Alunos da associação beneficente da Allianz tiveram aula sobre consumo consciente

Alunos da Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA) tiveram a aula do módulo “Compras” do programa My Finance Coach (MFC). Cerca de 20 crianças embarcaram na história do trio de amigos Paulo, Sandra e Luca, que querem convencer os pais de Paulo de que ele precisa de um celular.

Por meio de exercícios e participação ativa das crianças atendidas pela ABA, fatores relacionados ao consumo e que estão presentes no dia a dia desses alunos, como influência da publicidade, reflexão entre precisar e desejar e a necessidade de poupar, foram os que mais despertaram a atenção na aula.“Hoje, eu aprendi que posso gastar o meu dinheiro, mas não tudo. Eu vou ensinar isso para a minha mãe e para o meu pai porque não podemos nos endividar”, disse Mariana Santana de Lima logo após o treinamento.

O MFC tem como objetivos centrais transformar colaboradores da companhia em finance coaches (treinadores financeiros), formando, portanto, uma rede capacitada para contribuir na educação financeira de estudantes. Com isso, há a melhora no nível de instrução, já que são repassados, de modo lúdico, conceitos de decisões conscientes e ferramentas capazes de criar um futuro estável.

“Aplicar o My Finance Coach significa contribuir para a cultura cidadã. E, principalmente, engajar crianças e adolescentes a esse princípio. Da mesma maneira que compartilhamos os nossos conhecimentos com eles, esses estudantes repassam às pessoas ao seu redor, formando um ciclo virtuoso e pessoas mais atuantes na sociedade”, afirmou Daniella Satake, finance coach e superintendente de Comunicação e Sustentabilidade da Allianz Seguros.

Coface digitaliza experiência do cliente

Fonte: Coface

A partir de hoje, 15, a seguradora de crédito francesa, Coface, disponibiliza aos clientes uma versão renovada do CofaNet Essentials, ferramenta online de gestão de apólices de seguro de crédito. Com um visual mais moderno, a nova interface é otimizada para todos os dispositivos móveis, proporcionando uma experiência completa e personalizada para o usuário. “O Portal do cliente também foi aprimorado com novos recursos, para enriquecer a experiência de uso e garantir uma navegação simples e fácil. Neste espaço o cliente terá acesso a todos os seus aplicativos, documentos e todos os formulários de contato”, explica a CEO da empresa no Brasil, Marcele Lemos. “Nos últimos anos a Coface vem percorrendo um caminho de inovação digital com uma série de serviços baseados na web, como por exemplo o Dashboard e o CofaServe”, completa a executiva. Marcele salienta que a seguradora deverá lançar no Brasil, até o fim deste ano, o TradeLiner, uma opção mais simples do seguro de credito. “Lá fora já existe essa modalidade e sentimos que agora há interesse do mercado interno nessa forma de contratação, na qual o cliente pode optar por qual tipo de risco de crédito ele quer proteção, se somente para falência ou recuperação judicial”, conclui Marcele.

LTSeg disponibiliza ferramenta para cotação online de seguro auto

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Para facilitar a cotação de seguro auto, a LTSeg, corretora especializada em seguros e avaliação de riscos, tornou disponível em seu site uma plataforma de cotação online de seguros, na qual o próprio usurário preenche um curto formulário e recebe em seu e-mail, em pouco tempo, orçamento com os valores apurados do seguro. Depois disso, um dos profissionais da empresa entra em contato para discutir as propostas e acertar detalhes da apólice. A ferramenta pode ser acessada clicando aqui.

“Com a ferramenta, tornamos mais prática a experiência do usurário com a contratação do seguro para seu veículo, além de eliminarmos etapas que tornavam esse processo mais burocrático. O segurado continua usufruindo de todos os benefícios de ser acompanhando por um bom corretor, mas agora com mais agilidade para decidir pela contratação”, afirma Bruna Timbó, diretora da LTSeg.

Uma segunda vantagem, de acordo com Bruna, é a da economia que este processo traz ao consumidor. “A corretora obterá com maior facilidade os orçamentos de todas as seguradoras do mercado para o seguro e, na proposta a ser enviada ao cliente, listará as melhores ofertas. O cliente poderá, em um só documento, comparar os elementos destas propostas e assim visualizar de forma mais clara a opção que representa a melhor relação custo X benefício para si, tendo maior liberdade e certeza para decidir”, completa a diretora da LTSeg.

