% em termos reais), incluindo uma expansão de 20,8% na modalidade VGBL. Os demais grupos tiveram desempenho oposto: os prêmios diretos dos produtos de risco do grupo de seguros de pessoas subiram apenas 4,5% em termos nominais (portanto, queda real de 4,1%), e os prê- mios diretos do grupo de seguros gerais praticamente não cresceram quando comparados com 2015 (queda real de 7,9%).

Dentro desse grupo, chamam atenção as variações negativas dos prêmios de seguro de automóveis (queda real de 10,7%) e do seguro patrimonial (queda real de 8,1%). Quanto às empresas de capitalização, suas receitas caíram 2,4% em 2016 contra 2015 em termos nominais, portanto, redução real de 10,4%.

No conjunto das seguradoras, além do controle da sinistralidade e das despesas comerciais, fundamentais em épocas de vacas magras, vale notar o crescimento abaixo da inflação das despesas administrativas (+5,1% entre jan./nov. de 2015 e jan./ nov. de 2016). Porém, dado o fraco desempenho dos resultados financeiros e patrimoniais, o lucro líquido do setor caiu fortemente em termos reais (-16,4%), de modo que a rentabilidade do patrimônio líquido se reduziu de 24,6% em jan./nov.2015 para 22,2% em jan./nov. 2016. Chamamos atenção, entretanto, para o fato de que, devido à forte assimetria do mercado em termos de tamanhos das empresas, tal resultado reflete mais intensamente o verificado nas grandes empresas em comparação com as pequenas e médias.

Captura de Tela 2017-01-18 às 13.17.06Para 2017, apesar do pessimismo generalizado, esperam-se duas alterações positivas em tendências que se manifestam desde 2015. Primeiro, existe expectativa de algum crescimento do PIB (+0,5% conforme o Boletim Focus), depois de inéditos dois anos de recessão de 3,5% ao ano. Segundo, a inflação está retornando rapidamente ao centrodameta,de tal modo que o citado Boletim apurou expectativa de alta do IPCA de apenas 4,8% em 2017 (lembremos que em 2015 a taxa fechou o ano em 10,7%).

Ora, diversos estudos já apontaram correlações significativas no passado entre desinflação e crescimento do PIB, de um lado, e emissão de prêmios de seguros, de outro. Tal não tem por que ser diferente em 2017 e, particularmente, se a projetada melhora do ambiente macroeconômico for acompanhada por aperfeiçoamentos no interior do próprio mercado de seguros.

A esse respeito, cabe notar algumas iniciativas positivas, como a regulamentação do Seguro de Vida Universal, um seguro de vida em que o consumidor pode receber de volta parte dos prêmios pagos no fim da vigência da apólice no caso de não ocorrência do sinistro, e a mudança na resolução que regulamenta o Seguro Auto Popular, ampliando a possibilidade de uso de peças para reparo dos carros acidentados. Também continua vasto o espaço de crescimento da previdência complementar aberta no Brasil, em função da permanência de fatores de risco como o envelhecimento da população e a crise da Previdência oficial.

Outros setores com boa perspectiva incluem o de seguro rural, que teve incremento de 10,1% em 2016 e pode crescer ainda mais este ano devido à projeção de safras recordes, o Vida Universal e o Seguro Popular de Automóveis. A tramitação da nova Lei de Licitações e Garantias também pode propiciar um bom desempenho para o Seguro Garantia de Obras.

Zurich cria nova unidade de atendimento liderada por Glaucia Asvolinsque

A Zurich anuncia adequações em linha com a nova estrutura da companhia global. Neste novo cenário do grupo, os negócios corporativos e comerciais passam a ser integrados. “Esta nova unidade reúne nossos conhecimentos de seguros corporativos e comerciais sob um único guarda-chuva, mantendo e melhorando o amplo portfólio de atuação da companhia. A junção das duas expertises resulta em melhor aproveitamento de nossos sistemas, habilidades e capacidade técnica”, comunica Edson Franco, Presidente da Zurich no Brasil, em nota enviada à imprensa.

