É preciso ter mais experts para lidar com riscos cibernéticos, avalia executiva da Zurich

A necessidade de ter mais profissionais preparados para lidar com ataques de hackers foi um dos pontos altos do RIMS 2017 (Risk Insurance Management Society), que aconteceu entre 23 a 26 de abril em Chicago (EUA). Trata-se do principal evento mundial que reune gerentes de riscos do mundo inteiro. Nesta última edição foram mais de 6 mil participantes e 400 expositores. Entre eles, um grupo brasileiro com mais de 100 executivos, sendo 30% segurados, 30% seguradoras e 40% corretores.

Entre eles, Glaucia Smithson, diretora de seguros empresariais e de vida e previdência corporativos da Zurich. “Um dos principais assuntos foi riscos relativos a ataques cibernéticos”, conta. Realmente na última sexta feira todos puderam sentir na pele que o temor se justifica. É um risco real. Um estudo chamado Cyber Handbook, divulgado pela Marsh, destaca o grande impacto que os ataques cibernéticos podem ocasionar. Segundo a pesquisa, a violação de dados pode gerar perdas de US$ 2,1 trilhões, no mundo, até 2019. Cifra quatro vezes maior em relação aos prejuízos das empresas em 2015. O mercado gera cerca de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões em prêmios anualmente, mas as estimativas apontam para US$ 20 bilhões até 2025, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira pelo Financial Times, o que transforma o segmento em um dos que crescem mais rapidamente no setor.

A grande preocupação dos “risk managers” dos mercados mais desenvolvidos está na mudança muito rápida e constante dos cenários político, econômico, social. “Quando falamos em risco, a atualização é constante. Temos profissionais excelentes em linhas clássicas de seguro como o de “property e responsabilidade civil geral, mas, muito poucos em riscos emergentes como riscos cibernéticos e seguros financeiros”, diz a executiva da Zurich. “Quanto mais atualizados e preparados forem os profissionais de seguro, melhor será a qualidade e resultado das discussões na elaboração de soluções para enfrentar os novos riscos do setor”, acrescenta.

Superar um problema do setor, encontrar o especialista certo para enfrentar um novo risco, ajudar uma organização a atingir seus objetivos sociais e de negócios e usar os conhecimentos de gerenciamento de riscos para resolver problemas não tradicionais são as principais características de um bom gestor de risco. Segundo Glaucia, há no mercado hoje dois tipos de compradores de grandes riscos: os transacionais que são puramente voltados à taxa, sem considerar a solidez financeira e qualidade técnica e de serviços da seguradora, e, aqueles que geralmente já tiveram algum tipo de sinistro e valorizam o serviço, o relacionamento a longo prazo e são preocupados com a melhoria do gerenciamento do seu risco.

Questionada sobre os riscos que estão em maior evidência no mundo, ela explica que todas as possíveis situações de risco devem ser modeladas de maneira profissional com um plano claro de gerenciamento de riscos, a fim de proteger e maximizar os seus resultados. “Os riscos têm que ser tratados, remediados e transferidos às seguradoras na medida do possível. Da mesma maneira que uma empresa precisa proteger suas instalações, precisa também do seguro garantia para a performance de contratos ou para liberação do seu passivo em casos judiciais, seus executivos precisam estar protegidos no dia-a-dia da gestão da empresa, as novas construções precisam de proteção, existe a responsabilidade civil, novas tecnologias que trazem risco a todo momento”, diz.

A Zurich, uma das patrocinadoras do evento, apresentou novidades aos gestores de riscos. Veja algumas das ferramentas apresentadas no RIMS 2017.

Zurich MIA – uma ferramenta online que inclui informações específicas de países a respeito de coberturas como limites, termos e condições do país, garantindo conformidade como as regulamentações securitárias e fiscais locais. Ferramenta essencial para a estruturação de programas mundiais.

Zurich Risk Advisor – único inovador no mercado, o Zurich Risk Advisor é um aplicativo de apoio às iniciativas de gestão de riscos que fornece um conjunto de ferramentas de engenharia de risco de auto-serviço aos nossos clientes e corretores. O Zurich Risk Advisor também permite que você realize suas próprias avaliações de riscos, otimizando suas ações de melhoria e orçamento; e, dá a transparência aos nossos clientes e parceiros da metodologia de ponta em engenharia de risco, melhores práticas, percepções dos riscos e padrões da indústria.

Zurich Onsite – inovação tecnológica utilizada pelos engenheiros durante as visitas de inspeções aos clientes. A ferramenta permite uma melhor transparência no processo de avaliação de riscos, contribuindo para o cliente ter contato com a nossa metodologia de avaliação, conhecendo exposições de risco da sua empresa e as possíveis ações de melhorias.

