Rádio CNseg: “Entrevista Especial” aborda os bloqueios psicológicos que atrapalham o consumo de seguros

Fonte: CNseg

A “Entrevista Especial” desta segunda-feira traz a psicóloga Luciane Fagundes, especialista em psicologia econômica aplicada a seguros. De acordo com ela, a racionalidade do ser humano é limitada, e nem sempre as pessoas tomam as melhores decisões para suas vidas. “Seguro de vida e previdência complementar mexem com as nossas emoções. A tendência natural do ser humano é evitar pensar nesse assunto. E se a gente evita pensar nele, acaba não se preparando para quando se deparar com alguma necessidade ou risco”, diz.

No quadro “Fala Presidente”, também nesta segunda, o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, aborda a proteção veicular, conhecida como “seguro pirata”, por ser ilegal. Segundo Coriolano, o consumidor não tem “absolutamente nenhuma garantia ao contratar uma proteção veicular ou qualquer outro nome parecido”. “Ele corre todos os riscos”, afirma. “Isso é que precisa ficar claro para todos, seja o consumidor, seja o Poder Judiciário, seja inclusive o legislador, que pode se ver querendo acolher pretensões como essas, que só fazem ir contra o direito da população.”

Na terça-feira, é a vez de o consultor da FenSeg Neival Freitas falar, no quadro “Conheça os Seguros Gerais”, sobre hábitos como comprar artigos roubados ou falsificados em camelôs ou ainda remédios no mercado negro, o que estimula o roubo de cargas e, consequentemente, encarece o seguro para as transportadoras e o preço final desses produtos. Também na terça, o quadro “Qual é a Dúvida?” explicará por que os planos de saúde individuais são mais caros que os coletivos, principalmente para quem tem mais de 60 anos.

O diretor da FenaPrevi Fabiano Lima é o entrevistado do programa “Entenda o Seguro de Pessoas” que vai ao ar nesta quarta-feira. Ele falará sobre seguro viagem. No mesmo dia, o programa “Inovação e Sustentabilidade” traz a presidente da Comissão de Assuntos Jurídicos da FenSeg, Ana Paula Almeida, que vai tratar do Grupo de Trabalho sobre Diversidade e Inclusão no Mercado Segurador.

Na quinta-feira, o superintendente de Regulação da FenaSaúde, Sandro Leal, falará sobre o workshop “Análise de Impacto Regulatório”, que será realizado no mesmo dia na sede da CNseg, no Rio. Ainda na quinta, a superintendente jurídica da Confederação, Glauce Carvalhal, explicará no “Momento Jurídico” como funciona a mediação.

Fechando a semana, o “Minuto da Capitalização” de sexta-feira terá como tema a relação do corretor com a capitalização. Já o “Dica do Consultor” vai abordar a conscientização para um trânsito mais seguro.

Diariamente, a Rádio CNseg traz ainda boletins de serviço, notícias do setor, da economia e da política do país, além da programação musical. A grade completa está disponível em http://radio.cnseg.org.br.

Maioria da população acima dos 60 anos tem baixo risco de ficar inadimplente, diz estudo da Serasa

Fonte: Serasa

Pessoas com 60 anos ou mais oferecem menos risco de ficarem inadimplentes. Essa é uma das conclusões de um estudo da Serasa Experian que traçou o perfil dos brasileiros que buscaram crédito em janeiro de 2017, usando como base o Serasa Score, ferramenta que indica, por meio de uma pontuação de 0 a 1000, qual a chance dos consumidores pagarem suas contas em dia nos próximos 12 meses. Até 300 pontos há alto risco de inadimplência; médio risco entre 300 e 700 e baixo risco para quem acumula pontuação acima de 700 pontos. Os resultados foram divididos por idade, sexo e região. De acordo com o estudo, 54% da população com 60 anos ou mais apresentam baixo risco de não honrar com as contas assumidas.

Já o índice mais elevado para inadimplência aparece no grupo de consumidores até 24 anos, com 32% desses jovens apresentando alto risco.