Outros pontos que precisam ser mencionados é o da comodidade, já que a cotação pode ser feita em qualquer hora ou lugar; e a credibilidade, porque o usuário pode pesquisar a reputação da corretora e seguradora antes de decidir pela contratação. “A cotação é muito mais rápida do que esperar por receber o orçamento por telefone ou por e-mail dias depois. O processo é seguro e caso precise de suporte, a equipe da LTSeg fica à disposição para atender. Basta telefonar”, finaliza Bruna.

Canal seguro: por que a boa-fé deve ser uma indispensável via de mão dupla na contratação de um seguro?

Fonte: CNseg

Na quarta edição do “Papo Seguro”, coluna do “CNseg – o canal seguro”, o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, abordará a questão da boa-fé no seguro, tema que norteia a relação entre seguradora e consumidor. “A boa-fé significa que a seguradora deve ser transparente e cumprir estritamente com a suas obrigações. Afinal, ela lida com a poupança e com bens muito preciosos, como a vida, a saúde e o patrimônio das pessoas e das empresas”, explica Coriolano.

A boa-fé na contratação de um seguro representa uma via de mão dupla. Cabe ao consumidor também oferecer informações consistentes e transparentes à seguradora. “Seguro não é, nem pode ser, um saco sem fundo. Qualquer desequilíbrio nessa relação entre a seguradora e o segurado pode comprometer os atributos de igualdade e solidariedade”, assinala o presidente da CNseg.

Coriolano alerta para a importância de o consumidor certificar-se, durante a contratação do seguro, sobre a regularização da seguradora, se ela existe e está devidamente autorizada pelos órgãos do governo para atuar no mercado: “No caso dos planos de saúde, vá ao site da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e para os demais seguros, ao site da Susep (Superintendência de Seguros Privados).”

Indagar sempre, consultando amigos e o corretor sobre a história de boa-fé da seguradora, é condição primordial que antecede a contratação de um seguro. ”Agindo assim, você poderá usufruir plenamente os benefícios do seguro, evitando perder tempo com frustrações, reclamações e aborrecimentos. Todos agindo de boa-fé. A mutualidade em seguro agradece”, conclui Coriolano.

Também nesta segunda, na “Entrevista Especial”, o diretor de Gestão de Riscos da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Vitor Osaki, fala sobre o seguro rural voltado para o Plano Safra 2017. De acordo com ele, o valor a ser destinado para o seguro rural depende da aprovação do orçamento do crédito rural, um dos itens que compõem o Plano Safra. Segundo Osaki, existe uma proposta de a iniciativa privada participar da subvenção ao prêmio, por meio de fabricantes de insumos agrícolas. Outra ideia é que o próprio governo amplie o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural.

Na terça-feira, agricultura volta a ser tema da programação. No quadro “Qual é a Dúvida?”, o presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg, Wady Cury, explica o que é subvenção agrícola.

Também na terça, o tema do programa “Conheça os Seguros Gerais” volta a ser garantia estendida, desta vez com o presidente da Comissão de Seguro de Garantia Estendida e Afinidades da FenSeg, Marco Garutti.

O quadro “Inovação e Sustentabilidade” desta quarta-feira traz entrevista com José Mello, membro da Comissão de Inovação e Sustentabilidade da CNseg, que fala sobre o uso de simuladores no cálculo do valor do seguro. No mesmo dia, vai ao ar o programa “Entenda o Seguro de Pessoas”.

Na quinta-feira, o “Momento Jurídico” traz a advogada especialista em direito do consumidor Angélica Carlini, que falará sobre venda casada. Também na quinta é a vez do quadro “Por Dentro da Saúde Suplementar”.

Encerrando a semana, o quadro “Dicas do Consultor” aborda a questão da inadimplência com Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira dos Educadores Financeiros). Também na sexta-feira, vai ao ar o “Minuto da Capitalização”.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Corretoras e seguradoras se unem em movimento de transformação do mercado nacional

No próximo dia 23 de maio, algumas das principais corretoras, seguradoras e associações do Brasil se reúnem em São Paulo para anunciar o lançamento de um movimento de transformação do mercado de seguros.

O objetivo é promover o desenvolvimento da percepção de riscos e benefícios da população brasileira, por meio de novos diálogos sobre os temas. A expectativa é ajudar a fomentar negócios mais sustentáveis para as empresas da América Latina e uma melhor educação para a sociedade, que ainda entende superficialmente quais são suas exposições e quais podem ser suas proteções.

A Aon, idealizadora do movimento, estará representada pelo seu presidente na América Latina, Fernando Pereira, e pelo presidente no Brasil, Marcelo Munerato de Almeida. As patrocinadoras AIG, Amil, Bradesco Seguros e Sura também estarão presentes. Outras corretoras, seguradoras, associações e algumas das principais empresas do Brasil foram convidadas para participar do evento e do movimento.