A nova área será liderada por Glaucia Asvolinsque Smithson, que já liderava os negócios de Seguros Empresariais de Ramos Elementares, Vida e Previdência. Glaucia juntou-se ao grupo Zurich em 2009 na Inglaterra como Subscritora Sênior de Linhas Financeiras, tornando-se diretora técnica de subscrição de Linhas Financeiras para a Europa em 2011. Veio à Zurich Brasil em 2014, como diretora técnica de seguros gerais. Em 2016 assumiu as Diretorias de Riscos Corporativos em Seguros Gerais, Vida e Previdência. “Sua ampla experiência contribui para que a Zurich siga aperfeiçoando sua proposta de valor a clientes e corretores apresentando sempre os melhores produtos e serviços”, afirma Edson Franco.

“A experiência de ter auxiliado no desenvolvimento de diversos segmentos em vários países dentro da companhia com certeza contribui para que eu possa auxiliar a aprofundar ainda mais a atuação da Zurich no Brasil, um país muito importante para nós”, declara Glaucia.

Liberty Seguros anuncia projetos sociais escolhidos para parcerias em 2017

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A Liberty Seguros selecionou seis projetos sociais para apoiar em 2017, por meio de leis de incentivo, como a Lei Rouanet, Fundo do Idoso, Incentivo ao Esporte e FUMCAD/CONDECA. As ações estão alinhadas ao posicionamento de Responsabilidade Social da seguradora e relacionadas a temas como educação, inserção no mercado de trabalho e empreendedorismo

As instituições e ações escolhidas foram:

Unibes LAB: Com sede em São Paulo (SP), o projeto oferece uma série de programas para jovens empreendedores, revelando talentos, oferecendo subsídios para formatação de ideias e abrindo as portas para o mercado de trabalho. O UNIBES Lab é uma iniciativa da União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar Social, uma organização sem fins lucrativos que há mais de 100 anos colabora para o desenvolvimento humano.

Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias: Fundado em 2003, em São Paulo (SP), o Instituto Criar tem como missão promover o desenvolvimento profissional, sociocultural e pessoal de jovens por meio do audiovisual. Anualmente, 150 jovens, com idade entre 17 a 20 anos e em situação de vulnerabilidade social e econômica, recebem formação técnica e sociocultural para ingressarem no mercado de trabalho.

CEAP: O Centro Educacional Assistencial Profissionalizante, Pedreira, é uma ONG localizada na zona sul da cidade de São Paulo (SP), que desde 1985 oferece formação integral a jovens de 10 a 18 anos por meio de cursos técnicos e profissionalizantes. Anualmente são atendidos cerca de 700 jovens, e ao longo dos anos mais de 5 mil jovens já foram beneficiados.

Vocação Sustentável: Desde 1967, a ONG VOCAÇÃO se dedica a desenvolver as habilidades das pessoas por meio do trabalho em comunidades, do investimento em projetos socioeducativos de desenvolvimento integral e da realização de cursos profissionalizantes para construir uma dinâmica social mais justa e igualitária.

Hospital Angelina Caron: Fundado em 1983 e localizado na região metropolitana de Curitiba (PR), tem por missão prestar cuidados de saúde de qualidade a mais de 370 mil pacientes, dos quais 95% são do sistema público de saúde. O projeto incentivado pela Liberty Seguros, Radioterapia moderna para idosos, tem como objetivo aumentar a quantidade e a qualidade do serviço de radioterapia disponibilizado no hospital, que é uma instituição referência do Paraná no tratamento do câncer, oferecendo cirurgia oncológica, quimioterapia e radioterapia.

Fundação Tênis: Criada em 2001, com atividades em São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS), a Fundação Tênis desenvolve por meio da prática sistemática e disciplinada do tênis um programa socioeducacional e esportivo, que promove os valores de amizade, respeito e excelência, com uma linha pedagógica baseada na educação olímpica. Mais de 1.000 crianças e adolescentes são assistidos mensalmente em 11 núcleos, divididos em 6 cidades e 2 estados.

“O compromisso com a comunidade faz parte do DNA da Liberty Seguros, nasce do nosso propósito de ajudar as pessoas a viver de forma mais tranquila e segura”, diz Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. “Dentre as mais de cem propostas de apoio a diferentes instituições recebidas, escolhemos seis projetos transformadores que complementam nosso programa de responsabilidade social, Isso Tem Valor, especialmente nas frentes de educação, inserção no mercado de trabalho e empreendedorismo”, finaliza.