Na comparação entre gêneros, o estudo concluiu que 31% dos homens e 28% das mulheres demonstravam alto risco de não arcar com dívidas assumidas. No grupo feminino e no masculino a porcentagem de pessoas com baixo risco de se tornarem inadimplentes é bem parecido: 35% para as mulheres e 36% para os homens.

A região Norte concentra a maior porcentagem da população com alto risco para a inadimplência (43,2%). Em segundo lugar está o Centro-Oeste com 37,5% dos consultados com risco alto. Em terceiro lugar, o Nordeste, com alto risco para 34,2%; Sudeste, com 28,8% e Sul com 27,3%.

O Sul concentra a porcentagem de consumidores com baixo risco de não pagarem os compromissos financeiros: 40,8% dos sulistas. Em seguida, o Sudeste tem 38,5% de sua população com baixo risco de se tornar inadimplente; seguido pelo Centro-Oeste (27,9%), Nordeste (26,5%) e Norte (17,9%).

Cade autoriza Assurant a comprar carteira de seguros da AIG

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) divulgou hoje por meio da Superintendência-Geral que aprova, sem restrições, o questionamento 08700.002855/2017-46, solicitado por Assurant Seguradora e AIG Seguros Brasil. Diante disso, a assessoria de imprensa da Assurant divulgou release no qual informa que Assurant e AIG Brasil fecharam um acordo para a transferência das carteiras de varejo dos seguros de Garantia Estendida Original, Danos Acidentais e Roubo ou Furto Qualificado de Bens.

Pelo acordo, a Assurant assumirá a carteira destes produtos, assim que ocorram as devidas aprovações legais. A operação faz parte da estratégica da Assurant de ampliar seus negócios no Brasil na área de varejo. Ainda é preciso esperar 15 dias para a manifestação de agentes do mercado e, se nada impedir, o Cade divulga a decisão final.

“Apesar das adversidades da economia, fechamos 2016 com resultados bastante positivos, o que mostra a assertividade de nossas estratégias de negócios. Somos uma companhia sólida, com vasta expertise em produtos e serviços financeiros e queremos cada vez mais ampliar nossa atuação no Brasil. A aquisição da carteira da AIG faz parte do plano de expansão da companhia no varejo. Este acordo é o reconhecimento de nossa especialidade”, afirma Ricardo Fiuza, presidente da empresa no Brasil.

“Seguimos comprometidos com nossos clientes e parceiros de negócios no país”. O acordo segue a estratégia de negócios da AIG para o Brasil de focar principalmente no mercado de seguros corporativos, tanto no segmento de grandes riscos como no de pequenas e medias empresas”, comenta Paride Della Rosa, CEO da AIG Brasil. A AIG, presente no país há mais de 65 anos, oferece soluções e produtos em segmentos, como Responsabilidade Civil, Linhas Financeiras, Ambiental, Transportes, Patrimonial, soluções para PMEs, Garantia e Crédito, além de atender clientes multinacionais, parceiros de cartões de crédito e viagem.

Especialista da Aon destaca pontos positivos das novas regras de D&O

Maurício Bandeira, gerente de produtos financeiros da Aon Brasil e especialista no seguro Directors & Officers, respondeu algumas questões do blog Sonho Seguro sobre as novas regras para o seguro de responsabilidade civil do administrador divulgadas no último dia 17 pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que fiscaliza o mercado segurador. O normativo foi discutido durante meses entre a autarquia e corretores, seguradores, instituições como Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) e Ordem dos Advogados (OAB).

As mudanças visam aprimorar o produto com a nova realidade trazida com as investigações de corrupções que assolam o Brasil, como a Lava Jato, que trouxe riscos até então não considerados até mesmo pelos mais pessimistas dos atuários. Agora, com as novas regras, acredita-se que o segmento volte a crescer e a ter uma abrangência maior. Em 2016 a carteira manteve um crescimento baixo, em torno de 1,5%, com prêmio direto de R$ 373 milhões.