Além disso, produtores e atores do cinema nacional participarão de um painel para falar sobre fatos e curiosidades que transformaram o mercado cinematográfico nacional. O segmento foi escolhido por representar uma indústria em transformação, que possui grande exposição a riscos.

O evento será realizado na Casa Jereissati, na Rua Jacarezinho, 107, Jardim Europa, no dia 23/05 (terça-feira), a partir das 08h30. A entrada é exclusiva para convidados e jornalistas credenciados.

​S​ompo lança Seguro de Vida​ ​voltado a jogadores de futebol

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros acaba de lançar o Sompo Seguro Atleta, um seguro de vida especialmente desenvolvido para atender às necessidades específicas dos jogadores de futebol em atuação no Brasil. Criado para trazer mais tranquilidade aos profissionais do segmento, o novo produto pode ser contratado por clubes de futebol ou investidores e inclui coberturas que preveem até mesmo as situações inesperadas que, eventualmente, coloquem a carreira do jogador em risco.

Além de considerar todas as coberturas previstas pela Lei Pelé (Lei 9.615/1998), o Sompo Seguro Atleta também foi estruturado para que sua contratação seja efetuada de forma totalmente desburocratizada, o que agiliza o processo de gestão do benefício por parte dos clubes. Entre os benefícios do produto está a cobertura por Invalidez Total por Acidente, especial para atletas profissionais. O produto também conta com serviços de assistência 24 horas diferenciados para esse público.

Segundo dados do Relatório DRT 2016 da CBF – Confederação Brasileira de Futebol, em janeiro, havia 8.938 atletas registrados, sendo 94 estrangeiros, em atuação nos 766 clubes profissionais do Brasil. Além disso, havia outros 31.882 atletas com vínculos não profissionais junto aos 313 clubes amadores em atuação no País.

Lei Pelé – A Lei Pelé (Lei 9.615/1998) prevê que as entidades de prática desportiva devem contratar seguro de vida e de acidentes pessoais, vinculado à atividade desportiva tanto no caso de atletas contratados sob regime de contrato de formação desportiva (Art. 29, § 6º, Inciso III), quanto no caso de atletas profissionais (Art. 45). O seguro também está previsto para o caso de atletas não profissionais de modalidades olímpicas e paralímpicas vinculados a entidades de prática desportiva (Art. 82-B).

“A Sompo vem estabelecendo soluções de seguro inovadoras para propiciar mais qualidade de vida e bem-estar em diferentes segmentos. O novo Seguro Sompo Atleta atende a uma janela de oportunidade existente no mercado futebolístico e foi desenvolvido também para trazer tranquilidade aos atletas do esporte nacional”, comentou Edglei Monteiro, diretor de Seguro de Vida da Sompo Seguros em comunicado.

Seguro de riscos cibernéticos mitiga perdas causadas por ataques virtuais como os de sexta-feira

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O ciberataque na Europa hoje demonstra que todos os setores podem sofrer impactos diante de um evento. “Numa era de hiperconectividade, toda e qualquer indústria possui exposição ao risco diante da utilização de tecnologia em suas operações e que podem resultar na paralisação de suas atividades”, afirma a especialista em risco cibernético da JLT Brasil, Marta Helena Schuh. “Os impactos de um ataque estão muito além de uma perda financeira, consequente da transferência de valores (como neste caso, os valores de regaste de ramsomware). Uma cadeia de perdas precisa ser considerada – desde a perda de receita pela interrupção de serviços prestados, custos de consultoria de investigação forense, possíveis danos causados a terceiros que envolvem custos jurídicos e indenizações; impacto sobre a imagem e reputação da empresa e até mesmo a queda no valor da ação caso a empresa possua capital aberto.”

Os incidentes cibernéticos cresceram 38% no mundo e no Brasil subiram 274%, de acordo com o CPqD,Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações.. Um estudo da mesma instituição aponta que 6,6% de todos os crimes cibernéticos financeiros no mundo acontecem aqui; o Brasil ocupa a 8ª posição dentre os países com maior atividade maliciosa no mundo e é o 5º dentre os países com maior tráfego de e-mails maliciosos. Apesar desse cenário, apenas 3 em cada 10 empresas brasileiras reconhecem ameaças cibernéticas como algo que possam impactar suas atividades. Um reflexo desse comportamento pode ser observado no mercado de seguros. De acordo com a Ernest&Young, as empresas compram seguro para proteger seus ativos, no entanto contabilizando apenas 30% dos ativos que são tangíveis, mas deixam 70% que são intangíveis ao risco.