Amil lança plano de saúde no Rio de Janeiro com soluções diferenciadas para clientes corporativos

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A Amil lança, no próximo dia 19, no Rio de Janeiro, o NEXT Saúde – plano de assistência médica baseado no modelo de atendimento em rede própria regional, composta por hospitais, unidades de pronto atendimento e consultórios. Com a estratégia, a marca entra no mercado fluminense com preço competitivo. O modelo é comercializado em São Paulo desde 2015 e já conquistou 170 mil beneficiários.

O objetivo é atrair clientes corporativos de todos os portes – segmento que registrou a maior queda no número de contratos em 2016 e busca soluções mais acessíveis para manter o benefício aos seus funcionários. Focado nesse público, o produto oferece apoio técnico ao gestor, programas de saúde para os beneficiários e, ainda, metodologia para controlar os custos médicos, que impactam diretamente os reajustes futuros, por meio de uma equipe profissional de suporte ao setor de Recursos Humanos das empresas-clientes. “O trabalho dessa equipe engloba a realização de reuniões periódicas, a elaboração de relatórios gerenciais mensais, estudos do perfil de utilização do plano e propostas de ações com base nos dados avaliados”, explica Heraldo Jesus, diretor do NEXT Saúde.

No Rio de Janeiro, a rede da operadora conta com quatro hospitais: Pasteur, localizado no Méier; Mário Lioni, em Duque de Caxias; Pan Americano, na Tijuca; e Hospital de Clínicas de Jacarepaguá, no bairro de mesmo nome, todos com pronto-socorro 24 horas. Possui ainda unidades de emergência e centros médicos para a realização de procedimentos, consultas e exames – eletivos e de urgência – nos mesmos bairros. O cliente NEXT Saúde também tem acesso à rede credenciada composta por consultórios, laboratórios e centros de diagnóstico na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Catástrofes naturais causaram perdas econômicas de US$ 201 bi em 2016

315 eventos de catástrofes naturais ocorreram em 2016 e geraram perdas econômicas de US$ 210 bilhões. Para o contexto histórico, 2016 foi o sétimo ano com custos mais elevados, com a perda econômica combinada ultrapassando US$ 200 bilhões pela primeira vez desde 2013.

Segundo o Relatório Anual Global sobre Catástrofes e Catástrofes 2016 divulgado hoje pela Aon, os três principais perigos – inundações, terremotos e condições meteorológicas severas – somaram 70% de todas as perdas econômicas no ano passado. Embora pelo menos 72% das perdas de catástrofes ocorram fora dos Estados Unidos, ainda representam 56% das perdas globais seguradas.

Em geral, apenas 26% (US$ 54 bilhões) das perdas econômicas globais foram cobertas por seguro, devido a uma maior porcentagem de danos ocorridos em áreas com menor penetração de seguros. Houve pelo menos 34 desastres naturais que causaram mais de US$ 1 bilhão em danos econômicos em todo o mundo, embora apenas 11 desses eventos tiveram perdas seguradas. Cerca de 30 desses eventos de bilhões de dólares está relacionada com o clima e apenas nove tinham perdas seguradas em ou acima de US$ 1 bilhão.

Steve Bowen, diretor de previsão de impacto e meteorologista, comenta no estudo que depois de um declínio nas perdas de catástrofe durante os quatro anos anteriores, 2016 marcou um aumento nos custos da cobertura para eventos climáticos para a economia global. “Os dados e análises neste relatório ajudarão as empresas, as comunidades, os governos e a indústria de re/seguros a se prepararem melhor e ajudarem a mitigar os riscos de catástrofes relacionadas com o clima”, acredita o executivo.