Zurich Risk Room – um meio revolucionário para visualizar riscos globais e a interconectividade do risco, analisando país por país.

My Zurich Portal – ferramenta online que permite a clientes corporativos um único ponto de entrada para todas as informações relacionadas às suas carteiras internacionais de seguro e atividades de engenharia de risco.

Mongeral Aegon lança duas novas proteções voltadas para sobrevivência com preços competitivos e contratação simplificada

Fonte: Mongeral Aegon

Anualmente, a Previdência Social realiza o pagamento de R$ 23 bilhões em auxílio-doença. Mais da metade deste montante, R$ 13 bilhões, são pagos a pessoas que recebem o benefício há mais de dois anos. Os dados são do Ministério do Planejamento. Já o Instituto Nacional do Câncer estimou para o biênio 2016-2017 mais de 600 mil novos casos da doença. É neste cenário que a Mongeral Aegon lança, nesta semana, duas proteções voltadas para o diagnóstico de doenças graves e de incapacidade temporária.

O novo seguro Doenças Graves, desenvolvido pela seguradora, apresenta um amplo rol de doenças e casos cobertos, como: Alzheimer, acidente vascular cerebral, câncer, infarto agudo do miocárdio, perda da audição, visão ou fala, transplante, paralisia e insuficiência renal crônica.

“Outro diferencial deste produto da Mongeral Aegon em relação ao mercado é que a cobertura pode ser contratada separadamente. Mais uma grande vantagem é que o cliente pode ter acesso a capitais segurados de até R$ 1 milhão, sendo que planos de até R$ 700 mil podem ser feitos apenas com a tele-entrevista, tornando a contratação rápida e simplificada”, explica o superintendente de Marketing, Leonardo Lourenço.

Saiba quais são os 11 diagnósticos cobertos

O novo Doenças Graves dá cobertura à sobrevivência de 30 dias ao diagnóstico de: mal de Alzheimer, acidente vascular cerebral (AVC), bypass, câncer, infarto do miocárdio, insuficiência renal crônica, perda de visão/audição ou fala, paralisia e transplante (coração, fígado, medula, pâncreas, pulmão ou rim).

Afastamento do trabalho – Outro lançamento da Mongeral Aegon é o novo seguro Diária de Incapacidade Temporária (DIT), que protege a renda do segurado em caso de um afastamento superior a 10 dias da sua função laborativa. Neste novo plano, a companhia realizou uma segmentação de acordo com a sua experiência neste tipo de cobertura.

“A novidade que trazemos é definir o preço por atividade do cliente, o que nos permite cobrar um preço mais justo e competitivo em relação ao mercado. Também mantemos nesta nova solução, além da diária de incapacidade temporária, as coberturas de morte acidental e invalidez por acidente”, completa o superintendente.

Em ambas as coberturas – Doenças Graves e Diária de Incapacidade Temporária – a Mongeral Aegon permite que os segurados definam a periodicidade de pagamento: mensal, trimestral, semestral e anual.

Benefícios – Apenas no ano de 2016, a Mongeral Aegon realizou o pagamento de R$ 57 milhões em benefícios referentes à cobertura de Diária de Incapacidade Temporária. Já por Doenças Graves, o montante pago pela seguradora no ano passado foi de R$ 2,7 milhões.

Novo modelo da thinkseg transforma pontos do corretor em dinheiro

Gregori: o corretor é o nosso relações públicas

Fonte: Thinkseg

A plataforma mobile thinkseg traz ao setor de seguros brasileiro três grandes inovações. Primeiramente, a start-up inova pela forma de contratação do seguro 100% pelo celular. Também inova com o aplicativo que acompanha o motorista no volante para dar a ele descontos de até 40% no preço do seguro. E a terceira inovação é a proposta de um novo modelo de negócio ao remunerar o corretor com pontos que valem dinheiro. Nesta primeira quinzena de maio, a plataforma thinkseg realizou 3 mil cotações de seguro para automóvel e teve mais 2,3 mil novos usuários cadastrados. Cada um deles, ao contratar o seguro, vai gerar muitos pontos aos corretores. Pontos que, no final do mês, valem dinheiro.

O corretor ganha pontos de diferentes maneiras. De imediato, o corretor já recebe ponto ao se cadastrar. Depois, ele é novamente pontuado ao indicar uma pessoa interessada em ter o seguro thinkseg. Se o indicado contratar o seguro, mais um ponto para o corretor. Quando o segurado satisfeito traz um amigo para a plataforma, outro ponto para o corretor. A pontuação vai se multiplicando.

