Estudo calcula perdas com desastres naturais

Fonte: Portal CNseg

Os desastres naturais ocorridos no Brasil entre 1995 e 2014 produziram perdas bilionárias, segundo novo estudo divulgado pelo Banco Mundial e o Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres, da Universidade Federal de Santa Catarina. Foram extraordinários R$ 182,8 bilhões em prejuízos acumulados no período, dos quais R$ 137,3 bilhões se referem a impactos nos serviços públicos e privados, na agricultura, na pecuária e na indústria. Já R$ 45,4 bilhões restantes referem-se a danos na infraestrutura, nas habitações e nas instalações de saúde, ensino e comunitárias, por exemplo.

O Relatório de Danos Materiais e Prejuízos Decorrentes de Desastres Naturais no Brasil, o primeiro do tipo em escala nacional, informa que os prejuízos anuais reportados no período foram superiores a R$ 9 bilhões. Ou seja, danos causados por secas, inundações, vendavais e outros desastres custaram ao país cerca de R$ 800 milhões mensais.

O levantamento, na opinião de Frederico Pedroso, especialista do Banco Mundial, derruba a percepção de que o país não sofre com desastres. Via de regra, o Brasil não é um país exposto a perigos naturais extremos. Mas temos outros problemas, tais como um planejamento e um controle urbano muito ineficientes. Isso leva à ocupação humana em locais não propícios e consequentemente a desastres. E como o nosso estudo aponta, a somatória dos impactos tanto econômicos quanto humanos desses desastres acaba sendo extremamente relevante para as diferentes esferas de governo.

Rafael Schadeck, consultor do Banco Mundial e pesquisador da UFSC, detalhou os problemas mais comuns em termos de desastres naturais. Os desastres mais comumente reportados pelos municípios são aqueles do grupo climatológico, que são aqueles de evolução mais gradual, mais lenta, como seca e estiagem. Eles representam 48% dos registros e ocorrem com maior frequência nas regiões Nordeste e Sul do País. Em segundo lugar, vem o grupo hidrológico, que são os desastres relacionados ao excesso de chuvas. E eles ocorrem com maior frequência na Região Sudeste do País, representando 39% dos registros da pesquisa. Também são levados em conta os eventos relacionados a vendavais e granizo, entre outros, informa, acrescentando que os resultados são apresentados em mapas temáticos e em gráficos, fornecendo dados e estatísticas relevantes aos gestores públicos, pop ulação, academia e setor privado.

Advance Medical projeta dobrar de tamanho em 2017 e atingir 1 milhão de vidas no Brasil até 2020

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Líder global em Aconselhamento Médico Personalizado como ferramenta de gestão em saúde populacional corporativa, a Advance Medical, completa dois anos de sua operação no Brasil, projeta dobrar de tamanho no país em 2017 e pretende atingir um milhão de vidas até 2020.

As informações são do CEO da companhia no país, Caio Soares. “Somos pioneiros no mundo na prestação deste serviço e estamos desde meados de 2014 inaugurando este mercado no Brasil, país estratégico aos planos de expansão da companhia na América Latina, afirma.

Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP, com especializações em administração de saúde na FGV e Catastrophe Management pela Harvard Medical School, antes de ser convidado para tocar os projetos da Advance no Brasil, Caio Soares ocupou por seis anos o cargo de diretor médico da operadora de planos de saúde Premium Omint.

Fundada em 1999, em Barcelona, a Advance Medical conta hoje com 35 milhões de vidas em carteira e deve registrar faturamento global de EUR 350 milhões em 2016. Com escritórios em Barcelona, São Paulo Boston, Budapeste, Lisboa, Londres, Santiago e Xangai, a companhia mantém pontos de apoio em mais de 50 países.

A operação brasileira da Advance conta atualmente com mais de 150 mil vidas atendidas, entre colaboradores e dependentes de empresas clientes de grande porte, como Renault, Google, Hospital Sírio Libanês, Suzano Papel e Celulose, entre outras. “Fecharemos 2016 com crescimento de 44% ”, afirma Soares. A companhia também oferece suporte para grandes clientes globais do grupo

A estratégia de crescimento da empresa no país é focada em companhias com mais de 1.500 funcionários, dos mais variados setores. O serviçooferece resultados do chão de fábrica à alta direção e entre os principais argumentos estão a redução de custos em saúde, que pode chegar a 15% após um ano de atendimento. “Ofertamos aos nossos clientes relatórios de custos evitados nos casos que gerenciamos. Não raramente estes recursos superam em três vezes o investimento anual demandado pelos serviços da Advance Medical.