Veja os principais destaques do estudo:

– Uma série de terremotos de abril no Japão foi o evento mais caro tanto economicamente (US$ 38 bilhões em perdas) quanto para o setor de seguros (US$ 5,5 bilhões)

– Seis dos 10 maiores eventos de perda com seguro mais onerosos ocorreram nos Estados Unidos, incluindo o furacão Matthew e vários surtos de tempo severo

– Pelo quarto ano consecutivo, a inundação foi o maior perigo global em US$ 62 bilhões (30% do total). Os eventos de inundação mais significativos foram ao longo da bacia do rio Yangtze na China (US$ 28 bilhões em danos) e no estado de Louisiana (US$ 10-15 bilhões em perdas)

– Uma entrada notável nos cinco principais prejuízos segurados foi para um perigo “secundário” – incêndios florestais – em Fort McMurray, no Canadá, que custou à indústria cerca de US$ 3 bilhões

– Os Estados Unidos experimentaram 14 eventos de perda econômica de bilhões de dólares e a região Ásia-Pacífico experimentou 13 desses eventos – em comparação com quatro na região da EMEA e três nas Américas.

Leia o estudo em inglês

BR Insurance contrata Flávio Alexandre de Sá com diretor de operações

A BR Insurance contratou Flávio Alexandre de Sá como diretor de operações para reforçar seu time de profissionais. Graduado em Administração de Empresas e com MBA em Gestão Empresarial pela FIA-USP, o executivo atuou por quase duas décadas diretamente com o segmento de saúde. O profissional traz em sua bagagem atuação em importantes companhias, como Porto Seguro e Allianz, com expertise em áreas como subscrição, produtos, sinistros, atendimento a clientes, autorização prévia, centrais médicas, seguro odontológico e ocupacional, dentre outras que envolvem o segmento de seguro saúde. Além disso, nessas companhias, o executivo também era responsável pelo relacionamento com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Com a nova contratação, a BR Insurance, corretora que possui mais de R$ 2 bilhões em prêmios emitidos, dará continuidade à sua estratégia de unificação de suas unidades e crescimento da companhia. De acordo com o presidente da BR Insurance, Luiz Roberto de Salles Oliveira, “a chegada de um profissional com o gabarito do executivo Flávio, além de fortalecer nossa filosofia de trabalho, vai tornar nossa empresa ainda mais preparada para os desafios futuros”, comenta.

Programa “Porteiro Amigo do Idoso” já capacitou 2,4 mil profissionais de portaria

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De hoje a quinta-feira, a cidade de São Paulo recebe uma nova turma do programa “Porteiro Amigo do Idoso”, iniciativa pioneira do Grupo Bradesco Seguros que visa a capacitar profissionais de portaria a oferecer soluções e cuidados adequados às necessidades de moradores idosos. Com metodologia de ensino desenvolvida pelo Senac RJ, as aulas – inteiramente gratuitas – serão realizadas nos dias 17, 18 e 19 de janeiro, entre 13h30 e 17h30, no bairro República – Av. Ipiranga, 313. Os interessados podem se inscrever pelo site www.vilavelha.com.br/longevidade ou pelo telefone (11) 3226-9780.

Criado a partir de pesquisa realizada pelo Grupo Bradesco Seguros com cidadãos longevos do bairro de Copacabana, que apontou o porteiro como o “melhor amigo do idoso”, o programa “Porteiro Amigo do Idoso” – presente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo – integrou este ano duas novas cidades: Santos e Juiz de Fora, que receberam sete das 36 turmas realizadas pelo programa em 2016.

Desde 2010, o programa já passou por 11 municípios, incluindo as capitais dos quatro estados da Região Sudeste. Na capital paulista, foram treinados 583 porteiros, e em todo o estado, 865, incluindo, ainda, cidades como Campinas, Ribeirão Preto e Santo André. No início de 2017, mais 11 capacitações serão realizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória, fechando a atual fase do programa.

A metodologia de ensino inclui uma vivência para que os alunos aprendam a se colocar no lugar dos idosos. Óculos para dificultar a visão, pesos nos pés e aparelho auricular, entre outros artifícios, são utilizados de forma que os porteiros sintam as limitações da idade e reflitam sobre as dificuldades enfrentadas pelos mais velhos. Para participar do programa, o porteiro deve estar autorizado pelo síndico.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2013, a população de idosos no Brasil (60 anos ou mais) era de aproximadamente 26,1 milhões de indivíduos, equivalente a 13% do total. Até 2050, a estimativa é que esse universo triplique, o que significa que, para cada grupo de dez pessoas, cerca de três serão idosas.