No novo modelo thinkseg, o papel do corretor não é o de vender seguro. Isso porque, na prática, a pessoa que recebe o convite do corretor faz tudo sozinha, sem ajuda de ninguém. Ela digita as informações pessoais, dados do carro, tira fotos do carro pelo celular, coloca o nome do corretor que a indicou e, finalmente, contrata o seguro. É o cliente “faz tudo” com o celular na mão. Não precisa de ninguém para contratar o seguro. Então, o que o corretor faz?

“O corretor é o grande divulgador, o grande propagador desse novo modelo de negócio ao trazer novos usuários à plataforma thinkseg. A cada nova pessoa que entra, abaixo da indicação desse corretor, os pontos do profissional vão se multiplicando. Pontos que valem dinheiro no final do mês”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori. O cliente também ganha pontos, só que para serem trocados por prêmios, passagens aéreas e outros presentes ou mimos.

O ganho de pontos – que valem dinheiro no final do mês ao corretor – é uma forma de estimular e motivar o profissional, cada vez mais, na prospecção e na indicação de pessoas. Segundo o CEO da thinkseg, o corretor vai saber, em primeira mão, sobre o lançamento de novos produtos para poder avisar, primeiramente, a sua carteira de indicados (clientes). Assim que eles contratarem o novo produto e o corretor vai receber pontos.

Por meio da aplicativo (app thinkseg), o corretor sempre vai ter acesso à sua carteira de indicados, com nomes e contratos dos seguros de cada um deles. O profissional acompanha o processo de perto e interage com o cliente no momento que quiser”, diz Gregori. Para as pessoas cadastradas sem corretor, a thinkseg vai indicar um profissional bem posicionado no ranking de pontos.

É importante ressaltar que, ao buscar mais clientes para a plataforma mobile, o corretor vai atingir um novo perfil de público: aquele que acompanha a inovação tecnológica, que tem o aplicativo do banco no celular para movimentar a conta, que aluga casa pelo AirBNB, que se desloca com Uber, 99 taxi ou Cabify e que faz compras pela Amazon, Mercado Livre, Ebay, por exemplo.

O corretor que resistir à inovação tecnológica pode sentir a falta de crescimento do próprio negócio lá na frente. “Estamos selecionando corretores apaixonados por inovação tecnológica, que acreditem no nosso modelo de negócio, para apoiá-los no uso da tecnologia”, afirma Gregori.

Além do corretor, o cliente também ganha pontos, só que para serem trocados por prêmios, passagens aéreas, artigos para casa e carro, e outros presentes ou mimos.

O desconto no seguro vem por meio do aplicativo thinkseg baixado no celular. O app mede as variáveis (distância, percurso, modo de fazer as curvas, modo de frenagem) do motorista na condução do veículo e vai armazenando as informações, se ele dirige bem ou não. A tecnologia da telemática transfere os dados do motorista para o celular.

Ao final de cada mês, o app thinkseg mostra os resultados do modo de condução do veículo de cada pessoa com o aplicativo no celular. Quem dirige bem, recebe mais estrelas. Quanto maior o número de estrelas no app, maior o desconto no preço do seguro, podendo chegar até 40% de desconto.

O app thinkseg está disponível na loja Google Play (android) ou na Apple Store (iphone) para ser baixado no celular. O download é gratuito. Centenas de pessoas já estão testando a versão Beta do app thinkseg na cidade de São Paulo.

“É um novo formato de seguro, por meio do qual o bom condutor é premiado, não apenas na renovação do seguro, mas todos os dias, por meio da sua tecnologia pay as you drive, pay as you use”, afirma o CEO da thinkseg, Andre Gregori.

Oliver Wyman analisa o mundo das insurtechs

Intitulado “InsurTech Caught on the Radar, Hype or The Next Frontier?”, o relatório traz uma análise sistemática em profundidade do cenário global das InsurTechs. O relatório não só relata o status quo, mas fornece uma perspectiva de seus impactos futuros na indústria.

“As InsurTechs tornaram-se um tópico importante para fundadores, investidores e seguradoras”, comenta Dietmar Kottmann, coautor do relatório e sócio da Oliver Wyman, líder global em consultoria estratégica de negócios, em comunicado enviado à imprensa. “As InsurTechs já causaram impacto no setor de seguros a nível global e provocaram muitas mudanças – geralmente beneficiando o consumidor”.

No entanto, o InsurTech Radar mostra que as atuais atividades das startups ainda não estão explorando todas as oportunidades possíveis de inovação. “Muito do investimento das InsurTechs hoje parece ser impulsionado pelo pensamento convencional de e-commerce aplicado aos seguros”, disse Nikolai Dordrechter, diretor chefe da investidora Policen Direkt e coautor do relatório. “Algumas áreas já estão superlotadas e vão assistir a um choque, mas há também alguns espaços vazios surpreendentes que oferecem grandes oportunidades para empresários e investidores”.