Estudo global da Advance revela que os casos mais graves ou de alta complexidade representam 20% do total de casos registrados atendidos pelas empresas e respondem, em média, por 80% dos custos. E, para piorar ainda mais o cenário, 50% dos casos de gravidade moderada podem se tornar de alta complexidade.

Para entregar o que promete, a Advance acompanha sistematicamente as ocorrências de saúde, dos casos mais simples aos mais graves. O serviço é acionado pelo paciente que recebe orientações médicas e outras categorias de profissionais de saúde especializados como enfermeiros, nutricionistas e outros. São acompanhadas demandas desde dietas alimentares, gripes e resfriados, assim como as maisgraves, entre elas doenças cardiovasculares, cânceres e outras.

“Temos resultados significativos. Resolvemos aproximadamente 50% dos casos pela nossa plataforma de atendimento composto por médicos de família e enfermeiros especializados. Evitamos visitas desnecessárias ao Pronto Socorro, além de reduzirmos cerca de 30% do volume de cirurgias, as desnecessárias”, destaca Soares.

Já os casos mais complexos recebem pareceres de especialistas de referência ligados a hospitais e centros médicos reconhecidos no Brasil e internacionalmente. E é neste ponto que está o segredo do negócio cujo objetivo final é oferecer o melhor da medicina e, consequentemente, impactar nos custos com a saúde.

“A natureza do nosso serviço é apoiar os pacientes e seus médicos na tomada de decisões corretas. Por outro lado, as empresas também se beneficiam evitando gastos desnecessários com diagnósticos equivocados ou incompletos, além de tratamentos inadequados. Acaba sendo sempre benéfico para todos os envolvidos”, garante.

Para auxiliá-lo na estruturação da Advance e para implementar a estratégia de expansão da companhia, Soares conta com Jean Marc Nieto. O executivo, com MBA pela IESE Business School,registrou passagens pela consultoria IHS, além de companhias do setor financeiro como American Express e Banco Votorantim,

O segmento de gestão de saúde populacional corporativa vêm apresentando crescimento vertiginoso mundo afora também como tendência em benefícios corporativos. “Nossas análises de mercado demonstram que o setor tem crescido a taxas anuais acima de 30% na Europa e nos Estados Unidos nos últimos cinco anos. Devemos viver esse boom no Brasil em breve. Não somente as empresas querem o serviço, mas os trabalhadores também.”, aposta Nieto.

Para o executivo, o gestor de Recursos Humanos que pretende assumir uma postura mais estratégica junto ao seu negócio pode e deve utilizar o serviço como atração e retenção de talentos, mas o seu grande desafio é engajar seu público interno a usar a ferramenta como um apoio relevante na tomada de decisões em saúde. Jean Marc Nieto adianta que todo marketing da companhia para 2017 seguirá essa linha de atuação, trabalhando o conceito de colocar a decisão nas mãos do paciente e estimulando as pessoas a buscarem mais informações sobre este benefício.

Apesar de ainda ser novidade no país, o serviço de orientação médica telefônica e segunda opinião médica já são oferecidos por algumas seguradoras e operadoras de planos de saúde. Porém, a qualidade técnica, a isenção e a independência da Advance são vistas como diferenciais tanto para pacientes, empresas clientes e para os médicos que prestam serviços na condução dos casos. “Nossos pareceres são emitidos por profissionais altamente especializados, completamente independentes e que não têm vínculos com gestores e pagadores das despesas, garantindo a melhor solução para pacientes por meio da prática da boa medicina”, ressalta Caio Soares.

Na Advance, os casos mais complexos, diagnósticos e tratamentos recomendados são analisados e recebem pareceres de especialistas de referência ligados a hospitais e centros médicos reconhecidos internacionalmente, entre eles Harvard Medical School, Johns Hopkins Hospital, MD Anderson Center, MayoClinic, Universidade de Hamburgo, Cleveland Clinic, Massachusets General Hospital.