Lançado em Copacabana, no Rio de Janeiro, o programa chegou, dois anos mais tarde, ao bairro de Higienópolis, em São Paulo, escolhido por apresentar uma das maiores concentrações de idosos da capital paulista, cuja população acima de 60 anos corresponde, segundo o IBGE, a 11,8% do total de habitantes.

“O programa “Porteiro Amigo do Idoso” faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros com ações que incentivem a conquista da longevidade com qualidade de vida, saúde e bem-estar. Além disso, essa iniciativa colabora para que os porteiros se tornem ainda mais amigos dos idosos e entendam o processo de envelhecimento em todos os seus aspectos”, explica Eugênio Velasques, Diretor do Grupo Bradesco Seguros.

O “Porteiro Amigo do Idoso” foi desenvolvido pelo Grupo Bradesco Seguros, sob a orientação do médico e pesquisador em saúde pública Alexandre Kalache, conselheiro sênior sobre Envelhecimento Global da Academia de Medicina de Nova York (The New York Academy of Medicine) e ex-coordenador de programas de envelhecimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Considerado uma das maiores autoridades internacionais em gerontologia, Kalache é consultor do Grupo Segurador para questões relacionadas à longevidade.

Pesquisa realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) com os participantes do curso revelou que 86% tiveram suas expectativas superadas, 92% avaliaram o programa “Porteiro Amigo do Idoso” como ótimo e 92% o recomendariam a outros profissionais.

Golden Cross lança aplicativo para associados

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A Golden Cross lança hoje, dia 17/01, um aplicativo que oferece recursos e funcionalidades online para os associados. A iniciativa faz parte de uma série de projetos voltados à virtualização e modernização da operadora e que vêm sendo implementados desde o ano passado.

Disponível nos sistemas Android e IOS, a ferramenta permite que o cliente tenha acesso a diversos serviços direto de aplicativos móveis, como celular e tablets, de forma simples e rápida. Carteira digital e busca de rede referenciada são algumas das funções disponíveis.

“O associado Golden Cross também poderá acompanhar o status das liberações de senhas de atendimento pelo aplicativo. Além disso, será possível consultar a 2ª via de boleto para pagamento e, na próxima atualização prevista para março, o usuário poderá enviar o pedido de reembolso. Com essa iniciativa, queremos melhorar a experiência dos nossos clientes e facilitar a interação com a operadora”, explica o diretor Comercial e de Marketing Cláudio Brabo.

CNseg recebe o Ministro do Planejamento para debater o Seguro de Acidentes do Trabalho

Fonte: CNseg

Na última sexta-feira, dia 13 , a CNseg manteve, em sua sede, reunião com o Ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira. O encontro foi pedido pelo Ministro para debater os primeiros resultados de proposta, por ele solicitada ao Presidente da Confederação, sobre a participação privada no Seguro de Acidentes do Trabalho.

O Ministro estava acompanhado do secretário-executivo do Ministério, Esteves Colnago, e do assessor, Marcos Ferrari. O tema foi exposto pelo Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, e por integrantes da comissão especialmente formada, coordenada por Luiz Tavares: o ex-Vice Presidente da SulAmérica, Oswaldo Mário Pêgo de Amorim Azevedo, o Presidente do IRB-Re, Tarcísio Godoy, e o assessor da Presidência do IRB-Re, Antonio Paulo Vogel de Medeiros. A Diretora de Relações Institucionais da CNseg, Míriam Mara Miranda, também acompanhou a reunião. A comissão especial de CNseg conta, ainda, com a colaboração do consultor Ricardo Bechara e do assessor Armando Grasso.

A proposta preliminar despertou grande interesse do Ministro, que declarou ter pressa para equacionar um modelo que contribua para melhorar a eficiência do seguro e reduzir o patamar de despesas do Governo Federal. A comissão da CNseg prosseguirá os estudos em conjunto com o Ministério. A proposta da CNseg também foi encaminhada para a apreciação do Ministério da Fazenda e da Susep.