Mundialmente, os preços para o seguro de responsabilidade civil de diretores e executivos diminuíram, com pouca mudança na cobertura ou movimento entre seguradoras, diz a Aon Risk Solutions em seu relatório trimestral de índice de preços da D&O para o quarto trimestre de 2016. O preço para clientes que renovaram o contrato no quarto trimestre de 2016 comparado com o quarto trimestre de 2015 diminuiu 10,8%, de acordo com o índice, divulgado na quarta-feira. Um total de 56% dos que renovaram com o mesmo limite e franquia experimentaram uma queda de preço. Somente 16% tiveram aumento de preços. No Brasil, a concorrência está acirrada e clientes com bom histórico conseguem preços mais acessíveis.

Confira abaixo o que muda com a circular 553, publicada dia 23 de maio de 2017, que estabelece diretrizes gerais aplicáveis aos seguros de responsabilidade civil de diretores e administradores de pessoas jurídicas (seguro de RC D&O), e dá outras providências.

Sonho Seguro: A publicação das novas regras ficou dentro do previsto?

Maurício Bandeira: Sim, após discussão do mercado e elaboração de um pedido formal à Susep a entidade considerou o pleito e deixou a circular dentro da realidade do produto, deixando a cargo das seguradoras a elaboração do melhor clausulado dentro dos critérios de avaliação de risco de cada uma delas.

SS: O que muda?

MB: A circular coloca diversas definições e condições obrigatórias no produto, destaque para os seguintes pontos:

– Possibilidade de cobertura para multas e penalidades cíveis e administrativas;

– Possibilidade de contratação do seguro por pessoa física;

– A circular coloca também a possibilidade de cobertura para o “tomador” do seguro por atos ilícitos culposos de seus administradores, onde entendemos que seria a definição para a atual Cobertura C – Valores Mobiliários, e eventualmente a cobertura para situações de responsabilidade da própria empresa;

– A cobertura para custos de defesa volta a ser oferecida como cobertura básica, diferentemente da primeira versão da circular;

– Volta a possibilidade de menção na apólice a legislação estrangeira, quando o seguro é oferecido com âmbito de cobertura mundial;

– A circular também estabelece a possibilidade de pagamento por parte da seguradora diretamente ao terceiro reclamante;

– A circular abre espaço para considerar como segurados eventuais pessoas físicas, contratadas pelo tomador do seguro, suas subsidiárias, coligadas ou segurados, para prestarem assessoria a estes últimos, de qualquer natureza, citando explicitamente os advogados, consultores, contadores, secretários(as) particulares, técnicos, entre outros;

– Também proíbe a contratação de Seguro D&O por seguradora onde a mesma configure como tomador e segurador.

SS: As regras estão de acordo com o que estava sendo discutido no mercado?

MB: Sim, a Susep atendeu quase que na totalidade os ajustes solicitados pelo mercado, inclusive dividiu as coberturas entre gerais, especiais e particulares, mencionando situações de mitigação de riscos e também para adequação do seguro conforme necessidades específicas de cada segurado, sem necessidade de constar no plano encaminhado à Susep, desde que não reduzam os direitos daquele.

SS: Quais pontos podem causar ruídos?

MB: Alguns pontos não ficaram claros. Haverá necessidade de formalizar o entendimento com a SUSEP. Destacamos as seguintes situações:

Danos Ambientais, a Susep volta a formalizar a proibição de cobertura pelo D&O, porém não esclarece se as seguradoras que operam nas duas linhas podem oferecer a cobertura de forma secundária (inserção da cobertura na apólice e contabilização do prêmio no ramo próprio), bem como a sefinição de limites específicos para cada cobertura (LMI), com possibilidade de Limite Agregado (LA), conceito não utilizado pelo mercado até o momento.

HDI traz chatbots ao mercado segurador

A HDI Seguros, quinta maior seguradora de automóveis do Brasil, adotou mais um método exclusivo no mercado segurador: o uso de chatbots para atendimento de clientes, prestadores de serviço e terceiros, em sua página oficial no Facebook. Chatbots são robôs capazes de conversar com o usuário por meio de chat e se configuram como tendência tecnológica, principalmente em grandes empresas.