No Brasil, a maior parte dos especialistas que prestam serviço para Advancetambém é ligada a centros de medicina de ponta, como aFaculdade de Medicina da USP, UNIFESP, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, entre outros. “Contamos com mais de 15 mil médicos especialistas conectados em todo o mundo. É a maior rede global independente”, pontua.

Mongeral Aegon anuncia vencedores do Galo de Ouro no próximo dia 21 em cerimônia no RJ

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A premiação do Galo de Ouro, uma das campanhas mais tradicionais do mercado segurador, terá início no próximo dia 20 de janeiro, quando a Mongeral Aegon reconhecerá os corretores parceiros e os funcionários de vendas que foram destaque no segundo semestre de 2016 no hotel Grand Hyatt, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Na noite do dia 21, os finalistas ao troféu do Galo de Ouro serão anunciados em uma festa de emocionar. Desde 2014, a companhia adotou o formato ‘Oscar’ e revela os vencedores durante a cerimônia. Este ano, a campanha premiará 15 participantes, que ganharão R$ 13 mil cada e uma viagem com acompanhante para Portugal.

O diretor Comercial da Mongeral Aegon, Osmar Navarini, ressalta a importância deste tipo de incentivo aos profissionais envolvidos. “É um momento muito esperado e tradicional para a Mongeral Aegon, em que celebramos as conquistas do ano que passou, além de reconhecer profissionais tão importantes para o sucesso da nossa companhia: nossos corretores parceiros e colaboradores.”

O papel das seguradoras, as relações de consumo e a responsabilidade civil dão o tom da semana na Rádio CNseg

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Afinal, as seguradoras só vendem? “O papel fundamental das empresas de seguros é formar garantias para que o comprador dos produtos e serviços das seguradoras tenha certeza de que vai receber o que contratou.” A afirmação é do presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), Marcio Serôa de Araujo Coriolano. O executivo acredita que, embora as empresas de seguro tenham como trabalho último a comercialização e a venda de produtos e serviços, existe uma longa cadeia anterior a isso. Coriolano concorda que há uma troca entre a proteção, a segurança e a tranquilidade, de um lado, e os volumes de indenizações, benefícios e resgates pagos, de outro. “A cadeia longa de várias atividades começa pela atividade fundamental, que é identificar o cálculo adequado do risco para cada uma das proteções, ou seja, quanto custará o risco de cada seguro”, finaliza.

No quadro ‘Entrevista Especial’, a consultora da CNseg e especialista em Direito do Consumidor, Maria Stella Gregori, contextualiza o consumidor sobre o que vem a ser a responsabilidade civil do transporte aéreo nas relações de consumo e o que se observa a partir do Código de Defesa do Consumidor (CDC). “É uma lei protetiva e que trouxe como um direito básico do consumidor a efetiva reparação integral dos seus danos.” Ela explica que, no caso das empresas aéreas, ao praticarem qualquer atividade no mercado de consumo, devem ter o cuidado de não provocar nenhum risco à vida, à saúde e à segurança do consumidor. “Caso contrário, a empresa incorrerá em responsabilidade civil e terá que garantir uma indenização ao consumidor.”

Em linha com a programação, o presidente da Comissão de Responsabilidade Civil da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Marcio Guerrero, fala na terça-feira ao espaço ‘Conheça os Seguros Gerais’ sobre o papel da seguradora e do segurado na responsabilidade civil e sobre a relação entre esses públicos. “A relação de responsabilidade civil envolve, além das partes seguradora e segurado, uma terceira pessoa, que é o prejudicado, no caso de um acidente, ocorrência ou erro”, explica. Guerrero alerta para a transparência das informações. Os questionários normalmente utilizados são a ferramenta empregada para a avaliação de riscos e meio pelo qual as seguradoras conhecem, em um primeiro momento, a atividade e a profissão do segurado. Nesse mesmo dia, a dúvida de um ouvinte será esclarecida por um especialista no quadro ‘Qual é a dúvida?’.