O InsurTech Radar identifica e examina modelos de negócio de startups em toda a cadeia de valor da indústria e determina prováveis vencedores em cada categoria – sejam InsurTechs, (res)seguradoras já estabelecidas, players focados apenas em tecnologia ou concorrentes vindos de áreas relacionadas.

O estudo divide a análise em cadeia de valor da indústria, como proposição, distribuição e operações. O segmento de proposição compreende empresas que desenvolvem produtos e serviços baseados em seguros. É o menor e mais problemático dos três segmentos porque há o maior desencontro entre o nível de atividade da InsurTech e suas chances de sucesso. Por outro lado, apresenta oportunidades de investimento inexploradas devido a áreas atraentes ainda com pouca atividade. Por exemplo, as empresas que estão posicionadas como Parceiros de Risco têm grandes chances de atrair o interesse de seguradoras estabelecidas. InsurTechs focadas em novos riscos digitais (cyber seguros ou seguros para “empresas habilitadas digitalmente”) ou empresas que prometem “oferecer mais do que apenas cobertura de seguro” enfrentam forte concorrência das seguradoras já estabelecidas.

Quanto a distribuição, o estudo avalia que a ideia de inovar o processo de vendas de seguros atraiu o maior número de startups em todo o mundo. No entanto, o segmento de distribuição também sofre de uma incompatibilidade de atividade / atratividade em algumas áreas. Corretores B2C online enfrentam concorrência especialmente forte e têm pouca oportunidade de diferenciação. É evidente que nem todos sobreviverão. Mas há também promissoras categorias de modelos de negócio para startups. Estas incluem empresas de Plataformas Corporativas, projetadas para vender produtos de seguros em larga escala através do RH dos clientes, também incluem Parceiros Financeiros, InsurTechs focadas em ofertas de finanças pessoais.

Já o segmento de operações, que se concentra na habilitação e na execução de negócios de seguros, tem a maior consistência entre o nível de atividade e as chances de sucesso. Há muita atividade de InsurTechs nas Américas, seguida pela região que abrange Europa, Oriente Médio e África (EMEA). As Operações são também o segmento onde as InsurTechs são mais propensas a dominar. A área de reivindicações continua a ser uma categoria de modelo de negócio atraente para InsurTechs, combinando um alto potencial de mercado com altas chances de sucesso. A área de subscrições também é atraente – apesar da forte concorrência das resseguradoras tradicionais.

“Mesmo se as InsurTechs ganharem uma categoria específica, isso não significa necessariamente que as seguradoras estabelecidas sairão do negócio e tornar-se-ão obsoletas”, afirma Dordrechter. “Além disso, a maioria das InsurTechs se concentra na colaboração com a indústria de seguros já estabelecida. Poucas startups se posicionaram como concorrentes diretos.”

“A primeira onda de InsurTechs trouxe muita atividade, mas pouca perturbação real”, concluiu Kottmann. “Haverá uma segunda onda de InsurTechs que será mais experiente, criativa e ambiciosa, com o potencial de mudar verdadeiramente a maneira com que as seguradoras trabalham. A questão é: como o setor de seguros responderá?”

O relatório InsurTech Radar foi desenvolvido a partir de uma base de dados proprietária de mais de 1 mil insurTechs e outros players relevantes, como FinTechs que migram para o mercado tradicional de seguros ou empresas de tecnologia que ajudam a resolver problemas de seguros globalmente.

O Grupo Policen Direkt, com sede em Frankfurt, na Alemanha, foi fundado há mais de dez anos como uma startup na indústria de seguros. Com um modelo de negócio inovador, o objetivo era agregar valor aos clientes finais ampliando a cadeia de valor: revenda de seguros de vida no mercado secundário em uma plataforma recém-criada de tecnologia proprietária. A Policen Direkt fundou com sucesso suas próprias InsurTechs nas áreas de negócios, anexos e P&C (propriedades e acidentes), investiu em empresas jovens e é parceira de fundadores e investidores. O Grupo também opera uma plataforma para consolidar e digitalizar o mercado já estabelecido de corretagem de seguros. Para obter mais informações, visite www.policendirekt.com. Siga Policen Direkt no Twitter @PolicenDirekt.

Envelhecimento da população e incentivos fiscais contribuem para a forte expansão dos seguros de vida e previdência

Fonte: Portal CNseg

O setor de seguros de vida e previdência brasileiro deve continuar crescendo, sustentado por incentivos fiscais e crescente demanda decorrente do envelhecimento da população, apesar das condições desfavoráveis da economia, segundo relatório da Moody’s Investors Service, divulgado em 15 de maio.