Pioneira, a HDI está investindo cada vez mais em tecnologia, com o objetivo de facilitar e personalizar o atendimento ao cliente, permitindo-lhe resolver os problemas com menos burocracia.

“Somos reconhecidos por ser uma empresa inovadora dentro de um setor que, embora seja tradicional, precisa se adaptar e incorporar novas ferramentas para melhorar a rotina de seus processos. Os chatbots já são utilizados por grandes companhias e os resultados, tanto do ponto de vista interno quanto externo, são positivos”, afirma Paulo Moraes, diretor de Marketing da HDI.

O sistema inteligente disponibilizará aos segurados o download de segunda via de apólice e boleto, informações para acompanhar e reportar sinistros e oferecerá as opções de cálculo online e localização de corretor. Para os prestadores, será possível solicitar o cadastro para trabalhar junto à HDI. Além disso, os terceiros poderão acompanhar o sinistro ou, para quem tem interesse em trabalhar na companhia, enviar o currículo para uma vaga de emprego.

A HDI tem investido em diferentes setores de tecnologia, tanto para os consumidores e corretores, quanto para os processos internos da seguradora. Em 2017, a empresa lançou um aplicativo exclusivo para que terceiros possam verificar o andamento do sinistro, além de incluírem essa opção dentro do app destinado aos segurados, que foi lançado em 2012 e é constantemente atualizado com novas ferramentas.

Corretores lotam audiência da Comissão de Finanças para debater a venda de seguros pela internet

Os corretores compareceram em peso na Comissão de Finanças e Tributação, que realizou nesta quinta-feira uma audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, para discutir a comercialização e propaganda de produtos de seguros pela internet praticada pela empresa Youse, da Caixa Econômica Federal. “Deu para explicar a importância do corretor para que os consumidores comprem um produto adequado à sua necessidade, com amplitude de oferta de seguradoras a um preço justo. Mostrei em meu pronunciamento que é possível empreendedorismo responsável com foco no cliente”, comentou Marcelo Blay, CEO da corretora Minuto Seguros, ao blog Sonho Seguro.

Segundo a Agência Camara, o diretor da Caixa Seguridade Participações, Paulo Eduardo Cabral Furtado, afirmou, porém, que a Youse é apenas uma plataforma digital da empresa. “As grandes empresas estão indo para plataformas digitais, o e-commerce é uma realidade há muito tempo, e a área de serviços começa a se deslocar também para estas plataformas. Nós então tomamos a decisão estratégica de vender seguros na internet. Criamos a Arca Youse, que é uma plataforma de vendas da Caixa Seguradora.”

O deputado Lucas Vergílio (SD-GO), que presidiu a reunião, questionou o diretor da Caixa Seguradora e a Superintendência de Seguros Privados (Susep) sobre a situação jurídica da Youse “Se a Youse, para vocês, neste conceito, não é uma seguradora, por que então pedir um registro junto ao órgão regulador do mercado de seguros para constituir essa mesma entidade – pessoas, funcionários – como uma seguradora?”

O diretor de Organização da Susep, Marcelo Augusto Camacho, Marcelo Camacho, confirmou que a empresa pediu o registro de seguradora, mas disse que o processo ainda não foi concluído.

Sugerida pelo deputado federal Lucas Vergílio (SD-GO), a audiência pública recebeu para debate os presidentes da Caixa Seguridade e da Youse, além de representante da Susep. Para o deputado, “a ideia é buscar esclarecimentos em relação a uma prática recente, que, pela forma de comunicação e propaganda empregada, pode iludir o consumidor ao dizer que o corretor de seguros não é necessário”.

O presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, justificou a importância da participação da categoria. “Não podemos perder este momento de nos fazermos representados como responsáveis pela distribuição do produto seguro no Brasil”.