Na quarta-feira, vai ao ar entrevista com o gerente de marketing da Icatu Seguros, Rodrigo Padová, para o ‘Momento da Inovação’. O executivo falará sobre o projeto “Os bebês da virada”, que entra em seu segundo ano consecutivo. O objetivo é ressaltar a importância do planejamento financeiro das famílias. É uma campanha promocional, mas com viés educacional e instrutivo muito forte. A ideia é que as pessoas conheçam o funcionamento dos produtos de seguros de forma lúdica.” Nesse mesmo dia, o espaço ‘Entenda os Seguros de Pessoas’ abordará temas referentes aos seguros de vida e de pessoas.

O diretor executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), José Cechin, falará na quinta-feira sobre mutualismo em saúde suplementar: “Um conjunto de pessoas com interesses comuns, que decidem se proteger contra eventualidades. E contribuem mês a mês, com um montante, para um fundo.” Nesse mesmo dia, no espaço ‘Sustentabilidade’, serão veiculadas matérias sobre o tema.

Encerrando a semana, o presidente da Comissão de Produtos da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) e superintendente de produtos de capitalização da SulAmérica, Natanael Castro, falará das funções do sorteio de capitalização e seu grande diferencial. “O sorteio estimula tanto a pessoa que está acumulando quanto a empresa que está adquirindo uma série de capitalização.” Natanael explica, também, a dinâmica dos sorteios. Na ‘Dica do Consultor’, o especialista em educação financeira e consultor da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Álvaro Modernell, orienta as famílias para a compra de material escolar mais barato. Ele afirma que o que mais gera resultado e economia é antecedência, planejamento e paciência.

Diariamente, a Rádio traz, ainda, boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Rádio CNseg

A Rádio CNseg é uma das 21 ações transformadoras propostas pelo Programa de Educação em Seguros da CNseg, e tem por objetivo ampliar os canais de diálogo do setor de seguros com a sociedade e esclarecer a população sobre os fundamentos e características dos produtos oferecidos pelos segmentos de seguros, previdência privada, saúde suplementar e capitalização. Exclusiva para plataforma online, a Rádio é transmitida por meio do site radio.cnseg.org.br, ou pelo aplicativo, disponível nas lojas virtuais para smartphones.

Markel, que já atua em resseguro, chega ao Brasil para vender seguros

Mais uma seguradora para atuar no Brasil. Desta vez quem chega ao país é a Markel, que já atua em resseguro e agora passa a disputar o programa de seguros das empresas brasileiras, uma vez que é conhecida mundialmente como especialista nos mais diversos riscos. Tem no comando o ex-presidente do IRB Brasil Re, Leonardo Paixão, segundo fontes consultadas para fazer parte da equipe. Por enquanto, temos a circular da Susep, autorizando o funcionamento da companhia, com capital de R$ 48 milhões, para operar seguros de danos e pessoas em todo o território nacional.

Vamos solicitar entrevista para contar mais detalhes, como saber a expectativa de atuação no país onde o segmento de grandes riscos enfrenta um cenário praticamente sem novos negócios devido a parada de investimentos e uma grande avalanche de pedidos de indenizações. Segundo corretores entrevistados, os executivos que atuam em grandes riscos estão praticamente se dedicando a regulação de pagamento de indenizações, enquanto aguardam a retomada dos investimentos em infraestrutura.

A seguradora integra um grupo com quase 90 anos de história e é uma das 500 maiores corporaçōes dos EUA, segundo a lista da revista “Fortune 500”. Segundo fontes, o grupo vai trabalhar nichos de mercado que demandam alta capacidade técnica, tanto trazendo produtos que a Markel já opera ao redor do mundo quanto desenvolvendo no Brasil produtos específicos para o mercado brasileiro.

Segue a íntegra da circular da Superintendência de Seguros Privados

Secretaria- Geral

Portaria nº 6.780 de 12 de Janeiro de 2017

O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS – SUSEP, no uso da competência delegada pelo Ministro de Estado da Fazenda, por meio da Portaria n. 151, de 23 de junho de 2004, tendo em vista o disposto no artigo 74 do Decreto-Lei n. 73, de 21 de novembro de 1966 e o que consta dos processos Susep 15414.611013/2016-90 e 15414.612789/2016-27, resolve:

Art. 1° Aprovar as seguintes deliberações tomadas pelos sócios de MARKEL HOLDING E ADMINISTRAÇÃO DE BENS PRÓPRIOS LTDA., CNPJ n. 26.609.195/0001-65, com sede na cidade do Rio de Janeiro – RJ, na assembleia geral extraordinária realizada em 20 de dezembro de 2016, rerratificadora da assembléia geral de transformação realizada em 30 de novembro de 2016:

I – Transformação de sociedade empresária limitada para sociedade anônima de capital fechado;

II – Mudança da denominação social para MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A.;

III – Eleição de administradores;

IV – Mudança do objeto social; e

V – Reforma e consolidação do estatuto social.