“As empresas estão acostumadas a proteger seus ativos físicos com apólices de seguro, mas na era na qual vivemos os ativos digitais são tão valiosos quanto. O seguro de riscos cibernéticos é uma ferramenta para auxiliar as empresas com perdas indiretas decorrentes de ataques como o de hoje. Quando um evento como esse ocorre o seguro vem justamente ampará-los para mitigar ao máximo as perdas recorrentes destes eventos – sejam em pagamento do resgate, as perdas de receita, dano à reputação ou até mesmo em restauração de dados”, conclui Marta.

CEO da Coface projeta retomada da economia a partir de setembro

Otimismo moderado. Essa é a palavra chave que define o clima na Coface do Brasil, maior seguradora de crédito do Brasil, segundo a CEO Marcele Lemos. “A política descolou da economia como mostram alguns indicadores, como a queda da inflação e crescimento de setores como varejo e turismo. Ainda temos um quadro instável na política, com delações e falta de definição na corrida presidencial. Mas as empresas se agarram a essa pequena melhora que os indicadores trazem no primeiro trimestre e isso traz otimismo de que o Brasil está começando a deixar a crise para trás”, disse ela em entrevista ao blog Sonho Seguro.

Com esse pano de fundo, a expectativa de Marcele para 2017 é de que a Coface, que detém 30% de market share no segmento de seguro de crédito interno no Brasil, alcance crescimento de 15%, e se consolide nos próximos anos com a perspectiva de um ciclo econômico virtuoso para o Brasil. “A partir de setembro esperamos sinais mais encorajadores da melhora do cenário econômico”, diz. AIG, Credito Caucion, Euler Hermes, Cesce, Chubb e QBE estão entre as principais concorrentes do grupo francês.

Quando o cenário econômico começou a dar sinais de desestabilização no final de 2014, a Coface estava em seu melhor momento de venda de seguro de crédito. Com a degradação da economia e consequentemente das empresas que engordaram as estatísticas de inadimplência, a Coface registrou um elevado índice de sinistralidade em 2015, de 135%, bem superior ao ponto ideal de 100%, para honrar os contratos vendidos. Em 2016 foi um ano de arrumar a casa, com a sinistralidade já em 63%, ampliar a equipe de subscritores, refinar os mecanismos de gestão de riscos e inovar em produtos.

Em 2017, com uma sinistralidade negativa por conta da recuperação das garantias dos sinistros pagos, é hora de colher os frutos de todo o trabalho feito anos atrás na divulgação da cultura de crédito interno aliado a retomada economia. Entre os principais segmentos de clientes, Marcele cita o farmacêutico, alimentício, celulose e energia limpa.

“Toda a crise que vivemos, com a inadimplência batendo recordes, ajudou a desenvolver as empresas a desenvolverem uma nova percepção do risco de crédito no Brasil. Grandes clientes tiveram dificuldades, o que sinalizou aos empresários que o risco de crédito é um fato até mesmo em empresas longevas. Hoje o produto já tem uma demanda grande, diferente de anos atrás que tínhamos de dispender um grande esforço na divulgação”, comenta ela, que é uma das raras mulheres em cargo de CEO em seguradoras no Brasil.

Outro ponto que anima Marcele é a notícia de que o governo vai enviar em junho ao Congresso Nacional o projeto de uma nova lei de recuperação judicial para as empresas. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, comentou em entrevista a jornalistas que prevê a redução para dois anos, em média, de todo o processo de recuperação judicial. Hoje, esse tempo pode chegar a sete ou oito anos. O projeto de recuperação judicial encabeça a lista das próximas medidas do Plano de Reformas Microeconômicas que serão adotadas pela equipe econômica para aumentar a produtividade do Brasil e garantir o crescimento do PIB.

“O projeto dará mais poderes aos credores, viabilizando a negociação de ativos das empresas, além de regular melhor a sucessão empresarial e isso pode ajudar muito o segmento de crédito interno que poderá reaver o crédito mais rápido e também inibirá empresas que não estavam tão problemáticas a aderir a recuperação judicial para ter vantagens como renegociar dívidas com deságio com seus credores”, diz.

Dados da Susep revelam que o segmento de crédito movimentou no Brasil em 2016 cerca de R$ 300 milhões em prêmios, o que significa uma ínfima penetração no Brasil se comparada a países como Estados Unidos, França e Espanha, líderes de vendas deste tipo de produto. No entanto, isso não quer dizer que se venderá o seguro a qualquer preço para ganhar mercado. “Estamos muito criteriosos na concessão de apólices”, cita, afirmando que a conversão de vendas chega a 45% do total de demanda por seguro de crédito.