Foto: Página do Facebook de Marcelo Blay

Santander digitaliza sinistros de seguro residencial

Fonte: Santander

Clientes do Santander que têm apólices de seguro residencial da Zurich Santander poderão comunicar o sinistro, enviar a documentação e até receber a indenização pelo APP Santander. Os clientes também poderão gravar um áudio para descrever o que ocorreu. Assim, o banco se torna a primeira instituição do mercado segurador a digitalizar 100% do processo.

Marcio Giovannini, superintendente executivo de Proteção e Capitalização do Banco, explica que a digitalização representa mais facilidade e agilidade para o cliente: a indenização será paga em até 72 horas. Conforme o caso, o prazo pode até ser inferior a 2 horas. “O Santander tem dedicado grande esforço em sua agenda digital para levar praticidade e rapidez aos clientes”, afirma o executivo.

O acompanhamento do sinistro pode ser realizado a qualquer momento e em qualquer canal do Banco (APP Santander, Internet Banking e Central de Atendimento). A expectativa é que sejam atendidos 200 mil sinistros por ano por meio da funcionalidade.

Desde fevereiro, está disponível a consulta de apólices e informações como vigência, coberturas, benefícios e pagamento. E, ainda este ano, outras funcionalidades relacionadas ao seguro serão oferecidas no APP Santander.

Maio Amarelo: manter a revisão do carro em dia já ajuda muito, avalia executivo da Allianz Worldwide Partners

O Brasil possui o quarto pior desempenho da América Latina em acidentes de trânsito, segundo levantamento divulgado pela OMS (Organização Mundial de Saúde). O estudo também mostra que o país apresenta uma taxa de aproximadamente 23 mortes para cada 100 mil habitantes. Para prevenir o aumento dessa estatística, a Allianz Worldwide Partners Brasil – empresa líder em assistência 24h -, apoia a campanha Maio Amarelo, movimento internacional que visa chamar atenção da sociedade para o alto índice de incidentes automobilísticos em todo o mundo.

A ação objetiva conscientizar as pessoas a terem mais responsabilidade ao volante, visto que muitos acidentes podem ser evitados se os motoristas tiverem mais consciência ao dirigir. Bruno Loiola, executivo da Allianz Worldwide Partners, comenta dicas fáceis e úteis que ajudam a reduzir fatalidades. “Mantenha as revisões do seu carro em dia. Por exemplo, as palhetas limpadoras do para-brisa não são apenas acessórios e devem ser trocados regularmente. Sempre verifique as condições de seu carro com manutenções periódicas”, afirma Bruno.

Outro item essencial é contar com um seguro para o automóvel. “Muitas pessoas ainda procuram o serviço apenas em caso de acidentes. É importante fazer cotação e avaliação dos tipos de seguros oferecidos, alguns inclusive contemplam serviços gratuitos, como por exemplo o pacote de assistência para residência”, destaca o executivo. Loiola aponta que fatores como condições emocionais e físicas também devem ser levadas em consideração e afirma que dirigir exige muita atenção, por isso é preciso evitar pegar a estrada cansado ou com o emocional abalado.

Outra atitude considerada uma vilã no trânsito é o uso do celular. “Todos os dias nos deparamos com pessoas digitando ou falando ao celular enquanto dirigem. Precisamos conscientizar estes motoristas que não conseguem evitar de espiar as notificações das redes sociais”, alerta Bruno. “Por fim, respeite as regras de trânsito: não extrapole limites de velocidade, use sempre o cinto de segurança, capacete (para quem anda de moto), lembre que crianças devem estar acomodadas em acentos apropriados e mantenha distância de pelo menos 2 metros do carro que está na sua frente”, finaliza o executivo.

Liderança na prática é o tema do novo livro de Acacio Queiroz

Release

A liderança é a atividade mais desafiante para qualquer gestor e só é realmente exercida quando há o reconhecimento positivo por parte dos colaboradores impactados. O líder tem a responsabilidade de desenvolver sua equipe para que os profissionais cresçam em conjunto, sem esperar recompensas ou reconhecimentos. É com esse pensamento que Acacio Queiroz, executivo que soma mais de cinco décadas de atuação à frente de grandes empresas, principalmente no setor de seguros, lança seu novo livro, intitulado por Fábrica de Líderes.