Art. 2° Conceder a MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A. autorização para operar seguros de danos e pessoas em todo o território nacional.

Art. 3º Ratificar que o capital social de MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A. é de R$ 48.000.000,00, dividido em 48.000.000 ações ordinárias, escriturais e sem valor nominal.

Art. 4º Ratificar que o controle acionário indireto e a ingerência efetiva nos negócios de MARKEL SEGURADORA DO BRASIL S.A. são exercidos por MARKEL CORPORATION, sociedade constituída e existente sob as leis do Estado de Virgínia, Estados Unidos da América.

Art. 5º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

JOAQUIM MENDANHA DE ATAÍDES

Caixa comemora captação de previdência aberta

A Previdência da Caixa Seguradora fechou 2016 com recordes. O faturamento foi de R$ 7,4 bilhões, alta de 34% em relação a 2015. As novas vendas chegaram a R$ 4,5 bilhões, 49% a mais que no ano passado. Apenas em dezembro, foram R$ 507,6 milhões em novas vendas.

“Crescemos acima do esperado”, afirma a diretora de Previdência, Rosana Techima, que explica: “Foi um ano de juros altos no país e nossos produtos estavam muito atrativos para investidores. Os planos de pagamento único tiveram grande procura”.

As discussões e o envio da proposta de reforma da Previdência ao Congresso foram outros fatores que contribuíram com o aumento das vendas. “As pessoas passaram a se preocupar mais com o futuro. Sabem que com a reforma precisarão complementar a renda para a aposentadoria”, explica Rosana.

Produtos segmentados

No segundo semestre, a empresa reformulou o plano voltado para crianças, o Prev Crescer. As vendas então dispararam e em novembro e dezembro foram dez vezes maiores do que nos primeiros meses do ano.

Primeiro plano do país exclusivo para mulheres, o Prev Mulher cresceu 57% em relação a 2015. O produto garante uma consulta e um exame ginecológico anual às clientes e oferece indenização de R$ 50 mil para mulheres que engravidarem de gêmeos, trigêmeos ou mais por fecundação natural.

Fórum Econômico Mundial pede a reforma da economia para a volta da estabilidade social

Com o apoio da seguradora Zurich e da corretora Marsh, o Fórum Econômico Mundial elaborou o tradicional relatório Global de Riscos, sempre divulgado dias antes do encontro anual de Davos, na Suíca. Neste ano, a décima segunda edição do estudo destaca os cinco principais fatores que estão determinando o cenário de riscos global. A crescente desigualdade e estagnação do crescimento da economia; as mudanças climáticas; a polarização crescente da sociedade; o aumento da dependência cibernética; e o envelhecimento da população.

Entre as consequências dos riscos destacados, o estudo cita o desemprego e subemprego, a profunda instabilidade social, a migração involuntária em larga escala, o colapso ou crise do Estado, a falha na mitigação e adaptação às mudanças climáticas, as crises de água e a falha da governança nacional, criando a insegurança social e o conflito interestadual com consequências regionais.

A 12ª edição do Relatório Global de Riscos é publicada em um momento em que tendências sociais e econômicas profundamente enraizadas se manifestam de forma cada vez mais disruptiva em todo o mundo. A persistente desigualdade, particularmente no contexto de fraqueza econômica global comparativa, pode comprometer a legitimidade do capitalismo de mercado. Ao mesmo tempo, o aprofundamento da polarização social e cultural pode comprometer os processos nacionais de tomada de decisões e obstruir a colaboração global vital, conclui o relatório.

A tecnologia continua a oferecer a esperança de soluções para muitos dos problemas que o mundo enfrenta. Mas o ritmo da mudança tecnológica também tem efeitos perturbadores: eles vão desde a interrupção dos mercados de trabalho, passando pela automação, até exacerbando as divisões políticas, incentivando a criação de comunidades rígidas de cidadãos com idéias semelhantes. “Precisamos melhorar a gestão da mudança tecnológica e precisamos fazê-lo rapidamente.