O setor de seguros de vida e previdência brasileiro tem crescido a uma taxa média real anual de 4% nos últimos dez anos e está em ritmo de expansão mais forte do que o da economia pela sétima vez nesse período. Apesar das altas taxas de desemprego que comprometem a renda disponível, a demanda tem sido puxada por incentivos fiscais que encorajam as pessoas a investir em planos privados de previdência, assim como pelos esforços do governo brasileiro em reformar o sistema de seguridade social.

“Os esforços do Brasil para a reforma nessa área estão criando oportunidades de longo prazo para produtos de vida e previdência, já que a população procura alternativas para mitigar as incertezas dos benefícios previstos pela seguridade social no futuro,” disse o vice presidente da Moody’s Diego Kashiwakura.

Contribuições para os chamados planos PGBL, plano de previdência privado, são dedutíveis de imposto em até 12% da renda bruta do investidor. Embora as contribuições aos chamados planos VGBL não sejam dedutíveis de imposto, a tributação nos retornos de investimento é diferida até o momento da retirada.

O relatório afirma, ainda, que seguradoras ligadas a bancos continuarão a ter vantagens competitivas, já que elas são capazes de distribuir seus produtos de forma mais eficaz através da rede de agências dos bancos. Portanto, as posições de mercado são bastante concentradas, dificultando a entrada de novos participantes no setor.

Seguradoras de vida e previdência parecem ter um confortável excesso de capital, o que lhes permite atender aos requerimentos adicionais baseados em risco em 2017. Mesmo em um cenário de queda de taxa de juros e menores resultados financeiros, as seguradoras devem ser capazes de manter níveis sólidos de capital, sustentadas pelos fortes resultados operacionais e margens de subscrição.

Seguradores presentes na AmCham

A Diretora da Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo da SulAmérica, Solange Zaquem, é uma das novas integrantes da diretoria da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (AmCham-Rio). A cerimônia de posse ocorreu no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (12). No mesmo dia, Acácio Queiroz foi reconduzido à presidência do comitê de Seguros e Resseguros da instituição para o próximo biênio, informou o próprio em sua página no Linkedin.

A cerimônia foi conduzida pelo presidente da AmCham Rio, Pedro Paulo Pereira de Almeida. A executiva foi apresentada pelo ex-presidente da entidade Rafael Sampaio da Motta. Solange conquista uma posição de grande relevância para o incentivo aos negócios na região. “Estou muito honrada em poder fazer parte desta diretoria. Assumo o compromisso de somar e compartilhar experiências de negócios, especialmente as que adquiri junto à SulAmérica, nesta nova fase”, comenta Solange, que há dois anos integra a AmCham, em nota enviada à imprensa.

“Normalmente as comissões só contam com seguradores, mas neste caso teremos representantes de todas as áreas do mercado e contaremos no comitê também com representantes de empresas seguradas (clientes) para ouvirmos as suas opiniões e reivindicações em todas as reuniões do ano. A ABGR também se fará presente através de sua representante. Cada reunião abordará um tema. O primeiro será os riscos cibernéticos”, citou.

A AmCham é dedicada ao desenvolvimento de relações comerciais estratégicas entre Brasil e Estados Unidos, à promoção de networking e à geração de oportunidades de negócios. Sua sede está localizada no centro do Rio de Janeiro, com filial em Vitória, no Espírito Santo.

Zurich premia corretores parceiros com viagem à Bahia

Fonte: Zurich

Corretores desfrutaram da culinária, paisagem paradisíaca do local e ainda participaram do jantar de encerramento no Castelo Garcia d’Ávila com show da Banda Eva
A viagem contou com show do Olodum, bloco-afro do carnaval de SalvadorSão Paulo, 17 de maio de 2017 – A Zurich, empresa global de seguros presente no Brasil há 78 anos, levou seus corretores parceiros para um roteiro especial na Bahia, entre 11 e 14 de maio. O grupo ficou hospedado em um resort na Praia do Forte e desfrutou de uma programação especialmente criada para reforçar o relacionamento e troca de experiência entre os corretores com atuação de destaque em 2016 e executivos da Zurich.

Os corretores foram recebidos com um coquetel, seguido por um discurso de boas vindas dos executivos da Zurich e jantar no restaurante À Sombra do Coqueiral. O grupo também teve a oportunidade de conhecer o Projeto Tamar em um passeio no final da tarde na bela Praia do Forte.

A viagem contou ainda com um city tour em Salvador, que incluiu uma visita ao Pelourinho e show do Olodum, bloco-afro do carnaval de Salvador. O bloco desenvolve ações de combate à discriminação social, estimula a autoestima e o orgulho dos afro-brasileiros, defende e luta para assegurar os direitos civis e humanos das pessoas marginalizadas em todo o Brasil.