Marcele está de olho nas inovações que chegam ao mercado com as start-ups que invadem o mundo financeiro e de seguros. “Pensamos em aplicativos que facilitem a vida do cliente e agreguem valor ao nosso dia a dia”, disse. A Coface atua em mais de 100 países e detém 47% de Market share na América Latina. Marcele está na Coface há 18 anos e desde 2011 como CEO do grupo, que também tem 75% de participação na Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação.

Caixa Seguridade lucra R$ 321 milhões no primeiro trimestre

A Caixa Seguridade Participações apresentou lucro líquido contábil de R$ 321,2 milhões no primeiro trimestre, avanço de 15,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. As receitas operacionais somaram R$ 385 milhões nos três meses, com expansão de 18,5%, enquanto outras despesas operacionais subiram 68,7%, para R$ 21 milhões. O resultado financeiro foi positivo em R$ 4,2 milhões, saindo de um número negativo de R$ 1,4 milhão um ano antes. O número consolida as participações na Caixa Seguros, PAN Seguros e PAN Corretora.

Medo de crime virtual aumenta demanda por seguro contra hackers

Fonte: Oliver Suess, Bloomberg

Para empresas e organizações, um ataque de hackers pode causar prejuízos financeiros, um vexame corporativo e processos judiciais. Para as seguradoras que estão se aventurando no admirável mundo novo dos seguros contra crimes cibernéticos, esse tipo de ataque é propaganda gratuita para algo que poderia ser uma oportunidade de US$ 10 bilhões.

Ataques informáticos de alto perfil, como o realizado contra o Comitê Nacional Democrata e o que encheu o Twitter de suásticas, estão reforçando a necessidade de proteção contra ameaças cibernéticas, e empresas como a Allianz e a Beazley estão ansiosas para entrar no jogo. As seguradoras veem a cobertura contra hackers como um de seus mercados mais promissores e estimam que os prêmios triplicarão durante os próximos quatro anos.

“Estamos otimistas porque esse pode se tornar o próximo grande sucesso da Allianz e do setor”, disse Hartmut Mai, diretor de subscrições para linhas corporativas do braço de seguros industriais da Allianz, em entrevista. “Seguros contra ataques cibernéticos são nossa principal área de crescimento no momento.”

Um novo tipo de cobertura não poderia chegar em um momento melhor para as seguradoras, que enfrentam dificuldades para se expandir na maioria de seus mercados consolidados em meio ao crescimento econômico lento e baixa liquidação de sinistros de desastres que afetam os preços. A renda de seguradoras com prêmios estagnou na Europa no ano passado e projeta-se que ela crescerá 1,3 por cento no ano que vem, segundo a resseguradora Munich Re. A empresa estima que os prêmios da segurança virtual possam aumentar de cerca de US$ 3,4 bilhões atualmente para entre US$ 8,5 bilhões e US$ 10 bilhões por volta de 2020.

“Os riscos cibernéticos viraram assunto de conversa nos conselhos nos últimos anos, após alguns ataques de hackers de alto perfil”, disse Paul Bantick, diretor de seguros cibernéticos da Beazley, em entrevista. “Não temos observado os grandes ataques contra varejistas como em 2015 nem os grandes ataques contra o setor de saúde que ocorreram em 2016. No entanto, a frequência de prejuízos menores ainda é alta.”

Acontecimento global

O escopo dos seguros contra ataques cibernéticos varia segundo o fornecedor. Normalmente, eles protegem contra roubo de dados e violações da segurança de redes e prejuízos associados, e as seguradoras limitam sua capacidade entre US$ 5 milhões e US$ 100 milhões por cliente.

Uma preocupação é que um acontecimento cibernético global, como a propagação de um vírus devastador da Ásia para a Europa e os EUA ou o colapso de um provedor global de computação na nuvem, possa afetar muitas empresas cobertas por uma única seguradora.

“Um furacão com uma probabilidade de ocorrência de uma vez a cada 25 anos poderia nos custar até US$ 150 milhões e cerca de US$ 30 bilhões ao setor inteiro”, disse Bronek Masojada, CEO da Hiscox, em entrevista. “Por causa da falta de antecedentes, a questão com os crimes cibernéticos é se um prejuízo de US$ 30 bilhões ocorre uma vez a cada 25 anos ou uma vez a cada 100 anos. A questão mais importante é se sobreviveremos a isso.”