A obra reúne exemplos práticos e relatos de cases de sucesso coletados durante toda a trajetória de Acacio Queiroz. Fábrica de Líderes transfere grande parte do aprendizado do executivo sobre gestão e liderança em sua carreira e permite que gestores atuais e futuros ab­sorvam importantes experiências, a fim de maximizar o potencial de cada colaborador, impulsionando a escalada para o sucesso.

“Liderança é ter a sabedoria para compreender e se importar com todos os profissionais. Aprender a interagir, navegar, transferir e receber conhecimento, desde a recepcionista até os altos cargos da corporação. “A diferença entre um chefe e um líder é simples: o chefe diz ‘faça’ e o líder diz ‘vamos fazer’”, explica o autor.

Cada capítulo do livro aborda um tema indispensável no processo de liderança, complementado por depoimentos de profissionais que conviveram e trocaram experiências profissionais com Acacio, como Adriano Romano, CEO da BNP Paribas Cardif, e Peter Rebrin, CEO da QBE Seguros, em Porto Rico e, atualmente CEO da QBE Brasil.

“A obra é um MBA prático de liderança que pode ser absorvido em menos de 4 horas e ainda permite interação do leitor comigo”, analisa o executivo. O livro é inovador em seu formato, é um dos poucos livros interativos sobre liderança do Brasil. Proporcionando ao público uma grande interatividade com Acacio Queiroz, traz três perguntas estratégicas para que o leitor reflita ao final de cada capítulo e, pelo link www.virelid.com.br, é possível conferir vídeos da resposta do autor para uma das perguntas.

Além disso, ao consultar a plataforma, o conteúdo do livro é complementado com vídeos e conteúdo de palestras.

Roberto Westenberger, ex-titular da Susep, volta a atuar como consultor

A estreia da volta do período de afastamento do setor de Roberto Westenberger, ex-titular da Susep, será como palestrante no Seminário de Seguro de Vida Universal – Brasil 2017, que acontece no dia 6 de junho de 2017, no Hotel Pullmann São Paulo Ibirapuera.

O evento começa com a palestra Precificaçâo e gestâo de portfólios de vida universal, com
Craig Reynolds, executivo da Milliman nos EUA. Em seguida acontece a palestra Start-up e aspectos práticos de implementaçâo de vida universal em outros países da América Latina, com Fernando Mesquida, também executivo da Milliman para a América Latina.

Vida Universal: História e Perspectivas dos Estados Unidos é o tema da terceira palestra, proferida por Elaine F. Tumicki, vice-Presidente Corporativa de Pesquisas de Seguros da LIMRA.

Roberto Westenberger, consultor na área de Atuária, Riscos e Gestão de Seguradoras e Entidades de Previdência fará palestra e coordenará o debate: Seguros de vida e previdência no Brasil – Atuaçâo regulatória. Roberto foi Superintendente da SUSEP, Sócio da PwC e da Tillinghast-Towers Perrin, além de diretor técnico da companhia internacional de seguros e Presidente do Instituto Brasileiro de Atuária. Atualmente é Professor de Gestão de Riscos na Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFRJ.

Como moderador, o evento terá Ronald Kaufmann, consultor e Country Manager da Representação da LIMRA e LOMA no Brasil. Ele atua há mais de 45 anos na Indústria de Seguros e Resseguros, tendo exercido cargos executivos em diversas companhias nacionais e multinacionais. Foi Vice Presidente da FENABER, onde participou da formulação da Regulamentação da Abertura do Mercado de Resseguros e foi diretor da ANAPP/Fenaprevi, sendo também presidente da Comissão Técnica de Produtos de Vida e Previdência, tendo participado dos grupos de trabalhos responsáveis pela regulamentação dos Planos de Previdência de Benefícios Livres ( PGBL e VGBL).