O evento de encerramento foi realizado no Castelo Garcia D´Ávila, um dos principais pontos turísticos da Praia do Forte, um dos principais monumentos do patrimônio histórico e cultural brasileiro, considerado a primeira grande edificação portuguesa no Brasil. Os convidados foram recebidos com um coquetel com discurso de agradecimento de Márcio Benevides, Diretor de Distribuição da Zurich no Brasil e entrega dos certificados de parceria. Logo após o jantar, a festa continuou ao som do ritmo baiano com o axé da Banda Eva.

Para Márcio Benevides, Diretor de Distribuição da Zurich no Brasil, a viagem é uma oportunidade para estreitar laços além de impulsionar novos negócios. “Os corretores constituem nosso principal elo com o público final, e este tipo de encontro permite valorizar, agradecer, reconhecer e celebrar prósperas parcerias”, afirma Márcio. “É também uma ocasião muito favorável para a troca de experiências. ”

Walter Pereira, Diretor de Linhas Pessoais e Varejo, destaca que a viagem “reafirma nosso compromisso em promover o reconhecimento e dedicação de nossos parceiros e ainda fortalecer nossa relação comercial. Buscamos ter foco nas necessidades dos clientes e estar próximos aos corretores facilita esse entendimento”.

De acordo com Luis Reis, Head de Afinidades da Zurich Brasil, o papel desempenhado pelos corretores especialistas nesse segmento é fundamental para o desenvolvimento e amadurecimento do mercado de seguros como um todo. “É importante reconhecer e premiar os corretores mais próximos, de forma a incentivá-los e aumentar ainda mais seu engajamento com o desenvolvimento deste tipo de negócio”, ressalta.

“É muito interessante e rica esta convivência fora do cotidiano. A viagem promove uma boa interação entre os parceiros corretores, que são nosso principal canal de vendas, e diversos profissionais Zurich”, diz Glaucia Smithson, Diretora de Seguros Empresariais e Seguros de Vida e Previdência Corporativos.

Bradesco, SulAmérica e BB Mapfre lideram ranking de seguros

Fonte: Sincor-SP

A liderança de vendas do mercado de seguros, sempre creditada ao seguro automóvel, passou a ser do ramo de saúde. Enquanto auto faturou R$ 32,6 bilhões em 2016, com queda de 2%, o setor de saúde marcou R$ 36 bilhões, com crescimento de 11%, mudando o perfil do mercado no Brasil. Os dados foram divulgados pelo Ranking das Seguradoras 2016, publicação anual do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo).

“Os números de 2016 atestam a capacidade de inovação e dinamismo do setor, aliada à nossa força de trabalho, tanto dos seguradores, quanto dos corretores, o que nos leva a acreditar em um 2017 melhor em resultados e evolução”, diz o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

O estudo, produzido pelo economista da Rating de Seguros e assessor do Sincor-SP, Francisco Galiza, reúne dados oficiais da Susep (Superintendência de Seguros Privados) e da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). “Em 2006, o ramo de automóvel detinha 30% do setor e hoje está com 25%. Enquanto que saúde passou de 21% para 27% nos últimos dez anos”, pontua o especialista.

O material revela a posição das companhias nos principais ramos de seguros, para orientar os corretores de seguros e o mercado sobre os caminhos do setor. No Ranking Geral, a liderança coube ao grupo Bradesco, com quase 25% do setor, seguido dos grupos SulAmérica e BB Mapfre.

No ramo Automóvel, o faturamento total (sem o DPVAT) foi de R$ 32,6 bilhões, com queda de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. No ramo Patrimonial, a receita total foi de quase R$ 13 bilhões, com alta de 3%.

O ramo Pessoas teve faturamento de R$ 34,2 bilhões, com variação positiva de 3%. Já no ramo Riscos Financeiros, a receita foi de R$ 3,1 bilhões, com variação de mais de 10%. Na seara de Transportes, a receita foi de R$ 3 bilhões, com alta de 6%.

Em Saúde, a receita foi de R$ 36 bilhões, com variação de, aproximadamente, 11%. Nos demais ramos, a receita do segmento foi de R$ 10,3 bilhões, com variação de 9% em relação a 2016.

No que diz respeito às companhias que lideram em cada ramo, o seguro automóvel é comandado pela Porto Seguro, que detém 28,72% dos produtos, com R$ 9,4 bilhões. Os seguros patrimoniais têm como primeira colocada a Zurich, com 16,55%, alcançando as cifras de R$ 2,1 bilhões.

Os seguros de pessoas são liderados pela Bradesco, que detém 22,92% dos produtos. Os seguros relacionados a riscos financeiros mantêm um equilíbrio no Ranking: JMalucelli, com 12,74%, seguido da Porto Seguro, com 11,04%, e do BB Mapfre, com 9,97%.