Acima de tudo, temos de redobrar os nossos esforços para proteger e reforçar os nossos sistemas de colaboração global. Em nenhum lugar isso é mais urgente do que em relação ao meio ambiente, onde avanços importantes foram feitos no ano passado, mas onde muito mais ainda está por fazer. Este é um momento febril para o mundo. Enfrentamos riscos importantes, mas também oportunidades para fazer um balanço e trabalhar juntos para encontrar novas soluções para os nossos problemas comuns. Mais do que nunca, este é um momento para todas as partes interessadas reconhecerem o papel que podem desempenhar exercendo uma liderança responsável e responsiva em riscos globais”, finalizam os autores.

“Vivemos tempos agitados em que o progresso tecnológico também cria desafios”, disse Cecilia Reyes, CRO da Zurich, durante a apresentação do relatório, em Londres. “Os governos já não podem fornecer níveis históricos de proteção social, e uma narrativa contrária ao establishment ganhou força, com novos líderes políticos culpando a globalização pelos desafios das sociedades, criando um círculo vicioso em que baixo crescimento econômico apenas amplifica a desigualdade.”

Leia o relatório em inglês

SulAmérica irá presentear clientes, parceiros e colaboradores em datas imprevisíveis

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Neste ano, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, presenteia colaboradores, corretores, prestadores e clientes com um calendário de mesa em formato inovador. Durante todos os meses do ano, o calendário destaca um “dia imprevisível”, data em que serão sorteados prêmios-surpresa por meio de um QR code.

A ação traz um reforço à atual campanha da seguradora, com o conceito “A vida é imprevisível, e isso é muito bom”. Para participar, basta utilizar um leitor de QR code do smartphone, apontando o aparelho para o código presente no calendário. Automaticamente aparecerá uma mensagem informando se ela foi ou não sorteada, além de instruções para o recebimento do prêmio.

calendário

“Apostamos em uma ação inovadora que traz interatividade a um objeto tradicional das nossas vidas. Buscamos uma forma criativa de reforçar a mensagem do imprevisível que temos trabalho nas nossas comunicações e, assim, nos aproximamos das pessoas de maneira divertida ao longo do ano”, explica o diretor de marketing da SulAmérica, Zeca Viera.

As datas dos “dias imprevisíveis” variam a cada mês e os prêmios são relacionados a datas comemorativas e períodos específicos, como feriados, férias e estações do ano.

Gente nova no pedaço

Um grupo segurador conhecido como um dos principais especialistas em riscos do mundo se junta ao mercado brasileiro a partir da amanhã. Depois de alguns meses formando uma equipe de executivos de ponta, os detalhes serão divulgados amanhã aos parceiros e clientes. Vamos aguardar!

Liberty Seguros patrocina vigésima edição do Troféu Cidade de São Paulo

A Liberty Seguros patrocina a vigésima edição do Troféu Cidade de São Paulo, uma das provas de atletismo mais tradicionais da cidade. A corrida acontece no dia 25 de janeiro, a partir das 7h30, com largada no Obelisco do Parque Ibirapuera. Nesta data, a cidade de São Paulo celebra os seus 463 anos.

Os participantes da prova podem optar por quatro modalidades: corrida geral (10 km ou 6,1 km), caminhada (6,1 km) e corrida para portadores de necessidades especiais (10 km). As inscrições devem ser realizadas até o dia 21 de janeiro no site http://www.trofeucidadedesaopaulo.com.br/.

Ao final da prova, os corredores poderão participar de uma sessão de recovery boot, uma técnica de recuperação que pode auxiliar na prevenção de lesões musculares, oferecida pela Liberty Seguros. Os participantes também poderão conhecer o Liberty Truck, um caminhão multifuncional que percorre o Brasil apresentando novidades da seguradora.

“Acreditamos que cuidar da saúde é uma das maneiras mais eficientes para se levar uma vida mais segura”, diz Patricia Chacon, Diretora de Marketing e Estratégia da Liberty Seguros. “Patrocinar eventos como o Troféu São Paulo e oferecer aos nossos segurados serviços como o de personal fitness e o de assistência nutricional, nos ajudam a alcançar esse objetivo”, finaliza.