Chubb, Allianz e BB Mapfre são as seguradoras que lideram o ranking no ramo de transportes. Em saúde percebe-se uma grande concentração dos serviços administrados pela Bradesco, vindo logo a seguir a SulAmerica. A líder deste ramo sustenta uma participação de R$ 19 bilhões, detendo 52,86% do mercado.

Camillo, explica que o Ranking das Seguradoras é um tradicional estudo do Sincor-SP, divulgado anualmente. Para os interessados em acompanhar a situação econômica do setor, a entidade também apresenta números mensais. “Em paralelo, o Sindicato já vem estudando e apresentando alguns números de 2016 em outras publicações, como a mensal Carta de Conjuntura do Setor de Seguros”, lembra Camillo.

Setor de seguros cresce 13,9% no primeiro trimestre do ano, destaca CNseg

O setor de seguros cresceu 13,9% no primeiro trimestre do ano, comparado a 3,6% ocorridos em 2016/2015. “Esse dado confirma a expansão consistente do setor desde o segundo semestre do ano precedente.Em todos os mercados, já é costumeira a atenção dada ao desempenho do primeiro trimestre. É que, com sazonalidades mitigadas, em um trimestre já se vislumbra alguma tendência que pode subsistir ao longo do ano”, destaca Márcio Coriolano, presidente da CNseg, na Carta de Seguro divulgada hoje.

“O resultado poderia ter sido melhor, não fosse a queda de 28,9% da arrecadação do DPVAT, impactada pela decisão do CNSP de reduzir o prêmio em cerca de 37%, fundamentado na queda da sinistralidade desse seguro observada ao logo de uma série temporal”, acrescenta o executivo.

O ramo de pessoas continua comandando a expansão setorial, amparado na evidente preferência pela proteção contra volatilidades e por maior segurança no futuro. Os planos de acumulação reverteram as dúvidas originadas de um primeiro trimestre sofrível em 2016, agora com 31,7% do VGBL e 14,9% do PGBL. O seguro de vida individual mantém taxas trimestrais acima de 20%. Já o ramo de seguros de patrimônios e responsabilidades cresceu em quase todos os componentes. O seguro de automóveis revelou expansão de 5,8% ante uma queda de 3,4% no mesmo trimestre de 2016. Outros destaques são os seguros que carregam fluxos de contratos de maior prazo de vigência, como o rural, o habitacional e o de crédito e garantias.

Veja abaixo a análise feita por Lauro Faria, economista da Escola Nacional de Seguros:

Os dados divulgados pela SUSEP relativos ao primeiro trimestre de 2017 corroboram a impressão de que o mercado de seguros regulado pela autarquia entrou numa fase de nítida recuperação, acompanhando igual evolução de outros setores da economia. Em comparação com igual período de 2016, as taxas positivas de crescimento dos prêmios de seguros se tornaram mais generalizadas, e não como antes, concentradas em poucas linhas de negócio.

Assim, os prêmios diretos dos produtos de risco de seguros de pessoas aumentaram em termos nominais 11,01% em jan./mar.2017 em comparação com jan./mar.2016, com destaques para os ramos prestamista (28,6%) e dotal (23,7%). A expansão dos prêmios do seguro prestamista (e também do seguro de crédito) é indicação firme da retomada das operações de empréstimo na economia e, portanto, da geração de renda. Por outro lado, os prêmios diretos de seguros de vida e de acidentes pessoais mantiveram taxas de crescimento positivas, mas abaixo da inflação do período, de 4,9%.

A arrecadação de prêmios e contribuições de produtos de acumulação em cobertura de pessoas se manteve em forte expansão: em jan./mar.2017, o acréscimo nominal de receita desses produtos foi de 30,3% em relação a jan./mar.2016, destacando-se o desempenho muito positivo do VGBL (+31,7%) e o do PGBL (+14,9%). Capitalização teve variação de -1,3%. Apesar de ter uma taxa negativa, evidencia desaceleração nessa queda, que, no ano fechado 2016/2015, foi de – 2,0%.

No grupo de seguros gerais, a arrecadação de prêmios decresceu 0,4% em jan./mar.2017 em comparação com jan./mar.2016. Porém, tal resultado negativo foi fortemente influenciado pelo desempenho da arrecadação de prêmios de DPVAT (-28,9%), que, como se sabe, teve seu valor unitário reduzido em 37% por deliberação do CNSP. Fazendo-se o cálculo da evolução do grupo sem o seguro DPVAT, o resultado foi um crescimento nominal da arrecadação de 6,5% no período considerado, portanto, acima da inflação e mostrando aceleração em comparação com os trimestres anteriores.

Nesse grupo, as expansões de receita foram generalizadas, mas os destaques ficaram por conta dos seguros rurais (+51,3%), crédito e garantia (+14,5%), de responsabilidades civis (+9,8%) e patrimoniais (+3,5%). O principal ramo do grupo – os seguros de automóveis – também mostrou nítida recuperação, haja vista que os prêmios diretos cresceram 5,8% no primeiro trimestre de 2017 frente a igual trimestre do ano passado, quando em trimestres anteriores mostraram variações negativas.

A arrecadação dos vários ramos de seguros e produtos regulados pela SUSEP atingiu no período jan./mar.2017 R$ 59,1 bilhões, incremento de 13,9% em relação ao mesmo período de 2016. Em porcentagem do PIB, a arrecadação total na área da SUSEP subiu de 3,47% no primeiro trimestre de 2016 para estimados 3,80% no primeiro trimestre de 2017. A sinistralidade agregada do mercado de seguros (exceto produtos de acumulação) caiu de 49,4% em jan./mar. de 2016 para 45,7% em jan./mar. de 2017, com marcadas diferenças entre os vários ramos.

Nos seguros de automóveis e de transportes, houve acréscimos de 1,56% e 18,2%, respectivamente. É de se notar a correlação desses movimentos com o aumento da criminalidade envolvendo veículos particulares e de cargas. Em outros ramos houve quedas expressivas de sinistralidade, notadamente nos ramos patrimonial (-6,6%), crédito e garantia (-6,7%) e rural (-23,3%). No agregado do mercado de seguros, o índice de despesas de comercialização elevou-se em 1,2%. No conjunto das seguradoras reguladas pela SUSEP, as despesas administrativas cresceram 0,6% entre jan./mar.2017 e jan./mar.2016, bem abaixo da inflação.

O resultado financeiro mostrou queda de 1,2%, consistente com a redução da taxa de juros básica da economia (Selic) e o resultado patrimonial, idem de 5,3%. O lucro agregado das seguradoras cresceu 2,2%, indicando que elas souberam compensar as perdas financeiras e patrimoniais com ganhos nos resultados técnicos. A rentabilidade anualizada do patrimônio líquido agregado das seguradoras se manteve elevada em 20,4%, porém, inferior aos 22,4% do primeiro trimestre de 2016.

A ANS, por sua vez, divulgou os dados de dezembro de 2016. A receita de contraprestações alcançou R$ 161,1 bilhões, o que significou aumento de 12,4% frente ao dado de 2015. A receita das operadoras médico-hospitalares teve expansão de 12,6%, e a das seguradoras especializadas em saúde, de 11,1%. São resultados excelentes, mormente na fase atual de dificuldades na renda e no emprego. Tudo indica que os planos e seguros de saúde passaram a ser encarados pela população como produtos de primeira necessidade.

A sinistralidade aumentou, o que é de se esperar na fase de recessão devido ao consequente aumento de risco das carteiras (seleção adversa). A sinistralidade do grupo como passou de 83,3% em 2015 para 83,6% em 2016.

Digno de nota no primeiro trimestre foi a emissão pelo CNSP da Resolução 345/17, que permite o oferecimento pelas seguradoras de coberturas de alguns riscos das entidades fechadas de previdência complementar (EFPC). A rationale da medida é o envelhecimento da população. No caso de planos de benefícios definidos, aumentaram as chances de se ter uma população assistida mais longeva que o previsto pela tábua de mortalidade usada com as consequentes perdas para os planos.

No que se refere aos planos de contribuição definida com prazo certo de benefícios, há mais chances de as provisões se esgotarem ao fim do prazo, ficando desassistido quem que tiver optado por essa modalidade. Em linhas gerais, a norma estabelece como passíveis de serem oferecidas as coberturas de invalidez, morte e sobrevivência de participante e/ou assistido de EFPC bem como desvios de hipóteses biométricas.

Coluna Broad: Octavio de Lazari vai assumir presidência da Bradesco Seguros

Fonte: Coluna do Broad

O diretor gerente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, vai assumir a presidência da seguradora do banco. Ele passa ainda a ter uma cadeira na vice-presidência que vai responder pela área de seguros. Lazari substitui Randal Zanetti que vai ocupar o cargo de presidente da holding Grupo Bradesco Seguros, a Bradseg Participações. O executivo estava no comando da seguradora há pouco mais de um ano.

Os segmentos Varejo, Prime e Private do Bradesco, antes sob o comando de Octavio de Lazari Junior, que vai assumir a presidência da seguradora do banco, serão redistribuídos. Varejo e Prime passarão para as mãos do diretor adjunto da instituição, Aurélio Guido Pagani. Já o Private ficará sob os cuidados da diretora gerente do Bradesco, Denise Pavarina. Ambos, sob coordenação do vice-presidente do banco, Josué Augusto Pancini.

Há pouco, o Bradesco confirmou as informações antecipadas pela Coluna do Broadcast na manhã de hoje.